Harry olhou em volta e pode reconhecer alguns rostos. Amélia Bones, a bruxa que votara a favor da absolvição dele quando este esteve naquele mesmo tribunal há três anos.
O moreno ouviu um certo muxoxo de desconforto vindo de Hermione, foi então que se pos a olhar para frente. Harry sentiu todos os seus músculos se contraírem de fúria, seus punhos se fecharam fazendo todos os dedos estalarem, sua testa enrugou brutalmente, e seus olhos ganharam um brilho de ódio nunca visto nele antes.
- Harry tenha calma – Hermione pediu num sussurro segurando a mão do amigo.
- Eu estou calmo Hermione – disse sem se mexer ou mudar a expressão em seu rosto.
Ali, a poucos metros de distancia, com vestes imundas, os cabelos desgrenhados, e o rosto mal cuidado pelos anos na cadeia, estava Bellatrix Black Lestrange.
Harry a encarou por vários instantes lembrando-se do sorriso zombeteiro e do tom arrogante com que ela falou ao duelar com ele. Lembrou-se do olhar assassino e demente de Bellatrix após empurrar Sirius, lembrou-se da risada maléfica dela e da expressão de satisfação em seus olhos ao ver seu padrinho cair no meio do véu. Harry lembrou-se de tudo isso e mirou a mulher com um ódio tão grande que ate mesmo Hermione pode sentir um frio anormal emanando do corpo do rapaz.
- Apresento a corte as testemunhas principais deste julgamento, bem como os responsáveis pelas novas acusações – disse Tonks numa postura seria muito rara nela.
- A corte da à palavra para a auror Hermione Jane Granger recém nomeada secretaria do departamento de mistérios – Rufos Scrimgeour disse numa voz rouca e firme.
- Obrigado ministro – disse Hermione dirigindo-se há uma tribuna de madeira muito bem desenhada – as acusações que tenho a fazer, são diretamente relacionadas aos presentes, Bellatrix Black Lestrange, Rodolphos Lestrange, e Lucio Malfoy. Os três são acusados de espalhar pânico a sociedade mágica e não mágica, fuga, formação de quadrilha, tortura a pessoas inocentes, invasão de propriedades de diversos trouxas e bruxos, genocídio, tentativa de assassinato, corrupção, propagação de idéias preconceituosas quanto a trouxas, coação de jovens a pratica de magia negra, pratica de magia negra, invasão de departamentos proibidos do ministério da magia, roubo, e associação ao recentemente falecido bruxo das trevas Tom Servoleo Riddle. Como testemunha, eu apresento a corte, Severo Snape, ex comersal da morte, atual professor de porções da escola de magia e bruxaria de Hogwarts, que, será bom lembrar, arrependeu-se e passou para o nosso lado antes do fim da guerra. Ele se dispôs a prestar depoimento contra os acusados.
- Traidor! – Rodolphos Lestrange gritou sendo calado pelo chicote do carrasco as suas costas.
- A corte agora concede a palavra a Severo Snape.
O professor pigarreou alto e pareceu pensar um pouco, olhou rapidamente para os acusados e para aqueles que prestaram atenção, pode-se ver um sorriso desdenhoso.
- Tenho a confiança de afirmar que nenhum dos três é livre de qualquer uma das acusações. Vi com meus próprios olhos Lucio Malfoy torturar e matar Jane e Arthuros Granger [N.A/ nomes fictícios, eu não sei os nomes verdadeiros ta?].
Snape parou um instante e pode perceber um suspiro de tristeza vindo de Hermione. A garota segurou mais firme na tribuna e baixou levemente a cabeça erguendo-a em seguida. O homem se admirou com aquilo, sabia que para ela era um momento incrivelmente doloroso, mas ainda assim ela mantinha uma postura firme e decidida.
- Rodolphos Lestrange forneceu sua casa de abrigo para diversos bruxos das trevas, e esteve presente na invasão do ministério da magia, alem de torturar e matar diversos bruxos da comunidade mágica – ele continuou olhando diretamente para o ministro – quanto a Bellatrix Lestrange, alem dos crimes já descritos pela senhorita Granger, ela também teve a frieza de assassinar um membro da própria família.
Snape viu Harry tremer a poucos metros de distancia dele.
///***///
Gina sentou-se entediada ao lado de Colin, e observou o professor explicar um feitiço de ‘desilusão’ que de acordo com o que ele explicava, servia como um tipo de capa de invisibilidade.
A ruiva bufou deitando a cabeça em sua carteira. Depois da guerra ela não acreditava realmente que houvesse feitiço que ainda não tenha feito, aquilo era perda de tempo.
Gina revirou os olhos repreendendo-se. Aquilo era importante, ela simplesmente estava muito ansiosa para a aula de defesa contra as artes das trevas.
- Agora vejamos vocês – disse o homem miudinho se referindo os aos alunos – escolham uma dupla e qualquer duvida podem me chamar.
- Já te par Gi?
- Não Colin – respondeu a ruiva virando-se para ele – quer começar?
Colin balançou a cabeça positivamente animado.
Gina observou o garoto proferir o feitiço e este não surtir nenhum efeito sobre ela. Permitiu-se perder-se em seus pensamentos enquanto Colin continuava a tentar desilusiona-lá.
“Que será que o Sirius ta fazendo agora?” Foi a ultima coisa que pensou antes de sentir o corpo ser arremessado brutalmente contra a parede.
- Ai!! – gritou tentando se levantar.
- Gina! Desculpa – Colin correu para junto da moça para ajuda - lá – acho que não sei como fazer isso...
Gina fez uma careta de dor, depois começou a rir do nada.
- Você acha?
///***///
Os corredores continuavam iguais. Frios e imponentes ate amedrontadores à noite.
“E pensar que vivi aqui tanto tempo” Sirius pensou com um sorriso leve esboçado nos lábios. “Apesar de tudo, foram meus melhores anos”.
Almofadinhas se pos a caminhar em passos lentos, pensando em todas as travessuras que aprontara ali, os gritos direcionados a ele, as reclamações e repreensões dos adultos. Era divertido, muito divertido.
A capa vinho, quase preta do homem, esvoaçou quando um vento frio lhe bateu no corpo.
“Fria como sempre” pensou continuando seu percurso pelos corredores vazios observando as inúmeras obras de arte, e certos quadros que o miravam com espanto.
Sirius parou no meio de um corredor e olhou atentamente para uma porta, ficou vários minutos a fita-lá num suspiro longo e triste permitindo-se perder em suas memórias.
- Não deveria estar em outro lugar agora? – perguntou uma voz as suas costas.
Sirius virou-se e sorriu ao ver o amigo ‘peludo’ as suas costas.
- Sim Aluado, só passei aqui para ver como estava...
- A casa? – Lupin perguntou erguendo uma sobrancelha.
Estava apoiado na porta discretamente, não queria que o amigo o visse sem se agüentar em pé. Suas vestes que quase sempre eram surradas e velhas agora estavam bem mais arrumadas dando a ele uma aparência mais bem cuidada.
- Não – respondeu Sirius revirando os olhos e sorrindo – Harry a deixou bem melhor...
- Sim, conseguimos tirar os quadros da sua mãe daqui – disse dirigindo-se cuidadosamente ate certo ponto do corredor e indicando o único quadro que não se mexia – e colocar este no lugar.
Sirius sorriu largamente. Lá estavam eles! Os marotos originais. Todos os três com seus costumeiros sorrisos marotos. Tiago fora vestido com magníficas vestes negras e cinzas, seus olhos por trás dos óculos esboçavam pura malicia, como se pensasse em explodir um banheiro ou coisa do gênero, Sirius fora posto em trajes levemente azuis um sorriso maroto acompanhado de um ar arrogante que ele sempre utilizara para fazer as garotas repararem nele, e Remus com suas vestes verdes puxadas para amarelo, tinha a mesma expressão que tinha hoje, calma, serena, sabia e despreocupada, a mirar os dois amigos com uma expressão de “Só quero ver o que vão fazer desta vez”.
- Éramos bons não éramos? – perguntou mirando o quadro com a costumeira tristeza nas feições.
- Éramos ótimos – respondeu Sirius pondo a mão no ombro do amigo – e ainda somos... Nós três – completou encarando o quadro ao lado de Remus.
Eles se puseram a observar seus rostos jovens no quadro, seus sorrisos inocentes (talvez não tão inocentes), e olhares sonhadores.
Uma brisa levemente aquecida tocou o rosto dos dois homens, que sentiram ambos em sintonia, o peito aquecer, e uma dor boa de felicidade no coração.
- Pontas... – Sirius disse sorrindo levemente.
- Sabemos que sempre estará aqui amigo – completou Remus sorrindo novamente para o quadro, a encarar o amigo que lhe sorria de volta na pintura.
[N.A// tah eu não resisti em colocar um momentoo recordação ao prongs, pq acho que ele merece ser lembrado com carinho pelos marotos. Ficou tosco mas eu coloquei]
///***///
Gina chegou animada a sala de defesa contras as artes das trevas, olhava em todas as direções a procura do maroto agora nomeado professor.
- Onde esta o prof.Black? – ela perguntou assustando a si mesma.
Prof.Black? Era muito estranho trata-lo daquela maneira.
- Ele foi convocado pelo ministério da magia e precisou se ausentar por hoje – respondeu a professora Minerva encarando os alunos que tomavam seus lugares confusos – vou passar uma tarefa para vocês e depois poderão ir.
Luna encarou Gina com um misto de confusão e tristeza.
- Essa seria a melhor aula do dia – comentou baixinho sentando-se ao lado da ruiva.
- Por que será que chamaram o Sirius? Pensei que ninguém soubesse que ele estava vivo – cochichou de volta.
- Eu olhei no Pasquim hoje de manhã, e não tinha noticia sobre a volta dele, e Colin me disse que também não saiu nada no profeta diário – comentou anotando o que a professora Minerva escrevia no quadro.
- Bom, então o fato dele estar vivo ainda é segredo, então quem o chamou deve ter sido o Prof. Lupin, Sirius não confia em mais ninguém – a ruiva retirava a pena e o tinteiro mirando a loira pensativa – mas Lupin não trabalha para o ministério. Então alguém mais deve saber. Não o Harry, o Sirius mesmo falou que vai aparecer para ele e explicar tudo, e Hermione nunca guardaria um segredo desses de nós, não sabendo que o Harry sofre com a perda dele, e o Rony não tem segredos com ninguém...
- Ele é adulto sabe o que faz, não deveríamos nos preocupar com ele – comentou Luna pousando a pena ao lado do pergaminho.
- Adulto? – Gina repetiu risonha – só no tamanho você quer dizer...
Elas riram baixinho parando em seguida sob o olhar repreendor da agora diretora de Hogwarts.
///***///
Hermione deixou o lugar em que estava para sentar-se, dando lugar a Harry que se posicionou e pos alguns papeis apoiados na tribuna.
- Não há realmente o que acrescentar sobre os crimes cometidos pelos três aqui presentes – disse numa voz decidida evitando mirar Bellatrix – como a srta.Granger disse, eles cometerão diversos crimes graves, desde roubo, a assassinato a sangue-frio. Rodolphos Lestrange, torturou friamente os aurores Alice e Frank Longbottom, em companhia de sua esposa Bellatrix Lestrange, e Bartô Croch Jr. Alem de matar centenas de trouxas na ultima vez que Tom Riddle foi visto com vida. Lucio Malfoy alem de contribuir para o retorno do já mencionado bruxo ao poder, esteve presente durante a invasão ao ministério da magia, fato em que temos seu filho Draco Malfoy, eu mesmo e a srta.Hermione Granger como testemunhas – Harry viu Lucio mirar o filho com desprezo. Draco no entanto, parecia não se importar – Lucio Malfoy também foi acusado de corrupção na tentativa de subornar o nosso antigo ministro Cornélio Fudge, para encobrir seus crimes, também acusado da venda e compra de venenos perigosos e o uso dos mesmos contra trouxas, fato ao qual também sou testemunha – Harry mirou os papeis em sua mão com certa fúria.
Hermione engoliu o seco observando o amigo.
Harry estava nervoso, irritado, furioso. Bellatrix seria a próxima a ser acusada, não sabia se teria forças para lembrar o que ela fizera com Sirius e o que é pior, gritar isso para o júri.
Ele retirou os óculos num gesto simples, e os limpou na manga da camisa branca. Pos a mão no bolso da capa verde quase preta e se pos a remexer em algumas moedas que ali estavam.
“Calma Harry” Pensou Hermione mirando o rosto do moreno tomado pelo ódio.
Bellatrix, bem como Lucio e Rodolphos miravam o garoto com certo desprezo e temor. Por culpa dele estavam ali! Por culpa dele seu mestre não existia mais! Por culpa dele todos os sonhos de grandeza e poder haviam acabado!
Bellatrix remexeu-se levemente, fazendo suas correntes tilintarem o que atraiu a atenção dos presentes ali.
“Eles pensam que vou fugir?” Ela pensou com um sorriso débil para todos. Há muito não conseguia esboçar outro sorriso alem daquele. “Tolos! Como se eu fosse conseguir escapar com vida!” Pensou passando as mãos levemente pelo vestido negro e surrado.
Rodolphos mirou a esposa por alguns segundos. Nunca gostara realmente dela, Bellatrix era apenas mais um troféu para ele. Era a mulher mais bela e sedutora da sociedade na época em que se casaram, mas a falta de cuidado com a aparência (que começou no momento em que passou a levar as ordens de Voldemort em primeiro plano) fez com que ela se transformasse numa mulher mais sombria que bela.
Lucio Malfoy olhou rapidamente para o ser asqueroso que um dia chamara de filho. Olhou o garoto em suas belas vestes negras com um brilho de inveja no olhar ao dar-se conta da situação de ambos. Draco estava livre, limpo, com boa aparência, bem vestido, e certamente um futuro brilhante com a fortuna que ele deixara, enquanto ele, Lucio, teria de ir para a Azkaban, viver na imundice pelo resto de seus dias. “Moleque desgraçado! Se não fosse eu você não seria nada!” Pensou amaldiçoando a rapaz.
- Bellatrix Black Lestrange! – a voz de Harry tirou os prisioneiros de seus devaneios – ajudou o marido em todos os seus crimes! Alem de tentar me matar na já mencionada invasão ao ministérios da magia, matou a sangue frio um membro de sua própria família! – Harry estava exaltado. Hermione temia que o amigo avançasse em Bellatrix, o morena já estava esticando-se ao gritar as acusações da mulher – SEU PRIMO SIRIUS BLACK!!!
-EU NÃO O MATEI!! – Bellatrix trovejou o mais alto que pode.
- SIM VOCÊ O MATOU! EU VI COM MEUS PROPRIOS OLHOS! – Harry havia deixado a tribuna e agora avançava ao local onde Bellatrix estava algemada – VOCÊ MATOU O SIRIUS!!
A mulher levantou-se, e mesmo com o peso das correntes voou no pescoço de Harry atacando-o com o mesmo sorriso débil que sempre esboçava nos lábios.
- EU NÃO O MATEI POTTER! PARE DE DIZER ASNEIRAS! MENINO IDIOTA! EU NÃO MATEI O SIRIUS! – gritou tentando estrangular o garoto com as correntes que a prendiam.
O carrasco apontou a varinha para Bellatrix, e com um feitiço não verbal estuporou a mulher, que caiu pesadamente com o corpo sobre o de Harry.
O moreno respirou fundo tossindo pesadamente, tentando recuperar o ar que lhe fora tirado pela mulher sobre ele. Harry a empurrou para o lado e levantou-se com a mão em seu pescoço que agora encontrava-se vermelho, levemente roxo.
- Viram?! – trovejou apontando para Bellatrix – estas pessoas devem permanecer em Azkaban para sempre, pois são um perigo para a sociedade mágica e não mágica!
- A corte pede ao auror Harry Tiago Potter que não se exalte, lembrando que esta é apenas uma audiência preliminar – disse Rufos sem olhar para o moreno – o julgamento em si só será feito no dia 22 de dezembro.
- Mas Ministro...
Rufos ergueu a mão em sinal de silencio.
- Devo pedir que se sentasse para que possamos dar continuidade – disse num tom autoritário.
Harry torceu o nariz irritado encarando o ministro antes de olhar rapidamente para uma Bellatrix agora de pé com as pernas bambas pelo feitiço sendo erguida pelo mesmo que a estuporou.
Ele sentou-se ao lado de Hermione e pos a olhar atento para a corte que se punha a cochichar entre si.
- O que será que estão falando? – perguntou Harry a amiga.
- Não sei – respondeu Hermione – mas fique calmo, o julgamento final só será daqui a três meses. Você ouviu o que Scrimgeour disse.
Harry bufou indignado.
Já tinham provas, testemunhas, tudo! Por que não os trancafiavam em Azkaban de uma vez?!
- A corte decide que ate a data do previsto julgamento, por serem considerados traidores ao mundo mágico. No entanto, pergunto, há alguém que se atreva a falar a favor dos prisioneiros? – perguntou Rufos percorrendo o salão com os olhos.
O salão se manteve em total silencio. Todos viravam os olhos para ver se haveria alguém a falar em favor do acusados.
- Auror Ninfandora Tonks? – perguntou o ministro – levando-se em consideração que uma das acusadas é sua tia...
- Não ministro – Tonks interrompeu torcendo o nariz por ter sido chamada pelo primeiro nome – meu ultimo parente foi assassinado por Bellatrix Lestrange.
Harry riu levemente. Scrimgeour era estúpido se pensava que alguém falaria em favor dos três, e os prisioneiros mais estúpidos ainda por terem esperança, o que não podia-se negar já que tal sentimento estava estampado no rosto dos três.
- Bom, neste caso, não me resta opção a não ser manda-los de volta para Azkaban ate o dia do julgamento oficia...
A porta do salão abriu-se num estrondo fazendo todos voltarem-se seus olhares para ela.
O bruxo adentrou decidido olhando diretamente para o ministro.
- Eu falo em defesa de Bellatrix BLACK! – ele disse a plenos pulmões fazendo questão de ressaltar o sobrenome de solteira da prisioneira.
Os presentes fecharam os olhos tentando acostumarem-se a claridade vinda da porta escancarada.
Bellatrix levantou o olhar a menção de seu nome, ignorou a irritação nos próprios olhos e mirou por alguns instantes, o recém-chegado com seriedade.
Foi então que algo inesperado aconteceu. Uma coisa que talvez nunca tivesse ocorrido ate aquele momento. Lagrimas começaram a escorregar pelo rosto de Bellatrix, lagrimas sinceras de alegria e alivio, em conjunto com um sorriso simples e terno nunca antes visto na moça.
Ela abriu a boca na tentativa de dizer alguma coisa, mas sua mente se nublara naquele momento e não conseguia pensar em nada para proferir com seus lábios.
- Sirius... – foi tudo o que proferiu com a voz anormalmente tremula.
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bommm tah aee o cap.5 e para aqueles com quem eu converseii por e-mail e talz, falei q ia acontecer um troço estranho nesse cap num foi?? bomm tah aee
obrigadoo pelos comets, quanto mais vcs mandarem mais reapido eu escrevoo, juroo
=P vicieii nos comets agora so escrevo se comentaremm
oaskpaoksaposk
brincadeiraa, mas eh preferivel q vcs comentem pra seu saber se to no caminho certo, ok?
bjaoo espero q tenham gostadoo |