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4. O Plano II


Fic: Algema da Paixão JL CAP.4 ON HIATUS... motivos pessoais e por tempo indeterminado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Narrado pelo James


 


- Vocês estão malucos não é? – Jhessi falou depois de contarmos rapidamente o plano – acham mesmo que eu vou invadir a sala do meu tio pra roubar as chaves do colégio? – eu e Lily suspiramos derrotados, talvez Jéssica não fosse tão irresponsável quanto pensamos – Eu não posso fazer isso sozinha, preciso de alguém vigiando e, pelo menos, mais uma pessoa pra me ajudar a procurar.


 


Joly ergueu a mão no mesmo segundo.


 


- Eu vigio.


-Ok então o James vai comigo.


- Ei, porque eu?


- Porque você é o presidente do grêmio e se formos pego é só dizer que precisamos conversar sobre a festa.


 - Tudo bem – bufei conformado.


- Vocês já pensaram no que pode acontecer se colocarem “casais” – Remo falou fazendo aspas – como a Marlene e o Sirius trancados numa sala?


- Vocês acham que eles podem se matar – Juliana questionou colocando aqueles pontos de interrogação de desenho animado em cima das nossas cabeças.


- Nós podemos vigiar da sala de segurança – Jhessi sugeriu.


- Que sala de segurança – eu, Lily, Remo e Joly perguntamos em uníssono.


- Ué gente, vai dizer que nunca repararam nas câmeras das salas de aula?!


- Já, mas eu não achei que funcionassem de verdade – falou Lily.


- Então é por isso que sempre me pegam colando – refleti um pouco alto e os outros reviraram os olhos.


- E como faz pra entrar lá? – perguntou Lily.


- Eu não sei qual é a chave, mas podemos usar a chave mestra.


 


Parecia que as coisas estavam indo muito bem, o próximo passo era roubar as chaves, mas antes de chegarmos ao assunto uma Joanne vermelha como um pimentão e sem fôlego entrou na biblioteca.


 


- Gente... Lene... – ela começou a respirar mais rápido tentando falar – a Lene... – Joanne colocou a mão na testa, fechou os olhos e escorregou pela parede até o chão – Sirius... – colocou as mãos e os braços na frente do corpo como se segurasse um bebê, depois apontou pro teto – Lá... em cima


-AI MEU DEUS – Juli gritou e começou a falar muito rápido – eusabiaqueissoiaacontecerdesdeaprimeiravezquevieles – todos a olharam – O SIRIUS MATOU A MARLENE E AGORA TA TENTANDO ESCONDER O CORPO.


 


Houve um silêncio daqueles de filme de terror quando as vítimas chegam a um lugar sem saída e ficam esperando o assassino aparecer a qualquer momento. Foi quando aconteceu... O.O Não, não apareceu nenhum assassino, a Lily começou a chorar, chorava tanto que até começou a soluçar. Nessa hora a Ceci chegou meio arfante (o que essas meninas andam fazendo que chegam todas cansadas aqui?)


 


- Gente a Nick – ela parou de falar e olhou pra Lily – o que aconteceu?


- O Sirius matou a Lene – Juliana respondeu.


- A m-minha amiga n-nããão.


- Sério – Ceci sentou ao lado de Lily e colocou a mão no ombro dela – Calma Lily, pensa pelo lado positivo. Pelo menos ela foi morta e está sendo enterrada pelo Sirius que, além de nosso amigo, é um assassino bem gostoso. Já pensou se fosse um assassino barrigudo, sem dente e com cicatrizes tipo o Freddy Krueger? Seria desonroso.


 


Por uns segundo Lily parou pra pensar no que Cecília disse e, quando caiu a ficha, seu choro voltou pior que antes.


 


- AAAAAAAAH. Eu confi-fiei no Sirius. I-Isso não v-vai ficar assim. E-eu quero vingança. MORTE A SIRIUS BLACK.


- Meu Deus ta todo mundo pirado aqui? – Cara essa Joanne ta tentando me matar ou o que? Eu tava no outro canto da mesa, bem longe e de frente pra ela e, de repente, ela aparece do meu lado. Essa garota é algum tipo de bruxa? =S (N/B: Será? O.O”) – Que negócio é esse de Sirius matou a Marlene? – sua respiração e seu rosto tinham voltado ao normal – e posso saber onde isso – falou apontando pro teto como tinha feito antes – se encaixa na sua teoria? – ela perguntou para Juli.


- Ué, achei que era: foi pro céu – falou apontando pro teto como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.


- E-espera – Lily falou chorosa – Quer dizer que a Lene não m-morreu?


- É claro que não. O que eu tava tentando dizer é que a Lene desmaiou e o Sirius levou ela pra enfermaria que, por acaso, fica aqui em cima da biblioteca.


- Aaaah – exclamamos.


- Aaaah – Joanne nos imitou debochada – vocês tem uns parafusos a menos.


- Olha quem fala, a Srta. Coruja – Joly a provocou.


- Escuta aqui garota...


- AAAAAAAAAAAA – era a Juli gritando do meu lado, ou melhor, NO MEU OUVIDO.


- TA MALUCA GAROTA? QUASE ME DEIXOU SURDO PORRA – “falei” irritado.


- MALUCA EU COU FICAR SE ESSE POVO NÃO COMEÇAR A AGIR COMO GENTE NORMAL.


- QUE DROGA – Lily levantou batendo na mesa – SERÁ QUE DÁ PRA GENTE PARAR DE BABAQUICE E IR VER COMO A LENE TA?


- CONCORDO COM A LILY – Jhessi se manifestou – VAMOS LOGO PRA ENFERMARIA.


 


De repente todo mundo se calou e ficamos olhando de um pra outro. Foi quando eu percebi, pelos olhos de cada um, que a mesma dúvida que me tirava o sossego estava rodando naqueles enormes cabeções também, mas como eu era o único macho no lugar #Ei, eu também estava lá# Epa, foi mal aluado. Reformulando a frase: mas como eu era o único macho indiscreto no lugar #Assim é melhor# coloquei tudo pra fora, a dúvida quero dizer:


 


- Jhessi, por que você ta gritando? – perguntei intrigado.


- Ah, sei lá. Vocês que começaram, eu não queria ficar de fora.


- Sabe – falou Remo pensativo – às vezes me pergunto se isso aqui é realmente um colégio ou um hospício disfarçado.


 


Depois dessa achamos melhor sair em silêncio. Subimos pra enfermaria e quando eu abri a porta quase fui atingido por uma jarra que se espatifou na parede.


 


- VOLTA AQUI SEU CACHORRO. VOCÊ ME PAGA – a Lene gritava correndo atrás dos Sirius jogando nele o que encontrasse pela frente.


- VOCÊ É UMA INGRATA SABIA – Sirius falou tentando se proteger com um travesseiro – EU DEVIA TER TE DEIXADO DESMAIADA LÁ EM BAIXO.


Nessa hora Marlene desistiu de jogar objetos e voou pra cima dele a base de tapas.


- VOCÊ É UM IDIOTA. TENTOU ME BEIJAR ENQUANTO EU ESTAVA INCONSCIENTE.


- É, parece que sua amiga ta bem vivinha Lily – falei sem tirar os olhos do ringue, mas a luta não durou muito tempo, logo a enfermeira chegou dando bronca em todo mundo e fazendo a Lene voltar pra cama.


- Vê se pode. Pleno sábado e eu trabalhando feito uma mula velha – ela saiu resmungando.


 


Até que, olhando bem, ela parece mesmo uma mula velha.


 


- Lene o que aconteceu? – Lily perguntou sentando ao lado da Lene na cama.


- Ela desmaiou por causa de uma barata – Sirius respondeu.


- Dá licença – Marlene falou indignada – A Lily perguntou pra mim, ninguém te chamou na conversa.


- E eu também não estava lá garota? Não sei o que aconteceu?


- Não interessa. Ela falou Lene, apelido de Mar-le-ne, ou seja, eu.


- Ok, ok, ok – falou Joly – A Lene viu uma barata e desmaiou, Sirius a trouxe pra enfermaria. Essa parte a gente já entendeu. Mas será que vocês podem explicar como começou a briga? Por que essa parte ta meio estranha.


Sirius e Marlene começaram a falar ao mesmo tempo, ficava palavra em cima de palavra, ninguém tava entendendo nada. Ficou mais ou menos assim:


 


Me beijar ela é cachorro e sem-vergonha maluca isso sim eu tava inconsciente ela me ama e não admite um egocêntrico foi alucinação dessa abusou de mim cansei de ser legal é um urubu pirada você é um sua louca olha aqui idiota quer saber garota


 


O olhar da Juli corria de um pra outro, parecia bem perdida. Quando percebi ela encher os pulmões fui mais rápido e tapei sua boca a impedindo de gritar. No fim Lene e Sirius entraram em um “acordo” e terminaram a discussão em uma única frase:


 


- EU ODEIO VOCÊ!


 


Sirius saiu batendo a porta enquanto Lene olhava para onde ele tinha ido tentando segurar o choro, vi uma lágrima escapar e logo depois ela se enfiou debaixo do cobertor resmungando.


 


- Eu to me sentindo meio tonta. Acho que preciso dormir um pouco.


- Lene não quer que eu fique com você? – perguntou Lily.


- Não Lils, você ainda tem muita coisa pra resolver.


- Ela tem razão ruiva – falei lhe lançando um olhar maroto – é melhor a gente terminar “aquelas” preparações.


 


Lily sorriu também marota entendendo minha idéia.


Saímos da enfermaria e, ao fechar a porta sussurrei:


 


- É hora de entrar em ação.


- Isso vai dar merda, isso vai dar merda – falou Remo.


 


Assim que descemos a escada encontramos Raísa com um olhar de decepção.


 


- Gente eu andei por quase todo o colégio e não encontrei o Tom Kaulitz. Vocês viram ele por aí?


- Hum não – respondeu Lily – mas eu vi o Georg entrando no banheiro.


- Sério? *-*


- Não Raísa. Isso se chama sarcasmo.


- Ai Droga – falou Ceci – Cara esqueci, a Nick se trancou no banheiro chorando e não quer mais sair, eu não sei mais o que falo pra convencer ela.


- Eu sei como tirar ela de lá – falei com meu olhar psico e esfregando as mãos.


- Potter você não está pensando em entrar no banheiro feminino, está? – Lily perguntou com uma cara assassina.


- Qual é? Não tem ninguém aqui hoje.


- Aff, tudo bem, mas só dessa vez.


 


Fomos para o banheiro do segundo andar, Cecília indicou o Box, fui até lá e bati na porta falando:


 


-Nick aqui é o James.


- Grande coisa – Uau, essa bateu lá no fundo.


- Nick a gente vai invadir a sala do diretor pra roubar as chaves do colégio e trancar a galera nas salas no dia dos namorados.


No mesmo instante a porta se abriu e Dominick apareceu com os olhos vermelhos e inchados, mas um sorriso de orelha a orelha.


- Deixa eu ir junto? Deixa? Deixa?


- Claro, quanto mais, melhor – falei me sentindo cada vez mais animado.


 


Explicamos toda a história pras meninas que não estavam na biblioteca. No caminho fomos diminuindo o grupo, uns ficavam nas entradas e outros no caminho que levava a diretoria para distrair o diretor pra nós três fugirmos (isso aí, a Lily quis ir também, afinal, ela não consegue ficar longe de mim). Chegamos em frente a sala que estava trancada e eu comecei a dar as coordenadas para a invadirmos.


 


- Então a Jhessi vai precisar encontrar uma corda de escalada, eu e Lily vamos para a torre de astronomia e procuramos o melhor local para descer perto da janela daqui, pode ser muito perigoso então eu desço sozinho e abro a porta pra vocês. Antes temos que procurar um lugar bem firme pra amarrar a corda.


 


Parei pra pensar no que mais faltava e percebi a Lily e Jhessi me olhando de forma estranha.


 


- Ou então – Jéssica falou indo até uma planta enorme do lado da porta e pegando alguma coisa no vaso – nós pegamos a chave aqui e abrimos a porta ¬¬’


- Fala sério Potter – Lily me censurou.


- Que foi? Eu só queria um pouco de emoção.


 


Entramos na sala revirando tudo, abrindo as gavetas, armários, olhando em baixo dos tapetes. O lugar era bem maior do que eu lembrava, apesar de ter vindo aqui milhares de vezes estava mais preocupado em quando o diretor ia parar de me dar sermão e me deixar cumprir minhas detenções em paz na sala de algum professor. Vi que a Lily estava tendo um pouco de dificuldade com uma gaveta perto da porta e fui me oferecer para ajudar.


 


- Quer que eu abra?


- Abra e aproveita pra procurar também – ela falou subindo uma escada e desaparecendo no segundo andar.


- Ei – Jhessi falou se aproximando de mim – o que há entre vocês?


- Nada – respondi mal humorado – esse é o problema.


Ela me olhou pensativa, colocou a mão no bolso da blusa e me entregou um cartão.


- Trago seu amor em dez dias?! – li franzindo a testa – olha Jhessi não é por mal não, mas eu quero a Lily por vontade dela e não com macumba nem nada assim. Tudo bem que você quis ajudar, mas eu não concordo com essas coisas.


- Ta falando do que seu maluco? Eles só vão te ajudar a conquistar a Lily, não é macumba coisa nenhuma.


- Aaaah como uma agência de namoro?!


- Éééé seu jumento.


 


Pensei no assunto por um instante e decidi arriscar, afinal, o que eu tinha a perder?


Guardei o cartão no bolso e voltei a tentar abrir a gaveta. Assim que consegui abrir encontrei um bolo de chaves com vários números que deviam ser das salas. Junto estava também a chave mestra.


 


- Corre o diretor ta chegando – falou Joly irrompendo pela porta quase matando eu e Jhessi de susto.


 


Nós três saímos correndo da sala trancando a porta rapidamente e escondendo a chave de volta na planta. Escondemos-nos num corredor ali perto. Não demorou muito pro diretor aparecer nas escadas e entrar na sala sem, aparentemente, perceber nada de diferente.


 


- Ufa, essa foi por pouco – Jhessi falou encostando-se à parede.


- Você tinha razão Lils, as chaves estavam naquela gaveta – falei arfando.


Olhei para o lado e vi apenas a Joly e a Jhessi.


- Droga.


- A Lílian – falamos em uníssono.


- E agora? – Joly perguntou olhando para a porta fechada do diretor.


 


Jhessi pegou o celular e começou a discar alguns números.


 


- Cecília, problemas. Esquecemos a Lily na sala, vocês tem que tirar meu tio de lá... ok... vamos ficar esperando...


 


Ela desligou o celular sem nos explicar nada e foi até a janela, nós a seguimos olhando para o pátio em que, alguns minutos depois, apareceram Juli, Joanne, Ceci, Nick, Raísa e Remo com uma pilha de papéis que jogou dentro de uma lixeira enorme, Nick pegou uma garrafa na no bolso e pelos movimentos das mãos percebi que ele estava acendendo um fósforo que jogou junto das outras coisas, logo um fogo se acendeu na lata e Ceci, Nick e Remo saíram correndo enquanto as meninas começaram a gritar.


Jhessi começou a sorrir psicoticamente.


Escondemos-nos na hora em que os três apareceram gritando nas escadas rumo a sala do diretor.


 


 


Narrado pela Lily


 


E lá estava eu toda feliz e saltitante procurando pela chave, quer dizer, nem tão feliz e nada saltitante só pelo fato de estar tendo que respirar o mesmo ar que aquele imbecil do James, eu tentei me manter o mais longe possível dele enquanto estávamos naquela sala juntos, mas ele tem que estragar tudo tentando ser eficiente e se aproximar tanto de mim com aqueles olhos castanhos esverdeados tão perfeitos e aquele cheiro que chega a ser irritante de tão bom e... meu Deus o que está acontecendo comigo? Eu só posso estar maluca, me prendam em uma camisa de força, por favor. É melhor voltar pra história. Eu estava no segundo andar procurando pelas chaves quando ouvi a Joly entrar.


 


- Corre o diretor ta chegando.


 


Fechei a gaveta da escrivaninha e corri, ou pelo menos tentei já que minha calça ficou presa em um prego da maldita. Puxei a perna com tudo e acabei rasgando a barra.


 


- Merda.


 


Quando resolvi deixar pra lá e fugir ouvi a porta sendo fechada.


 


- Ei, eu ainda to aqui.


 


Já era tarde. Antes mesmo de pensar no que fazer a porta se abriu de novo e meu coração disparou ao ver o diretor entrar. Agora sim minha vida estava acabada. Fiquei encostada na parede do outro lado pra que ele não me visse. “O que mais falta acontecer?”. Porque fui me perguntar isso?! Tudo sempre pode piorar não é mesmo. Ouvi o Sr. Rudolf subir as escadas. Tentei até parar de respirar, mas não deu muito certo, tudo que podia acontecer é eu morrer mais rápido, mas talvez fosse melhor do que morrer pelas mãos dos meus pais quando eles soubessem que fui pega assaltando a sala do diretor.


 


- SOCORRO. SR.RUDOLF O COLÉGIO TA PEGANDO FOGO – ouvi Ceci aos berros lá em baixo.


- LÁ NO PÁTIO DIRETOR SALVA A GENTE VAI TODO MUNDO MORRER – agora era a Nick.


- Fogo onde?? – ouvi o diretor descendo em direção a porta.


 


Os gritos foram sumindo aos poucos até eu me tocar.


 


- O COLÉGIO TA PEGANDO FOGO.


 


Saí correndo dali e quando cheguei ao último degrau dei de cara com a Jhessi, o James e a Joly.


 


- Corre Lily – Joly falou – as meninas estão distraindo o diretor.


- Então o colégio não ta pegando fogo?


- Não foi só um plano das meninas pra gente te tirar daqui.


- Eu não acredito que vocês me esqueceram aqui – falei enquanto corríamos pra fora da sala.


- Foi mal, a gente ficou desesperado – James tentou se explicar.


- As desculpas vêm depois, vamos procurar outro caminho pra descer sem sermos pegos.


 


Andamos por um bom tempo sem falar nada no terceiro andar encontramos o resto do pessoal que pareciam estar nos procurando também.


 


- E aí? – perguntou Raísa – Conseguiram?


- Preparem-se para a encrenca porque somos os donos da festa – começou Jhessi no que James se animou.


- Encrenca em dobro porque a gente não presta.


- Jhessi.


- James.


- Lily – falei pulando na frente dos dois com a mão erguida – EQUIPE POCKET DETONANDO.


- Equipe Pocket – todos perguntaram me olhando.


- Ah, eu gosto da Polly.


 


N/A: Uhuul coros de Aleluia ecoam em meus ouvidos. Hauhauhauahau genteeee esses estudos estão me matando, principalmente essas duas últimas semanas que tive provas e trabalhos pra entregar, mas sempre que eu consigo um tempinho pego um papel qualquer e escrevo um pouco, o problema é que essa não é a única fic que eu tenho em andamento. Bom, mas o que importa é que finalmente o capitulo chegou e acho que agora eu vou escrever Scarlet ou melhor Lelé, como diz a Vick. E depois de muita confusão e um pouco de fogo me despeço até o próximo capitulo. Bjos. Agora me diga Ceci: Como me sai? *-*


 


N/B: ÓBVIO que você se saiu mais do que bem! Tá perfeito o capítulo!!! AMEIII! Asasuhashusahu ri muuuito em algumas partes!! Está ótimo! Eles só arrumam confusão! A parte da briga entre Sirius e Lene foi de tirar o fôlego PORQUE EU SEI QUE ELES SE AMAM! Ushahuashusahuhasu Beijooooos, Ciça ;****

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