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10. Confidências


Fic: AMOR & PERDIÇÃO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ainda podia sentir aquelas mãos torcar-lhe a pele dos braços, das mãos; o gosto dos lábios, o sorriso, o olhar; o pulsar do coração…


Estava se entregando a uma paixão, estava se entregando a algo sem volta.


Poderia resistir? Tinha uma escolha? Do que seria sua vida se negasse aquele sentimento?


Virgínia estava com o cérebro fervilhando. Tomava um maravilhoso banho de espuma. Enquanto distraída em pensamentos, via Draco a sua frente a lhe dizer poesias e frases proibidas. Podia vê-lo sorrindo. Podia relembrar da noite anterior na cozinha; aquele beijo diferente, aqueles toques mais ousados e caprichados. Mas parecia que ele mesmo não tinha percebido o que estava fazendo com ela. Gina estava delirando naquele momento. Queria muito descobrir como era o Draco Malfoy por trás daquelas roupas de grife. O que ele escondia por debaixo daquela blusa de mangas ¾? E por debaixo daquela calça jeans? Sentia uma enorme vontade de descobrir.


“O que esse loiro está fazendo comigo? Estou enlouquecendo? Minha pele se arrepia só em pensar nele… Draco!” Gina pensou antes de mergulhar-se por completo na banheira.


Queria entregar-se por inteira a esse sentimento. Essa situação a deixava delirante e desejava, anciava por mais e mais.


“Eu o quero. Muito!”


 


Ao terminar de arrumar uns papéis da empresa, o celular de Gina tocou:


-Boa tarde, Hermione.


-Eu to num nervoso só.


-Por que?


-Como assim, por que? Eu não estou preparada para ver o Ronald!


-E eu também…


-Não parece.


Gina, que estava sentada no tapete do quarto, levantou-se com os arquivos e continuou dizendo:


-O Harry e o Draco estarão juntos nessa festa, querida.


-O quê?


-Isso mesmo. Eu estava resolvendo uns problemas da empresa e ao mesmo tempo pensando em como eu vou fazer para me livrar dessa enrascada. –Pôs os envelopes e as pastas em cima da cômoda.


-Gina, você está ferrada!


-Estou… O único lado bom dessa história é que eles não se conhecem. –Virgínia jogou-se na cama, seus cabelos esparramaram pelo colchão.


-Pelo menos isso, mas vem, cá, como o Malfoy vai parar na festa do Dino?


-Você acredita que eles se conhecem?


-Mentira, da onde?


-Do tempo de críquete.


-E o sem vergonha do Dino Thomas nunca falou que conhecia o Malfoy.


-Pois é, mas também da onde que o menino iria tirar a idéia de falar pra Deus e o mundo que tinha um Draco Malfoy na sua turma de críquete? Seria meio estranho, não concorda?


-Sim, seria. –Após fazer uma breve pausa, Hermione continuou. –E você já sabe o que fazer?


-Não exatamente. A única coisa que eu poderia tentar fazer seria não deixar que o Harry me visse com o Draco.


-Ou vice-versa…


-Mione, eu não quero falar com o Harry. Não quero olhar naqueles olhos dele!


-Naqueles olhinho verdes penetrantes diferente de tudo que existe?


-Pára. Pára de ficar falando essas besteiras.


-Ta certo, foi mal.


-Olha, eu vou ter que desligar agora… Eu e o Draco vamos sair para almoçar e daqui a pouco ele vai estar aqui…


-Tudo bem, a gente se vê mais tarde, então. –Hermione disse. –Pense no que você vai poder fazer na festa, ok?


-E você prepare-se para se declarar para o Ronald, ok? –Gina falou rindo.


Hermione riu também, um riso nervoso, mas riu.


-Eu… eu vou tentar. Há, e outra coisa. Você tinha razão, os olhos de Malfoy são realmente lindos!


Gina riu e disse apenas:


-Eu te disse.


-Beijo.


-Beijo, tchau.


A ligação caiu.


 


Colocara uma calça jeans preta, uma blusa bufada branca, um colar com pequenas bolinhas de madeiras, um par de brincos e um anel para combinar e uma sandália preta de salto. Etava pronta para almoçar com o seu namorado. Quando o interfone tocou, Gina avisou que desceria imediatamente, que Draco ficasse esperando-a na portaria.


Com os cabelos ao vento desceu a pequena escadaria de calcário que separava a portaria dos elevadores. Draco Malfoy a esperava em frente ao habitual carro preto, charmoso com ele só. Como ele era lindo. Não precisava de esforço para mostrar toda sua beleza. Jogou-se ao pescoço dele e falou com um largo sorriso:


-Boa tarde, meu amor.


Malfoy pareceu surpreendido pela atitude da garota. Ele falou abraçando-a:


-Olá, minha pequena. Esse entusiasmo todo é porque nós vamos almoçar juntos? Porque se for, me diga para que eu te convide com mais freqüência, ok?


-Ok, meu loirinho charmoso. Só espero que você arranje tempo em sua agenda.


-Ué? Virgínia, é sobre o nosso relacionamento. Claro que eu vou ter tempo.


A ruiva sorriu e beijou. Estavam encostados no carro e Gina parecia devora-lo.


-Meu Deus, o que aconteceu com você de ontem pra hoje? –Draco perguntou enquanto abria a porta para a namorada entrar.


-Me desculpe, mas estou um pouco mais agitada hoje.


-Isso por causa da festa do Dino Thomas?


De repente o sorriso sumiu de seu rosto, mas logo tratou de repo-lo nos lábios.


-Vamos deixar para falar sobre a festa depois. –Ela entrou no carro.


-Tudo bem. –Draco fechou a porta e apressado sentou-se no banco do volante e acelerou para o restaurante.


No caminho eles conversavam sobre muitas coisas: o que viam pela rua, o noticiário da manhã… Gina o observava carinhosamente e ao pararem num sinal, Draco percebendo, perguntou:


-O que foi?


-Nada, não.


-Como não? Tem alguma coisa em mim? Alguma coisa estranha? Porque você não pára de me olhar.


-Vale a pena ficar olhando para um cara como você… Sabe, às vezes penso se não estou sonhando.


-Eu também, mas quero que seja verdade.


Gina aproximou-se dele e respondeu:


-E é verdade. –Beijou-o.


 


Foram almoçar num restaurante perto do De Javú. O nível era o mesmo, a riqueza em decoração, a classe de pessoas que o freqüentava. Tudo o mesmo. Só o que mudava era o nome: EL CHANTÈH. Era um restaurante de proprientários franceses, mas a culinária era diversificada.


O salão era enorme e umas trinta pessoas almoçavam por ali.


Draco e Gina procuraram uma mesa para se sentar. Logo um garçom foi atende-los:


-Boa tarde senhores, eu serei o metri de vocês esta noite, meu nome é Leonardo Fierraz.


-Muito prazer, Leonardo. –Gina cumprimentou-o alegremente.


-Boa tarde, senhor Fierraz.


O metri estendeu-lhes o menu e aguardou que eles escolhessem o prato de entrada e a bebida.


Após feito os pedidos e Leonardo se retirado, Draco comentou:


-Este restaurante é muito bom. Na semana passada vim aqui com um pessoal.


-Veio, é? Fazer o que? O que um monte de marmanjo viria fazer todos juntos num restaurante como este?


-Viemos resolver uns pedentes da empresa.


-Há, sim… Foi bom você ter tocado nesse assunto, você acredita que ainda não sei com o que você trabalha? Quero dizer, você sabe um pouco da minha vida. Eu não sei nada sobre você…


-Não, claro que sabe. Sabe que eu sou um cara comum, apaixonado por uma mulher completamente diferente e muito especial.


Gina sorriu e falou:


-Isso não vale.


-Ok, o que você quer saber sobre mim?


Gina sorriu e perguntou:


-Certo, senhor Malfoy. Com o que você trabalha? Porque, quero dizer, você tem muito dinheiro… Deve ser com alguma coisa muito importante!


-Fique tranqüila, não sou o primeiro ministro ou coisa parecida!


Os dois riram. Draco continuou então:


-Sou um empresário. A sede da minha empresa fica aqui em Londres e tenho filiais pelo mundo; Estados Unidos, Índia, Brasil, etc.


-Uau! Você já foi a esses lugares? –Gina perguntou maravilhada com a possibilidade de conhecer outras culturas.


-Já fui sim. São países lindos! Diferente em suas belezas, uma diferença admirável.


-E as garotas?


-Não… Só viajo a negócios, mas espero que isso mude… -O loiro falou mandando uma indireta para a namorada, que entendeu perfeitamente.


-Claro, pode deixar comigo.


O garçom chegou com a entrada. Serviram-se e Draco disse:


-Há, queria que você soubesse que gosto muito de esportes.


-Legal e qual o seu esporte favorito? O meu é o críquete e o beisiball.


-Somos realmente feitos um para o outro, os meus também. Desde de criança sou apaixonado pelo críquete e com o passar do tempo passei a gostar muito de Beisiball. Sabe, também tem um esporte que admiro muito, mas tenho somente como hobby: Pólo.


-Gosta de cavalos?


-É relaxante, sabia? Andar a cavalo me anima e me faz esquecer dos meus problemas, se você quizer, um dia a gente poderia ir ao hipódromo. Posso alugar um dia só pra você.


O queixo de Gina caiu. “Alugar o hipódromo para mim? O cara é podre de rico e eu não fazia idéia.”.


-Então, você gostaria?


-Hã… Sim, só tenho que… Bem, reservar um dia na minha… agenda. –“Uau… Uau! Alugar o hipódromo pra mim? Pra mim? Há, droga! Uau! Agenda? Burra! O que você faz quando não está com ele ou com a Mione? Burra! Hipódromo só pra mim… Estou boba!”.


-Tudo bem, espero que você não me dê o bolo. É um convite sério.


-Claro que não vou me esquecer.


-Ótimo. Já que você gosta de beisiball, gostará de saber que eu sou sócio do time de beisiball de Londres e estou te convidando para assistir ao primeiro jogo da temporada comigo no mês que vem, em outubro.


-Sócio do Time de Londres? Você não está mentindo pra mim, está?


-Não. Por que faria isso?


A ruivinha ajeitou-se melhor na cadeira. Tomou um pouco de água e continuou. –Você é perfeito!


Draco corou e agradeceu o elogio:


-Obrigado, você também é, minha pequena. Mas então, você aceitaria ir comigo? A primeira partida será contra o Liverpool.


-Óbvio que eu aceito! –Gina segurou as mãos do rapaz. –Muito obrigado, Draquinho.


“Draquinho? O menino tinha ganhado até apelido! Estou extasiada com a idéia de ter um hipódromo só pra mim durante um dia inteiro e assistir de camarote a primeira partida de beisiball do time de Londres, enquanto as outras pessoas estariam se matando para comprar um ingresso! Fascinante!”.


O prato principal chegara. Começaram a servir-se e saborearam a comida maravilhosa do ÉL CHANTÈH.


Após alguns minutos de silêncio veio uma pergunta na cabeça de Gina e ela teve que fazê-la:


-E sua família?


-O quê?


-A sua família? Pais, irmãos? Quero dizer, eles não gostariam de ir também? Ou…


-Desculpe, eu não gostaria de falar nisso… -Disse Draco limpando o cantinho da boca com o guardanapo. -…E, eu não tenho irmãos. –Tentou dar um sorriso simpático, mas Gina percebera que entrou por um caminho errado.


-Me desculpe, Draco. Não foi a minha intenção.


-Tudo bem, tudo bem.


Ficaram em silêncio mais uma vez.


-Não quero que fique assim, ok?


-Assim como? –Gina perguntou tentando disfarçar que ficara sentida pela atitude do rapaz.


-Um dia eu te conto essa história, hoje não, tudo bem?


-Certo. –E para apagar aquele assunto indesejável, Gina perguntou. -Você mora sozinho naquela mansão?


-Sim, senhorita repórter.


Ambos soltaram um risinho discreto.


-Por quê?


A resposta veio logo:


-Porque eu não tinha encontrado a pessoa certa para dividir escova de dentes comigo.


-E agora encontrou?


-Claro. Mas a pergunta chave é: essa pessoa quer dividir escova de dentes comigo?


Virgínia colocou os cabelos ruivos atrás da orelha, as maçãs de seu rosto rosaram e ela falou discretamente:


-Talvez.


-Terei que esperar muito?


-Não. Essa pessoa só tem que se preparar mais um pouco.


-Aceitar meu amor?


-Ela já aceitou.


-Fico feliz de saber isso…


-Qual o nome dela?


-Você quer mesmo saber?


-Eu sei, eu só quero ouvir.


Os dois se aproximaram, Draco celou seus lábios nos dela e sussurrou-lhe:


-Virgínia Weasley.


 


E eu te chamo


Eu te peço, vem


Diga que você me quer


Porque eu te quero também.



(Cássia Eller – Luz dos Olhos)

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