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12. Uma chegada e uma partida


Fic: Harry Potter e a Resistência Final


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A noite estava extremamente escura e sombria, as únicas coisas que se ouviam eram os piados das corujas que estavam caçando seu jantar e os passos velozes de alguém na escuridão. O vulto andava agilmente no pequeno caminho de pedra, mantinha a varinha apertada nas mãos e os ouvidos atentos a qualquer barulho estranho. Já estava acostumado com a escuridão, durante o ultimo mês os únicos momentos em que saia de seu abrigo era durante a noite e aparentemente desde o surgimento de Voldemort as noites se tornaram mais negras e perigosas.


 


Em pouco tempo a pequena caminhada havia sido superada e agora um enorme portão se encontrava a frente da figura envolta em vestes negras, ele sabia que o portão não seria aberto por nenhuma das magias que ele conhecia e portanto sua única possibilidade era torcer para que sua presença fosse notada.


 


Com cautela o vulto ergueu a mão e tocou o portão, no mesmo segundo um dos gárgulas que enfeitava o topo das colunas de sustentação inclinou a cabeça para observar a figura.


 


- A entrada está proibida para qualquer pessoa. – Após essa resposta o gárgula voltou a sua posição inicial.


 


Seria mais complicado do que ele imaginou, dobrou a manga de seu braço esquerdo e mais uma vez tocou com a mão direita no portão, novamente o gárgula se virou para dar o aviso, mas desta vez o bruxo exibiu a marca que tinha no braço, a figura de pedra voltou a posição inicial sem dizer nada e o enorme portão foi aberto.


 


O homem andava rapidamente em direção a entrada principal, o gramado estava igual ao que sempre foi, mesmo estando fechada Hogwarts mantinha seu glamour, mas o lugar estava muito mais silencioso e sombrio, ninguém mais habitava a escola desde que Voldemort atacou o ministério, mas mesmo assim ele precisava falar com alguém que nunca saiu de Hogwarts.


 


Entrou apressado dentro do castelo e seus olhos estranharam a luminosidade do recinto, puxou o capuz mais para baixo tentando assim evitar um pouco da luz e começou a estafante subida que levava até seu objetivo. Em poucos minutos o suor já tomava seu rosto, mas agora ele caminhava por um grande corredor, mantinha-se próximo das paredes procurando assim a escuridão, alguns metros a sua frente havia uma abertura na parede, na qual encontrava-se uma escada em caracol, entrou pela abertura e vagarosamente subiu a escada, mantinha a varinha em riste e preparava-se para qualquer coisa.


 


Chegando ao topo encontrou-se no escritório do diretor, para sua surpresa nada havia sido mudado, tudo estava como antes, era como se nada houvesse acontecido a Dumbledor, a única coisa que era nova em todo o aposento era um grande e belo quadro que se encontrava acima da cadeira em que o antigo diretor costumava se sentar.


No centro da pintura encontrava-se um homem com longos cabelos brancos prateados e uma barba tão comprida quanto seus cabelos e da mesma cor, os olhos azuis, escondidos atrás dos óculos de meia lua, fitavam fixamente o convidado e um leve sorriso encontrava-se em seu rosto.


 


Um leve agito se iniciou com a chegada do vulto, aparentemente a sua presença deixava os outros retratos um tanto quanto desgostosos. Porem todos se calaram com um pequeno barulho produzido por Dumbledor, ao contrario de todos os outros o ex-diretor não aparentava estar incomodado.


 


- Seja bem vindo, me desculpe por não poder apertar sua mão ou servir um chá. – O sorriso se alargou levemente, mas os olhos continuavam vivos como nunca. – Devo admitir que não esperava por sua presença, mas está não deixa de ser agradável, tem algum tempo que não converso com alguém que não seja parte de um retrato.


 


- Me desculpe. – A voz era fria e um tanto quanto desdenhosa.


 


- Todos cometemos erros, nós só temos que ser sábios o suficiente para poder consertá-los.


 


– Eu preciso de um lugar seguro para ficar. – O garoto sentia-se humilhado por ter que pedir a ajuda de Dumbledor, mas essa era sua única alternativa.


 


- Eu achei que os comensais estivessem te protegendo, o que aconteceu? – O sorriso mantinha-se no rosto de Dumbledor.


 


- Eu desertei, não faço mais parte do exército de Você-sabe-quem.


 


- Isso é ótimo, mas não sei se posso confiar em você, afinal de contas você já tentou me matar uma vez, não foi Draco? – Mesmo sendo só um retrato Dumbledor continuava a causar arrepios no garoto.


 


- Eu entendo, mas não estou mentindo, coisas aconteceram e eu tive que fugir. – Uma lagrima escorreu pelo rosto de Draco.


 


- Um dos motivos de eu ser esta pintura é você, Draco, e, portanto, eu tenho o direito de saber o motivo que o fez desertar dos Comensais e pedir auxilio à uma das pessoas, ou retrato, que você mais detesta.


 


- Meus pais... eles estão mortos. – A dor ressurgia dentro de Draco.


 


- Vejo que Voldemort continua com a péssima mania de matar e torturar seus seguidores.


 


- Não foi Você-sabe-quem que fez isso!


 


- Não? Então quem foi?. – Ao contrario de Draco, a pintura de Dumbledor conversava calmamente e não se exaltara com a revelação.


 


- O seu protegido. Potter. – Outra lagrima escorreu pelo rosto do garoto, a raiva concentrada em seu interior aumentava cada vez que ele lembrava do destino de seus pais.


 


- Entendo, você tem certeza de que ele matou os seus pais? – Dumbledor não pareceu estar abalado em saber que Harry havia assassinado os pais de Draco.


 


- Tenho. Meu pai foi encontrado morto na casa dos Blacks e Monstro me contou que o Potter estava lá quando meu pai chegou. – O garoto não olhava diretamente para a pintura, mantinha a cabeça baixa durante toda a conversa.- Após isso eu fugi para tentar achar o Potter, mas durante o período em que eu tentava encontrá-lo, ele foi até a minha casa e lá ele matou minha mãe.


 


- Você tem certeza de que foi ele quem matou sua mãe?


 


- Sim! Novamente Monstro me contou que a pedido de Potter, que é seu mestre, ele o levou até minha casa.


 


- Isso é terrível Draco. Mas devo lhe perguntar qual é o motivo de você pedir abrigo para mim?


 


- Eu fugi de minhas funções de Comensal, estou sendo caçado e meus esconderijos se esgotaram.


 


- E porque você acha que Hogwarts será um bom esconderijo?


 


- Por causa de suas defesas. – Draco continuava a evitar o contato visual com Dumbledor.


 


- Tem certeza que é só por causa disso? – Dumbledor sabia que Draco não se humilharia aquele ponto por tão pouco.


 


- Tenho.


 


- Eu não acredito. - Dumbledor fez uma leve pausa para poder esquadrinhar o garoto. - acho que você só esteja pedindo abrigo pelo motivo de que não consegue encontrar Harry e que, portanto, você julga que estando aqui seja mais fácil encontrá-lo. – O sorriso continuava no rosto de Dumbledor, mas sua expressão estava muito mais séria agora.


 


- Eu ... – Draco não conseguiu responder e pela primeira vez olhou diretamente para Dumbledor.


 


- Draco, eu permito que você fique em Hogwarts pelo tempo que quiser, mas sinto em lhe dizer que duvido que Harry volte aqui.


 


- Não me importa. – Os olhos do garoto brilhavam neste instante.


 


- Duelar com Harry não trará seus pais de volta. – Dumbledor estava com um olhar sério agora.


 


- Eu sei, mas isso não vai me impedir de tentar matá-lo. – Draco deu as costas ao retrato e desceu as escadas rapidamente.


 


Draco voltou ao longo corredor, permaneceu parado por alguns segundo, a raiva que sentia de Harry estava borbulhando dentro dele, o que mais lhe doía é que agora, mais do que nunca, ele entendia Harry, ele sabia como era sentir-se órfão e sentir toda aquela dor, a solidão e o desespero.


 


Ele estava sozinho, todos os seus antigos amigos eram comensais e provavelmente não iriam nem piscar por ter que matar um desertor, o único que estava disposto a lhe dar abrigo foi um dos seus principais inimigos e uma das pessoas a quem ele mais temia, mesmo ele sendo apenas um retrato agora, uma lagrima escorreu de seu olho, ele despertou de seu transe e começou a caminhar decididamente em direção ao lado oposto do corredor.


 


 


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Harry ainda mantinha seus dedos pressionando a cicatriz em sua testa, a muito tempo ele não sentia aquela dor, apesar de saber que esta ligação com Voldemort é extremamente perigosa ele não parecia preocupado, aparentemente nada havia sido descoberto e Harry ainda tinha algum tempo para completar sua missão sem sofrer interferências de Voldemort.


 


A taça continuava a sua frente, possuía um brilho alaranjado devido às chamas da lareira e ao contrario de antes Harry não mais sentia repulsa do objeto, mas sim uma incontrolável vontade de tê-lo junto a si.


 


Seus olhos mantinham-se fixos no objeto, um leve arrepio percorreu Harry quando seus dedos tocaram a taça, sentia a sala ficar abafada e mais sombria, cuidadosamente colocou a Horcruxe em seu colo e manteve-se estático.


 


Sentia todo seu corpo receber uma dose extra de energia, seu sangue pulsava velozmente em suas veias, Harry estava hipnotizado pelo pequeno objeto, ao mesmo tempo em que se sentia vivo o seu corpo parecia estar totalmente entorpecido, era quase que um sonho.


 


- Harry? O que você está fazendo? – Hermione estava com uma expressão de espanto no rosto. Harry sentiu sua mente ser tragada de volta para a realidade.


 


- Que? Hermione? – Harry ainda estava um pouco confuso, não entendia o que havia acabado de acontecer.


 


- O que você estava fazendo? – A garota se sentou ao lado de Harry e colocou a Horcruxe novamente sobre a mesa.


 


- Eu... Eu não sei. – O garoto sentia-se perdido, apesar de ainda olhar diretamente para a Horcruxe.


 


- Como não sabe? – Hermione parecia estar tão confusa quanto ele.


 


- Não sei, porque você acordou? – O garoto olhava para ela agora.


 


- Eu ouvi um barulho, você está bem? – Harry estava extremamente pálido, a única coisa que parecia ter vida no garoto eram seus olhos, eles brilhavam em um verde radiante.


 


- Acho que sim, só um pouco tonto, acredito que seja fome. – Ele sabia muito bem que não era fome o que ele sentia, mas não sabia como explicar para Hermione tudo que havia sentido.


 


- Pode ser... – Hermione não parecia estar completamente convencida da explicação de Harry. – Quer que eu fique aqui com você?


 


- Não precisa, pode voltar a dormir.


 


- Você não tem dormido muito né? – Ela já havia percebido que seu amigo não dormia mais do que cinco horas por noite.


 


- Não, mas me sinto muito bem, acho que é apenas preocupação.


 


- Tem certeza de que não quer vir? – Hermione já estava de pé indo para o quarto.


 


- Tenho, quero pensar um pouco.


 


- Tudo bem. – Um bocejo ecoou do quarto antes dela fechar a porta, Harry estava novamente sozinho com a Horcruxe.


 


Ele não tinha o menor interesse de ficar com Hermione naquele momento, a Horcruxe estava dominando todos os seus pensamentos, ele sabia que algo havia acontecido, só não sabia explicar o que.


 


Os olhos do garoto brilhavam em um verde intenso enquanto ele fitava a taça, conseguia lembrar muito bem da sensação que teve, ele queria ter novamente a Horcruxe em seus braços, mas a razão o impedia de tocar o objeto novamente. Harry já tivera provas do poder de uma horcruxe, em seu segundo ano o diário de Tom Riddle havia possuído Gina e alguns dias atrás a maldição contida na taça quase levou Hermione a morte, esses eram motivos suficientes para mantê-lo longe do objeto desejado por seu interior...


 


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O dia amanheceu nublado e cinzento, provavelmente choveria no período da tarde, Harry mantinha-se o mais longe possível da Horcruxe, o simples fato de passar ao lado do objeto despertava um forte desejo dentro do garoto, algo que ele deveria reprimir e controlar. Durante boa parte da noite ele ficou sentado no “jardim”, para o garoto aquilo mais parecia uma pequena selva, envolveu-se com sua capa da invisibilidade e repassou em sua cabeça tudo que havia acontecido durante a noite, mas mesmo depois de horas dedicadas ao assunto ele não conseguiu chegar a uma solução sobre o que havia ocorrido, aparentemente ele estava diante de mais um mistério das horcruxes.


 


Harry só voltou a entrar na casa quando Hermione despertou, não havia muito para se fazer e logo o assunto dos dois recaiu sobre o objeto, ela insistia em tentar descobrir um meio de destruí-la, mas Harry esquivava-se de todas as tentativas da garota de colocá-lo frente a frente com o objeto novamente. Ao cair da tarde, após um dia inútil e tedioso, Harry não teve mais desculpas para se distanciar da taça e novamente teve que enfrentar a sensação que despertava dentro de si.


 


- Hermione eu acho melhor nós deixarmos isso ai, lembra o que aconteceu da ultima vez que você tocou nela? – Harry lutava contra a possibilidade de ter que tocar novamente o objeto.


 


- Mas esta é nossa missão, não podemos simplesmente largar essa Horcruxe em um canto e partir para a outra, não estamos fazendo coleção de Horcruxes e sim as caçando para podermos destruir uma a uma. – Hermione parecia estar impaciente com o garoto.


 


- Mas nós não temos a menor idéia de como destruir esse negócio, acho melhor procurar por respostas antes. – A sensação começava a se intensificar dentro de Harry e curiosamente sua cicatriz começava a pinicar.


 


- Não temos mais onde procurar por respostas Harry, temos que pensar. – Ela arrastava o garoto para próximo do sofá para que assim ficassem frente a frente com o objeto.


 


Sem escolhas Harry sentou-se e novamente sentiu sua mente ser atraída para a Horcruxe como um imã, a tarefa de controlar seu desejo de agarrar o objeto era muito mais difícil do que impedir alguém de entrar em sua mente e infelizmente Harry havia se mostrando um incompetente em evitar a Legilimens.


 


Hermione falava rapidamente ao lado de Harry, mas o garoto não entendia nada, a voz da garota estava abafada e distante, somente a horcruxe parecia estar realmente atraindo a atenção do garoto.


 


- ... Por isso que eu acho que ... – Hermione fez uma pausa e bufou, aquilo havia sido a gota d’água, Harry evitou seu dever o dia inteiro e agora ele não prestava atenção no que ela estava dizendo. – Harry quer fazer o favor de me ouvir! – O garoto não se moveu, sua cabeça estava voltada para a taça e sua feição estava estática. – Harry!


 


A mente do garoto estava longe quando ele ouviu seu nome, seu peito queimava e sua cicatriz ardia como nunca, virou a cabeça de modo a encarar Hermione, mas sua mente continuava concentrada na horcruxe.


 


- Que foi? – Um tom impaciente marcava a voz do garoto.


 


- Como assim que foi? Eu fiquei falando o tempo inteiro e você não prestou atenção, já basta ter que te obrigar a cumprir sua missão, agora você me deixa falando sozinha? – A expressão de Hermione revelava a sua raiva para com Harry.


 


- O que? – Harry não estava entendendo nada do que a garota falava e a dor em seu peito e na cicatriz não o ajudava a pensar.


 


- Ainda não entendeu? Você pelo menos ta prestando atenção no que eu estou dizendo? – Cada nova reação dele fazia a garota se enfezar mais.


 


- Entender o que? Eu já sei que você quer que eu invente uma forma de destruir essa porcaria. – Harry estava começando a se irritar com Hermione.


 


- Não quero que você invente, quero que você descubra e não seja grosso.


 


- Eu não estou sendo grosso, você é que está sendo mandona como sempre. – Harry não conseguia mais reprimir a raiva que dominava sua mente.


 


- Mandona? Você ta louco? Como você pode dizer isso, em algum momento no ultimo mês eu fui mandona com você? – Ela estava chocada com a ultima frase de Harry, ela já havia sido chamada de mandona, mas nunca por alguém que ela gostasse tanto quanto ela gostava de Harry.


 


- Está sendo agora e não me chame de louco. – Harry não parecia perceber o dano que havia causado a Hermione.


 


- Por que você está fazendo isso? – Hermione estava a ponto de chorar, mas seus olhos não deixavam de encarar os de Harry.


 


- Eu não estou fazendo nada, é você que me fez ficar nervoso assim. – A cicatriz estava ardendo como se estivesse em chamas.


 


- Como você ousa, tudo que eu tenho feito até agora foi te ajudar, eu me mantive ao seu lado quando poderia ter fugido, nós... – Hermione chorava, mas as lagrimas em seu rosto eram de ódio, como ela poderia ter se arriscado e se dedicado por alguém que não lhe dava valor e a ofendia daquela maneira.


 


- Não se esqueça que quem teve que ir buscar a poção com Snape fui eu. – Hermione congelou, ela não sabia o que dizer, como Harry podia ter dito aquelas palavras, a frustração e a raiva dominavam seus pensamentos e as lagrimas rolavam por seu rosto.


 


- Você não é o Harry que eu conheci, você se tornou um monstro.


 


No mesmo segundo Hermione retirou sua varinha das vestes, com espanto Harry deu um pulo para trás e sacou sua varinha, Hermione olhou mais uma vez para o rosto de Harry e uma ultima lagrima escorreu por sua face avermelhada, no momento seguinte a garota desaparatou, deixando Harry sozinho novamente.


 

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