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10. Destinos


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 10


Destinos


 


 


 


Molly e Artur desceram correndo a escada quando ouviram um barulho no andar de baixo. Chegaram vestindo pijamas, rostos alarmados e as varinhas apontadas para o grupo que acharam mais improvável de encontrar naquele horário. Os olhos da senhora Weasley logo pousaram em Hermione desacordada nos braços de Draco.


 


- Por Merlim! Que houve?


 


- Acho melhor sentarmos. Malfoy, leve a senhorita Granger para um quarto. Molly... – disse a Diretora. O loiro logo se pôs a seguir a assustada ruiva que mostrou o aposento que a morena sempre dividia com Gina. Ambos voltaram em silêncio para a sala.


 


- Acho que pode começar a contar, senhor Malfoy. – falou Minerva. Draco olhou para todos os olhares. Atentos e assustados. Ele encarou Harry e depois Rony. Terminou fixando seus olhos em Gina que lutava inutilmente contra as lágrimas. Deixou sua cabeça cair. Mirou seus sapatos e, encarando a Diretora, contou tudo desde que soube sobre seu casamento armado com Pansy. Rony levantou-se e subiu o lance de escada pulando de dois em dois degraus. Foi seguido por Harry e Gina que caminharam mais lentamente. Outros levantaram, mas foram impedidos de seguir o mesmo caminho por Molly.


 


- Muita gente! Hermione precisa de descanso.


 


- Mas, a senhora deixou seus filhos e Harry subirem. – protestou Lilá. Artur encarou a menina e achou o comentário totalmente desnecessário. Percebeu que não foi o único da mesma opinião, disse:


 


- Senhorita Brown, acho que já de conhecimento de todos, o nível de amizade que há entre meus filhos, Harry e Hermione. São melhores amigos. Até que um medi-bruxo autorize apenas eles são autorizados de visitar Hermione.


 


- Acho melhor comunicar tanto o restante da Ordem como o Ministério sobre a revelação de Malfoy – falou Artur.


 


- Sim. Comunicarei todos agora mesmo – Minerva respirou fundo.


 


- Temos que dar um jeito de avisar Snape. Connery conseguiu prender os responsáveis? – perguntou Molly visivelmente preocupada.


 


- Não sei. Ele foi atrás dos senhores Goyle, Crabbe e Mayer. Ordem de prisão imediata para o trio. Acredito que tenha tido êxito, já que Draco deixou-os desacordados. Já deve estar no Ministério. – continuou Minerva.


 


- Irei até lá agora mesmo. – afirmou Artur. – Molly, vá dormir. – deu um beijo na testa da esposa e saiu andando o mais rápido que pôde em direção ao quarto.


 


- Minerva, será que Hermione terá alguma sequela? Ela foi muito torturada...


 


- Não sei, Molly. Amanhã mandarei um medi-bruxo de confiança. – estendeu os braços entregando à senhora Weasley a bolsa com poções – Esses são os remédios. Acredito que ele saberá a dosagem e os horários. Precisamos avisar os pais dela.


 


- Falarei com Hermione sobre isso. Parece que eles não sabem realmente o que está havendo.


 


- Pedirei para Alastor ficar de guarda na casa deles. Precisam de proteção. Tenho que ir, querida. Cuidado. Lance feitiços de proteção assim que eu sair. – Minerva despediu-se. Lançou um feitiço na cadeira e partiu com rumo desconhecido.


 


****************************************************************


 


A Toca amanheceu incrivelmente silenciosa. Apesar da grande quantidade de adolescentes, todos estavam apreensivos pelo o que havia acontecido. Draco havia ficado na cama, até não conseguir enrolar mais. Ao sentar-se à mesa onde o café era servido, não conseguiu comer nada. Atuava como espião para evitar exatamente situações como a que havia acabado de acontecer. Falhou. Levantou-se e seguiu rumo ao quarto em que Hermione dormia. Gina concordou em deixar o lugar só para a amiga.


 


Abriu a porta lentamente. Não queria assustá-la. Deseja que ela acordasse, mas estava muito irritado com a morena. Como ela havia deixado que eles chegassem a esse ponto? Andava de um lado para o outro. Sentou. Levantou. Sua ansiedade foi interrompida pela entrada de um homem desconhecido para ele. Apontou sua varinha:


 


- Quem é você?


 


- Fui enviado por Minerva. Calma... Abaixe essa varinha. Estou aqui para cuidar da senhorita Granger. Sou James Hastings, medibruxo do Saint Mungus e da Ordem da Fênix. Abaixe essa varinha, senhor Malfoy.


 


O loiro hesitou, mas acabou obedecendo. O homem parecia jovem, mas era apenas aparência. James Hastings tinha 30 anos e havia sido um grande aluno da casa Corvinal. Foi muito indicado para o cargo que agora ocupava no maior hospital bruxo da Inglaterra. Havia perdido sua mãe na mão de Comensais. Seus pais eram bruxos, mas por serem contra os preceitos de Voldemort foram perseguidos. O pai estava fora quando o lugar onde esta escondido com sua mãe foi invadido. Para proteger o filho, lançou um feitiço para mantê-lo mudo e imóvel. Trancou-o em um baú. James, com apenas seis anos, escutou sua mãe gritar durante a tortura e negar qualquer informação. Entre as tábuas que o protegiam viu uma luz verde. O silêncio pousou no aposento. Horas depois foi encontrado pelo pai. Havia crescido jurando vingança. Não viu o rosto do homem que matou sua mãe, mas a voz dele estava guardada em sua mente. Seu pai foi e ainda é uma figura importante em sua vida.


 


Hastings entrou no quarto. O jaleco branco contrastava com sua pele negra. Os cabelos curtos, raspados. Era possível distinguir músculos sob a roupa dele. Boca bem desenhada e olhos de um castanho penetrante (N.A.: descrição baseada em um modelo maravilhoso: Ramirez Allender). Passou por Draco e puxou a cadeira que antes era ocupada pelo loiro. Pegou a bolsa que estava em cima do criado-mudo, tirou todas as poções e as organizou por uma ordem conhecida por ele.


 


- Bom dia, senhorita Granger. Acho que está na hora de acordar – sua voz grave e séria, mas ao mesmo tempo acolhedora. Pegou um dos frascos e abriu. Aproximou a cadeira ainda mais da cama. Ajeitou sua mão sob a cabeça de Hermione, fazendo com que esta se inclinasse um pouco. Draco não gostou nada daquele toque. – Darei esse remédio em sua boca, mas os próximos você mesma tomará. Combinado? – Draco bufou e disse entredentes:


 


- Que coisa idiota!


 


- Falou alguma coisa, senhor Malfoy? – James perguntou sem olhar para o loiro.


 


- Não. Ela vai acordar?


 


- Se continuar falando fora de hora, pedirei que saia do quarto. Estou trabalhando e você atrapalhando – falou grosseiramente. O medibruxo culpava Lucio Malfoy pela morte da mãe. Era um Comensal. Era culpado. Não aprovava de forma alguma a permanência de Draco na Ordem. Soube que o sonserino ajudou Hermione, mas não estava disposto a perdoar ninguém que tivesse o sobrenome Malfoy. – Vamos, menina. Acorde! – estimulava. Ele pegou na mão dela, sacudindo delicadamente. – Draco virou para o outro lado. A raiva era enorme. O som dos murmúrios de Hermione fez Draco voltar-se para a namorada e aproximar-se. Sentou-se ao pé da cama e tocou a perna dela sobre as cobertas. Gina e Molly haviam posto um pijama de Rony na morena. Optaram por uma roupa larga, dessa forma o tecido não encostaria tanto nas feridas.


 


Algo quente e reconfortante havia descido por sua garganta. Hermione sentiu algo tocar em sua mão. Uma voz chamava por ela. O perfume de Draco. Sim, ela reconhecia aquele perfume que ficava cada vez mais próximo de si. Mandou seus olhos abrirem, apesar da força que faziam para permanecerem fechados. Focou alguém totalmente desconhecido e puxou sua mão, assustada.


 


- Calma, Hermione. Ele é um medibruxo. Veio ver como você está. – a voz de Draco fez a menina acalmar-se.


 


- Dra-Draco – a voz saiu fraca e tremida.


 


- Sou James Hastings. Minerva que me enviou. Preciso saber o que está sentindo.


 


- Estou bem. Sem dor. Apenas dificuldade para falar. – respondeu rouca.


 


- Normal. O melhor é descansar. O remédio que dei fará você dormir e ajudará nas cicatrizações. – James falou calmamente – Voltarei à noite. Precisarei ver seus machucados. Pomfrey mandou um relatório de como chegou. Foi muita maltratada. Avisarei Molly dos horários das poções.


 


- Obrigada. – respondeu Hermione.


 


- De nada. Melhor ficar sozinha e dormir. – disse declarando notadamente que a presença de Draco era totalmente inconveniente.


 


- Certo, mas preciso conversar com Draco. Apenas alguns minutos. – Draco sorriu ao ouvir essas palavras.


 


- Entendo, mas acho realmente... – James tentou mais uma vez.


 


- Hastings, acho que seus serviços foram feitos. Volte no horário combinado. – Draco disse com seu jeito Malfoy de ser. O medibruxo pensou em contrariar, mas acabou cedendo perante o olhar de Hermione. Saiu calado, mas lançando um olhar de poucos amigos para Draco que não entendeu nada da antipatia consigo.


 


- Tem alguma coisa doendo? – ele perguntou mudando de lugar na cama. Pegou a mão dela e pôs entre as suas.


 


- Não... Só cansaço e a voz...


 


- Então é melhor descansar. Quer alguma poção?


 


- Não... Apenas fique comigo. – Draco queria perguntar várias coisas, entender outras, mas ficou desarmado perante o olhar desamparado que a garota apresentou assim que acordou. Resolveu deixar a conversa para depois. Em poucos minutos, ela estava dormindo. Draco saiu em silêncio. De repente estava com muita fome.


 


Dois dias se passaram e Hermione foi recuperando-se muito bem. A presença dos amigos e da boa alimentação oferecida por Molly ajudou em muito na sua melhora. As constantes aparições de Draco com flores, sapos de chocolates e outras coisinhas também ajudaram. O loiro estava feliz pela melhora da namorada, claro. Só que isso o aproximava da conversa. Havia um detalhe que não saia de sua cabeça. E precisava falar para ela.


 


Quando Hermione desceu para tomar seu café foi aplaudida pelos amigos. Draco apenas sorriu. O dia foi de treinamento puxado para todos, como nos outros dias, exceto para Hermione. Era véspera da véspera de Natal e Molly corria com os últimos enfeites e a lista de compras. A morena tentava ajudar de alguma forma, mas era impedida pela frase “Não se preocupe, minha querida. Por que não descansa mais um pouco?” Os treinos da noite foram cancelados. Retomariam após o dia de Natal.


 


O jantar barulhento deixava a morena feliz por estar entre um grupo tão animado. Um sorriso nos lábios era visível em cada mastigada. Os gêmeos tinham mudado para um apartamento próximo a Hogsmead, mas chegaram naquela tarde. Hermione ria muito das novas invenções de Fred e Jorge. Quando todos terminaram de comer, uns foram andar pelo jardim, outros jogar xadrez bruxo ou snapes explosivos. Hermione optou por um livro. Sentou-se em frente à lareira. Mal abriu o livro ouviu a voz de Draco chamando por ela:


 


- Será que podemos conversar?


 


- Claro, vamos até meu quarto. Logo Gina deve estar mudando-se para lá. Vamos aproveitar enquanto ele está vazio.


 


Subiram de mãos dadas e em silêncio. Entraram e sentaram-se na cama. Mas Draco levantou em seguida, passando a mão pelos cabelos.


 


- Aconteceu algo? – Hermione indagou sem levantar-se.


 


- Sim... Algo que não entendo.


 


- O quê?


 


- Quando foi atacada... Perdeu sua varinha e estava presa... Por que não fez nada para soltar-se? – ele parou de andar e encarou a namorada.


 


- É meio óbvio, Draco...


 


- Não para mim. – respondeu já contendo a irritação.


 


- Eles não podiam saber, Draco. Eles não podem saber sobre nosso treinamento.


 


- E por isso você morreria? – ele já deixou de conter sua irritação. Hermione percebeu e levantou também. – Eles souberam de mim!


 


- Não julgo sua atitude, Draco. Agradeço por ter me ajudado.


 


- Eu não entendo!


 


- Harry precisa destruir Voldemort! Ele não pode saber que Harry está sendo preparado para isso! – Hermione começou a se descontrolar.


 


- E você morreria por isso? Morreria por ele?


 


- Você sabe que sim... Não me olhe desse jeito. – a grifinória disse perante o olhar decepcionado do loiro.


 


- Quer que eu olhe como? Arriscando sua vida por causa do Potter! Você é foda, Hermione! Quando começará a pensar em si mesma?


 


- Eu penso em mim!


 


- Ah, sei... – falou irônico. – Morreria pelo Weasley também? Nem sabe se ele faria isso por você.


 


- Eu faço isso por Harry independente das ações dele. Não sou uma Malfoy, só interessada naquilo que vou ganhar. – Hermione estava com raiva. E falou sem pensar. Assim que as palavras atingiram Draco, a tristeza passou pelos olhos dele. Ela aproximou-se e tentou pegar em suas mãos brancas, mas ele afastou-se. – Desculpe...


 


- Não se preocupe, eu sei que não é uma Malfoy. Tentarei deixar você bem longe de um... – e antes que ela pudesse impedir, Draco saiu batendo a porta com força.


 


- Merda.... – suspirou Hermione. Pouco depois, Gina entrou no quarto.


 


- Mione, você está bem? Estava chegando aqui e ouvi um barulho alto de porta batendo... Depois Malfoy passou por mim... Pareceu que ia matar alguém... – a ruiva ia falando tudo muito rápido e sentou-se ao lado da amiga na cama. Hermione contou a conversa que havia acabado de acontecer. – Ihhh, na boa, você pisou na bola...


 


- Eu sei, Gi! E agora?


 


- Amanhã você conversa com ele. Acho que Malfoy está bem nervoso. Você só pioraria as coisas.


 


Hermione calou-se. Concordava com a ruiva. Melhor era deixá-lo esfriar a cabeça. Vestiu seu pijama. A roupa havia sido entregue por Dobby na noite em que chegaram. Minerva não dava notícias sob a ação de Connery. Se resultara ou não em prisão. Como ainda estava sob o efeito das poções não demorou a pegar no sono.


 


 


Draco estava deitado não conseguindo dormir. Culpava o ronco dos seus colegas, mas sabia que a culpa era de outra pessoa. Ele sempre seria um Malfoy insensível. Não teria chances de mudar nunca sua imagem? Virou-se várias vezes, fazendo considerável barulho, mas nada diminuía o som irritante. Levantou-se. Foi até a cozinha, iluminando o caminho com sua varinha. Bebeu um copo de água e foi para o jardim. Estava um vento frio, mas o som estava fazendo com que se acalmasse. Sentou-se na grama.


 


 


A morena dormia tranquilamente, quando foi acordada pela voz da Gina. Assustou-se.


 


- Gina?


 


Sem resposta. Levantou-se e aproximou da cama.


 


- Gina!


 


Nada. Percebeu que a amiga dormia. Deve ter falado alguma coisa dormindo. Decidiu beber alguma coisa antes de voltar para cama. Desceu com sua varinha. Mas deixou-a apagada. Conhecia o caminho. Olhou para fora. O vento batia na janela pedindo passagem. Andou até o vidro observando a paisagem escura e logo pôde notar a cabeleira loira sentada embaixo do parapeito. Ficou alguns segundos em dúvida, mas optou por sair. Apertou o robe em torno do corpo e abriu a porta.


 


O sonserino pensava em todas as mudanças que aconteceram nos últimos meses, quando foi interrompido pelo barulho da porta. Viu que era Hermione e fechou a cara.


 


- Por favor...  – ela começou.


 


- Por favor? Tem noção do que falou? – o garoto perguntou levantando-se.


 


- Sim... Desculpe... Foi idiota e impensado. Fui uma tola. E nem um pouco justa com você. – tocou a mão dele com sua. Estava gelada. Ele tentou puxar, mas ela impediu. – Estou arrependida.


 


- É foda, sabe? – Draco respirou fundo, encarou a namorada e viu o pedido de perdão em seus olhos – Certo... Sou um Malfoy, mas não como meu pai, ok?


 


- Certo... Vamos entrar! Aqui está super frio! – exclamou esfregando as mãos em seus braços. Draco sentiu falta do toque dela e a aproximou.


 


- Não quero brigar com você, minha linda. – ele disse em voz baixa. Hermione tinha a cabeça encostada no peito dele. Ouvia o coração dele batendo acelerado. Sentia os braços dele em suas costas. Abraçando-a forte.


 


- Nem eu. – afastou-se o suficiente para levantar a cabeça e ele abaixar – Estou muito apaixonada por você...


 


- Eu também, Hermione. Eu também... – os lábios se tocaram com desejo e paixão. Logo ele desfez o nó do robe e passou a mão pela barriga dela subindo a camiseta do pijama. Por onde passava os pelos de Hermione arrepiavam-se. Em poucos segundos, ela puxou a camiseta dele. Ambos foram se despindo enquanto desciam até o chão. Draco conjurou uma manta e forrou o chão. Ele deitou com Hermione sentada em sua cintura. Ele roçava seu pau na vagina já úmida dela. Não passava pela cabeça dos dois serem pegos ali. Amavam-se entre sussurros reprimidos e palavras mortas nos lábios um do outro. A morena pegou no membro já duro do garoto e o levou até dentro de si. O pau deslizou facilmente e Hermione precisou morder os lábios para não gritar. O loiro lançou um feitiço nos dois, estavam mudos. Podiam soltar-se a vontade. A grifinória rebolava sobre o namorado. As mãos dele percorriam todo o corpo da menina, detendo-se mais demoradamente nos seios intumescidos. Parecia que fazia décadas que não faziam amor, em poucos minutos gozaram. Gritando um grito profundo, forte e sem som.


 


Apesar do frio, ambos suavam. Hermione conjurou um cobertor e colocou sobre os dois. Antes que pudessem evitar, caíram adormecidos.


 


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Alguns dias antes...


 


- Você deve estar brincando comigo! – bradava Lucio.


 


- Nunca brincaria com algo desse tipo!


 


- Então, Mayer, está dizendo que Malfoy mudou de lado? – perguntou Voldemort com sua voz fria e penetrante.


 


- Sim, meu mestre. Goyle e Crabbe são testemunhas desse fato. – respondeu o moreno.


 


- A opinião deles não vale de nada. Não devem nem saber o que significa “testemunha”... – falou novamente o Lorde das Trevas.


 


- Eu seguia o plano conforme o combinado. Imaginei que ele soubesse, mas estava enganado. Draco apareceu e impediu que continuássemos. – explicava com calma o sonserino.


 


- Não posso acreditar! É mesmo um filho da puta! – xingava Lucio. Andava de um lado para o outro.


 


- E ele fez magia sem auxílio da varinha? – Voldemort continuou o interrogatório. Qualquer um estaria de saco cheio por responder as mesmas perguntas formuladas de maneiras diferentes por horas seguidas. Não Adolf Mayer. Era com grande alegria que respondia tudo ao seu mestre. É com admiração que beija suas mãos e segue seus planos. Por isso não cansava de repetir. Nesse momento, Snape entrou na sala. Ele havia estado fora em uma missão. Verificar se as horcruxes estavam em segurança. – Você ensinou Draco Malfoy fazer magia sem varinha, Severo?


 


- Não. Do que estão falando? – o ex-professor de poções perguntou. Sua mente fechada.


 


- O idiota do meu filho, aliás, ex-filho traiu seu sangue. Juntou-se aos trouxas! Juntou-se à maldita Ordem! Literalmente um filho da puta!


 


Dessa vez, Snape precisou usar muito de sua oclumência e de seu sangue-frio para que sua cara não caísse no chão.


 


***************************************************************


 


Draco acordou e olhou para Hermione que ainda dormia. Os primeiros raios de sol começavam a despontar. As cores amarelas e alaranjadas se misturavam com o céu azul claro. Ela ficava linda dormindo. Serena. Passou delicadamente sua mão pelo cabelo dela murmurando:


 


- Linda... Hermione... Acorde... Precisa voltar para seu quarto...


 


A garota foi acordando aos poucos e encontrou os olhos de Draco sobre si. Sorriu. Ouviram um barulho vindo da cozinha e assustaram-se. Molly já estava acordada.


 


- E agora? – ele perguntou num tom mais baixo ainda.


 


- Aparate no seu quarto. Se eu fizer isso Gina acorda... Fingirei que acordei mais cedo e vim ver o pôr-do-sol.


 


- Boa ideia, mas odeio despedir-me de você...


 


- Eu também... Vá... – deu um selinho nele. Assim que Draco partiu Hermione transfigurou suas roupas e entrou na cozinha fazendo barulho. – Bom dia, senhora Weasley.


 


- Oh, Hermione querida. Já acordada? Não te ouvi.


 


- Perdi o sono. Resolvi ver o sol nascendo. Tem uma bela vista daqui.


 


Continuaram conversando enquanto preparavam o café-da-manhã. Passariam o dia cozinhando. Todos os filhos de Molly e Artur chegariam para o jantar, assim como os membros da Ordem. Algumas coisas foram adiantadas, mas outras teriam que ser feitas durante o dia.


 


O dia passou rápido e agitado. Todos foram inclusos de alguma forma na tarefa de ajudar na preparação da festa. Hermione foi escalada para ficar na cozinha por causa dos elogios pelos seus dotes culinários. Gina resolveu ajudar para aprender alguma coisa juntamente com Draco.


 


Todos esperavam por notícias sobre a prisão dos três envolvidos no ataque. Minerva havia enviado uma coruja dizendo que iria mais cedo para conversar com todos. Quando ela chegou, o clima era de apreensão. Ninguém falava temendo algo.


 


- Boa tarde, senhores. Oh, Molly o cheiro está maravilhoso.


 


- Imagina, Minerva! Agradeça esses três aqui também! – respondeu Molly apontando para os três auxiliares da cozinha.


 


- Bom, mas acho que tem outro assunto para tratar... – cortou Harry.


 


- Sim... Bom... Connery não conseguiu prender ninguém. Ao chegar lá a sala estava vazia e sem vestígios de ataque. – respondeu de uma vez.


 


O som de indignação tomou todo o ambiente da sala. Draco, porém estava calado. Seu olhar era de raiva. Não só os inimigos sairiam impunes como a notícia sobre sua traição vazaria. Torcia para não perceberem sobre seu relacionamento com Hermione. Queria sua mãe perto de si. Sabia que seria punido.


 


Os protestos foram controlados pelo senhor Weasley. Todos se acalmaram um pouco, mas estavam inconformados com a fuga do trio. A chegada dos outros convidados distraiu algumas pessoas. Exceto, Draco, Rony, Harry, Gina e a própria Hermione. Os cinco se reuniram em um canto da cozinha e decidiram partir em busca das horcruxes após o ano novo.


 


Às onze horas, todos estavam ansiosos pela ceia. Hermione e Draco não se desgrudavam. A conversa foi interrompida pelo conhecido estrondo de apartação do lado de fora. Todos se assustaram e empunharam suas varinhas. Tentaram abrir a porta, mas ela estava trancada. Artur dirigiu-se até lá:


 


- Quem é?


 


- Snape. Abram logo! – ao ouvir essas palavras ele abriu rapidamente e Minerva aproximou-se. O professor de nariz pontiagudo e cabelos oleosos entrou na sala seguido por uma mulher de aparência cansada, nem por isso menos bela. Os longos cabelos loiros e lisos chegavam na altura dos ombros.


 


- MÃE! – Draco gritou correndo. Abraçou-a como há muito não fazia. – Você está bem?


 


- Sim, meu filho. E você? Está ótimo... Merlin, como cresceu...


 


- E você emagreceu. Venha, coma alguma coisa...


 


Ele conduziu sua mãe. Pouco depois apresentou Hermione como sua namorada. Narcisa lutava contra seus preconceitos. Não tinha como negar a beleza da morena e sua inteligência. Acabou simpatizando.


 


A noite transcorreu com muita risada. Os gêmeos aprontavam a cada minuto. A melhor brincadeira era assustar Moody. Narcisa desculpou-se com os Weasleys. Sentiu-se acolhida como nunca. Hermione havia recebido uma correspondência de seus pais. Passariam o Ano Novo juntos.


 


Todos foram dormir cansados, felizes e satisfeitos.


 


Narcisa voltou com Snape para seu esconderijo assim que amanheceu. Ele havia conversado apenas com os adultos e as informações mais importantes seriam repassadas aos jovens. Mãe e filho Malfoy despediram-se, declarando seu amor maternal, a loira partiu com lágrimas nos olhos.


 


O almoço foi feito com as sobras do jantar. Ninguém reclamou, já que todos aprovaram a comida. Nesse momento, uma coruja preta como a mais escura das noites entrou pela janela. O garfo que Draco segurava caiu em seu prato. O barulho agudo chamou a atenção de todos. O animal deixou o pergaminho cair e foi embora sem esperar resposta.


 


****************************************************************


 


Você fez sua escolha.


Vai pagar por ela.


Ingrato.


Infiel.


Filho da puta.


Todos que você ama, morrerão.


Não é mais meu filho.


Desejo a você o destino da vaca da sua mãe: a morte.


 


Draco levantou da mesa empurrando a cadeira com força. Entre seus dedos o pergaminho tremia. Hermione o seguiu e com um aceno de cabeça deu a entender que ninguém deveria segui-los. Eles foram para o lado externo da casa. Hermione seguia o namorado. Parou quando ele parou. Apenas observava o seu semblante.


 


- Fodeu tudo, Mione. Meu pai está sabendo... – E antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, ele enfiou o pergaminho no bolso.


 


- Calma... O que ele escreveu?


 


- O que você acha? – perguntou e sorriu irônico. – Desculpe... – ele falou quando percebeu seu tom grosseiro. Abraçou a namorada. – Ele consegue me tirar do sério... Estive tanto tempo sob a sombra dele.


 


- Estamos protegidos e treinados.


 


- E minha mãe? – ele perguntou tremendo de leve. A morena apertou o abraço.


 


- Ela deve estar bem escondida. Acredito que seu pai não poderá fazer nada contra ela.


 


- Eu espero... É isso que eu espero.


 


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Mal sabia Draco que o destino de sua mãe estava traçado. Hermione havia se enganado: ela não estava bem escondida.


 


 


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Olá!
Poucos coments, mas fazer o que.... Algumas coisas que acontecem que fortalecem cada vez mais a decisão que tomei. Gostaria de pedir que avisassem quando o cap tem falhas e onde para que eu possa arruma-lo. Obrigada e beijos,


Artemis

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