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11. Passado


Fic: A MISSÃO --Quando ódio pode virar amor -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O filme a muito já tinha terminado fazia tempo, mas eles permaneciam juntos, um encostado no outro, o tempo ali não tinha mais importância, e pouco tempo depois estavam adormecidos.
Ao amanhecer Hermione percebeu que ainda estavam no sofá de Malfoy, seus músculos estavam doloridos por terem ficado tanto tempo na mesma posição, mas ela nunca esteve ao feliz por estar dolorida, ao se mexer Draco também despertou.
- Bom dia Draco! Desculpe tê-lo acordado.
- Imagina, já estava na hora de acordar mesmo.- E dizendo isso deu um pequeno selinho nos lábios de Hermione.
- Draco, me diz uma coisa, porque você aceitou ir nessa missão? E que dinheiro é esse que J.J. falou?
- Não vou mentir pra você, foi por causa do dinheiro.
- Mas eu não ofereci dinheiro nenhum pra você.
- Mas seu chefe sim, lembra daquelas cartas que recebemos la na loja quando você veio falar comigo na pimeira vez?
- Lembro.
- Então, naquela primeira carta só estava dizendo para eu abriga-a em inha casa e que se eu descumprisse aquela ordem eu seria preso, porem eles não poderiam me forçar a participar de uma missão, eu já cumpri minha sentença em Askaban e não tinha mais nenhuma divida com a justiça, então logo depois o Ministro me enviou uma nova carta.
- O que dizia essa carta?
- Espera ai, eu tenho guardada, eu já te mostro.
Malfoy voltou com um envelope em suas mãos, ao abrir Hermione encontrou isso.

Sr. Draco Malfoy
O Ministério da Magia se sentiria imensamente grato se o senhor colaborasse com nossa aurora designada para a missão, a Aurora Hermione Granger.
Sua parte na missão é mostrar locais onde possivelmente os comensais poderiam estar escondidos.
Se o Sr. Concordar em ajudar receberá toda sua antiga fortuna que foi confiscada.

Aguardando resposta

Patrick Massen
Ministro da Magia

- Então foi por isso que você decidiu participar da missão?- Perguntou Hermione o terminar de ler.
- Sim, faz tempo que eu quero ter minha fortuna de volta.
Hermione estava decepcionada, era lógico que ele aceitasse, quem não gostaria de ter sua fortuna devolvida, mas internamente Hermione sentia por não ter sido por ela que ele havia aceitado a missão
- Por que vocÊ ficou com essa caa Hermioe?
- Por nada. – Mentiu.
- Falando em missão, é melhor começarmos a falar nela não é? – Perguntou Malfoy.
- Ansioso para ter a fortuna nas mãos, hein Malfoy? – Perguntou Hermione com uma falsa calma na voz.
- Estou – Disse Malfoy. – Quem não estaria?
Hermione bufou.
- O que há com você? – Perguntou Malfoy.
- Nada.
- Isso nunca é um bom sinal quando é dito por uma mulher.- Disse Malfoy
- Ah, porque de mulher você entende não é?
- Como o assunto foi parar nas mulheres? – Perguntou Malfoy confuso.
- Porque a partir do momento que você colocar as mãos no dinheiro as galinhas vão cair matando em cima de você.
- Então é esse o motivo dessa linda carinha emburrada Mione?- Perguntou Malfoy divertindo-se, enquanto passava suavemente os dedos por sobre o rosto de Hermione. – Você está com ciúmes?
-  E se estiver, qual é o problema? – Disse Hermione brava.
- Problema nenhum, na verdade eu fico até feliz, mas seu ciúme é completamente infundado Mione, porque você é a única pela qual me interesso
- Verdade?
- E porque não haveria de ser? Eu encontrei em você, tudo que eu queria.
Os olhos de Hermione marejaram, era tudo o que ela queria ouvir.


Depois da declaração de Draco, Hermione mal viu o tempo passar, mas se viu pressionada a falar sobre a missão, afinal era o motivo para estarem ali.
- Draco, você tem alguma idéia por onde podemos começar a procurar?
- Na verdade eu tenho, mas pode ser uma completa idiotice.
- Fala Draco, não tenho idéia por onde começar, qualquer idéia já é melhor que nada.
- Eu acho que eles podem estar na minha casa.
- Na mansão dos Malfoy?- Espantou-se Hermione.
- Não, não essa casa.
- Não to entendendo do que você ta falando então Draco.
- É uma longa história...Senta ai que vou te contar.
Hermione se sentou e olhou ansiosamente para Draco.
- Minha família nem sempre foi de Londres,uma parte dela, na verdade, uma parte bem pequena, veio de Portugal.
- Portugal?
- Sim, o sobrenome Malfoy tem muito peso, mas na verdade minha bisavó não era uma Malfoy, ela e meu bisavô vieram de Portugal em 1914, por falta de dinheiro, isso sempre foi uma parte escondida, vergonhosa da nossa família. Na verdade eu sempre gostei de ouvir histórias antigas da família, era como ouvir uma aventura de um livro e o mais legal é que era real. Aqui no Brasil eles tiveram uma filha chamada Rosa e ela conheceu meu avô, Jeff Malfoy, eles se casaram e tiveram meu pai, ele sempre teve muito preconceito em relação a minha avó, mesmo seu sobrenome ter passado a ser Malfoy depois de ter casado, ele ainda morria de vergonha.  
- Mas porque? – Perguntou Hermione que ouvia atentamente a história.
- Você consegue entender a cabeça do meu pai? Eu não, ele sempre dava valor a coisas erradas e ignorava as que eram realmente importantes.
- Mas onde isso nos leva a missão Draco?
- Quando meus bisavós vieram para cá, deixaram em Portugal uma casa que eles não podiam mais arcar com as despesas. Ficava em uma cidade chamada Macedo de Cavaleiros, é uma cidadezinha bem pequena lá em Portugal, a casa era conhecida como a “ casa dos padres”, era uma construção antiga e muito grande que todos de lá da Vila dos Cortiços conheciam, por isso mesmo a dificuldade de arcar com as despesas, era muito grande. Minha avó sempre quis conhecer essa casa que seus pais deixaram em Portugal, mas meu avô nunca quis deixar, ela morreu amargurada, mas sempre me contava histórias que seus pais contavam a ela sobre a casa, ela falava que era um castelo, e eu quando era pequeno sempre me imaginava como um Príncipe, porque minha família tinha um castelo, é infantil, eu sei, mas eu imaginava.
- Nossa eu nunca imaginava uma história dessas.
- Toda família tem histórias é só saber procurar.
- Mas você acha que eles podem estar lá?
- Eu acho que sim, meu pai sempre fez questão de esconder sua relação com sua família portuguesa, mas nesse caso isso era muito conveniente, se ninguém o relaciona com a casa, ninguém os procuraria lá.
- Isso tem sentido, mas seu pai esta morto faz alguns anos já. – Hermione se preocupou que Draco fosse ficar magoado com a menção da morte do pai, mas isso não  abalou.
- Não precisa ficar preocupada em falar da morte do meu pai Mione.- Disse Draco enquanto acariciava o rosto dela.- A muito tempo eu já não o considerava pai.
- Mas você sabe onde encontrar essa casa?
- Sei. – Draco tirou do bolso sua carteira e mostrou a Hermione um papel, ele era velho, amarelado, com rasgos em alguns pontos, com aspecto de muito antigo.
- Isso aqui é um papel que minha avó escreveu, é a localização do casa, ela queria tanto encontrar que pediu a uma amiga que iria a Portugal para ver se encontrava, mas ela não encontrou, ela guardou esse papel a vida inteira dela e quando ela faleceu, eu peguei esse papel e jurei a mim mesmo que encontraria a casa para ela***.
- É lindo isso Draco.
- Só que eu não consegui ainda, quando ela morreu eu estava em Hogwarts e depois fui preso e enfim, acabei não conseguindo cumprir minha promessa.
- Se você acha que eles podem estar lá então vamos para lá.- Disse Hermione.
- Só temos um problema, eu tenho certeza que alguém de dentro do Ministério esta envolvido no roubo do Bordeaux, só vocês possuíam as informações, com certeza vazou do Ministério a informação.
- Você tem razão de novo, mas o que vamos fazer?
- Você tem dinheiro trouxa?
- Alguma coisa...
- Suficiente para passagens de avião?
- Sim.
- Então é melhor irmos de avião mesmo, vai ser mais seguro.

A tarde eles passaram arrumando as coisas para viagem, algumas roupas, varinhas, poções e etc.
O terminal estava com poucas pessoas, não era uma época de turismo, por isso não tiveram tantos problemas para embarcar, por idéia de Malfoy se apresentaram e compraram as passagens com o nome de Sr. e Sra. Mackenzie usando feitiços para confundir, apesar de estarem indo para um lugar desconhecido, enfrentar possivelmente perigos, ambos estavam felizes, eles realmente se sentiam como “ Sr. e Sra”.
Usaram transporte trouxa por todo o caminho ate chegarem em Macedo de Cavaleiros, impossibilitando assim que os rastreassem.
A Vila do Cortiços era um bairro antigo, era como se o tempo tivesse parado por ali, como se ainda estivem no começo de 1900, seguiram as instruções do papel, pediram algumas informações para os moradores de lá e finalmente encontraram a casa. Ela era enorme, antiga e com aspecto de abandono, mas mesmo assim linda, realmente ali você poderia se sentir um príncipe ou uma princesa, era realmente um castelo.
Os olhos de Draco se encheram de água enquanto ele pensava “ Vovó eu consegui, demorei, mas consegui encontrar seu castelo.”


 


 


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*** Esse Capítulo foi uma homenagem ao meu avô, essa história do Draco, na verdade é minha história que eu adaptei, realmente minha bisavó veio de Portugal em 1914 , deixando uma casa lá que era conhecida como “ casa dos padres”, nunca mais minha família conseguiu voltar para la, e meu avô guardou sua vida inteira um papel com informações sobre a casa, quando ele morreu eu prometi que encontraria e guardo esse papel ate hj na minha carteira, infelizmente a parte de encontrar é ficção, ainda naum consegui cumprir minha promessa, mais um dia eu vou. Meu avô adorava contar esse história, dizia que nós tínhamos um castelo e que um dia ainda iríamos tê-lo de volta e eu sempre me imaginava uma princesa quando ele contava isso.
Sinto saudades absurdas dele e por isso decidi dividir com vcs um pouco da minha história, espero que tenham gostado do Cap, foi feito com muito carinho...

Bru Black

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