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3. Beco Diagonal parte I


Fic: Hogwarts sob um novo olhar A VOLTA DOS MORTOS!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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[N/Autora]:Bem dividi o capítulo em duas partes pq a primeira é a chegada e a segunda as compras no Beco Diagonal. Espero que gostem! Por favor comentem pra eu saber no que eu posso melhorar!


Capítulo III


Não deu pra curtir muito meu presente, porque acabei com fome (de novo...). Desci as escadas mais silenciosamente do que o necessário, pois tinha a sensação estranha de que algo não estava certo. Bingo! Meu pai conversava com minha irmã como se explicasse a ela os segredos da vida, pedia calma e atenção, mas foi só eu falar que ele perdeu a linha de raciocínio.


- O que vocês dois estão cochichando?- Falei chegando de surpresa, a intenção era assustar mesmo, mas, aparentemente só eu achei graça!


- Francesc Silas Fábregas!- Ihhhh... O bicho pegou! Chamando-me pelo meu horroroso nome de batismo... A doçura da minha mãe pelo visto já levantou acampamento! - Não chegue se rastejando como uma serpente peçonhenta!- Aí me ofendeu!


- Não cheguei “me rastejando”!- Dei ênfase no rastejando. Onde já se viu me comparar a uma serpente!- Não tenho culpa se vocês ficam ai fofocando e se esquecem que existem pessoas convalescentes tristes e sozinhas...- Fiz um draminha básico... Que convalescente o que! Posso não ser um atleta mais com certeza estou mais saudável do que muitos deles... A cena seguinte será resumida: Louise pirou, começou a falar que eu gosto de ser o “centro das atenções” e blábláblá... Não preciso nem dizer que a cara de tédio que eu fiz a deixou mais irritadinha... Acrescente meia hora de falatório sem sentido dela, o qual nem me dei ao trabalho de prestar atenção e saberá exatamente o que aconteceu. Meu pai sabiamente resolveu, finalmente, toma as rédeas da situação.


- Descobrimos não ser mentira Cesc. - Sinto que perdi alguma coisa... Será que foi algo que a Louise disse e eu ignorei? Fiz cara de desentendido. – A carta é real. Um convite para você e sua irmã estudarem na melhor escola bruxa do mundo e...- Ele olhou pra mim, acho que estava querendo avaliar a minha reação. Como eu não acredito nem desacredito em nada, me sentei e fiz a minha melhor cara de paisagem, queria muito ver onde isso tudo ia dá.


- Continue!- Disse sem emoção. Meu pai limpou a garganta e continuou.


- Bem, o ano letivo começa daqui a um mês e pelo que me foi explicado temos que comprar muitas coisas e...- Agora quem o interrompeu fui eu.


- Não era um convite?- Tenho quase certeza que a fuga da minha paciência estava transparecendo pelos meus olhos- Não estou sentindo que tenho opções...


Meu pai deu um suspiro cansado.


- Aparentemente não temos filho. Não a como ignorar o que vocês são...


- E o que nós somos, pai?- Falei calmamente.


-Bru- bruxos!- Minha calma me abandonou de vez.


- É O QUE?- As vezes penso seriamente que meu pai fuma maconha antes das refeições, por que não é possível!- Esta me chamando de bruxo? Passei de serpente a bruxo?- Olhei descrente pra minha mãe. É, eu guardo mágoas... - Vocês são excelentes pais mesmo...- Falei mais pra mim do que pra eles, afinal não queria passar uma idéia de órfão abandonado. Papel de vitima eu deixo pra minha irmã... Preciso comentar que fui pro meu quarto? Pois é, eu fui. Odeio dá uma de criança mimada que foge das situações e apesar daquilo parecer uma grande brincadeira de mau gosto, lá no fundo eu sentia que era verdade. Ir pra uma escola de bruxos... O que eu poderia aprender lá? Fico me perguntando se lá terei o mesmo ensino que tenho aqui no mundo real... Vou poder ser arquiteto, advogado ou agora não tenho mais essas opções? Bem, preciso de respostas e ficar deitado olhando pro teto não traz nenhuma delas...


Voltei pra sala disposto a perguntar, mas sabia que teria que ouvir, e muito. E voltemos à cara de paisagem. Sentei no sofá como se nem tivesse saído de lá. Minha vó, que estava sentada ao meu lado antes e agora, me abraçou e disse que não era pra eu me preocupar porque, caso os meus pais continuassem com essa loucura, ela mesma iria tomar a minha guarda deles. Dei um sorrisinho amarelo. Era só o que me faltava! Ir morar com minha vó! Andaria todo o caminho de Santiago de Compostela de joelhos, se saísse da casa dela sem virar padre... Olhei para o meu pai e ele me mandou um sorrisinho triste.


- Como eu estava dizendo... -Ele olhou pra mim.- Quanto mais cedo a gente for nesse tal de Beco Diagonal melhor, por que ganharemos tempo e informações para entender tudo que esta acontecendo.- Retiro o que eu disse! Meu pai não fuma maconha, mas a minha vó por outro lado... Eu tenho minhas dúvidas!


- Depois conversamos mais sobre este assunto. Agora vamos jantar!- Sabia que a voz de minha mãe vinha da cozinha, mas não pude deixar de reparar que parecia que a voz dela tinha vindo do além!


A noite seguiu tranqüila. Como eu não estava com sono (dormir ou fiquei desmaiado, o que preferir, por um tempão!), fiquei vadiando no computador. Lá pras onze horas, ninguém mais, ninguém menos do que a minha irmã aparece na porta, perguntando se podia entrar.


- Entra!- To sem saco pra ser implicante. - O que você quer?- Mas ainda tenho gás pra ser mal-educado...


- Queria conversar... - Ela parecia desconfortável, então, não forcei a barra.


- Sobre o que quer falar Louise?


- Queria saber o que você acha disso tudo.


- Acho uma loucura... - Olhei pra ela que só fez confirmar com a cabeça. – Mas estou encarando a bruxaria como um talento a mais e não como uma anomalia da sociedade.


Ela fez uma careta de desgosto, mas logo se recompôs.


- Vamos ao tal de Beco Diagonal amanhã... Acha que lá é diferente daqui?- Fez uma cara de ansiedade.


- Lá é a Inglaterra, Lou! A diferença começa pelo futebol quadrado deles! – Ela deu risada. – Não há com que se preocupar, pode ser diferente, mas duvido que seja perigoso... – Ela confirmou com a cabeça.


- Valeu Cesc. - Disse tímida. – Ainda bem que estamos juntos nessa!- Que cobra! Querendo me arrastar pro buraco junto com ela... Ela sorriu sincera e ai foi que eu consegui perceber o que realmente ela quis dizer.


- Sim. Estamos juntos nessa! –  Disse com um sorriso sincero.Ela apenas murmurou um “Boa-noite” e saiu, fechando a porta atrás de si. – Boa-noite, peste!- Disse pro nada.   


 


Acordamos cedo para podermos ir pra Madri, de lá pra Londres, já podem imaginar como o meu humor ficou maravilhoso...


- Andem logo! Vocês parecem que estão se arrastando pelas ruas só pra me irritar!- Que família lenta que eu tenho! Meu escândalo em alto e bom espanhol me rendeu alguns olhares curiosos que eu fiz questão de retribuir com uma cara mais feia do que a morte.


- O melhor de tudo é que ninguém dessa maldita cidade sabe onde fica esse maldito beco! – Foi a vez da minha mãe se pronunciar com o seu também magnífico humor...


 


 - Esse escandaloso tem razão!- Sorri com dose extra de sarcasmo como forma de agradecimento para minha querida mamãe. Ela me ignorou. – Como se acha algo que aparentemente não existe?- Falou e disse senhora ÓBVIA! Agora quem a ignorou fui eu!


- Acho que por se tratar de um lugar bruxo, as pessoas normais talvez não conheçam! – Oh God! Mas uma senhora ÓBVIA!


- E onde você sugere que procuremos sábia irmã? – Tentei tirar o veneno da pergunta mais acho que só consegui tirar uns 10%, porque ela fez uma cara...


- Que tal dentro do MALDITO bar das instruções?- Pronto! Mais uma pro grupo dos mal-humorados e tudo por minha culpa! Olhei pra ela e destilei um pouco mais de veneno...


- Até que você não é tão burra quanto parece! – Ela fez menção de me bater, mas fui mais rápido e entrei no primeiro lugar que vi na minha frente. Um lugar bem esquisito, com gente esquisita e roupas esquisitas! Minha irmã sussurrou no meu ouvido e fez com que eu me arrepiasse.


- É aqui!


Meu pai educadamente passou na minha frente e perguntou para o atendente/dono, suponho, onde ficava o Beco Diagonal. O homem estranho apontou pro fundo do bar com a cabeça e nos olhou de cima abaixo como se fossemos aberrações! Ingleses. Sempre se achando!


 Seguimos o caminho que ele indicou e qual não foi a minha surpresa ao dar de cara com uma parede! Esses ingleses e o seu senso de humor aguçado... Já estava me preparando para dar meia volta, quando um homem passou por nós, diga-se de passagem, com MUITA falta de educação, tirou um gravetinho do bolso e começou a fazer batuque na parede!  Quase que inconscientemente, revirei meus olhos e quando eles voltaram a focar a parede, pasmem, os tijolos começaram a rolar pros lados! Assisti aquela cena bestificado. Finalmente um sinal de que tudo era real! Minha família continuou petrificada, mas como eu, pelo menos creio nisso, tenho os reflexos mais rápidos, me adiantei e segui o homem mal-educado por uma rua bem movimentada. Ruas dentro de bares! Se não for magia, é um projeto muito bem executado por um engenheiro super qualificado... Já ia continuar minha excursão pelo Beco Diagonal (pois é! Agora não se trata mais do “tal Beco Diagonal”. Tudo é verdade! Ou pelo menos essa parte...) quando minha mãe me alcançou e me abraçou por traz.


- Fique perto!- Hein? Eles não estavam me acompanhando? Virei pra ela e confirmei com a cabeça. Ela apenas aparentou desamarrar um pouco a cara, mas não me soltou. Isso me deixou bem limitado e irritado! Mas aquilo não era o mais importante e sim descobrir o mundo bruxo. Minha irmã finalmente se manifestou e parecia tão animada quanto eu quando começou a tagarelar.


- Temos tanta coisa pra comprar! – Os olhos dela correram por uma lista que sinceramente eu não faço idéia de onde saiu! – Caldeirões, varinhas, uniformes...


- Você só pode ta brincando! – Que garota maluca, sinceramente! - Achei que já tínhamos concordado que os bruxos reais não eram iguais aos da suas historinhas infantis! – Disse revoltado, afinal eu sou um desses bruxos e não tenho verruga no nariz!


Ela revirou os olhos como se não tivesse sido interrompida.


- Por onde começamos? Afinal a lista que NOS foi entregue é extensa! – Me deu um olhar de rabo de olho que eu prontamente ignorei. – Já vi que eu vou ter que ajudar certas pessoas desatentas a não perderem de ano...


- Posso até ser desatento e perder de ano, mas ao menos terei uma vida social!- A mais pura verdade. Ela sabe disso... Levantou o nariz e me olhou de cima abaixo com desprezo. Encarei-a com um sorrisinho de escárnio, cruzei os braços esperando uma resposta.


- Espero que faça amigos ricos, pra pagarem sua fiança... – Aucht! Que garota má! Já ia revidar quando fui puxado pelo meu pai para dentro de uma loja que eu nem pude ver o nome.


- Vamos comprar suas varinhas! – Meu pai, como sempre, colocando panos quentes na situação. Foi lá falar com o senhor que atendia um garoto loiro que nem me dei ao trabalho de encarar muito. Meu velho voltou e disse que antes tínhamos que passar nossos euros para galeões. Moeda local... Sinceramente eu não entendo! O euro não foi criado pra unificar as moedas da Europa? Pois é, mas aparentemente não informaram a essa ilhota que tem duas moedas e nenhuma delas é a certa!


Fomos ao banco de nome Gringotes, na verdade quem foi, foram os meus pais! Eu e minha amada irmã ficamos na frente. Ela olhando pra paisagem fascinada e eu olhando para cara dela tentando pensar numa resposta apropriada para aquele último absurdo que ela desferiu sobre mim. Pois é, eu não esqueci! Olha a minha cara de quem seria PEGO cometendo algum crime! Já ia dizer uma boa resposta pra ela quando ela foi mais rápida e me interrompeu.


- O dia vai ser longo e o ano então... – Fez aquele gesto que significa “sufoco” – Vamos precisar nos unir... – Ai credo, que garota pessimista!


- Louise, olha... – Já ia falar, mas ela me interrompeu. De novo!


- Você é uma pessoa bem difícil de lidar, mas é a única que eu conheço em meio a essa loucura... Por favor, colabore! – Eu não sei bem como é um pedido de trégua, mas com certeza não envolve chamar o outro de complicado! Mas ignorei isso, pelo fato de ser um momento histórico nas nossas vidas. Não podia recusar a oferta, aquilo tudo também me assustava um pouco, então...


- Trégua? – Estendi a mão pra ela com uma cara que era um misto de alivio e desgosto.


- Trégua! – Ela disse com um sorriso que não era misto de nada, um sorriso de puro alívio.


 


 


 

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