FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

11. Um novo Malfoy?


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 11


Um novo Malfoy?


 


Draco acordou no dia seguinte decidido a por um fim naquela história. Ia desculpar-se com a Granger e seguir a sua vida. Sabia que ela trabalhava no Hospital devido à conversa, à única conversa, civilizada que tiveram.


 


Chegou ao Hospital e pediu para falar com Granger. A única maneira era marcando uma consulta e assim o fez. Demoraria já que foi um encaixe que conseguiu graças ao seu charme.


 


****************************************************************


 


Hermione acordou procurando um corpo ao seu lado e acabou encontrando o vazio. Seus olhos ainda se acostumavam com a claridade quando pôde focar um pergaminho em seu criado-mudo.


 


Hermione,


 


Desculpe não esperar por você acordar, mas foi impossível para mim te acordar. És linda até enquanto dorme. Precisei voltar para França, mas entro em contato com você. Tenha um ótimo dia.


 


Simas.


 


 


A garota sorriu lembrando-se da loucura que foi a noite anterior. Arrumou-se rapidamente agradecendo mentalmente por não precisar tomar nada para ressaca.


 


Chegou ao hospital e viu que teria uma manhã cheia antes que pudesse almoçar. Alguns casos eram simples e outros detinham mais tempo. Dividia seu tempo no trabalho entre atender pacientes com hora marcada e ficar na emergência. Teria um último paciente e poderia almoçar. Sua cabeça apoiada nas mãos, às mãos nos cotovelos e estes na mesa. Tinha a cabeça baixa quando ouviu a porta abrir-se. Ouviu também uma voz fria dirigir-se a ela antes que pudesse dizer qualquer coisa. Uma voz fria que ouvira no dia anterior.


 


- Granger, preciso falar com você.


 


- Malfoy? Como... Tenho pacientes a atender e não posso perder meu tempo com você.


 


- Acredito que eu seja o último paciente.


 


Ela apenas bufou. Levantou-se e deu a volta na sua mesa.


 


- Você já deixou bem claro ontem suas intenções. Faça o favor de se retirar. – Ela ia passando ao lado dele com o objetivo de abrir a porta. Ele foi mais rápido e a segurou pelos braços. Sem força, mas determinado a fazê-la parar.


 


- Espere. – Era difícil. Tantas vezes ensaiara, mas ao olhar aquele olhar cheio de decepção as palavras engasgaram em seus lábios. – Exatamente por isso que vim. Queromedesculpar.


 


- Ahn?


 


Ele começou a andar pelo pequeno consultório. Saíra tudo enrolado. Teria que falar novamente:


 


- Quero me desculpar. Peço desculpas por tudo.


 


- Isso é alguma brincadeira, Malfoy?


 


- Não, Granger.


 


A garota ainda não acreditava.


 


- Por tudo?


 


- Sim, por tudo. Especialmente por ontem.


 


- Não é nada fácil para você estar aqui, né?


 


Ele suspirou e deixou seu corpo cair sobre a cadeira.


 


- Não.


 


- Desculpo com uma condição.


 


- Isso é alguma piada?


 


- Não. Uma condição simples.


 


- Qual?


 


- Almoce comigo.


 


- Almoçar?


 


- Claro. Não somos mais crianças, Malfoy. Ambos sabemos que a conversa ocorrida entre nós foi... Interessante. Aceito suas desculpas se notar que realmente pode manter o mínimo de diálogo comigo. Conversar sabendo quem realmente sou.


 


- Não confia em mim, Granger? – Disse levantando e encarando a garota nos olhos. Ele era bem mais alto. A cabeça de Hermione precisava ficar bem inclinada para manter o olhar.


 


- Deveria?


 


- Não. Aceito sua condição.


 


- Ótimo. Espere aí fora. Vou apenas tirar esta roupa que cheira a Hospital.


 


Ele discordou mentalmente. Não iria dizer à garota que o único perfume que sentia desde que entrou no consultório era o cheiro dela.


 


Poucos minutos depois eles encontraram-se e dirigiram-se a um restaurante próximo. Hermione tentou sugerir um local que foi imediatamente recusado por Draco. Andaram mais alguns quarteirões e chegaram a um restaurante maravilhoso.


 


- Ficou maluco, Malfoy?


 


- Qual o problema, Granger?


 


- Este restaurante! É caríssimo! Vamos embora. – ela protestou.


 


- Não vamos, não. Eu que preciso ser desculpado. Eu escolho o restaurante.


 


- Tentando me comprar, é? - Hermione perguntou franzindo a sobrancelha.


 


Ele bufou nervoso.


 


- Deixe de teimosia. Provavelmente seu namorado pobretão nem pensou em te trazer aqui.


 


- Não vai conseguir meu perdão ofendendo meus amigos.


 


- Certo. Não quero te comprar. Apenas proporcionar uma comida de bom gosto.


 


- Ok, Malfoy.


 


Logo conseguiram uma mesa e foram atendidos por um simpático garçom:


 


- Desejam pedir já?


 


Os pedidos foram feitos. Draco pediu um vinho para acompanhar, mas Hermione ainda tinha um longo dia pela frente e ficou apenas bebendo água.


 


- Amigos?


 


- Ahn?


 


- Weasley. Achei que fosse seu namoradinho.


 


- Não. Ele foi, mas terminamos já faz tempo. Ainda somos muito amigos.


 


- E Potter está com a Weasley?


 


- Sim. Mudando de assunto, já que nosso foco não são os casais do mundo bruxo, – Draco deu um leve sorriso ao comentário – trabalha no preparo de poções?


 


- Como descobriu sobre isso?


 


- Oras... Não deixei de ser a sabe-tudo. Ligando alguns fatos, pedaços de conversas,...


 


- Sei. E meu endereço?


 


- Com o ministro. No entanto não precisa se preocupar. Não direi nada sobre seu segredo. A única coisa que não entendi é por que esta proteção toda do Ministério...


 


- Coisas do passado, Granger.


 


- Já vi que nossa conversa não tem continuidade se permanecer neste caminho. Continua jogando quadribol?


 


- Não jogo desde os tempos de Hogwarts.


 


- Cansou de perder, Malfoy?


 


- Ficou sarcástica com o passar dos anos, Granger?


 


- E você com o coração mole? Quem diria... O grande Malfoy almoçando amistosamente com uma bruxa nascida trouxa em troca de perdão.


 


- Pois é... Já decidiu se terei suas desculpas ou não?


 


- Ainda não. – Respondeu de forma marota, ele entendeu a brincadeira e continuaram a conversa. O almoço chegou e a garota teve que dar o braço a torcer: a comida era maravilhosa. Assim que a conta chegou, ela estendeu a mão para ver o valor, no entanto o loiro foi mais rápido.


 


- Depois eu que fiquei maluco... Eu pago.


 


- Dividimos a comida, dividimos a conta.


 


- Tcs, tcs. Errada, Granger. EU convidei você para almoçar.


 


- Errado, Malfoy. EU te convidei. – Fez um rápido gesto para tentar puxar a conta. Ele novamente foi mais rápido.


 


- Errada, Granger. EU sugeri o lugar. Espere-me aqui. – Levantou e dirigiu-se ao caixa, sem dar chance para novos protestos.


 


Assim que ele voltou, saíram. Próximos ao restaurante, Hermione disse:


 


- Será que surge um novo Malfoy?


 


- Talvez. Fiquei mal por... Por aquilo que te falei. Foi um impulso.


 


- Acredito em você. Está perdoado. – Estendeu a mão para se despedir – Tem nojo? – Perguntou vendo uma rápida dúvida passar pelos olhos do rapaz.


 


- De forma alguma. – Retribuiu o gesto.


 


- Bom, preciso voltar.


 


- Vou te acompanhar.


 


- Não precisa... Obrigada.


 


- Faço questão, Granger. – Ela achou o gesto um tanto quanto inusitado em se tratando de Malfoy. Porém, um pedido de desculpas de um sonserino também não parecera algo muito normal de se acontecer.


 


***************************************************************


 


Quando estava chegando a sua casa, Draco encontrou com Blaise.


 


- E aí, Draco? Passei aqui para almoçarmos juntos e não te encontrei.


 


- Precisava resolver uma coisa.


 


- Resolvido?


 


- Sim. Vamos entrar.


 


****************************************************************


 


Natasha dera início ao seu plano. No próximo jogo de Vítor ela ficaria no camarote como convidada dele. A ideia era começar a aparecer nos jornais. Apesar de não ler fofocas, Natasha sabia que Draco acompanhava quadribol e logo leria que agora ela estava com um famoso jogador de quadribol. Ele veria que ela mudou, retomou a sua vida e teria certeza do erro cometido ao abandoná-la.


 


Já Vítor Krum não tinha tanta certeza. Provavelmente Hermione só saberia desta informação se algum dos amigos contasse e ele duvidava que um dos dois idiotas fizesse algum tipo de comentário a seu respeito.  Mas, melhor tentar que esperar sentado.


 


****************************************************************


 


Hermione voltou para casa acompanhada de Gina que já havia entrado em contato com o namorado e o irmão. Todos jantariam na casa da morena. Ela estava ansiosa para contar o que acontecera aquela manhã.


 


- Vamos, Mione. Conte-me TUDO.


 


- Quando todos chegarem...


 


- E sobre Simas? – perguntou a ruiva.


 


- Não tenho nada para falar sobre ele. Apenas ficamos. – respondeu dando de ombro.


 


- Sei. Quem te trouxe em casa? 


 


-... Simas!


 


- Ah, Mione! E aí? – insistiu a ruiva.


 


- Aí que rolou! – E pôs-se a contar em linhas gerais sobre a noite anterior.


Pouco tempo depois de acabar com o relato, Ron e Harry chegaram.


 


- Oi, Gatinha! Que jantar inesperado foi esse?


 


- Vamos comer enquanto conto! Adivinhem quem apareceu no meu consultório hoje de manhã?


 


- Jogos de adivinhação, Hermione? – Perguntou Harry.


 


- Duvido que acertem! Foi Malfoy!


 


Ao dizer estas palavras Harry parou com o garfo no meio da caminho, Gina segurou um pequeno sorriso e Rony engasgou.


 


- Como? – Perguntou Harry.


 


- Isso mesmo que ouviram. Vou contar desde o começo. – E assim contou tudo desde que descobrira onde ele morava (ocultando tudo que havia prometido ocultar), o pedido de agradecimento... Contou tudo até o aparecimento inesperado do loiro em seu consultório.


 


- Ele deve estar querendo alguma coisa, Gatinha


 


- É! Ele está querendo a Mione! – respondeu Gina rindo. O riso durou pouco devido ao olhar assassino emitido por Harry e Rony. – Desculpem... Só uma brincadeira.


 


- Gatinha, você realmente acreditou no Malfoy? Depois de anos e anos de xingamento ele do nada aparece e desculpa-se!?


 


- Sei lá... Estou desconfiada por tratar-se de Malfoy, mas ele realmente pareceu bem arrependido.


 


- Mione...


 


- Sim, Harry?


 


- Apenas tome cuidado, ok?


 


- Claro,...


 


- Onde vocês foram, Mione? – Gina perguntou.


 


- No Bruxanos.


 


- Jura? Dizem que é maravilhoso! - A ruiva admirou-se.


 


- Ele... Ele te levou a este restaurante?


 


- Sim, Rony. Malfoy pode ter mudado em algumas coisas, mas ainda gosta de ostentar.


 


O jantar continuou e o assunto mudou. Claro que começaram a falar de quadribol e combinaram um jogo para um final de semana nos terrenos da Toca. Hermione confirmou que assistiria e torceria pelos amigos. Eles juntariam alguns conhecidos do Ministério e do Hospital. Já que não ela curtia jogar chamaria uma colega sua, Maggie, para fazer companhia na torcida.


 


****************************************************************


 


Duas semanas passaram.


 


Hermione e Simas encontraram-se mais algumas vezes. Ela gostava dele, mas no momento não sabia se queria namorar.


 


Draco havia contado sobre a Granger o que rendeu boas risadas de Blaise. Os dois antigos inimigos não se encontraram nestas duas semanas, mas trocaram algumas corujas. Draco estava juntando coragem para convidá-la para um jantar quando a conhecida coruja de Granger entrou na sala.


 


Malfoy,


 


Você precisa ir até o Ministério. É sobre o processo de Krum. Precisam do seu depoimento. Você poderá testemunhar a meu favor?


 


Agradeço desde já,


H. Granger.


 


Claro que poderia testemunhar.


- Ela não é tão metida quanto parece... – Draco pensou alto.


 


Respondeu dizendo que ia e marcaram um horário.


 


Harry e Rony apesar de não serem os responsáveis acompanhavam tudo de perto. Eles já aguardavam a amiga e não sabiam a reação dela ao saber das últimas notícias. Estavam em uma sala junto com os aurores e advogados do caso.


 


****************************************************************


 


- Obrigada por vir, Malfoy. Vamos, eles já devem estar nos esperando.


 


Ele apenas assentiu incomodado por ainda trataram-se pelo sobrenome. Caminharam juntos.


 


- Nervosa?


 


- Sim... Precisarei voltar à Bulgária. O julgamento ocorrerá lá.


 


Entraram na sala e todos voltaram seus olhares para os dois. Malfoy cumprimentou todos de maneira formal e ficou sem entender por que ficou incomodado com a proximidade de Hermione com seus amigos. Especialmente com o ex-namorado. Eles conversavam aos sussurros e o leve selinho trocado não passou despercebido pelo loiro que bufou inaudivelmente.


 


- Então, senhorita. Harry nos avisou do seu tempo e entendemos perfeitamente. Porém, surgiu um problema.


 


- Qual?


 


- O Ministério búlgaro encontrou algumas brechas e está tentando anular o julgamento de Krum.


 


- Anular? Como assim anular? – Desta vez, Malfoy tomou a dianteira na pergunta.


 


- Bom, o advogado argumentou que foi consensual.


 


Hermione não tinha mais reação. Draco levantou-se com fúria e apoiando as duas mãos na mesa disse:


 


- E meu testemunho não vale? O que eu vi não foi nada consensual ou romântico, meu caro.


 


- Este é outro ponto...


 


- Não entendi. – Disse Hermione em um sussurro. – Krum viu os dois conversando animadamente antes do ocorrido e argumenta que... Que vocês armaram isso, apenas para desmoralizá-lo.


 


Hermione ouviu um xingamento. Era a voz de Harry. Rony apenas olhava para baixo.


 


- Não há nada que possamos fazer?


 


- Claro, senhorita. Temos algumas outras cartas escondidas. Temos suas memórias do acontecido. Também diremos sobre Malfoy. Nunca poderiam armar alguma coisa já que eram inimigos declarados na época da escola. E o fato de não se falaram mais desde o incidente apenas ajudará no fato.


 


A sala ficou com um clima mais pesado. O advogado, senhor Burke, não entendia onde havia errado. O silêncio foi quebrado pela voz tristonha de Rony.


 


- Eles se comunicam há duas semanas.


 


Se alguém achava que o clima não poderia pesar mais, enganou-se. Um silêncio torturante tomou a sala.


 


- Faremos o que estiver ao nosso alcance. A boa notícia é que até agora a defesa não conseguiu realmente cancelar nada.


 


Concordando apenas gestualmente os quatro saíram da sala. Caminhavam em silêncio. Draco um pouco mais afastado do trio. De repente, Hermione parou.


 


- Vocês dois já sabiam, né?


 


- Soubemos pouco antes de você, Gatinha. - Gatinha? Que história é essa de Gatinha?, pensou Draco.


 


- Não tínhamos como te avisar, Mione. Por favor, não brigue conosco.


 


- Não vou brigar, não. Estou apenas decepcionada... Tudo parecia correr tão bem até... – Não pôde continuar, foi interrompida por Rony.


 


- Até esse Comensal aparecer.


 


- Não ouse falar sobre aquilo que desconhece, Weasley. Ou seja, melhor ficar bem quietinho, pois o seu conhecimento de mundo consegue ser menor que seu cérebro.


 


Harry com reflexos de apanhador rapidamente interveio segurando o amigo.


 


- O que você está querendo dizer, Ron?


 


- Malfoy deve estar ganhando algum dinheiro por fora para aproximar-se desta forma de Hermione. Não acha nem um pouco estranho, Harry? – o moreno começou a pensar e até que as ideias de Ron faziam algum sentido.


 


- Não, não! – Interveio Hermione - Estão loucos é? Que ideia mais maluca é essa?


 


- Não ligue, Granger. Apenas inveja. Como se eu precisasse de dinheiro de jogador.


 


A garota não estava mais aguentando. Os insultos eram de ambos os lados. A cabeça começou a girar. Lembrou que, pelo nervosismo, deixara de comer. Ouvia vozes, mas não sabia mais distinguir as falas.


 


Rony e Draco ainda trocavam insultos e Harry, que também entrara na briga, não sabia por que ainda impedia Ron de dar um soco na cara do loiro. A varinha de Draco já estava erguida quando foram interrompidos por um fio de voz:


 


- Acho que – E antes que pudesse terminar, Hermione desmaiou. Harry precisava soltar Rony e este precisava livrar-se dos braços do amigo. Draco estava livre e conseguiu rapidamente amparar a queda da morena.


 


- Solte-a, Malfoy.


 


- Vai sonhando, Weasley.


 


Antes que os amigos conseguissem dizer mais alguma coisa, ele aparatou levando Hermione em seus braços.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Elisa Carvalho em 17/07/2011

Sua a fic é muito linda e me fez ficar apaixonada por esta shipper D/Hr!!

Vc escreve muito bem!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.