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7. A Escolha


Fic: WishMaster HP.SS.HG


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Lilian era a parte presente de um passado. Eu realmente creio que nunca me desvencilharei por completo dele. Falar em Lilian me causa uma comoção intensa. E me lembra do verdor fantástico dos seus olhos. Que por sua vez me lembram Harry. Hermione era forte e interessante, mas eu não podia negar que aquele meu sentimento por ela era exagerado, tão exagerado que meu peito não conseguia mais sentir sem me deixar confuso.


            Fisicamente ela era uma mulher, intelectualmente era muito mais do que isso, mas ainda assim ela era uma menina. E se o meu fascínio passasse? O que seria dela? Eu a deixaria marcada para sempre e me afastaria como um crápula qualquer?


            Hermione afundava o rosto no meu peito, acariciando-me com suas mãos finas. Os cabelos dela desprendiam um cheiro adocicado, bom de sentir. Era uma menina em meus braços, uma menina brilhante, uma menina que deteria todo o meu carinho, mas não era correto deixar que meu corpo reagisse aos impulsos hormonais.


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-Hermione, eu estou confuso.


-Confuso? –ela perguntou erguendo os olhos para meu rosto- Então, Severo Snape, eu sugiro que você tome logo uma decisão.


-Não é tão simples como você deseja que seja, Hermione.


-Então pare de complicar ainda mais.


.


            Nosso tom era ameno, calmo, como se estivéssemos conversando sobre o tempo. Não havia tensão.


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-Severo, eu quero você. –e aquilo dito com todas as palavras me deu um choque, e eu precisei perguntar a mim mesmo se eu a queria.


-Eu não sei o que eu quero.


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            Ela ficou séria e eu não tive como impedi-la de sair. Sequer tentei mantê-la ali. Eu precisava reorganizar meu coração.


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            Servi-me de uma dose de wisky de fogo quando compreendi que a solução rápida de um problema insolúvel é o esquecimento. Por mais que eu me julgasse homem, algo me impelia as lembranças da noite anterior. Revivi em pensamentos cada segundo da experiência, repetidas e incansáveis vezes. Desde o momento da sessão ao instante em que me desprendi dos lábios do garoto.


            Minha vontade de repetir a experiência me deixava confuso. Meu corpo reagia em antecipação, e mesmo que nada acontecesse novamente, o que antecedera meus devaneios já eram o suficiente pra que eu percebesse as mudanças.


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            Quando Potter chegou em casa, vestindo uma roupa limpa, ainda com os cabelos gotejando, eu não reprimi um sorriso, afinal, era seu rosto que eu almejava ver desde que Hermione se fora. Ele me olhou interessado e sentou-se na poltrona a frente do sofá onde eu estava esparramado.


.


-Então?


-Então? –repeti fingindo não ter entendido.


-E Hermione?


-Já foi embora há um bom tempo. Por quê?


-Eu pensei que ela fosse ficar aqui... Com você.


-Eu a desagradei.


-Como?


-Sendo um grande imbecil indeciso.


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            Sentei-me no sofá e indiquei o lugar a meu lado para Harry. Tão lentamente ele aproximou-se que eu julguei que ele não o faria.


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            No meio do caminho, ele pareceu julgar que não seria correto continuar avançando, e recuou.  Ao perceber a luta interna do garoto, despindo-me de toda a vergonha e receio, eu o fiz. De joelhos diante do rapaz sentado na poltrona, eu curvei meu corpo, tocando o abdome dele com o rosto. Harry estremeceu entrelaçando seus dedos nos meus cabelos e escorregando para o chão, permitindo que nossos braços enlaçassem um ao outro num gesto incomum de afeto e fogo recolhido.


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            Era forte como se dali fosse irromper uma briga e era intenso como o magnetismo existente entre os pólos opostos de um imã. Eu sentia os músculos das costas do garoto debaixo dos meus dedos, sentia a respiração forte e ruidosa esquentar a pele do meu pescoço, bem como sua barba rala espetar a lateral do meu rosto. E de maneira impressionante, nada disso me fazia querer rechaçá-lo.


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            Então, gradualmente, eu pude compreender Dumbledore e me apiedar de Minerva. O que era uma mulher perto da força mágica emanada pelo corpo desejoso de um homem?


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            Munido por aquela certeza, eu segurei o rosto de Harry e o beijei, mal podendo conter a minha urgência, pressionando nossos corpos, deixando nossas línguas unirem-se num movimento luxurioso sobre o qual eu não tinha controle algum. Era ele quem sugava, massageava e se afogava em minha boca.


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            De olhos fechados eu passei a mão pelo tronco dele e o puxei para cima de mim, procurando a barra inferior de sua camisa e puxando-a, desnudando as costas alvas e macias, mesmo que ainda fossem largas e musculosas.


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            Harry deitou-se sobre mim após sacar fora a sua camisa. O peito dele era bem definido pelo quadribol, apesar de magro. Não tinha pelos, assim como eu. Os mamilos eram pequenos e tinham um tom amarronzado.


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            Ele desabotoou o meu casaco e posterior mente a camisa, tocando a pele do meu peito com os dedos quentes e carinhosos, curvando-se sobre mim e descrevendo uma trilha escaldante com a língua. E quando ele capturou um dos meus mamilos com a boca eu não reprimi os gemidos que brotaram do fundo da minha garganta.


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            Quando ele parou e se aconchegou ao meu corpo com o seu, gememos em uníssono. Ficamos parados naquela posição por vários minutos, deixando que um leve torpor nos atingisse e dominasse. Percebi que dormiríamos em poucos minutos e fiquei agradecido.


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            O que vivemos até ali era o bastante pra mim, e para qualquer primeira vez.


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-Vamos para a cama? –sugeri.


-Sim, o chão não fará bem pras suas costas.


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Então ele se ergueu, recolhendo a camisa do chão e subiu. Eu o segui e intimamente esperei que Harry fosse seguir para o meu quarto, mas ele não o fez. Parado diante da porta entreaberta do quarto dele, murmurou um “Boa Noite” e se recolheu. Sem nada melhor pra fazer, o imitei.


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Naquela noite seria impensável sonhar com outra coisa. Sem preconceitos e sem medos, eu sentia a falta dele naquela cama enorme.


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