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18. Capitulo 18 – Fuga!


Fic: O Despertar das Sombras


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 18 – Fuga!


 


O silêncio ainda preenchia a sala de duelos quando Harry e Ryan se afastaram um do outro novamente, todos os alunos que estavam assistindo ao embate estavam olhando embasbacados para os dois adolescentes, primeiramente porque não esperavam ver um duelo tão magnífico como aquele e segundo porque os dois adversários pareciam ser velhos conhecidos, o que ficou bastante claro quando o corvinal exclamou.


- Porra Harry, você não sabe como eu senti sua falta cara. – disse Ryan com um sorriso enorme no rosto.


- Também é bom te ver novamente Ryan, mas nunca esperei encontrá-lo aqui em Hogwarts. – comentou o moreno com um sorriso de canto.


- Sabe como é... – disse o corvinal ficando subitamente sério ao se lembrar do motivo de ter ido para aquela escola contrariando todas as regras e ordens que recebera de seu pai e da irmandade que faziam parte.


- É, eu sei sim. – sussurrou Harry em tom frio e baixo enquanto os seus olhos escureciam levemente causando um arrepio em quem viu.


- Bem... – a voz de Sirius soou alta chamando a atenção de todos os alunos que estavam na sala de duelo e voltaram seus olhos para o professor que pigarreou levemente. – Esse realmente foi uma demonstração incrível de habilidades que o Senhor Cooper e o Senhor Potter demonstração. Vinte pontos para cada um dos senhores pela demonstração. Bem, agora vocês estão dispensados, afinal falta menos de cinco minutos para o sinal bater, então até mais.


Harry apenas sorriu internamente ao perceber o choque que todos os estudantes estavam sentindo depois de terem presenciado o que ele e Ryan podiam fazer, mesmo que esses mesmos estudantes já o tivessem visto em ação depois de ter enfrentado Isabel nos jardins do castelo, parecia que eles estavam ainda mais incrédulos do que antes, mas enquanto todos se dirigiam para as portas de entrada da sala o moreno caminhou em direção a Sirius e Lupin.


- Professor... – disse Harry em tom neutro quando se aproximou dos dois professores que estavam conversando em voz baixa, a voz do moreno fora alta o bastante para fazer com que Sirius e Lupin se virassem e olhassem par ao moreno de olhos verdes.


- Me chame apenas de Sirius quando não estivermos em aula, Harry. – disse o padrinho do moreno com um sorriso brincado nos lábios. – Deixe-me parabenizá-lo pelo excelente duelo contra o Senhor Cooper, foi realmente impressionante ver a maneira como vocês dois duelaram, foi quase tão emocionante quanto sua luta contra a Princesa Negra. Ah desculpe, deixe-me apresentá-lo a Remus Lupin, um grande amigo meu e de seu pai na época de escola...


- Muito prazer Senhor Potter. – disse Lupin com os olhos brilhando enquanto apertava a mão do garoto. – Fico realmente feliz por conhecê-lo, você já deve ter ouvido isso, mas é idêntico ao seu pai, com a exceção dos olhos que você herdou de sua mãe.


- Já me disseram isso sim. – comentou vagamente o moreno enquanto olhava de relance para Sirius. – Mas pode me chamar apenas de Harry, Professor Lupin.


- Somente se você me chamar de Remo, Harry. – comentou Lupin com um sorriso no rosto. – Também gostaria de dizer que achei impressionante suas habilidades, nem mesmo Tiago e Lílian juntos eram tão poderosos...


- Obrigado. – respondeu Harry vagamente, não estava muito a fim de falar sobre os pais naquele momento. – Bem Sirius, eu gostaria de saber se você vai estar aqui no domingo a noite ou se vai sair para algum lugar...


- Porque? – perguntou Sirius curiosamente enquanto encarava o moreno de olhos verdes, na verdade ele havia realmente pensado em ir a alguma danceteria trouxa ou bruxa no dia seguinte e pernoitar até segunda feira de manhã quando ele teria de dar aulas.


- Eu estava pensando se você não estava interessado em participar de uma pequena reuniãozinha que eu estou pretendendo fazer com alguns “amigos” no domingo a noite. – disse Harry em tom impassível e neutro.


- Reuniãozinha, é? Sei. – retrucou Sirius olhando com uma sobrancelha arqueada para o garoto sabendo muito bem que aquela era uma meia verdade. – Posso até imaginar qual vai ser o tópico dessa pequena reunião Harry.


- Está interessado? – perguntou Harry olhando intensamente para o padrinho, sabia que ele poderia ser um bom aliado dentro do circulo de professores, assim como o lobisomem parado ao lado dele, pois enquanto estivera parado em frente aos dois professores Harry estivera observando a mente de Lupin, descobrindo todos os segredos que ele por algum acaso estivesse ocultando e o moreno acabou descobrindo que ele poderia acabar sendo um poderoso aliado.


- É obvio que sim, Harry. – respondeu Sirius com um enorme sorriso na face. – Eu vou adorar participar, principalmente porque tenho a impressão de que isso será de extrema importância para o futuro.


- Se tudo der certo, vai ser muito importante sim. – concordou Harry com um aceno de cabeça antes de se virar para Lupin que estivera apenas observando curiosamente o diálogo entre afilhado e padrinho. – Naturalmente o convite se estende a você, Lupin.


- O que vamos fazer nessa reunião? – perguntou Lupin curiosamente depois de ter concordado em participar.


- Treinamento e preparação para a guerra. – respondeu o moreno em tom de voz divertido e sarcástico. – Ah, não comentem sobre isso com ninguém, principalmente com os outros professores e com Dumbledore.


- Pode deixar Harry. – disseram os dois juntos e então Harry virou de costas para ambos os professores e começou a caminhar em direção a porta de entrada da sala de aula sabendo muito bem o que encontraria do lado de fora.


Assim que atravessou as portas da sala de duelos encontrou Ryan encostado displicentemente contra uma parede do corredor, do outro lado do mesmo corredor estavam os amigos que Harry havia feito ali naquela escola e todos eles estavam encarando Ryan de maneira desconfiada, o que fez o moreno arquear uma sobrancelha.


- O que está acontecendo aqui? – perguntou Harry inquisidoramente enquanto olhava para os seis adolescentes que apenas coraram levemente.


- Seus novos amigos estão me encarando como se eu fosse algum tipo de comensal da morte extremamente perigoso, Harry. – comentou Ryan em tom sarcástico enquanto abria um sorriso de canto ao observar o desconforto dos outros adolescentes.


- Deixem disso e vamos que eu estou com fome. – exclamou Harry não querendo discutir com os amigos naquele momento.


- Desde quando você conhece o Cooper? – perguntou Rony quando eles começaram a andar pelos corredores do castelo indo em direção ao salão principal, que naquele momento deveria estar se enchendo com os alunos famintos.


- A um bom tempo. – respondeu Harry em um resmungo, sabia que Ryan estava andando praticamente ao lado dele, assim como os outros.


- Se conheceram na Irmandade Secreta? – perguntou Luna em tom baixo e longínquo fazendo o moreno sorrir discretamente.


- Sempre percebendo as coisas antes dos outros, não é mesmo Luna? – perguntou Ryan em tom displicente.


- Não provoque Ryan. – resmungou Harry não querendo que uma briga acontecesse entre eles naquele momento, principalmente porque os planos dele estavam indo melhor do que havia imaginado. – E sim Luna, nós nos conhecemos da irmandade.


- Então ele também faz parte dela? – perguntou Hermione olhando um pouco surpresa para o garoto da corvinal.


- Sim, a família do Ryan é uma das mais antigas dentro da sociedade. – respondeu Harry vagamente e em um tom que encerrava o assunto, afinal não pretendia ficar passando aquele tipo de dados par aos outros dessa maneira.


- Mas o que ele está fazendo aqui em Hogwarts? – perguntou Hermione novamente enquanto olhava duvidosa para o corvinal.


- Isso eu apenas posso imaginar. – respondeu Harry olhando de relance para o amigo que havia ficado com o semblante impassível.


- Você já sabe porque eu estou aqui, Harry. – disse o corvinal com a voz fria enquanto encarava o caminho a sua frente.


- Acho que você veio aqui em busca de vingança, Ryan. – comentou o moreno em tom direto e simples, Harry percebeu a reação de surpresa que os outros tiveram a essa mera menção. – Apenas não entendi porque ainda não fez nada.


- Estava esperando você vir para cá. – respondeu o corvinal para surpresa inclusive do moreno de olhos verdes que virou a cabeça de lado para olhar para o amigo.


- Porque? – perguntou simplesmente o moreno enquanto olhava com os olhos entrecerrados para o amigo.


- Eu sei que você sempre quis acabar com a raça da pessoa que tinha te condenado a viver com seus tios, por isso quando eu descobri que o velhote do Dumbledore tinha te mandado para lá, eu resolvi deixá-lo para você. – respondeu Ryan friamente enquanto continuava olhando para frente, mas então o corvinal virou-se para o amigo e o encarou nos olhos antes de voltar a falar. – Mas você deve saber que eu quero torturá-lo muito antes de você o matar, quero fazer ele sentir tanta dor que ele vai implorar pela morte, ele vai se arrepender por ter feito o que fez com Sophia, quero fazer aquele velho maldito berrar de dor...


- Quanto a isso você não precisa se preocupar Ryan, Alvo Dumbledore vai pagar por todo o mal que cometeu contra nós, é uma pena que não vamos poder fazer isso logo, vamos precisar esperar algum tempo antes de acabar com ele. – comentou Harry encarando o amigo de volta, podia sentir a dor que ele deveria ter sentido quando soubera da morte de Sophia, eles três sempre haviam sido bastante unidos, mas Ryan era o que mais gostava da garota, diferente de Harry que a considerava quase como uma irmã, o corvinal era apaixonado por Sophia e era inclusive correspondido por ela e ao contrário de Ryan, Harry não estava naquele mundo quando a garota havia morrido, ficara sabendo do acontecido através de um dos demônios que ele havia feito amizade no mundo dos mortos, o mesmo demônio que sempre o mantivera informado sobre o que estava acontecendo na guerra bruxa, principalmente as mortes.


- Porque teremos de esperar tanto tempo? – perguntou Ryan em um tom levemente contrariado sabendo muito bem que com aquilo o moreno queria dizer que teriam de esperar pelo menos por um ano ou mais.


- Porque se o matássemos agora iremos acabar causando pânico na sociedade bruxa, o que serviria apenas como um incentivo ainda maior para Voldemort. – respondeu Harry calmamente sabendo que ele próprio teria de se segurar muito para não matar o velhote. – Não sei porque os bruxos acham que o velhote é a única salvação deles, mas mesmo querendo muito matar ele logo e acabar com essa guerra de uma vez, eu sei que nada é tão simples quanto parece, por isso você terá de ter um pouco de paciência Ryan.


- Bem, já tive de agüentar ver aquele bastardo por quatro anos e não avançar em cima dele, um pouco de tempo a mais não vai fazer muita diferença. – retrucou Ryan com a voz completamente contrariada no momento em que eles atravessaram as portas do salão principal e da maneira que os estudantes estavam cochichando e pelos olhares que eles estavam recebendo a história do duelo entre Ryan e Harry já deveria ter se espalhado por toda a escola.


Os amigos de Harry que estavam acompanhando os dois em silêncio haviam ficado chocados ao ouvirem a conversa entre os dois, sabiam que o moreno de olhos verdes queria muito matar Dumbledore somente não imaginavam que o moreno da corvinal que eles estavam acostumados a ver na escola sorrindo para as garotas também estivesse querendo arrancar alguns pedaços do diretor de Hogwarts.


No interior do salão principal o grupo de oito adolescentes dividiu-se sob os olhares de todos os outros estudantes de Hogwarts que pareciam estar observando cada passo que eles estavam dando, Ryan dirigiu-se para a mesa da corvinal enquanto Draco separava-se do grupo e ia para a mesa das serpentes onde recebeu olhares raivosos como nos dias anteriores, já os outros seis encaminharam-se até a mesa da grifinória, com Luna sentando-se ao lado de Gina.


- Eu acho que já disse que odeio esses olhares, não é mesmo? – questionou Hermione em um tom de resmungo depois de alguns minutos em que o grupo havia ficado em completo silêncio conforme se serviam de frango e outras coisas suculentas que os elfos domésticos haviam preparado para os estudantes aquele dia.


- Uma ou duas vezes. – retrucou Harry em tom divertido enquanto olhava para a monitora chefe com ironia.


Naquele momento os estudantes já haviam voltado a se concentrarem em suas próprias refeições, embora muitos desses mesmos alunos ainda estivessem encarando a mesa da grifinória com o canto dos olhos, mas o moreno não estava ligando muito para essa atenção, pois ele estava mais preocupado em ficar alerta quanto a mesa dos professores onde Alvo Dumbledore estava conversando em voz baixa com os outros professores, eles pareciam estar confabulando sobre alguma coisa e em dado momento o moreno percebeu uma discreta olhadela do diretor para ele e depois para Ryan na mesa da corvinal, o olhar pensativo de Dumbledore fez Harry suspeitar que ele estivesse tramando alguma coisa que os envolvesse.


Durante o restante da refeição os adolescentes ignoraram a conversa que havia acontecido entre Ryan e Harry, eles ficaram conversando sobre as banalidades que os estudantes normalmente conversavam enquanto Harry encontrava-se completamente silencioso, ele gostaria muito de ter tido uma vida despreocupada como todos aqueles adolescentes normais que se divertiam apenas jogando quadribol e conversando sobre garotas, mas a vida dele fora um verdadeiro inferno desde o momento em que seus pais haviam sido assassinados por Voldemort quando ele tinha pouco mais do que um ano de nascimento no dia das bruxas.


Ele fora brutalmente treinado como um verdadeiro soldado e iria ser aquilo para o resto de sua vida, não importando o que acontecesse ou o que ele fizesse, Harry seria sempre daquela maneira, ele era um verdadeiro assassino e aquilo estava impregnado em suas atitudes e em sua natureza, era daquela maneira que ele era e sabia que dificilmente haveria pessoas fora da irmandade que entenderiam aquela maneira de ser, talvez com o tempo eles pudessem pelo menos entender, pois a guerra estava batendo na porta de todos e era apenas uma questão de tempo até que as mortes começassem a atingir os alunos dentro daquele castelo, pois nenhum lugar era seguro, nada era totalmente invulnerável a ataques, nem mesmo Hogwarts.


- Vamos Harry? – a voz preocupada de Hermione despertou o moreno de olhos verdes de sua reflexão, quando ele ergueu a cabeça pode perceber que todos os outros estavam já de pé apenas esperando que ele os seguisse, olhando ao seu redor o moreno percebeu que muitos dos estudantes já haviam saído do salão principal e estavam se encaminhando para suas respectivas aulas. – Vocês precisam ir para a aula de Adivinhação e eu vou para a de Aritimancia.


- É claro. – disse Harry se levantando e acompanhando os amigos em direção a saída do salão principal, quando passou próximo a mesa da corvinal o moreno encarou Ryan diretamente nos olhos, o garoto devolveu o olhar enquanto Harry transmitia um recado mentalmente para o amigo que assentiu afirmativamente de maneira quase imperceptível.


Hermione se separou do grupo logo no primeiro corredor, a monitora se despediu dos amigos e encaminhou-se para a sala onde ela teria aula de Aritmiancia, logo depois Gina e Luna pegaram outro corredor para irem para a aula de poções que ela dividiam nas masmorras, enquanto os outros três seguiam diretamente para a Torre Norte onde ficava a sala de adivinhação, onde Sibila Trelawney dava aula para eles. Em poucos minutos os três garotos chegaram a sala da morcega velha como a professora era chamada pelos estudantes, em seguida eles subiram as escadas que davam a sala de aula que ficava em uma espécie de sótão no teto, quando adentraram a sala já havia alguns alunos confortavelmente sentados apenas esperando que a professora iniciasse a aula de adivinhação daquela tarde, embora muitos alunos estivessem mais preocupados em que a aula acabasse logo, nesse caso encaixavam-se Rony e Neville.


- Boa tarde meus queridos. – a voz de Trelawney soou etérea como sempre acontecia cada vez que ela iniciava uma aula, naquele momento todos os alunos já haviam chegado e se acomodado nas mesas que encontravam-se espalhadas pela sala de aula. – Hoje iniciaremos um ramo de adivinhação que todos vocês já devem ter ouvido falar. A arte da leitura das Cartas de Taro. Quem de vocês poderia me dizer o que é isso?


- Leitura de cartas, professora? – meio que indagou um sonserino que estava sentado ao fundo da sala causando um acesso de riso na maioria dos estudantes.


- Não zombe Senhor Zabini, as cartas de tarô podem ser muito poderosas e traiçoeiras ao mesmo tempo. Então alguém poderia explicar a classe o que elas são? – como ninguém da turma levantou realmente a mão Sibila olhou para um aluno que ela tinha certeza que sabia a resposta. – Senhor Potter, poderia fazer o favor?


- Tudo bem. – disse Harry exalando um suspiro resignado antes de se lembrar o que ele sabia sobre aquele ramo em especifico da magia. – Embora o aspecto surpreendente e as imagens misteriosas das cartas de tarô possam dar a impressão de que foram criadas para ler a sorte, na verdade eram, originalmente, apenas um bonito baralho de cartas de jogar. Criadas no século XV, eram usadas para um jogo popular chamado tarrochi (de onde veio o nome tarô), um parente distante do moderno jogo de bridge. As figuras coloridas, estampadas nas cartas, com representações de personagens e de situações tão variadas como o Eremita, o Trapaceiro, o Enforcado, a Carruagem, a Sacerdotisa e o Castelo, sugerem que as cartas também podem ter sido usadas para contar histórias. As cartas de tarô foram associadas à adivinhação na década de 1770, depois que um francês chamado Antoine Court de Gebelin inventou uma teoria muito sofisticada, e completamente errada, sobre a origem e o significado delas. De Gebelin acreditava que as cartas de tarô tinham sido criadas no antigo Egito e eram uma fonte de uma sabedoria secreta. Embora, mais tarde, tenha sido desmentida toda e qualquer ligação com o antigo Egito, essa teoria fantasiosa atraiu uma atenção renovada para o tarô. Em 1785, um cartomante profissional chamado Jean-Baptiste Alliette foi autor do primeiro manual completo para ler a sorte por meio das cartas de tarô. Criou também um baralho original, desenhado por ele mesmo, e estabeleceu um significado específico para cada carta. Alliette ensinou seu método a mais de 150 alunos e ajudou a dar a arrancada inicial que levaria o tarô a tornar-se um dos sistemas de adivinhação mais conhecidos no mundo.


- Muito bom, Senhor Potter. – exclamou Sibila em um tom falsamente jovial enquanto encarava a turma. – Quinze pontos para a grifinória. O Tarô ou tarot, como também é conhecido, é o mais antigo e tradicional jogo de cartas divinatório, capaz de gerar um complexo entrelaçamento de significados esotéricos e simbólicos, cuja sabedoria remonta sua origem aos antigos egípcios. No inicio do século XIV teria se unido ao jogo de cartas espanhol e, em Veneza, a uma espécie de enciclopédia figurativa com imagens destinadas ao ensino da juventude. Em Marselha, na França, o jogo de Tarô firmou-se com a composição atualmente conhecida, permanecendo até os dias atuais como um poderoso instrumento para o auto-conhecimento. O baralho do Tarô possui 22 Arcanos Maiores como são chamados as cartas principais. A tarefa de vocês de hoje será identificar essas vinte e duas cartas, peguem seus livros de adivinhação e abram na página trinta e cinco, quero que olhem cada uma das figuras e as descrevam em um pergaminho para me entregarem no final da aula. Vocês podem fazer o trabalho juntos, mas cada um de vocês terá de me entregar um pergaminho em separado. Vamos lá, meus queridos.


A aula toda de adivinhação girou naquele exercício que era ao mesmo tempo interessante e completamente banal, enquanto fazia o que a professora pedira em completo silêncio o moreno ouvia os murmúrios dos estudantes quando viam as cartas da Morte ou do Louco, que era a cartas que indicava o princípio ou o final da seqüência.


Assim que saíram da aula de adivinhação Harry acompanhado de Rony e Neville dirigiram-se para a sala da professora de transfiguração, Minerva McGonagall. Os garotos encontraram Hermione no corredor próximo a sala e seguiram juntos até a sala de aula, onde já se encontravam a maioria dos outros estudantes.


- Que bom que já estão todos por aqui, hoje iniciaremos um assunto que creio todos irão gostar de estudar. – disse McGonagall no momento em que adentrou a porta da sala de aula e a fechou logo atrás de si mesma. – A alquimia e suas propriedades.


Muitos dos alunos começaram a cochichar entre si, afinal todos eles sabiam muito bem que uma pedra filosofal estivera escondida em Hogwarts alguns anos antes, aquele também era um assunto interessante para eles devido ao fato de Nicholas Flamel ser o bruxo mais velho que já se tinha conhecimento e ele utilizava uma pedra filosofal produzida através de um processo complicado da alquimia.


- Durante séculos, a lendária substância mágica conhecida como Pedra Filosofal, ou como também é chamada, a “Pedra do Bruxo”, incorporou dois dos maiores sonhos da espécie humana: vida eterna e riqueza infinita. Como todos vocês sabem, Lord Voldemort acabou roubando a Pedra Filosofal que estava escondida em Hogwarts a seis anos atrás e a utilizou para recuperar sua força e então voltou a espalhar a magia negra pelo nosso mundo. – Disse McGonagall em tom firme enquanto olhava para as expressões mais do que interessadas dos alunos do sétimo ano, mas percebeu que um certo moreno de olhos verdes olhava para ela, embora não pudesse dizer se ele estava ou não prestando a atenção em sua explicação. - Inúmeros outros bruxos buscaram uma Pedra Filosofal para poderem fazer ouro ou para fabricarem o Elixir da Vida, uma poção que tornaria imortal quem a tomasse. Senhorita Granger, poderia nos explicar o que sabe sobre isso?


- A alquimia é considerado um trabalho de busca extremamente árduo ao longo do qual muitas coisas poderiam dar errado. Os alquimistas do século XVI sempre pareceram mais atarantados que iluminados. A lenda da Pedra Filosofal surgiu com a alquimia, uma arte antiga fundada em Alexandria, Egito, por volta do século I, que se dedicava a transformar metais comuns em prata ou ouro. Seus criadores imaginaram a alquimia, que vem do grego kemeia, que significa “transmutação”, como um processo científico que utilizava fornalhas, substâncias químicas e instrumentos de laboratório. Dentro disso entravam, chumbo, estanho e mercúrio, entre outros metais para que, depois de uma série de operações secretas, saísse ouro. O fato de isso ser impossível, afinal as leis da física naquela época eram as mesmas de hoje, não impedia que os primeiros alquimistas acreditassem ter obtido sucesso. Eles eram, na verdade, especialistas em colorir metais e em produzir ligas que se pareciam com ouro, continham um pouco de ouro e, pelo visto, passavam por ouro puro. – Explicou Hermione usando o seu habitual tom de voz professoral que fez muitos dos alunos revirarem os olhos completamente entediados, mesmo que estivessem prestando bastante atenção a Monitora-Chefe da Grifinória, afinal se havia alguém que pudesse saber algo correto sobre a alquimia que não fosse algum professor, esse alguém era Hermione. Harry observou aquilo e apenas deixou um sorriso de canto escapar por seus lábios. - Nos séculos que se seguiram, o conhecimento da alquimia foi preservado e desenvolvido no mundo árabe, e acabou chegando à Europa medieval por volta de 1200, quando os trabalhos dos alquimistas árabes foram traduzidos para o latim. Esses manuscritos, repletos de fórmulas complexas e descrições de instrumentos de laboratório até então desconhecidos, surgiram como uma revelação para os estudiosos e eclesiásticos que tiveram o privilégio de os leram. Ao que parece, uma forma de produzir uma riqueza fabulosa já existia há mais de mil anos e as mentes mais brilhantes da Europa não sabiam nada a seu respeito. Agora, contudo, aparentemente o método havia sido encontrado. A atração da alquimia era irresistível. No final do século XIV ela já brotava por toda a Europa Ocidental. A maioria das pessoas já tinha ouvido falar dela e havia centenas, se não milhares, de praticantes. Uma nova idéia havia surgido.


- O livro ambulante. – um garoto da lufa-lufa sussurrou em tom debochado no canto direito da sala, o garoto falado com o colega ao lado, mas o sussurro foi ouvido por todos os outros alunos, inclusive pela professora.


- Menos dez pontos para a Lufa-Lufa, Senhor Smith. – disse McGonagall em tom ríspido enquanto olhava de maneira repreensiva para o garoto que se encolheu levemente sabendo que a professora de transfiguração não era uma pessoa muito maleável e dócil quando se encontrava brava. – Pode continuar Senhorita Granger...


- Em vez de tentar transformar metais inferiores diretamente em ouro, como os primeiros alquimistas faziam, os alquimistas da Idade Média, como Nicholas Flamel, resolveram tentar produzir uma nova substância, uma espécie de catalisador extremamente poderoso que, quando adicionado a metais comuns, desencadeava sua transmutação em ouro. Essa nova substância ficou conhecida como a Pedra Filosofal. À medida que aumentavam as lendas sobre ela, também aumentava seu poder, ela passou a ser capaz de curar doenças e de prolongar a vida indefinidamente. Apesar de a Pedra Filosofal ser, de acordo com algumas definições, uma substância mágica, algumas pessoas acreditam que ela tenha origens inteiramente naturais e, por isso, em teoria, poderia ser fabricada por qualquer pessoa. Mas isso não significa que seja fácil fabricá-la. Os manuscritos com as instruções dos alquimistas eram difíceis de encontrar e ainda mais difíceis de entender. Não só estavam escritos em latim, que apenas o clero e as pessoas cultas eram capazes de ler, como também para impedir que os segredos sobre transmutação caíssem nas mãos erradas, os antigos escritores alquímicos escreviam de forma deliberadamente obscura, que mais parecia um código secreto. Por exemplo, em vez de usar o termo comum aqua-regia para a mistura de ácidos nítrico e clorídrico, os alquimistas utilizavam “O Dragão Verde”. O chumbo era conhecido como “O Corvo Negro”. Uma vez terminado o processo de decifrar esses documentos, era preciso obter fornalhas, metais, substâncias químicas e vidrarias para poder montar um laboratório alquímico. Era necessária também, é claro, paciência para passar meses ou até mesmo anos em busca dessa Pedra que era tão difícil de encontrar. Apesar disso, muitos alquimistas estavam prontos a devotar grande parte de suas vidas a essa tarefa. – Nesse momento Hermione precisou fazer uma pequena pausa para poder respirar fundo, pois sua garganta encontrava-se levemente seca. - A alquimia era vista como uma busca tanto espiritual quanto material, e muitos alquimistas acreditavam que, contanto que permanecessem concentrados em seu trabalho, também eles se transformariam em “ouro”, tornando-se um “ser superior”.


- Até aí está bom Senhorita Granger. – disse McGonagall sorrindo satisfeita para a monitora chefe, havia percebido que a voz da garota havia ficado levemente rouca enquanto explicava para a turma. – Vinte pontos para a grifinória. Senhor Potter, sabe algo que possa complementar a explicação da Senhorita Granger.


- Sim professora. Com a crença na Pedra Filosofal tão difundida, era de se esperar que vigaristas atrevidos criassem uma variedade de esquemas do tipo “fique rico rápido” para roubar as economias dos alquimistas novatos. Esses tratantes usavam dispositivos mecânicos e truques de prestidigitação para fazer parecer que estavam transformando mercúrio em ouro. Depois vendiam as pedras que supostamente tinham causado a transformação e, às vezes, também os equipamentos do laboratório e as substâncias químicas, para o ingênuo comprador. Ao mesmo tempo, tanto os vigaristas quanto os alquimistas de verdade corriam grande perigo ao afirmar que possuíam a pedra, pois podiam se tornar vítimas de ladrões. Por esta razão, a maioria dos alquimistas agia em completo segredo. – disse Harry em tom calmo e neutro enquanto encarava o livro que se encontrava em cima de sua carteira, havia continuado a explicação mais ou menos de onde Hermione havia parado. – Diferentemente do que aconteceu para os bruxos, a alquimia para os trouxas continuou sendo um empreendimento sério até o final do século XVII, quando suas teorias foram substituídas pelas teorias mais fundamentadas da química moderna. Os trouxas inclusive acreditam que os alquimistas nunca tenham percebido que seus objetivos eram impossíveis e que os alquimistas acabaram descobrindo muitas substâncias químicas úteis para a ciência e a medicina. Tudo o que os trouxas aproveitaram dos alquimistas antigos foram as invenções técnicas de laboratório básicas e os projetos de quase todos os instrumentos químicos usados pelos cientistas.


- Algo mais Senhor Potter?  -perguntou McGonagall com um cenho franzido estranhando a maneira como o moreno havia se dirigido ao explicar sobre os químicos trouxas, aquilo era algo que ela não sabia muito mais do que os outros bruxos.


- De acordo com as teorias dos primeiros filósofos gregos, as quais eram bastante difundidas até o surgimento da alquimia moderna, tudo no mundo físico é composto por uma substância essencial chamada de “substância primeira”. A substância primeira podia apresentar diferentes particularidades e características, mas, no fundo, havia apenas uma “coisa” básica. – voltou a dizer Harry dessa vez olhando diretamente para o rosto da professora enquanto cuidava o que iria dizer, afinal ele tinha um vasto conhecimento sobre alquimia, mas pretendia resumir bastante o que sabia. - Além disso, acreditava-se que todas as substâncias tinham vida. Metais e minerais, assim como plantas e animais, continham um “espírito universal”, ou força motriz, que os antigos filósofos chamavam de pneuma do grego “respiração ou vento”. Levando-se em consideração essa compreensão do mundo físico e mágico, os alquimistas não viam motivo pelo qual não pudessem pegar metais comuns, como ferro ou estanho, reduzi-los à condição de substância primeira derretendo-os em fornalhas e tratando-os com ácidos e reagentes, e depois fazer a substância primeira se reconstituir sob a forma de ouro. Os alquimistas da Grécia e Egito antigos acreditavam que a transformação era desencadeada ao adicionar uma pequena quantidade de ouro de verdade à mistura, na qual ele agiria como uma semente e, estando vivo, tornava-se uma quantidade maior de ouro, usando a substância primeira como nutriente. Os alquimistas medievais, por outro lado, acreditavam que conforme aqueciam suas misturas, a pneuma contida nelas era liberada sob a forma de um gás que, junto com outros vapores, podia ser capturado em destiladores e convertido para a forma líquida. Purificando e destilando esse líquido centenas de vezes, até mesmo durante anos, os principais alquimistas acreditavam que, no fim, acabariam com uma essência de pneuma extraordinariamente poderosa, pura e concentrada. Essa era a célebre Pedra Filosofal. Quando adicionada à substância primeira, ela fazia, pelo menos em teoria, a substância se transformar em sua forma mais perfeita, o ouro. Consumida sob a forma de elixir, sendo a essência da força motriz, ela curaria qualquer doença e levaria à vida eterna. Mas com as descobertas também vieram as falsificações da Pedra Filosofal. Uma demonstração clara de criação de ouro era a melhor forma que os alquimistas tinham de provar que possuíam um exemplar genuíno da Pedra Filosofal. Muitas falsificações engenhosas foram projetadas com esse propósito, mas o método mais convincente permitia que o futuro comprador realmente visse a transmutação acontecendo. Isto não era tão difícil quanto pode nos parecer. Uma demonstração que impressionava bastante, sem dúvida encenada em algum laboratório provisório e distante, funcionava assim: O falso alquimista despejava uma pequena quantidade de mercúrio em um cadinho (uma tigela usada para derreter metais) que era aquecido em uma fornalha. Com um floreio dramático, ele mostrava, então, um pequeno tubo de pó vermelho, que era a suposta Pedra Filosofal. Adicionando uma pequena pitada ao mercúrio, do tamanho de uma cabeça de alfinete, ele mexia a mistura e continuava aquecendo-a. Enquanto muitos processos alquímicos levavam semanas ou meses para se completar, esse levava apenas alguns minutos. Logo era possível ver o mercúrio mudando de cor, do prateado para o dourado. Quando era retirada do fogo e deixada para esfriar, a mistura se solidificava sob a forma de uma pepita. O surpreendente é que qualquer pessoa perita no assunto diria que a nova substância não era só parecida com ouro, era ouro! O segredo dessa aparente transmutação envolvia uma combinação engenhosa de química com enganação. A química estava no fato de o mercúrio ter um ponto de ebulição muito mais baixo que o ouro. O fingimento estava na vareta, aparentemente inocente, usada para misturar os ingredientes. Apesar de parecer um pedaço sólido de metal preto, ela era, na verdade, um tubo dentro do qual o vigarista havia colocado previamente uma pequena quantidade de ouro em pó. Uma tampa de cera escura lacrava a abertura da vareta e mantinha o ouro no lugar. Enquanto o mercúrio era aquecido e mexido, a cera ia derretendo, deixando o ouro escorrer devagar para dentro do cadinho, onde se misturava ao mercúrio. A medida que o calor aumentava, o mercúrio evaporava no interior da fornalha, deixando para trás o ouro e, talvez, um vestígio da “Pedra Filosofal”, que podia ser apenas um pedaço de giz colorido. A Pedra Filosofal era, então, vendida a um preço bastante alto, e o falso alquimista fugia da cidade. O único alquimista que se tem notícia de que realmente fabricou uma pedra filosofal é Nicholas Flamel, o antigo bruxo fez um estudo antigo sobre a alquimia baseando-se apenas na produção da Pedra Filosofal, que é no geral, uma substancia lendária que possui poderes fantásticos. A única pedra que realmente existiu pertenceu a esse alquimista que é um amante de opera, Flameu inclusive comemorou o seu sexcentésimo sexagésimo nono no ano passado, atualmente ele mora em Devon levando uma vida bastante tranqüila com sua esposa, Perenelle que também tem cerca de seiscentos e sessenta e quatro anos.


- Excelente Senhor Potter, vinte pontos para a grifinória pela maravilhosa explicação. – disse McGonagall bastante sorridente naquele momento, mas o moreno pode ouvir um claro murmúrio do mesmo aluno da lufa-lufa que havia zombado do conhecimento de Hermione, ele havia reclamado em voz baixa par ao amigo de que havia outro cdf na escola, mas o moreno resolveu simplesmente ignorar o que o garoto havia dito e voltou a continuar prestando atenção na aula, embora seus pensamentos estivessem longe daquele momento.


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O sábado amanheceu com o tempo praticamente fechado, o inverno se aproximava cada vez mais e o vento naquele dia estava gelado, era um dia para quem gostava de ficar na cama, principalmente por ser um dia em que os estudantes de Hogwarts não tinham aula e podiam aproveitar para descansarem até mais tarde.


As dez horas da manhã muito poucos alunos já se encontravam no salão principal de Hogwarts tomando o café da manhã, a maioria dos outros estudantes estavam em seus salões comunais aproveitando o aconchego do ambiente e o calor das lareiras, embora houvessem algumas outras exceções.


Um grupo de alunos estavam naquele momento enfurnados dentro da biblioteca pesquisando sobre a vida de Lorde Voldemort, eles não haviam conseguido fazer grandes progressos depois que o Lorde Negro havia saído de Hogwarts, os passos dele desapareciam como se fossem folhas ao vento e os cinco adolescentes estavam começando a ficarem perturbados por causa disso, por isso estavam tão cedo dentro da biblioteca, eles estavam tentando encontrar algo que haviam deixado escapar nos jornais mais antigos, pois tinha um espaço de praticamente quarenta anos que estava incógnito para eles naquele momento.


Esses mesmos adolescentes já haviam completado a pesquisa que Harry Potter pedira a eles sobre a Lendária Câmara Secreta, embora não houvesse muito mais do que boatos envolvendo o tão temido local.


Já Harry Potter, este estava dentro da sala precisa pesquisando em alguns livros que era extremamente raros e de difícil acesso no mundo bruxo, livros que apenas uma sala mágica e antiga poderia fornecer, como não era tolo o moreno de olhos verdes havia executado um pequeno encantamento ao redor do aposento impedindo que qualquer outra pessoa tivesse acesso ao interior da mesma sem que ele próprio permitisse.


Enquanto todos os outros alunos estavam bastante ocupados se aquecendo em seus salões comunais e tomando o café ou fazendo pesquisas, os professores estavam corrigindo trabalhos e deveres que os alunos haviam entregado durante aquela semana.


Mas Alvo Dumbledore estava sentado confortavelmente em sua sala esperando a chegada de Nathan, o Caçador de Recompensas que ele havia contratado para descobrir a verdadeira identidade do assassino Hades, além de fazer uma extensa pesquisa sobre a vida de Harry Potter, Dumbledore queria que Nathan descobrisse qualquer coisa que pudesse ajudá-lo a chantagear e ameaçar Harry Potter, pois precisava ter o garoto sob controle, inclusive pretendia descobrir a extensão do poder dele durante a próxima semana.


Dumbledore estava recostado contra sua cadeira em frente a sua mesa dentro de seu escritório, havia acordado bem cedo durante aquele dia e permanecera pensativo desde esse instante, sabia que Nathan poderia chegar a qualquer momento, e enquanto esperava o diretor lembrou-se subitamente do dia em que entrara em contato com o Caçador de Recompensas.


Flashback.


Alvo Dumbledore apareceu com um estalo seco em frente a uma casa trouxa no norte de Liverpool, a casa era de apenas um andar e totalmente branca, havia um pequeno jardim na frente e uma cerca também branca rodeava o terreno da casa, o bairro era completamente calmo e tranqüilo, sendo inclusive um local onde em sua maioria os moradores eram trouxas, praticamente nenhum bruxo morava naquele local, exatamente o motivo para o bruxo que o diretor de Hogwarts estava indo visitar ter escolhido aquela região para estabelecer uma casa.


O diretor de Hogwarts olhou com uma leve careta para a região em que se encontrava, era noite naquele momento e por isso ele não corria nenhum risco de acabar sendo avistado por algum trouxa desavisado, afinal nenhum morador que se prezasse ficaria acordado até as duas horas da manhã em tempos como aquele, onde acidentes estranhos estavam acontecendo pelo mundo, o que incluía mortes misteriosa e ataques terroristas, pelo menos eram essas as coisas que os jornais trouxas estavam registrando nos últimos tempos.


Dumbledore atravessou o pequeno portão da casa onde o Caçador de Recompensas morava e adentrou o terreno passando pelo piso de cascalho que era rodeado por diversas plantas diferentes que o diretor reconheceu como sendo todas trouxas, não havia nada no exterior daquele local que indicasse que um bruxo estava morando por ali.


Quando chegou em frente a porta branca Dumbledore exalou um leve suspiro sabendo muito bem o mau gênio que teria de enfrentar para conseguir que Nathan fizesse o serviço para ele, afinal o Caçador de Recompensas era o melhor e tinha poder e influencia suficiente para negar qualquer serviço que ele não estivesse querendo fazer.


Em seguida o diretor ergueu a mão e bateu calmamente três vezes na porta, o som da batida soando no interior da casa, o diretor ouviu o barulho de alguém andando no interior da casa como se não tivesse nenhuma pressa e um minuto depois a porta a sua frente abriu-se revelando a figura alta e entroncada de um homem.


Nathan Scott era um homem bastante corpulento e de um porte físico que poderia deixar muitos esportistas e atletas com inveja, ele era ruivo e tinha os cabelos curtos cortados em um estilo militar, os ombros dele eram largos e havia músculos proeminentes que eram possíveis de se ver através da camisa de seda vermelha que ele estava usando naquele momento, os olhos era de um tom acinzentado mais escuro e quando olharam para a pessoa que estava parada em frente a sua porta os olhos do Caçador de Recompensas adquiriu um tom de cinza ainda mais forte e escuro do que o habitual, o que não era um bom sinal.


- O que quer, Dumbledore? – perguntou Nathan em um tom feroz enquanto olhava para o homem que ele desejava nunca mais ver em sua vida.


- Não vai nem mesmo me convidar para entrar, Nathan? – perguntou Dumbledore sorrindo e tentando parecer amigável, afinal não estava nem um pouco a fim de atrair a ira daquele bruxo para ele, Nathan como aliado era muito produtivo, mas se você para ter ele como um inimigo as coisas ficavam ainda piores.


- Que falta de educação a minha. – exclamou Nathan em tom sarcástico enquanto se afastava da porta liberando o caminho para que o diretor pudesse entrar, assim que o velhote estava dentro da casa o Caçador de Recompensas fechou a porta com um pouco mais de força do que o necessário. – Aceita beber algo, Dumbledore?


- Aceitaria um Bourbon se você tiver. – disse Dumbledore em tom calmo enquanto adentrava a sala de estar, Nathan arqueou uma sobrancelha ao pedido do diretor, mas não disse uma palavra enquanto se dirigia para o pequeno bar improvisado no interior da sala e abria duas portinholas e pegava duas garrafas de bebida, em seguida Nathan serviu um Whisky Jhonny Walker para ele próprio enquanto servia um copo de Bourbon para o diretor de Hogwarts.


- Então, a que eu devo a honra de ter uma visita do diretor de Hogwarts, o Todo Poderoso Alvo Dumbledore? – questionou Nathan sarcasticamente enquanto olhava desdenhosamente para o velho bruxo a sua frente, fazia mais de um ano desde a última vez em que o Caçador havia visto o diretor. – Não me diga que veio aqui novamente para tentar me convencer a fazer parte daquela Ordem da Fênix patética que você criou?


- Não Nathan, o assunto que me traz aqui é outro. – respondeu Dumbledore fazendo uma leve careta enquanto se lembrava do dia em que o Caçador de Recompensas havia recusado sua oferta de fazer parte da ordem, afinal com Nathan dentro da Ordem da Fênix o diretor poderia muito bem utilizar os serviços dele sem se preocupar em precisar pagar por eles. – Eu vim aqui hoje, porque tenho um serviço para você.


- Ah, é mesmo? – perguntou Nathan arqueando uma das sobrancelhas, afinal não eram muitas as coisas que o diretor de Hogwarts não podia ter, ele era uma pessoa famosa dentro do Ministério da Magia e tinha o apoio irrestrito do Ministro da Magia e de uma outra centena de bruxos. – E o que poderia ser tão importante para trazer você até aqui?


- Quero que você investigue duas pessoas para mim. – disse Dumbledore calmamente enquanto ignorava propositalmente a ironia nas palavras do Caçador de Recompensas, principalmente porque precisava dele.


- E quem seriam? – perguntou Nathan levemente interessado em quem poderia estar dando algum trabalho para Dumbledore descobrir quem era.


- Harry Potter e o assassino chamado Hades. – respondeu Dumbledore olhando diretamente para Nathan para ver se o Caçador de Recompensas esboçava alguma reação, mas teve sua atenção frustrada ao observar o rosto inexpressivo do mesmo. – Quero saber quem é realmente esse Hades, quero que descubra os podres de Harry Potter, preciso de um ponto fraco onde eu possa chantageá-lo e controlá-lo.


Nathan não havia demonstrado nem um pingo de emoção no rosto quando Dumbledore mencionou o nome das duas pessoas que o diretor estava querendo que ele investigasse, mas por dentro tremeu levemente.


Quanto a Harry Potter, realmente não sabia muita coisa sobre ele além da história do garoto que estava publicada em centenas de livros e o que havia saído ultimamente no Profeta Diário, principalmente sobre o que ele havia feito naquele ataque ao povoado de Hogsmeade, afinal não era qualquer bruxo que matava tantos comensais da morte e mal saía arranhado, mas principalmente tinha o fato de que ele aparentemente tinha lutado contra e vencido a tão terrível e temida Princesa Negra, uma serva de Voldemort que todos os bruxos do “bem” estavam tremendo de medo de acabar encontrando pelo caminho, pois diziam que ela era tão mortal quanto o próprio Lorde das Trevas e que gostava muito de torturar as pessoas que matava.


Realmente ficara surpreso pelo fato do diretor estar tão interessado em descobrir algo sobre o garoto Potter, o que queria dizer que ele não deveria estar sendo muito cooperativo com o diretor de Hogwarts, somente esse fato já fez com que Nathan quisesse conhecer o tão falado e conhecido Menino-Que-Sobreviveu.


Mas o Caçador de Recompensas se concentrou mais na outra pessoa que Dumbledore estava querendo que ele pesquisasse e apenas a mera menção daquele nome Nathan sentiu um arrepio de medo e pavor adentrando em seu ser. Cada célula de seu corpo dizia claramente para ele negar o serviço rapidamente e mandar Dumbledore embora imediatamente.


Hades. O nome dançou no interior da mente de Nathan como se fosse uma sentença de morte. Como Dumbledore não circulava pelos lados mais escuros do mundo tanto da magia como trouxa, o diretor não tinha nem idéia de com quem ele estava querendo se meter, ninguém tentava descobrir a identidade daquele assassino sem acabar dentro da cova.


Até mesmo nos círculos sombrios e nas sociedades de criminosos o nome Hades era meramente sussurrado, os criminosos mais perigosos do mundo trouxa nem mesmo ousavam pronunciar aquele nome, pois todos eles conheciam a fama do assassino mais temido do mundo, tanto no mundo da magia como no trouxa.


- Então, o que me diz Nathan? – a voz do diretor de Hogwarts retirou o Caçador de Recompensas de suas reflexões.


- Acho que posso aceitar o serviço e pesquisar a vida do Potter, mas quanto ao Hades... – nesse momento Nathan hesitou não sabendo exatamente o que falar, estava curioso para saber quem era o assassino, mas não sabia exatamente até onde poderia ir em sua pesquisa sem acabar recebendo um sentença de morte. – Quanto ao Hades eu não posso prometer muita coisa, não sei até onde eu possa descobrir sem acabar atraindo os olhos dele até mim.


- O que quer dizer? – perguntou Dumbledore olhando curiosamente para o Caçador de Recompensas a sua frente.


- Quero dizer que correm muitos boatos sobre esse assassino, Dumbledore. – replicou Nathan friamente enquanto virava todo o Whisky que ainda tinha no copo, o liquido desceu rasgando em sua garganta. – Todos que tentaram descobrir algo sobre ele acabaram enforcados e estripados ou mortos no fundo de um rio qualquer. Esse cara é simplesmente um fantasma, uma lenda que mata qualquer um que ouse ameaçá-lo...


- Descubra o que puder, então... – disse Dumbledore depois de pensar por alguns instantes no que Nathan havia falado. – Quanto quer pelo serviço?


- Cinco mil galeões pelo serviço do Potter, mais dez mil galeões apenas por tentar descobrir algo sobre Hades. – disse Nathan pausadamente enquanto olhava para o diretor. – O preço sobre qualquer coisa que eu descobri vai ser por fora, afinal vou estar arriscando meu pescoço pesquisando sobre ele, essas notícias correm.


- Tudo bem. – concordou Dumbledore um pouco contrariado, mas o dinheiro não seria muito difícil de conseguir, nem iria precisar retirar de seu cofre ou das reservas especiais da escola, poderia facilmente retirar a quantia da conta especial da Ordem da Fênix que eles utilizavam para algumas emergências especiais.


Depois de mais alguns minutos dentro da casa do Caçador de Recompensas, Dumbledore despediu-se de Nathan e assim que saiu pela porta da casa aparatou novamente para próximo a entrada de Hogwarts.


Fim do Flashback.


Dumbledore saiu de seus pensamentos em que estava lembrando o que havia acontecido quando fora procurar o Caçador de Recompensas quando a lareira de sua sala prorrompeu-se em chamas esverdeadas e dela saiu a figura alta de Nathan.


Apenas pelo semblante nem um pouco amistoso e completamente fechado do Caçador de Recompensas, o diretor de Hogwarts soube que de certa maneira não iria gostar muito das informações que Nathan tinha para ele, isso ou então o bruxo a sua frente estava extremamente preocupado com alguma coisa, possivelmente com o tal assassino.


- Nathan, espero que tenha boas notícias para mim. – disse Dumbledore em tom de cumprimento enquanto apontava a cadeira a sua frente para o recém chegado, o bruxo ruivo apenas assentiu levemente antes de se sentar pesadamente na cadeira em frente a mesa do diretor da escola de magia e fitar o velho a sua frente.


- O que você quer saber primeiro, Dumbledore? – perguntou Nathan indo direto ao ponto, ele era uma pessoa que não gostava muito de enrolação.


- Primeiro as informações sobre o Potter. – disse Dumbledore pressentindo que elas seriam mais animadoras do que a de Hades.


- Bom, eu achei realmente muito interessante e intrigante ao mesmo tempo o que descobri sobre o garoto. – começou Nathan retirando uma pasta de dentro das vestes e colocando em cima da mesa, mas fora do alcance do diretor, o Caçador de Recompensas ficou apenas observando o diretor que suspirou antes de abrir uma gaveta em sua mesa e retirar um papel amarelado e entregá-lo a Nathan que pegou o pergaminho e o examinou cuidadosamente antes de verificar que era realmente autêntico, a nota promissória tinha inclusive o carimbo do banco dos bruxos, o valor de dez mil galeões estava impresso no canto esquerdo e embaixo havia a assinatura do diretor de Hogwarts, em seguida Nathan empurrou a pasta que segurava em direção a Dumbledore que imediatamente e abriu e começou a folhear as folhas rapidamente ao mesmo tempo em que o Caçador de Recompensas dizia em tom de divertimento. – Ele é muito escorregadio.


- Isso é tudo o que existe sobre ele? – perguntou Dumbledore olhando incrédulo para os documentos a sua frente, não podia acreditar que aquelas poucas informações eram tudo o que existia a respeito de Harry Potter.


- Nenhum dado disponível desde que ele fugiu da casa dos tios, acho que ele foi morar na rua desde então. – disse Nathan em tom impassível enquanto olhava para o diretor. – Não há nenhum registro criminal dele na polícia trouxa e muito menos em algum Ministério da Magia do mundo, quanto aos registros trouxas se por algum acaso ele foi preso ele poderia ter utilizado um nome falso, mas não existe nenhuma foto parecida com o garoto. Ele simplesmente sumiu depois que saiu da casa dos tios, voltando a aparecer apenas aos onze anos quando ingressou na Escola de Magia Africana, o endereço que ele deu ao diretor da escola era de uma antiga pensão que fica na cidade de Tehini na Costa do Marfim, é uma cidade que faz fronteira com Brukinafasso. Depois de ingressar na escola o garoto estudou normalmente até o final do ano letivo passado, umas duas semanas atrás ele pediu transferência para Hogwarts e isso é tudo. As notas escolares que ele tirou estão todas nesse relatório que eu acabei de lhe entregar, Dumbledore. Ele é um aluno modelo, tirou notas máximas em todos os exames e disciplinas, cem por cento de acertos em todos os NOM’s que ele prestou no final do quinto ano, tem menções honrosas em todas as matérias que estudou, todos os antigos professores são somente elogios para o garoto.


- E o que ele fazia enquanto estava fora dessa escola? O que ele fazia quando estava de férias? – perguntou Dumbledore ainda um pouco atordoado com as poucas informações recebidas, mas principalmente com o que essas poucas informações diziam.


- Cursos extra-curriculares. – respondeu Nathan em tom frio de voz, na verdade quando descobrira sobre as notas do garoto também ficara bastante surpreso, afinal ele deveria ser um prodígio para ter notas como aquelas ou ter total conhecimento sobre os conteúdos das aulas. – Cursos especializados em Defesa Pessoal, Caratê, Capoeira, Judô e alguns outros assuntos que remetem diretamente aos trouxas, como computação e alguns outros cursos.


- Isso explicaria as habilidades que ele possui em luta corporal, mas ainda deixa de fora como ele conseguiu ficar tão poderoso. – disse Dumbledore em tom pensativo e levemente tenso. – E de onde vem o dinheiro que ele usou para pagar pelos materiais escolares e por todos esses cursos que ele fazia nas férias.


- Não faço nem idéia. – respondeu Nathan em tom levemente baixo. – Ele sempre pagou tudo a vista e na hora, também não existe nenhuma conta no nome dele em qualquer banco trouxa de qualquer país que seja.


- Mais alguma coisa sobre ele? - perguntou Dumbledore exalando um suspiro preocupado, não havia nenhuma debilidade que ele pudesse utilizar contra o garoto.


- Nada mais que eu pude descobrir e olha que eu fiz uma pesquisa mais do que detalhada sobre o garoto, se existe mais alguma coisa sobre ele está muito bem escondida. – disse Nathan franzindo levemente a sobrancelha, ele não havia gostado de encontrar tantos becos sem saídas enquanto pesquisava sobre a vida do garoto e aquilo o deixara levemente frustrado e ao mesmo tempo querendo conhecer o garoto pessoalmente.


- Certo. E sobre o assassino Hades? – Perguntou Dumbledore olhando um pouco frustrado para Nathan, ele havia esperado descobrir mais do que aquilo sobre o Potter.


- Eu quero trinta mil galeões apenas para revelar o que eu descobri, Dumbledore. – disse Nathan com a voz firme e fria.


O diretor de Hogwarts franziu as sobrancelhas para o preço mais do que exorbitante que Nathan estava cobrando, deveria ser realmente muito perigoso fazer uma pesquisa sobre o tal assassino para ele pedir tanto dinheiro apenas por umas poucas informações. Mesmo um pouco contrariado, Dumbledore abriu novamente a gaveta de sua mesa e retirou um segundo pergaminho amarelado que estava vazio e em seguida o diretor o preencheu com a quantidade que o Caçador de Recompensas havia pedido e assinou o pergaminho antes de entregá-lo a Nathan que analisou novamente o papel antes de colocá-lo em seu bolso.


- Aqui as coisas ficam realmente perigosas, diretor. – disse Nathan estendendo uma segunda pasta para Dumbledore que a pegou e rapidamente começou a olhar os poucos papeis que havia no interior da pasta.


- O que é isso aqui? – perguntou Dumbledore franzindo as sobrancelhas para o que estava escrito ali dentro.


- Exatamente o que diz aí, Dumbledore. – respondeu Nathan em tom frio e debochado. – Dessa vez você se meteu com gente da pesada.


- Mas que diabos de sociedade é essa? – perguntou Dumbledore ainda analisando o que estava escrito nas folhas.


- Eu não sei realmente, apenas descobri que seus integrantes são em sua maioria bruxos extremamente poderosos. – disse Nathan sentindo novamente um arrepio gelado ao se lembrar o que havia descoberto sobre os assassinos. – É uma sociedade especializada Dumbledore, não é apenas um assassino, são vários deles, um mais poderoso do que o outro, nenhum deles nunca foi identificado por ninguém, eles são os melhores no que fazem. Somente para você ter uma idéia do poder que eles possuem, você pode pegar todos os assassinatos que aconteceram desde que se tem notícia, pode ter certeza que sessenta e cinco por cento desses assassinatos foram cometidos por esses assassinos treinados. Metade dos crimes em que as autoridades chegam a conclusão de que a morte aconteceu durante um roubo ou assalto foram obras desses caras, eles fazem parecer um assalto apenas para apagar as pistas de que eles são profissionais. Os assassinatos sem solução são obras deles, nenhum deles nunca foi pego e nem identificado Dumbledore, eles são verdadeiros fantasmas.


- Porque nunca soubemos nada sobre eles? – perguntou Dumbledore chocado demais com as informações que havia acabado de receber.


- É como eu disse, eles são como fantasmas. – disse Nathan de maneira indiferente. – A pessoa que me contou isso teve contato a algum tempo com um desses assassinos, segundo essa pessoa, essa sociedade não perdoa traições e não deixa ninguém impune, quem me disse isso está sujeito a morte se alguém descobrir o que ele fez.


- Mas porque eles matam? – perguntou Dumbledore balançando a cabeça para sair do torpor que o choque provocara.


- Isso eu não consegui descobrir, mas sei que não são crimes encomendados, ninguém os contrata para matar, eles matam por que os líderes dessa sociedade assim ordenam. – respondeu Nathan em tom frio e calmo.


- Se eles não recebem por isso, como podem manter uma sociedade funcionando, ou melhor, como eles podem pagar o treinamento desses assassinos? – perguntou Dumbledore dessa vez olhando intensamente para o Caçador.


- Aparentemente eles têm pessoas em todos os lugares, por isso eles conseguem “roubar” tudo o que as vítimas deles possuem, eles somente deixam algum dinheiro se por algum acaso o morto tenha família, se não eles limpam as contas bancárias e ainda conseguem ficar com os imóveis e os vendem logo depois. – respondeu Nathan calmamente enquanto se lembrava da expressão de pavor da testemunha que lhe contara aquilo, não sem um bom incentivo em dinheiro antes, é claro. – Os assassinos aparentemente ganham uma certa porcentagem do lucro que a sociedade obtêm através dessas vítimas que acabam mortas.


- Mais alguma coisa sobre essas pessoas? – perguntou Dumbledore ainda chocado com aquilo, jamais poderia imaginar descobrir algo como aquilo.


- Somente que essa sociedade é bem antiga. – respondeu Nathan antes de se levantar calmamente da cadeira em que estivera sentado. – Se me permite Dumbledore, acho que eu devo ir, vou desaparecer por alguns dias, afinal ainda estou correndo risco de ter sido descoberto por essas pessoas e não estou muito a fim de morrer.


- É claro Nathan, boa sorte para você. – disse Dumbledore em tom vago enquanto continuava a encarar os papéis a sua frente, mal ouviu o momento em que o Caçador de Recompensas pegou um punhado de Pó de Flú e jogou na lareira e gritou o endereço da própria casa.


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A reunião entre Voldemort e os principais líderes entre os comensais da morte, juntamente com os líderes de cada uma das raças que estava apoiando o Lorde das Trevas havia acabado a pouco mais de duas horas, durante a reunião foram discutidos os planos de ataque que iriam utilizar para se lançarem contra a capital da Inglaterra.


Se tudo desse certo, a cidade de Londres jamais voltaria a ser a mesma e a moral da população bruxa estaria seriamente abalada pala quantidade de mortos que eles pretendiam deixar durante o ataque a cidade trouxa.


Agora que a reunião já havia terminado e todos sabiam o que deveriam fazer no ataque, a festa estava correndo solta, comida e bebida eram servidas por elfos domésticos aos servos do Lorde das Trevas e a música clássica soava magicamente ampliada pelos salões da Mansão Nott, um dos principais partidários do Lorde das Trevas, a mansão do comensal da morte estava anormalmente cheia, pois naquele dia acontecia uma festa de “confraternização” entre todos os guerreiros e aliados do Lorde das Trevas.


Voldemort estava confortavelmente sentado em uma poltrona que havia sido especialmente colocada em frente a uma parede dos fundos do salão, de onde o Lorde das Trevas poderia observar todo o movimento dentro daquele aposento, assim como observar cada um de seus comensais da morte e os aliados que circulavam por ali.


Mas aquela não era uma simples festa acontecendo entre os aliados e bruxos que apoiavam Voldemort incondicionavelmente, as notas do piano que tocavam a melodia envolvente eram praticamente abafadas pelos berros e gritos de dor dos trouxas que haviam sido capturados e presos pelos comensais da morte.


Os homens eram brutalmente torturados pelos comensais da morte, os vampiros também apreciavam muito verem uma pessoa sendo morta e torturada e por isso riam e se divertiam muito enquanto observavam os comensais causando dor nos trouxas, mas nenhuma das torturas comparava-se com o que as mulheres e garotas estavam recebendo naquele momento.


Cada uma das mulheres era brutalmente violentada por cada um dos comensais da morte que estavam presentes naquela festa, Voldemort observava a dor e o desespero que seus comensais estavam causando com um enorme sorriso na face. Aquela noite era um momento em que todos eles iriam relaxar e o Lorde das Trevas via com satisfação que seus asseclas levavam a dor e a tortura muito a sério, mas enquanto observava o que seus servos faziam Voldemort não pode deixar de pensar que o dia em que Isabel completaria quinze anos estava se aproximando e então ele finalmente poderia realizar o ritual e tomar os poderes que ela tinha, aquilo iria torná-lo o bruxo mais poderoso de todos os tempos, mais poderoso inclusive do que Merlin.


Balançando a cabeça o Lorde das Trevas voltou a prestar total atenção no que acontecia naquele salão, viu os lobisomens separados a um canto, eles estavam literalmente estraçalhando um grupo de trouxas, os lycan’s não ficavam muito atrás e também estavam se banqueteando com alguns trouxas imundos naquele momento.


Voldemort havia concedido todas as crianças que seus comensais haviam feito reféns para os vampiros, elas eram um banquete a parte para os sanguessugas, que iriam se alimentar dessas mesmas crianças mais tarde.


Os mais comportados naquele salão eram definitivamente os Drow’s ou Elfos Negros, não havia realmente um termo para designar os elfos rebeldes, mas Voldemort estava mais do que satisfeito em contar com o apoio deles naquela guerra, pois sabia muito bem que os elfos eram guerreiros esplêndidos.


Nesse momento Voldemort analisou estrategicamente seu exército, as peças estavam sendo posicionadas praticamente da maneira em que ele havia pensado, embora alguns contratempos tenham acontecido desde que ele tinha começado a mover seus recursos, principalmente a perda do Cofre dos Lestrange que agora encontrava-se praticamente vazio, mas ele ainda possuía muitos outros cofres a sua disposição, partidários das trevas mais do que dispostos a doarem toda a fortuna que possuíam apenas pela causa dele.


A aparição repentina de Harry Potter fora uma surpresa e um choque para Voldemort, mas depois o Lorde das Trevas observou isso como um sinal de vitória, afinal tinha um grupo de busca que estava tentando rastrear o garoto desde que havia retornado ao poder, mas que nunca conseguiram mais do que nada.


Voldemort jamais poderia ter imaginado que o pirralho poderia ser tão poderoso ao ponto de matar vários de seus comensais da morte sem nem mesmo se machucar, mas principalmente nunca imaginou que poderia haver um bruxo que fosse capaz de resistir e vencer sua mais poderosa guerreira, a Princesa Negra como era chamada.


Isabel era muito poderosa e Voldemort sabia que ela era mais forte inclusive que Dumbledore, nesse momento um pequeno sorriso curvou os lábios do Lorde das Trevas, afinal Dumbledore achava que era o todo poderoso e que podia enfrentá-lo de igual para igual.


Tolo. Isso era o que Dumbledore era. Voldemort somente não o havia matado ainda por uma questão básica de estratégia, afinal se o Lorde das Trevas matasse o queridinho diretor de Hogwarts, a população bruxa iria se inflamar e levantar-se em peso contra ele e seus comensais da morte, não havia nada pior do que matar um bruxo famoso e tornar ele um mártir para os bruxos, isso seria a ruína de qualquer um.


Não, Voldemort não era tão idiota ao ponto de agir precipitadamente, primeiro iria posicionar seus exércitos e seus espiões em todos os lugares, somente quando tivesse guerreiros suficientes para subjugar a Inglaterra é que Voldemort iria atacar em peso e matar aquele velhote amante de trouxas do Dumbledore.


Enquanto observava a maneira como os trouxas eram torturados e mortos Voldemort soltou uma gargalhada fria e diabólica que sobrepujou os berros de clemência e desespero dos trouxas, os comensais e outros aliados pensaram que o Lorde das Trevas estava apreciando a visão das torturas, mas o Lorde das Trevas estava rindo devido aos planos que ele tinha em mente, afinal com os poderes de Isabel aliados aos dele, ele se tornaria invencível.


O que Voldemort não sabia era que naquele exato instante Isabel, a Princesa Negra, estava fugindo de sua Fortaleza no outro lado da Inglaterra.


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Uma garota estava confortavelmente deitada em sua pequena cama no quarto que ela ocupava na Fortaleza Negra do Lorde das Trevas, a garota estava contando mentalmente as horas e os minutos, ela sabia muito bem que naquele momento Voldemort deveria estar na Mansão Nott comemorando qualquer coisa e ele provavelmente ficaria por lá durante boa parte da noite já que haviam diversos servos dele ali na Fortaleza.


Isabel estava contando as horas porque estava esperando ansiosamente a troca de turno que iria acontecer em poucos minutos, afinal não queria precisar se desviar de algumas dezenas de comensais da morte e outros aliados quando podia simplesmente esperar que eles trocassem de turno, naquele horário estariam muito poucos aliados protegendo a Fortaleza, ela sabia que precisaria agir rapidamente.


Quando faltava apenas um minuto para as oito horas da noite, que era o momento em que aconteceria as trocas de turno, Isabel levantou-se da cama e inclinando-se puxou a caixa que ela havia escondido embaixo da cama e depois de um segundo a olhando desfez o feitiço de ocultação deixando a caixa de madeira visível aos olhos, em seguida a garota sacou a varinha e murmurou um pequeno feitiço que fez com que a caixa encolhesse até ficar do tamanho de uma caixa de fósforo, então Isabel guardou o objeto em um bolso que havia em suas vestes esfarrapadas.


Isabel se aproximou da porta e depois de movimentar sua varinha cancelou o feitiço de alarme que havia em sua porta, em seguida a garota abriu a porta e saiu para o corredor fora de seu quarto, o corredor estava vazio naquele momento, por isso Isabel seguiu rapidamente por ele, mas teve de parar quando chegou no outro extremo do corredor onde havia uma bifurcação que levava para três caminhos diferentes.


Dois comensais da morte estavam caminhando diretamente em direção a ela que não tinha como se esconder, pois os dois já a haviam avistado e olhavam diretamente para a garota parecendo muito espantados para terem qualquer reação imediata.


Por um segundo Isabel não soube o que deveria fazer, mas então pensou que já que estava fugindo da Fortaleza de Voldemort para se juntar com os inimigos dele, talvez fosse melhor levar alguns daqueles servos inúteis como presente para o Potter.


Tão rápida que os comensais na tiveram nem mesmo tempo para esboçar uma mínima reação que fosse, Isabel nocauteou os dois comensais com feitiços de sono e em seguida prendeu os dois comensais com cordas, logo em seguida a garota usou um encantamento e enquanto andava os dois comensais amarrados e adormecidos flutuavam as costas dela.


Isabel andava cuidadosamente pelos corredores evitando encontrar o máximo de comensais possível, afinal dois dos soldados de Voldemort já estava mais do que bom para entregar para o Potter, mas ela não pode evitar um confronto quando cinco comensais da morte a viram fugindo sorrateiramente com dois outros comensais amarrados e flutuando a suas costas.


- Traição. – gritou um dos comensais da morte em tom alto o suficiente para alertar todos os servos do Lorde das Trevas que estavam fazendo a proteção da Fortaleza Negra naquele momento, o que fez a garota praguejar mentalmente. – A Princesa Negra está traindo o Lorde das Trevas, ela está fugindo e levando dois dos nossos.


- Detenham-na! – gritou uma voz que Isabel não soube reconhecer, assim como os outros, afinal ela pouco sabia dos comensais da morte.


- Estupefaça! – a voz de vários comensais fez-se ouvir para Isabel que viu alguns jatos de luz vermelha vindo em sua direção.


- Protego Maximo! – sussurrou Isabel em tom praticamente inaudível enquanto movia sua varinha formando um escudo ao redor de si e dos outros dois comensais que estavam amarrados as costas dela, os feitiços estuporantes chocaram-se contra a barreira protetora e retornaram com força total para seus atacantes, mas apenas um deles foi atingido pelo ricochete do feitiço, os outros haviam sido rápidos o bastante  para se desviarem.


- Você vai pagar por estar cometendo essa traição com o Lorde das Trevas! – urrou um comensal da morte a direita de Isabel que nem mesmo se dignou a responder ao homem antes de mover a varinha com brutalidade e fazer com que seis raios negros disparassem de sua varinha indo cada um em direção de um dos comensais que a cercavam.


Cinco deles não tiveram sorte o suficiente ou poder o bastante para conjurarem um poderoso feitiço escudo e foram brutalmente atingidos pelo feitiço de extinção que a Princesa Negra havia acabado de executar, imediatamente os cinco comensais da morte desabaram ao chão com os peitos completamente abertos e ensangüentados, eles haviam morrido praticamente no mesmo instante em que os feitiços os haviam atingido.


- Sua cadela ordinária. – o comensal que havia conseguido se safar gritou olhando para a garota que estava com a expressão impassível, como se não houvesse feito nada demais ao matar os cinco comensais da morte. – Crucio.


Isabel desviou-se da maldição imperdoável antes de avançar rapidamente em direção ao comensal da morte que não teve tempo para reagir e levou um potente soco no rosto, o golpe fora tão violento que ele foi jogado para trás com força e chocou-se contra a parede a sua direita, o comensal não teve nem tempo de ver o que o atingiu, pois no segundo seguinte ele já tinha o corpo atravessado por uma katana samurai.


- Então a menininha resolveu se rebelar, não é mesmo? – a voz fria ecoou as costas de Isabel que antes mesmo de retirar a espada do peito do comensal e se virar soube que estava cercada por três vampiros e dois lycan’s.


Não querendo ficar muito mais tempo naquele lugar sabendo muito bem que provavelmente todos os guardas deveriam estar indo até ela naquele momento, além é claro de que provavelmente alguém deveria ter ido até a mansão Nott para avisar Voldemort de que ela estava fugindo, Isabel ampliou seus poderes ao máximo e em seguida atacou.


Os três vampiros e os dois lycan’s eram bastante velozes, mas não eram páreo para Isabel quando ela estava lutando a sério e principalmente quando ela estava utilizando todos os seus poderes, eles bem que tentaram se esquivar dos golpes que ela desferiu, mas não foram rápidos o bastante e todos os cinco acabaram mortos depois de terem sido retalhados pela lâmina afiada da espada de Isabel, aquela katana era uma arma maravilhosa, a lâmina esbranquiçada estava manchada de vermelho naquele momento devido ao sangue dos amaldiçoados.


Assim que terminou de matar as criaturas das trevas, Isabel voltou a caminhar rapidamente pelos corredores tendo os dois comensais inconscientes flutuando logo atrás dela, quando ela finalmente saiu da Fortaleza Negra encontrou mais cinco comensais da morte no pátio externo apenas esperando que ela saísse.


Não se importando com eles a garota somente fez um bruxo movimento com a varinha fazendo os comensais voarem para trás com força e completamente atordoados, quando eles finalmente se recuperaram Isabel já havia desaparecido pela floresta que cercava a Fortaleza Negra, a garota corria apressadamente e não parou até que alcançou o limite de proteção dos feitiços que cercavam a propriedade e então ela pode finalmente aparatar com os dois comensais da morte ainda inconscientes ao seu lado.


No momento em que Isabel desaparatou Voldemort chegou na Fortaleza Negra e pode constatar que sua guerreira havia realmente fugido, pois não conseguia mais sentir a magia que percorria o corpo da garota, o berro furioso que o Lorde das Trevas deu provocou medo em todos os comensais da morte que ouviram.


 


 


 


N/A: CAPITULO ESPECIALMENTE DEDICADO AO MEU CAMARADA E UM DOS CARAS QUE MAIS COMENTA NA MINHA FIC, GUTO, OU xXxXxXxX. ELE FEZ ANIVERSARIO DIA 09/10 E ESSE É MAIS UM DOS CAPITULOS DESTINADOS A ELE. MEUS PARABENS NOVAMENTE CARA.


 


Agradecimentos especiais:


 


xXxXxXxX: mais uma vez, FELIZ ANIVERSARIO ATRASADO, CARA. Meu verdadeiro nome, é? Meu nome não é muito legal, por isso eu coloquei como Kiran, sei lá, soa diferente... ah sim, se eu não me engano eu já respondi a uma pergunta como essa a algum tempo, o despertar do Harry foi inspirado no despertar de um guerreiro que eu li uma vez em uma fic, mas fiquei sabendo que na verdade esse despertar vem de um livro chamado “Bento” de André Vianco.  Abraços cara.


 


Bento, do Andre Vianco?


 


rosana franco: finalmente capitulo atualizado, espero que goste, prometo que o próximo não vai demorar tanto quanto esse. Que bom que você gostou do combate entre o Harry e o Ryan, quanto ao basilisco e a Câmara Secreta apenas mais um pouco para frente, o treinamento também vem nos próximos capítulos, mas já adianto que vai ser da pesada. Aceitei sua sugestão e vou incluir o Sirius e o Remo no meio, vai ficar um pouco fora de contesto no começo, mas vou tentar encaixa-los da melhor maneira; quanto ao par para o Harry, posso dizer que não vai haver Romance entre os dois por muito tempo, mas Isabel já tem praticamente quinze anos, pois o aniversario dela é em menos de quinze dias. Beijos.


 


Kaos StoneHange: Caramba, finalmente eu consegui terminar esse capitulo. Sinto muito não ter postado antes, mas parecia que as idéias dessa fic tinham morrido na minha cabeça e eu simplesmente não conseguia ir para frente com ela, mas acho que agora vai voltar ao normal. Abraços cara.


 


Deusa Potter: que bom que curtiu o capitulo anterior, ah, eu adoro artes marciais de todos os tipos, embora ultimamente tenha me concentrado mais nas Artes Marciais Mescladas, vi um vídeo no Youtube e estava querendo muito treinar, mas o tempo não ajuda e por isso vou ter de deixar isso para o futuro. A guerra realmente nem começou de verdade, mas o treinamento vai ser fera e muito pesado, isso eu posso garantir... quanto ao Ryan e o Harry, eles realmente não lutaram com todos os poderes ou com tudo o que podiam fazer, mas foi o suficiente para fazer todos ficarem de olhos arregalados. Dumbledore que se cuide mesmo.... Beijos.


 


Anderson potter: como deu pra ver nesse capitulo, a Princesa Negra fugiu da Fortaleza e no próximo capitulo ela se junta ao Harry. Boa sua sugestão para as armas da Gina, mas ela vai ficar com o sabre mesmo, pelo menos nas aulas de duelos. Harry usa as sombras ou trevas e Ryan utiliza a água como seu elemento, mais para frente os outros também vão aprender a usar. Abraços.


 


Toddy: que bom que curtiu o duelo cara, agora quanto a Sophia, a historia de quem ela é e o que aconteceu apenas mais para frente. Abraços.


 


James V Potter: Se você gostou do capitulo passado, espero que goste deste também cara. O abraço do Ryan e do Harry foi mais mesmo tipo saudades do amigo. O treinamento dos garotos vai ser fora  o próximo capitulo o outro e garanto a você que vai ser barra pesada para pos amigos do Harry. É obvio que Ryan vai estar junto ao Harry, assim como a Princesa Negra. Abraços fera.


 


BlackHawk: que bom que gostou do capitulo anterior fera, realmente os nomes são um pouco complicados, os duelos foram shows mesmo. Eu não chamaria eles de trio de ouro, mas eram três “amigos” dentro da irmandade, a historia de Sophia e de como ela morreu vai vir em uns cinco ou seis capítulos... não quero matar ninguém camarada, mas a fic tem que correr. Abraços.


 


Trinity: Eu também gostei de escrever esse capitulo, o duelo entre o Ryan e o Harry ainda não foi nada comparado ao que eles realmente podem fazer, sem contar que o Harry não está utilizando praticamente nada de seus poderes, talvez ele tenha usado um pouco mais quando lutou contra Isabel, mas mesmo assim o poder total dele é muito superior a isso. O Ryan vai ser importante na historia sim, assim como Isabel e a Professora de DCAT Silvia. Espero que goste do capitulo novo. Beijos.


 


 


 


Próximas Atualizações (26/10): Harry Potter e a Herança das Sombras e Apocalipse – O Anjo Negro.


 

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