Capítulo – Diferente e provocante
- Senhor!
Pegou a taça de hidromel e ignorou o elfo que lhe ofereceu.
- Boa noite!
Respondeu com um sorriso irônico, não parou para conversar, sabia que era o desejo do velho bruxo, mas não estava com a menor vontade de trocar amenidades com velhos chatos e pedantes que sempre gostavam de recordar a péssima história recente de sua família. Continuou circulando pelo salão.
Seu rosto mostrava que já estava de saco cheio daquela festa. Sua mandíbula doía, devido ao sorriso forçado que havia plantado no rosto. Automaticamente respondia aos cumprimentos, mas não ficava mais de cinco minutos ao lado daquelas pessoas enfadonhas.
Por que mesmo estava ali??? Ah, depois de tudo que aconteceu, o nome Malfoy ficou um tanto mal visto na sociedade bruxa. Mesmo depois de anos, era difícil não ver olhares tortos e cheios de reprovação em sua direção.
Hipócritas! Quem aquela gente pensava que era para julgá-lo dessa forma? Muitos que estavam ali, reunidos naquele salão, havia sido cúmplices de Voldemort, alguns mais ativos, outros tão discretos que nunca houve alguma prova que os ligassem ao Lorde, mas ele sabia, afinal seus pais e até ele próprio foram bem íntimos de Voldemort.
Ele tinha conhecimento de todas as famílias bruxas que haviam simpatizado com a causa das Trevas; é claro que agora muitas negavam. Ele não achava isso errado, era simplesmente um instinto de sobrevivência. Ele mesmo havia se humilhado para conseguir reerguer o nome Malfoy no mundo empresarial bruxo.
Era uma tarefa árdua, mas os resultados estavam sendo positivos. O principal era deixar claro que seu pai, Lucius Malfoy, não tinha mais nenhuma ligação com seus negócios... Nem com sua vida! Era seu pai, sua família... Também tinha a mãe... Mas depois de tudo, inevitavelmente, ele se afastou dos pais.
Viam-se poucos, duas ou uma vez por ano, alguns cartões frios de Natal e aniversário e nada mais... A mãe até que tentou, e por ela se sacrificou, mas o pai sempre o julgava, dizia que poderia ter sido diferente se ele tivesse... Se ele não fosse...
- Senhor? – Trocou a taça vazia por outra cheia.
Talvez estivesse na hora de ir embora. Já havia feito os contatos necessários para sua empresa. Sim! Pensou resoluto, hora de ir...
- Ops!!!! – Seu caro traje de gala estava encharcado de hidromel. – Aiii, desculpe-me...
- Mas... Você... Desgraça! – Esbravejou.
- Posso dar um jeito... – Ouviu uma voz doce, ligeiramente tensa. – Só preciso lembrar-me do feitiço de limpeza...
- Eu resolvo! - Falou rispidamente, com medo de um estrago maior. Apontou a varinha para a roupa e rapidamente estava tudo em ordem. – Viu! Novo em folha!
Levantou o rosto e seus olhos depararam em um par de olhos azuis, puxando para um tom de violeta... Continuou olhando para aquele rosto, algo chamava muito sua atenção. Uma boca rosada e carnuda, que tremia levemente. Uma vasta cabeleira castanha clara, quase loira, emoldura aquele rosto... Ele a conhecia, só não conseguia lembrar.
- Desculpe, sou tão desastrada! – Ela falou ficando levemente vermelha.
Ele continuou observando-a. O cabelo que ia até quase a cintura, o pescoço esguio, os seios fartos, as curvas arredondas, as pernas longas... Percebeu que ela sabia que estava sendo observada e ficou mais corada.
- Hum... – Ela pigarreou. – Astória... Astória Greengarss... Draco, você não deve lembrar-se de mim...
Ela tinha um corpo maravilhoso. Não era como aquelas garotas magras, quase esqueléticas, que ele saia... Ela tinha onde pegar... Sua mente estava pregando peças com ele e o pior seu corpo estava reagindo. Droga, não era nenhum adolescente que não controlava seus hormônios, mas precisava tomar novamente o controle da situação ou iria passar por uma situação constrangedora.
- Desculpe... Mas eu realmente não me lembro de você, apesar de suas feições não serem estranhas para mim. – Falou dando um sorriso sincero; fazia tanto tempo que não sorria assim.
- Sonserina, Hogwarts... – Ele balançou a cabeça negando. – Sou irmã da Dafne.. . Ela era de seu ano na escola, eu entrei dois anos depois... Com certeza não se lembra de mim, eu era bastante insignificante naquela época... Também estive em sua casa em algumas festas...
Sim! Naquela festa na casa dos Malfoys há anos atrás; ela lembra que Draco a olhou com reprovação, com desprezo, nem percebeu que ela estava chorando...
Tinha quatorze anos e parecia uma tábua, o cabelo preso em um rabo de cavalo, algumas espinhas e aparelho nos dentes... Nem parecia irmã de Dafne, tão linda, tão perfeita, tão glamorosa.. Via o jeito que Draco e os outros garotos olhavam para a irmã... Até seus pais não a percebiam... Ouviu sem querer a conversa do pai com Lucius Malfoy, estavam pensando em casar Draco com Dafne.
- Dafne é perfeita para seu filho, Lucius! Imagine os netos que teremos... – Os dois riram em aprovação. – Coloco toda minha esperança em Dafne para manter o sangue puro da nossa família, pois vai ser difícil achar um bom casamento para Astória...
Não aguentou ouvir o resto da conversa e saiu correndo... Sabia que seus pais a viam como um nada, mas ouvir o pai comentando com os outros doía mais do que podia imaginar...
Mais isso foi há tempos! Vendo o jeito que Draco a observava, não conseguiu evitar um sorriso de satisfação, sentiu um calor em seu corpo, seus seios reagiram ao olhar demorado dele; cruzou os braços sobre os seios.
- Sim... Irmã de Dafne! Como ela está? – Draco procurou ser simpático, mas realmente não se lembrava dela. Ela devia ter mudado muito, pois ele jamais esqueceria uma mulher com aquele corpo...
- Dafne está morando na França, casou há dois anos. – Ela respondeu indiferente. – Acho que está bem, não mantemos muito contato...
Dafne! Se tivesse sido diferente, teriam se casado. Um casamento arranjado, de conveniência, como muitos em famílias puro sangue. Mas depois da guerra, o nome Malfoy era sinônimo de desgraça, os Greengrass declinaram do compromisso. É claro, ninguém queria ser associado aos principais cúmplices de Lorde Voldemort.
Dafne era bonita, inteligente, daria uma perfeita esposa. Mas ele ficou aliviado quando não precisou cumprir a palavra do pai. Queria uma esposa, filhos... Quando chegasse à hora pensaria nisso...
Voltou à atenção para a mulher a sua frente. Ela era uma tentação. Seu corpo reagia... Tinha vontade de agarrá-la, acariciar aqueles cabelos, beijar aquela boca... Draco! Contenha-se... Nenhuma mulher havia mexido tanto com ele.
- Eu já estava de saída... Essas festas são... – Ela calou-se, ia dizer chatas, mas deu-se conta que um dos anfitriões estava próximo a ela.
- Ah, encontrei você! – Zacarias Smith falou colocando a mão possessivamente na cintura de Astória. – Malfoy, quanto tempo não?
- Smith... – Novamente o sorriso forçado voltou, mas logo se desfez ao notar que Astória estava incomodada com o gesto de Zacarias.
- Eu já vou embora! Diga adeus a seus pais por mim Zac. – Astória tirou delicadamente a mão de Zacarias de sua cintura e afastou-se.
- Eu a levo! – Zacarias falou.
- Não! – Astória quase gritou. – Imagina, Zac, a festa é na sua casa... E eu já estou bem grandinha e posso ir sozinha!
- Eu a acompanho. – Draco falou. – Já está na minha hora mesmo!
- Er... Bom... – Zacarias não parecia satisfeito. – Querida, você não poderia esperar uma hora, trinta minutos, realmente eu preciso trocar algumas palavras com um Conselheiro...
- Eu estou exausta Zac! – Astória comentou. – Posso muito bem ir sozinha, fico agradecida Draco, mas realmente, não precisa!
- Eu a acompanho... – Draco repetiu. – Será um prazer.
O sorriso que ele deu foi cativante, quebrando qualquer resistência dela. Murmurou algo sobre pegar o seu casaco e despediu-se rapidamente de Zacarias.
Desde que havia voltado para Londres, há pouco mais de um ano, seus pais insistiam em uma aproximação maior e mais intima dela com Zacarias Smith. Os Greengrass tinham um nome, mas estavam completamente falidos. Os Smith tinham nome e ouro. Combinação mágica.
No momento que sua irmã havia ido embora para casar com um pintor francês, contrariando os pais, a esperança deles havia se voltado para Astória. Zacarias Smith era um bom partido, mas Astória o achava irritante e esnobe, não fazia nada para incentivá-lo, mas parecia que ele não se tocava disso.
- Realmente, eu posso ir sozinha! – Ela falou enquanto caminhavam para fora da mansão e ganhando a rua.
- Faço questão! – Draco falou de uma forma tão segura, que ela não ousou insistir. – Onde você mora?
- Ah, Londres... – Falou a rua e o número do prédio.
- Não mora com seus pais? – Ele questionou.
- Desde que voltei dos EUA, moro sozinha!
- América! O que foi fazer lá? – Ele parecia interessado em sua vida e ela se viu falando sem nenhuma reserva.
- Sou diplomata, fui para lá depois da escola, voltei quando Dafne casou... Agora, trabalho no Ministério, na organização e recepção de delegações estrangeiras... – Ela completou.
– Podemos aparatar aqui! – Ele a conduziu para aparatarem na frente do prédio dela. – Em casa... Pode dize para o seu namorado que chegou sem nenhum arranhão...
- Zacarias não é meu namorado... Nem vai ser! – Ela subiu os primeiros degraus da escada e voltou para olhar para ele. – Quer entrar?
Jamais convidaria um homem para entrar em sua casa. Mas sentia certo triunfo ao ver Draco a olhando daquele jeito. Só de saber que ele deveria ter se casado com sua irmã...
Dafne nunca questionou o futuro casamento, ficou aliviada quando os pais disseram que ela não iria casar com Draco, afinal não queria seu nome associado aos Malfoys, não depois de tudo... Já havia elencado uma lista de maridos em potencial, quando conheceu Pierre e se apaixonou perdidamente...
Ela, Astória, não iria casar com Zacarias só porque os pais queriam. Não ia mesmo e já havia dito isso várias vezes a eles, mas eles a ignoravam, como sempre faziam... Um sorriso malicioso brotou em seus lábios ao pensar que Draco Malfoy nunca seria bem visto pelos seus pais...
- Um chá para encerrar a noite! – Ela falou provocante, sabia e gostava do poder que seu corpo exercia sobre os homens.
Para uma adolescente sem graça, que vivia a sombra da linda irmã, ter se transformado em uma linda mulher era algo maravilhoso. Podia ser errado, mas ela gostava de usar esse poder a seu favor.
Draco a seguiu sem dizer uma palavra. Estava enfeitiçado por aquela mulher. Deseja-a, precisa dela... Sim, precisava disso, ou nunca mais teria sossego na vida. Tinha que tê-la, antes que virasse uma obsessão. Era algo físico, depois de uns beijos, sexo, ela seria só mais uma... Como as outras mulheres que ele havia tido. Era só atração física, tentou se convencer.
Chegaram ao apartamento, pequeno, mas elegante e confortável. Ela se dirigiu à cozinha e rapidamente voltou com duas canecas fumegantes, oferecendo-lhe uma.
- Eu não quero nada além de você... — Ele sussurrou em um tom rouco de voz.
Astória deu um longo gole em seu chá, mesmo estando quente. Na verdade, ela estava se sentido queimando. O que estava acontecendo? Nenhum homem havia mexido tanto com ela.
Uma noite! Uma aventura! O que há de errado nisso! Pensou. Sempre foi tão certinha, e o que ganhou? Nada. Nem o orgulho dos pais ela conseguiu conquistar. Foi uma das melhores alunas de Hogwarts no seu ano, teve excelentes notas no NIEM e no NOMS, passou nas primeiras provas para diplomata, era muito competente em seu trabalho...
Mas, em se tratando de homens, sempre foi um desastre, na adolescência sofreu por causa de sua aparência, depois quando os homens começaram a percebê-la só queriam sexo, o único que parecia diferente, caiu de amores por sua irmã assim que conheceu, não precisou de uma semana para Dafne fugir com Pierre para casarem... Pelo menos eles eram felizes...
Olhou para Draco, sim ele queria sexo, e o que havia de errado nisso? Ela também queria... Porque não com ele, afinal não era um completo desconhecido...
- Acho melhor eu ir embora... – Ele falou se dirigindo para a porta.
- Não! – Ela falou decidida. – Você quer mesmo ir embora?
Aquela voz rouca e sensual era mesmo dela... Astória se aproximou, colocou a sua caneca de chá na mesa de centro, colocou uma das mãos em seu ombro, com a outra tirou a caneca de sua mão, deixando do lado da sua na mesa de centro.
Ela era surpreendente. Ainda tomava a iniciativa de uma maneira tão ingênua. Normalmente, as mulheres se jogavam a seus pés, vulgarmente... Mas Astória não! Ela estava se insinuando somente para dizer que estava gostando do flerte, mas ele deveria tomar o controle da situação! Ou não! Será que aquela mulher sabia jogar de um jeito que o deixava totalmente confuso?
Astória se aproximou mais do corpo de Draco, moveu sensualmente seus quadris contra o corpo dele, deixando claro, caso ele ainda tivesse dúvidas, do que ela queria. Ele resolveu não pensar mais quem estava no controle, iria curtir o momento... E põem momento nisso.
Ele a segurou pela cintura e não resistiu vendo a boca carnuda entreaberta... Seus lábios frios pousaram delicadamente sob os delas: quentes e macios. Uma sensação doce e uma quentura gostosa o invadiu. Era algo diferente, mas ao mesmo tempo, incrivelmente, provocante. Viciante.
Ela sentiu a língua dele fazendo movimentos eróticos dentro da sua boca. Estava beijando Draco Malfoy. O prometido de sua irmã. Alguém que seus pais não aprovariam... Tratou de afastar aqueles pensamentos e se agarrou aos ombros de Draco, deslizando suas mãos pelo tecido grosso da capa dele... De repente a sala fazia mais de 40 graus!
Seus dedos se moviam por vontade própria e quando se deu por conta, ela, Astória, havia tirado a parte superior do traje dele. Enterrou as unhas nas costas dele e jogou a cabeça para trás, precisava de ar e administrar, ou não, a situação...
Draco a guiou até o sofá e a fez deitar-se se posicionando sob ela. Beijou o pescoço, enquanto suas mãos avançavam por debaixo do vestido de que ela usava.
- Astória... – Ele se afastou, de repente a consciência o evadiu, ela não era uma qualquer. – Eu...
- Eu quero! – Ela falou decidida. – Eu não vou lhe cobrar nada...
Draco não ousaria contrariá-la.
- Ah... Onde fica o seu quarto?
- Fim do corredor, à esquerda... – Ele a pegou nos braços e foi na direção que ela havia falado.
O quarto estava iluminado somente pela luz fraca de algumas velas, ele pode notar que a decoração predominava o branco, com alguns toques de prata e rosa. Uma cama enorme dominava o ambiente, havia várias almofadas e uma colcha rosa pálido. Havia algumas peças de roupa jogadas em uma poltrona, sapatos jogados no chão.
- Eu sempre fico indecisa quando tenho que me vestir... – Ela desculpou-se pelas peças jogadas, ainda bem que não tinha deixado nada tão intimo jogado.
- Você escolheu bem! – Ele a deitou na cama, admirando o vestido vermelho, justo, até a altura do joelho, com um decote profundo que evidenciava ainda mais os seios fartos dela.
Tirou devagar os sapatos dela. Deixou escapar um gemido quando percebeu que ela usava as meias com ligas. Ele adorava mulheres com ligas... Deixaria para o final! Desceu o zíper do vestido, e a despiu... Ficou hipnotizado, olhando-a sob aquele lingerie de renda vermelha. Ela era linda demais, tinha o corpo maravilhoso.
Astória se sentiu sendo observada. Colocou as mãos sob os seios. Grandes demais, sempre a deixava envergonhada, não era magra, tinha curvas demais... Se na adolescência não tinha quase nenhuma, agora tinha demais, nenhuma dieta, poções, exercícios mudavam isso... De repente se sentiu encabulada.
- Você é maravilhosa! – Ele falou deslizando as mãos sob suas pernas, depois foi subindo e parou nos seios dela. – Gloriosos! Você não sabe como eu quero...
Ela queria sentir a boca dele em seus seios, sugando, mordendo... Só de imaginar, gemeu.
- Você está muito vestido! – Ela falou, sentando-se e afrouxando a gravata dele, depois começou a desabotoar impacientemente a camisa.
Se a ideia era torturá-lo, o feitiço virou contra o feiticeiro. Pois ao sentir o toque dela em seu corpo Draco não resistiu e a trouxe para mais perto e livrou daquele sutiã indesejado. A visão dos seios desnudos dela era mais tentadora do que ele imaginara. Imediatamente pousou seus lábios sedentos nos mamilos rosados.
Astória arfou, gemidos roucos saiam de sua boca quando ela sentiu os lábios de Draco em seus seios, ele sugava com voracidade, uma onda de prazer tomou conta de seu corpo, sentia que não iria aguentar por muito tempo...
- Você está bem? Eu lhe machuquei? – Ele questionou quando percebeu que o corpo dela tremia violentamente em seus braços.
- Eu. Quero. Você. Agora! – Foi a resposta dela. Suas mãos freneticamente tentavam desafivelar a calça dele.
Sozinha ela não conseguiria, então ele levantou-se e livrou-se das roupas incomodas, voltando rapidamente para junto dela.
Ele sabia que ela estava pronta para recebê-lo. Livrou-se da calcinha da renda, mas ainda tinha as meias, a liga! Então ele começou a tirar as meias, vagarosamente, torturosamente, Astória arfava ao sentir os lábios dele em suas pernas, agarrou com força o lençol, sentiu seus lábios sangrarem tamanha a força que ela mordeu.
Draco sabia que ela não agüentaria por muito tempo. Ele também não. Afastou as pernas dela e a penetrou com uma única investida.
- Ahhhh... – Astória sentiu que seu corpo iria explodir ao sentir ele tão intimo, tão seu. – Draco!
- Linda! – Draco começou a se mover, primeiro lentamente, mas não agüentou por muito tempo, aumentando as investidas sobre o corpo dela.
Astória enfiou as mãos em suas costas, mordeu seu ombro, sentiu o gosto de suor da pele dele. Então o corpo de Draco entrou em convulsão junto ao seu, ele deixou um gemido rouco escapar de sua garganta e em seguida deixou todo seu peso cair sobre seu corpo.
Draco rolou para o lado com as poucas forças que ainda restavam.
- Draco...
- Foi incrível! – Ele deitou-se de lado e a encarou.
- Não pensamos! – Astória sentou-se na cama e enrolou-se no lençol para cobrir o corpo desnudo. – Ai! – Arregalou os olhos. – Não tomamos nenhum cuidado!
- Como? – Draco sentou-se também. – Que tipo de cuidado?
- Não nos protegemos! – Ela falou alarmada. – Não estou tomando nenhuma poção, não usamos preservativo...
- Isso é um problema? – Perguntou sincero, mordiscando o ombro dela. – Relaxa!
Ele tinha consciência que haviam feito sexo sem proteção, mas porque a ideia de vê-la carregando um filho dele não o assustava?
- Não! Quer dizer, não tenho nenhuma doença... – Ele assentiu. – Mas uma gravidez não está em meus planos...
- Eu vou adorar que você seja a mãe do meu filho! – Ele falou, tirando o lençol que ela tentava se cobrir, e começou a beijar os seios.
- Draco... – Ela derreteu-se ao sentir os lábios dele. Queria argumentar, dizer que eles mal se conheciam, mas as palavras não saiam.
Ele a beijou com paixão e fez com que ela deita-se novamente. Já estava pronto para amá-la novamente. Agora com toda a calma do mundo.
E se aquela noite resultasse em um bebê, seria perfeito! Draco sorriu satisfeito! Nunca nenhuma mulher havia lhe despertado aqueles sentimentos. Não era só sexo. Tinha certeza. Mas estranhamente estava muito feliz com essa certeza!
- Vamos ter que nos ver mais... – Ele sussurrou.
- Ah... – Ela resmungou já totalmente envolvida naquelas sensações prazerosas.
- Para confirmar se você engravidou ou não... – Ele respondeu. – Mas, sinceramente, se você não engravidou agora, nós podemos ficar tentando...
- Não estamos indo rápido demais...
Ele deu uma gargalhada e voltou a beijá-la faminto, desejoso, impaciente... Sim, era rápido demais, mas era bom demais... Era bom demais para parar.
Astória fez ele se deitar na cama e se acomodou por cima. Nenhuma mulher ousou ficar por cima com ele. Draco teve uma visão privilegiada dos seios maravilhosos dela, o provocando, tentando-o.
Ele sorriu com satisfação, ela era diferente e provocante. Perfeita para ele.
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N/B: Confesso que no começo achei estranho... Entretanto.... Draco arrasou! E a Astória?? Amei a construção dessa moça! E que fogo todo foi esse??? Mas não é que o povo da casa de Salazar pode nos surpreender? Amei! Beijos, Alessandra (Sandy Meirelles).
Pessoal... depois de uma eternidade, eu estou de volta. Desculpem a demora em atualizar, desculpa de sempre: trabalho e estudo. Mas agora estou aqui, espero conseguir colocar os capítulos de DM em dia. Quanto a esse capítulo em especial, ele foi escrito atendendo o pedido da Karla Dumbledore. Confesso que foi estranho escrevê-lo, pois as são poucas as informações que temos sobre o que aconteceu com os Malfoys e não sabemos quase nada da Astória, até descrição física dela ficou a critério da minha imaginação. Sei que esse shipper não é o preferido de muitos, nem o meu, mas foi interessante e desafiante escrever sobre eles, deu para fugir um pouco do que sempre escrevia. Tentei não deixar o Draco bonzinho, pois acredito que ele não mudou muito, a Astória imaginei ela com um ar inocente, mas não sendo, mas também com um certo ar de superioridade, mesmo não sendo tão esnobe. Bom, deixei minha imaginação fluir e ver no que dava. O próximo capítulo espero posta-lo logo, e também será para atender o pedido que ficou faltando do dia dos pais. Comentem (preciso realmente saber o que vocês acharam desse casal)... Beijos... adoro vocês!
Beijinhos e mais beijinhos para:
DEBORAH EVELYN DE AQUINO MARTINS ( o próximo será sobre o dia dos pais dos meninos, ok);
KARLA DUMBLEDORE (espero que você tenha gostado do capítulo);
ANA CHRISTIE;
DUDA PIRINI;
ADY;
SOPHYA BLACK;
EDUARDA A. WEASLEY;
MARIANA;
MI. G. SOUZA;
KATHARINA ROCHA;
JESSI;
RAÍSSA DUERRE;
QUÉZIA;
LADY POTTER;
CLAUCIANA CERQUEIRA BEZERRA;
VALEU, DAIANA