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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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11. Perdas


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 11


Perdas


 


 


 


O resto do dia passou silencioso quando todos os membros da Ordem souberam da ameaça feita por Lúcio. O pergaminho passou por várias inspeções, mas não havia nenhum vestígio de qualquer pista sobre o paradeiro dos Comensais.


 


Dentro de dois dias, Hermione partiria para casa dos seus pais com Draco. Ele andava muito calado desde que recebera o recado do seu pai. A grifinória respeitou esse espaço e o apoiava dando o espaço que ele precisava.


 


Na noite antes da partida, todos jovens estavam sentados na sala. O treinamento tinha acabado e eles estavam espalhados pelo sofá e pelo chão. De repente uma explosão foi ouvida do lado de fora da Toca.


 


Molly, Artur, Quim, Minerva e Moody que conversavam na cozinha apareceram correndo. Todos estavam em pé. Varinhas em punho. Silêncio mortal. Batidas na porta.


 


- Vamos, vamos covardes... Não estão a fim uma lutinha???


 


Quim fez um gesto com a mão e todos se posicionaram para atacar.


 


- Draco! Venha aqui fora! Seu pai mandou um presente para você!


 


- Mayer... – sussurou o sonserino – É Mayer quem está batendo... - E pensando qual o sentido das palavras dele lançou um bombarda na porta, que voou levando Adolf Mayer com ela. O loiro saiu correndo para o lado de fora.


 


- DRACO! – gritou Hermione que foi atrás.


 


- MERDA! ATACAR! – gritou Quim!


 


Uma janela foi destruída por um feitiço lançado pelo lado de fora. O jato verde acertou um vaso de plantas que se espatifou no chão.


 


Havia pouco mais de dez comensais. Draco só conseguiu reconhecer seu antigo colega por ele ter falado. Os outros lutavam calados. Explosões de todas as cores eram vistas no jardim dos Weasleys.


 


Draco correu atrás de Adolf, que se livrava da porta com um feitiço de levitação. Jogou seu capuz para trás e encarou o loiro com frieza:


 


- Então você realmente está com esses traidores, seu rato imundo?


 


- Acho que isso não é da sua conta, Mayer – ambos gritavam com as varinhas apontadas.


 


- É da minha conta sim! Traiu seu futuro! Traiu seus amigos! – Draco riu ao ouvir essas palavras.


 


- Amigos? Você se considera meu amigo? Sabe que não existe isso no lado das trevas.


 


- Ainda tem chance! Volte para o nosso lado! Será perdoado com as informações que poderá nos passar.


 


- Minha decisão não tem volta. Vamos acabar logo com isso. – ESTUPEÇA! – o outro desviou:


 


- Vai lutar assim? Achei que era capaz de mais... CRUCIO! – Draco rolou no chão fugindo do feitiço. Eles começaram a duelar e Draco passou a usar outras maldições e feitiços mais agressivos.


 


Hermione lutava com um Comensal. O agressor era bom, mas não conseguia se igualar a Hermione. Ela ainda não fora atingida. Então, no segundo que o inimigo ergueu a varinha para lançar mais um feitiço, a garota aproveitou a brecha e deu um chute que o acertou na cabeça. A força do impacto do chute e o choque com o chão fizeram o Comensal cair e desmaiar.


 


Estava indo ajudar Gina, apesar de ela estar se saindo super bem, quando viu Draco ser atingido por uma cruciatus.


 


Correu até lá. Ajoelhou-se, mas manteve a varinha apontada para Mayer.


 


- Ora, ora... Saudades, Granger? Da última vez que nos vimos não pudemos nem começar a nos divertir... Que tal irmos atrás daqueles arbustos?


 


Draco ainda estava se contorcendo de dor. Ouvia vozes ao longe. Então, sentiu um toque. O toque de Hermione sobre si. A morena levou alguns segundos para responder. Estava mentalizando um feitiço de recuperação para Draco.


 


- Você não é homem para mim, Mayer...


 


- O que disse? – ele aproximou-se e Hermione ergueu-se. Dentro de alguns segundos Draco estaria bem.


 


- Está surdo agora? – ela continuou desafiando com uma de suas sobrancelhas levantadas.


 


- Você não está mais em Hogwarts, Granger. Avad... – um feitiço que o atingiu no peito fez com que caísse. Draco ainda estava sentado, juntando forças para se levantar.


 


- Hermione...


 


- Draco! Estou bem, vá com calma...


 


- Calma? – ele apoiou-se nela para ficar totalmente em pé. Puxou-a para si – Ele iria te matar...


 


- Estou bem! O pessoal precisa de apoio mais perto da casa! Estamos muito afastados! – ela virou-se para correr, mas ele a segurou pelo braço. Virou-a rapidamente e beijou-a. Depois apoiou sua testa na dela:


 


- Não quero te perder!


 


- Não vai se livrar de mim tão cedo, Malfoy! – ela deu uma piscada marota e ambos voltaram para combate sem perceber que Mayer não estava desacordado quando viu o beijo e o final da conversa.


 


Fogos de artifício foram ouvidos. Do céu parecia cair uma chuva verde. Esse foi o sinal para todos os Comensais aparatarem. Aqueles que estavam desacordados foram levados por feitiços antes que alguém da Ordem pudesse fazer qualquer coisa para impedir.


 


- MERDA! Parece que eles sempre estão um passo a frente! - Xingou Harry. Mal acabou de falar isso, uma enorme caixa retangular surgiu no gramado perto de onde estavam.


 


- O que é isso? – perguntou Rony aproximando-se, mas parou de andar quando Quim falou:


 


- Pode ser alguma chave do portal, algum objeto feito com magia negra. Não se aproximem. Alastor, Minerva. – os dois se aproximaram. A caixa era de madeira. Tinha o formato retangular. A tampa estava pregada de maneira desleixada. Os três contornavam a caixa passando a varinha em volta, no entanto, sem encostar.


 


Hermione apertava a mão de Draco. Ele suava frio.


 


- Isso não é nada. Isso não é nada. Isso não é nada. – Ele murmurava para si mesmo, como se repetisse um mantra.


 


- Draco?


 


- Isso não é nada. Isso não é nada. Isso não é nada. – Continuava sem prestar atenção à pergunta de Hermione.


 


Moody e Quim tiraram a tampa. Minerva soltou num suspiro abafado:


 


- Por Merlim, não... – a Diretora encarou Draco. O loiro andou rápido em direção à caixa. Hermione tentou segurá-lo pela mão. Mas ela apenas sentiu os dedos dele escapando entre os seus. Quim e Moody tentaram segurar Draco pelo braço para impedi-lo de ver aquela imagem. Porém, era impossível segurá-lo. Mesmo com a força dos dois homens, Draco conseguiu empurrá-los.


 


Ele aproximou-se com mais calma e olhou para dentro da caixa. Afastou-se vagarosamente e vomitou.


 


- Draco! – Hermione foi ao seu encontro. Ele caiu de joelhos e ela o aparou como pôde. Ninguém conseguia sair do lugar. – Draco...


 


- Minha mãe... Ele matou minha mãe. Minha mãe... – Ele apoiou a cabeça no ombro de Hermione e começou a chorar. Hermione não falou nada, apenas aninhou Draco em seu colo e deixou que ele chorasse.


 


Mais afastado, Quim chamou Minerva e Moody.


 


- Eles podem voltar com reforços. Precisamos localizar Severo e entender o que aconteceu. Vamos montar uma chave do portal com destino secreto para todos por enquanto. Só nós três saberemos. Temos um traidor entre nós.


 


- Certo, mandarei todos prepararem as malas. – disse Minerva indo na direção de Molly. Sussurrou o que era para fazer e ambas mulheres entraram.


 


Quim aproximou-se do casal que estava ajoelhado no chão.


 


- Senhor Malfoy, precisamos partir. Cuidaremos do enterro da sua mãe. – ele colocou uma mão no ombro do loiro e apertou delicadamente – Você precisa ter força.


 


Todos ainda estavam em volta e sem saber muito bem o que fazer. Não ousaram aproximar-se para ver o corpo de Narcisa.


 


Draco respirou fundo e levantou. Puxou Hermione pela mão.


 


- Certo. Arrumarei minhas coisas. Preciso ficar sozinho alguns minutos, Hermione. – entrou na casa.


 


- Quim... O que faremos agora? – perguntou Jorge.


 


- Mudaremos de lugar. Arrumem suas coisas. O básico.


 


- Para onde iremos? – perguntou Lilá.


 


- Segredo. Vamos! Rápido. Eles podem estar voltando com reforços. RÁPIDO!


 


Todos entraram na casa, exceto Gina, Harry, Rony e Hermione. A última tinha lágrimas nos olhos.


 


- Tem ideia de quem pode estar nos traindo? – perguntou Harry.


 


- Não, não tenho.


 


Rony aproximou-se da caixa, mas foi impedido por Quim.


 


- Ninguém mais olhará a senhora Malfoy. Ela já deve ter sofrido o suficiente.


 


Todos assentiram, mas antes que entrassem novamente na casa, Snape apareceu.


 


- Severo! O que houve? – perguntou Moody que chegou rápido, assustado pelo barulho.


 


- Fomos enganados! O local onde Narcisa estava escondida vazou! – respondeu o ex-professor de poções num fôlego só.


 


- Eu sei. Mandaram o corpo dela para cá... Eles desconfiam de você? – perguntou Quim.


 


- Não. Eu não estava com ela na hora do ataque... Merlin... E Draco?


 


- Muito abalado. Severo, precisamos partir.


 


- Sim, mais rápido ainda do que pretendem. Dentro de alguns minutos serão atacados.


 


Quim apenas acenou a cabeça e todos entraram. A casa estava uma bagunça. A correria reinava por todos os ambientes. Quim, preparou a mesa que seria usada como chave.  Aos poucos todos chegavam. Hermione deu pela ausência de Draco e foi atrás dele. Encontrou-o sentado no chão, encostado na cama. A mala ao seu lado e a varinha na mão.


 


- Draco! Vamos, a chave será acionada!


 


- Ficarei aqui, Baixinha.


 


- Não pode. Snape confirmou que seremos atacados. Precisamos partir. – ela disse pegando a mala dele.


 


- Acho que essa decisão é minha, Hermione.


 


- Por Merlin! Vamos logo, Draco! Eles estarão em um número bem maior. Não terá chances... – ela falou segurando-o pela mão e puxando-o inutilmente para cima.


 


- Engraçado... – ele levantou-se – Você pode morrer por Potter e eu não posso fazer isso por minha mãe?


 


- Draco, é diferente... Posso imaginar que queira se vingar, mas isso não trará sua mãe à vida.


 


- VOCÊ NÃO ENTENDE!


 


- Não, não entendo! Também quero matar esses filhos da puta pelo que fizeram com você, com sua mãe, comigo,... Só acho que podemos estar mais preparados. Em vantagem! Se não for de número, pelo menos de estratégia. Por favor...


 


Draco virou de costas para ela e encarou a janela. Deixou sua cabeça cair e concordou. Saíram de mãos dadas, seguindo em direção ao local de partida.


 


- Senhor Malfoy, quer despedir-se de sua mãe? – perguntou Quim.


 


- Não. Prefiro ter uma imagem diferente daquela que eu acabei de ver. Vamos logo com isso.


 


O grupo foi todo puxado. Caíram numa ampla sala. Minerva começou a falar.


 


- Temos um traidor entre nós. Ficaremos separados até depois do Ano Novo. Escolhemos lugares para vocês e seus parentes ficarem em proteção. Um não saberá da localização do outro.


 


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Longe dali... Um dia depois da separação do grupo


 


- Mas, como assim? – perguntava a senhora Granger quando era arrastada delicadamente para fora da casa.


 


- Isso é um absurdo! Nossa filha virá para cá... – protestou o pai da grifinória.


 


- Senhores, Hermione encontrará com vocês. Temos um espião entre nós e precisamos deixar vocês em segurança. Aliás, ela está a espera de vocês.


 


- Para onde estamos indo? Como sabemos que você não é o traidor? – tornou a perguntar Morgan.


 


- Porque eu treino a filha de vocês há muito tempo – respondeu Joseph Connery aparatando com os pais de Hermione.


 


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- Foram separados em alguns grupos... – falou Quim dando continuidade à fala de Minerva. – Só vamos esperar os outros. – Pouco tempo depois, Moody chegava com os integrantes da Ordem que faltavam.


 


A divisão foi feita. Hermione ficou feliz por saber que ficaria com Draco. Ele iria com ela até um lugar desconhecido. Só sabia que encontraria com seus pais por lá. Harry ficaria com Gina, Ron e Carol; Neville, Luna e Simas, formavam outro grupo. Hermione achou que a divisão visava propositalmente unir quem era amigo ou namorado. Não entendeu por que só Draco iria com ela. Mas ficou feliz.


 


Ainda sem desfazer as malas, começaram a partir. Cada grupo recebia algumas instruções de Quim, Lupin e Connery. Até que chegou a vez de Hermione e Draco.


 


- Vocês irão para a casa de um tio de Ted Tonks. Não saberão com exatidão onde a casa fica. Tem um grande estoque de alimentos. Não saiam do perímetro da casa sobre nenhuma circunstância – dizia Lupin sério – Hermione, seus pais chegarão lá amanhã à noite. Sejam o mais discreto possível.


 


- Como saberemos o perímetro de segurança? – perguntou Hermione. 


 


- Somente bruxos podem ver. Evite que seus pais andem pela orla. Eles podem estar sendo seguidos. Quando puseram a mão na mesa, uma magia passará para vocês e estarão indetectáveis por sete dias. Fiquem por lá e só tentem contato em uma emergência – ele dizia rápido e sua voz demonstrava o seu nervosismo. Entregou uma moeda semelhante àquela feita na época da AD. – Só use em emergência, Hermione. Só em emergência. Vão!


 


O casal carregava uma pequena mochila nas costas e foram puxados assim que encostaram suas mãos num prato velho. Pousaram poucos segundos depois. O chão não era firme e logo perceberam que caíram sobre areia. Olharam em volta e viram uma bela casa iluminada apenas pela luz do luar. Caminharam até lá. Draco vinha um pouco atrás, cabisbaixo e silencioso.


 


Assim que entraram, Hermione localizou o interruptor e acendeu as luzes. A sala era simples, com uma lareira na parede lateral. Alguns quadros enfeitavam as paredes. Havia um sofá com duas poltronas. As estantes eram enfeitadas com motivos marítimos, como conchas ou barcos. A casa era térrea. Hermione encontrou uma cozinha, dois banheiros e três quartos, um deles com cama de casal. Entristeceu-se por saber que não poderia dormir lá com Draco.


 


Voltou para sala e não encontrou o namorado. Olhou pela janela que dava para o mar e viu que ele estava sentado sobre um lençol na areia. Saiu da casa e sentou-se silenciosamente ao lado dele. A lua cheia iluminava a orla. No céu, parecia parada. No mar, sua imagem tremia disforme conforme o movimento das ondas.


 


- Tem alguma coisa que posso fazer? – ela perguntou encarando o perfil de Draco.


 


- Não. Não sei... Acho que apenas isso que está fazendo. Lucio matou minha mãe. – ele falava as palavras com mais calma. Uma calma que preocupava Hermione. Não havia mais lágrimas. – Hermione passou a mão pelos cabelos dele – Seus pais vão me conhecer num momento terrível.


 


- Não precisa se preocupar com isso. – Draco parou de encarar o mar e olhou para Hermione.


 


- Eu não mereço uma garota como você... Obrigado por tudo, Baixinha. – Ela ajeitou-se mais perto dele.


 


- Estarei aqui para tudo o que precisar. – eles mudaram de posição, sentando-se um de frente para o outro. O lugar era quente, mas o abafado parecia se dissipar com a leve brisa. Hermione tinha os cabelos amarrados. Os de Draco voavam de um lado para o outro. Ela tirava uns fios que insistiam em cobrir a face do loiro. Aos poucos, a brisa foi parando. O ar tornou-se mais quente.


 


Draco olhava cada detalhe do rosto de Hermione. Parecia que cada vez que a olhava estava mais linda. Ele então começou a beijá-la de forma delicada, mas o beijo foi tornando-se cheio de desejo, paixão e luxúria. O loiro deitou-se com Hermione e passava sua mão por todo o corpo dela.


 


- Draco...


 


- Xiii... Ninguém nos verá aqui... Preciso de você... Preciso te sentir... – ele tornou a beijá-la. Com um movimento rápido, rasgou a blusa de Hermione. Hermione puxou a dele pela cabeça. Os sons dos gemidos eram abafados pelas ondas que cada vez mais se aproximavam devido à maré que estava subindo. Draco beijava todo corpo de Hermione que repetia o nome dele. Isso o fazia sentir-se desejado. Amado. Ele precisava daquele sentimento, daquela sensação.


 


O sonserino saiu de cima dela, para poder tirar a calça e a cueca. Hermione ainda vestida da cintura para baixo. Ele voltou a subir na morena. Ansiava pelo corpo dela. Beijava-a, mordiscando levemente seus lábios. As línguas se tocavam e se afastavam, mudando de posições, mas ficando longe o mínimo possível.


 


- Isso, Draco... Me faça sua... Mais uma vez... Me possua, Draco. - Com rapidez e violência ele puxou a calça dela. Voltou a beijar-lhe os seios. Hermione arqueava o corpo e pedia por mais. O corpo suava de desejo e calor. O ar continuava parado. A brisa não chegava mais até eles. O cabelo dele caia e colava no rosto suado. Hermione sentiu a mão dele descendo e os dedos longos a penetrando – OH! Draco...


 


O loiro sentia a namorada mexer sob si. Isso o excitava. Era por ele que ela chamava. Seu movimento foi interrompido quando sentiu a mão dele em seu pulso. Agilmente, Hermione trocou de posição e começou a beijar a boca de Draco. Sua língua foi descendo percorrendo todo o corpo dele. O garoto apertava com força o lençol emaranhado. Gemia a cada toque da língua quente de Hermione. Ela desceu até a cintura dele. Depois, passou a ponta da língua pela virilha de Draco. A mão dela, acariciava o pau já duro. Pegou-o e enfiou o pau em sua boca. Lambia e chupava.


 


- Deixa eu te chupar... Preciso sentir seu gosto – ele disse entre suspiros. Hermione moveu-se para cima dele. Ajeitaram-se até que pudessem chupar um ao outro. Draco lambia toda a vagina de Hermione. Passava sua língua em movimentos circulares num ponto já conhecido seu. Pouco depois, sentia Hermione gozar em sua boca. O líquido quente, o tremor dela sobre si e a chupada mais forte em seu pau, fez com que ela gozasse.


 


Hermione virou e deitou sobre o corpo dele. Beijaram-se. Um sentindo o gosto do outro. Draco sentou-se e Hermione ajoelhou-se em cima dele. O loiro ainda estava excitado. Ela colocou-o dentro de si aos poucos. Mexia-se sobre ele aprofundando cada mais o pau dentro dela. Quando estavam encaixados, passou as pernas por trás dele. Aproximaram-se ainda mais. Mexiam-se num movimento ritmado. Draco sentia os bicos dos seios dela roçando sobre seu peito. Suas bocas voltaram a se encontrar. Afastaram-se momentos antes de chegarem ao ápice do prazer. Afastaram-se o suficiente para olharem nos olhos. E com um grito, derramaram-se num gozo profundo.


 


Arfando, Hermione voltou a beijá-lo. Ela ia sair, mas foi impedida por ele.


 


- Não... Quero te sentir mais um pouco... – e ficaram assim, até serem alcançados pelas ondas.


 


Voltaram para casa e comeram um lanche rápido. Esgotados, caíram na cama que Hermione havia arrumado e dormiram.


 


Ela acordou e deu de cara com Draco olhando para si.


 


- Bom dia... – ele falou beijando a testa dela.


 


- Bom dia... Que horas são? – perguntou sentando-se.


 


- 8h23 exatamente... Preparei nosso café-da-manhã.


 


- Só um minuto que já levanto.


 


- O café será servido na cama, senhorita Granger.


 


Passaram o dia aproveitando para namorar muito. A chegada dos pais dela impediria certas carícias. Como não sabia a hora exata que seus pais chegariam, Hermione resolveu ficar arrumada e deixar o janta pré-pronto. Draco divertia-se em ver Hermione tentar se afastar dele. As brincadeiras foram interrompidas pelo estampido que significava a aparatação de alguém. Os dois empunharam a varinha e num instinto de proteção, Draco postou-se na frente de Hermione.


 


- Mamãe! Papai! - Ela gritou saindo de trás do sonserino e correu para abraçar seus pais.


 


- Filha, o que está havendo? – perguntou Jane assustada. Olhava a filha como se procurasse qualquer machucado.


 


- Estou bem. Obrigada, Joseph – falou dirigindo-se para o escocês.


 


- Imagina, Hermione. Cuidem-se. Eu preciso partir. – despediu-se rapidamente e desaparatou.


 


- Quem é esse rapaz, Hermione? – perguntou seu pai olhando interrogativo para o loiro.


 


- Ah, pai. Esse é Draco Malfoy. Meu namorado. Havia falado sobre ele, lembram-se?


 


- Sim – adiantou-se a mãe – Prazer – e estendeu a mão.


 


Os pais de Hermione logo simpatizaram com Draco. Perceberam como ele cuidava bem da filha. Atencioso e carinhoso. Os dias passaram rapidamente. Eram poucos, mas puderam aproveitar aquele pedaço de paraíso. Porém, logo após o ano novo, no dia dois, logo cedo, Tonks apareceu. Estava com a cor de seu cabelo num tom de azul apagado. Os Granger e Draco tomavam café-da-manhã.


 


- Vamos embora agora! – ela gritou.


 


- Aparate em sua casa, Hermione. - a metamorfomaga disse de forma aflita. Algo havia acontecido.


 


- Precisamos separar nossas coisas – falou Jane.


 


- Não há tempo! AGORA! – Hermione deu uma de suas mãos à sua mãe que estava agarrada ao braço de Morgan e com a outra segurou em Draco. Foi o instante de verem a porta explodindo e Tonks desaparatando.


 


Chegaram à sala e Hermione começou a lançar feitiços de proteção ao redor da sua casa.


 


- Mãe, pai não saiam de casa, ok? – ela implorava.


 


- Hermione, acalme-se – Draco falou segurando-a pelos braços. – Não sabemos o que está acontecendo. Precisamos manter a calma!


 


Lupin aparatou nesse instante.


 


- Mas, afinal que merda está havendo? – perguntou Morgan que estava calado até aquele momento.


 


- Senhor, desculpe essa confusão... Tudo será esclarecido em poucas horas.


 


- Não! Será esclarecido agora... – virou-se para a filha – Você nos disse que estamos numa ilha perto da Inglaterra. Como se saímos lá de dia e agora é noite? Levamos segundos para ir de um lugar para o outro!


 


- A verdade é que filha não sabia exatamente onde estavam... Era uma casa nas praias de Fiji...


 


- Fiji? – exclamou Jane assustada pela distância.


 


- Por favor, acalmem-se! Não temos tempo para maiores explicações... Hermione e Draco preciso de vocês. – continuou Lupin.


 


- Não entendi, professor. Se fugimos para não nos encontrarem aqui, o que fazemos aqui? – perguntou Hermione.


 


- Parece que os Comensais não desconfiam da estada de vocês aqui. Ainda bem que não acenderam nenhuma luz... Continuem assim. Preciso que vocês dois deem uma olhada nas casas vizinhas. Alguém pode estar sobre a maldição imperius.


 


- Lupin, se não desconfiam da presença dos Granger aqui por que a Ordem acha que existe alguém sobre a maldição? – indagou Draco sem entender o raciocínio do Lobisomem.


 


- Tivemos a informação que eles estão com um espião em vários bairros trouxas, principalmente naqueles onde há familiares pertencentes à Ordem ou ao Ministério. Precisam fazer isso agora. Capturamos dois Comensais que... Mas depois conversamos. Vão até lá, ao voltar me avisem, pois lançaremos mais feitiços de proteção por precaução.


 


- Certo... – disse Hermione – Vamos por roupas mais adequadas e partimos.


 


- Avisamos pela moeda? – perguntou Draco enquanto prendia seus cabelos.


 


- Sim. Partam o quanto antes. – e desaparatou.


 


- Filha, não vá... Por favor... – suplicava a mãe.


 


- Sabe que eu preciso, mamãe. Nem adianta olhar assim, papai. É para o nosso bem. Precisamos fazer isso. Eu quero fazer isso. Ficarei bem. – disse abraçando os pais. Draco sentiu-se emocionado. Tivera poucas chances de agir assim com sua mãe. Seu coração apertou de saudades.


 


- Cuidarei dela mais do que cuido de mim mesmo. Não têm com que se preocupar. Eu prometo. – Draco falou olhando para os pais da namorada. Parece que isso os deixou mais tranquilos.


 


Eles transfiguraram as roupas que usaram. Draco estava com uma camiseta preta de manga curta, usava uma calça no mesmo tom da camiseta. Vestiu uma bota e esperou por Hermione. Ela estava bem parecida com ele, a diferença é que usava uma jaqueta de couro. Fez uma trança magicamente.


 


- Amo vocês – disse despedindo-se dos pais com um beijo em cada um – Fiquem em casa. Não acendem a luz e nem inventem de preparar nada. – ela deu mais um abraço em cada um. Draco despediu-se também e saíram pela porta do fundo.


 


 


- Por onde começamos, Baixinha? – ele perguntou.


 


- Não sei... Vamos olhar as casas aqui do fundo... – respondeu apreensiva.


 


Eles andaram em silêncio. Usaram feitiço da desilução, outros de levitação e contornavam e espiavam todas as casas. O trabalho correu relativamente rápido, já que muitas casas estavam vazias devido ao feriado. Não conversaram muito durante a inspeção. Verificaram a última casa e perceberam que não havia nada. A vizinhança estava limpa. Estavam alguns quarteirões afastados e já que não encontraram nada suspeito, voltaram caminhando pela rua. Estavam de mãos dadas.


 


 (N.A.: deixem a ópera rolar enquanto lêem o resto, ok?)


 









 


Faltava pouco para chegarem. Olhavam as estrelas e sentiam o vento da madrugada. Hermione andava sem prestar atenção no caminho, olhava para Draco e era guiada pelas mãos dele. Os olhos dele estavam no habitual azul cinza escuro. Ficavam assim à noite, mas de repente Hermione notou outra cor.


 


Vermelha.


 


Ele parou de andar e ela não deixou de encará-lo. Achava estranho aquilo.


 


Então seguiu seus olhos ao ponto onde ele mirava.


 


A varinha caiu num barulho surdo de suas mãos.


 


Ela via sua casa sendo sugada por chamas enormes.


 


Vermelhas.


 


Saiu correndo. Gritando por seus pais.


 


Draco agiu rápido e tocou a moeda que havia ficado em seu bolso.


 


Via que Hermione tentava aparatar. Mas não conseguia.


 


Saiu correndo atrás dela.


 


Eles mataram minha mãe
Na porta do meu quarto
Ela morria e me salvava
E à distância,
As chamas se elevaram na rua em frente a nós;
Fortes línguas de fogo
clarearam o céu,
Iluminando nosso caminho.


 


Correu atrás dela.


 


Viu quando os aurores e alguns membros da Ordem chegaram.


 


Eles tentaram detê-la. Draco já havia passado por isso e sabia que ela se livraria.


 


Rony, Harry e Lupin voaram longe. Hermione havia usado algum feitiço.


 


Perto da porta, Hermione conseguiu aparatar. Draco tocou na mão e foi junto. Caíram no corredor que levava aos quartos.


 


- HERMIONE! – a fumaça tornava tudo impossível de enxergar.


 


- Solte-me, Draco! MÃE! PAI!


 


- Precisamos sair! A casa vai desabar! – o barulho de rangidos tornava-se maior.


 


- Preciso salvá-los!!! – ela gritava enquanto andava. Era impossível enxergar algo. Ela tropeçou e viu que se tratava do corpo do pai e mais a frente, a mãe. Estavam na porta do quarto dela.


 


- Não podemos fazer nada, Hermione! – ele desaparatou com ela para fora da casa, instantes antes de tudo desabar. Nenhuma magia era capaz de apagar aquelas labaredas que pareciam controladas. Só a casa dela pegava fogo. Os poucos vizinhos vinham ver o que acontecia.


 


Do lado de fora ela caiu ajoelhada sem forças de aparatar novamente.


 


Eu assistia    
eles atearam fogo ao meu lar de infância


Meu lar, meu tão amado lar,
Foi queimado até as cinzas.


Eu estava sozinha.


Cercada pelo vazio
Pela fome, pela pobreza


Pela privação e o perigo


perseguia meus passos.


Em todo esse sofrimento,
Meu pobre coração despertou para o amor.
Ele suspirou em sua voz tão doce:


 


As lágrimas caiam pela sua face e sua voz já havia acabado de tanto que gritava. Tentou mais uma vez correr para dentro, mas foi impedida pelo abraço de Draco que sussurrava palavras em seu ouvido:


 


Vivi ancora! Io son la vita!  Viva para mim! Eu sou sua vida!
Ne' miei occhi e il tuo cielo!  O seu paraíso está em meus olhos


Tu non sei sola!  Você não está sozinha!


Le lacrime tue io le raccolgo! Deixe suas lágrimas caírem em meu peito!
Io sto sul tuo cammino e ti sorreggo! Eu sou seu caminho e seu apoio!
Sorridi e spera! Io son l'amore! Sorria e tenha esperança! Eu sou amor! Tutto intorno e sangue e fango? Tudo em volta é sangue e sujeira?


Io son divino! Io son l'oblio! Eu sou divino! Eu sou o esquecimento!


Io sono il dio che sovra il mondo  Eu sou o Deus que salvará o mundo


scendo da l'empireo, fa della terra un ciel! Eu estou vindo do céu para criar um paraíso na terra


Ah!
Io son l'amore, io son l'amor, l'amor" Eu sou amor, Eu sou amor, Amor


 


 


 


 


****************************************************************


Não me xinguem!!!!!!!!!!! Não sabem o quanto foi difícil para mim escrever esse final.... Segue a letra toda... Quem souber uma tradução melhor ficarei grata. Conheço praticamente nada de italiano e tudo que é tradução da tradução se perde...


 


Não me azarem... esse capítulo tem mais uma parte.


 


La mamma morta m'hanno
alla porta della stanza mia;
Moriva e mi salvava!
poi a notte alta
io con Bersi errava,
quando ad un tratto
un livido bagliore guizza
e rischiara innanzi a' passi miei
la cupa via!
Guardo!
Bruciava il loco di mia culla!
Cosi fui sola!
E intorno il nulla!
Fame e miseria!
Il bisogno, il periglio!
Caddi malata,
e Bersi, buona e pura,
di sua bellezza ha fatto un mercato,
un contratto per me!
Porto sventura a chi bene mi vuole!
Fu in quel dolore
che a me venne l'amor!
Voce piena d'armonia e dice:
"Vivi ancora! Io son la vita!
Ne' miei occhi e il tuo cielo!
Tu non sei sola!
Le lacrime tue io le raccolgo!
Io sto sul tuo cammino e ti sorreggo!
Sorridi e spera! Io son l'amore!
Tutto intorno e sangue e fango?
Io son divino! Io son l'oblio!
Io sono il dio che sovra il mondo
scendo da l'empireo, fa della terra
un ciel! Ah!
Io son l'amore, io son l'amor, l'amor"


 


Ópera de Andrea Chenier, cantada por Maria Callas


http://www.youtube.com/watch?v=N7kPHMpuLxc


 


Eles mataram minha mãe
Na porta do meu quarto
Ela morria e me salvava
Então, tarde da noite.
Eu deixei a casa com Bersi,
E à distância,
As chamas se elevaram na rua em frente a nós;
Fortes línguas de fogo
clarearam o céu,
Iluminando nosso caminho.


Eu assistia
eles atearam fogo ao meu lar de infância


Meu lar, meu tão amado lar,
Foi queimado até as cinzas.
Eu estava sozinha.


Cercada pelo vazio
Pela fome, pela pobreza


Pela privação e o perigo


perseguia meus passos.
Então fiquei doente, e Bersi, criatura boa e pura,
Ela não me deixaria:
Ela negociou sua beleza para manter-me vivo.
Eu trouxe azar até mesmo para aqueles.
que me amam.
Em todo esse sofrimento,
Meu pobre coração despertou para o amor.
Ele suspirou em sua voz tão doce:


"Viva para mim.


Eu sou sua vida


O seu paraíso está em meus olhos


Você não está sozinha


Deixe suas lágrimas caírem em meu peito


Eu sou seu caminho e seu apoio


Sorria e tenha esperança


Eu sou amor


Tudo em volta é sangue e sujeira?


Eu sou divino


Eu sou o esquecimento


Eu sou o Deus que salvará o mundo


Eu estou vindo do céu para criar um paraíso na terra


Eu sou amor


Eu sou amor


Amor


 


 


Ópera de Andréa Chenier e Umberto Giordano, cantada por Maria Callas em:


http://www.youtube.com/watch?v=N7kPHMpuLxc


 

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