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2. Pequenas discordâncias


Fic: Meu amor, minha vida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 2


Pequenas discordâncias




Eles haviam chegado à Toca através de uma Chave de Portal enquanto o Sr. Weasley aparatava. Gina fez uma careta enquanto levantava, deixando claro que não gostava nenhum pouco daquele tipo de transporte. Harry sorriu para ela, mas no mesmo instante quase caiu novamente quando Hermione pulou em seus braços.


- Harry! – disse ela. – Que bom que você está aqui.


- Hermione? – disse confuso. Ela se afastou dele e o encarou sorrindo. – O que você... Eu não sabia que você já estava aqui.


- Ah, Harry. – disse Gina, rindo. – Você acha que ela ia conseguir ficar longe do Roniquinho por quanto tempo mais?


Hermione corou.


- Gina! – disse ela, sem jeito.


- Mas não é verdade?


- E o Rony? – perguntou Harry. – Cadê ele?


- Não precisa morrer de saudades. – disse Rony, vindo até eles, com um sorriso no rosto.


- Ninguém está morrendo. – disse Gina, observando-o abraçar Harry.


- Sem brigas, garotos. – disse o Sr. Weasley. – Harry, pode subir e deixar suas coisas no quarto do Rony.


- Certo. – disse Harry.


- Vem, Harry. – disse Gina, segurando sua mão e o puxando pelas escadas.


- Estou de olho em vocês dois! – gritou Rony, lá embaixo.


- Não escuta ele. – disse Gina, revirando os olhos.


Ela abriu a porta do quarto de Rony e fez sinal para que ele colocasse suas coisas lá dentro. Quando ele entrou, Gina fechou a porta atrás de si e o encarou parecendo hesitante. Ele estranhou esse comportamento.


- Hum... – fez ela.


- Que foi? – perguntou ele, preocupado.


Ela respirou fundo.


- Promete que não fica bravo? – perguntou. Harry franziu a testa.


- Porque eu ficaria?


- Hum... bem, primeiro, entenda que não foi minha culpa. – disse ela, cautelosa. – E...


Ela parou por um instante, olhando para a porta e escutando.


- Quê? – perguntou Harry, sem entender nada.


- Não quero que ninguém me escute. – sussurrou Gina. Tornou a olhar para ele.


- Quem?


- Rony. – disse ela. Andou até ele, sentando na cama e o mandando fazer o mesmo. – Preciso que me escute e acredite em mim, está bem?


Harry assentiu.


- Há alguns dias, – começou ela. – Rony meio que me viu fazendo... algumas coisas.


Harry ficou olhando pra ela.


- Que tipo de coisas?


- Não foi minha culpa. – repetiu Gina. – Eu estava dormindo, não pude fazer absolutamente nada.


- O que você fez? – insistiu Harry. Gina mordeu o lábio inferior, em um gesto de nervosismo. Quando falou, estava sussurrando.


- Eu não sei bem, mas ele disse que eu estava... – ela parou e balançou a cabeça, como se estivesse prestes a dizer um absurdo. – Bem... disse que eu estava flutuando.


Harry arregalou os olhos.


- O quê? – perguntou também sussurrando. – Mas... você estava?


- Eu não sei, eu... – ela deixou escapar um suspiro antes de continuar. – Olha, eu estava dormindo. Não lembro bem. Só lembro que acordei com o barulho da porta do meu quarto abrindo e eu vi o Rony parado lá, olhando pra mim. Eu me lembro da sensação que tive naquele momento. Meio que cai da cama. Não, cai na cama. Como se o que ele disse realmente tivesse acontecido, mas... Eu não sei, isso é possível?


Harry balançou a cabeça.


- Não sei. – respondeu. – E o que você disse pra ele?


- Eu disse que era invenção dele. Disse que ele devia estar com sono e seus olhos estavam lhe pregando peças. Ele não falou mais nisso, mas eu sinto que ele está me observando. Sempre que eu olho pra ele, ele desvia depressa. Às vezes tenho a impressão de que ele sabe.


Ela parecia assustada com essa idéia. Harry percebeu que, por mais que ela quisesse – e ele não sabia se ela queria -, ela nunca teria coragem de contar nada pra ninguém da família dela. Ele não via porque isso parecia tão terrível. Quem não devia saber – Voldemort -, já sabia.


- Porque você não quer contar pra eles? – perguntou. Ela ficou calada tempo suficiente para que ele chegasse a pensar que ela não iria responder.


- O que você acha que aconteceria se eles soubessem? – perguntou ela, por fim, respondendo com outra pergunta.


- Você tem medo? – perguntou ele. Ficou espantado ao perceber a surpresa em sua própria voz. – Tem medo do que eles podem achar?


- Não. – disse ela, e sua voz ficou um pouco dura. Harry não entendeu porque. – Tenho medo do que pode acontecer com eles, Harry.


- O que poderia acontecer com eles caso soubessem?


Ela demorou novamente a responder.


- Não sei. – disse. E acrescentou: - É complicado.


Harry resolveu não insistir. Percebeu que aquilo a deixara abalada.


- Tudo bem. – disse ele, forçando um sorriso. – Olha, podemos mantê-los fora disso.


- Rony está desconfiado de alguma coisa.


- Tudo que podemos fazer é dar um jeito de não deixá-lo mais desconfiado ainda.


Ela desviou o olhar do dele.


- Não foi minha culpa. – disse.. – Você controla o que faz quando está dormindo?


- Eu não disse isso. – disse ele, depressa.


- Pior que eu sei que não. – sussurrou ela. Suspirou novamente, dessa vez mais profundamente. – Olha, eu prometo que não vou fazer mais nada, ok? Mas tente fazer o Rony parar de olhar pra mim como... – ela parou. Harry esperou que ela continuasse, mas não continuou. Ele não insistiu naquilo; não parecia importante.


- Pode deixar. – disse ele.


Gina olhou para ele novamente.


- Seu aniversário é daqui a uma semana. – falou. Harry se sentiu meio desorientado pela súbita mudança de assunto.


- É... – murmurou ele. Então, novamente o deixando tonto, Gina se adiantou e o beijou.


- Eu estou feliz que você esteja aqui. – falou ela. – Estou feliz que esteja aqui comigo.


 ***


Os dias na Toca estavam sendo agradáveis. Era difícil não se sentir feliz mesmo com a sua preocupação com Gina, seu sonho e também o fato de Rony estar desconfiado de qualquer coisa. Seu aniversário havia sido comemorado com um jantar, onde todos da família Weasley estiveram presentes, até mesmo Gui e Carlinhos. Eles o haviam deixado constrangido falando sobre o namoro dele com Gina, principalmente Carlinhos quando lhe lembrou a “cena confusão” que tinha presenciado no ano anterior.


Gina tinha escutado tudo, apenas revirado os olhos de vez em quando, fazendo algumas caretas ou alguns simples comentários. Harry ficou surpreso ao ver isso; normalmente, pelo menos no ano passado, ela costumava explodir com simples comentários de qualquer um. Agora parecia até mesmo se divertir com isso; parecia outra pessoa.


Essas poucas coisas que ele observava nela, faziam-no perguntar-se se aquilo era conseqüência do peso que ele sabia que ela estava carregando. Ele sabia que ela se sentia no dever de conseguir se controlar; via isso nos olhos dela, cada vez que ela olhava para ele. Também conseguia ver outra coisa, mas ele não sabia dizer o quê.


- Hermione sabe. – disse ela. Era de tarde e os dois estavam embaixo de uma árvore nos jardins da Toca. – Tenho certeza que Rony contou alguma coisa pra ela. Agora os dois estão desconfiados.


Harry olhou ao redor e seus olhos pousaram em Rony e Hermione, sentados do outro lado do jardim. Os dois olhavam para eles, mas desviaram os olhos depressa quando Harry olhou. Gina estava deitada com a cabeça em seu colo e tinha os olhos fechados, sentindo o vento agradável bater em seu rosto.


- Eu estava pensando... – continuou ela. – Essas aulas do Dumbledore... acha que vai funcionar?


Harry olhou para ela. Ainda de olhos fechados, ela franzia o cenho, pensativa.


- Porque não funcionaria? – perguntou Harry. – Gina, ano passado você era mais otimista.


- Ano passado... – repetiu ela. Abriu os olhos e o encarou. – Acha mesmo que Dumbledore pode fazer com que eu controle isso?


- Isso? – perguntou ele, franzindo a testa. – Isso o quê?


Ela deu de ombros.


- Esses poderes. – respondeu.


- Você pode fazer isso. – garantiu-lhe Harry. - Gina, eu não estou entendendo o que...


Ela sacudiu a cabeça, com um sorriso.


- Eu só estou nervosa. – disse. – E ansiosa. Ficar aqui apenas pensando nisso não está ajudando muito.


- Então é melhor sairmos daqui. – sugeriu Harry. Ela riu.


- Não estou falando daqui, mas do fato de não estar logo em Hogwarts. – disse ela. – Lá, talvez eu me sinta mais... útil.


- Como?


- Bem, lá eu vou ter as tais aulas com Dumbledore. Eu vou me sentir melhor se eu estiver fazendo alguma coisa pra tentar controlar isso.


- Não pode ser tão difícil. Você não fez nada nesses últimos dias.


- Não fiz nada como tentar explodir as coisas. – corrigiu ela. – Mas quem disse que eu não estou fazendo nada enquanto estou tentando controlar isso tudo? Não é tão fácil quanto pode parecer.


Ela suspirou. Harry procurou alguma coisa pra dizer, mas antes que pudesse abrir a boca, Gina recomeçou a falar.


- Eu acho que a mamãe também está desconfiada de alguma coisa.


- A Sra. Weasley? – disse Harry surpreso.


- É. – disse ela, em tom distraído. – Mamãe me conhece bem. Ela deve ter percebido alguma coisa, ou mudança, não sei, em mim.


- Mudança? – repetiu Harry. – Você acha que mudou?


- Talvez. – disse ela vagamente.


Mas a única mudança considerável que Harry conseguia ver nela, era o fato de estar realmente tentando se controlar. Não estava respondendo mais os irmãos como fazia; Harry imaginava que talvez ela fizesse isso justamente pra não ficar irritada e estragar tudo. Ela estava se esforçando e ele sabia disso. Sentiu-se subitamente inútil. Não estava fazendo nada para ajudá-la.


***


- Você não pode me deixar sozinha...


- Harry...


- Por favor, não faz isso...


- Por favor...


- Não vai...


Harry acordou angustiado depois de escutar tudo isso. Era a voz de Gina e ele não tinha dúvidas disso. Não tinha mais como ignorar, alguma coisa estava para acontecer, aquilo não era normal. Quase todas as noites estava tendo sonhos iguais: ele na escuridão, a voz de Gina, o choro dela. Tinha que falar isso a alguém. Gina não, decidiu taxativo. Ela já estava preocupada o suficiente sem os alarmes dele. Podia dizer a Dumbledore. O diretor com certeza o entenderia e talvez até o tranqüilizasse dizendo que não devia se preocupar com isso. Era um pensamento infantil, mas ele não conseguiu evitar.


Rony roncava na cama ao lado. Harry olhou para ele e desejou poder ter um sono tranqüilo como o do amigo. Sem preocupações, sem pesadelos constantes, apenas dormir em paz, conseguir dormir. Levantou da cama, sem saber realmente pra quê, apenas não querendo mais continuar deitado ali. Mas no mesmo instante em que fez isso, ele ouviu um grito.


Primeiro, pensou que fosse coisa que sua cabeça. Pensou que talvez o fato de ainda estar acordado àquela hora da noite, fez com que ele estivesse tendo alucinações. Mas então Rony deu um pulo na cama, sentando-se depressa, despertado pelo som. Ele olhou para Harry assustado e antes que Harry pudesse perguntar, ele já sabia o que estava acontecendo e quem havia gritado.


Rony levantou o seguindo enquanto corria para o quarto de Gina. Os dois entraram no quarto dela aos tropeços e estacaram na porta com a cena que viram. Harry não conseguiu acreditar em seus olhos. Gina estava realmente flutuando. Pairava há quase um metro acima da cama. Ela respirava rapidamente, fazendo caretas, deixando escapar alguns lamentos agoniados.


Na cama ao lado, Hermione olhava a cena de olhos arregalados, sua boca aberta, mas sem produzir nenhum som; um grito mudo. Acordara com os gritos de Gina, mas parecia incapaz de fazer qualquer coisa.


Gina estava vermelha e esperneava, como se quisesse afastar alguém muito próximo. Harry ouviu os passos dos outros no corredor. Rony estava ao seu lado, olhando perplexo como se aquilo fosse uma coisa do outro mundo, totalmente sem reação. Ele já havia visto aquilo e Harry não podia permitir que mais alguém visse. Andou até a cama de Gina e tocou em seu braço. Estava muito quente. Sentiu sua mão direita queimar sobre a pele dela, mas ele não podia se dar ao luxo de reclamar de qualquer dor enquanto Gina ainda estivesse fazendo aquilo e sua família estivesse vindo ver o que estava acontecendo. Ela não queria isso. Percebeu subitamente que ele também não queria; não fazia sentido esconder dos outros, mas fazia menos sentido ainda que eles soubessem.


Harry não sabia o que fazer. Continuou segurando seu braço, pensando em um jeito de fazê-la parar com aquilo.


- Gina... – sussurrou urgentemente. – Gina, acorda. Pára, por favor... Pára!


Ela abriu os olhos de repente. Então, como se aquilo tivesse quebrado sua concentração, ela caiu na cama. Harry afastou a mão, sacudindo-a, sentindo-se de repente muito cansado, no exato momento em que os outros apareciam à porta. Todos – e o “todos” incluía os Srs. Weasley, Gui, Carlinhos, Percy, Fred, Jorge, Rony e Hermione - olhavam de um para o outro, com a boca ligeiramente aberta, uma expressão assustada. A Sra. Weasley foi a primeira a se desfazer do choque. Ela passou por todos que tampavam a porta e se dirigiu a Gina.


A garota continuava sentada na cama, respirando rapidamente, a coloração vermelha se esvaindo aos poucos. Havia suor no seu rosto e ela não encarava ninguém; tinha os olhos pregados em algum lugar da parede à sua frente. Harry desejou que ela olhasse para ele.


- Gina, o que houve? – perguntou a Sra. Weasley em uma voz baixa e um pouco trêmula.


Gina demorou tempo demais para responder e isso só deixou Harry mais nervoso.


- E-eu... – ela gaguejou. Ergueu a mão e passou-a pela testa, ainda tendo o cuidado de não encarar ninguém. – Não foi nada, eu só...


- O quê? – perguntou a Sra. Weasley, quando ela parou de falar.


Ela sacudiu a cabeça lentamente, como se por um momento estivesse perdida em seus próprios pensamentos.


- Nada. – falou. – Foi só... só um pesadelo. Só isso.


Ficaram todos em silêncio por algum tempo que pareceu a Harry longo demais. Sua mãe ardida o incomodava.


- Um pesadelo? – repetiu a Sra. Weasley, franzindo a testa de leve.


Gina assentiu. Harry olhou de esguelha para Rony. O amigo continuava parado à porta, ainda olhando para Gina, como se esperasse que ela fosse flutuar novamente. Harry olhou para Hermione e, com um pequeno susto, viu que a amiga o encarava. Depressa, ele olhou novamente para Gina.


- Um pesadelo. – repetiu Gina, agora com a voz mais firme. – Estou bem.


Mas o estado dela, a aparência cansada que tinha e sua coloração – que ainda não se esvaíra totalmente -, pareciam dizer o contrário.


- Mas que pesadelo foi esse, querida? – insistiu a Sra. Weasley. – Você sempre teve pesadelos, mas nunca... assim.


Harry franziu a testaHarry franziu a testa, registrando imediatamente o que a Sra. Weasley tinha dito. Ele olhou para Gina querendo encontrar seus olhos, mas ela ainda encarava a parede.


- Não foi nada demais. – assegurou ela. Afastou os cabelos que caiam sobre seus olhos de um modo quase impaciente. Então suspirou e finalmente encarou a Sra. Weasley. – Mãe, não foi nada... Só um pesadelo. Só isso.


De algum jeito, suas palavras pareciam ter sido ditas para convencer tanto os outros como a si mesmo, algo que não passou despercebido por Harry.


- G-Gina... – gaguejou Rony, que parecia ter feito um grande esforço para se lembrar de como juntar as palavras e falá-las. Harry se sentiu apreensivo sobre o que ele iria dizer. – Você...


- Estou bem, Rony. – interrompeu Gina, que não demonstrava a mesma apreensão que Harry. – Não precisa se preocupar.


- Mas... – começou ele. Parecia definitivamente assustado.


- Está tudo bem, Rony. – interrompeu, dessa vez, Hermione.


Harry olhou para ela espantado, tal como Gina e, mais espantado ainda – quase perplexo –, Rony.


- Gina só teve um pesadelo, Rony. – falou Hermione, convincentemente. – Não foi nada demais, ela já disse que está bem.


- Ela estava gritando. – protestou Fred. Jorge acenou freneticamente com a cabeça, em concordância.


- Bem, - disse Hermione, devagar, e Harry percebeu que ela estava tentando pensar em alguma coisa. – seria estranho se ela acordasse de um pesadelo rindo.


Todos pareceram considerar a idéia. Harry agradeceu mentalmente à amiga e voltou a olhar para Gina. Ela ainda encarava Hermione, como se não acreditasse no que estava vendo nem ouvindo.


- Tudo bem, então. – disse a Sra. Weasley, levantando da cama. Virou-se para todos e falou. – Podem voltar a dormir, ela já disse que está bem.


Demorou alguns minutos para que todos os Weasley se convencessem de que Gina realmente estava bem e voltassem para seus quartos. A Sra. Weasley olhou para os quatro, quando sobravam apenas eles.


- Não vão voltar para o quarto? – perguntou a Harry e Rony.


- Hum... vamos. Er... só um minuto.


Ela pareceu pesar isso. Então olhou mais uma vez para Gina e de volta para eles.


- Um minuto. – avisou ela, erguendo um dedo e em seguida saindo do quarto deixando-os a sós.


O quarto ficou mudo. Então, demonstrando que havia recuperado os movimentos do corpo, Rony andou até a cama de Hermione e sentou-se ao lado dela, encarando os dois seriamente, juntamente com a garota. Harry, sentindo-se mais tenso a cada segundo que se passava, sentou ao lado de Gina. Queria que sua mão parasse de arder tanto.


- Acho que vocês nos devem uma boa explicação. – disse Hermione, muito séria.


Harry olhou para Gina. Ela ainda olhava para Hermione.


- Devemos? – perguntou ela, erguendo uma sobrancelha.


- Claro que devem. – disse Rony, com a voz fraca.


- Então tudo bem. – disse Gina, respirando fundo. Harry percebeu de repente que estava prendendo a respiração. – Eu tive um pesadelo. Essa é a explicação.


Rony e Hermione se entreolharam, os dois franzindo a testa, a confusão refletida nos olhos de cada um.


- Gina, você sabe que não estamos falando disso. – tornou Hermione. – Você estava, pelo amor de Deus... – ela baixou a voz, como se receasse que as paredes pudessem ouvir e espalhar para os outros. – Você estava flutuando.


Gina franziu a testa e encarou os dois. Então respirou fundo novamente e falou, em um tom leve de quem comenta o tempo.


- Foi só um pesadelo. – disse. – Não precisam se preocupar com nada.


- Já sabemos disso. – disse Rony ríspido. – Você já falou isso milhões de vezes para todos. Queremos saber porque e como você estava flutuando.


Harry se mantinha calado sem saber o que dizer. Queria apoiar Gina. Queria que ela olhasse para ele, mas em nenhum momento, desde que entrara naquele quarto, ela tinha feito questão de fazer isso.


- Já ouviu falar em magia involuntária, Rony? – perguntou Gina, voltando a falar e Harry voltou a prestar atenção à conversa. – Se não, deixa eu explicar: magia involuntária acontece quando...


- Eu sei o que é magia involuntária! – exclamou Rony, irritado. – Mas você não está meio grandinha para isso? Crianças se descontrolam.


Gina não respondeu a isso. Harry se lembrou do ano anterior, quando ela tinha ficado triste por ter o autocontrole comparado a de uma criança. Ela também devia estar se lembrando disso.


- Não se trata apenas de magia involuntária. – disse Hermione, com veemência. – Qualquer pessoa pode se descontrolar, fazer as coisas explodirem, mas não era isso que você estava fazendo. Você estava flutuando. Deve ter usado praticamente todo o seu poder bruxo pra ser capaz de fazer isso enquanto dormia. Você se descontrolou totalmente.


Hermione não estava ajudando muito, pensou Harry. Ela havia realmente se descontrolado, mas Harry sabia que a amiga não fazia nem idéia que aquele não era todo o poder de Gina. De repente, com muita certeza, ele sabia que ela era capaz de muito mais.


- Bom, quem sabe são vocês. – disse Gina, dando de ombros. – Qual é o problema se eu me descontrolei? Isso acontece com todo mundo. Agora se vocês querem ficar inventando coisas e fazendo suposições, podem ficar à vontade. Eu não estou a fim de fazer isso.


- Mas Gina... – começou Hermione.


- Pra cama, garotos. – disse a Sra. Weasley aparecendo à porta.


Quando Harry levantou da cama, Gina deitou novamente cobrindo-se com a coberta dos pés à cabeça. Ele sentiu os olhares de Rony e Hermione sobre ele, mas não olhou para eles. Apenas saiu do quarto sentindo-se confuso e desapontado.


***


Harry não conseguia dormir. Já fazia quase duas horas desde o acontecido no quarto de Gina e a conversa estranha com Rony e Hermione. Rony já roncava em sua própria cama, sem nenhuma preocupação. Hermione também já devia estar dormindo àquela altura. Já Gina... ele não sabia.


De repente, Gina Weasley era um mistério. Ele estava começando a entender o que ela quis dizer com mudança. Como o fato de não ter, nenhuma vez, olhado para ele, dentro daquele quarto; de não ter feito questão de fazer isso, como se não fosse nada de mais, nada importante.


Pela segunda vez naquela noite, ele levantou sem querer ficar deitado ali. Saiu do quarto tomando o cuidado para não fazer nenhum barulho. Quando estava na escada, parou, indeciso, refletindo se deveria ir até o quarto dela. Queria falar com ela, perguntar o que realmente tinha acontecido. Ela lhe diria? Ele também não tinha a resposta para isso.


Decidiu-se por ir. De alguma forma, sentia que deveria estar ao lado dela, e não ali parado, pensando e tentando encontrar mudanças. Quando chegou em frente ao quarto, ele abriu a porta o mais silenciosamente possível. Colocou apenas a cabeça para dentro e olhou. Hermione estava de costas para ele, sua respiração uniforme, já adormecida. A cama de Gina estava vazia.


Tentando não entrar em pânico (era ridículo, Gina com certeza devia estar em algum lugar da casa), Harry tornou a fechar a porta e desceu as escadas tentando não ser rápido demais e fazer algum barulho, nem devagar demais que apenas ficasse mais assustado.


Ao chegar à cozinha, ele parou, aliviado. Gina estava sentada à mesa, um copo de água nas mãos, que ela segurava com uma força extremamente desnecessária. Não olhou para ele quando Harry entrou e muito menos quando ele puxou uma cadeira e sentou ao seu lado. Ela continuou olhando para dentro do copo com água, como se considerasse seriamente a idéia de pular ali dentro.


- Gina... – sussurrou Harry, nervoso.


- Eu machuquei você. – ela disse, abruptamente.


Sua voz saiu baixa, mas, de alguma maneira, muita profunda. Seus olhos estavam semicerrados, ainda no copo. Harry levou um tempo até conseguir entender o que ela tinha dito e um tempo maior ainda para que as palavras fizessem sentido na sua cabeça.


- O quê? – perguntou ele, confuso. – Você não... Do que está falando?


- Sua mão.


Num gesto involuntário, Harry ergueu a mão e a olhou. Estava um pouco vermelha, mas não ardia mais.


- Você não me machucou. – disse ele, querendo tranqüilizá-la.


Mas Gina sacudiu a cabeça e, finalmente, o encarou. Havia raiva e uma tristeza mal escondida em seus olhos.


- Quer parar com isso? – sibilou ela.


- Isso o quê? – perguntou Harry, sinceramente confuso.


- Eu não quero que você faça com que eu me sinta melhor! – ele tinha certeza que ela estaria gritando se isso não fosse acordar a casa inteira. – Eu sei o que eu fiz! E eu fiz tudo errado!


- Gina, não é sua culpa.


- Não é? – ela deu uma risada baixa, que fez com que ele se arrepiasse inteiro. – Quem é que devia se controlar aqui? E quem é que não conseguiu?


- O que houve? – perguntou Harry, aproveitando o segundo em que ela se calou.


- O que houve? – repetiu ela e sua voz soou pasma. – Houve que Rony e Hermione viram... eles viram...


- Não se preocupe com isso. Podemos dar um jeito.


- Podemos dar um jeito agora. – retrucou ela, concordando com a cabeça. Harry deu um pequeno sorriso satisfeito. Mas ela continuou. – E se isso acontecer amanhã de novo? O que eu vou dizer? Que eles estão ficando loucos? Hoje foi só o Rony e a Mione. Amanhã podem ser todos. Não acredito que essa desculpa vá colar.


Harry perdeu o sorriso.


- O que aconteceu? Pra você se descontrolar desse jeito...


- Não quero falar nisso, está bem? – ele não conseguiu entender se aquilo era um pedido ou uma ordem e preferiu ficar sem saber.


Depois disso, ficaram em silêncio durante um tempo longo demais. Harry começou a achar difícil que a garota sentada ao seu lado era a mesma que o ano passado lhe fazia rir constantemente. Se repreendeu ao perceber o que estava comparando. A Gina do ano anterior era totalmente despreocupada; essa não. Essa tinha um peso enorme nas costas. Então, ele entendeu. Essa Gina precisava dele. Ela estava com medo.


Ela ainda se agarrava ao copo com muita força. Harry tocou as mãos delas e ela nem ao menos reagiu. Ele soltou os dedos dela com cuidado para não machucá-la; os nós de seus dedos já estavam ficando brancos. Harry tirou o copo de suas mãos e afastou-o; ele não queria que ela quebrasse o copo nas próprias mãos e se cortasse.


Ao voltar a olhar para ela, Harry entendeu porque ela se agarrara ao copo. Suas mãos tremiam incontrolavelmente. Ela fechou-as em punhos, tentando parar, mas falhando totalmente. Harry as segurou e ficou olhando para seu rosto, esperando que ela fizesse o mesmo. Ela entendeu isso. Ergueu o rosto também e nesse exato momento, as lágrimas começaram a cair de seus olhos, livres e incontroláveis.


Harry a abraçou, sabendo que não podia fazer nada mais que isso, mas sem deixar de lado o sentimento de inutilidade que sempre o invadia. Ela se agarrou nele com força, as lágrimas molhando a camisa de seu pijama.


- Eu não... desculpa... – soluçou ela.


- Shhh... – sussurrou Harry, acariciando seus cabelos. Beijou o topo de sua cabeça, esperando que ela se acalmasse, sentindo-se agoniado.


Passaram um tempo maior ainda assim. Os soluços de Gina não eram altos, mas também não eram baixos o suficiente para que ninguém ouvisse. Harry temia que alguém acordasse e viesse ver o que estava acontecendo. O que eles diriam se isso acontecesse? Gina tinha razão ao afirmar que ninguém iria acreditar em nenhuma desculpa esfarrapada como o fato de estar ficando louco. Passaram-se vários minutos até Gina finalmente começar a se acalmar.


- Desculpa... – pediu ela, em voz baixa.


 Harry balançou a cabeça.


- Não tem que me pedir desculpa de nada. – disse. Ela secou as lágrimas com as costas da mão.


- Eu sou uma idiota. – suspirou.


- Me conta o que aconteceu... – pediu ele. Começava a se sentir desesperado por uma resposta.


- Não se preocupe, eu estou bem. – ela deu um fraco sorriso diante da expressão cética dele. – Verdade. Você está aqui comigo, não tem como eu me sentir melhor.


Harry sorriu, mas no íntimo, ele não conseguiu reprimir o pensamento de que ela estava apenas mudando de assunto. Ela tocou em seu rosto.


- Ei, não se preocupe. – repetiu. – É melhor subirmos. Alguém pode descer.


- Espera! – disse Harry, segurando-a pela mão, no momento em que ela levantou. – Sua mãe falou que você sempre teve pesadelos.


- Todo mundo tem pesadelos, Harry. – disse ela, revirando os olhos.


- É? E sobre o que eram seus pesadelos? – perguntou ele, inocentemente.


Gina olhou para ele muito séria.


- Geralmente pesadelos são sobre coisas que se tem medo, não?


- Você me entendeu. – disse Harry. – Você já tinha pesadelos sobre isso, não era?


- Porque você acha isso?


- Não acho, tenho certeza. – corrigiu ele. – Está praticamente escrito na sua testa.


- Está nada. – protestou ela, se defendendo.


- Gina...


- É, eu tinha. – disse de má vontade. – Feliz? Eu sempre tive pesadelos, desde que eu me entendo por gente.


- Você ouviu o que Voldemort disse lá na Câmara, Gina. Ele faz isso pra te deixar fraca.


- E você acha que o fato de eu estar flutuando em cima da minha cama é uma demonstração de fraqueza? – perguntou ela, zangada.


- Deveria ser. – murmurou Harry, mais para si mesmo, franzindo a testa. – Sabe o que isso significa, Gina?


- Não, eu não sei. – disse ela, emburrada, virando o rosto para o outro lado em um gesto muito infantil. Harry quase sorriu, mas não o fez porque sabia que aquilo era importante e sério.


- Talvez signifique que você esteja mais poderosa.


Gina olhou para ele, depressa.


- O quê?


- Pensa bem. Ano passado quando ele entrava na sua mente, de acordo com o que ele mesmo disse e também com o que eu reparei, você ficava mais vulnerável, assustada, ou como ele mesmo disse, mais fraca. – ela fez uma careta. Harry continuou sem dar atenção a isso. – Mas agora, o que aconteceu? Você flutuou. Quer dizer, você demonstrou esse poder mesmo estando vulnerável, como estava.


- Eu sei que demonstrei, afinal todo mundo viu. – disse ela, amargurada.


- Gina, você não entende o quanto isso é sério? – perguntou ele, exasperado.


- Entendo. – garantiu ela, séria. – Mas você entende? E daí que eu possa estar mais poderosa? Isso talvez só piore tudo, são mais coisas em que eu tenho que pensar e mais poderes pra controlar. Que droga, Harry! Eu não quero isso.


- Você está com medo de não conseguir se controlar. – disse Harry, com um suspiro.


- Eu estou errada em pensar isso? – disse ela, com raiva. – Isso não devia estar acontecendo comigo, nada disso. Eu sou apenas Gina Weasley, quem garante que vou ter controle suficiente sobre tudo isso? Tudo, Harry, tudo sempre saiu do meu controle. A porcaria do diário de Tom Riddle. Tudo que eu fiz o ano passado, eu mal conseguia me manter longe da Ala hospitalar por um tempo maior do que algumas semanas. O meu amor por você, que era uma coisa que sempre esteve dentro de mim e eu não consegui controlar. Eu não posso e não consigo controlar esses poderes também. Eu vou estragar tudo. Vai dar tudo errado e a culpa vai ser toda mi...


Harry se sentiu desorientado por tantas palavras de uma só vez e decidiu que ela só iria parar de falar aqueles absurdos quando sua boca estivesse ocupada com outra coisa. Beijou-a com vontade, e apesar de no começo ela ter tentado se desvencilhar para continuar falando e extravasando sua raiva, acabou desistindo e o beijando de volta, enlaçando-o pelo pescoço.


- Você não devia... – disse ela, ofegante, após separar-se dele para respirar. – Fazer isso...


- Não? – disse ele, com um sorriso. – Porque não?


- Você se aproveitou do meu momento irritado e distraído. – acusou ela, apontando o dedo para ele. Harry riu.


- Isso faz de mim uma pessoa ruim? – brincou ele.


- Oh, muito, muito ruim. – respondeu ela, o observando atentamente. – Você está brincando comigo.


- E isso faz de nós pessoas completamente normais. – disse ele, sorrindo.


Gina franziu a testa, olhou bem fundo em seus olhos durante algum tempo e então sorriu.


- É, faz sim. – falou, levemente. Ela o abraçou, fechando os olhos e deixando escapar um longo e profundo suspiro. – Obrigada.


- Estou aqui pra isso. – disse ele sorrindo e beijando sua testa.


- Aí não. – reclamou ela. Harry riu, sentindo-se incrivelmente leve e tranqüilo.


- Eu sempre vou estar aqui, Gina.


- Sempre. – repetiu ela, olhando em seus olhos e assentindo. – Entendi. É melhor a gente subir agora. Alguém pode descer.


Ela o puxou pelas escadas, subindo os degraus devagar e lentamente, fazendo caretas quando os degraus rangiam e censurando Harry com o olhar quando ele soltava um ronco de riso.


- Está entregue. – sussurrou ele, quando chegaram em frente à porta do quarto dela.


Com o silêncio anormal e estranho da Toca, qualquer ruído, até mesmo os sussurros deles, pareciam ser gritos muito altos. Gina abriu a porta do quarto um pouco e olhou; Hermione dormia tranqüila em sua cama, sem nenhuma idéia de nada ao seu redor. Gina voltou-se para ele.


- Boa noite. – ela se inclinou para ele e o beijou novamente. – E lembre-se de que eu tive apenas um pesadelo, fiz magia involuntária e nós dois somos completamente normais. – completou mentalmente. – Amanhã. – acrescentou, ao ver a cara de confusão dele. – Para todos os efeitos, quando perguntarem, você não sabe de nada, só isso. Eu dou um jeito em tudo, ok?


- Tudo bem. – ela o abraçou novamente, dessa vez mais forte. – Eu te amo. – sussurrou.


- Eu também. – sussurrou ele.


Ela lhe deu mais um selinho, antes de entrar no quarto. E, antes de fechar a porta, sorriu para ele. Um sorriso que lhe pareceu estranhamente forçado, pensou ele, enquanto voltava para o quarto de Rony.



N/A: Amores!!! *o*


Ei, nada de azarações nem maldições, sejam educados vv. Não é pra jogar tijolo também, ajam como bruxos civilizados, não como trouxas! :@ (Eu jogava tijolo nos meus primos quando era pequena :S)Vocês sabem que eu amo muito vocês, não sabem? Que bom que sabem. Deixem eu me explicar, ok? Que bom que deixam vv.


Demorei. Maus =/ Novamente uma coisa chamada inspiração resolveu me deixar :( Eu lutei muito com esse capítulo, espero que esteja bom *-*


E eu estou em semana de provas. Era pra eu (Aprendi a usar o EU e o MIM na escola há alguns dias *-* [tá, mas quem liga? ¬¬’] {Só pra deixar claro que sou uma boa aluna v.v}) estar estudando pra prova de Biologia desde antes de ontem, mas eu estava terminando o capítulo. Agora tenho que estudar, porque Biologia é muito ruim e eu não sei de nada vv.


Também tive alguns probleminhas que estão sendo resolvidos >.< Descobri que sou uma ótima psicóloga, tô ajudando alguns amigos *-*


Minha mãe quer me levar no médico ¬¬’ Ela acha que eu tenho algum problema por causa do meu jeito meio louco (Só porque eu rio sem motivo, eu choro sem motivo, eu faço tudo sem motivo. Não tem motivo, então qual é o ponto?). Qualquer dia ela me leva num psicólogo.


Ela também quer me levar em um médico de olho (esqueci o nome, mas eu supero :x). É que, para os que não sabem, eu sou cega ¬¬’ Uso óculos, mas não tô enxergando quase nada com eles na escola. Quase perdi um trabalho semana passada porque eu tava sentada na frente (só que no canto, sabem?), usando o óculos, mas num tava enxergando porcaria nenhuma. Culpa do professor! :@ Que tamanho de letra é aquele? ¬¬’


E minha mãe acha que eu tô gorda v.v DETALHE: Eu não tô. Estou na média. Quero dizer, é melhor estar na média do que não existir, certo? Ela também quer me levar num médico disso (e eu também esqueci o nome ¬¬’)


Pois é, problemas ¬¬’ Minha saúde física e mental vv


E a autora metida tem que lembrar que esse mês é aniversário dela, dia 12, não esqueçam. A autora vai fazer 16 anos *-* Hoje vai ser uma festa, bolo e guaraná, muito doce pra você, é o seu aniversário, vamos festejar, e os amigos receber (8) [/tápareý. Mas a autora metida ainda acrescenta que quer receber muitos comentários como presente de aniversário adiantado vv Porque a autora é realmente muito metida.


A autora ama falar dela mesma na terceira pessoa. *-* É séqsi ;x [/pareý (isso é culpa da Marina ¬¬’)


E (eu sei que isso vai chocar muita gente) eu aprendi a ser decente e vou responder os comentários. A autora aprendeu a ser educada e a agir como uma pessoa normal. E deixou de ser preguiçosa vv Não é mais ignorante.




Agradecimentos: Só vou agradecer a minha melhor amiga (mesmo que ela nunca vá ler isso aqui ¬¬’) porque ela me ajudou a superar alguns problemas ;D Minha mãe e minha irmã não merecem agradecimento porque mal me deixaram ficar livre no meu computador :@ Meu padrasto, eu quero que ele se exploda :x Eu agradeceria se ele fizesse isso vv



Anna Weasley Potter: Há, que bom que adorou *.* Deu gostinho de quero mais? Que lecal!!! *pulando de alegria feito uma louca* Postei no Fanfiction também, se quiser ler lá *.* Beijos e continua comentando :*


Natascha: Que bom que gostou, beijos e continua comentando :*


Bianca: De parabéns? Obrigada! *.* Já arrumaram o meu computador, ele tá perfeitinho e mais rápido do que antes *-* Beijos e continua comentando :*


Maari V. Potter: Oi, e eu estou mais do que feliz por ter voltado *.*  É bom saber que minhas fics te ajudam, eu sei muito bem o que é isso, é bom fugir um pouco da realidade em que vivemos todos os dias. Tomara mesmo, viu? Espero que todos gostem dessa fic também *.* Mentira que Bato palmas pra você fez isso com você? *.* uahsuahsuahs Que lecal, eu amo quando isso acontece comigo. Beijão e continua comentando :*


Prika Potter: AHHHH aushauhsuahs /euricomseuataque :x Que bom que você adorou! *o* Beijos e continua comentando :*


Katharina Rocha: Que bom que você gostou *o* Fico feliz. Beijos e continua comentando :*


Rayane Tavares: Postei! =D Que bom que adorou *.* Beijos e continua comentando :*


issis: Oi, é bom estar de volta =D Também tava com saudades de postar. Que bom que gostou do capítulo. Beijos e continua comentando :*


Martha Weasley: Adooooorou *.* Valeu, já arrumaram meu PC *-* Tá ótimo, ótimo. Beijos e continua comentando :*


Gina:Capítulo postado =D Beijos e continua comentando :*


Fl4vinh4: aushaushauhs Você tá me aperriando dos dois lados ¬¬’ Isso é bom, pode continuar, eu deixo *-* Beijos e continua comentando :*


Luana Gomes Evans: Eu não sou má (mas é muito bom deixar o gostinho de quero mais entende? Muahahahá [pareý :x Eu demorei muito, neah? Maus mesmo =/ Eu já consertei meu PC, ele tá perfeito *o* Tai o tão esperado capítulo. Beijos e continua comentando :*


Leticia: Que tudo, eu postei *-* O que será que a Gin tá escondendo? [/hm O que será? Eu sou má, muito má Muahahá [/pareý É bom ficar curiosa, faz bem pra pele vv Beijos e continua comentando :*


Garota Potter: Eu vi seu comentário na Minha amiga, meu amor. É, eu também comecei a achar que o Harry tá dependendo muito da Gina :x Mas a história já tá toda na minha cabeça e eu não vejo como mudar isso :S Mas tenho outra fic em que isso muda ;D Sério que a fic tá perfeita? *UHUL* Obrigada! *.* Eu amo a Gina, sou apaixonada por ela *.* Pode me atormentar, eu deixo, ok? Já consertei meu PC *pulando de alegria* Mas eu ainda aceito a passagem pra Hogwarts *-* É o meu sonho! E a autora não foi dar nenhum role ¬¬’ uahsuahsuahsu /EORII Beijos e continua comentando :*




Acho que é isso, pessoas! =D


Beijos para todos e vou tentar não demorar muito pra postar o próximo. Não posso prometer nada, minha vida tá bem tumultuada ultimamente. Tem o meu aniversário e no dia seguinte é o da minha irmã. A gente vai pro parque no dia do aniversário dela *-* E no dia 20 a gente vai comemorar o meu no cinema assistindo Lua Nova *.* EOAMUH!


Fui!


Nuna Potter

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