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5. Capítulo V


Fic: Senhor das Terras Altas CONCLUIDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O som de uma porta sendo destrancada fez Gina ficar de pé. Ela tinha ficado aborrecida e ao mesmo tempo aliviada ao ser trancada com Simon no quarto. Uma cama havia sido armada para ela perto do fogo e até seu pedido para tomar banho havia sido concedido, e um biombo de madeira pintada fora colocado no canto do quarto para lhe dar privacidade.


Gina gostou do vestido de lã macia e azul que lhe havia sido entregue após o banho. Lily saíra para ficar com o filho, Simon passara uma noite calma e ela também havia dormido bem. Não havia razão para ficar irritada com o tratamento dado a uma refém.


Ela sabia, para seu desgosto, que o motivo de estar abor­recida era a falta de alguma palavra ou da visita do seu seqíiestrador. Sentia falta dele e odiava a própria fraqueza.


Gregor entrou no quarto seguido por Lily, que sorriu para Gina.


— Você está com boa aparência, moça.


— Obrigada — Gina agradeceu, contrariada pelo rubor que sentia subir-lhe ao rosto.


— Como está o rapaz? — Gregor perguntou, aproximan­do-se de Simon.


— Sem febre — respondeu Lily que, depois de colocar uma bandeja com uma tigela de sopa e uma garrafa de água, pusera a mão sobre a testa do rapaz.


— Ele passou bem a noite — Gina acrescentou, ao pé da cama do doente, que ruborizou quando Lily retirou a coberta para olhar seus ferimentos. — As feridas estavam limpas quando eu troquei as ataduras esta manhã e passei um pouco de pomada nelas. Elas parecem limpas para você, Lily?


— Muito limpas — concordou Lily. — Você tem de me dizer que pomada usou para obter um resultado tão bom. — Ela tomou a cobrir o rapaz e, ajudada por Gregor, pôs Simon sentado recostado nos travesseiros. — Trouxe sopa, água e um pouco de sidra para você, rapaz. E não faça careta. Tem que se alimentar bem. — Lily olhou para Gina — Mais um dia ou dois, não é?


— Sim. Sopa hoje e, se continuar sem febre, uma comida mais forte amanhã. Seus ferimentos não são muito profundos.


— São apenas arranhões — Simon reclamou. — Levan­tarei dessa cama logo.


— Não antes que Lily e eu dissermos que você está su­ficientemente forte para levantar-se. O ferimento da barriga pode abrir com facilidade. Você ficará na cama até que es­teja completamente fechado e depois disso terá que tomar cuidado. Não é um ferimento profundo, mas tampouco é um arranhão. Deixe de ser arrogante.


— Não sou arrogante — resmungou Simon, e suspirou quando todos riram dele.


— Trouxe uma poção para aliviar as dores — Lily falou e olhou ansiosa para Gina.


Gina quase riu ao ver a expressão assustada nos olhos de Simon e Gregor.


— Bem, ele dormiu bem a noite toda sem a poção, Lily. É verdade que devia estar exausto, mas... Por que não dei­xamos que Simon decida? — Gina achou graça na expres­são de alívio nos olhos dos dois irmãos.


—  Você quer tomar alguma coisa para dor, rapaz? —-Lily perguntou a Simon.


— Não, Lily — ele apressou-se a responder..— Não digo que os ferimentos não doam, mas não a ponto de precisar tomar algum remédio. Essas poções me dão dor de cabeça e dor de estômago quando eu acordo.


— Então, venha, Gina-dos-dez-punhais — disse Gregor sorrindo, enquanto pegava o braço de Gina e a levava em direção da porta. — É hora de um intervalo.


— Por que a chamou por esse nome esquisito? — Lily perguntou a Simon.


Gina suspirou quando ela e Gregor atingiram o corredor e ele fechou a porta não escutando a resposta de Simon. E  sentiu-se tola por ter esperado que os detalhes da sua captura não tivessem sido contados. Havia doze homens presentes, afinal de contas. O povo de Scarglas ia achá-la muito esqui­sita, pensou Gina, achando graça também. Lembrando-se do que Lily tinha dito a ela, ser esquisito era até um ritual em Scarglas.


— Simon se recuperará logo, não é? — Gregor perguntou, ao entrarem na sala grande. — Ele me pareceu muito bem. Melhor do que eu esperava.


— Acredito que ele esteja muito bem — respondeu Gina. — Mais um ou dois dias sem sinal de febre e de infecção, mantendo-o deitado, os ferimentos logo fecharão.


Gina ficou admirada ao se ver diante da mesa do líder.


— Conseguirá manter o rapaz na cama? — Gregor per­guntou.


— Com facilidade — ela respondeu, ignorando sua risa­da. — Se fosse apenas o ferimento do braço, ele não preci­saria de repouso absoluto. Mas o ferimento da barriga re­quer imobilidade para que cicatrize bem. Toda vez que ele se move, força os pontos. Na verdade, serão necessárias duas semanas ou mais para que eu permita que ele possa vestir roupas. Desse modo, se ele tentar se levantar deverá fazê-lo nu.


Gregor riu novamente e a fez sentar-se perto de Harry.


— Acho que ele permanecerá deitado.


Gina simplesmente meneou a cabeça, nervosa demais, por estar perto de Harry, para pensar em uma resposta coe­rente. Uma parte dela achava sua reação a Harry fascinante, até encorajadora, porque achava que nunca sentiria interesse por homem nenhum. Nunca sentira antes de Malfoy come­çar a atormentá-la e temia nunca sentir depois das ações que ele empreendera para forçá-la a se casar com ele. O que a irritava e a alarmava era que seu corpo, talvez até seu cora­ção, sentiam-se atraídos por um homem que tinha a intenção de "vendê-la" para sua família.


— Como está Simon?—Harry perguntou depois de olhar para Gregor, que se sentara a sua direita.


Enquanto Gina respondia, ele a observava. Vestida como ura homem, ela era bonita demais para sua paz de espírito. Vestida como mulher, ela lhe tirava a respiração. Era uma tentação. Apenas o som de sua voz rouca era suficiente para excitá-lo.


Ao olhar para seu pai, percebeu que ele também achava Gina atraente. Harry franziu as sobrancelhas. Será que o homem pensava em alguma possibilidade de relacionamen­to com uma jovem trinta anos mais jovem? Harry não apenas achava isso de mau gosto, mas percebeu que uma parte dele temia que seu pai tivesse sucesso. Isso parecia ciúme e Harry não pôde deixar de sorrir por dentro. Corria um perigo maior do que pensava.


—  Por que você ainda está cuidando do rapaz? — sir James perguntou.


— Eu estava presente quando ele foi ferido — Gina respondeu. — Tenho que terminar o que comecei.


— Lily pode fazer isso.


— Ah, mas se nós duas cuidarmos do rapaz, teremos tempo para descansar.


— Onde conseguiu essas cicatrizes?


— Pai... — protestou Harry. Mas foi ignorado.


Gina calmamente terminou um pedaço de pão e olhou  diretamente nos olhos de sir James.


— Um homem achou que meu rosto precisava de alguma melhora.


— O que quer dizer com isso, moça maluca?


— Eu não a chamaria de moça se fosse você, pai — mur­murou Gregor.


Harry segurou a mão de Gina quando ela pegou a faca de cortar queijo. O contato da pequena mão dela enviou o calor do desejo para todo seu corpo, mas ele lutou para ig­norar a sensação. Estava interessado na resposta que ela da­ria a seu pai.


— Explique — Harry ordenou, quase sorrindo diante dos olhos cor de mel de Gina que brilhavam de raiva.


— Um homem pediu minha mão em casamento — ela começou a contar, tentando ignorar o que sentiu quando ele largou sua mão. — Eu recusei e embora o tenha feito com gentileza, ele se ofendeu. Agora ele me persegue e cada vez que consegue me encontrar deixa alguma marca em mim. Esta foi a primeira — ela apontou para a cicatriz na face direita. Já tivemos mais três desses "encontros". Ele diz que vai me marcar para que ninguém queira se casar comigo e eu acabe aceitando-o.


— Quem é ele?


— Isso não é do seu interesse.


— Então por que estava cavalgando sozinha? — Harry perguntou.


— Ficar confinada para ter segurança faz com que se aja de maneira tola.


Ele meneou a cabeça, entendendo perfeitamente o que ela queria dizer. O fato de ele nunca poder ir a lugar nenhum sozinho por estar cercado de inimigos também o fazia se sentir confinado. Não eram necessários muros altos para sentir-se à parte do mundo. Talvez fosse por isso que ela era uma refém complacente. Percebera o perigo que correra. Agora estava a salvo e muito bem protegida.


— Creio que você terá de me dizer quem é esse inimigo. — Harry falou, olhando-a firmemente. — Ele pode tê-la seguido até aqui.


— Como eu não sei onde estamos, acho que ele não será capaz de me encontrar.


— Ele segue e persegue você. Não é impossível que tente atravessar nossos portões.


Gina calmamente terminou seu mingau de aveia enquan­to pensava no assunto. Apenas sua família sabia dos seus problemas com Malfoy. Mesmo que Harry encontrasse algum parente de Malfoy para lhe fazer perguntas, ela duvi­dava que algum elemento da tribo de Draco soubesse o que ele fazia a ela ou admitisse tal coisa.


Como Malfoy a surpreendera algumas vezes quando ela pensava estar em segurança, era possível que ele a encontrasse em Scarglas. Os Potter não precisavam de outro problema perto dos seus portões. Poderia até ser vantagem para ela contar a Harry, pois ela seria ainda mais bem guar­dada. Esperava, porém, que ele não estivesse fazendo isso apenas para proteger seu valor como refém.


— Ele se chama Draco Malfoy — Gina respondeu, fínalmente. — Anda sempre com seis homens.


Ela quase riu quando ouviu Harry resmungar, pois isso a fez lembrar-se dos seus irmãos.


— Então esse tolo quer fazer com que você perca o valor como noiva para outra pessoa? — James perguntou, franzindo o cenho. — E ele já a levou para a cama?


— Pai! — Harry e Gregor protestaram juntos.


__O que foi ? É uma pergunta razoável. É um meio seguro de fazer com que ninguém a queira para esposa. Os homens querem suas mulheres intocadas. Você, Harry, deveria es­colher uma virgem para noiva.


— Ela não é minha noiva — Harry quase gritou. — É uma refém.


Era tolice se ofender com a declaração de Harry, Gina pensou. Ele estava apenas dizendo a verdade. Ela não fora trazida a Scarglas como noiva, mas como refém. Harry não deveria ter ficado tão contrariado com a sugestão.


Gina mal ouvia a discussão entre Harry e o pai. Depois de terminar o mingau, pegou uma maçã e deu uma olhada ao redor da grande sala. Muitos dos homens que lá estavam se pareciam com Fingal e eram quase da mesma idade de Harry, ou mais jovens. O tolo estava tentando claramente formar seu próprio exército.


A sala era impressionantemente grande com uma lareira em cada extremidade. Tapeçarias e armas decoravam as pa­redes. A mesa do líder era de carvalho bem como as cadeiras, e os outros homens sentavam-se em pesados bancos. Gina notou que a sala era surpreendentemente limpa. Quem quer que fosse que cuidava da casa era muito eficiente e a go­vernava com mão de ferro.


Mulheres e crianças moviam-se em silêncio por entre as mesas, enchendo canecas e pegando os pratos vazios. Ou sir James tinha dinheiro ou o seu antecessor deixara fortuna. Apenas recentemente Deilcladach começara a ter os refina­mentos que ela via ali. Gina concluiu que Scarglas não seria um mau lugar onde viver se não houvesse ameaça de constantes inimigos, quando seus pensamentos foram abruptamente interrompidos por uma discussão entre os Potter.


— Bem, se você não quer a moça — dizia sir Fingal — Gregor pode se casar com ela. Já está na hora de ele se casar e constituir uma família.


— Eu tenho dois filhos — gritava Gregor —, e eu escolherei minha própria esposa.


— E eu escolherei rneu próprio marido — acrescentou Gina, encarando James.


— Não seja louca — respondeu sir James. — Este é um lugar onde os homens escolhem as companheiras para seus rapazes.


— Na minha terra não é assim. E o senhor não é meu parente, portanto isso não lhe diz respeito.


— Agora você está sob minhas regras, moça.


— Não concordo — Gina retrucou. — Agora — ela se levantou — se me derem licença, acho que vou voltar para ver como Simon está.


Harry fez um sinal ao seu irmão Nathan para que a acom­panhasse. Olhou para Gregor e ficou satisfeito ao perceber que seu irmão tinha a mesma opinião que ele. James parecia surpreso.


Harry suspeitava que Gina era a primeira mulher que enfrentara seu pai e o contrariara. Até sua última esposa fora submissa e apavorada até a noite em que fugira. Apesar de toda a contrariedade que era manter Gina ali, Harry sentia prazer em vê-la enfrentar seu pai. Mas precisava ter certeza de não apreciar isso em demasia.


— Essa moça foi criada muito solta — declarou sir James.


Harry piscou duas vezes ao ouvir seu pai dizer a mesma coisa que ele próprio havia dito.


— Ela está certa — Harry afirmou. — O senhor não é parente dela e não tem o direito de escolher um marido para ela. Além do mais, Gina não está aqui para isso. Ela está aqui para ser resgatada e encher nossos cofres vazios de dinheiro.


— Ela deve ter um bom dote. Pode ser a mesma coisa.


— Não. Ela está aqui para ser resgatada.


— Não sei porque é tão obstinado. Você precisa de uma esposa e não dá sinal de estar procurando uma. Com o seu rosto não será fácil encontrar uma moça. Por que não pega a que caiu em suas mãos?


— Pai, deixe isso para lá — interveio Gregor. — Casá-la com um de nós pode enraivecer a tribo dela e nós não pre­cisamos de mais inimigos.


— E você acha que cobrar resgate pela moça não irritará sua tribo? — James resmungou.


— Esta é uma prática aceita. Acho que eles devem saber que ela saiu sozinha e não vão culpar-nos por termos tirado vantagem desse fato.


— Humm. Isto é um desperdício. Ela é bonita, apesar das cicatrizes, e eu acho que você tem razão em dizer que ela é bem-nascida. Isso não é comum nesta cidade. Você devia proveitar.


— Deixe isso para lá, pai — Harry repetiu as palavras do irmão. — Deixe-a. Ela não iria concordar com seus planos e nenhum de nós quer uma noiva insatisfeita.


James olhou para o filho e resmungou, mas não disse mais nada. Entretanto, Harry teve a impressão de que ele não mudara de ideia. Agora, além de tudo que tinha para fazer teria que se preocupar com os planos do seu pai de casá-lo com Gina. Ou pior ainda, casá-la com um dos seus irmãos. Imaginá-la com outro homem, saber que iriam partilhar da mesma cama despertou a besta que vivia nele. Não aguentava nem imaginar uma coisa dessas.


— Avisarei os outros a respeito das ideias do nosso pai — disse Gregor, assim que James saiu da sala.


— Ótimo —- Harry suspirou, e passou as mãos pelos ca­belos. — Uma mulher forte como Gina deve vir de uma tribo forte. Como você disse, não precisamos de mais ini­migos.


— Você já ouviu falar em sir Draco Malfoy?


— Não. Mas há uns Malfoy não muito longe daqui.


— Está pensando em procurá-los?


— Se fosse possível e seguro, gostaria de mandar alguns dos nossos homens fazer algumas perguntas. Mas não quero pôr em risco a vida de nenhum. Esse sir Draco parece louco e eu desconfio que seus parentes não irão admitir ser um deles. Vou pensar em alguma coisa. — Harry terminou a cerveja e levantou-se. — Agora, já que Simon não está so­frendo muito, acho que poderemos conversar um pouco com  ele. Quanto mais cedo descobrirmos quem ela é, mais cedo podemos mandar o pedido de resgate.


Ignorando o jovem Nathan, que estava de guarda na porta do quarto, Gina escutava Lily lhe contar tudo que tinha em mãos, o que havia juntado e como preparava suas poções. Enquanto Lily não quisesse descobrir a cura para alguma doença, ela não constituía perigo para ninguém. Conhecia algumas ervas como também alguns remédios. Gina quis saber se havia algum meio de fazer com que a curandeira não fosse tão criativa.


Era difícil prestar atenção no que Lily estava contando porque Gina queria saber o que Harry conversava com Si­mon em particular. Não conseguia se lembrar de nada que falara ao rapaz e tinha esperança de que ele também não se lembrasse. Se Harry procurava algumas pistas para descobrir quem ela era, esperava que não tivesse sucesso. Gina queria ficar em Scarglas tempo suficiente para saber o que isso podia significar ou se, por algum milagre, ela seria devol­vida. Poderia vir a se magoar, mas estava começando a achar que seria tolice fugir de medo quando ficar poderia mostrar-lhe que suas dúvidas e medos eram injustificados.


Gina estava quase resolvendo o quebra-cabeça quando sentiu a presença de alguém atrás dela. Antes mesmo de olhar, sabia se tratar de Harry. O fato de que, mesmo co­nhecendo-o há pouco tempo, já conseguia conhecer o cheiro dele, a deixou entristecida. Era óbvio que estava ficando dependente dele, que não demonstrava sofrer da mesma afli­ção. Devagar, virou-se para olhá-lo.


— O que você está fazendo aqui? — Harry perguntou, apoiando as mãos nas costas da cadeira para dominar o de­sejo de tocá-la.


— Tem medo de que eu prepare algum veneno para vo­cês? Não sou idiota. Estou apenas tentando adivinhar o que Lily pôs nessa poção que está fazendo. Ela saiu antes de me dizer.


Harry aproximou-se para inalar o cheiro da mistura. Seu corpo ficou tenso diante da proximidade de Gina. Quando ela também inalou o odor da poção, seus seios tocaram no braço de Harry. Ele quase gemeu e não ficou surpreso ao apoiar os dois braços na mesa, ao redor do corpo dela.


— Você acha que é a poção para as cicatrizes? — Harry perguntou baixinho.


— Não. -— Gina fechou os punhos para dominar o desejo de envolvê-lo com seus braços.


— Elas não são muito feias.


Quando ele pousou os lábios sobre uma das cicatrizes, Gina estremeceu. Ela virou a cabeça com a intenção de falar alguma coisa, mas ele a beijou. Harry emitiu um es­tranho som e subitamente ela foi envolvida fortemente pelos braços dele. Gina não hesitou em passar os braços ao redor do seu pescoço. O calor dos lábios dele fez com que seu corpo fosse percorrido por um estranho arrepio. A sensação deixou-a fraca e seus joelhos quase dobraram.


Então, de repente, ele a soltou. Gina se agarrou à mesa para sustentar seu corpo trémulo e não cair no chão. O calor do desejo era evidente nos olhos de Harry, mas ele parecia atemorizado.


— Eu não deveria ter feito isso — ele murmurou com a voz estrangulada. — Não vai acontecer novamente.


Gina respirou profundamente para se acalmar, enquanto olhava para ele que se retirava. Agora tinha a prova de que ambos sentiam-se atraídos um pelo outro. Estava claro tam­bém que ele não queria estar e que lutaria para se dominar.


Gina sorriu e alguma coisa lhe disse que Harry McFingal era sua alma gemea. Se ele pensava poder fugir do destino, ela estava pronta para mostrar-lhe o contrário.


 N/A: Bom pessoal, desculpa a demora de vir atualizar, eu sei que a fic ja ta pronta e toda arrumada, o unico problema é que eu tenho agora que em preocupar com: trabalho, escola, vestibular, treinamento para formatura, formatura, enem, aguentar encheção de saco dos militares e ainda mais minha vida pessoal que quase ja num tenho direito. Eu sei que teve esse meega feriado, porem eu aproveitei ele pra descansar e muito, ontem eu nao tive aula mas tive treinamento e minhas pernas estao acabadas. Por isso peço que me perdoem a falta de atualizações. Não sei quando vou postar de novo, vou fazer o possível para que seja o mais rapido possivel. Bjao

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