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27. veritasserum.


Fic: Not So Little Anymore - acabou, é.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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<font>Conjuramos nossas máscaras e as vestimos. Um último olhar apaixonado e mergulhamos no Salão Principal apinhado de gente.


Se eu não soubesse exatamente com que vestido as minhas amigas estariam, não teria reconhecido-as. Assim como a minha máscara e a de Greg, elas tapavam completamente os rostos, deixando apenas a boca de fora e os buraquinhos dos olhos, mas os adornos adicionais eram enormes, e era impossível reconhecer qualquer um.


- Não solte minha mão. - Eu disse para Greg. - Senão vou perdê-lo de vista.


Ele deu um apertozinho de leve na minha mão. Sorria, eu sabia que sorria por trás daquela máscara.


- Pode ter certeza que eu reconheceria você até com os olhos e ouvidos tampados, meu amor. - Ele disse. - Fique tranqüila. Vá achar suas amigas enquanto vejo algo para nós bebermos. - Eu o olhei, aflita. Ele riu de novo, e dessa vez eu sabia que ele ria por que ouvi ele rindo (?). - Fique tranqüila, meu amor. - Ele disse, e me beijou. Ah, claro. Eu poderia reconhecê-lo se ele me beijasse.


Ele saiu e eu me virei para procurar minhas amigas quando um par de mãos me conduziu e eu me vi obrigada a dançar com alguém que não conhecia. Algum Slytherin bêbado? Ou apenas meu primo e ex-amor-da-minha-vida, Louis Weasley, me convidando pra transar mais uma vez, mesmo sabendo que eu estava namorando (e apaixonada!) pelo amigo dele? Segunda opção.


- Me solte, Louis. Se nos pegarem juntos... - Eu disse, tentando me esquivar dele. Louis ficara forte da noite pro dia e continuou a me segurar firmemente contra o corpo dele. Ele estava deslumbrante, e eu teria apreciado muito mais aquilo tudo se eu não estivesse com raiva dele.


- Vão fazer o que? Dizer que dois primos não podem mais dançar juntos porque a prima arranjou um namorado? - Ele disse no meu ouvido, sem olhar para mim.


- E a Sophis? - Eu disse, derrotada pela força dele, deixando que ele me conduzisse. Ele riu.


- Ela é muito baixinha pra dançar comigo. E sem-graça. Nem a metade do mulherão que você é. - Ele riu de si mesmo. - O mulherão que você se tornou.


- Cala a boca, Louis. - Eu disse, sem me afastar dele. Eu também não olhava para ele: Olhava pro nada. Só respondia. - Não quero saber o que você acha que eu sou hoje. Você se tornou um completo babaca depois que começou a andar com a Travier.


- Pensei que fossem amigas. Ela diz que são amigas. - Ele disse, e por um momento, pareceu preocupada. Eu ri sarcasticamente.


- Parece que ela tem uma imagem bem distorcida da verdadeira situação entre as irmãs Travier e eu. Não <i>somos</i> amigas, não <i>fomos</i> amigas, não <i>seremos</i> amigas. Somos meras... Conhecidas. - Eu juro, eu quase disse ‘irmãs’ nessa hora. Mas graças a Merlin, meu cérebro funcionou mais rápido que minha boca (acho que pela primeira vez na minha vida). Ele parou por um mero instante e depois voltou a me conduzir.


- Se vocês não são amigas, porque ela sabe tanto de você? - Ele falou. Eu arregalei os olhos. O tom dele mudara completamente; Agora ele lembrava mais o meu Louis, meu primo Louis, meu amor Louis. - Ela sabe <i>tudo</i> de você, Rox. - Ah, com certeza. <u>Esse</u> era o meu Louis. Me permiti sorrir e olhar pra ele, e agora dançávamos como normalmente dançávamos juntos.


- Talvez ela seja algum tipo de perseguidora-lésbica-maníaco-psicopata. Deve ter escutas nos meus sutiãs e espiões no Baile para ouvir o que eu estou falando. - Eu disse no tom mais brincalhão possível. Louis não podia nem desconfiar de nada, ou as conseqüências poderiam ser desastrosas. - Como eu vou saber, Louis? Tudo que sei é que ela é uma péssima influência pra você, e você deveria ficar longe dela. Só isso.


- Acho que tem razão. - Ele disse de um jeito meio arrasado (Porra, ele amava tanto a Sophis assim?). Senti uma pena descomunal dele. Engraçado, em um minuto eu sentia nojo de Louis, agora... Eu sentia como se o amasse de novo. Eu percebi disso, então continuei sem olhar pra ele. Sabia que, se eu olhasse, as conseqüências também poderiam ser desastrosas. - Me desculpe.


- Desculpar pelo quê? - Eu disse, torcendo para que minhas mãos não estivessem tremendo como eu achava que estavam. Parecia que eu estava à beira de ter um treco geral.


- Por ter sido grosseiro e um idiota com você. Você não mereceu, Roxy. - Ele disse, e nesse momento, me olhou. Eu não podia continuar desviando o olhar, então olhei pra ele. Os olhos azuis dele cintilavam pra mim por trás da máscara preta. Uma sombra de um sorriso triste nas redondezas dos seus lábios.


- Ah, Lou. - Eu falei, e me joguei em cima dele. Ele me abraçou e eu percebi que ele tinha crescido alguns centímetros desde a última vez que eu tinha dado um abraço nele. - Claro que te desculpo, meu amorzinho.


- Mas a proposta ainda está de pé. - Ele disse, rindo, e eu paralisei. - E não finja que não lembra, Roxy. Eu sei que sabe. Até meia-noite.


- Louis... - Eu olhei pra ele com os braços ainda em volta dele. - Eu não posso fazer isso, e você sabe muito bem disso. Além do mais... Greg é seu <i>amigo</i>!


- Eu sou seu melhor amigo, seu primo. - Ele disse, e eu percebi que ficou sério. - Isso não te impediu de ir totalmente contra o meu pedido e ficar com aquele... Aquele... - Ele desviou o olhar pra esquerda e lá estava Kevin com Alicia.


PERAPERAPERA? Alicia? Mas... Ele não tinha traído ela com a Lucy? Ai, g-zuis, eu não entendo essa Cunningham às vezes.


Falando na Lucy, ela estava linda (novidade!) e estava com Teddy a alguns metros de Kevinlicia (Lembram o que significa, né?). Cara, a Victoire devia estar arrasada, de verdade. Lucy ria pra ele, mas ele parecia estranhamente angustiado. Ele nem olhava pra Lucy, olhava pra Vic, que estava com o par dela. Ela não parecia muito animada também. Mas o olhar de Teddy era dez vezes pior. Era um olhar de suplicia.


<b>Putaquepariu</b>! EU SABIA O QUE ESTAVA ACONTECENDO!


- Aquela filha da puta! - Eu berrei, me soltando de Louis. Ele me segurou pelo braço.


- Aonde você vai, sua doida? - Ele ria, mas eu estava enfurecida.


- Vou lá matar nossa prima, Louis, agora me dá licença! - Eu disse, e sai correndo na direção de Lucy. Cara, eu ia matar ela <u>mesmo</u>. Como ela pôde fazer uma coisa tão baixa?


Parei no meio do caminho, quase derrapando. Tinha um jeito melhor de fazer isso. Dei meia volta e quase dei de cara com alguém.


- Suas bebidas, Rox. - Disse Gregory na minha frente, sorrindo. Ele tinha duas taças de whisky-de-fogo na mão. Eu dei um sorriso e peguei a minha taça. Bebi tudo de um gole só, entornando tudo. Devolvi a taça pra ele.


- Me desculpa, amor, mas eu vou ter que dar uma saidinha rápida. Tenho que pegar... Um negócio, lá em cima. - Eu disse. Ele assentiu. Eu sorri com a compreensão e lhe dei um beijo rápido, e sai correndo de novo.


 Vou falar uma coisa, eu corro bem pra caramba de salto-alto (Y). Subi as escadas como se não fossem nada e corri o caminho inteiro. Graças a Deus eu usei um creme que não me deixava suar, porque senão, meldels, meu cabelo, minha maquiagem, tudo pelos ares.


A Mulher Gorda estava podre de bêbada, e chorava. Caralho, bela hora pra esse quadro IDIOTA ENCHER A CARA! (Sim, eu estava com muita raiva na hora).


- Pomorim Dourado. - Eu falei, completamente sem paciência. Ela soluçou pra mim duas vezes: Uma por causa do choro, outra por causa do vinho que ela deve ter pegado do quadro dos padres italianos.


- Ah, claaaaro. As pessoas nunca (três soluços aqui) param pra perguntar... (soluço de novo) “EEEEEI, como você estáááá? Tudo numa boooa?”, NÃÃÃO, só querem saber de eu me abrir pra vocês poderem (soluço, soluço) passar pro Salão Comunal liiindo de vocês.


- É pra isso que você está aqui, Mulher Gorda. Eu já disse a senha. Dá pra abrir? - Eu estava tentando manter minha calma, mas estava quase impossível.


- Claro, vossa Majestade. Não quer mais nada não? - Ela disse enquanto abria o buraco do quadro. Eu bufei.


- AAH, vá se catar. - Eu disse, praticamente pulando pra dentro do Salão Comunal e corri. Corri até meu dormitório. Abri a porta com um chute e me joguei em cima da minha mochila. - Cadê essa porra? Cadê... ACHEI! - Eu berrei, triunfante, pegando o frasquinho de Veritaserum concentrado na bolsa. Eu o guardei em segurança no meio dos meus seios, preso no sutiã. Ia estar bom ali.


Uma olhadinha no espelho: Parecia que eu tinha acabado de me arrumar. Sorri e sai correndo de volta ao Salão. Procurava Sabinna. Ela estava lá, com Scorpius. Cara, como os dois combinavam.


- Sabbie. - Eu falei bem perto dos dois, provavelmente interrompendo bruscamente um momento romântico. Foda-se, eles poderiam se comer mais tarde. Sentiu que eu estava com MUITA raiva? Ela me olhou, meio surpresa. Eu arfava. - Preciso... Falar com você. - Nem esperei ela responder: Puxei ela com toda a força pelo pulso e a arrastei pra longe de todos.


- Tá maluca, Rox? - Ela falou, meio P da vida. Eu sacudi a cabeça.


- Olha, é importantíssimo que você faça o que eu estou te pedindo. Entendeu? - Ela parou um instante e assentiu com a cabeça. - Quando você for no palco dar as boas-vindas a todos e falar sobre a organização do Baile, quero que chame Lucy no palco para dar algumas palavras.


- Mas... Eu nem combinei nada com ela... - Ela começou, e eu quase ri.


- E desde quando Lucy recusa pedidos de falar em público e aparecer? - Eu falei. - Não pergunte nada. Quando você vai lá, no palco?


- Em alguns minutos. - Ela falou, completamente confusa. - Olha, Rox, por que não me diz...


- Desculpa, Sabbie, mas eu tenho que fazer uma coisa agora, urgente. Por favor, faça o que eu estou te pedindo. Tudo vai se explicar, eu juro. - Beijei a bochecha dela e corri para o balcão de bebidas. Servi o whisky-de-fogo até a metade de uma taça, e aproximei-o dos meu peito, virando de costas para o resto das pessoas.


Aí despejei o conteúdo do Veritaserum inteirinho na taça. Não mudou de cor, nem nada. Parecia whisky-de-fogo normal.


- Perfeito. - Eu falei. Perfeito mesmo. Joguei o frasquinho de Veritaserum em algum canto, e ele se espatifou e se quebrou em pedacinhos. Nada perigoso.


Lucy estava lá, ainda rindo com Teddy. Eu vi Sabinna abrindo caminho entre as pessoas. Meu plano era oferecer pra ela beber, mas vi que não ia dar tempo. Cheguei bem perto dela, e na hora que ela riu, eu simplesmente joguei a taça nela. A maioria do conteúdo foi direto dentro da boca dela, e ela engasgou, engolindo uma parte. Eu fingi ter tropeçado.


Um golpe de mestre, modéstia a parte. Ok, meio clichê (totalmente clichê), mas o importante é que ela bebeu uma parte, e uma parte era suficiente.


- Desculpe, professora. - Eu disse, me virando e me antes que ela pudesse me reconhecer. Eu ri, claro. Ela se limpou rapidamente. A banda parou de tocar, e Sabina encostou a varinha no pescoço. Era a hora.


- Atenção de vocês um minutinho, por favor? - Sabinna disse com sua voz macia. Demorou um pouquinho até todos prestarem atenção nela, mas enquanto isso, alguns garotos assoviaram e gritaram “Gostosa!” para Sabinna. Ela os ignorou de verde-e-amarelo (???????????). - Bem, eu só gostaria de falar algumas coisinhas. - Ela me procurou com os olhos, insegura, enquanto eu abria caminho entre a multidão pra ficar bem perto do palco. Eu fiz que sim com a cabeça e fiz um sinal pra ela continuar falando. Ela respirou fundo. - Primeiramente, bem-vindos ao primeiro de MUUUUUITOS Baile de Máscaras de Hogwarts. Espero sinceramente, do fundo do meu coração... - Ela levou a mão ao peito e vários garotos assobiaram de novo. Um garoto atrás de mim quase gemeu [/medo]. - Que estejam tendo uma noite ótima. Então, pra não tomar mais o tempo da festa, eu gostaria... - Ela me olhou de novo e eu assenti, nervosa. - De chamar nossa professora, Lucy Weasley ao palco, para dizer algumas palavrinhas.


Todos olharam pra Lucy. Ela pareceu profundamente surpresa, mas é claro que não demonstrou isso pra ninguém. Sorriu e foi andando. As pessoas simplesmente abriam caminho pra ela. Tava chegando a minha hora. Ela subiu no palco e pegou a própria varinha. Eu puxei a saia do meu vestido pra cima e puxei a varinha da cinta-liga. O garoto do meu lado observou tudo e eu tive a impressão de que ele tinha ficado tremendamente excitado com aquilo. Preferi não ter mais impressão nenhuma.


Sinceramente, eu nem prestei atenção na baboseira que Lucy deveria estar falando. Estava nervosa demais pra isso. Abri caminho nas pessoas na base da cotovelada e parei na frente das escadinhas do palco. Subi, e Sabinna me olhou, assustada. Lucy parou de falar. Toquei minha varinha no pescoço.


- Boa-noite, <i>professora</i>. - Eu falei. Ela sorriu.


- Boa-noite, <i>Srta. Weasley</i>. - Ela falou. Todo mundo percebeu que algo estava rolando e alguns cochichos passaram a rolar pela sala. - Algo que eu possa ajudá-la? Você não deveria estar... Se divertindo com seus amigos?


- Mas professora, o que poderia ser mais divertido do que isso? - Eu disse, rindo verdadeiramente.  Sabinna continuava assustada. Eu vi Beatrice e Cassidy indo para as escadinhas também. - Eu só queria tirar uma dúvida com a senhora. - Ela assentiu com a cabeça, sorrindo. Suspirei. - É verdade que você usou poção do amor para conquistar o namorado da sua prima?


Ela pareceu engasgar, como se lutasse para as palavras continuarem em sua boca. Tirou a varinha do pescoço e soltou-a no chão.


- É VERDADE! - Ela berrou. Todos da sala se surpreenderam. Eu olhei para Bia e Cassie que riam. Sabbie parecia estranhamente feliz. - EU USEI!


- E também é verdade... - Eu continuei, quase rindo. - que a senhora transou com um <i>aluno</i> do sétimo ano no seu escritório?


- É VERDADE! - Ela berrou, querendo tapar a boca. Caiu de joelhos. - O NOME DELE É KEVIN WALKER!


Nem preciso dizer que todo mundo olhou pra Kevinlicia e esperaram que Alicia caísse na porrada com Kevin, né? Mas ela continuou com o braço em volta do pescoço dele, com uma pose de modelo, olhando para o palco. Eles já deviam ter resolvido aquilo. Kevin não parecia ter sentido nada.


- Era só isso, professora. Obrigada. - Eu disse, e tirei a varinha do pescoço. McGonagall subiu no palco e parou na frente de Lucy.


- Professora Weasley... Na-minha-sala. - Ela disse, as narinas tremendo. Cara, a última vez que vi McGonagall assim, meu irmão tinha enchido a sala dela de musgo vivo. Desceu do palco e Lucy a seguiu, não olhando para ninguém. Parecia uma aluna que ia ganhar um esporro. Sabinna nem pôs a varinha no pescoço.


- Bem... DIVIRTAM-SE! - Ela berrou, e a banda recomeçou a tocar, agitada. Sabinna me puxou pelo braço e eu me juntei a Bia e Cassie.


- CARA, ISSO FOI TÃO FODA! - Berrou Cassidy, entusiasmadérrima.


- Ca-ra-lho, como você descobriu? - Berrou Bia, óbvio, pulando no lugar.


- Vocês não viram a cara do Teddy quando ele tava com a Lucy? A angústia, ar de suplicia... Ele estava tentando resistir a poção. E implorando pra que Victoire percebesse isso. - Eu disse. Nossa, eu estava exausta. – Ahn, gente, eu vou... Sei lá. Pra algum lugar. – Eu segui pra fora do Salão, em direção ao Hall, com a cabeça a mil. Nem ouvi – ok, eu ouvi, mas fingi não ter ouvido – Greg me chamando. Me esquivei de um pervertido tentando me tocar e  do olhar de Louis me seguindo enquanto eu acotovelava as pessoas.


Assim que sai do Salão e fechei as portas, senti um silêncio perturbador me acertar. Se eu não soubesse que havia uma festa desgraçada ali dentro, não poderia dizer. Eu me sentei nas escadarias e passei a mão pelo rosto, sentindo uma vontade súbita de chorar. Eu sempre soube que Lucy era horrível, mas nunca naquelas proporções. Ela estava realmente tentando matar Ted ou algo do tipo? Porque era isso que ia acabar acontecendo. Ela não prestou atenção nas aulas de Poções, não?


- Ei. – Eu ouvi em um abrir e fechar rápido de portas. Claro que era Gregory com um sorrisinho. Ele fechou as portas atrás dele e ficou encostado nelas, olhando pra mim por um momento. – O que houve?


- Cansaço. – Eu disse, me encostando nos degraus de trás, quase deitando na escadaria. Ele continuou encostado na porta. – De lutar contra a minha própria prima, de tentar descobrir em quem eu posso confiar, de lutar contra o Louis, contra a Alicia... – Bufei. Ele sentou ao meu lado e apertou minha mão.


- Quer conversar mais sobre isso? – Ele perguntou. Neguei com a cabeça.


- Não posso. Por mais que eu queira. – Ele deitou-se na escada também.


- Quer voltar lá pra dentro e dançar? – Ele perguntou com um jeitinho tão meigo, tão lindo, que eu senti todo o meu corpo se arrepiar. Rolei pro lado dele, meio desconfortável, e o beijei.


- Vamos lá. – Eu disse. Ah, calma. Só mais um beijo.



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