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10. Novos olhares, novas ideias, v


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 10


Novos olhares, novas ideias, velhos amores


 


- Sabia que entraria em contato comigo!


 


- Você não acha este lugar público demais para a conversa que teremos? – Vítor perguntou enquanto acenava para alguns admiradores que o cumprimentavam das outras mesas. Já era conhecido de todos que o jogador detestava ser interrompido durante suas refeições.


 


- Vítor... Você é muito ingênuo! Aqui ficamos livres de olhares suspeitos... Apenas verão o famoso jogador almoçando com uma linda moça.


 


- Certo. Façamos os pedidos ao garçom agora. Odeio interrupções.


 


- Claro. Como você quiser. – Natasha disse dando uma rápida piscada e tocando na mão de Vítor.


 


****************************************************************


 


Hermione aguardava ansiosa do lado de fora. A porta ainda fechada revelava vozes sem palavras. Palavras sem dono. A carta já levemente molhada pelo suor. O fornecimento de poções só pode ser realizado por ele. Sim, Malfoy ia muito bem naquelas aulas e Snape o havia salvado assinando assim a sua morte e a chance de vida ao jovem. No entanto este lutou até o sétimo ano ao lado dos comensais. Lembro-me, porém, que ao serem presos o ex-colega não confirmou quem eles eram. Por que agora recebe a proteção do Ministério?


 


Seus devaneios foram interrompidos pelo barulho da porta abrindo. Um bruxo que Hermione não conhecia passou por ela dando um pequeno sorriso galanteador que se dissolveu ao ver que não foi correspondido.


 


- Senhorita Granger. Um prazer a sua visita! Não nos vimos há muito tempo!


 


- Obrigada, senhor Jonhson. Tudo bem com o senhor? – Ambos sentaram-se.


 


- Tudo, minha cara. Quanto ao seu probleminha,...


 


- Não vim aqui falar sobre isso. Harry já me deixou a par.


 


- Certo. Saiba que colocamos os nossos melhores aurores para este serviço.


 


- Obrigada, ministro.


 


- Então... A que devo esta inesperada visita?


 


Hermione estendeu a mão entregando a carta ao ministro. Ela notou como seus olhos a fitavam enquanto lia e relia a carta. Sua mão também estremeceu.


 


- Quero saber, sr. Johnson, onde posso encontrar o Malfoy.


 


- M-Malfoy?


 


- Sim. Descobri que ele é o responsável pelo preparo das poções.


 


- A sua fama de inteligente realmente me surpreende a cada encontro. Não posso revelar esta informação.


 


- Você sabe do ocorrido e sabe que Malfoy ajudou-me. Preciso tomar a segunda dose da poção.


 


- Ele não mandaria pela coruja? - Droga!, pensou rapidamente Hermione antes de continuar.


 


- Sim. Quero que entenda... Preciso agradecê-lo. Saiba apenas que tem minha palavra: não contarei a ninguém sobre este assunto. Nem mesmo Harry ou Ronald. Também não vou insistir para saber sobre os detalhes deste acordo. – A garota falava de maneira convicta. O ministro pensou em falar, ela foi mais rápida. – Por favor... Ele impediu que eu fosse... – Seus olhos encheram-se de lágrima ao lembrar-se do ocorrido e baixou a cabeça. – Só quero agradecer de forma adequada... Só isso.


 


Johnson tinha um coração mole. Foi nomeado ao cargo que ocupava por esta razão também. Sabia ser um excelente articulador entre os outros Ministérios, intuição certíssima, aberto a novas propostas, um ótimo estrategista na guerra. Ele não conseguia ver alguém sofrer. Sabia que Malfoy o xingaria, porém tinha a vantagem de que quem devia naquela história era o jovem loiro. Pegou um pedaço de pergaminho e escreveu um endereço.


 


- Tome.


 


Hermione estava de cabeça baixa e não havia visto as nuvens que passaram pelos olhos do Ministro enquanto ele decidia. Assustou-se quando o viu estendendo um pequeno pergaminho. Ele repetiu:


 


- Tome. Vá até lá. Só peço que realmente esta conversa fique entre nós.


 


A garota pegou o pergaminho, leu o endereço. Fez um feitiço não-verbal e ali mesmo destruiu onde estava o endereço do seu antigo inimigo.


 


- Muito obrigada! - Estendeu a mão, dizendo – Não sairá daqui o conversado.


 


Selaram o acordo assim que o Ministro pegou na delicada mão de Hermione Granger. Assim que pôde, aparatou.


 


****************************************************************


 


Draco não conseguiu encontrar-se com Blaise. Nenhuma novidade. Não era a primeira vez que isso acontecia. Ficaria em casa mesmo. Escreveria novas hipóteses para poções e separaria a poção da força para Hermione. Para GRANGER.


 


O almoço já havia sido escolhido e dentro de poucos minutos seria servido quando a campainha tocou.


 


- Que droga! Isso é hora de alguém aparecer?


 


****************************************************************


 


Hermione achou a casa. Era linda por fora. Já havia ido àquele bairro quando procurava um lugar para morar. Na época não podia pagar por uma casa naquela localização. Abriu a sacola e verificou o casaco lá. Cheirou. Antes de sair ela lavou e secou a peça de roupa. Perfumou com essência, sua essência preferida: um mistura de maçã com lichia. O perfume ainda estava lá. Tomou coragem e dirigiu-se à entrada. Tomando coragem tocou a campainha.


 


****************************************************************


 


- Senhor, Malfoy. Cody abrir a porta, senhor.


 


- Não. Termine de organizar o almoço, Cody. Vou dispensar logo esta visita totalmente inoportuna. – Bufando, Draco dirigiu-se à porta de entrada e abriu com violência, o rosto demonstrando seu extremo mau humor. Assim que abriu surpreendeu-se:


 


- Olá, Malfoy.


 


- Granger?


 


- Sim.


 


- O que está fazendo aqui? Aliás, como descobriu onde eu moro?


 


- Boa tarde para você também, Malfoy.


 


- Diga logo o que quer.


 


- Apenas devolver seu paletó. E agradecer. – Disse estendendo a mão. Malfoy notou que mesmo vestida com roupas trouxas era linda. – Será que posso tomar um copo de água?


 


- E você acha realmente que eu deixaria uma sangue ruim como você entrar na minha casa? - puxou o pacote das mãos dela. – Cody, venha cá. – Assim que terminou de falar um elfo chegou dizendo:


 


- Sim, senhor. – Notou a moça e adiantou – Quer mais um lugar à mesa, mestre?


 


- Não! Não é qualquer um que pode entrar. Pegue a poção 33. Agora. – Draco evitava olhar para a garota à sua frente.


 


- Ainda com estes pensamentos preconceituosos?


 


- Cale a boca, Granger. – Cody chegou e entregou o frasco à Draco. E saiu logo em seguida. – Está aqui.


 


- Para que isso, Malfoy? Não tem sentido este comportamento.


 


- Vá logo, Granger. Já resolvemos o que havia para ser resolvido.


 


- Obrigada.


 


- Pare de me agradecer. Só fiz o que fiz, pois não sabia que era você.


 


- Está dizendo,... – Lembrar-se do fato era muito doloroso para a garota. Deixar seu orgulho de lado e agradecer um Malfoy exigiu um grande desprendimento.


 


- Sabe muito bem o que estou dizendo! Se soubesse que era você a sujeitinha, não teria perdido meu tempo. Devia mesmo é elogiar Krum por ter coragem de tocar em uma sangue-ruim como você. – Draco não queria dizer nada daquilo. As palavras que saiam não eram suas. Eram ecos do seu pai dentro dele. Conforme dizia aquelas horríveis palavras percebeu como machucava Granger. Não se sentiu feliz por isso. Notou que algumas lágrimas já escorriam pelo rosto dela. Ao ver decepção naqueles belos olhos castanhos, Draco Malfoy sentiu algo novo: arrependimento. Antes, porém, que pudesse desculpar-se ela aparatou.


 


Chegando a sua casa foi ao banheiro e socou o espelho com força.


 


- Sou uma idiota mesmo! – Fez um curativo em si mesma. Ainda com raiva. Aparatou na casa de Harry.


 


- Oi!


 


- Oi, Mione. Está tudo bem?


 


- Vamos sair hoje?


 


- Sair?


 


- Sim, uma balada... Pode ser bruxa ou trouxa... Tanto faz...


 


- Vou enviar uma coruja para Neville, Dino e Simas!


 


- Endoideceu? – ele perguntou assustado pela iniciativa da amiga.


 


- Não! Aquele dia nós mal pudemos conversar...


 


Harry andava atrás de Hermione enquanto ela se dirigia à gaiola da coruja. Ela também era branca.


 


- Mione,... Você geralmente é tão certinha, organizada... É estranho ver você assim... – Harry disse ainda estranhando tudo aquilo.


 


- Eu sei!


 


- E amanhã você trabalha!


 


- Só tomar uma poção que tem lá e estarei como nova! – Enquanto falava escrevia um bilhete aos antigos colegas de casa. - Vá avisar Gina e Rony!


 


Restou apenas para Harry aparatar e obedecer à amiga. Levava com ele um sorriso no rosto.


 


Hermione aparatou em Hogsmead e escolheu um lugar calmo para almoçar. Queria ocupar sua cabeça com várias coisas e tentar esquecer as palavras ditas


por Malfoy.


 


****************************************************************


 


Sentou-se para almoçar e já havia perdido o apetite.


 


- Idiota! Draco Malfoy você é um completo idiota. – Comeu mais por obrigação. Dirigiu-se ao hall de entrada onde estava a sacola com sua roupa. Encaminhou-se até o sofá e deitou nele. Tirou a peça de dentro e um cheiro inebriante invadiu o lugar. Aproximou a peça da roupa e cheirou aquele perfume. De olhos fechados, pensou: Sou um idiota. Esse cheiro... E adormeceu embriagado por aquele cheiro pensando em quão burro ele foi minutos antes.


 


****************************************************************


 


A noite todos os grifinórios se encontraram em uma balada bruxa. Apesar do inesperado convite, Simas e Dino resolveram aparecer. Da última vez, pouco conseguiram se divertir. Simas estava interessadíssimo em Hermione. Viram-se apenas de relance e mal conseguiram conversar direito. Havia achado a morena totalmente diferente dos tempos de Hogwarts.


 


- E aí, Dino? – conversavam antes de todos chegarem. – Acha que tenho alguma chance com a Hermione?


 


- Sei lá... Realmente ela está uma gata, né?


 


- Nem me fale... E aquele corpo? Vou tentar alguma coisa...


 


- Só cuidado com Ron... Eles não estão mais juntos, mas sei que ele morre de ciúmes da ex-namorada.


 


- Converso com ele. – Antes de continuar a falar parou e olhou boquiaberto em uma determinada direção. Vendo a expressão abobada do amigo seguiu seu olhar e entendeu o porquê da “babação”.


 


Gina era uma garota bonita, com um charme particular, mas desde a época de Hogwarts ela é notada. Talvez isso faça diferença em relação à Hermione. Ela mal parece perceber os olhares que a seguem. Possui uma aura de inocência e malícia. A garota vinha conversando com Gina, seguida por Harry e Ron. Um pouco mais atrás Neville chegava, só que ficou parado na porta.


 


Hermione vestia uma saia verde escuro um pouco acima do joelho, uma blusa preta com um decote em V e, para completar o visual, uma bota preta de canos longos. Os cabelos estavam soltos, exceto na lateral onde a garota prendeu uma mexa de cada lado.


 


- Oi, Simas! Oi, Dino! – A garota chegou cumprimentando e levou alguns segundos até que Simas recobrasse os sentidos. Rony havia parado no caminho para pedir algumas bebidas.


 


Feito todos os cumprimentos sentaram e começaram a conversar. Cerveja vai, cerveja vem Simas não conseguia mais disfarçar sua atração pela garota. Este detalhe não passou despercebido por Ron que chamou Simas para acompanhá-lo até o bar:


 


- Na boa, cara, está a fim de Hermione?


 


- Ah, Ron. Desculpe... Sei que namoraram, mas estou a fim dela sim.


 


- Certo. Você é um cara bacana. Só quero te pedir uma coisa. Sou ciumento mesmo em relação a ela. Nem tenho direito nenhum em conversar com você ou aprovar ou desaprovar qualquer relacionamento dela. Só peço uma coisa: não a faça sofrer.


 


- Rony, nunca faria isso. Sei que não sou amigo dela como você e Harry foram à época da Escola, mas também a conheço desde os 11 anos e nunca faria nada que a machucasse. Estou encantado com ela... Hermione tornou-se uma mulher maravilhosa... De qualquer forma, obrigado pela conversa. Mesmo sabendo que vocês não têm mais nada além de amizade, nunca faria algo que te incomodasse.


 


Eles deram um abraço e voltaram à mesa. Simas poderia dar continuidade à sua paquera de modo mais declarado.


 


- Então, Simas! Conte-me tudo sobre a França! Sou louca para conhecer!


 


- Podemos combinar de irmos juntos. – Hermione já havia notado os olhares. Muito perspicaz notou a saída de Ron com ele. Rony ficou por lá paquerando uma bruxa loira. Sorriu e voltou seu olhar para o rapaz à sua frente.


 


- Seria ótimo! – E deu seu sorriso dando continuidade à paquera. Simas pegou na mão dela com a desculpa de selar um acordo.


 


- Combinado! Quer dançar?


 


- Claro! – Harry e Gina já estavam por lá.


 


Simas ainda segurava a mão da garota e a conduzia para a pista. Podia notar os olhares discretos e pensava a sorte que tinha! Ficaram próximos ao outro casal e começaram a dançar. Simas aproveitou este momento para olhar mais demoradamente para as curvas de sua ex-colega de casa.


 


As pernas eram lindas. Sem comentários. E aqueles peitos estavam deixando Simas louco. Notava as pequenas gotas de suor que escorriam por ali. Aproximou-se e disse:


 


- Você é maravilhosa, Mione.


 


- Ah, obrigada. – Ela corou levemente, mas ele não percebeu.


 


- Não sente mais nada mesmo pelo Rony?


 


- Claro que não! – Eles olhavam-se nos olhos. – Que pergunta foi essa?


 


- Sei lá... Só para tirar minhas dúvidas.


 


- Dúvidas esclarecidas? – Hermione disse dando uma piscadela.


 


- Ainda tenho algumas... – ele disse olhando para os lábios da garota e depois voltando a encarar os olhos da garota.


 


- É? Quais? – Ela entrou no jogo e começou a lançar seu charme, falando aos sussurros no ouvido de Simas. Harry e Gina divertiam-se com a situação.


 


Simas segurou a morena pelo queixo e aproximou-se lentamente da boca dela. Apesar de usar salto ele ainda era mais alto e por isso levantou um pouco a cabeça de Hermione. Ela deixou-se levar e parou a milímetros de Simas.


 


- Então... Não me respondeu... Quais dúvidas? – Disse sensualmente roçando levemente seus lábios nos de Simas. O irlandês, não mais se segurando, beijou Hermione com muito desejo. Ela correspondeu ao beijo enquanto pensava que o rapaz beijava muito bem.


 


- Pronto, Mione. Por enquanto não tenho mais dúvidas.


 


Todos dançaram mais um pouco e voltaram a sentar e conversar. Assim que Neville e Luna foram embora os outros também foram.


 


- Eu te levo em casa, Hermione.


 


- Imagina, Simas. Posso ir sozinha.


 


- E aí, Simas? Vamos? – perguntou Dino.


 


- Não, cara, vou acompanhar a Hermione.


 


Rony sentiu que Hermione estava em boas mãos e aparatou com uma bruxa loira.


 


- Simas,...


 


- Nem continue. Não vou deixar você sozinha. – Simas falou passando o dedo carinhosamente no rosto de Hermione. Ela achou o gesto super fofo e aceitou a companhia do colega.


 


Assim que chegaram, Simas puxou Hermione para mais um beijo.


 


- Sabe, Mione,... – Dizia entre os beijos – Você é uma delícia...


 


- E você não é se de jogar fora. – Ela respondeu brincando. Olhou nos olhos dele e continuou: - Quer entrar?


 


- Não me provoque, garota.


 


Hermione abriu a porta com um feitiço e puxou Simas para dentro. Nunca agiu assim, por impulso, mas estava gostando dos beijos. O jeito que ele a tocava era uma delícia.


 


- Hermione Granger... Tem certeza?


 


- Pare de falar, Simas.


 


Ele sorriu ao comentário da garota enquanto a seguia. Chegando ao quarto, ele desistiu de tentar se controlar. Sua mão percorria todo o corpo de Hermione. Ela começou a desabotoar a camisa de Simas e beijava todo seu corpo. Afastou para admirá-lo.


 


- Você não é mais aquele menino magrelo! – Disse recomeçando a beijar todo o corpo de Simas. A sua língua percorria o peitoral e às vezes se detinha nos mamilos do rapaz.


 


- Hermione... – Ele tomou o rosto da garota em suas mãos e a beijou. A cama estava perto e começou a caminhar com ela naquela direção. Ela sentou e ele tirou as botas dela. Começou a beijar a perna da garota. A língua dele ia contornando o corpo delicado. Estava adorando o gosto dela. Ela ajeitou-se na cama e ele subiu também retirando o sapato e as meias. Deitou ao lado dela e novamente foi de encontro aos lábios da garota.


 


- Você tem certeza, Mi?


 


Ela virou o corpo dele sentando por cima. Já podia sentir a excitação do amigo. Hermione tirou o cinto e começou a abrir a calça. Logo abaixou o zíper. Sua mão começou a acariciar a barriga de Simas e descia a cada toque. Ele fechou os olhos e se entregou ao toque. Em seguida, retirou a blusa dela. Estava sem sutiã.


 


- Que delícia, Mione. – Suas mãos foram de encontro ao colo nu da garota e começou a tocar os mamilos. De repente interrompeu tudo. Ele olhou assustado, mas ela apenas saiu de cima para retirar a calça e a cueca dele. Ainda estava de saia e assim que a tirou ele viu a pequena lingerie preta. Ela ia tirar quando ele a interrompeu:


 


- Ainda não...


 


- Safado... – Ela deitou em cima dele novamente e retomou os beijos. Começou pela boca, pescoço, peito, barriga. A cada toque e lambida ela ouvia os gemidos de Simas pedindo para não parar. Suas mãos alcançaram o já duro pinto e começou a chupá-lo. Ele não segurou o grito de excitação quando ela começou. Ele interrompeu o movimento da garota trazendo-a para mais um beijo na boca e inverteu a posição.


 


- Agora eu mando, garota.


 


- Simas... – Ele beijou os peitos da garota que gemeu ao toque da língua. Ela abriu as pernas permitindo que a penetrasse. Antes, ele começou a tocá-la. Ele percebeu que ela já estava toda molhada. Devagar entrou nela.


 


Ficaram em um movimento sincronizado.


 


- Me cavalga, Mi...


 


Eles inverteram a posição e após alguns instantes, gozaram.


 


- Você é maravilhosa, garota.


 


- Você também,... Quem poderia imaginar, né? – A morena sorriu e deu um leve selinho no rapaz. Ele fazia cafuné nos longos cabelos de Hermione que se espalhavam pelo travesseiro.


 


- Posso te perguntar uma coisa?


 


- Claro, Simas.


 


- Por que você e Ron terminaram?


 


- Por que quer saber disso?


 


- Você é linda, inteligente, gostosa,... É uma garota adorável. Curiosidade apenas. Mas se não tiver a vontade para responder.


 


- Vimos que depois de um tempo o que sentíamos era apenas amizade. Resolvemos terminar antes que desgastasse nossa relação enquanto amigos.


 


- Entendo. – Ambos ficaram em silêncio. Ela deitada com a cabeça no peito dele, passava seus dedos pelos pêlos de Simas. Ela ainda fazia cafuné nela. E assim, ambos dormiram.


 


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Draco passou o dia em casa. Passou o dia torturando a si mesmo por ser tão estúpido. Decidiu que precisava ver a Granger e desculpar-se pelo o que fez.

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