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7. Ataques


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 7


Ataques


 


 


“Lorde,


Ainda não vejo nada na mente de D. Malfoy que mostre sua possível traição. Ele anda saindo todos os dias. Vou começar a segui-lo logo. O passeio acontecerá. O que achou da ideia que tive? Dependo da sua autorização para pô-la em prática.


Seu servo eternamente fiel,


 



  1. Mayer”


 


Lançou um feitiço para criptografar o pergaminho e o prendeu em sua coruja. Tão negra que se confundia com a noite.


 


Nos meses de treinamento, Draco não havia recebido qualquer notícia de seu pai ou de sua mãe. Ele não sabia onde ela estava escondida. Se estivesse morta, já teria sido avisado. Sorriu internamente ao saber que Snape estava enganando bem Voldemort. Claro que ele, Draco Malfoy, também fazia isso. Mas, era muito diferente enganar o “Lorde das Trevas” longe, em um castelo protegido, do que ao lado dele todos os dias. Snape tinha um controle da mente invejável.


 


Acordou assustado. Tivera o sonho novamente. A poção não havia adiantado de nada. Sua mente ficara livre de quaisquer outros sonhos, menos aquele, que insistia em voltar. Parecia mais forte depois do beijo que deu em Granger. Viu que era cedo, mas não conseguiria dormir novamente. Entrou no banheiro e olhou-se no espelho. Que boca era aquela? Como ela pôde mexer comigo desse jeito? Draco ligou o chuveiro. Sempre viveu com o pensamento e a doutrina da família Malfoy. E agora, ele, que deveria ser o herdeiro daquilo tudo, havia beijado uma “sangue-ruim”. Beijado e gostado do beijo. Gostado muito, diga-se de passagem. Após o beijo e os sonhos não entendia por que havia essas ideias contra os bruxos nascidos em famílias trouxas. Hermione Granger era o exemplo disso. Não havia dúvida sobre sua inteligência. E seu gosto era bom. Não tinha nada de ruim naquela boca.


 


A água escorria pelo seu corpo. Os cabelos colando no rosto e nas costas molhadas. Várias imagens sobre a noite anterior passavam por sua cabeça. Sabe-se lá até onde teria ido se Hermione não tivesse parado. A pele quente dela ainda ardia em seus dedos frios.


 


Saiu do chuveiro. Enrolou a toalha em volta cintura e voltou a olhar-se no espelho. Encarou a si mesmo. Seus olhos estavam calmos. Porém, foi acordado dos seus devaneios quando ouviu a porta ser aberta.


 


- Pansy? Que faz aqui? – ele perguntou assustado.


 


- Ora, Draquinho. Você está mesmo muito gostoso, hein? – ela aproximou-se – Desde que voltou não tivemos tempo de colocar nossa “conversa” em dia. – Pansy olhava para ele com desejo.


 


- Acho que nossas “conversas” acabaram definitivamente. Faça o favor de sair do banheiro masculino ou serei obrigado a tirar pontos da sua casa. – ele disse apontando a porta. A garota ignorou e tocou o peito molhado dele com a ponta do dedo. – Sua última chance – ele tirou a mão dela do seu corpo. – Já disse que acabou. Não quero mais nada com você.


 


- Tem certeza? – ainda insistiu.


 


- Trinta pontos a menos para a casa Longbottom. – disse impassível e de braços cruzados.


 


- Se prefere assim... Isso não acaba aqui. – ela disse brava por ter sido contrariada. Afinal, se as pessoas achavam que Malfoy era mimado é por que não conheciam Pansy Parkinson.


 


- Era só o que me faltava... – pensou consigo mesmo. Enxugou-se e preparou-se para mais um dia de treinamento. – Puta merda! – e bateu com a mão na testa... Havia esquecido de falar sobre Adolf.


 


- Aconteceu alguma coisa, Draco? – perguntou Adolf.


 


- Esqueci de uma coisa. Nada de mais. – respondeu sem olhar para o colega. Fingindo arrumar sua mochila.


 


- Sei... Recebi uma carta do meu pai. Logo Lucio escreverá para você.


 


- Ótimo. – e saiu sem falar mais nada – Preciso passar na Biblioteca.


 


************************************************************


 


Hermione acordou sentindo em seus lábios o gosto de Draco. Olhou pela janela e puxou um pouco a cortina. Estava amanhecendo. Ainda era bem cedo. Tomou um banho rápido, pensando em tudo que havia acontecido na noite anterior.


 


Arrumou-se rapidamente. Todas ainda estavam dormindo. Saiu fazendo o menor barulho possível e foi até a Biblioteca. Esperaria lá a hora para poder tomar café.


 


Sentou-se à mesa mais afastada. Abriu um livro sobre Feitiços Avançados, pegou uma barra de cereal e começou a ler atentamente.


 


Draco saiu rapidamente de seu quarto. Alguns alunos começavam acordar, mas ainda era cedo para o café-da-manhã. Chegou à Biblioteca e resolveu fazer a lição de Transfiguração. Entrou e foi em busca da mesa mais distante, mas ela já estava ocupada. É algum castigo, Merlin? Ele andou e sentou-se na cadeira que ficava bem em frente à Hermione Granger.


 


- Bom dia, Granger. – Hermione assustou-se com a fala calma. Estava tão entretida na leitura que não percebeu a aproximação do loiro.


 


- Que faz aqui, Malfoy? – ela perguntou olhando para os lados.


 


- Que educação é essa, Granger? É assim que trata os garotos que beija? – ele perguntou. Os lábios virados naquele sorriso irônico. Ela bufou:


 


- Não é isso! Sabe que não podemos ser visto juntos!


 


- Como se alguém fosse visitar a Biblioteca uma hora dessas... Junte suas coisas e venha comigo. – ele levantou-se e ficou olhando para ela. Ainda sentada e de braços cruzados.


 


- Vamos, Granger. Não tenho tempo para isso. Preciso conversar uma coisa com você, lembra? – ele disse enquanto juntava as coisas dela. Hermione colocou tudo na mochila e levantou-se.


 


- Obrigada pela ajuda, Malfoy. Aonde vamos?


 


- Siga-me. – Sem sair da Biblioteca, Draco foi andando entre as estantes. Virou várias vezes e parou quando achou que estava longe o suficiente. – Então,...


 


- Fala... – ela perguntou com os braços ainda cruzados. – Daqui a pouco temos que treinar!


 


Mas Draco não sabia o que falar. Queria beijá-la novamente. Ela usava um longo rabo de cavalo e alguns fios caiam pela lateral do rosto. Ela descruzava os braços por alguns segundos para colocar esses fios atrás da orelha. Logo eles voltavam a cair.


 


- Vamos, Malfoy! Quero tomar meu café... – a fala dela despertou Draco que disse:


 


- Olha quanto ao que aconteceu ont...


 


- Já falou o que pensa sobre isso... O que tinha para me contar? – ela cortou o que ele falava. Não queria ouvir Sinto muito. Engoliu as lágrimas e começou a bater o pé, demonstrando sua impaciência.


 


- Certo. Mayer anda perguntando o quê tenho feito. Está desconfiado de alguma coisa. Quer saber aonde vou à noite. Inventei uma desculpa, mas tenho medo que ele comece a me seguir.


 


- Que droga... Bom, o melhor é falar com McGonagall. Marque uma reunião com ela. Preciso ir. – virou-se, mas Draco a puxou pelo braço.


 


- O que quis dizer com Já falou o que pensa sobre isso? – ele perguntou segurando-a por um braço.


 


- Solte-me. Não sairei correndo. – ela disse olhando as mãos dele. Não aguentava a pressão delicada e determinada em seus braços O que está acontecendo comigo? Ele soltou seus dedos aos poucos – Você não sabe mesmo? – ela indagou franzindo as sobrancelhas.


 


- Se estou te perguntando é por que eu não sei. – ele respondeu seco aproximando-se e olhando-a de cima. Hermione sustentou o olhar, pensando:  Será possível que ele cresceu mais ainda? O ar de sua respiração deixava Hermione tonta. Eucalipto...


 


- Você deixou bem claro que sentia muito. – ela respondeu rapidamente, desviando seu olhar. Draco demorou alguns segundos para entender o que ela queria dizer. Até que,...


 


- Você entendeu errado! Não falei nesse sentido que está pensando...


 


- Não? – ela olhou indagadora e surpresa.


 


- Não... Só desculpei-me por que... - Fiquei excitado! Não responda isso -... Por que não queria que pensasse que forcei a barra. Não me arrependo do que fiz...


 


- Não mesmo? – ela ainda duvidava, mas queria acreditar.


 


- Acha que se eu tivesse me arrependido faria isso? – e puxando-a pela cintura beijou-a novamente. Sentiu um gosto adocicado que não soube identificar.


 


Hermione envolveu o pescoço dele com suas mãos, ficando na ponta dos pés. As mãos de Draco percorriam as costas dela, sentindo a marca do sutiã. Porém, um barulho de algo caindo fez com que se afastassem rapidamente.


 


- A-acho melhor eu ir na frente... – Hermione disse recuperando o fôlego.


 


- Claro... Vá indo... Saio daqui uns minutos... – ele murmurou. Viu que Hermione pegou a mochila que estava encostada a uma estante. Ela virou-se e saiu andando rapidamente. Draco encostou as costas na parede que havia no fim do corredor de estantes.


 


No almoço, Hermione encontrou seus amigos. Conversaram muito. Ela podia ver Draco sentando em sua direção. Afastado algumas mesas. A garota queria conversar com Gina, fazia tempo que não a encontrava. Combinou de encontrarem-se nos jardins após o almoço.


 


Logo estavam treinando e Tonks falou assim que o horário terminou:


 


- Vocês estão avançando em Metamorfomagia. Começaremos com animagia na próxima aula. É difícil e não dá para sabermos em qual animal se transformam. As aulas serão divididas com Minerva. – ela falou.


 


- E acha que todos podemos ser animagos? – perguntou Luna sonhadora.


 


- Não sei. Pode ser que alguns não consigam. Caso isso aconteça, aprofundaremos os treinos em Metamorfomagia. De qualquer forma, Hermione poderá ajudar vocês também.


 


- Essa eu não sabia! – exclamou Padma – Em qual animal você se transforma?


 


- Essa pergunta só será respondida na nossa aula! – Interrompeu Tonks – E tenho uma surpresa para vocês...


 


- Qual? – perguntou Rony.


 


- Sábado que vem terão um descanso... Não teremos aula! – assim que ela disse isso, a sala veio abaixo em gritarias e salva de palmas. Até Hermione sorriu e agradeceu por um dia de descanso. Oh, Merlin... Tenho um encontro com Joseph! Mas, acabei de beijar... Malfoy! Preciso realmente conversar com Gina!  Hermione já havia notado os olhares que Ron trocava com Carol, da Lufa-Lufa. Pelo que sabia ainda não havia rolado nada, mas notava a vermelhidão no rosto do amigo sempre que olhava para a menina.


 


Todos almoçaram e Hermione foi para seu quarto. Queria organizar algumas coisas. Desceu e encontrou os amigos sentados perto da lareira, que estava apagada.


 


- Olá, pessoal! – ela disse sentando-se.


 


- Animada, Mione? – perguntou Harry.


 


- Sim... Bom saber que teremos um passeio semana que vem. – olhou e viu que Ron estava vermelho. – Que foi, Ron?


 


- É que... É... Bom, eu vou ... – ele gaguejava tentando explicar alguma coisa. Gina ria e Harry incentivava seu amigo com o olhar.


 


-... Vai com a Carol? – indagou Hermione para acabar logo com a dificuldade do ruivo.


 


- Como sabia? – ele perguntou.


 


- Ora, irmãozinho... Está falando com Hermione! - E todos começaram a rir. Até que a garota falou:


 


- Ia contar a vocês também... Eu vou com Joseph. – todos se calaram. O primeiro a falar foi Harry:


 


- Ele não é muito velho para você?


 


- São só alguns anos...


 


- AH!!! Não acredito nisso!!! Que legal, Mione! Deixa só as garotas saberem disso! Elas andavam afoitas para tentar alguma coisa com ele! – exclamou Gina dando um tapa delicado no joelho da amiga.


 


- Concordo com Harry. – completou Ron cortando o que a irmã falava.


 


- O Ron pode sair e a Mione, não? – perguntou Gina, já em pé e com sua característica pose de Molly.


 


- É diferente! – defendeu-se Harry.


 


- Sei, sei! Machistas! Venha, Mione! – Gina esticou a mão para ajudar a amiga a levantar-se e saíram sem dar atenção aos protestos. – Então, agora me conta tudo!


 


- Lá nos jardins! Aqui não dá... Muita gente! E tenho uma outra coisa para contar.


 


Chegaram aos jardins e andaram em direção a uma árvore perto do lago. Gina contava sobre seu relacionamento com Harry e que já estavam pensando em partir para outro nível de intimidade, quando Hermione parou. Draco estava sentado encostado a uma árvore com Pansy em seu colo. As mãos dele na cintura dela. Estavam aos beijos.


 


Ao ver tal cena, Hermione virou e correu na direção oposta. Gina, sem entender nada, seguiu a amiga.


 


- O que houve? – a ruiva perguntou. Hermione tinha deixado seu corpo cair até alcançar o chão.


 


-Beijei o Malfoy hoje de manhã...


 


- Você fez O QUÊ? Pode contar essa história sem pular nenhum detalhe. – mandou a amiga. Então, Hermione começou a contar tudo. Desde o dia do casamento até aquele mesmo dia de manhã. – E agora ele está aos beijos com Pansy?


 


- Pois é... Não que eu imaginei que ele fosse diferente... – ela disse reticente.


 


- Imaginou sim! Acha que não te conheço?


 


- Ah, Gina! Eu não sei mais de nada! Não posso estar gostando do... Do Malfoy! – ela disse mexendo as mãos em um gesto nervoso.


 


- Claro que pode! Ele está ao nosso lado. É muito bonito, gostoso e inteligente sem dúvida laro que pode! Ele esto... Do Malfoy!  Acha que n fosse diferente... - ela asamento atnenhuma! Já viu como ele treina e aprende as coisas antes de todos? Claro que pode estar gostando de Malfoy. E além do mais não sei do que está reclamando... Beijou o Malfoy e vai sair com Connery!


 


- Por Merlin... – suspirou Hermione – Mas eu não ficaria mais com Joseph... Só não quero desmarcar em cima da hora. O que eu faço agora?


 


- Ora... O que toda garota de 17 anos faria! – Gina exclamou animada dando um tapa na própria cabeça – Faça com que ele se arrependa por ter ficado aos beijos com Parkinson.


 


- Como assim? – Hermione perguntou interessada. Gina era ótima nesses assuntos. Afinal, ela havia ou não havia conquistado Harry?


 


************************************************************


 


Minutos antes nos Jardins da Escola:


 


Draco estava lendo um livro. Suas lições estavam em dia e, após ler alguns capítulos, poderia terminar a lição de Transfiguração. Ainda não acreditava que havia beijado novamente Hermione Granger. O gosto dela estava diferente... Parecia chocolate com frutas... Balançou a cabeça com o objetivo de afastar estas lembranças. De repente sentiu o livro ser puxado da sua mão:


 


- PANSY! Entendo que você só saiba ler jornais de fofocas, mas eu preciso e quero estudar.


 


Ignorando o loiro, a garota sentou no colo dele. As pernas dobradas ao lado da coxa dele.


 


- Vim terminar o que começamos no banheiro, Draco. – ela falou de forma sedutora, aproximando-se dele. A cintura dela subindo aos poucos. Para impedir, o sonserino segurou-a pela cintura.


 


- Não começamos nada no banheiro! Deixei bem claro que não quero mais saber de você. Saia. Saia enquanto consigo me controlar e não te jogar no lago.


 


- Está com outra? – ela perguntou tentando se aproximar.


 


- Isso não é da sua conta. Saia. – ela fez um movimento de levantar e Draco afrouxou sua mão, então, nesse segundo, ela o beijou. A cabeça dele chocou-se com a árvore. Draco irritou-se, segurou-a com mais força e a empurrou. – Vaca! Machucou minha cabeça! Será que não entende? – e saiu batendo o pé, sem saber que a garota que habitava seus pensamentos havia visto um pedaço daquela cena e entendido tudo errado.


 


************************************************************


 


- Acha mesmo que dará certo? Não gosto desses joguinhos... – Hermione perguntou em dúvida.


 


- Claro. Não será um jogo... Só precisa dar uma mudada nas suas roupas... Por que não se veste da mesma maneira que a roupa que usou no casamento do meu irmão?


 


- Porque não vou ficar passeando pela Escola com um vestido de festa... – Gina apenas virou os olhos ao ouvir a resposta.


 


- Você consegue ser bem burrinha às vezes... Eu quis dizer para você andar com roupas mais condizentes com uma garota de 17 anos.


 


- Certo... E como farei para não encontrar com ele por aí? Evita-lo durante uma semana se, em dois dias, já nos beijamos duas vezes?


 


- Simples, por que terá um guarda-costas! – Gina falou, apresentando a si mesma e Hermione riu. Depois disso conversaram amenidades.


 


O fim de semana passou tranquilamente. Draco tentava, mas não conseguia ficar um minuto a sós com Hermione. A ruiva sempre aparecia. Porém, um dia houve um furo no plano. Sexta, no treino com Joseph, Gina caiu de forma errada e torceu o pulso.


 


- Alguém a leve para a Enfermaria! – gritou o professor.


 


- Eu vou! – adiantou-se Hermione.


 


- Não, Mione, eu vou. – interpôs Harry e não havia nada que ela podia dizer. Ele era o namorado.


 


A aula acabou e Hermione chamou Joseph num canto:


 


- Quanto ao nosso encontro de amanhã... – ela começou.


 


- Vai desmarcar? – ele perguntou com uma voz aflita. O casal conversava com a voz baixa, enquanto os outros terminavam de arrumar suas coisas.


 


- Não, claro que não – e sorriu um sorriso ensinado por Gina – Só preciso fazer umas compras com Gina de manhã. Podemos nos encontrar no Três Vassouras?


 


- C-claro... Até amanhã, então – e despediu-se com um beijo no rosto. Um beijo um tanto demorado na opinião de Draco que observava tudo ao longe.


 


Hermione viu que todos saíram e só faltava ela. Enrolou o máximo que pôde para não encontrar o loiro. Estava de costas para a porta, devolvendo alguns livros e pegando outros quando ouviu a porta abrir e fechar.


 


- Será que poderia deixar-me em paz, Malfoy? – ela perguntou ainda de costas e depois virou enfiando de qualquer jeito os livros em sua mochila.


 


- Vai mesmo com o “tiozinho”? – ele perguntou irônico. Afinal, a notícia havia se espalhado como fogo em floresta.


 


- Como se isso fosse da sua conta, não é, Malfoy? – respondeu seca.


 


- Não é mesmo da minha conta. – retrucou mal humorado.


 


- Ótimo! Então saia da frente e vá procurar a Parkinson. – ela respondeu saindo pelo corredor. Ele foi atrás falando:


 


- Acho que isso também não é da sua conta!


 


- Concordo! Vai cuidar da sua vida! – ela dizia andando rápido e sem virar para trás. Draco imaginou que ela havia visto a cena, mas estava tão irritado que não parou para pensar em uma coisa: Hermione não viu a hora que ele empurrou a sonserina.


 


- Pelo menos ela tem a minha idade! Acho que precisará de uma bengala e de um andador ao sair com esse babaca! – Draco ia atrás dela, aos berros. Hermione virou-se de repente. Parou e disse:


 


- Cala a boca e para de me seguir! – e saiu em direção ao seu quarto. Retomou seu caminho, batendo os pés no chão. Irritado pela resposta dela, acelerou seus passos. Ao passar, deu um empurrãozinho em Hermione. Ela não caiu, apenas bufou mais irritada. Gina, melhor se cuidar. Eu mesma vou cuidar de quebrar seu outro pulso!


 


****************************************************************


 


No dia seguinte, Hermione encontrou com Gina no Salão Comunal. A ruiva foi logo se defendendo:


 


- Não pude evitar! – ela disse sob o olhar enfurecido de Hermione. Ron e Harry não aceitaram imediatamente essa história da amiga sair com um cara mais velho, mas preferiram ficar calados. Nenhum dois estava a fim de levar bronca da Gina. – Nem pude sair da Enfermaria!


 


- Sei! Você é incrível! Não estou brava com você não... – respirou fundo – Seu pulso melhorou?


 


- Como novo! – abraçou a amiga – O que houve?


 


- Conto quando chegarmos à Hogsmead. Cadê Harry e Ron?


 


- Bom dia, Mione! – disseram os dois juntos.


 


Eles foram tomar o café rapidamente para chegar logo à Hogsmead. Ao entrar na carruagem, os quatro conversavam sobre as aulas. Não podiam falar nada sobre o treinamento. Elogiavam os novos professores e xingavam o excesso de lições, exceto Hermione. Lembravam as aventuras anteriores e, em parte, sentiam-se como no quinto ano por treinar escondidos.


 


Draco vinha com sua turma de sempre. Tinha conversado com Minerva sobre as desconfianças de Adolf e a Diretora combinou com ele de enviar uma pessoa com a poção polissuco para ajudá-lo nessas escapadas. Estava sentado ao lado de Pansy, que insistia em insinuar-se. Não conseguia entender a briga que teve com Hermione. Como deixou descontrolar-se daquele jeito? Ela é uma idiota mesmo! Fica aos beijos comigo e sai com outro depois! Quem não te conhece, que te compre Granger!


 


Assim que chegaram à vila bruxa, as meninas despediram-se de Rony e Harry. Ficaram de encontrar com eles mais tarde, no Três Vassouras.


 


Hermione só podia sair do trocador para mostrar como ficava com as roupas que Gina escolhia: saias mais curtas, blusas justas e decotadas, vestidos,... E até roupas para treinamento.


 


- O que é isso? – Hermione perguntou com uma calça de moletom na mão.


 


- Uma calça de moletom!


 


- Não diga! – e fez uma cara de falsa surpresa e jogando a calça para nas mãos de Gina – É pequeno para mim.


 


- Não é, você que usa calças três números maiores! – e Gina lançou a calça de volta. – Experimente.


 


- Mais uma coisa antes de irmos – disse Gina. – Escolha uma roupa. Não vai encontrar Joseph usando isso – e fez um gesto com o indicar apontando Hermione dos pés a cabeça.


 


- Não tem nada de isso na minha roupa! – ela retrucou ofendida.


 


- Ahhh não! Hoje é um dos poucos dias que está um calor gostoso e você está vestindo,... Parece um pijama, Mione! – Gina riu do próprio comentário. Hermione vestia calças largas de moleton e uma camiseta cinza.


 


- Não parece pijama!


 


- Troque vai... E essa aí que está vestindo, guarde para dormir... Sem comentários! Quero ver se faz uma boa escolha.


 


Hermione optou por um jeans branco com detalhes em azul claro na coxa esquerda. Vestiu também uma regata azul que combina com o tom dos detalhes da calça e para completar um tamanco de madeira. Gina ajudou-a a amarrar uma faixa branca na cabeça (usando como tiara). Assim que se olhou no espelho não acreditou. Estava mesmo bonita.


 


- Agora, o último detalhe! – disse Gina puxando a amiga de frente – Um batom clarinho – passou nos lábios da morena – Esse é seu. Um presentinho.


 


- Obrigada, amiga! – e abraçou a ruiva.


 


Hermione pagou tudo. Fez uma mágica para as roupas diminuírem de tamanho e guardou tudo em uma sacola só. Assim que saíram Hermione notou a diferença de andar arrumada. Sorria envergonhada e levou uma leve cutucada da amiga:


 


- Tenho razão ou não? – e sorriu marota.  Logo elas chegaram ao local combinado. Ainda não estava cheio, mas havia poucas mesas vazias.


 


Ron e Harry conversavam animadamente. Harry de frente para a porta e Ron, de costas. O ruivo contava as últimas novidades sobre os Cannons, quando viu que o amigo calou-se. Harry olhava em direção à porta e Ron seguiu seu olhar.


 


- Olá, meninos! – disse Hermione. Gina beijou Harry e sentou-se ao lado dele. – Tudo bem?


 


- O que aconteceu com você? – perguntou Harry. – Gina andou aprontando?


 


- Pois é... Ajudou na troca do meu armário! – a grifinória respondeu animada.


 


- Ficou linda mesmo, Mione... – disse Ron sem desviar o olhar.


 


- Obrigada. E a Carol?


 


- Vou encontrá-la na Madame Poddifoot. – respondeu o ruivo ainda olhando para amiga.


 


- Pode piscar, Roniquinho! – brincou Gina estalando o dedo na frente dos olhos do irmão – AH, Mione! Olha só quem chegou! – acrescentou a ruiva apontando para a porta. Joseph chegava com uma rosa na mão. – Vai lá! – incentivou.


 


Ignorando os olhares desaprovadores dos amigos, ela levantou e foi em direção ao professor.


 


- Olá, Joseph! – cumprimentou Hermione beijando o rosto dele – Tudo bem?


 


- Sim... Nossa, Mione! Está linda... – ele falou gaguejando um pouco olhando a morena demoradamente – Para você. – disse entregando a rosa.


 


- Obrigada. Vamos sentar nas cadeiras do balcão? – Hermione perguntou após cheirar a rosa. Joseph apenas concordou e acompanhou a garota. Sentaram e começaram a conversar.


 


Pouco tempo depois, Draco chegou acompanhado de Adolf, Goyle e Crabbe. Sentaram-se e começaram a discutir quadribol. O loiro então virou para o lado e viu Joseph conversando com uma garota. A Granger é uma idiota mesmo. Deve estar esperando o infeliz e ele aqui com outra gar..., só que não concluiu seu pensamento. Nesse instante, Hermione havia virado o banco. Até agora ela estava de costas. Porém, ao virar-se ficou de perfil para a mesa dos sonserinos.


 


- Merlin do céu! Essa é Granger? – perguntou Adolf cutucando Draco que olhava friamente para a morena. Goyle e Crabbe apenas rindo, pareciam porcos.


 


- Pois é. O estrangeiro vai se dar mal... – disse Draco.


 


- Está com problema de vista, Malfoy? – indagou Adolf sem tirar os olhos da garota – Olha essas pernas! E esses peitões cresceram quando? – ele disse lambendo os lábios. Draco precisou respirar fundo e juntar todas as suas forças para não dar um soco no meio da cara do colega de casa Acalme-se...


 


- Vai começar sair com sangue-ruim agora? – Draco indagou concentrando-se em seu suco. Não aguentava ver Joseph tocando a mão dela ou jogando os cachos dela para trás do ombro.


 


- Claro que não. Apenas aproveitar o momento... Nada como um Obliviate, meu caro... – disse de forma macabra, como se já tivesse feito isso antes.


 


- Sem comentários. – e saiu da mesa batendo a porta do bar. Hermione assustou-se e apenas viu os cabelos loiros e lisos saindo. Sorriu internamente e continuou sua conversa. Mas, a cabeça estava em outro lugar.


 


Para Hermione, Joseph era tudo o que ela podia querer. Só que ela não queria. Não era a respiração dele que a fazia suspirar. O toque dele não causava nenhum arrepio. Não se perdia em seus olhos. Nem sentia desejo. Não podia usar o professor daquele jeito. E, por sorte, antes que ele tentasse uma maior aproximação Harry e Gina chegaram.


 


- Oi, Joseph. Tudo bem? Mione, nós já vamos. Você vem também? – perguntou Gina.


 


- Eu já vou... Estou super cansada! – disse a garota pegando a carteira para pagar, mas Joseph não deixou.


 


- Hoje é por minha conta. Vão indo... Tenho um assunto para resolver. – e despediu-se de todos.


 


O trio encontrou com Ron no caminho para as carruagens. Ele vinha sorrindo. Ninguém precisou perguntar para saber que havia tudo corrido bem no encontro dele. Os quatro chegaram e precisaram esperar alguns minutos por um transporte. O sol estava se pondo dando ao ambiente uma cor entre amarelo e vermelho.


 


De repente eles ouviram uma explosão. Uma forte explosão. As carruagens pararam de supetão e eles foram ao chão.


 


- Que foi isso? – perguntou Gina com a varinha preparada.


 


- Não sei... – respondeu Harry nervoso – Vamos esperar mais um pouco. Alguns segundos de silêncio e depois mais uma explosão, mas essa foi seguida por gritos e barulho de correria. – Merda! Acho que é um ataque!


 


- Então, vamos! – e saíram da carruagem com as varinhas em punho. Viram mais à frente duas enormes labaredas. Alguns estudantes tentavam apagar, mas todos os feitiços eram inúteis.


 


- Meu Merlin... – murmurou Hermione – Eles atacar... – Não pôde continuar, figuras encapuzadas apareceram lançando feitiços para todos os lados. Os quatro conseguiram desviar-se, usando a carruagem como escudo. – Lembrem-se: nada de muito avançado! Eles não podem desconfiar de nada! – dizendo isso, eles começaram a reagir ao ataque.


 


Hermione acabou separando-se do grupo para ajudar um menino do 3º ano que havia perdido a varinha. Ela o puxou-o pela mão lançando feitiços contra o atacante mascarado. Conseguiu desviar, porém foi impedida de prosseguir. Havia uma varinha apontada para sua cabeça.


 


- Você mudou, Granger... – a voz era masculina. Hermione conhecia, mas não conseguiu identificar. Num impulso, colocou-se na frente do menino – Não se preocupe, não vou ferir o garoto. Ainda.


 


- Covarde – ela disse com raiva e seu olhar foi desviado para um ponto atrás do Comensal. Malfoy. Ele veio correndo e lançou um feitiço que fez com que Hermione voasse longe, derrubando o menino que estava atrás. Ela caiu e desmaiou ao bater a cabeça numa pedra.


 


- Não temos tempo para brincadeiras. – ele disse sério. Ouviu uma risada seca por trás da máscara. Sem reconhecer quem era.


 


- Então, está realmente do nosso lado... O Lorde ficará feliz em saber.


 


- Melhor fugir. Os aurores estão chegando. – dizendo isso, o loiro voltou pelo mesmo caminho que veio.


 


**************************************************************


 


Branco. Preto. Branco. Preto. Vermelho?


 


Hermione piscava, tentando manter os olhos aberto e focar o teto. Uma cabeleireira vermelha entrou no seu campo de visão. Os olhos azuis preocupados.


 


- Mione? Está me ouvindo?


 


- Ron... Onde estou?


 


- Na enfermaria. Joseph te achou desmaiada. Havia um menininho do terceiro ano perto de você. Estava chorando. – Ron disse calmamente passando a mão pelos cabelos dela.


 


- Ele está bem? – o ruivo assentiu – Fui atacada por Malfoy...


 


- Nós sabemos. Ele ficou preocupado que fosse atingida com algo mais forte. – ele respirou fundo – Malfoy acionou os aurores.


 


- Minha cabeça ainda dói... Dormi quanto tempo? – ela perguntou tentando se mexer.


 


- Um dia. Hoje é domingo. Você bateu a cabeça em uma pedra... O filho da puta está realmente preocupado...


 


- Diga que estou bem. Alguém se machucou?


 


- Sim... Vamos não é hora disso... – ele tentou desviar o assunto.


 


- Fale...


 


- Cinco estudantes morreram. Todos do 4º ano... – Ron viu os olhos da amiga encherem-se de lágrimas. A Diretora já está cuidando disso. Avisarei que acordou. – ele disse beijando a testa dela.


 


Hermione sentiu que foi medicada. Algo escorreu por sua garganta e pouco depois acordou. Estava sentindo-se como nova. Após muito insistir, conseguiu ser dispensada. Estava na hora do jantar e assim que entrou no salão foi recebida com muitos abraços.


 


Sentou-se entre Harry e Ron que não paravam de servi-la e mima-la. Hermione procurou Malfoy. Não achou o sonserino. Comeu rapidamente e disse aos amigos:


 


- Preciso ir à Biblioteca.


 


- Ela está recuperada! – brincou Ron – A gente se encontra no Salão Comunal, então.


 


Todos riram da piada e Hermione saiu. Não sabia se encontraria quem procurava, mas mesmo assim foi até lá. Entrou na Biblioteca e na mesa mais afastada viu Draco Malfoy. Ele estava sentado com a cabeça apoiada nas mãos e os cotovelos na mesa. Seus cabelos caiam cobrindo seu rosto. Hermione precisava chamar sua atenção, então quando caminhava trombou em uma cadeira. O barulho da cadeira caindo ao chão fez os poucos estudantes que estavam lá, procurar a origem do barulho. Inclusive Draco.


 


Hermione desculpou-se e, sem olhar para o loiro, seguiu o caminho entre as estantes esperando que ele entendesse e a seguisse. Pouco tempo depois, o loiro apareceu. Hermione lançou feitiços silenciadores e falou:


 


- Eu queria agradecer...


 


- Você está bem? – ele aproximou-se alguns passou, mas logo parou. Ela estava com Joseph – Não vi a pedra. Desculpe.


 


- Não tem problema. Você sabe quem ia atacar-me? – ela perguntou cruzando os braços.


 


- Não reconheci a voz. Parecia conhecida, mas não consegui reconhecer.


 


- Certo... Obrigada mesmo... Não quero atrapalhar, Pansy deve estar te esperando. – ela disse tomando a direção da saída, mas Draco impediu. Hermione bufou.


 


- Não fui eu que marquei encontro com um cara depois de beijar outro. – ele disse olhando-a com raiva. Dando um passo na direção dela.


 


- Não fui que beijei uma garota no mesmo dia de beijar outra. – Hermione aproximou apontando o dedo indicador para ele.


 


- Do que você está falando, Granger? – ele disse empurrando a mão dela.


 


- Eu vi você aos beijos com Parkinson. Ela no seu colo e você com as mãos na cintura dela. Então, não venha me cobrar com quem eu saio ou deixo de sair.


 


Dizendo isso, passou pelo loiro com força e segurando para não chorar. Draco percebeu, então, a confusão. Ela havia visto só um pedaço... Sorriu e alcançou rapidamente a garota, puxando-a de volta ao lugar onde ela estava.


 


- Solte-me, Malfoy! – ela dizia tentando soltar-se das mãos dele, que seguravam seu braço com força. Ele a soltou com um leve empurrão. Novamente estava encurralada entre a parede e Draco. Se eu pular por esta janela..., pensou irritada. Depois olhou para ele. O mesmo sorriso irônico que ela tanto aprendeu a odiar de tanto que amava.


 


- Você não viu tudo, Granger. – ele disse estreitando os olhos.


 


- Ah, não? Eu perdi o quê? Uma cena de sexo ao ar livre? – ela disse ironicamente.


 


- Já disse que ironia não combina com você.


 


- Eu já disse que você não me conhece! – ela falou tentando abrir passagem.


 


- Depois que ela me beijou, eu a afastei de mim, Granger – ele disse impedindo que ela saísse.


 


- E você acha que eu acredito em você, Malfoy? – ela disse cruzando os braços.


 


- Eu sei que não, mas poderia fazer um esforço. Estou tentando, Granger.


 


Ele aproximou-se e Hermione deixou os braços caírem.


 


- Então, você a afastou? – ela perguntou mirando os pés. Draco tocou-a no queixo, fazendo com que ela elevasse a cabeça até encarar seus olhos.


 


- Sim... Ela forçou o beijo. Fiquei com um galo enorme na cabeça. Ainda dói – ele disse fazendo manha.


 


- Sério? Quer que eu dê uma olhada? – ela perguntou preocupada.


 


- Não, Granger. Quero que me dê um beijo. – o loiro falou olhando para ela. O sorriso cínico havia desaparecido. Draco a envolveu em um abraço. Hermione deixou-se levar. Não sabia se poderia confiar plenamente no garoto que é considerado o maior conquistador de Hogwarts, mas não conseguia mais negar o que seu corpo e seu coração sentiam.


 


O loiro fechou os olhos e deixou-se guiar para a boca que tanto ansiava. Nada mais tinha o mesmo gosto desde que beijara Hermione. Assim que sentiu a língua dela em contato com a sua, sentiu o corpo arrepiar. Levantou-a do chão, como fizera no primeiro beijo. Andou com a garota enlaçada em sua cintura e a colocou delicadamente sentada no parapeito da janela.


 


Hermione sentia-se sendo levada e não conseguia controlar nada. O toque dele, apesar de frio, deixava sua pele quente. Sentiu que ele desfez o rabo de cavalo que sustentava seu cabelo. Ela desviou da boca dele com vontade de sentir o gosto da sua pele. Começou a beijar o pescoço e ouvia os gemidos dele.


 


Draco não podia acreditar no que sentia. Já havia feito tudo aquilo e muito mais, mas era completamente diferente com aquela garota. Sentia que seu coração não bateria caso fosse afastado dela. Draco passava as mãos pelas costas da morena, sua mão desceu pela lateral do corpo dela. Draco encostou seus dedos na coxa de Hermione. Sua mão tocava a coxa sobre o tecido da saia. As mãos da garota estavam na nuca dele e as bocas encontravam-se. Quando Hermione sentiu os dedos dele subindo a saia, afastou-se assustada.


 


- Não, Malfoy... – e pulou do parapeito, ajeitando-se.


 


- Desculpe...


 


- Tudo bem... Preciso voltar, está ficando tarde. – ela disse envergonhada.


 


- Só mais uma coisa antes de ir...  – Draco falou passando a mão pelos cabelos dela.


 


- Claro... – falou num suspiro.


 


- Você beijou o Joseph?


 


- Não... Claro que não. – ela disse prendendo os cabelos e cortando o toque dele. Ele soltou o ar, num suspiro aliviado.


 


- Você estava linda... É,... Não que não esteja bonita agora... Ahn... – O loiro enrolou-se nas palavras e Hermione aproximou-se.


 


- Entendi, Malfoy. – disse mostrando um sorriso – Você cresceu mais ainda?


 


- Sim, mas acho que agora eu parei... 1,89 já está ótimo. A gente se vê, Baixinha. – ele disse dando um beijo na testa dela e afastou-se com as mãos no bolso.


 


 


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Futuros Amantes


Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar

Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você


 


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Obrigada pelos coments!!!! Respondendo no geral, ok?


Sim, o nome Adolf é uma alusão ao ditador alemão. Esse aí ainda vai aprontar muito!!! Mas, muito mesmo!!!


 

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Comentários: 1

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Enviado por Julia S. Snape em 12/11/2011

ameeeeeei

Nota: 1

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