FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo



______________________________
Visualizando o capítulo:

9. Acontecimentos - parte 2


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 9
Acontecimentos – parte 2
 
 
Hermione acordou sentindo-se muito bem e apesar dos protestos de Draco e Minerva a garota fez questão de voltar às aulas. Ela encontrava-se com o loiro na Biblioteca e preferiram manter o relacionamento escondido da maioria. As únicas pessoas que sabiam eram Harry, Gina, Rony e Carol. Os garotos ainda estavam em dúvida quanto ao comportamento de Malfoy, mas as meninas aprovavam o “namoro”.
 
Depois da última explosão, o sonserino vinha procurando controlar-se. Estava mais calmo depois da declaração de ambos, mas não gostava de ficar escondido. Preferia contar pelo menos para os colegas da Ordem, mas Hermione foi totalmente contra. As gêmeas adoravam uma fofoca e ela achou que a notícia poderia vazar.
 
Certo dia, Hermione foi chamada para conversar com a Diretora. Olhou para Draco, só que ele não recebeu nenhuma notificação. Após o jantar, seguiu em direção à sala da Minerva.
 
- Boa noite, Diretora. – cumprimentou Hermione.
 
- Boa noite, senhorita Granger. Como tem passado?
 
- Muito bem, obrigada. Não tenho sentido mais nenhuma dor.
 
- Ótimo. Teremos um baile este ano, senhorita Granger. Um baile de Natal. E você será responsável pela apresentação. – disse a Diretora.
 
- Oh, claro! Como entro em contato com As Esquisitonas? – perguntou eufórica.
 
- Você não entendeu, minha querida... Você fará uma apresentação. Uma música. Seus pais me contaram das suas aulas de canto. Gostaria de ouvir um trecho de qualquer coisa... O show das Esquisitonas será depois de você e já está tudo acertado – Minerva arrumou seus óculos e recostou na cadeira.
 
- C-Co-como? – gaguejou.
 
- Sim... Tenho conversado bastante com seus pais. Vigilância constante, como diria Alastor... Apareço lá para verificar a segurança e começamos a conversar. Pessoas maravilhosas, senhorita.
 
- Obrigada, Diretora.
 
- E numa dessas conversas eles contaram sobre suas aulas de canto. Assisti uma TV, é isso? E vi sua imagem lá, cantando. Adorei! – exclamou a Diretora.
 
- Isso tem muito tempo... Faz anos que eu não me apresento. Não poderia aceitar seu convite...
 
- Senhorita Granger, sei que canta sozinha em casa... E não foi um convite, apenas uma comunicação. Acho melhor apressar seu ensaio... O baile é daqui três semanas.
 
- Mas,...
 
- Nada de mas... Cante alguma coisa...
 
****************************************************************
 
Hermione chegou cabisbaixa ao treino. Draco logo percebeu e perguntou:
 
- Está tudo bem?
 
- Depois te conto com calma, ok? – ela respondeu.
 
O treino nunca havia sido tão chato para Hermione. Demorou uma eternidade para acabar e nisso, seus amigos mais próximos perceberam o semblante da garota.
 
Os alunos iam saindo, o melhor apressar seu ensaio... O baile esa... E nde canto. Assisti uma TV,  mas Hermione foi total até que um grupo de seis estudantes ficou para trás.
 
- O que houve, Baixinha? – perguntou novamente Draco, abraçando a garota por trás.
 
- Daqui três semanas acontecerá um baile. – todos se animaram e não entenderam o desânimo da grifinória.
 
- E por que essa cara? - Rony perguntou, enquanto fazia carinho nos cabelos de Carol.
 
- Simplesmente por que a Diretora EXIGIU que eu CANTASSE!!!
 
- Ela endoideceu? – Gina indagou assustada com a proposta de Minerva.
 
- Acontece que nossa querida Diretora, anda de conversa com meus pais. E os dois falaram que eu já fiz aula de canto... – ela não pôde continuar, foi interrompida por Harry:
 
- Aula de canto??? Nunca soube disso!
 
- Pois é,... Faz tanto tempo!!! Às vezes eu fazia umas aulas nas férias, mas nada demais... Não me apresento desde os dez anos!
 
- Cante para nós ouvirmos! – pediu Carol.
 
- Imagina!!! Tenho vergonha,... – e abraçou mais forte Draco que retribuiu o abraço.
 
- Se não for bem, podemos tentar convencer McGonagall do contrário. – sugeriu o loiro. Hermione percebeu que todos imploravam com o olhar. Mexeu a cabeça de um lado para o outro.
 
- Vocês que pediram – afastou-se de Draco e com um movimento de varinha conjurou um violão.
 
- Você toca também? – o sonserino perguntou admirado.
 
- Bem pouco... Então lá vai...
 
Wherever You Will Go - The Calling
Onde Quer Que você vá
So lately, been wondering
Who will be there to take my place
When I'm gone you'll need love to light the shadows on your face
If a great wave shall fall and fall upon us all
Then between the sand and stone, could you make it on your own
Ultimamente, tenho pensado
Quem estará lá para ocupar meu lugar
Quando eu for, você vai precisar de amor
Para iluminar as sombras em seu rosto
Se uma grande onda caísse
E caísse sobre todos nós
Então entre a areia e a pedra
Você poderia fazer isto do seu modo

If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low, I'll go wherever you will go


(Refrão)
Se eu pudesse, então eu iria
Eu vou para onde você for
Muito lá em cima ou lá embaixo
Eu vou para onde você for

And maybe, I'll find out
A way to make it back someday
To watch you, to guide you, through the darkest of your days
If a great wave shall fall, and fall upon us all
Then I hope there's someone out there
Who can bring me back to you


E talvez, eu vá encontrar
Um jeito de voltar algum dia
Para te assistir, para te guiar
através da escuridão de seus dias
Run away with my heart
Run away with my hope
Run away with my love
Fuja com meu coração
Fuja com minha esperança
Fuja com meu amor
I know now, just quite how
My life and love might still go on
In your heart and your mind,I'll stay with you for all of time


Agora eu sei, perfeitamente como
Minha vida e meu amor poderão continuar
Em seu coração, em sua mente,
Eu ficarei com você por todo o tempo
If I could turn back time
I'll go wherever you will go
If I could make you mine
I'll go wherever you will go
Se eu pudesse voltar o tempo
Eu vou onde você for
Se eu pudesse fazer você ser minha
Eu vou onde você for
Eu vou onde você for
Hermione terminou de tocar e olhou para seus amigos. Todos com as bocas abertas.
- Como não contou para gente antes? – Gina foi a primeira a falar.
- Sei lá... Fico envergonhada e acho que nem canto tão bem assim. – envergonhou-se.
- Puxa... Se você não sabe cantar, imagine eu!!! – exclamou Ron.
- Agora não tem jeito, Mione... Você terá que se apresentar! – disse Carol rindo da cara de desespero da outra.
Minutos depois, todos se despediram e foram deixando Hermione e Draco para trás.
- Está tudo bem, Draco? – ela perguntou.
- Sim... Realmente eu acho que não te mereço...
- Que besteira... Vamos dormir... Tenho que pensar qual música usarei na apresentação. – ela o puxou pelas mãos.
- É... Encontre-me na Sala Precisa, ok? Chego lá em uns 15 minutos.
- Draco, o que está aprontando? – ela perguntou cruzando os braços.
- Espere-me lá... Sério mesmo... Por favor... – ele fez um rosto tão meigo. Era assim que ele sempre convencia Hermione, fazendo um biquinho e olhar de cachorrinho abandonado.
- Certo – ela disse, despedindo-se com um beijo. – Em que eu penso?
- Em um lugar romântico...
Os dois saíram em direções opostas. Hermione chegou ao seu destino e passou na frente da porta mentalizando um ambiente romântico. Entrou e encontrou um ambiente lindo. Havia uma iluminação fraca de velas. Uma mesa redonda coberta com uma toalha branca de renda. Mais ao lado, uma cama de casal imensa coberta por um lençol azul. E muitos, muitos travesseiros. Ao fundo, Hermione viu uma porta e foi olhar.
Era um banheiro iluminado por archotes. No centro dele uma grande banheira que mais parecia uma piscina pequena. Duas pias em uma das paredes laterais e mais ao fundo um box com um chuveiro. Hermione ouviu um barulho de porta fechando e voltou para a “sala”.
- Nada mal, Granger. – Draco falou piscando. Depois começou a tirar de uma cesta vários alimentos.
- Um jantar? – ela perguntou pegando um doce.
- Não... Isso não é jantar decente para você, Baixinha. Dias desses combinamos um e eu cozinho para você. – ele disse dando um beijo na bochecha dela.
- Sabe cozinhar?
- Não... Mas nada que não possa ser aprendido. – ele puxou a cadeira para que ela sentasse.
- Assim que sairmos daqui faremos algum prato juntos. Eu te ensino... Não que eu saiba muito...
- Se você cozinhar que nem canta, Granger, não preciso me preocupar com comida pelo resto da vida.
Hermione corou ao ouvir resto da vida. Comeram calados. De repente, ambos pareceram envergonhados. A morena levantou-se e foi ao banheiro:
- Já volto. – lá escovou os dentes e deu uma arrumada no cabelo. Conjurou outra blusa. Chegou e encontrou Draco organizando tudo.
- Está mais calma quanto à sua apresentação? – ele perguntou ainda de costas.
- Sim... Estou.
- Quero te perguntar uma coisa, Hermione. – e virou-se. O olhar naquela cor que a garota sabia anteceder uma explosão. Ela silenciou esperando a continuidade – Por que saiu aquele sábado com Joseph? – Hermione estranhou a pergunta. Aquilo já fazia tanto tempo para ela.
- Sei lá... Eu estava confusa, Draco. Pouco tempo antes tinha terminado o namoro com Rony. Então, Joseph me convida para sair... Olha para mim, certo?
- Como assim?
- Um cara como ele nunca olharia para mim... Foi o que pensei depois que ficamos. Um cara como você nunca olharia para uma garota como eu. – ela disse apontando a si mesma.
- Ainda não entendi...
- Draco... Eu não tenho graça. – ele sorriu diante desse comentário.
- Você não percebe mesmo, não é? Principalmente depois que mudou suas roupas. Muitos garotos olham para você. Não sabe o autocontrole que preciso ter para não sair socando ou azarando os outros pelos corredores.
- Sério? Comigo não é diferente... Cada comentário... – ela falou mexendo a cabeça, Draco a puxou pela mão.
- Não quero esconder isso de mais ninguém da Ordem, Baixinha. E quero que “isso” seja um namoro. Quero que seja minha namorada. – Draco a envolveu em um abraço. Hermione sentia o coração dele batendo – Diz que aceita ou terei que apelar para minha cara...
- Não precisa... Claro que aceito.
Draco sorriu e deu um beijo na garota. Depois rodou com ela em seus braços.
- Você é linda, Hermione – e o beijo que eles deram foi mais calmo. Apaixonado. A grifinória sentiu quando se sentou em cima da mesa. Draco continuava a beijá-la. – Não precisava ter trocado de roupa. Adoro o cheiro do seu suor... Ela puxou a camisa dele pela cabeça e Draco sorriu. Ele tirou os sapatos e as meias – Tem certeza?
- Sim...
- Não vou te machucar. Se doer, avisa.
Eles estavam sempre se tocando, mas sempre por cima da roupa. O ponto máximo que tinham ido, era Draco sem camisa.
Hermione pegou seus cabelos para fazer um rabo, mas ele não deixou:
- Prefiro solto... Adoro seu cabelo.
A grifinória usava uma blusa de abotoar. Ela era sempre tocada por cima do tecido. Draco abriu o primeiro botão. Estava nervoso, nunca imaginou que sentiria algo assim ao fazer amor com alguém. Abriu o segundo o botão.
- Weasley nunca te tocou assim? – ela sabia que Draco não era mais virgem. Isso a incomodava um pouco, mas não muito. De alguma forma sabia que ele era um outro Malfoy. Sabia que de alguma forma seria a primeira vez dele também.
- Você sabe que não.
Ele dirigiu seus dedos para o terceiro botão e a mão dela o impediu.
- Quer parar? – ele perguntou.
- Não... Só... Só tenho receio que não goste do meu corpo...
- Isso é impossível, Granger. – ele tentou abrir, mas a mão dela o impedia.
- Não, não é. – empurrando-o gentilmente, desceu da mesa. Ela estava de costas e Draco viu que a namorada abria os botões. Ela deixou a blusa cair no chão. Os cabelos longos chegando quase na cintura. Ele aproximou-se. E virou-a delicadamente. – Entendo se quiser parar...
E Draco viu. A mesma marca do seu sonho. Ela usava um sutiã branco.
- Tudo bem, Draco... – Hermione ia abaixar-se para pegar a blusa.
- Espere... – ele a segurava pelos braços. – Quem fez...?
- Dolohov. Dois anos atrás. Não teve jeito de sair... Apenas disfarçaram... Às vezes uso maquiagem para esconder, mas não tem jeito... – E a morena sentiu que Draco apertava seu braço com um pouco mais de força e depois ele afrouxou.
- Desculpe... Você é linda... – e puxou os cabelos dela para frente, como no seu sonho. Ela sem sutiã, com os seios cobertos pelos cabelos era uma imagem que sempre deixava Draco excitado. – Tire seu sutiã... Não mexa no seu cabelo... – mesmo sem entender Hermione obedeceu. Usava apenas sua saia de pregas. Draco arrepiou-se frente à imagem – Nunca duvide de sua beleza, Granger – Levou Hermione no colo, de volta para mesa. Começaram a beijar-se com mais desejo. Hermione passava as unhas nas costas dele, que se arrepiavam a cada toque. Ele foi descendo seus beijos pelo pescoço dela. Beijou a cicatriz, apesar de excitado, jurou que mataria Dolohov. Voltou a beijar a boca dela, depois puxou os longos cabelos castanhos para trás. Os seios de Hermione eram mais lindos do que ele podia sonhar. Os bicos já estavam duros e começou a beijá-los. Hermione nunca havia sentido nada igual.
Envolveu suas pernas em torno da cintura ele, aproximando-o mais. Deixou-se escorregar mais para a borda. Draco sentiu o movimento e a levantou novamente.
- Vamos para a cama, gostosa...
Deitou delicadamente Hermione e subiu em cima dela. As mãos da garota foram até o cinto. Ela tentou abrir, mas atrapalhou-se um pouco. Foi ajudada por Draco. Ele logo tirou seus sapatos e meias também. Hermione achava impossível alguém despir-se naquela velocidade.
Por alguns instantes admirou o corpo dele. Ele usava somente uma cueca preta. Ela já era marcada pelo pau duro do loiro. Draco sorriu ao ver que ela também se excitava ao ver seu corpo. Ele deitou na cama, após tirar sua cueca. Hermione desceu sua mão e começou a tocá-lo. Draco precisou respirar fundo ao sentir a mão quente dela. A garota podia ser novata no assunto, mas sabia o que fazer.
Draco tirou a mão dela.
- Minha vez agora, senhorita Granger.
O loiro colocou seus dedos dentro dela. Hermione sentiu o corpo estremecer de prazer. Ela não conseguia pensar e apenas pedia por mais. Draco viu o quanto ela estava molhada e ele mesmo não conseguia mais segurar a vontade de penetrá-la. Endireitou seu corpo sobre o dela e murmurou:
- Avise se doer...
Assim que Draco sentiu a vagina dela, arrepiou-se. Nunca havia feito amor dessa forma. Nunca fez com uma garota que ele estivesse envolvido. Penetrou aos poucos. Sentia sob si, o corpo delicado dela, tremer de desejo. Assim que se colocou inteiro, começou um movimento ritmado. Hermione sentiu uma pontada de dor, mas logo essa sensação foi apagada de seu corpo. Começou a mexer sua cintura e percebeu que o loiro gostou. Apenas murmúrios e gemidos. Sons do corpo. E uma explosão. Hermione achou que não ia aguentar de tanto prazer e gritou. Draco ainda mexia-se sobre ela e sorriu ao ver a morena fechar os olhos e gritar. Pouco depois, ele gozou. Deixou seu corpo cair ao lado dela.
- Gostou, Baixinha?
- S-Sim... – respondeu Hermione e sentiu seu corpo ser puxado para perto dele.
- Deite-se aqui... – e deixou que a cabeça dela descansasse em cima de seu peito. – Nunca senti nada parecido...
- Nem eu...
Ficaram em silêncio e logo caíram no sono.
****************************************************************
Acordaram no dia seguinte, muito felizes e cúmplices. Foi difícil separarem-se para o café, mas tinham que manter as aparências por mais algum tempo.
Enquanto tomava seu café, Hermione lembrou de uma música. Claro que pensava em Draco. Precisaria de ajuda e falaria com suas amigas. Até as gêmeas poderiam ajudar.
O dia passou lentamente, a grifinória não via a hora de chegar a noite e estar com Draco sem mais segredos.
Todos se espantaram quando viram Draco beijar Hermione. Neville cochichou para Rony:
- Não vai fazer nada? É o Malfoy!
- Não... Faz um tempo que eles estão juntos... Acho que resolveram assumir para todos aqui.
A aula passou rapidamente, estavam organizando tudo quando Draco chegou e sussurrou:
 
- Sala Precisa?
 
- Não dá... Preciso ver se as meninas topam participar comigo da apresentação. – ele fez o bico. – Faz assim, aqui não deve demorar muito, espere-me na Enfermaria... Hoje não posso dormir fora.
 
- Ok... Espero você lá.
 
- Parvati, Padma, Gina e Carol, posso falar com vocês um minuto? – ela perguntou.
 
- Oba! Quero saber TUDO sobre essa sua história com o Malfoy. – começou Padma.
 
- Acho que isso é assunto deles. E deve ficar aqui. – cortou Carol que não ia muito com a cara das gêmeas.
 
- Não é nada disso realmente. Bom,... – e explicou sobre o baile e sobre a apresentação – E precisarei da ajuda de vocês para a música que pensei em cantar. Hoje de manhã enviei uma coruja para minha mãe...
 
- E precisa da nossa ajuda para quê? – indagou Gina. Ela olhava Hermione que procurava alguma coisa em sua mochila. – O que é isso?
 
- É um MP4. Bom, depois explico... Pensei em uma música e preciso de vocês para fazer o coro... – as outras garotas olharam espantadas. – E de umas ideias para roupas... Assistam... Acho que gostarão da letra.
 
As meninas animaram-se. O problema é que nenhuma delas entendia coisa alguma de cantar, mas Hermione disse que era só aprenderem o refrão. E ela cuidaria da afinação se necessário. Combinaram de começar a ensaiar no dia seguinte. Hermione fez uma cópia da letra e deu para cada uma delas.
 
Assim que se despediu, saiu correndo na direção da Enfermaria, alegando que precisava de uma poção para dor de cabeça. Chegou lá e encontrou Draco, lendo um livro.
 
- Pronto... Foi rápido, não? – ela perguntou.
 
- Na verdade, não... Demorou demais.
 
Eles ficaram mais um tempo por ali, namorando e depois voltaram para suas respectivas casas.
 
Hermione ensaiou com as garotas e percebeu que elas não eram tão desafinadas quanto imaginou. Logo criaram uma coreografia simples e as roupas.
 
Depois que Hermione voltou da caça às horcruxes o sonho da morte dela sumiu durante semanas. Até a véspera do baile. Draco acordou assustado. Desde que a notícia do baile foi divulgada, ele passou muito tempo fugindo de Pansy e companhia. Se não poderia ir com Hermione, iria desacompanhado. Quando estava nervoso, lembrava da cara que Connery fez quando viu que Hermione não estava sozinha.
 
Eles foram dispensados do treino na sexta. Sábado de manhã, dia do baile, ele resolveu dar uma volta para tentar apagar as imagens do sonho. Ele ainda não havia contado nada para a namorada. Mas, teriam muito tempo para conversar já que passariam o feriado de Natal e Ano Novo na casa dos Weasley.
 
Estava andando na orla da Floresta, afastado da Escola, quando ouviu a voz dela conversando com alguém... Logo reconheceu o professor de Defesa Pessoal. Começou a observar a cena.
 
- Não acredito que está com o Malfoy, Hermione!
 
- Aconteceu, ok? Esse tipo de coisa não se controla... Quando fui ver, estávamos aos beijos e apaixonados...
 
- Ah, Mione... Você poderia ter me dado uma chance... – ele aproximou-se da menina e passou a mão pelos cabelos dela. Draco respirou fundo de raiva – Foi tão bom aquele dia em Hogsmead... Dê uma chance... Ele não saberá de nada.
 
- Isso não tem nada a ver, Joseph! Eu nunca trairia o Draco... – o loiro riu da resposta. Queria sair sem fazer nenhum barulho, mas algo o prendia ali.
 
- Você tem apenas 17 anos! Curta sua vida... Tenho certeza que ele curte também... Outro dia ele estava com uma conversa bem íntima com a Parkinson...
 
- Eu duvido! – ela falou e Draco ficou com mais raiva ainda. Não havia ficado um minuto sequer a sós com a Pansy. – Chega dessa conversa! – ela tentou sair, mas ele segurou-a pelos braços. Ao ver isso, Draco tentou se aproximar, mas notou que havia um feitiço por ali e começou a dar a volta desesperado, procurando algum lugar que pudesse passar. Achou um espaço um pouco mais para frente e lançou um feitiço que acertou as costas do professor. Joseph caiu e levantou-se rapidamente parecendo voltar a si.
 
- Merlin... Que eu fiz? Desculpe, Mione... Eu... Eu não sei... Às vezes eu me descontrolo... – ele tentou aproximar, mas Draco colocou-se na frente.
 
- Não é hora para isso, Connery. Melhor voltar para o castelo. – Draco tremia de raiva. Tudo parecia contribuir para seu pesadelo tornasse realidade...
 
- Certo... – ele virou-se e foi embora. Draco abraçou Hermione com força. Respirou fundo e disse:
 
- Preciso te contar uma coisa...
 
Hermione ouvia tudo atentamente. Não acreditava muito nessa história de adivinhação, mas achava estranho ele ter visto a cicatriz:
 
- Ah, Draco... Não sei, viu. Para mim já é difícil aceitar essa história de ser o Harry que tem que matar o Voldemort... Acho estranho, mas não quero arriscar...
 
- Sim, mas eu vi sua cicatriz! E a primeira vez que tive o pesadelo, você quase morreu. Passei um bom tempo sem sonhar nada, até agora.
 
- Acho que foi só uma coincidência. E quanto à marca, pode ser que tenha ouvido na época sobre o feitiço que levei. Isso ficou de alguma maneira em seu inconsciente... – ela disse firme de sua descoberta, mas isso não convenceu Draco.
 
- Só se cuide, ok? Precisamos voltar antes que alguém desconfie... Está preparada para o show?
 
- Sim... Música especial para você. Tente ficar perto de Harry e Ron, disfarçadamente.
 
Ele concordou e voltaram para o castelo por caminhos diferentes.
 
****************************************************************
 
Hermione estava uma pilha de nervos antes do baile. Ela usaria um vestido para a música e outro para o baile. Encontrou com as meninas que estavam no mesmo estado eufórico.
 
- Será que vai dar certo, Mione? – Carol perguntou. Elas estavam atrás de uma grande cortina no palco improvisado.
 
- Espero que sim... Vamos nos preparar que a diretora daqui a pouco nos chama. Dito isso ouviram a voz da professora pedindo por silêncio.
 
- Boa noite a todos! Decidimos fazer este baile como uma trégua. Um momento de paz entre tantos acontecimentos que vem perturbando o nosso mundo. Espero que descansem bastante nesse feriado e voltem animados para mais um semestre. – aplausos – Dentro de alguns meses teremos mais um baile – mais palmas – para homenagear nossos formandos. Hoje, no entanto, teremos algo diferente. Uma de nossas alunas juntamente com mais um grupo de quatro meninas – assobios por parte dos garotos – farão uma apresentação de uma música trouxa – vaia dos sonserinos – Espero que curtam muito! Depois, show das Esquisitonas!
 
Hermione olhou para as amigas e suspirou aliviada. Pelo menos, depois teria um show que faria qualquer um esquecer o que veriam ali. Ela usava um vestido simples e preto até a altura do joelho. Ao lado dela, um pouco ao fundo as meninas, usavam o mesmo estilo de vestido. Só que eles eram mais longos e vermelhos. Todas de rabo de cavalo. Hermione usava os cabelos soltos para Draco.
 
A cortina subiu, mas ninguém via nada, pois todas as velas foram apagadas.
 
(N.A.: O clipe não tem nada a ver... Só para quem não conhece a música. Acho que a parte que mais se parece com o que eu imagino é perto do final, onde a Madonna dança perto de umas cruzes pegando fogo)
 







 
Like A Prayer - Madonna
Life is a mystery
Everyone must stand alone
I hear you call my name
And it feels like home


A vida é um mistério,
todos devem levantar-se sozinhos
Eu ouço você chamar meu nome
E me sinto em casa
 O palco começou a ser iluminado, cores vermelhas bem fortes focavam Hermione. Ela estava descalça e começou a dançar enquanto cantava a próxima parte da música. Elas usaram um feitiço de aumento de voz, então podiam cantar sem varinha ou microfone o que facilitou muito os movimentos de Hermione. Ela logo localizou Draco.

When you call my name
It's like a little prayer
I'm down on my knees
I want to take you there
In the midnight hour
I can feel your power
Just like a prayer
You know I'll take you there


Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração
Eu ajoelho, eu quero te levar lá
A meia-noite eu posso sentir seu poder
Como uma pequena oração, eu te levarei lá
Hermione parou e seus braços percorriam seu corpo enquanto cantava de olhos fechados Uma luz clara iluminou as quatro garotas que cantavam em uma voz baixa (o-o-o ao fundo).
I hear your voice
It's like an angel sighing
I have no choice
I hear your voice
Feels like flying
I close my eyes
Oh God, I think I'm falling
Out of the sky
I close my eyes
Heaven, help me


Eu ouço sua voz, é igual de um anjo suspirando
Eu não tenho escolha, eu ouço sua voz
Parece que estou voando
Eu fecho meus olhos, Ó Deus eu acho que eu estou caindo
Pra fora do céu, eu fecho meus olhos
Paraíso me ajude
A luz iluminava todo palco, onde Hermione havia perdido toda a timidez e dançava sem tirar os olhos de Draco. Gina, Carol, Padma e Parvati acompanhavam o ritmo e cantando com toda a força, acompanhando a voz de Hermione.

When you call my name
It's like a little prayer
I'm down on my knees
I want to take you there
In the midnight hour
I can feel your power
Just like a prayer
You know I'll take you there


Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração
Eu ajoelho, eu quero te levar lá
A meia-noite eu posso sentir seu poder
Como uma pequena oração, eu te levarei lá
Hermione andava devagar, sensualmente. Suas mãos novamente pelo pescoço, descendo pela frente de seu corpo. Ela cantava sem desviar seus olhos. O coro ao fundo...

Like a child
You whisper softly to me
You're in control
Just like a child
Now I'm dancing
It's like a dream
No end and no beginning
You're here with me
It's like a dream
Let the choir sing

Parece uma criança você sussurra suavemente para mim
Você está no controle parece apenas uma criança
Agora eu estou dançando
Parece um sonho, sem fim e sem começo
Você está aqui comigo, isso parece um sonho
Deixe o coro cantar


A luz ficou mais forte que iluminava o coro das quatro garotas que animara,-se mais ainda...

When you call my name (repete 2 vezes)
It's like a little prayer
I'm down on my knees
I want to take you there
In the midnight hour
I can feel your power
Just like a prayer
You know I'll take you there


Quando você chama meu nome é igual uma pequena oração
Eu ajoelho, eu quero te levar lá
A meia-noite eu posso sentir seu poder
Como uma pequena oração, eu te levarei lá
Life is a mystery
Everyone must stand alone
I hear you call my name
And it feels like home


A vida é um mistério,
todos devem levantar-se sozinhos
Eu ouço você chamar meu nome
E me sinto em casa
Just like a prayer  Apenas como uma oração
Your voice can take me there sua voz pode me levar lá
Just like a muse to me Apenas como uma reflexão para mim
You are a mystery  Você é um mistério
Just like a dream  Apenas como um sonho
You are not what you seem Você não é o que parece
Just like a prayer, no choice Como uma oração, sem escolha
Your voice can take me there Sua voz pode me levar lá
Your voice can take me there Sua voz pode me levar lá
Like a prayer Como uma oração
Começa a cantar e dançar com suas amigas. Todos que assistiam logo aprenderam o refrão e cantavam juntos.
Assim que acabaram, agradeceram e o público veio abaixo em vivas, aplausos e assobios.
 
***
 
Hermione abraçou as amigas e, antes que as cortinas abaixassem, procurou Draco no meio do público e não conseguiu acha-lo.
 
- Mione, nós estamos indo para o vestiário. Você vem? – perguntou Gina desfazendo o rabo de cavalo.
 
- Não, Gi... Eu vou daqui a pouco.  – respondeu. Hermione respirava fundo. Estava com a adrenalina percorrendo seu corpo. Não podia acreditar que havia feito tudo aquilo...
 
Ela ouviu a porta do camarim improvisado sendo aberta e Draco entrar. Ele não falou nada, apenas entrou, fechou a porta atrás de si e a beijou.
 
- Pelo visto gostou... Foi um presente para você – ela disse após terminar o beijo.
 
- Nunca ganhei algo desse tipo... Nunca... – e voltou a beijá-la. – Você foi maravilhosa... Estava linda...
 
- Draco... Alguém pode aparecer... É melhor esperarmos... – Mas as palavras dela morreram na boca dele. E, ali sobre o chão, amaram-se mais uma vez.
 
- Não quero mais saber de baile, Baixinha. Podíamos passar o resto da noite aqui.
 
- Sabe que não podemos... Você é um maluco mesmo. – disse levantando-se.
 
- Por você... – ele disse pegando a camisa e com um sorriso cínico nos lábios.
 
- Não sei quem cai nesse tipo de paquera... Ainda tenho que me arrumar. Vemos-nos mais tarde, ok?
 
- Sala Precisa?
 
- Isso... – ela dizia e empurra o loiro para fora que ia se vestindo pelo caminho – Depois do Baile.
 
Hermione arrumou-se rapidamente. Havia ganhado o vestido da mãe. Um presente pela apresentação. Vantagens de ser filha única... Maquiou-se rapidamente e foi para o Salão.
 
Assim que chegou foi recebida pelas gêmeas. Elas haviam adorado o convite para participar do coro e vários garotos vieram puxar conversa, elogiando as belas vozes.
 
- Mioninha do céu! Que vestido M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O! – exclamou Padma.
 
(N.A.: http://www.raffaello-network.com/portugues/moda-detalhe/99918/521/Vestidos-de-Festa--para-Mulher-Raffaello.html
 
- Obrigada...
 
- Venha... Nós vamos te acompanhar até a mesa, senão... Cheio de urubus por aqui e sabemos que você... – começou Parvati.
 
- Já entendi, meninas. Obrigada mesmo.
 
Todos exclamaram de admiração. A pista estava cheia e Hermione havia desistido de procurar Draco. Muita gente. Optou por sentar-se à mesa e conversar com Simas e Dino. Neville havia tirado Luna para dançar. Os dois contavam histórias das viagens que eles fizeram nas férias anteriores e Hermione dava muita risada. Pouco depois seus olhos passaram pela pista e quem ela vê dançando?
 
Draco com Parkinson.
 
Os dois grifinórios logo perceberam e tentaram acalmar a amiga.
 
- Mione, tenho certeza que ele está odiando. – disse Simas.
 
- Claro... – incentivou Dino – Olha a cara dele...
 
A morena bufou e para não fazer nenhuma besteira, levantou e foi pegar uma bebida.
 
Draco estava impaciente andando de um lado para o outro. Tentava, disfarçadamente, ver quando a namorada ia chegar, mas não via. Até que Adolf perguntou:
 
- Está tudo bem, Draco?
 
- Sim... Tudo bem. Só irritado com essa coisa de música trouxa. – ele disse pensando na mentira mais plausível.
 
- Pois é... Conversa besta da velhota. Pelo menos valeu para ver a sangue-ruim dançando. Delícia, hein? Ei, você está saindo com a Pansy?
 
- Não, Adolf. Pode ficar com ela – o loiro respondeu.
 
- Não, meu caro. Sabe que tenho grande proximidade com o Lorde, né? Ele e seu pai já combinaram seu casamento com ela. – isso fez Draco parar e dar mais atenção àquelas palavras.
 
- Como?
 
- Sim... Ela é de uma ótima família. Comensais também. Após a formatura. Não queria estragar a surpresa. – falou o moreno dando um tapinha no ombro de Draco.
 
- E estamos em qual século? Eu decido com quem casar. – argumentou.
 
- Boa piada, Draco.
 
O loiro irritou-se e optou por resolver logo. Aproximou-se da garota e disse:
 
- Pansy, precisamos conversar...
 
- Só se você me tirar para dançar, Draquinho... E nem adianta fazer cara feia...
 
- Ótimo, vamos lá – e sem delicadeza nenhuma puxou a menina pela mão – Que história é essa de casamento?
 
- Oh, que bom que já soube! Eu estou animadíssima! Somos apaixonados...
 
- Você é apaixonada... E olha que até isso é difícil de acreditar.
 
Ela ia falando e Draco parou de ouvir. Ele viu Hermione passar. Estava mais linda que nunca. E brava. Muito brava. Não pôde fazer nada, por que novamente Adolf apareceu.
 
- Draco, preciso falar com você.
 
- Diga, Adolf. – agradeceu por separar-se de Pansy.
 
- Houve um problema naquele nosso plano – Draco não entendia, mas ouvia tudo atentamente – Pode deixar que cuidarei pessoalmente. Parece que houve um atraso na correspondência de seu pai. Acho melhor dar uma passada no nosso Salão Comunal antes de – e olhou para Pansy – Antes de terminar sua noite.
 
Draco não entendeu nada, viu que Adolf virou-se para sair. Logo Pansy chegou, mas Draco nem a deixou falar.
 
- Cala a boca, Pansy. Não haverá casamento nenhum.
 
- Aonde está indo? – ela perguntou. O loiro pensou em mandar a garota para algum lugar, mas achou melhor mentir.
 
- Um assunto da monitoria. A Granger ficou de resolver e não resolveu. Volte para suas amiguinhas, quem sabe eu não passe lá daqui a pouco? – ele não precisou falar mais nada. Encontrou a menina sentada sozinha na cadeira do balcão. – Hermione... Eu posso explicar.
 
 - Acho melhor não conversarmos aqui. Sala Precisa... – dizendo isso, saiu. Despediu-se dos amigos. A maioria já havia ido dormir, partiriam cedo no dia seguinte.
 
Seguia pelos corredores quando foi impedida por Goyle e Crabbe.
 
- Será que podem sair do meu caminho? Não estou a fim de confusão.
 
Eles continuaram parados. Hermione bufou e resolveu dar a volta antes que perdesse a cabeça e azarasse os dois. Só que foi impedida por Adolf.
 
- Perdida, Granger? – a garota ia responder, mas foi cortada – Na verdade, não quero saber – Estupefaça! – e antes que a grifinória pudesse pegar sua varinha, caiu desmaiada.
 
****************************************************************
 
Draco seguiu o caminho para a Sala Precisa, mas as palavras de Mayer... Algo havia passado e ele não conseguia identificar. Resolveu seguir o caminho das Masmorras. Assim que entrou, encontrou a coruja da família. Foi até lá, pegou o pergaminho e reconheceu a letra do pai. Draco lia o pergaminho, até que uma determinada linha fez com que seus últimos pesadelos passassem diante de si. 
 
Deixou que o bilhete caísse no chão e saiu correndo. Não estava longe. As palavras vamos pegar a amiguinha do Potter, menos uma sangue-ruim no mundo, tortura martelavam em sua cabeça. Foi avisado com atraso.
 
****************************************************************
 
Hermione recobrou os sentimentos e percebeu que estava amarrada à parede. Conseguiu olhar para cima e suas mãos estavam juntas, presas por uma corda amarrada a um archote.
 
- Acordou, Granger. Que bom. Ainda nem começamos – disse Adolf. Crabbe e Goyle só riam.
 
- Você só consegue atacar uma bruxa com ajuda de dois idiotas, Mayer?
 
Adolf aproximou-se e deu um tapa na cara dela. O rosto de Hermione pegou fogo. Ele estava perto. Ela era uma grifinória. Cuspiu.
 
- Não devia ter feito isso, sangue-ruim: Cruciooooo
 
Depois da terceira, Hermione perdeu a conta. Sentiu sua cabeça ser erguida de forma agressiva por Mayer.
 
- Você vai morrer, Granger. Isso fará seu amiguinho ficar bem desestabilizado. E o que pensarão de uma Escola que tem uma aluna torturada e morta? Venceremos essa guerra, sangue-ruim.
 
- Harry é mais forte do que você pensa. Vocês que são uns fracos. – Levou outro tapa.  
 
Hermione sentia seu corpo sangrando. Manchando o vestido que ganhou da sua mãe. Seus pulsos doíam. Seu corpo já estava amortecido.
 
- Você é bem corajosa, Granger. Sabe, estava conversando com Malfoy outro dia... Você é bem gostosinha... – e passou a mão pelo pescoço dela. A grifinória virou sua cabeça. – Não se preocupe, não quero nada com você... Agora.
 
- Quem quer começar? – perguntou para a dupla de idiotas. Nesse momento, Draco entrou na sala. Sua respiração parou ao ver o estado de Hermione. – DRACO! Quase que perde o show... Soube que houve um atraso na sua comunicação. Já torturamos um pouquinho e estamos decidindo quem vai comer a Granger primeiro. Será que ainda é virgem, sangue-ruim? – e com sua varinha subiu um pouco o vestido dela. Draco estava parado. Não devia delatar sua posição, mas naquela hora não havia outra opção.
 
- Vocês teriam mesmo coragem de transar com ela? – perguntou juntando todo seu autocontrole.
 
- Draco... Não sabe mais aproveitar os bons momentos da vida? – Mayer perguntou.
 
- É um covarde mesmo... Típico de um sonserino... Nem sabe pensar por si só. Seus idiotas. – Draco pedia com os olhos para ela calar-se. Hermione foi atingida por um outro cruciatus.
 
- CHEGA! – Draco gritou sem aguentar. – Parem com isso, ok?
 
O trio de sonserinos não entendeu, mas Adolf foi mais rápido.
 
- Você mudou de lado, seu traidor filho da puta? - a varinha ainda apontada para a morena – Bom saber disso... Abaixe sua varinha... Está em desvantagem... – dizia Mayer. O loiro mantinha sua varinha apontada para Adolf, com sua outra mão fez um feitiço mental, desarmou e atingiu um feitiço em Crabbe e Goyle, que caíram desmaiados. – C-como...?
 
- Assustado, Mayer? Entregue sua varinha. Agora. – Draco exigiu. Mayer fez um gesto que entregaria, mas antes disso apontou sua varinha para Hermione e gritou:
 
- Sectumsempra! – Hermione sentiu uma dor que não achava mais possível. Levantou a cabeça com esforço e a última coisa que viu antes de perder os sentidos, foi um par de olhos azuis-acinzentados.
 
Draco atingiu Adolf com um feitiço, o sonserino caiu desmaiado na hora.
 
- Merlin... – Começou a soltar os braços da garota que sangrava sem parar. Conjurou seu patrono e pediu que este chamasse Minerva, Slughorn, Pomfrey, Harry e Ron. Saiu correndo com Hermione em seus braços. A camisa branca que usava estava tingida de sangue, adquirindo a cada passada uma outra cor. Chegou à enfermaria e pouco tempo depois, todos que ele havia chamado entraram.
 
- Eles descobriram... Não pude fazer nada... Eles iam matá-la, McGonagall! Iam,... Iam...
 
- Acalme-se, senhor Malfoy. – pediu Minerva. Harry e Ron estavam ao lado dele tentando entender o que havia acontecido. – Sabe o que fazer, Slug?
 
- Sim, Snape ensinou-me. – e concentrou-se.
 
- Vocês precisam ir embora agora. Dobby – e o elfo apareceu, mas antes que ele pudesse falar coisa, foi cortado. Ela deu ordens para chamar os outros integrantes. Eles partiriam naquela hora mesmo. Ele ficaria responsável por separar as roupas dos alunos.
 
- Ela está estável, Minerva – falou Pomfrey enquanto pegava vários potes de poção. Pouco depois, todos chegavam assustados e com cara de sono.
 
- Explicações mais tarde, senhores. Nem eu estou entendendo. Connery! – ela chamou.
 
- Sim, Diretora.
 
- Vá até a sala indicada pelo senhor Malfoy e prenda quem tiver lá dentro.
 
- Entendido. – e saiu correndo após obter a informação.
 
- Vamos, crianças... Malfoy, pegue a senhorita Granger – a Diretora pegou a bolsa com as poções entregues pela medi-bruxa escolar – Peguem nessa cadeira, vamos direto para a Toca.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.