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10. ALUCINAÇÕES


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 10 – ALUCINAÇÕES


 


 


 


 


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Hermione prendeu os cabelos no alto da cabeça, sem notar que alguns fios estavam rebeldes ao longo de sua face e costas. A água estava quase fria, mas ainda quente o bastante para tirar parte do cansaço do dia.


Ela tinha encostado a porta retirado o vestido e as vestes de baixo, entrando na água com prazer. A banheira estava no meio do quarto, e era na verdade um grande balde de madeira, suficientemente grande para uma pessoa entrar. Era ali que sua mãe se banhava todas as noites. Hermione preferia o rio, visto que o trabalho a massacrava demais, mas agora, havia muitas pessoas trabalhando na fazenda para se dar a esse luxo.


Suspirando ela fechou os olhos. Por mais que fosse difícil conviver com tantas pessoas ao redor, tomando conta daquilo que era de seus pais, e desfrutando daquilo que eles lutaram por anos para manter inteiro e próspero.


Infelizmente, por mais que a vida tentasse concertar todas as maldades que lhe impusera, Hermione estava fechada em sua dor e não era capaz de aceitar essas bênçãos.


Recostada no encosto de madeira, ela fechou os olhos, tentando deixar o mundo fora da sua mente. Esquecendo de tudo e todos por apenas alguns minutos.


 


 


Rony não carregou água quente para o quarto, ele saiu para a rua, e atrás da casa, onde havia um antigo chiqueiro, ele improvisou um banheiro. Havia pensado nisso durante a tarde, e com restos de madeira eles ergueram uma proteção. Nu, ele jogou um balde de água sobre ele mesmo e limpou a pele o melhor que pode. Para ser franco, estava cansado demais para se importar com limpeza.


Mas fazia anos que ele não sabia o que era isso. Na capital, ele tinha banhos quentes e toalhas felpudas. As servas sempre dispostas a ajudá-lo com longos banhos e se fosse sincero, com bem mais que banhos.


Ele se achava um homem de sorte, tivera seus anos de estudo com amigos fiéis e afortunados, e desfrutara do bom e do melhor, mesmo que isso não fosse o mais importante para ele.


Sacudindo a cabeça para livrar os cabelos ruivos do excesso de água, ele passou uma toalha pelo corpo, e amarrou na cintura, caçando as roupas e voltando para dentro da casa, trancando a porta e seguindo para o quarto.


A noite estava escura e a casa na mais completa penumbra.


Ele seguiu diretamente para seu quarto, mas algo chamou sua atenção. A porta ao lado da sua estava entreaberta.


Obviamente não era um descuido. Ela não era dada a descuidos, ele percebera mais cedo que aquela porta estava rachada e não fechava completamente. Teria que concertar isso também.


Empurrando esse pensamento para longe, ele viu a luz que pairava pela fresta e imaginou se ela ainda estaria no banho.


Ele tentou conter o impulso por um minuto, não era justo fazer isso, mas ela era sua mulher, não era? Era normal ao menos ter curiosidade!


Além disso, nunca fora santo. Em relação às mulheres, ele nunca fora um santinho. Cauteloso, pois se ela o pegasse no flagra era um homem morto, ele espiou.


O lampião estava aceso sobre uma mesinha e iluminava parte do quarto, onde ela estava afundada na água. Ele podia ver apenas seu rosto, seu pescoço, e ombros, o resto estava protegido pela beirada da banheira de madeira.


Ela estava dormindo ou apenas descansando, e ele pode contemplar seu rosto com mais calma, sem seu olhar acusador sobre ele.


 Tinha uma face miúda, todo seu corpo era miúdo, mas a face de queixo fino e nariz perfeito era moldado por uma maxilar tenso e uma sobrancelha tensa. Mesmo relaxada, pensamentos pesados a tornavam tensa. Os olhos castanhos, quase mel, estavam fechados e ele notou que ela estava quase imóvel.


O pescoço era longo, e desembocava em ombros perolados, a clavícula mansa, um lugar perfeito para as mãos de um homem descerem mais e mais.


Sentindo o quanto era homem, e o quanto de tempo estava sozinho, ele sentiu o corpo reagir. Deveria entrar e tomar aquilo que era seu pela lei. Possuir aquele corpo pequeno e apagar daquela face o olhar arrogante que o mandava se afastar.


Fazer a pequena megera gritar de prazer e implorar por mais.


Tentando a todo custo conter esse impulso ele assustou-se quando ela se mexeu na água, talvez incomodada pela água que esfriava e se preparou para se afastar quando ela se moveu para levantar.


Não era de espiar mulheres indefesas, mas ela não era uma mulher qualquer era a sua mulher e tinha esse direito, e também, estava longe de ser indefesa.


Ela tomou impulso e ficou de pé na água, deixando que a água escorresse por seu corpo antes de apanhar a toalha de sobre a borda da banheira.


 Ele engoliu em seco, contemplando aquilo que a expressão de ódio dela escondia. Seu torso era fino, os seios muito empinados e pequenos, mas que logo estariam cheios, quando ela ganhasse peso, e mesmo agora eram perfeitos para o toque e deveriam ser macios como o inferno!


A cintura era tão fina, que poderia dar a volta com as duas mãos e ainda sobrariam dedos! A barriga mais plana que ele já vira na vida, sem uma única dobra. Os quadris eram arredondados e sobreviveram a magreza, desembocando em coxas macias e peroladas, com pernas suaves e tornozelos bonitos. Ele molhou os lábios olhando para sua intimidade, os pêlos castanhos claros, ralos e poucos, ocultando seu maior segredo num triângulo perfeito e macio.


Suas mãos coçavam e ele precisou de força sobre humana para não invadir aquele quarto. Esperando, ele viu quando ela secou os ombros, os braços, o tronco e saiu da banheira secando os pés e a costas. Tinha um traseiro redondo e delicioso e ele pode se imaginar tomando aquilo para si.


Contendo a respiração, ele observou calado quando ela jogou a camisola de mangas longas sobre o corpo fresco e cálido e soltou os cabelos que caíram pela cintura, em ondulados delicados e castanhos. As madeixas cobriram seu rosto quando ela tirou a roupa de cama, e afofou os travesseiros.


Arrumaria a bagunça do banho na manha seguinte, agora tudo que podia sonhar era em dormir e esquecer de tudo e todos.


 Ele mudou de idéia sobre entrar, quando ela tirou a arma debaixo do colchão e colocou no criado mudo, ao alcance de sua mão ágil.


Ele esperou que ela apagasse o lampião e estivesse coberta para dormir para ir para seu próprio quarto. Ele jogou as roupas sujas no chão e sentou-se na beira da cama, tentando acalmar o corpo e a mente.


Estava excitado e não tinha jeito. Acreditara que vez ou outra iria ao saloon e teria alguma diversão, se a mulher com que se casara negava isso a ele, mas agora, tinha idéia do quanto seria difícil.


Queria agora, e queria ela.


E o desejo quando tem nome e sobrenome, não pode ser apagado. Muito menos trocado!


 


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Autora: Já deu para sacar que esse Rony é bem espertinho, não é? Não perde um!
Não sei se está dando para ver as capas nos capitulos, e nao serão todos que terão, mas esse tem! Se nao conseguirem ver me avisem!
Beijos




Nota da Beta: Hehehe, to imaginando vocês lendo isso! Huhudshaudhausdhaushdausdh, Rony safado! Hahaahahahaha! Mal posso esperar pra ler os comentários!

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Comentários: 3

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Enviado por Vitória Weasley em 27/03/2012

Seu safadeenho!!!kkk'

Nota: 5

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Enviado por talitah em 25/10/2011

iruuuuu, rsrsrsrsr

Nota: 5

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Enviado por mirely lopes em 18/07/2011

Safado esse rony hein????

Nota: 1

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