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6. Parte VI


Fic: Impossing Ravenclaw - O Legado de Rowena


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Todos ‘ caíram ’ num corredor mal iluminado onde não havia ninguém além de uma moça de aparentes vinte e poucos anos, parada em frente a uma estátua de fênix.
“ É um corredor de Hogwarts! ” diz Yuna.
“ Mãe... “ Naoku deixa escapar, quase ao mesmo tempo.

A mulher tinha os cabelos muito longos e lisos, eram castanhos claros. Seu rosto era fino e parecia um pouco pálido, mas sua expressão era eufórica. Ela batia o pé no chão e era claro que estava indecisa entre subir ou não para a sala do diretor.
“ Ela parece grávida, não parece? “ pergunta Amy.
“ É, grávida de mim... “
“ Ela é sua... sua mãe!? “ se espanta Rony, Hermione pisou no pé dele pela indelicadeza.
“ É... é sim. “ responde Naoku, que nem notara o gesto.
O nome da mãe de Naoku é Laura, Laura Nadescico, ela estudou em Hogwarts, foi da Corvinal, e pelo que Naoku se lembra, nunca perdeu contato com o professor, logo transformado em diretor, Dumbledore.
Laura da lembrança pareceu tomar coragem e disse a senha para a estátua.
“ Sorvete de Limão! “
Todos perceberam que a voz dela era muito parecida com a de Naoku, apesar de a aparência não ser tão semelhante assim. Naoku tinha o físico idêntico o de sua mãe, mas seus cabelos eram encaracolados e bem definidos, não lisos como os de Laura. Naoku também era mais morena.
Todos seguiram escada acima, Laura bateu na porta e a voz familiar do diretor disse-lhe que entrasse.
Harry entrava de cabeça baixa e percebeu que Rony ao seu lado parou de andar, olhando o rosto do amigo, viu uma das expressões estranhas de Rony, se voltou para onde ele olhava e percebeu o por que daquilo.
Dumbledore estava, como de costume, sentado em sua poltrona com as mãos enlaçadas eu um olhar calmo e convidativo. A sua frente, Tiago e Lílian Potter, conversavam calmamente.
“ Professor Dumbledore, esperamos você daqui a alguns dias então! “ dizia o homem muito parecido com Harry.
“ Não esqueça de nós, diretor! “ dizia Lílian em tom de brincadeira, e o melhor sorriso que alguém podia dar.
Eles estavam ali para convidar Dumbledore para um almoço entre amigos, eles queriam que todos conhecessem a nova casa deles em Godric’s Hollow. Lílian passava distraidamente a mão pela barriga de aparentemente sete meses.
“ Não se preocupe Lílian, irei sem falta! “ respondia o ‘ não tão velhinho ’ Dumbledore, se levantando e abraçando paternalmente a mulher.
“ Tudo bem! Até então professor! Temos que ir, vamos tentar descobrir onde o Almofadinhas está essa semana e convidá-lo! “ com um aperto de mão, o pai de Harry se despedia do diretor.
“ Até logo então! “

Dito isso os dois se dirigiram á saída onde a mãe de Naoku estava, os cumprimentando com um aceno de cabeça, Laura se dirige até a mesa do Diretor.
“ Espero não ter atrapalhado uma conversa importante!? “ ela cumprimenta o diretor.
“ Não, está tudo bem! “
Hermione, Rony e Karolin observavam Harry atentamente, ele tinha a cabeça baixa e seu cabelo despenteado lhe escondia os olhos. Rony pôs a mão no ombro do amigo enquanto Hermione o olhava com carinho.
“ Eu estou bem! “ diz o menino que sobreviveu, dirigindo sua atenção para a mãe de Naoku e o diretor.
“ Já que está aqui, creio que encontrou algo mais sobre a nossa pesquisa? “ pergunta Dumbledore com a calma e jovialidade que são características.
“ Exatamente. “
“ Sente-se então. “
“ Obrigado. “ e Laura sentou em frente ao diretor, com as mãos sobre a mesa deste.
“ Sabia que seria capaz de descobrir mais algumas coisas. “ diz o diretor, sinceramente. “ Agora, conte-me exatamente o que achou. “ pediu.
“Isto! “ Laura faz um pequeno movimento com a varinha e sem nem mesmo murmurar uma palavra, um grosso livro aparece na mesa do diretor, com um pequeno baque.
Hermione se aproxima da mesa, interessada.
Dumbledore pega o livro e o examina, Yuna, Karolin, Amy e Naoku ao se aproximarem, não conseguem ler praticamente nada, Lana entende o título, ele é feito totalmente em Runas Antigas.
Hermione traduziu o título no segundo em que a sala começou a girar e se transformar em outra.

Eles estavam agora em outra memória.
Estavam numa biblioteca, a sala era imensa, se estendia a setes metros, três andares acima e era circular. As estantes estavam repletas, o chão negro e brilhante, haviam mesas e poltronas por todo o local. Apesar da imensidão da sala, o clima era quente e acolhedor.
“ É... é a biblioteca da minha vó! “ diz Naoku.
“ Ela já... “ começa Amy.
“ É ela já morreu, no ano retrasado... “ responde Naoku.
Dito isso, Laura entra na sala seguindo uma senhora de rosto redondo, estatura média e um estranho sorriso no rosto.
“ Por que é que você nunca me disse nada!? “ a mãe de Naoku quase berrava.
“Por que você não precisa saber! O assunto é complicado e desnessário, ao menos a você. Achava que só lhe traria aborrecimento, e vejo que estava certa! “
“ É claro que eu estou ‘ aborrecida ’” reclama a outra imitando a voz da mãe “ É minha filha que estamos falando! “
“ É claro “ a avó de Naoku parecia não perder a calma, uma atitude muito ‘ Dumbledore ’ da parte dela. “ É sobre a minha filha também! E principalmente sobre minha neta! “ a senhora agora apontava para a porta pela qual acabaram de passar.
Uma Naoku muito jovem, com apenas cinco anos, espiava por entre a fresta da porta.
“ Naoku! Isso não é hora pra ficar espiando! Isso não é assunto de crianças! “ diz Laura, se referindo a filha.
“ Mas vocês estavam falando de mim! “ se defendia a menina.
Zell dá um meio sorriso e olha para Naoku de agora, que assistia a tudo ao seu lado. Ela tentava entender tão assiduamente que não notou os olhos de todos em cima dela.
“ Engano seu Laura, é assunto dela, sim! “ responde a avó de Naoku, mas vendo o olhar da filha, completa “ Mas não para agora, minha neta. Vá brincar lá fora, vá! Preciso conversar com sua mãe. “
“ Mas eu... “ a criança ainda tenta, mas vendo o olhar das duas, que de repente ficaram muito parecidas, com expressões de repreensão idênticas, sai fechando a porta.
“ O que... exatamente, você sabe sobre o assunto? “ pergunta Laura para sua mãe.
“ Mais do que você... e menos do que ela! “ responde a senhora, sentando-se em uma poltrona e apontando para a porta onde a pouco Naoku se encontrava.
“ Mas ela é só uma criança! Eu nunca falei nada a respeito com ela, como ela pode saber mais do que nós duas!? “
“ Ela não tem as informações, nem o conhecimento... mas tem a Sabedoria. “ informa a outra confusa.
“ O que você quer dizer com isso mãe!? “
“ Exatamente o que disse... “
“ Diga logo! Chega de segredos! “
“ Você vai descobrir, quando o momento chegar. “
“ Será que você não pode ser mais específica!? “ reclama Laura irônica.
“ Não, só o que posso dizer é que, na hora exata, ela vai saber o que fazer. O objetivo e o efeito serão extraordinários, mas a ação, será simples... “
“ Mais mistérios! O que isso quer dizer...? ”
“ Já disse, quer dizer exatamente o que quer dizer! Agora chega de perguntas! “
Nesse momento o local se desfaz dando lugar a outro.
Estavam novamente na sala do diretor de Hogwarts, porém a sala estava vazia.
O momentâneo silêncio é quebrado pela voz exasperada de Naoku.
“ Mas... todo mundo fala muito e explica nada! O que é que aconteceu na verdade!? “
“ Pelo que eu ouvi, acho que ainda tá pra acontecer... “ diz Hermione.
“ Mas o que? Esse é o problema, essas memórias não estão ajudando em nada! “ Naoku quase berrava.
“ Calma! Não adianta você ficar nervosa! “ também se exalta Yuna, que realmente detestava quando os outros gritavam em volta dela.
“ É fácil pra você falar! Nos últimos tempos, tudo é problema atrás de problema! E ‘ isso ’, seja lá o que for, tem ligação com o seqüestro da minha mãe, que vem tomando conta da minha vida. E agora eu descobri que tudo pode ser bem pior do que eu imaginava! “ responde Naoku mal humorada.
“ Não adianta nada ficar discutindo! “ a frase não vinha de nenhum dos adolescentes ali presentes mas sim da mãe de Naoku que entrava na sala do diretor, seguindo o mesmo, e sendo seguida por uma Minerva Macgonagall um tanto emburrada.
“ Mas você não pode marcar para sempre uma criança com algo tão importante, ela não sabe de nada, e quando souber, pode ser tarde demais! “ a professora está possessa.
“Já disse que não adianta discutir! “ disse Laura, aparentando calma apesar de tudo.
O diretor sentou-se em sua poltrona e enlaçando os dedos na altura do rosto olhava de uma para outra, calmamente.
A professora de transfiguração, vendo que nenhum dos dois diria nada, quase gritou.
“ Não, não estamos discutindo, parece que eu estou discutindo comigo mesma! Alvo! Você por acaso entendeu o que Laura vai fazer com a própria filha!? “
O diretor olhou, irritantemente calmo, para Macgonagall e disse.
“ Sim Minerva, eu entendi. Mas infelizmente a escolha é dela. Não estou totalmente de acordo, mas estou, definitivamente, de mãos atadas. “
“ Ninguém, nunca saberá de nada! O plano é quase perfeito! “ disse Laura com uma certa impertinência.
“ É, eu sei, e é exatamente esse ‘quase’ que me exaspera! “ exclama a professora se sentando. Aparentando cansaço.
“ A profecia a protegerá. “ insiste Laura.
“ Se ela por acaso der certo! “ Ainda tenta Macgonagall.
Laura iria apenas lhe lançar um olhar, mas como a senhora sustentou o seu, resolveu falar algo. “ Eu planejei isso durante todos estes anos, você sabe quais serão as palavras que eu vou usar, vocês dois concordaram que não haviam formas melhores. “
“ Eu tenho que fazer isso, e esse é o melhor jeito possível! “
“ Tudo bem! Como já disse a decisão é sua. Só não me faça me arrepender de tê-la posto a par do assunto desde o princípio! “ exclama o diretor, pondo um ponto final na discussão.
“ Eu sei! “
Os olhares que os três trocaram foi de um acordo mudo de que estava finda a discussão.
“ Então eu já vou indo. A casa de minha mãe fica longe, e hoje prefiro não aparatar... “
Quando ela já saía, escutou a voz da professora Minerva.
“ Laura! Só quero que se lembre que mesmo sendo um dos maiores, Voldemort não é o maior, nem o único mal do mundo! “
Laura hesitou em dar o próximo passo, lançou um olhar estranho para dentro da sala do diretor e depois saiu a passos largos.

Mal houve tempo para Naoku entender tudo o que havia sido dito, e após o local girar por alguns segundos, estava de novo em seu quarto.
Quase sem querer ela meio que caiu, meio que sentou no chão, pensando sobre tudo o que vira.
E foi também quase sem querer que ela leu a caligrafia de sua mãe no ar de seu quarto em letras douradas.

“ Nosso dia vai chegar “
“ Teremos nossa vez “
“ Não é pedir demais “
“ Quero justiça “
“ Não tenho mais o tempo que passou “
“ Mas tenho muito tempo “
“Temos todo o tempo do mundo “

“ Eu te amo, filha “

Laura Nadescico

Os minutos de silêncio que se seguiram, serviram para todos digerirem tudo o que aconteceu e foi dito.
Mesmo não sabendo o que, Naoku entendeu que sua mãe, há muitos anos, a colocara em algo, e que isso, querendo ela ou não, custou o seqüestro de sua mãe e a morte de seu pai.
Ela não sabia o que tinha que fazer, mas sabia que tinha que fazer. E se salvar sua mãe já era seu objetivo, agora resolver esse mistério se somava a isso. E sua força de vontade se sobrepôs a sua curiosidade, ela sentia que não era hora de fazer mais perguntas, ela sentia, e sabia que era hora de agir, de fazer o que tinha que ser feito, seja lá o que for.
Naoku simplesmente se levantou, sem olhar duas vezes para a mensagem de sua mãe, disse.
“ Eu sei pra temos que ir... “


Após dizer isso, ela passou pelo corredor dando uma última olhada em seu quarto, desceu as escadas e aguardou seus amigos descerem também, já na varanda.
“ E... pra onde temos que ir? “ Rony perguntou.
“ Pra casa da minha vó... foi lá que minha mãe disse que escondeu, ou fez, seja lá o que for, pro diretor Dumbledore. O plano é simples... “ ela olhou para todos “ Entrar lá, pegar o que for, voltar, chamar a atenção de Voldemort. “ Rony e Yuna soltaram um gemido “ e trocar por minha mãe. “
Após um instante de silencio, ela olhou novamente a todos, e perguntou. “ Vocês têm certeza de que vão comigo ? “
Alguns segundos de silêncio se seguiram, mas não por indecisão dos presentes, mas sim por que todos sabiam a resposta óbvia.
“ É lógico! “ responderam Hermione e Zell por todos.
Mesmo sendo a resposta que ela queria. A dúvida ainda se instalou em Naoku, a de que talvez ela estivesse levando todos os seus amigos para o perigo, ou para a morte.


Apesar de já ter amanhecido, eles estavam muito longe de Hogwarts, e o mundo dos trouxas não demonstra muita desconfiança a alguns adolescentes juntos, então saíram todos juntos da casa de Naoku, simplesmente andando pela rua.
Apesar disso Harry torcia para não haver nenhum bruxo andando no meio dos trouxas, para não ser reconhecido.
Resolveram viajar de trem novamente, Naoku sabia que seu pai tinha dinheiro guardado, pegou parte para bancar a viagem, e mais algum para os mantimentos.
A viagem foi longa e silenciosa, vez ou outra alguém tentava inutilmente quebrar a monotonia. Naoku era a que menos falava, e ao contrário do que todos pensaram , não era tristeza. Apesar desse sentimento estar sempre presente, o que aguçava o isolamento dela, era a curiosidade e a vontade de que tudo acabasse logo.


O trem parou em uma pequena cidade, do norte da Inglaterra, perto de New Castle, mais ou menos cinco quilômetros da casa da avó de Naoku, que é na verdade, um pequeníssimo castelo, construído há muito tempo.
Naoku, conhecendo a tendência da pequena população da cidade, que tinham uma intensa curiosidade á vida alheia, principalmente se tratando de forasteiros, sugeriu que eles se dividissem para comprar comida.


“ Será que eles vão demorar muito? “ perguntou Yuna pela terceira vez. E pela terceira vez Karolin disse algo como “ Espero que não. “
Naoku e as duas ficaram encarregadas de comprar mantimentos para a viagem de volta. Feita as devidas, elas se dirigiram para a outra saída da pequena cidade, que foi antecipadamente marcada como ponto de encontro.
“ Os garotos devem estar indecisos sobre o que comprar o que trazer e Hermione disse que queria ingredientes pra uma poção. E independente de qual for, ela e as meninas com certeza terão dificuldades pra isso. Mesmo que alguns ingredientes possam ser encontrados ‘camuflados’ no meio de coisas trouxas... “ disse Naoku, tentando ser prática nas deduções e por um ponto final no assunto. Mas sem querer aguçou a curiosidade de Yuna, fazendo-a perguntar.
“ Como assim ‘camuflados em coisas trouxas...‘ ?”
“ Ah... bem... como suco de fruta cítrica, por exemplo, que algumas poções pedem, podem ser encontrados em qualquer mercadinho trouxa em forma de suco de limão, ou laranja, os quais eu nunca vi em Hogwarts... “
“ Ah, tá... “ respondeu Yuna, se calando novamente.
Após alguns minutos os outros chegaram. Sem muita novidade, a conversa foi pouca. A viagem até ali foi longa e agora o dia já acabava.
O grupo andava por pequenos, mas numerosos montes, com o sol se pondo ás suas costas. A tortuosa estradinha, se lembra Naoku, levava a auto-estrada, que passava reto ao lado do pequeno vilarejo, mas antes de lá chegar, havia uma trilha que chegava até a casa de sua avó.
Ela andava na frente do grupo, a passos largos, pois sabia que se anoitece, seria difícil encontrar a trilha, se é que ela ainda existia. Já que a vegetação, apesar de naturalmente rasteira, crescia sem que nada a impedisse.
“ Naoku! “ Zell a chamou se colocando ao seu lado “ Falta muito? “
Ela o olhou por instantes, lançou um olhar perdido para o espaço ao redor e disse.
“ Sinceramente ? “ ela parou de andar “ Eu não tenho a mínima idéia! “
Zell a olhou surpreso sem poder dizer nada.
Naoku sentou-se no meio da estrada de terra, a essa altura todos já estavam ao redor dos dois.
“ Desde quando saímos de Parkin Ville eu tô procurando a trilha que leva até a casa da minha vó e não acho! Faz anos que eu não passo por aqui! Fico procurando algo que seja familiar, mas tudo é colinas pequenas com vegetação rasteira e uma árvore ou outra que aparece de vez em quando! “
“ Você não sabe onde casa da vó!? “ perguntou Rony, levando uma cotovelada de Hermione, mas Naoku nem escutou. Ela continua falando.
“ Por que minha vó não podia morar numa planície!? Essas colinas não me deixam ver nada! “ se levantando muito rápido ela chutou uma pequena pedra “ ou ela pelo menos podia ter morado na civilização, não no meio do nada! “
Ninguém falou nada, sabiam que de certo modo, Naoku tinha razão em estar tão nervosa, cada segundo pode ser crucial para a vida de sua mãe.
“ Chega a ser ridículo! ‘ Chego atrasada ’ pra salvar minha mãe por que não sei o caminho! “
“ Calma! “ começa Hermione “ Você disse que as colinas atrapalham a visão, então o que nós precisamos é de uma visão privilegiada. “
“ Como assim? “ pergunta Yuna.
“ De cima. “ responde Harry.
“ De uma árvore serve? “ pergunta Rony, tentando ajudar.
“ Pode ser... vou ver se acho alguma coisa. “ Diz Zell, correndo na direção de uma árvore a uns trinta metro de onde estavam.


“ Tá cada vez mais escuro, só consigo ver sombras! “ Zell gritava de cima da árvore.
Todos escutava do pé da mesma, esperançosos.
“ Você tá olhando pro lado errado, eu acho... “ diz Naoku, mais calma “ Tenta mais pra esquerda! “
“ Tá bom “ respondia Zell “ mas eu não tô vendo nada! “ ele se colocou mais a esquerda, pulando para outro galho “ Continuo não vendo nad... peraí! Acho que vi alguma coisa! Parece uma torre! “
“ Como é a casa da sua vó ? “ pergunta Lana.
“ Ah... vocês viram por dentro! Pelo menos a biblioteca, e é enorme, parece um castelo de pedras, só que bem pequeno, em relação a um castelo. “ disse Naoku, e se voltando para cima “ Essa torre é bem larga ou é mais parecida com aquelas torre de sinos? “
“ Ah... parece ser bem grande! “ responde zell indeciso devido a distancia e escuridão.
“ Vamos logo nessa direção! “ falava Amy já cansada “ Mesmo que não seja a casa da sua vó, pelo menos é algo nesse fim de mundo! “

A caminhada até o local foi de aproximadamente vinte minutos, no meio do caminho, Naoku anunciou, aliviada, que era o lugar certo.
Eles estavam agora no portão da frente.
“ Parece que não entra ninguém aqui há anos! “ exclama Amy olhando para o portão.
Os muros altos que protegiam a propriedade estão todos tomados por plantas, assim como parte do grande e enferrujado portão, nele havia, linda e perfeitamente entalhado um majestoso corvo, símbolo da Corvinal.
Após entrarem, avistaram uma grande e maltratado jardim, com uma outrora linda fonte, que hoje se apresenta quebrada e cheia de musgo a lhe estragar a majestade. Á direita, puderam notar o resto de um labirinto feito de plantas, o que causou apreensão em todos, mas principalmente em Harry, que se lembrou do labirinto do Torneio Tri-Bruxo.
O pequeno castelo que constratantemente é uma grande mansão, lembrava claramente o estilo gótico de arquitetura que era moda na época em que fora construído. A grande porta dupla não denunciava a idade da estrutura, era feita de madeira maciça, com certeza esculpida a mão e parecia incólume desde quando foi colocada ali, a centena de anos. Aliás, apesar do jardim e de toda a estrutura de muros do lado de fora parecerem destruídos, o castelo em si, parecia muito preservado, tanto quanto sua porta.
Todos acenderam suas varinhas murmurando ” Lumos. “. Com um movimento simples com a varinha, Naoku abriu a enorme porta. Era um feitiço silencioso que aprendeu há muito tempo com sua falecida avó.
Não era fácil para todos, descreverem o que sentiram ao entrar ali.
Lembranças e mais lembranças açoitavam Naoku de forma incrivelmente rápida, e mesmo os outros, que só estiveram ali por meio da lembrança de Laura na penseira, e não neste cômodo, as impressões que o local passava eram tantas que era difícil distinguí-las em si próprio, muito menos no rosto das pessoas próximas.
Meio sem querer, o primeiro lugar que Naoku quis ir, foi a biblioteca, e, como era de se esperar, todos a seguiram, já que uma das impressões que o local passava, era que se separar não era uma boa idéia.
A enorme biblioteca tinha espaço para aproximadamente sete mil livros, com certeza, não chegava nem perto da de Hogwarts, mas sendo uma biblioteca particular, isso causava espanto e admiração.
As estantes de madeira apresentam o mesmo estado de conservação que a porta de entrada. O chão estava opaco de poeira e as paredes de pedra amareladas pelo tempo. Mas o que mais chamou a atenção de todos, foi a completa falta de livros do local.
E Naoku adivinhando a pergunta que viria a seguir. “ Depois que minha vó morreu, ninguém mais morou aqui, então minha mãe teve que arranjar um outro lugar para os livros... pelo menos metade está em Hogwarts. Tem uma boa parte na minha casa, e o resto eu não tenho a mínima idéia..."
Andando por entre as estantes, nada acharam de extraordinário, ninguém sabia o que procuravam, mas tinham certeza que devia ser bem diferente das mesas, cadeiras, poltronas, cortinas, tapeçarias e estantes que encontraram pela enorme biblioteca, no primeiro, segundo e no terceiro andar dela.
Foi assim em praticamente todos os cômodos do primeiro andar, nada parecia fora do lugar, tudo normalmente se encaixava no estereotipo de lugar abandonado há anos. No segundo andar, os quartos, também não pareciam ter nada de estranho, quando eles chegaram a estufa, a admiração foi grande, apesar de nada parecer fora do lugar, a não ser a sala inteira, já que havia no segundo andar de um castelo uma estufa! A sala tinha o teto e uma das paredes de vidro. Como nada de anormal havia ali, eles saíram, e se dirigiram a sala de estar, também no segundo andar, mas lá também não acharam nada.
“ Não tem nada aqui! “ disse Rony, cansado de tanto andar e procurar. Sem pensar duas vezes, sentou num dos sofás cobertos por lençóis brancos, levantando muita poeira.
Tossindo muito, Hermione ralhou com ele, mesmo tendo de admitir que também ela se cansara a um bom tempo.
Depois, desanimados, todos acabaram se sentando, simplesmente descansando. Naoku, passou a pensar se não deixaram passar algo, se não havia nada de anormal pelos locais que eles passaram.
Mas algo que Lana disse, aguçou a curiosidade e logo a apreensão de todos.
“ Aquilo na lareira... não é Pó de Flú? “
O Pó de Flú, muito usado como meio de transporte pelos bruxos, funcionava em qualquer lareira que fosse ligada a Rede Mundial de Flú, ele funcionava em uma certa chama verde, que como qualquer tipo de combustão, quando acaba, deixa cinzas. A diferença é que as cinzas de Pó de Flú têm um certo tom esverdeado, que só é notado quando se vê as cinzas contra a luz, são como reflexos. Para se notar isso, é preciso muita atenção, e como Lana olhava intensamente a lareira iluminada pela luz da lua que vinha da enorme porta de vidro que dava para a varanda, foi inevitável que, observadora como é, ela não visse isso.
“ Acho que é sim... “ disse Harry, meio incerto, abaixando perto da lareira.
“ Sim é... “ confirmou Hermione ajoelhando ao seu lado.
“ Mas tá aí há muito tempo? “ perguntou Amy, o que todos que não estavam perto o bastante para ver queriam saber.
“ Parece que não. “ disse Hermione, quase dentro da lareira “ As cinzas estão por cima da poeira, se tivesse aqui há muito tempo, a poeira já teria encoberto elas. “
“ Lá vem ela de novo! “ cochichou Rony para Yuna, que o olhou, interrogativa. “ O ar sabe-tudo entrou em ação! “ e agora em voz alta “ Você fala como se fosse muito óbvio! “
“ É óbvio! “ disse a garota sem olhá-lo.
“ Viu! “ o ruivo cochichou de novo a Yuna.
Naoku lançava um olhar estranho para a lareira.
“ O que foi? “ perguntou Zell, notando isso.
“ Como ninguém ia morar aqui, não tinha motivo pra manter a lareira ligada a Rede de Flú, depois de um tempo, tenho certeza, minha mãe mandou desconectá-la. “
“ Ãh, talvez... “ começou Harry, mas quem terminou o raciocínio foi Hermione “ eles podem ter obrigado sua mãe a religá-la. “
“ É... pode ser... “ respondeu Naoku se sentindo mal em pensar que sua mãe podia ser obrigada a muitas coisas com o simples toque da varinha de um comensal ou de Voldemort.
“ Então... eles estiveram aqui. E isso é um GRANDE problema! “ disse Lana.
“ Talvez, estejamos procurando algo que não está mais aqui! “ disse Karolin em seguida.
“ Acho que devemos voltar a procurar, mas dessa vez, por algum vestígio de que alguém esteve aqui. “ sugestionou Hermione.
Todos concordaram e dessa vez, resolveram se dividir em trios, e antes de saírem da sala Hermione não esqueceu de avisar.
“ Cuidado pra não pensar que a própria pegada é um vestígio, Rony! “
O ruivo só resmungou algo irreconhecível pouco antes de fechar a porta atrás de si e de Hermione.


“ Achei, achei! Achei alguma coisa! Venham aqui, Harry! Hermione! “ Rony berrava completamente empolgado para os amigos de dentro de um pequeno armário que ficava na sala de jantar, no primeiro andar.
“ O que foi Rony, o que você achou? “ Harry perguntou da porta, acompanhado de Hermione, que olhava todo o local.
“ Isso! “ respondeu o ruivo com um sorriso triunfante apontando a varinha acendida para o chão, na direção de um prateleira que ia do chão ao teto.
“ Rony! Não tem nada aí, é só uma prat... “ mas Hermione não deixou o moreno de olhos verdes terminar. “ Não Harry, você não tá vendo? Ali no canto, é uma varinha quebrada. “ e continuou “ De quem será? “
“ Eu vou chamar os outros. “ disse Rony, ansioso para mostrar aos outros o que achou.


Quando ele voltou com os outros, Harry e Hermione olhavam para uma passagem, um buraco no chão, exatamente onde Rony havia encontrado a varinha.
“ Mas o que...? “ o ruivo estava confuso.
“ Naoku! “ chamou Hermione “ O Rony achou isso! “ disse lhe entregando a varinha quebrada. “ É da... “ começou “ Da sua mãe “ continuou Hermione “ Foi o que pensei. Quando Rony foi chamar vocês, eu e o Harry notamos uns riscos no chão, como se alguma coisa tivesse sido arrastada, e achamos essa passagem. Que não é exatamente uma passagem secreta, já que qualquer um que a visse, só tinha que usar o Vingardium Leviosa nesse pedra. “ ela explicava e nesse momento apontou para uma pedra de aproximadamente um metro e meio de altura e sessenta centímetros de largura, encostado perfeitamente em um canto do apertado local. “ E desbloquear o caminho! “
Depois de todos entenderem o que aconteceu, e Naoku colocar a varinha de sua mãe no bolso, resolveram entrar na passagem.

N da A:Nossa! acho q vou ter q fazer pressão hein!? kra, comentem! qualquer coisa, please!!!!!!!!!!!!!!!!
Mas a ai? o q vcs acham q vai acontecer? o q a vó da Naoku sabia, q ninguem sabe? ninguem tem nenhum palpite, isso tem total ligação com o nome, entaum da pra imaginar naum eh?
COMENTEM pra mim saber o q vcs tao achando!!!!!!!!!!!!!!
ateh a proxima att! ^^

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