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11. Verdades sobre Harry Potter


Fic: O Filho da Escuridão cap postado 21.12


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAP



Harry seguia a frente enquanto seus amigos o acompanhavam um pouco afastados, eles perceberam que o moreno estava muito concentrado e decidiram não tentar nenhuma conversa com ele enquanto pensavam no ataque a pouco contido. Harry ainda estava soltando fogo pelos olhos pois ainda sentia o corte em seu rosto que apesar de não doer era sentido o bastante pelo moreno para lembrá-lo que haviam conseguido lhe acertar.


Depois de caminharem por alguns minutos se viram em frente à sala precisa a qual o moreno logo entrou, foi seguido pelos outros e encontraram, ao atravessar a porta, uma ampla e confortável sala. Nela havia uma grande lareira acesa e diversas poltronas macias nas quais eles logo se jogaram pois a adrenalina estava baixando e o corpo começava a sentir as dores dos golpes recebidos no combate. Harry se encontrava em um poltrona em frente à lareira a qual observava com o rosto mostrando uma expressão séria e pensativa.


- Parabéns. - diz ele de forma brusca enquanto se virava rapidamente para os outros que deram um pulo por causa da surpresa e brusquidão do moreno. - Vocês foram muito bem, mas precisam melhorar.


- Hum... obrigada. - diz Melissa o olhando sem jeito pelo olhar que recebia dele, os outros apenas acenaram com a cabeça sem conseguir falar nada o que faz o moreno erguer a sobrancelha.


- Preciso ir falar com nossos aliados não me esperem. - fala assim que vê que a irmã iria replicar e se levanta, mas para ao ouvir Hermione perguntar:


- Aliados?? Você quer dizer aqueles vampiros e lycan's que enfrentaram os que foram enviados por Voldemort? - pergunta ela baixo enquanto olhava para ele d forma curiosa assim como os outros.


- Sim, mas agora não tenho tempo para conversar sobre isto com vocês então perguntem a Mel que ela lhes responderá.


Responde olhando de forma significativa para a irmã que compreende ao ver as perguntas estampadas nos rostos e logo em seguida é tragado pelas sombras da poltrona o que surpreende os outros pois não sabiam que ele podia fazer aquilo. Logo depois se viraram para Melissa que suspirou.


- O que querem saber? - pergunta de forma cansada, pois sabia que a conversa seria longa.


- Queremos saber quem eram aqueles imortais que nos ajudaram. - fala Sophie com as sobrancelhas unidas em uma expressão de interrogação.


- Também queremos saber como Harry conseguiu derrotar aqueles dois comensais que eram claramente de alta patente e poder sem se esforçar e ainda como ele conseguiu se divertir vendo-os sofrer, por que ele parecia se deliciar com o que estava fazendo com eles? - pergunta Hermione.


- Mas primeiro... nós queremos saber... o que ele é? - diz Luna da forma aluada de sempre, mas olhando interessada para Melissa enquanto os outros olhavam para ela sem entender.


- O que vocês precisam que entender é que o Harry não é como nós. - fala Melissa olhando para todos de forma séria e atraindo a atenção deles para ela.


- Como assim não é como nós? - pergunta Rony sem entender nada assim como os outros menos Sophie.


- Bem, a pergunta da Luna foi a que mais irá esclarecer as outras. - fala a ruiva para eles que a olharam como se ela tivesse duas cabeças o que a faz suspirar.


- O que a Melissa quis dizer é que a pergunta certa é “o que é ele?” e não “como ele fez aquilo?” ou “como ele consegue se divertir com aquilo?” - explica Sophie de forma calma.


- Continuo sem entender. - diz Rony e Neville concorda com a cabeça vigorosamente.


- Harry não é como nós pelo simples fato dele não ser humano. - fala ela com calma assustando aos outros, até mesmo Melissa, que não imaginava que isso.


- O que você quer dizer com isto? - pergunta Gina ainda de olhos arregalados.


- Se lembrem da batalha no povoado, pensem em como viram meu irmão lutar. - diz Melissa para eles que começam a rever em suas mentes a luta do moreno de olhos verdes. - Analisem bem a forma como ele se movia, a aura e a expressão que ele tinha.


- Ele parecia uma fera. - diz Neville baixo, os outros ouviram e olharam para ele enquanto concordavam silenciosamente.


- Aquela forma de se mover me deu arrepios. - fala Susana.


- Mas mesmo assim não explica muito. - diz Hermione com a testa franzida.


- Harry consegue se misturar bem entre diversas raças e povos de criaturas... assim como no meio dos humanos. Imaginem ele como alguém usando uma máscara. - diz Melissa para os outros. - Ele nunca a tira, mas às vezes somos capazes de ver algo do que há por trás dela como no ataque, Harry não tolera ferimentos no rosto.


- Deu para perceber. - diz Draco zombando mas se cala ao receber um olhar cortante da Gina.


- Mas mesmo que ele tenha agido daquela forma não significa que ele não seja humano. - diz Hermione de forma cética.


- Pelo amor de Merlin, larga de ser cega Hermione. - diz Sophie revirando os olhos e atraindo para si a atenção dos outros. - Pense em tudo o que já viu fazer e como é a personalidade dele, além da sombra que sempre está o rodeando.


- Ela está certa. - diz Melissa antes que Hermione pudesse replicar. - Harry já não é humano há vários anos. Ele nunca encontrou uma trouxa americana que o adotou como vocês devem pensar já que foi isto que ele disse.


- Como assim? - pergunta Gina.


- Harry encontrou alguém que o ensinou tudo o que ele deveria saber e ainda o ajudou em seu despertar.


- Despertar? O que você quis dizer com isto? - pergunta Hermione.


- Harry há alguns anos atrás despertou para seu verdadeiro eu, sua verdadeira face. - diz ela de forma séria enquanto tinha a atenção de todos sobre si. - De um simples humano fraco e vulnerável ele se tornou uma criatura poderosa.


- Que criatura? - pergunta Sophie interessada enquanto os outros olhavam com certo receio para a ruiva.


- Não há um nome para classificar... pois ele é único. - responde Melissa olhando para as chamas. - Harry é algo que nunca antes havia existido, ele não é humano mas não é um besta ou um amaldiçoado...


- Sabe isto está meio assustador. - diz Rony com a voz baixa.


- Mas você deve ter alguma ideia do que ele seja. - fala Susana baixinho.


- Ele está mais para um demônio... mas apenas em comparação. - diz ela e os outros arregalam os olhos em choque.


- Você só pode estar brincando. - diz Hermione meio pálida.


- Não estou. - diz a ruiva se virando para eles e os encarando de forma séria. - Harry pode até ter uma aparência corporal humana, mas ele não é um humano e nunca foi. Nossos pais eram humanos e eu também sou mas Harry... ele é diferente. - diz ela de forma pensativa e os outros em meio ao choque se lembravam da lembrança que em um dos treinamentos o moreno havia mostrado para eles, a lembrança do ataque ao Beco Diagonal e todas as sensações que o moreno sentiu voltaram a eles, que mais uma vez se viam presos naquele mar de sede por sangue que o moreno viveu aquele dia.


- Harry tem a aparência de um humano mas seu interior... sua essência não é nem ao menos parecida com a humana. - eles passaram a ouvir o que a ruiva dizia em uma voz profunda e sombria enquanto reviviam cada golpe e as sensações que eles provocaram no moreno. - Harry tem seu interior tão sombrio que não há como uma fagulha de luz sobreviver dentro dele.


- Não há nada além de escuridão nele. Sua alma foi forjada nas trevas mais puras e antigas que vocês jamais imaginarão. O corpo de um humano sendo a morada de uma criatura forjada das trevas... não como um vampiro ou um lycan que recebe uma maldição, não... ele é a maldição em si, a encarnação das trevas e de tudo o que vocês poderiam temer, tudo o que foi ensinado a vocês sobre como o pensam ser o mal...está errado. Harry é um ser nascido nas trevas e pelas trevas, aquele que foi eleito para ser o portador das sombras e da morte para aqueles que não cumprirem com seus deveres para com ele.


A voz da ruiva estava forte como eles nunca havia ouvido antes, tudo o que ela dizia entrava em suas mentes enquanto se repetia o ataque ao Beco e ao vilarejo de Hogsmeade, eles estavam, para dizer no mínimo, temerosos pois o que estavam ouvindo era assustador.


- A escuridão é sua companheira e mãe, não há lugar melhor para ele que a escuridão, pois lá ele está em casa. Foi por este motivo que ele desapareceu, alguém o buscou para que ele pudesse descobrir, despertar e controlar sua verdadeira existência. Anos de treinamentos que nenhum humano conseguiria suportar fizeram o que é hoje: um grande aliado e um demônio para aqueles que cruzarem seu caminho...


Termina a ruiva vendo como os outros estavam pálidos e alguns tremiam levemente, os olhos estavam arregalados e as bocas abertas com uma expressão de terror nos rostos.


- Você estava brincando né? - pergunta Rony encolhido contra a poltrona depois de vários minutos.


- Não estou. - diz a ruiva séria. - O que acharam? Que ele fosse aquele herói descrito nos livros? - pergunta com uma sobrancelha erguida.


- Sim... - fala Gina baixinho.


- Mas... mas isto não é possível! Um ser como você diz que ele é não poderia habitar este mundo! - diz Hermione com ceticismo.


- Por que não?


- Porque... porque iria desestabilizar o equilíbrio do mundo. - afirma ela.


- Até poderia... mas vocês já viram alguma vez ele demonstrar poder o bastante para causar tal desequilíbrio?


- Bem... ele não mostrou muito além do que vimos hoje. - diz Susana pensativa.


- Exatamente. Tal desequilíbrio só atingiria este mundo se ele usasse todo seu poder.


- Mas... mas... - Hermione buscava algo para se firmar, pois aquilo não poderia ser verdade... ia contra muita coisa que ela acreditava.


- Está na hora de você parar de usar seu ceticismo Mione. - diz Sophie com a expressão séria. Todos olharam para ela. - Desde a primeira vez que eu vi o Harry eu soube que ele era mais do que aparentava ser, eu não sabia o que aquilo queria significar naquele momento, mas agora ficou claro.


- O que você quer dizer?- pergunta Draco.


- Que eu pude sentir algo nele que provavelmente poucos sentiram, uma energia meio que oculta mas ativa, forte e sombria... - diz ela de forma distante enquanto encarava o teto.


Os outros olharam para ela sem saber o que dizer.


- Isso mesmo... - concorda Melissa a contragosto. - Harry é muito bom em ocultar seus poderes mas parece que a Morgan conseguiu ver através da máscara dele.


- Se ele é um ser das trevas o que ele pretende fazer depois que derrotar Voldemort? - pergunta Neville temendo a resposta.


- Não certeza... um dos objetivos seria viver uma vida normal. - diz ela de forma pensativa. - Coisa que ele nunca teve e sempre desejou.


- O que garante que ele não irá se tornar alguém pior que o Lorde das Trevas? - dessa vez quem perguntou foi Draco.


- Ele já é pior que aquele bastardo, vocês apenas não o conhecem tão bem quanto imaginam. - diz a ruiva calmamente enquanto via os amigos arregalarem mais os olhos de medo.


- Então ele não pode continuar assim! Ele tem que ser parado antes que tome o lugar de Voldemort! - exclama Susana de forma histérica no que Melissa ri.


- Primeiro, ele não tem os mesmos ideais que aquele idiota e segundo, quem seria o louco a desafiá-lo? Vocês não viram nada do que ele é capaz. - fala a ruiva de forma divertida enquanto olha para os rostos pálidos dos amigos mas logo depois adquire uma expressão séria.


- Se vocês acreditam mesmo que ele pode pensar igual a Voldemort vocês não devem ter prestado nenhuma atenção a ele durante todo o treinamento. O objetivo do Harry é destruir Voldemort da pior forma possível e ele irá fazer isso nem que tenha que pagar com a vida. Ele não se importa com o que vão pensar dele e nem dos atos que cometer.


- Harry quer sua vingança contra todos aqueles que fizeram de vida dele e da minha um inferno, não importa que seja inimigo ou um aparente aliado. Nada o fará parar enquanto não alcançar seu objetivo, nem mesmo se um deus o tentasse impedir conseguiria. Ele quer justiça lavada por sangue dos malditos que já o atacaram e ainda tentam subjugar a ele e seus irmãos, seja diretamente ou indiretamente. Harry luta apenas por ele e seus irmãos, ele não luta por um bem maior como Dumbledore faz questão de dizer... ele luta para que sua família não seja afetada pela humanidade como vem sido através dos séculos.


- Quem são esses irmãos que você disse? Pensei que só havia vocês dois de Potter?- pergunta Gina o que todos estavam em dúvida.


- Todos aqueles em que as trevas tocaram. - diz Melissa simplesmente para o espanto dos outros. - Sejam lycan's, vampiros ou qualquer outro tipo de criatura das sombras, mas sempre existe as exceções... como aqueles que se aliaram a Voldemort, esses irão perecer por trair sua criadora pois Voldemort apenas pensa em si mesmo e não neles, fez com que eles virassem as costas para as verdadeiras trevas rejeitando assim sua essência.


O silencio se seguiu após Melissa terminar de falar, todos estavam pensando e assimilando o que havia acabado de ouvir da boca da ruiva. Era extremamente difícil de acreditar em um tudo aquilo, não poderia existir algo como essa mãe que Melissa dizia existir, simplesmente não poderia... a incredulidade estava estampada no rosto de quase todos, Sophie começava a juntar as peças do quebra-cabeça e Luna fazia o mesmo, já Draco, apenas pensava em silencio profundo pois era difícil de acreditar mas era possível.


- Desde quando ele treina? - pergunta Sophie fazendo todos voltarem de suas reflexões.


- Desde os sete anos que foi quando Ariana o encontrou na rua. - responde Melissa calmamente.


- Na rua? Como assim? - pergunta Rony.


- Os nossos tios aparentemente não eram fãs de magia e o expulsaram de casa por fazer magia involuntária. - responde ela.


- Quem era essa Ariana? - pergunta Hermione franzindo o cenho.


- Ariana foi aquela que o treinou durante estes anos todos, ela foi quem o ensinou tudo o que ele deveria saber dele mesmo e de sua origem.


- Mas se ele não havia ido para o exterior com uma turista, como diz ter ido, como ninguém o encontrou? - pergunta Gina confusa.


- Ele não foi realmente para outro país, mas para um lugar mais longe ainda. - responde a ruiva de forma enigmática os deixando ainda mais confusos.


- Então ele foi para onde? - pergunta Susana.


- Isto não vem ao caso agora. - corta Melissa fazendo os outros a olharem contrariados.


- Mas e você? Nunca falou muito de você. - fala Sophie a analisando.


- Eu? Eu fui criada por uma elfa nas ruínas da casa de meus pais até essas férias sem poder fazer magia, pois o velhote me deu uma varinha adulterada e sem poder sair por causa de um feitiço de aprisionamento que Dumbledore lançou em volta da casa. Eu era prisioneira na minha própria casa desde que nasci apenas por um capricho do velhote. - fala ela simplesmente fazendo os outros arregalarem os olhos em choque.


- Isso não pode ser verdade! - exclama Hermione e Melissa se volta para ela com uma sobrancelha erguida.


- Por que não?


- Porque Dumbledore nunca faria isto com ninguém! Ele é o líder da resistência contra as trevas! É simplesmente impossível que ele cometa uma coisa destas! - exclama Hermione se agarrando a toda a lógica que tinha em sua mente. Melissa apenas riu dela.


- Não seja idiota Mione. - fala ela após se controlar e Hermione a olha de cara fechada. - Dumbledore não passa de um manipulador igual a Voldemort. O que diferencia os dois é que Voldemort não é hipócrita para se esconder na face de bom velhinho.


- O que você está dizendo? - pergunta Neville.


- Que Dumbledore é igual a Voldemort, mas que usa aquela máscara bondosa para manipular mais facilmente. O velhote já tentou controlar a vida do Harry mandando-o para os nossos tios e o fazendo sofrer por seis anos naquele inferno e já manipulou a minha vida até que Harry me encontrou.


- E porque ele faria isto? - perguntou Draco de forma centrada enquanto analisava o que a ruiva dizia de todos os ângulos.


- Porque Harry é o escolhido para acabar com Voldemort e todo um blá,blá,blá que uma profecia aí diz.


Responde ela com pouco caso fazendo-os arregalarem os olhos novamente, o que já havia se tornado rotina naquela sala pensa Melissa divertida. Quando a ruiva vê que iria chover perguntas sobre a tal profecia diz:


- Não vou falar sobre a profecia!


- Mas por que Dumbledore prendeu você todos esses anos? - pergunta Gina pra desviar do assunto.


- Isto nem eu sei... Harry deve saber, toda vez que pergunto eu vejo que ele se segura para não ir atrás do velhote e matá-lo bem lentamente. - diz ela pensativa. - Mas coisa boa não deve ser.


- Se você não conseguia usar magia, até as férias passadas, como consegue estar em um nível bem superior ao nosso? - pergunta Draco.


Os outros olham para ela esperando uma resposta.


- Porque Harry não me traria para Hogwarts, sob as vistas do velhote do diretor, sem ter me treinado muito e exaustivamente, passei as férias inteira recebendo um treinamento muito puxado dele dezesseis horas por dia, todos os dias da semana. - fala ela calmamente.


- Nossa! Se duas ou três horas de treino já acabam com a gente imagine dozesseis... - diz Rony surpreso assim como os outros.


- Foi muito difícil mesmo mas eu não queria ficar vulnerável novamente e muito menos desapontar meu irmão, então coloquei cada grama de minha força de vontade nos treinos e consegui alcançar minhas metas, mesmo que Harry ainda diga que tenho muito a evoluir, ele não deixa de mostrar que está muito feliz e orgulhoso de mim. - diz ela sorrindo feliz para eles.


- Mas e quanto aqueles lycan's e vampiros que nos ajudaram? - pergunta Hermione vendo que a ruiva não falaria mais nada sobre os treinos.


- São nossos aliados. - responde ela simplesmente.


- Como assim aliados? - pergunta Neville confuso.


- Como eu disse, Harry quer lutar por seus irmãos e a vinda dele já era esperada por várias raças de criaturas das trevas. Aquelas que ainda se lembram de suas origens não pensaram em traí-lo, como foi o caso de Celine, Keven e Dimitri.


Fala ela calmamente enquanto observa as expressões intrigadas de Rony, Neville e Gina, as chocadas de Draco, Susana, Hermione e Sophie e a expressão avoada de sempre de Luna mas que havia um brilho diferente nos seus olhos.


- Quem são esses? - pergunta Neville temeroso ao ver as expressões chocadas dos amigos.


- São os mais poderosos mestres da noite. - fala Hermione em tom baixo chamando a atenção para si. - Celine é a líder do clã Montag e Keven é o líder do clã Willians, dois dos clãs de vampiros mais poderosos e mais numerosos há séculos, esses dois clãs são poderosos o suficiente para enfrentar os outros juntos... mas não há conflitos entre eles porque as baixas de todos os lados seriam enormes. Dimitri é o líder de mais de quarenta por cento dos lycan's do mundo inteiro, o clã dele é tão poderoso que os outros lycan's, mesmo os odiando, não se atrevem a desafiá-lo. Esses três clãs separados são monstruosamente poderosos unidos então... - termina de explicar a morena o que deixa os outros que ouviram pálidos.


- Esses três clãs são poderosos o suficiente para recusar se unir a Voldemort, coisa que aconteceu, e não se preocupar com um possível ataque por parte dele, pois eles poderiam lidar com um ataque em massa das comensais e aliados do Lorde das Trevas. - fala Melissa calmamente para eles que a olham chocados e temerosos.


- Como podemos confiar neles? Eles são criaturas malignas. - sussurra Susana.


- Como já disse, Harry não está do lado dos bonzinhos. - diz Melissa debochando da fala da corvinal. - E eles seguem o que Harry deseja, ou seja eles são confiáveis.


As dúvidas estavam presentes nos rostos deles, mas não fizeram outra pergunta sobre a confiança que os irmãos Potter colocavam nos três clãs da noite.


- Mas alguma pergunta? - pergunta a ruiva após alguns minutos.


- Bem... - começou Gina para mudar de assunto e assim se seguiu um interrogatório sobre como foi os treinos dela e do moreno. Melissa respondia a tudo calmamente ocultando o que o moreno não gostaria que eles soubessem.


 


**


Voldemort estava aguardando um relatório sobre a morte de Harry Potter para que pudesse se focar apenas na aliança dos clãs de Dimitri, Keven e Celine com o encapuzado misterioso. O Lorde das Trevas estava ansioso pelas notícias que, em sua opinião, já estavam demorando demais, quando um comensal entra na sala tremendo.


- My Lord, trago notícias sobre o ataque a Hogsmeade e ao Potter. - fala o comensal trêmulo de medo enquanto fazia uma reverência respeitosa.


- O que aconteceu? - pergunta o Lorde com a voz fria enquanto já tinha uma leve impressão do que seria.


- O ataque foi contido. - fala o comensal de forma baixa.


- O que? - sibila o Lorde - Como que isto aconteceu? Dumbledore!


- Na verdade My Lord, não foi o Dumbledore. - fala baixinho.


- Pare de dar voltas e fale de uma vez seu verme. - diz o Lorde entre dentes fazendo o comensal tremer fortemente.


- Os comensais foram mortos pelo Potter e alguns outros alunos.


- Alunos derrotaram meus comensais? - pergunta o Lorde estreitando os olhos para o comensal.


- Eles tinham um nível muito elevado My Lord.


- E os amaldiçoados?


-Foram quase todos destruídos.


- Pelos mesmo alunos? - pergunta de forma raivosa.


- Não My Lord. - diz o comensal se encolhendo diante do olhar que recebia do Lorde - Outros amaldiçoados sob o comando do estranho encapuzado surgiram no meio do combate.


- Maldito. - sibila o Lorde furioso fazendo o comensal tremer mais ainda. - Aquele infeliz se intrometendo no meu caminho novamente. E os gêmeos Brown?


- O Potter matou... os dois. - diz o comensal em tom um pouco mais alto que um sussurro temendo a ira do Lorde que não demorou a vir.


- O que você disse? - sibila perigosamente.


- O Potter matou os gêmeos.


- Como isto aconteceu? Vamos diga! - ordena em um tom de voz tão frio que fez o comensal tremer fortemente.


- Não se sabe My Lord, num instante o Potter estava levando uma surra deles e no instante seguinte ele passou a bater neles, em pouco tempo os gêmeos mal conseguiam se mexer... e então o Potter os matou. - relata o comensal aquilo que havia ouvido de um dos imortais que voltaram inteiros.


- Imprestáveis. - sussurra o Lorde de forma perigosa.


Os pensamentos dele estavam longe daquela sala onde o comensal responsável por dar as informações tremia descontroladamente perante a fúria que exalava do Lorde das trevas, fúria tão grande que chegava a exalar uma aura de puro ódio. Ele voltou seus olhos brilhando em cólera para o comensal tremulo a sua frente e, o simples olhar, foi o suficiente para fazer o comensal cair de joelhos sentindo a dor de uma maldição cruciatus.


- Quero aqueles que sobreviveram ao ataque aqui e agora. Vá! - diz o Lorde para o comensal que rapidamente se retira da sala mais do que feliz por não receber a culpa pelo fracasso.


Estando novamente sozinho o Lorde rumina o que acabara de ouvir. Potter havia derrotado seus comensais com a ajuda de apenas alguns outros alunos e ainda matara dois comensais de poder elevado.


- Dario! - grita e após alguns minutos, muitos na opinião do Lorde das trevas o comensal entra.


- Chamou My Lord? - diz ele com a voz neutra não revelando temor algum ao ser que estava a sua frente.


Voldemort o olha com os olhos em brasa, já estava cansado daquele comensal pois sua calma e indiferença a ele estava tirando-o do sério há muito tempo.


- Sim...eu quero que você descubra tudo o que for possível sobre o Potter e aqueles que detiveram o ataque ao povoado... cada informação por mais insignificante que seja... - diz de forma baixa e sibilante.


- Como quiser My Lord. - diz Dario se curvando levemente mas sem deixar o tom indiferente de lado. - Irei agora mesmo.


- Não foi ainda por quê? - sibila perigosamente enquanto estreita os olhos para o comensal que engole em seco o que escutou sem dizer nada.


- Sim My Lord. - diz com dificuldade antes de se retirar.


 


**


Dumbledore estava em sua sala, sentado enquanto pensava em tudo o que havia presenciado no vilarejo de Hogsmeade pois Harry Potter demonstrou que era poderoso, mais poderoso do que ele previra e ainda tinha o fato de outros de seus alunos estarem muito poderosos comparado ao que eram há alguns meses atrás.


O diretor estava muito intrigado e receoso sobre como que eles puderam se desenvolver tanto e, em tão pouco tempo, bem a sua frente e não ter notado nada de diferente... a não ser a aproximação deles com os irmãos Potter.


Sim... era aquilo que devia ser a razão pelo repentino desenvolvimento mágico de seus alunos, os Potter eram poderosos e pelo o que o diretor percebera, eles não perderam tempo em arrumar alguns bons guerreiros dentro de Hogwarts.


Dumbledore é retirado de suas reflexões quando porta se abre e por ela adentram vários membros da Ordem da Fênix entre eles Sirius, Remus, McGonagall, Snape e Alastor Moody. O diretor logo realiza um feitiço para aumentar a sua sala e com outro floreio de varinha transfigura várias cadeiras nas quais os recém chegados se sentam.


- O que aconteceu no vilarejo Dumbledore? - pergunta Moody sendo direto.


- Não faço idéia Alastor. - diz o diretor após um suspiro cansado pois sabia que a conversa seria longa.


- Como o Potter e os outros alunos puderam enfrentar comensais e até imortais? - pergunta um membro da Ordem de uns 25 anos e loiro, a surpresa e dúvidas eram perceptíveis em seu rosto.


Os outros presentes apenas aguardaram a resposta do diretor enquanto suas mentes fervilhavam com várias perguntas.


- O sr. Potter e sua irmã já haviam deixado claro que eram poderosos desde que vieram para Hogwarts mas os outros... não tenho ideia sobre o como... apenas suposições. - fala o diretor com a voz serena.


- Que suposições seriam essas? - pergunta Snape com sua habitual voz fria e sem emoções.


- Suposições que partem de uma aproximação que ocorreu entre os Potter e eles. Desde que os irmãos Potter vieram para Hogwarts eles vem ficando cada vez mais próximos daquele grupo de alunos. Contudo, o que mais me surpreende é o fato do sr. Malfoy estar envolvido com eles. - explicam com o cenho franzido.


- Mas o ano letivo teve início em poucos meses. - diz McGonagall surpresa.


- O que me leva a acreditar que foi um treino muito intenso sob o comando dos Potter. Eles estão com um nível muito acima do esperado para bruxos da idade deles e ainda em alguns já adultos mas não creio que seja muito além do que demonstraram hoje.


- O que é mais do que deveria ser para garotos como eles. - rosna Moody e vários outros membros concordam com ele.


- O que você está querendo dizer com isto Moody? - pergunta Sirius estreitando levemente os olhos.


- Os Potter são perigosos Black. Se eles estão treinando outros alunos em combates... quer dizer que teremos muitos problemas com eles. - rosna o ex auror recebendo novamente acenos de concordância.


- O que te faz acreditar que eles se prepararem para a guerra nos trará problemas? - Pergunta Remus em um tom sério, vendo que Sirius não tinha dito nada.


- Não seja cego Lupin... Potter é perigoso, ele é um risco para todos. - diz Snape de forma fria. - Ele tem que ser detido o quanto antes.


- Como é? - pergunta Sirius em um grito raivoso que mais parecia um rosnado. Snape apenas o olha com uma sobrancelha levemente arqueada.


- Você agora é surdo Black? - pergunta de forma zombeteira para o animago que trinca os dentes em sinal claro de raiva pelas palavras do comensal.


- Eu gostaria de ver você tentar algo... - diz o animago em uma ameaça clara.


- Seja racional Black, Potter e sua irmã são os cabeças daquele grupo pelo que Dumbledore disse, então são eles que devem ser detidos. - torna a rosnar Moody fazendo o animago se voltar para ele com uma expressão assassina.


- Olha aqui Moody, tente chegar perto deles e você não terá tempo para se arrepender... - sibila perigosamente Remus surpreendendo a todos.


- Chega, não é hora para discussões. - diz Dumbledore de forma firme fazendo o ex auror se calar mesmo que continuasse a lançar olhares raivosos para os dois marotos.


- O que você fará a respeito deles Dumbledore? - pergunta Kin olhando para o diretor de forma séria.


- Eu concordo... com Alastor. Precisamos conseguir uma forma de poder deter os Potter, principalmente Harry, pois ficou claro que ele é quem está à frente daquele grupo de jovens. Precisamos mostrar para eles que não devem agir assim, guiá-los pelos caminhos certos... apesar de serem poderosos eles são apenas jovens crianças. - diz o diretor de forma calma enquanto via a aprovação da grande maioria dos membros da Ordem sendo que Sirius e Remus estavam simplesmente chocados com o que ouviram.


Os dois marotos sabiam como o diretor de Hogwarts agia, mas aquela decisão os havia pego de surpresa, nunca que eles esperavam que o diretor fosse agir diretamente contra os filhos de seus falecidos amigos mas estavam errados. Apesar da conversa mansa de tentar guiá-los nos caminhos certos eles sabiam que aquilo significava controlá-los, manipulá-los.


- Você não está falando sério Dumbledore. - diz Sirius indignado mas o diretor apenas o olha com uma expressão serena porém firme.


- Harry e Melissa se mostraram poderosos demais para a pouca idade que tem, eles precisam ser aconselhados, ajudados para que possam conseguir se controlar e assim não colocar em risco a segurança tanto deles quanto dos outros. - diz o diretor de forma calma e solidária com a reação dos marotos.


- Você está pensando mesmo em detê-los? Não estou acreditando nisto. - diz Remus olhando para o diretor incrédulo. Dumbledore respira fundo para em seguida voltar a falar:


- Vocês perceberão que será o melhor para eles. - diz o diretor enquanto via os dois se levantarem. Todos os presentes na sala observavam a tudo em silêncio.


- Espero que se lembre do que aconteceu da última vez que tentou fazê-lo te obedecer... - comenta Sirius em tom mordaz para o diretor que endurece as feições enquanto aqueles que não sabiam do ocorrido na noite de início do ano letivo olhavam para o diretor com o olhar curioso.


- Ele fará algo muito pior do que aquilo... pode ter a certeza Dumbledore. - termina Remus antes de deixar a sala.


Os presentes olhavam se questionando sobre o que tinha acontecido para os dois dizerem aquilo como uma ameaça e o diretor mudar suas feições.


Dumbledore estava perdido em pensamentos, refletindo sobre o que os dois marotos disseram. Realmente ele precisaria tomar muito cuidado com os irmãos Potter . Dumbledore sabia que eles eram poderosos... e sabia que Harry Potter poderia ser cruel e sádico sem nem um pingo remorso ou piedade.


- Hum... o que eles quiseram dizer com aquilo Dumbledore? - pergunta Tonks que estava ao lado da cadeira que Remus se encontrava antes de sua saída.


Os outros presente olhavam para o diretor esperando uma resposta menos McGonagall que olhava entre receosa e curiosa sobre o que o diretor iria dizer.


- Não há nada a ser dito sobre o assunto. - diz ele em tom firme dando a entender que não diria nada deixando os outros frustrados. - Precisamos encontrar uma forma de subjugá-los. Os Potter serão grandes aliados e perigosos inimigos se estiverem longe de nossas vistas, precisamos saber o que estão tramando e como estão neste nível tão elevado e o que eles escondem.


- Como pretende fazer isto? Pelo que vimos não será nada fácil subjugá-los. - fala Kin.


- Faremos assim... - começa Dumbledore a explicar as bases para suas ideias para conseguir ter o controle dos irmãos Potter o que levaria várias horas pela frente.


 


************* ***************


 


N/A: Acharam q seria fácil assim descobrir???? só saberão na hora... rsrsrsrs.


Bem o que acharam do cap??? um ano depois.... e ele está aí... O.o'


Ficou pequeno pelo que eu esperava, mas achei melhor postar esta parte para no próximo fazer a reunião do Harry com Keven, Celine e Dimitri... ou demoraria muito pra postar... =(


Dumbledore ataca novamente e nos próximos cap terão surpresas muito... hum... interessantes... ;)


 


Até a próxima....


Fui!

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