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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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9. Feliz Natal!


Fic: AMOR QUE CURA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Feliz Natal!


 O pôr-do-sol naquele lugar era realmente incrível e Severo ficou satisfeito que Hermione tinha querido ficar em silêncio durante aqueles poucos minutos. Tantas coisas vinham à sua memória naquele lugar. Momentos bons e alguns nem tanto. Era realmente um lugar especial e ele estava satisfeito também por ter trazido Hermione ali.


Com um suspiro profundo Hermione sorriu e virou a cabeça para olhar Severo.


- Obrigada. É um lugar lindo! – ela disse satisfeita.


- Que bom que você gostou. Eu também gosto daqui. Fiquei feliz por você ter aceito meu convite.


- Convite? – ela brincou – Foi praticamente um sequestro, não um convite.


- Está arrependida?


- Nunca. – ela disse e beijou embaixo do queixo de Severo.


- Este lugar era meu esconderijo durante a adolescência. Eu vinha passar férias na casa de uma tia, que morava naquele vale lá embaixo e eu, como sempre sozinho, perambulava por esses terrenos. A casinha estava semi-pronta, eu apenas terminei de contruí-la e tomei posse. Não demorou muito para que eu lançasse um feitiço de desilusão nela e nunca mais a perdi.


- Que incrível! – ela exclamou.


- Eu me lembrei que o pôr-do-sol nessa época do ano é bonito e quis trazer você aqui.


- Obrigada mais uma vez.


Hermione se surpreendia mais e mais com Severo. Ela pensava que não teriam mais coisas nele que fizessem isso, mas via-se enganada a cada dia. Eles ficaram ali, até anoitecer, conversando, namorando e curtindo um ao outro. Ela conseguiu que ele prometesse levá-la um dia para conhecer a vila, mesmo sob protestos. Ela começou a sentir que ganhava pequenas batalhas com aquele homem e iria aproveitar a prerrogativa para benefício de ambos.


Quando chegaram na escola, a noite já tinha descido pesadamente e Hermione temeu que tivessem dado falta justamente dos dois. Dali a dois dias seria o dia da festa de Natal e muitas coisas precisavam ser preparadas.


Após o jantar e uma rápida reunião com Minerva e Dumbledore, Hermione foi para seus aposentos preparar uma lista de providências que teria que tomar para o dia seguinte, deixando assim, toda a sua bagagem para ser arrumada depois. Ela tinha o dobro de coisas para arrumar, visto que fora, no dia seguinte da sua chegada ao castelo, para a mansão das montanhas, sem ter tempo de ajeitar tudo como queria. E nem teria agora, com todos os preparativos para o Natal. Ela precisava cuidar de sua parte na tarefa, juntamente com os outros professores e ainda comprar os presentes.


No dia 24, ela saiu cedo para Hogsmead a fim de comprar os ítens para os preparativos da festa. No castelo, o clima já era muito festivo, com músicas natalinas ecoando pelo Salão Principal e nos corredores.


Ao chegar a Hogsmead, ela ficou feliz por ter conseguido comprar seus presentes antes, pois as pessoas já começavam a chegar ao vilarejo logo cedo. Ela quis se dirigir primeiro à Dedosdemel, para evitar a aglomeração das crianças nesta loja. Comprou diversos doces de frutas secas, frutas cristalizadas, balas e chocolates de diversos tipos. Também foi à mercearia, onde conseguiu castanhas, nozes e a mais variada diversidade de petiscos natalinos.


Por fim, reduzindo todos os pacotes à uma singela sacolinha, ela entrou na Gemialidades Weasley para comprar alguns enfeites divertidos, para dar uma diferenciada na decoração. Andou pelos corredores, foi no mesanino, caminhou entre as prateleiras, até que levou um susto com a aparição de duas pessoas na sua frente, de repente.


- Oi Mione! – exclamaram os gêmeos ao mesmo tempo.


- Ah!!! – ela gritou - Oi meninos... Vocês me assustaram!


- Era essa a intenção. – disse Jorge, gargalhando.


- Tudo bem? – falou Fred.


- Você sumiu. – completou Jorge.


- Tudo bem, e com vocês?


- Tudo ótimo! – exclamaram em uníssono.


- Mione, você está convidada para passar o Natal conosco, em casa. – Fred disse.


- A mamãe está te esperando. Disse que ia mandar uma coruja, mas já que você veio aqui, o convite está feito. – Jorge explicou.


Hermione pensou. Tinha se comprometido a passar a festa no castelo, mas sabia como eram as coisas na casa dos Weasley. Eles iam ficar a madrugada toda conversando, mais agora que não tinham mais crianças na família e ninguém era mandado para a cama cedo.


- Bom, eu vou cear em Hogwarts, já me comprometi, mas se ninguém for dormir cedo, eu apareço depois.


- Ótimo! – falou Jorge.


- Ótimo. – ela disse. – Bem, vou passar no caixa e voltar, tenho milhões de coisas para fazer. Até mais tarde então. – ela acenou e já ia se virando.


- Er.. Mione. – chamou Jorge. Hermione voltou a olhá-los. – Hamm...


- Mione, você pode levar um convidado hoje a noite, se quiser. – falou Fred, sem rodeios.


Hermione estreitou os olhos.


- Um convidado?


- Sim! – eles disseram e sorriram para ela.


- Por que vocês estão me falando isso? – ela questionou.


Ambos ficaram cor de beterraba até as orelhas.


- Nada Hermione, por nada. – Jorge disse.


- Nós só pensamos que talvez vo... você não queira ir... ir sozinha, só isso. – Fred completou.


Hermione suspirou entendendo imediatamente o que estava acontecendo. Revirou os olhos.


- Ok! Obrigada meninos. Nos vemos mais tarde. – e saiu.


- Seu idiota! – exclamou Jorge, dando um croque na cabeça do irmão.


- Ei!! Você começou! – falou Fred esfregando o local, fazendo uma careta.


- E você terminou, seu bestão!


- Bestão?? Você quer brigar é?! – disse Fred, já levantando os punhos para o irmão.


- Cala a boca Fred! Estamos na loja, esqueceu do nosso pacto?


- Então baixe a voz, idiota! – exclamou Fred, num sussurro entredentes, enquanto sorria para alguns clientes que os olhavam curiosos.


Jorge acenou para os clientes e se dirigiu a eles, mostrando novidades, como se nada tivesse acontecido.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


Hermione analisava a questão dos gêmeos concentrada na guirlanda que pregava com um feitiço nos arcos do corredor que levava à escada principal para o Salão. Será que estava acontecendo o que ela estava desconfiada? As possibilidades eram grandes. As fofocas no mundo bruxo se emparelhavam às corridas de cavalos do mundo trouxa. Quase se faziam apostas para saber quem iria ficar com quem, quem tinha largado quem, quem tinha traído quem, etc.


Ela pensou que envolvida com Severo Snape não ficariam impune aos burburinhos. Menos ainda por serem ambos, heróis de guerra com suas vidas eventualmente citadas no Profeta Diário. Ela sabia também que pelo trabalho que exerciam ficariam expostos. Hermione começava a ter algum renome no meio acadêmico e Severo da mesma forma, tendo iniciado recentemente seu trabalho com pesquisas. Hermione, a mais brilhante aluna de Hogwarts, sendo do Trio de Ouro e Severo tendo sido um herói, Comensal regenerado e fiel à Ordem da Fênix, envolvidos num relacionamento furtivo. Tudo isso era um prato cheio para colunistas nojentos como Rita Skeeter. Ela já podia ver as manchetes. “Professor de Hogwarts se envolve com ex-aluna 20 anos mais jovem. Pedofilia ou amor genuíno?”


Ela estava começando a ficar irritada somente com esses pensamentos. Queria poupar ao máximo seu envolvimento com Severo, para preservar a magia que existia entre eles, das línguas maldosas. E ao mesmo tempo, queria poder viver esse romance de forma livre. A segunda opção era muito mais tentadora para ela, teve que admitir. Pensou em como contaria isso para Severo. Ele com toda a certeza ficaria possesso. Ela nem sabia como começar. Talvez ele ficasse tão furioso que iria sobrar para ela, isso sim.


Ao terminar de pregar a última guirlanda, ela se dirigiu rapidamente para seus aposentos, para tentar organizar algumas das suas coisas. Ao entrar percebeu alguma coisa diferente, mas imaginou que os elfos haviam limpado tudo e arrumado a cama para ela. Quando pegou a primeira mala para começar a desocupá-la levou um susto. Estava vazia. Abriu e realmente constatou que nada havia ali. Abriu a segunda mala e a mesma coisa aconteceu. Olhou ao redor, procurando as roupas, como se isso fosse possível.


Andando pelo quarto, ela estava intrigada, com as mãos na cintura. Com um sobressalto, ela viu o pequeno pássaro de papel voando em frente ao seu rosto. Abriu para ler a mensagem.


Tsuru – pássaro feito de origami,  técnica japonesa de dobradura de papel. Significa felicidade.


Espero que goste da surpresa. Agora você tem um closet.


Severo.


Hermione olhou ao redor e descobriu uma porta lateral em seu quarto. Era um aposento menor, com prateleiras e varões de cabides, onde suas roupas estavam impecavelmente organizadas. Um pequeno armário guardava seus sapatos, dispostos em grupos de modelos. Botas, sapatos, tênis e sandálias. Havia ainda um macebo que segurava suas bolsas.


Ela percebeu imadiatamente que o aposento possuía um feitiço, pois no seu quarto não havia espaço para um closet daquele tamanho. Sorrindo, ela decidiu tomar um banho logo, pois ficou ansiosa para agradecer a Severo pela surpresa. Foi procurar a toalha que tinha trazido com sua bagagem, mas não a encontrou em lugar nenhum. Logo percebeu que ela não acharia nada naquele lugar novo. Dirigiu-se então para o banheiro e quase caiu para trás ao abrir a porta.


O banheiro estava iluminado por velas em toda a parte. Um aroma de erva doce encontrou Hermione, que percebeu boquiaberta, a banheira pronta para o banho. Suas toalhas disponíveis para uso e todos os seus pertences de higiene e cosméticos estavam organizados no armário. Seus perfumes e cremes dispostos perfeitamente em cima da pia. Ela colocou as mãos no rosto, não conseguindo acreditar naquilo. Severo tinha feito algo tão gentil que ela teria dificuldade em retribuir à altura. Esperava que não fosse desagradá-lo com a notícia de que o envolvimento deles já havia chegado ao conhecimento de seus amigos.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


O Salão Principal estava encantador. As velas, que normalmente flutuavam no teto, foram substituídas por estrelas brilhantes, enfeitadas com bolas vermelhas, verdes, douradas e prateadas, e pequenos ramos davam o acabamento.


As pessoas já se acomodavam, bem como alguns alunos que voltaram para o castelo nos últimos dias. Estavam presentes ainda algumas pessoas do Ministério e pais de alunos. Uma banda tocava músicas natalinas e a comida já ia ser servida. Hermione tomou seu lugar e não viu Severo por ali. Era estranho, pois ele não costumava se atrasar.


- Meus caros. – começou Dumbledore, ficando de pé em seu lugar. O barulho se findou gradativamente e aqueles que ainda não tinham tomado acento o fizeram, ainda deixando algum barulho no salão. Severo chegou no começo das palavras de Alvo e sentou-se em seu lugar de costume.


- Esta é uma noite singular. Uma noite feliz. É uma maravilhosa oportunidade para aprendermos uma valiosa lição. – e fez uma pausa, observando a todos. – Nós, os professores desta amada escola, estivemos em férias por um período já saudoso e tivemos uma oportunidade: a de conhecer mais alguns costumes do mundo trouxa. – ouviu-se alguns ruídos de estranheza, mas Dumbledore continuou mansamente. – Aprendemos principalmente que nem tudo do mundo trouxa é desprezível e inútil. E esta noite de Natal é uma delas. No mundo trouxa comemora-se o nascimento de Jesus, o Messias de Deus. Independentemente de qualquer diferença de crença, costumes ou mundo, o importante é a mensagem.


- A mensagem que esta crença nos dá é o que podemos tirar de valioso desta comemoração. A tradição cristã diz que quando Deus enviou seu filho, o menino Jesus, houve uma grande mudança na sua época. Ele, ao longo de sua vida, procurou mostrar valores novos e não praticados em sua sociedade. Ele pregou uma mensagem de paz, de amor e de compaixão. Jesus foi um homem à frente de seu tempo e via que somente o diálogo de compreensão entre as pessoas poderia promover a paz e a justiça. Com sua mensagem ele fez algo bom para as pessoas e nos deixou esta lição. Que nesta noite nós renovemos os votos de paz, união e amor. – ele levantou sua taça e saudou a todos com um sorriso radiante no rosto. – Feliz Natal!!


Aplausos romperam o silêncio posterior às palavras de Alvo. Alguns aplaudiram de pé, entre eles Hermione, com os olhos rasos d’agua. Severo a observou com o canto de olho.


A comida foi servida e a festa começou. Muita diversão e alegria pairava pelo salão e Hermione até ganhou um presente de Hagrid.


- Oh Hagrid! Obrigada! – ela disse, abrindo o pacote e tirando de lá um belo estojo contendo um tinteiro, pena e mata borrão. Na pena haviam gravadas as palavras Professora Hermione Granger. – Meu Deus, Hagrid! É lindo! Obrigada! – e o abraçou pela cintura.


- Oh Hermione. Não há de que. – o meio gigante falou sem jeito - Você merece. É nossa nova professora e merece ser recebida com todas as honras.


Hermione levou seu estojo para mostrar à Severo.


- É um belo presente. – ele disse.


- Obrigada pelo seu presente também. – ela sorriu para ele.


- Meu presente? Não entendi. Eu não comprei nada pra você. Desculpe-me. – ele disse, olhando para baixo.


- Claro que você me deu um presente. Meu closet, meu banheiro, todas as minhas coisas arrumadas. – ela disse e apertou a mão dele.


- Ah, isso. Foi apenas um favor. Devo confessar que pedi ajuda à Winki, para ajeitar algumas coisas. – ele disse meio sem jeito, segurando a outra mão dela. Hermione riu, pensando que todos estavam vendo a intimidade deles. Sem se importar, ela se aproximou dele, que se inclinou para ouvi-la.


- Eu adorei. – sussurrou e deu um beijo de leve em seu pescoço.


A festa continuava e Hermione pensava em como contar a Severo sobre o convite que recebera dos gêmeos e sobre o que estava desconfiada. Ele conversava com um membro do Ministério e ela ficou satisfeita por ver que ele estava mais solto e sociável.


Ela caminhou para uma das afastadas janelas do Salão, vendo os flocos de neve cairem lá fora. De repente, uma mão tapou seus olhos. Hermione soube imediatamente quem era.


- Severo! – ela disse em voz baixa.


Ele soltou a mão dos olhos dela, deixando que ela visse à sua frente o que trazia em sua outra mão.


- Oh! – ela ofegou.


Um pingente balançava numa corrente. Severo se aproximou e disse ao ouvido dela:


- Feliz Natal, querida.


Hermione se virou para Severo, de queixo caído. Ele mantinha a corrente na mão. O pingente com a inicial de Hermione brilhava, com pedrinhas bancas e verdes misturadas, dando o efeito de um brilho incomum.


- Severo, isso... – ela não conseguia acreditar. Engolindo em seco, ela tentou colocar a cabeça no lugar. – Eu adoro prata. É lindo. Obrigada!


Severo parou o movimento quando ia entregar para ela a corrente.


- Hmm. Receio ter errado na escolha então. – Hermione franziu a testa. – Ouro branco, com brilhantes e esmeraldas. – ele explicou.


Ofegando fortemente, Hermione levou as duas mãos à boca, incrédula. Severo se aproximou e colocou a corrente no pescoço dela. Ela o tocou com dedos trêmulos, sentindo as lágrimas escapulirem de suas pálpebras. Severo juntou sua face com as mãos e a observou fechar os olhos em contentamento.


- Severo...


Ele a beijou suavemente, sentindo o sabor salgado das lágrimas dela.


- Não chore Hermione. Hoje é Natal, você deve estar feliz.


Hermione sorriu, fungando e concordando.


- Você não devia ter feito isso, Severo. Essa jóia deve ter sido caríssima. Você...


- Você está rejeitando o meu presente? – ele perguntou, ligeiramente indignado.


- Claro que não. Eu só acho que... Eu... Ah, Severo.


- Você gostou?


- Com certeza. Eu amei!


- Então é o que basta. Nada mais deve te preocupar.


Ela sorriu e olhou para Severo, ainda com os dedos no pingente com a sua letra.


- O que foi? – ele perguntou.


- É que... Eu não comprei um presente à altura do que você me deu. Isso não é justo!


- Por favor, Hermione. Você não deveria nem ter comprado nada. E eu não admito que você fique preocupada com isso.


- Mas eu acho que você não vai gostar também. Só que eu não resisti e comprei.


- E o que te leva a pensar que eu não irei gostar de um presente seu?


- Quando você ver, vai me dizer o que achou. – ele concordou com a cabeça e olhou a janela, vendo que a neve engrossava lá fora. – Severo? – Hermione chamou.


- Sim? - ele se virou para ela, encostando-se no parapeito da janela, cruzando os braços.


- Tem outra coisa que eu preciso te dizer.


- Estou ouvindo.


Ela limpou a garganta.


- Hoje eu estive em Hogsmead. – ele concordou e esperou – E estive também na Gemialidades.


Severo emitiu um ruído indefinível.


- Encontrei com os gêmeos e eles me convidaram para passar lá hoje a noite. – Hermione esperou a reação de Severo, que apenas continuou olhando para ela, ouvindo atentamente. – E eu acho que algumas pessoas já estão sabendo do nosso envolvimento. – Pronto. Ela falou. Afinal de contas ela era uma grifinória ou o quê?


Severo nada disse, apenas olhou para um ponto acima do ombro de Hermione.


 - Severo?


- O que te preocupa Hermione? – ele disse suavemente, pegando as mãos dela.


- Que você fique zangado por já terem espalhado algo que ainda estamos preservando entre nós dois.


- Eu já tinha imaginado que isso iria acontecer, mais cedo ou mais tarde. Confesso que pensei que seria mais tarde. – ele inclinou a cabeça. – Mas, se é assim, o que podemos fazer? Quando começamos a nos envolver, eu considerei isso também, mas estou aqui não é?


Ela estava mais uma vez chocada.


- Severo, eles disseram que eu posso levar um convidado. – ela o olhou, pensando que ele poderia possivelmente estar doente.


- Hmm... E você vai me convidar? – uma sobrancelha negra subiu.


Ela o olhou, muito ressabiada. Ele a puxou para perto de si e a abraçou pela cintura.


- Hermione, o que nós temos?


- Como assim? – perguntou confusa.


- Entre nós. O que temos entre nós dois, nosso envolvimento, o que é isso?


Ela sorriu, encabulada e não encontrou as palavras.


- Eu tenho um palpite. – ele falou.


- E? – ela o encorajou.


- Nós temos um envolvimento. Eu não preciso de um nome para isso, acredito que você também não. Mas as pessoas precisam, então, eu sugiro que a gente dê à eles um nome. O que você acha?


- Severo, o que você está querendo dizer?


- Estou pedindo você em namoro Hermione.


Ela abriu a boca novamente, já perdendo a conta de quantas vezes fazia isso na mesma noite. Severo gargalhou e mais uma vez a surpreendeu. Ela talvez nunca tivesse visto ele gargalhar antes.


- Isso é impossível de ouvir da minha boca? Sim, eu concordo. Não faria isso em outras situações. Não era minha intenção, na verdade. Eu quero apenas estar com você e essa coisa de namorar não tem nada a ver comigo. Mas não teremos como escapar das línguas curiosas, então, acho melhor preservar nosso sossego. Vou assumir o que temos, sem problema nenhum.


Ela o olhava sem saber o que dizer, enquanto ele enrolava os dedos nos cachos dela, quase distraído.


- Severo? Você está bem?


- Estou, muito bem.


- Estou com medo de você. Será que você é você mesmo?


Ele riu e ela não conseguiu deixar de rir também.


- Vamos deixar as coisas assim. Pelo menos, poderemos ficar sossegados e caso algum idiota faça alguma gracinha, eu tenho a prerrogativa de ser seu namorado para nos defender.


Hermione entendeu nas entrelinhas para quem era a ameaça de Severo, mas preferiu ignorar e aproveitar para ouvir o som dessa palavra da boca dele.


- O que você disse que era meu?


Severo revirou os olhos.


– Desculpe-me, eu não entendi mesmo. – ela fez uma cara inocente, controlando o riso.


- Seu namorado. Se você aceitar eu serei, a partir de agora, seu namorado.


Hermione o beijou de forma quente, quase se esquecendo onde estavam. Estava estasiada com todos os acontecimentos deste dia, e este desfecho então, a deixou nas nuvens.


- Se eu soubesse que a recompensa seria essa, teria feito a proposta há muito tempo. – ele riu com ela.


- Você quer me acompanhar à casa dos Weasley, namorado? – e deu risinhos incontroláveis.


Severo suspirou e disse:


- Posso considerar esta hipótese, se você prometer não me torturar com essa coisa de namorado o tempo todo. Estamos juntos, mas não abuse da sorte, mocinha. – ele apontou um dedo para ela.


Ela gargalhou alto e Severo a manteve bem perto, enquanto desfrutava o som do riso dela.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


- Mamãe! – Ginny gritou da sala em direção à escada. -  Desça aqui, mamãe! - Ela olhava um pouco assustada para o casal sentado no sofá.


- E então Ginny? O que aconteceu com a viagem à Romênia?


- Ah, Carlinhos teve um contra-tempo no trabalho. Adiaram as férias dele, por conta de uma quase infestação de dragões. Há algo errado com a genética de uma espécie de dragão romeno, que está mudando a reprodução deles. Quando o normal é nascer no máximo três dragões a cada desova, estão nascendo como cachorrinhos, oito e até dez.


- Puxa! – Hermione exclamou.


- Nem imagino o que eles terão de fazer com esse crescimento demográfico de dragões. – Ginny falou. – E vocês? Como foi a viagem de férias? – ela sorriu encabulada, olhando para o ex-professor, enquanto se sentava num pufe de couro.


- Foi muito boa. – Severo respondeu secamente.


- Estou vendo. – Ginny disse, levantando as sobrancelhas. – Desculpe-me. – ela emendou ao ver a carranca de Snape.


O sr. Weasley entrou na sala, seguido pelos gêmeos e por Harry. Ao ver Hermione, eles se abraçaram e cumprimentaram Snape. A sra. Weasley desceu as escadas, esbaforida, seguida de Rony, que tinha os cabelos molhados.


- Mione! – disse Rony, se aproximando e a abraçando. – Feliz Natal!


- Feliz Natal para você também, Rony.


Rony olhou para Snape com a cara desconfiada e acenou com a cabeça.


- Severo! – disse a sra. Weasley. – É um prazer recebê-lo. Feliz Natal! – e estendeu a mão para ele.


- Igualmente, Molly. Obrigado. – ele disse, com um sorriso de canto de boca.


- Bem, vocês estão com fome? – perguntou o sr. Weasley.


- Não. – respondeu Hermione, enquanto todos se acomodavam na sala. – Nós ceamos no castelo.


- Mas você aceita uma bebida, Severo? – ofereceu o sr. Weasley.


Severo assentiu e Hermione foi até a porta, onde tinha deixado alguns pacotes.


- Ginny, esse é para você.


- Oh Mione. Obrigada! – ela exclamou e abraçou a amiga. De repente, ficou paralisada. – Hermione! Que corrente maravilhosa!! – ela disse, tocando no pingente, boquiaberta.


- Obrigada. Foi um presente de Severo. – Hermione olhou para ele, sorrindo e corando. Ele piscou para ela quase imperceptivelmente.


Harry e Rony se entreolhavam, enquanto a sra. Weasley se levantava para ver a jóia. Hermione, tentando sair do foco das atenções, entregou os presentes de Harry e Rony. Severo e o sr. Weasley começaram uma conversa, e os jovens se juntaram na mesa da cozinha, enquanto esperavam a sra. Weasley trazer bandejas com as sobras de sobremesas da noite, para mais uma rodada de comilança.


- Mione. – sussurrou Rony. – O que o Snape está fazendo aqui?


Hermione olhou Rony, propositalmente com um ar superior.


- Ele está me acompanhando. Fred e Jorge me disseram que eu poderia trazer um convidado.


- Mas... Ele está com você? – quis saber Ginny.


- Depende do que você chama de estar comigo, Ginny. – ela respondeu calmamente.


- Bem, você sabe, Mione – foi Rony quem respondeu. – Ele está, está? Ou está...


- Está o quê, garoto? Não fale besteiras. – o interrompeu Ginny. – Mione?


- Sim Ginny. Estamos juntos. Mais precisamente... Nós estamos namorando.


Ao mesmo tempo, Rony assoviou alto, Harry tapou a boca para conter uma gargalhada e os gêmeos, vitoriosos, diziam em uníssono “Nós sabíamos!”


Severo girou a cabeça lentamente para o grupinho que o olhava furtivamente, levantando a sobrancelha como quem diz: “Assustados, pirralhos?” Artur chamou a atenção dele e continuaram a conversa.


- Mione, como foi isso? – Harry perguntou, controlando a voz.


- Por que você quer saber, Harry? – ela o olhou seriamente. – Para fazer piadas da nossa cara? Ou por que você está interessado na minha felicidade? Se for a segunda opção, você pode simplesmente me perguntar se eu estou feliz.


Eles ficaram em silêncio, constrangidos.


- Gente, eu entendo a surpresa de vocês, ok?! Harry, eu não quis ser grosseira com você, mas estava com esta resposta na ponta da língua, para o primeiro que fizesse a pergunta. Você foi a bola da vez.


- Desculpe Mione. – ele falou, corando um pouco.


- Eu estou feliz. E se querem saber, Severo não é nada do que vocês imaginam. – eles ainda estavam mudos. – Mesmo que seja difícil de acreditar, eu estou muito feliz. Severo assumiu hoje o relacionamento comigo, pois sabia que estaríamos expostos, cedo ou tarde. Assim, preferiu que nós assumissemos logo e pronto. Ele tratou isso com muita naturalidade, até eu fiquei assustada. – ela sorriu, envergonhada.


- Bem, os dragões se espalhando sem controle, Severo Snape namorando a nossa melhor amiga. Este mundo está perdido. O que mais pode acontecer? – Rony levantou as mãos.


- Você pode ser estuporado de uma forma que nunca mais se esquecerá. – Ginny falou.


- Ou ganhar outro presentinho de natal dos seus irmãos gêmeos aqui. – disse Jorge.


- Tá bom, tá bom. Eu me desculpo formalmente. – ele respondeu, mexendo nos cabelos molhados, que deram imenso trabalho para a sra. Weasley tirar a gosma roxa que grudou neles quando Rony abriu o presente dos gêmeos.


Hermione apoiou o queixo na mão, pensando se Rony nunca iria crescer. Mas ao mesmo tempo, pensando em o quanto ele era adorável assim e em o quanto ela amava seus amigos, do jeito que eles eram.


- Mione, vamos ao meu quarto? Eu quero te mostrar uma coisa. – Ginny a convidou e ambas saíram da cozinha.


- Vocês acham que isso é sério? Quero dizer, a Mione e o Snape... eca! – disse Rony com cara de nojo.


- Eu acho que pode ser que sim, ou talvez seja algo passageiro e não tem por que a gente se preocupar. – Harry olhava para Snape. No fundo ele sabia que ele não era mal e não iria prejudicar Hermione. Mas seu medo era de que ela se magoasse justamente pelo o que ele era. Ele temia que um dia qualquer, Mione chegasse aos prantos por que Severo havia tratado ela mal, ou coisa do tipo. Era difícil imaginar esse homem tendo um relacionamento afetivo com alguém. Até onde eles sabiam, ele só conseguira ser azedo, grosso e maldoso com as pessoas.


Ao chegarem no quarto, Hermione começou a desconfiar que os motivos de Ginny eram outros.


- Mione, me conta tudo! – ela pediu, olhando para Hermione com os olhos brilhando, enquanto sentava na cama e abraçava uma almofada, ansiosa.


- Ah, Ginny! Eu sabia que você tinha me trazido aqui para isso. – e baixou a cabeça, ficando muito vermelha.


- Mione! É claro que eu quero saber de tudo. Prometo que depois de você, eu conto como foi meu fim de semana passado. – e gargalhou com a almofada no rosto para esconder sua timidez.


Hermione riu e contou a ela como eles tinham se envolvido, dando risada a cada cara de espanto que Ginny fazia, quando contou que ele estava lendo Shakespeare, quando ele dançou com ela na festa da mansão, e vendo ela ficar enternecida quando contou que ele a levou para passear de esqui e do beijo que ambos trocaram.


- Não posso crer que esse cara é romântico, Mione. – Ginny falou.


- Pois é minha amiga. Ele é isso e muito mais. – e riu alto.


- Não! Mione!! Não me diga que vocês já... Vocês...?


- Não Ginny! Nós não transamos ainda, se é isso que você quer saber. – Ginny gargalhava e Hermione estava a ponto de explodir de vergonha.


- Mas por quê? – quis saber Ginny, como se fosse alguma coisa incomum.


- Oras, por que não rolou ainda. Ele é muito respeitador, apesar de me dar cada agarrão que eu fico de pernas bambas.


- Sério?


- Sério. Ele me deixa nas nuvens, só com os carinhos que faz.


- Merlin, eu não consigo visualizar isso, sinceramente. – ela balançou a cabeça.


- Claro que não, até eu não conseguia. Mas, depois que nos envolvemos tudo mudou para mim. Ele me beija e o mundo pára ao meu redor. Parece coisa de filme adolescente, mas é assim que eu me sinto. Ele provoca em mim coisas incríveis, arrepios até a alma, e tem um cheiro tão bom. Ahh!!! – Hermione riu alto e se jogou para trás na cama de Ginny.


- Ah Mione, que bom que você está feliz. Parece radiante. E esse presente? – Ginny se aproximou e pegou o pingente nos dedos.


- Nem eu acreditei nisso. É uma jóia, ouro branco, com brilhantes e esmeraldas. – Hermione apontava para cada jóia enquanto explicava.


- Puxa! É maravilhoso mesmo. E é romântico. – Ginny suspirou.


- E vocês? – Hermione quis saber.


- Ahh... Você deve imaginar né? A gente já estava com meio caminho andado e daí foi só surgir a oportunidade. – Ginny fez um gesto abarcando o quarto.


Hermione olhou ao redor e se empertigou.


- Aqui?


- Sim, aqui mesmo. – ela se esticou na cama, abraçando o travesseiro. Hermione riu para a amiga. – Foi estranho, mas mesmo assim, foi tudo o que eu sempre sonhei. O Harry é um pouco inseguro, mas ele foi tão carinhoso e cuidadoso, que eu achei perfeito.


- E ainda tinha o fator do proibido para temperar, não é?!


- É... O Harry quase foi pego. – Ginny arregalou os olhos.


- Como assim?


- Ah, a gente dormiu, e quando vimos, estava amanhecendo e o Harry teve que ir pro quarto do Rony, correndo o risco de dar de cara com a mamãe. Mas deu tudo certo.


Hermione pensou que sua amiga tinha crescido. Mesmo elas sendo sempre amigas e confidentes, ela via Ginny como uma irmãzinha mais nova. Agora ela não enxergava mais isso. Ginny estava madura, mais bonita e segura. Ela tinha se tornado uma mulher linda.


Severo e Hermione se despediram dos Weasley, com a promessa de que voltariam em breve para almoçar. A madrugada estava quase findando e ao desaparatarem nos arredores da propriedade de Hogwarts, eles caminharam abraçados, sem se preocuparem com o horário.


- Você gostou da sua noite de Natal? – Severo quis saber, quando andavam pelo corredor do quarto de Hermione.


- Muito. Este foi um dos melhores natais que já passei. Mas eu ainda não te entreguei seu presente.


- Hermione...


- O Fantasma da Ópera. – a porta do quarto dela destrancou e eles entraram.


- Gostei da sua senha. – ele disse, observando o lugar. – E gostei do meu trabalho também.


Hermione riu e voltou com uma grande caixa nas mãos.


- Feliz Natal, Severo. – ela disse baixinho.


Severo a olhou e pegou a caixa, com algum receio. Ao abrir, encontrou algo diferente do que imaginava conter na caixa. Lá estava um belo sobretudo de lã verde musgo.


- E então? – ela perguntou. Severo ficou em silêncio olhando a peça. – Talvez não dê no comprimento, então você pode trocar por algo que lhe agrade mais. – Hermione tentou, constrangida.


Severo tirou a sua própria capa e experimentou o sobretudo. Ao se olhar no espelho, as duas sobrancelhas se levantaram juntas, em análise. Ele se virou para ela, a puxando pelos cotovelos.


- Você não gostou? – ela perguntou, insegura.


- Eu gostei, muito obrigado. Merece um agradecimento à altura. – ele falou numa voz sedutora e a beijou ternamente, estreitando o corpo dela em seus braços.


 


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


N/B: Realmente, dessa vez não vou comentar nada, ainda estou de boca aberta, por isso, vou apenas sublinhar, aquela que para mim, foi a frase do ano *coça a cabeça* ou será da década??? "- Estou com medo de você. Será que você é você mesmo?"


 


N/B SONIA: "Estou pedindo você em namoro Hermione!" - Ok, três centenas de anjos receberam suas asas antes do fim do estágio probatório celestial, chove no meio do Saara e faz quarenta graus à sombra na Groenlândia, os corruptos do congresso estão se entregando por vontade própria, a JK resolveu ganhar a vida escrevendo manuais técnicos de torradeiras e eu vou fundar um fã clube para o Jacob Black! - (Não, nem tanto! ;D) - O fim dos tempos está chegando! - Certo, exagerei de novo... Mas, Severo Snape soltando essa pérola de romantismo serve, no mínimo, como marco para um nova era! - "Assustados, pirralhos"... – Ah, tá! Já voltou ao normal! Rsrsrsrsrs... - O QUE! Já acabou! Curtinho esse! Demais, Fads! Estava tão bom, tão... ROMÂNTICO! Hihihihihi... - Beijos muitos, Fada Betinha! Estamos aguardando os próximos! E, pelo amor dos seus fãs, faz eles maioooooooreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeessssss! - Agora vou ler de novo, para ter certeza que não foi ilusão de óptica.... *Fui, cantarolando o tema de Romeu e Julieta em ritmo natalino.*


N/A – “Feliz Natal, querida.” – para mim essa foi a frase do século. *imaginando isso na voz do Severo...uiuiui...* - Oieee!!! Demorei, eu sei, mas são os ossos do ofício e da vida. Está aí! Espero que tenham gostado. Eu adorei mesmo. Fiquei lambendo a cria, lendo várias vezes....hihihi... Severo romântico?! É, acho que sim. E acho que nem ele sabe que está sendo romântico. Prefiro pensar que ele está só sendo mais espontâneo e nem sabe que consegue fazer essas coisas. Maasss... nós mulheres sempre percebemos essas coisinhas (e adoramos!). Obrigada sempre às minhas betas amadas, que enchem meus dias de alegria com seu apoio e comentários impagáveis. Estou com uma nova consultora, a minha irmãzinha querida Kelly. Bem-vinda querida! Obrigada sempre por vibrar com esse Severo junto comigo! ;D - A todas, um bigbeijo e até o próximo!!


Milly Prince; Gabriela Germano; Thaiana Prince Snape; Aliine; Jessica; Caah A.; Mika; Rosy SS – Meninas, obrigada mesmo!!! Os comentários de vcs são sempre tão carinhosos e me incentivam muito. Vcs são especiais. Espero que tenham gostado desse. Mika, essa casinha é mesmo uma casa da adolescência do Severo e ele quis levar a Mione para ver o pôr-do-sol lá. Vai ser um lugar especial, aguarde!! ;D


Cassie – Vc veioo!!!!!!!!!!!! Amore, obrigada! Tbm adorei te conhecer, quer dizer, adorei te ver, pq eu já te conhecia!! Saudades mil tbm!! A casa não está habitada, mas pode ser que receba algumas visitinhas desejáveis...hihihihi.... Mil bjos!!


 

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