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12. Novos amigos, brigas antigas


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


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Capítulo 12


Novos amigos, brigas antigas


 


- Acho que – E antes que pudesse terminar, Hermione desmaiou. Harry precisava soltar Rony e este precisava livrar-se dos braços do amigo. Draco estava livre e conseguiu rapidamente amparar a queda da morena.


- Solte-a, Malfoy.


- Vai sonhando, Weasley.


         Antes que os amigos conseguissem dizer mais alguma coisa, ele aparou levando Hermione em seus braços.


 


- Filho da puta!


- Calma, Ron! Eles devem ter ido ao St. Mungus. Vamos para lá!


 


****************************************************************


 


Draco aparata em casa gritando:


- CODY!


- Sim, meu senhor. Oh,... Mas o que aconteceu, meu senhor?


- Não sei. Leve para o quarto de hóspedes um frasco com poção revigorante, frutas, pães e suco. Rápido!


 


Imediatamente o elfo foi cumprir as ordens. Draco dirigiu-se a um amplo quarto e deitou Hermione na cama. Foi ao banheiro e pegou uma toalha. Umideceu-a e pôs sobre a testa da garota.


 


Alguns segundos depois, Cody apareceu no aposento. A poção foi ministrada por Draco que delicadamente derramou o líquido na boca de Hermione. Ela foi recuperando a cor até que acordou confusa.


 


- Onde estou? Malfoy?  


 


- Sim, Granger. Você desmaiou. Sente-se com calma e coma alguma coisa.


 


- Mas, onde estou?


 


- Em minha casa. Não sei suas preferências, então tem uma variedade de frutas e pães.


 


- Não comi nada. Estava muito nervosa... – Hermione serviu-se de uma maçã. – E depois você e os meninos começaram aquela discussão e nisso... Espera, onde eles estão?


 


- Não sei, Granger. A hora que você desmaiou te peguei e aparatei para cá com você. Eles devem estar te procurando.


 


- Oh, não! Preciso levantar!


 


- Deixe disso – Ele a segurou pelo ombro – Primeiro coma.


 


Hermione assentiu. Não teria forças para levantar, muito menos para aparatar sabe-se lá para onde. Concordou calada. Após comer mais um pouco agradeceu.


 


- Obrigada novamente, Malfoy.


 


- Já está virando um hábito.


 


- Preciso ir atrás de Ron e Harry. – Levantou-se rápido e procurou pela saída.


 


- Levo você até a porta. Somente lá você poderá aparatar.


 


Hermione estava saindo quando Draco impediu-a.


 


- Espere. Desculpe por toda aquela gritaria. Mas Weasley começou a me acusar de algo que não sou e nunca fui. Cometi muitos erros, mas nunca participaria de algo relacionado a um estupro. Nunca.


 


- Acredito em você, Malfoy. Preciso ir.


 


Aparatou sem ouvir:


 


- Obrigado, Hermione.


 


****************************************************************


 


- COMO NÃO ESTÁ AQUI, GINEVRA? – gritou, Rony.


 


- Quer fazer o favor de se acalmar e me explicar do que estão falando?


 


- Da Hermione! Hermione, Gina? Não sabe se ela está por aqui???


 


- Harry, e lá eu vou saber? Ela tirou licença para encontrar com VOCÊS no Ministério.


 


- É, mas aí


 


- O Malfoy apareceu


 


- E você não acredita!


 


- PAREM! Os dois! – os amigos calaram-se assustados.


 


- Não estou entendendo nada! Explique-me isso direito. – Eles iam começar a falar juntos, atropelados, confusos quando foram imediatamente interrompidos.


 


– Apenas um!


 


- Eu falo.


 


- Melhor... – Bufou Rony vermelho. Harry narrou toda a história.


 


- Então, ele aparatou com Mione nos braços?! Que romântico!


 


- GINA! – exclamaram ambos.


 


- Ué... Não entendi. Afinal, quem começou a briga toda foi você Rony. – Antes que o ruivo pudesse dizer algo... – Hermione! Está tudo bem? – Os três correram até a amiga.


 


- Gatinha, tudo bem? Malfoy fez alguma coisa?


 


- Aonde ele te levou?


 


- Acalmem-se. Ele me levou para a casa dele.


 


- Casa dele? – questionou Rony.


 


- Sim. Parece que ele tinha algumas poções revigorantes.


 


- E qual a razão de não ter te trazido para o hospital?


 


- Sei lá, Harry. Talvez para evitar outro escândalo dos dois. Foi muito errado a acusação feita por vocês.


 


- Rony que começou. – defendeu-se Harry.


 


- E você continuou! Não estou no clima para esta discussão infantil.


 


- Como está se sentindo, amiga?


 


- Bem, Gi. Obrigada. Vou para casa dormir um pouco. Falo com vocês amanhã.


 


- Espere, Gatinha... Precisamos conversar.


 


- Amanhã, Ronald. Amanhã.


 


E saiu batendo os pés lembrando a garota de 11 anos na época de Hogwarts. Ninguém pensou em contradizer ou ir atrás da garota.


 


****************************************************************


 


Draco sentou em seu escritório disposto a distrair-se. Abriu o Profeta Diário e ler as notícias do mundo bruxo. Desistiu não notar nenhuma notícia interessante e foi direto à página sobre quadribol.


 


Seus olhos iam e voltavam diversas vezes ao ler o anúncio sobre a nova conquista do grande jogador Vítor Krum. Natasha... É uma maluca, mas daí, a saber, que ela relacionava-se com um cara que quase estuprou uma mulher... Seria insensibilidade demais não avisar nada à ex-namorada.


 


Mandaria uma coruja naquela instante.


 


Natasha,


Sei que não nos falamos há muito tempo e espero que não guarde nenhum rancor pelo que fiz. Entro em contato depois de tanto tempo, pois acabei de ler a notícia que está com Vítor Krum. Afaste-se dele. O cara não é quem diz ser. Ele é acusado, aqui na Inglaterra, por agressão física e tentativa de estupro.


Cuide-se,


D. Malfoy.


 


****************************************************************


 


Ao receber a carta, Natasha sorriu sozinha. Sim, seu plano estava dando certo. Ele ainda está interessado em mim... A búlgara mal sabia que outra mulher começava a habitar o pensamento e coração de Draco Malfoy. Aliás, nem ele mesmo pareceu notar esta mudança.


 


Pegou um pergaminho e respondeu na mesma hora.


 


Caro Draco,


A vida está muito boa por aqui. Já te perdoei pelo que aconteceu no passado e não entendo por qual razão entrou em contato comigo depois de tanto tempo e ainda para dizer calúnias sobre o MEU namorado. Não sei como conseguiu inventar algo tão ridículo. Demonstração de ciúmes neste momento não dá.


Escreva quando tiver algo de útil para falar.


 


N.”


 


****************************************************************


 


Já caindo de sono, Hermione foi até a cozinha para preparar um reconfortante chá de camomila. Teria um dia cheio no dia seguinte. Assim que o chá ficou pronto, foi para seu quarto e antes que pudesse deitar foi interrompida por uma coruja. Pegou o pergaminho e já ia abri-lo quando apareceu outra coruja em sua casa. Essa ela já conhecia e pertencia à Draco Malfoy.


A curiosidade venceu o sono e optou por ler a carta desconhecida:


 


Mione,


Como estão as coisas? Terei um jantar de negócios no próximo sábado aí na Inglaterra. Que tal marcarmos um almoço para sábado? Posso ir à sua casa preparar uma bela massa. O que acha?


Sei que esta coruja chegará tarde, mas não consigo me conter de saudades. Responda assim que possível.


Beijos,


Simas.


 


Fechou a carta com um sorriso nos lábios. Depois responderia à Simas. Abriu a outra carta:


 


Granger,


Espero que esteja bem e que tenha conseguido acalmar os nervos dos seus amigos esquentadinhos. Levarei você para almoçar amanhã. Espere-me na frente do Hospital.


 


Malfoy.


 


- Típico de Malfoy. Nem cogitou a ideia de eu ter outro compromisso. Folgado. Ficará lá me esperando. É muito abusado mesmo! – Disse sozinha e após beber o líquido praticamente gelado deitou com os pensamentos bem divididos.   


 


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O dia transcorreu normal no hospital. Hoje era dia de trabalho no pronto socorro e tudo estava calmo. Deve tempo de fofocar um pouco com Gina e contar os últimos acontecimentos.


 


- Acho que o Malfoy está a fim de você!


 


- Pare de dizer bobeiras!


 


- Não sei como não vê! Se não estivesse com Harry já teria dado em cima dele!


 


- Fala sério, Gina! – Hermione deu um leve tapa na mão da amiga.


 


- Ah, vai! Ele está lindo. E o corpo???


 


- É... Preciso concordar que ele está uma graça mesmo...


 


- Sabia! E vai almoçar com ele!


 


- Endoideceu! Ele estala o dedo e saio correndo?!


 


- Nada a ver! Vai encontrar com ele sim!


 


- Nem vim preparada para isso.


 


- Dez minutos antes do seu horário de almoço encontre-me aqui!


 


- Vou almoçar contigo, Gina.


 


- Vai nada. Tenho uns relatórios para entregar, farei meu horário mais tarde.


 


- Mentirosa.


 


- Espero você! – Disse dando uma piscadela para a amiga.


 


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Draco chegou alguns minutos adiantado. Não queria correr o risco de a garota sair correndo. Vestia uma roupa trouxa. Calça jeans azul, com uma camisa preta. Calçava tênis pretos e suava como nunca suou ao esperar uma garota. É apenas a Granger...


 


Enquanto isso Hermione recebia uma rápida arrumada de sua amiga.


 


- Se não veio preparada te preparamos!


 


- Você é doida!


 


- Não lavou o cabelo ontem?


 


- E lá tive tempo?


 


Com um rápido feitiço o cabelo que caia desarrumado juntou-se em um rabo-de-cavalo.


 


- Agora, esta blusa. Para que andar com algo tão maior que você? Só se arruma para sair, né? Devia se arrumar todos os dias! TODOS! – Encolheu a blusa de Hermione e abriu alguns botões deixando o colo nu. Era possível ver apenas os contornos dos peitos e logo se escondiam dentro do restante da blusa.


 


- Doida... Nunca andaria assim na rua!


 


- Esta calça está ótima... Só enfeitar com alguns detalhes em sua bunda. O sapato... Terrível! Parece os da minha tia Muriel! Troque comigo. Agora, faça uma maquiagem bem leve.


 


- Na hora do almoço?


 


- Algo discreto, Mione. Vai logo antes que eu mesma faça.


 


Assim que se aprontou, saiu para almoçar. Notou que alguns a olhavam fazendo comentários baixos. Sorriu internamente e pensou que Gina talvez pudesse ter razão.


 


Hermione avistou Draco. Ele olhava para os lados, parecia nervoso e ainda não havia notado a presença ou a proximidade de Hermione.


 


- Você é muito folgado, Malfoy. – Ele não conseguiu esconder o sorriso.


 


- E mesmo assim me atendeu prontamente. – Hermione ficou irritada com o comentário e virou as costas para voltar ao Hospital quando foi impedida pelas mãos de Draco. – Cadê seu senso de humor? É apenas uma brincadeira. Não quis ser folgado... Apenas uma vontade que surgiu de almoçar com você.


 


- Certo... Afinal, o que fez você mudar?


 


- Um dia te conto... Quem sabe, Granger.


 


Foram para um restaurante bem mais simples que da outra vez. Voltavam a pé para o hospital. Draco notava os olhares que a Granger recebia. Ficava orgulhoso de estar acompanhado de uma mulher que despertava olhares, mas também sentia algo novo surgir e seu estômago. Ele ainda ia demorar um pouco para assumir que sentia CIÚMES.


 


Ao chegaram ao hospital...


 


- Preciso ir, Malfoy.


 


- Eu também. Não fico totalmente seguro de deixar minha casa sob os cuidados de recém-formados.


 


- Entendo! Até mais então, Malfoy. – Virou-se quando a voz de Draco fez com que parasse.


 


- Granger! Vamos assumir um tratado de paz? Mudei. Não tenho aqueles velhos preconceitos. Você já me perdoou... Que tal... Se... Se tentássemos ser...


 


- Amigos?


 


- Isso... Amigos! – Ele olhou esperançoso para a garota a sua frente. Ela teria todos os motivos do mundo para odiá-lo. Nunca achou que fosse possível existir o perdão. O verdadeiro perdão em um relacionamento.


 


- Claro, Malfoy. – E ao invés de Hermione corresponder ao aperto de mão, aproximou-se de Draco e deu um leve beijo em seu rosto. – Seremos amigos, então.


 


- Tchau, Granger.


 


- Tchau, Malfoy.     


 


A garota andou em direção ao hospital e antes de entrar virou-se para trás. Não sabia o por quê daquele gesto, mas virou-se e para seu espanto Draco ainda a olhava. Ela sorriu e fez um leve aceno com as mãos.


 


Ele só partiu quando Hermione havia entrado no hospital e a perdera de vista. Chegou em sua casa, viu que tudo ia de acordo com suas ordens e dirigiu-se ao seu escritório. Notou uma carta e pela letra reconheceu de quem era. Bufou ao ler as palavras de Natasha. Respondeu imediatamente:


 


Natasha,


Uma das razões do nosso rompimento é que você é uma tola. Já dei minha opinião sobre isso. Se quiser começar com outro joguinho, o problema é seu. Não se iluda achando que é ciúmes.


Nada mais a declarar,


Malfoy.


 


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Bem longe dali algumas horas depois, uma mulher gritava de ódio e amassava o pergaminho que tinha em mãos. O plano não dera totalmente certo. Para ela, era apenas o começo de um outro plano. Combinara com Krum que se não desse certo terminariam e cada um continuaria sua vida. É um fraco, pensava. Queimou o pergaminho que tinha em mãos. Diria ao novo “namorado” que o plano estava dando certo.


 


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Os dias passaram e chegou o final de semana. Hermione ficou sabendo sobre o novo relacionamento de Krum e só pôde lamentar pela garota. Harry e Rony estavam achando toda aquela proximidade com Malfoy um tanto quanto estranha, mas não tinham mais argumentos para convencer a amiga a afastar-se do sonserino. Em nome dos velhos tempos combinaram de jantar no sábado. Era um lugar que iam algumas vezes. Funcionava como restaurante até às 23h e depois disso algumas mesas eram afastadas e as pessoas podiam dançar na pista improvisada.


 


Harry apoiava o relacionamento com Simas, Gina fazia votos para Malfoy (causando grande descontentamento em Harry) e Rony dizia que era melhor ficar com Simas, mas cuidando para não se envolver demais.


 


Hermione apenas ria de toda situação, pensando que o que queria mesmo era ficar sozinha.  Será?


 


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- Você está muito estranho, cara! – exclamou Blaise sentado no sofá na casa de Draco.


 


- Estranho nada!


 


- Faz quanto tempo que não saímos?


 


- Verdade, cara. Vamos hoje. Jantar? – propôs Draco querendo afastar uma pessoa de seus pensamentos.


 


- Sim, mas no restaurante Duas Caras. – sugeriu Blaise animado e levantando-se prontamente.


 


- Que raio de lugar é esse?


 


- Ah, fala sério! Aquele que é restaurante até....


 


- Já sei! – o loiro interrompeu no meio da explicação - Boa ideia!


 


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- Aonde irá nos levar, Finnigan?


 


- Um ótimo restaurante londrino. Depois da conversa séria poderemos relaxar dançando!


 


- Ótima ideia, garoto.


 


Ele precisava trabalhar na união dos diversos ministérios. Apesar de mais unidos após a grande guerra, algumas divergências ainda atrapalhavam as assinaturas de alguns acordos. Pensou, sabiamente, que nada como um jantar de negócios sério e também informal, para fazer com que mais bruxos assinassem aquilo que fosse requisitado.


 


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O restaurante Duas Caras receberia três grupos diferentes. Vindos com objetivos diferentes, mas que por causa de uma pessoa se uniriam de alguma forma.


 


 

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