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1. Jogo de sedução - Cap Único


Fic: Beautiful Dirty Rich: Jogo de sedução D & Hr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Beautiful, dirty, dirty, rich, rich, dirty, dirty, beautiful.
Dirty, rich.

Ele voltava de mais uma noite prazerosa. Mais uma rapariga para juntar à sua extensa lista de conquistas. Ele, Draco Malfoy, o rapaz que fazia todas as raparigas suspirarem e sonharem. O rapaz que invadia os seus sonhos mais eróticos e que as levava a fazer coisas que nunca fariam em circunstância alguma.
Ele, apenas ele.

Voltava de mais uma das noites que já eram habituais para ele. Desta vez havia satisfeito as suas necessidade e excitação com Cho Chang, ex-namorada do seu maior inimigo, Harry Potter.
Sim, ele havia feito sexo com a menina bonitinha do Potter.
Ele havia sido capaz de proporcionar-lhe o que aquele idiota nunca lhe havia proporcionado. Ele havia-a feito chamar pelo seu nome, pedir-lhe por mais. Ele havia-a feito soltar-se, mostrar-se completamente diferente do que parecia ser.
Ele havia retirado a virgindade a Cho Chang e estava bastante orgulhoso disso, pois o Potter não o fizera.
E agora, já satisfeito, havia-a deixado plantada a olhar para ele enquanto se vestia e abandonava o local.

Sim, ele era muito bom. Ainda conseguia ouvir os gritos de Chang na sua mente.
"Malfoy, mais, muito mais! Não pares, não pares." Draco recordava os pedidos excitados dela com um sorriso irónico no rosto. Ele havia sido o primeiro dela, aquele que ela iria sempre recordar. Mas ela?
Ela era apenas mais uma, para juntar a tantas outras.
Parvati e Padma Patil, Pansy Parkinson, Lavender Brown. Sim, ele havia tirado a virgindade a esta última, enquanto ela namorava com Ron Weasley. Como ele adorava recordar isso.

- Weasley falhado. - Draco falou num sussurro cheio de ironia.

Angelina Johnson, Katie Bell, Milicent Bulstrode, Susan Bones, Hannah Abbott, Penelope Clearwater (também quando namorava com Percy Weasley), Ginny Weasley.

Ele havia feito sexo com duas namoradas de dois Weasley.
Ele fora capaz de proporcionar-lhes o que aqueles dois idiotas nunca lhes haviam proporcionado. Ele havia-lhes mostrado outros mundos, para além dos beijos e dos abraços. Ele ensinara-lhes que o prazer não estava nas palavras bonitas.
Ele fizera delas mulheres, e apesar de tudo, orgulhava-se muito disso.
E ainda havia a Weasley.

Sim, a mais nova daquela família de pobretões sardentos havia-se entregado completamente a ele, sem medo. Dissera-lhe que o desejava, que o queria, que ele era a pessoa certa para a tornar mulher, para a lançar para uma nova era.  
E tudo isto porque Draco havia jogado sujo, como sempre jogava.
Sim, ele jogava de uma maneira que era a mais suja que alguém poderia imaginar.
Malfoy levava a cabo verdadeiros planos de caça e sedução. Lançava-lhes olhares carregados de desejo, acariciava-lhes as pernas quando passava por elas, piscava-lhes o olho de uma forma calma e atraente, sorrindo de uma forma sensual de seguida.

Como ele era bom.
Beautiful, dirty.


E ainda existia a riqueza.
Sim, ele tinha uma fortuna em seu nome à sua espera. Malfoy sempre tivera o que desejava. Todos os seus caprichos haviam sido satisfeitos desde sempre. E Malfoy havia aprendido que não era necessário lutar pelo que desejava.
Apenas jogar sujo.
Batota, fingimento.
Era a maneira mais fácil e mais prazerosa. Não valia a pena lutar lealmente e de maneira justa.
Nunca conseguiria nada do que desejava dessa maneira.

Rich.


Malfoy chegou à Sala Comum com um sorriso irónico no rosto e sentou-se no sofá em frente à lareira, colocando-se a observá-la as labaredas de fogo. Labaredas essas que lhe faziam recordar a sua noite prazerosa com a caçula Weasley.


- Malfoy? - Ginny espantou-se por vê-lo a vaguear tão tarde pelo castelo.


- Boa noite, Weasley. - Malfoy falou, aproximando-se.


- Boa noite. - Ginny repetiu as palavras de Malfoy, estremecendo com a aproximação.


Malfoy quebrou a distância entre eles. Ginny recuara, porém havia ido de encontro a uma parede ficando encurralada. Malfoy sorriu ironicamente. Era a sua oportunidade.


- O que faz - Malfoy colocara uma mão na perna de Ginny - uma rapariga tão sozinha - subira a mão, levando com ela a saia dela - a estas horas a - começava a aproximar a sua mão da intimidade da rapariga - andar pelo castelo?

Ginny não arranjou forças para lhe dizer o que fazia realmente. Colocou as suas mãos em volta do pescoço do loiro e deixou que ele a dominasse.
Malfoy "acedeu" ao pedido dela e colocou os seus lábios sobre os dela, beijando-a fervorosamente. O beijo deixou de ser apenas lábios e tornou-se língua com língua. Draco aprofundava o beijo o mais possível, enquanto que brincava com a língua da rapariga. Enquanto se beijavam, colocou a sua mão no local desejado, afastou a roupa interior da rapariga e colocou um dedo dentro da sua intimidade.
Foi instantâneo. As hormonas de Ginny falaram mais alto, e ela não conseguiu conter um gemido e colocar as pernas em volta de Malfoy, permitindo-lhe continuar com mais facilidade.

(...)

Malfoy estava apenas de boxers, enquanto que observava a figura ruiva que se encontrava à sua frente. Ele acariciava os seus seios, que já estavam descobertos. Agarrava-os, observava-os e sugava-os, como se a sua vida dependesse disso. Ginny agarrava os cabelos loiros do rapaz como se fosse cair se os largasse. Gemia alto, o que fazia o rapaz sorrir para si mesmo.
E a rapariga falou.

- Faz-me tua. Quero-te. Quero que sejas tu. Torna-me mulher. - Ginny pediu entre gemidos.

Malfoy não respondeu, apenas assentiu com a cabeça. Retirou então a única peça de roupa que o impedia de realizar o que queria. E foi com muito prazer que viu Ginny olhar espantada para o seu pénis, agora excitado.
E então, Malfoy penetrou-a, levando-a a gemer mais alto do que alguma vez havia gemido.
(...)



Havia feito o que ela lhe pedira. E recordava isso com muito gosto. Não que tivesse sido a melhor rapariga que tivera. Mas ela era a irmã do Weasley. E ele imaginava com um sorriso de gozo no rosto qual seria a sua atitude se descobrisse que a sua irmã gemera por Draco Malfoy.

- Provavelmente tentaria matar-me. - Draco concluiu em voz alta, rindo com gosto de seguida.

Como detestava aquele Weasley e os seus amigos nojentos, o Potter e a Granger.



A maldita da Granger.
Que insistia em humilhá-lo sempre que agarrava uma oportunidade suficientemente boa.
Como ele a odiava.
Não podia negar que ela estava uma bela mulher, com as curvas definidas e já desenvolvida.
O peito estava definido,  exactamente da maneira que ele gostava. Não podia negar a excitação que sentira quando observara o seu decote numa certa aula que haviam tido juntos.  
Os cabelos davam-lhe já pelo meio das costas, e ele surpreendera-se a si próprio a desejar senti-los no seu corpo. Os olhos castanhos, os lábios vermelhos e perfeitamente recortados. Os lábios que já haviam sido tomados pelo Krum e pelo Weasley.
Sim, o Weasley e a Granger haviam namorado.

Mas a guerra havia terminado aquele namoro de sangues-de-lama e Granger ficara solteira, assim como o Weasley.
E agora, de volta à escola, ela estava melhor que nunca. Os 17 anos assentavam-lhe extremamente bem. E Draco não podia negar que ela era uma rapariga desejada por qualquer um. Já apanhara rapazes de Gryffindor a conversarem sobre ela e notara que estavam excitados. Apesar de ser uma sangue-de-lama e sabe-tudo Granger era boa.
E Draco era um rapaz, e sabia sempre apreciar o que era bom.
E a Granger seria o seu troféu de ouro.

Draco sorriu mais uma vez, imaginando uma Granger despida, entregando-se completamente a ele.
Ele faria com que ela pedisse por ele e gemesse juntamente com ele.
Tal como as outras, a Granger seria dele.
Apenas mais uma.

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- Harry, aconteceu alguma coisa entre ti e a Cho? - Hermione perguntou ao amigo.

- Entre mim e a Cho? - Harry estranhou - Não nada, já acabamos.

- Eu sei disso - Hermione continuou - mas como a vi a chorar, pensei que tivesse acontecido alguma coisa entre vocês.

- A chorar? - espantou-se Harry - Não é por mim.

- Bem, só perguntei por perguntar por perguntar - Hermione respondeu - Até amanhã.

- Até amanhã. - respondeu Harry.

Quando Hermione chegou ao quarto e se deitou, um turbilhão de pensamentos invadiram a sua mente. Não conseguia esquecer o que Ginny lhe contara há umas semanas atrás. Não queria acreditar.

- Hermione, ele usou-me! - Ginny correu até à amiga a chorar.


- Ginny, que se passa? - Hermione preocupou-se - Ele quem?

- O Malfoy! - Ginny gritava e chorava.

- O que é que ele fez?  

- Eu perdi a virgindade com ele, ele disse que me amava! Ele mentiu-me! - Ginny continuava a chorar.
  

- Tu entregaste-te para ele? - Hermione não conseguia acreditar.


- Sim, entreguei-me! Eu pedi por ele, Hermione! - Ginny continuou - Que vergonha, que humilhação.


- Oh Ginny - Hermione não sabia o que dizer - Tem calma, foi um erro, não voltarás a cometer.


- Espero bem que não - Ginny baixou a cabeça - Ele diz o mesmo para todas, Hermione.

- Para todas? - Hermione espantou-se - Como assim?


- Ele já fez sexo com mais de metade das raparigas de Hogwarts! - Ginny gritou - Eu fui só mais uma na lista dele!

- Ele é horrível - Hermione enfureceu-se - Mas como sabes isso?


- Eu ouvi a Lavender contar à Parvati e a Parvati a confessar-lhe que também tinha perdido a virgindade com ele.

- A Lavender? - Hermione não conseguia acreditar - Ela não traiu...

- Sim, ela traiu o Ron - Ginny enojou-se - com o Malfoy!

- Como é que ela foi capaz? -  Hermione perdeu a compostura - E ele, como foi capaz de te fazer isto?

- Não sei - Ginny ainda mantinha lágrimas nos olhos - Mas a culpada aqui, sou eu.

Isso só fez com que o ódio por Draco Malfoy aumentasse. Mas Hermione não ficaria impune.

Estava na altura de entrar no jogo de Draco Malfoy e inverter os papéis.

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Draco Malfoy estava deitado na sua cama, sorrindo maldosamente. Imaginava ter sexo com Hermione Granger, fantasia que o deixava realmente excitado.
Porque a Granger não era como as outras.
A Granger tinha atitude, pulso. Ele tinha a certeza que ela não se entregaria para ele da mesma maneira que todas se haviam entregado.
Ele era diferente. O seu jeito autoritário, o seu ódio por ele, as suas humilhações.
Como ela o excitava. Como ele a desejava.
 
- E ainda a terei. - Draco comentava maldosamente. - A Granger será mais uma da minha lista.

Quando se apercebeu, já estava prestes a masturbar-se, pensando na sua inimiga sangue-de-lama. Nunca uma rapariga provocara este efeito nele. Talvez por essa rapariga ser a sua inimiga e sentir por ele um ódio mortal.
Decidiu dormir. A noite havia sido longa e prazerosa. E talvez encontrasse quem tanto desejava nos seus sonhos mais profundos.
Adormeceu.

Draco Malfoy realmente jogava sujo.
Queria, tinha e deitava fora.
Tal como uma pastilha elástica.

Draco desculpava-se dizendo que o seu coração não amava mais do que apenas uma noite. Mentiras, falsidade. Toda a sua vida era suja e feita de mentiras. Draco não era honesto, muito menos leal. Os sentimentos eram um tema sem importância para ele. E a escola? Draco só havia regressado à escola para satisfazer os seus desejos sexuais sempre que pudesse, sem ter que esperar muito tempo.
O dicionário de Draco só tinha uma palavra bem definida: sexo. Era a única coisa que lhe interessava, o único motivo pelo qual havia regressado àquele lugar.
Sexo, apenas. Nada mais.

"Leave out all the rest".


Draco questionava-se como conseguiam os outros viver sem isso. Para ele era algo essencial, como a água. Jamais seria o mesmo se não sentisse todas aquelas raparigas em conjunto com ele, numa vibração de um só corpo.
Ninfomaníaco? Não se considerava.
Apenas alguém com sede de algo que havia descoberto. Alguém insatisfeito.

Alguém cujo desejo ainda não havia sido satisfeito por completo.

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Passaram-se duas semanas desde o encontro de Draco Malfoy com Cho Chang. Havia-a visto chorar vezes sem conta, mas não se importara com isso. Já havia aprendido a ignorar os choros das raparigas que sucediam a noite escaldante. Apenas ele e os seus desejos interessavam. Elas, eram apenas forma de os satisfazer.
E as suas hormonas chamavam por mais sexo. Mais prazer. Os seus ouvidos clamavam por mais gemidos.
E a satisfação veio nessa mesma noite.

Hermione Granger andava lentamente pelos corredores do castelo. Eram já 00h30, a hora permitida estava mais que ultrapassada. Então, ele viu ali a sua oportunidade. Os seus desejos seriam finalmente saciados, as suas fantasias realizadas.
Avançou lenta e silenciosamente em direcção a ela, mantendo uma distância segura, caso ela decidisse virar-se de repente. Hermione vestia apenas o uniforme. Havia deixado a capa na Sala Comum, assim como as meias. Andava, lentamente, de uma forma distraída, pelo castelo, com a saia a movimentar-se nas suas pernas, mostrando as definidas coxas, desprotegidas pela falta de meias.

- Malfoy. - Hermione falou firmemente.

- Boa noite, Granger. - Draco respondeu, sensualmente irónico.

- E até amanhã. - Hermione respondeu no mesmo tom de voz de Draco.

- Não. - Draco avançou e agarrou Hermione pela cintura.

Havia chegado a altura de entrar no jogo sujo de Malfoy. Era hora de fazê-lo pagar por tudo o que havia feito.
Mas faria-o pagar da maneira mais prazerosa possível.

- Draco Malfoy agarrando Hermione Granger pela cintura? - Hermione questionou Draco, falando sensualmente.

- E porque não? - Draco estava a perder o controlo.

- Vou reformular - Hermione aproximou-se, mantendo o tom sensual - Draco Malfoy, maior defensor da pureza do sangue, agarrando Hermione Granger, a sangue-sujo, pela cintura?

- Draco Malfoy não quer saber disso agora. - Malfoy disse.

- E porque não?  - Hermione repetiu as palavras de Draco, com uma sensualidade inigualável.

- Ele sabe ver o que é bom. - respondeu, beijando Hermione de seguida. Hermione decidiu corresponder, mas apenas inicialmente. Colocou os braços à volta do pescoço de Draco, e deixou que a língua dele explorasse toda a sua boca.
Quente e cheio de desejo.
Hermione concluiu que um pouco de brincadeira não faria mal. Muito pelo contrário, apenas traria benefícios. Afastou as bocas, colando os seus lábios sobre os dele, sugando-os lentamente. Esse gesto enlouqueceu Malfoy, que moveu as mãos da cintura para as pernas da rapariga e juntou as suas línguas de novo, forçosamente.
Então Hermione constatou que era a altura de começar a brincar.

- Com pressa, Malfoy? - perguntou no tom mais irónico de todos, enquanto olhava para as mãos do rapaz, já nas suas pernas - Temos a noite toda.

- Granger. - a sua voz soou a um gemido, que Hermione gostou bastante de ouvir.

- Assim está melhor. - disse, voltando a beijá-lo ardentemente. Então sentiu as mãos do rapaz subirem ainda mais, alcançando as suas coxas e levantando a sua saia. Hermione tirou uma das mãos do pescoço, levando-a à gravata de Malfoy. Começou a desapertar o nó, sem deixar de beijá-lo. Quando a peça finalmente alcançou o chão, Hermione desapertou o primeiro botão da camisa, parando de seguida. Colocou a sua mão no cabelo do rapaz, agarrando-o e puxando-o, fazendo o corpo de Draco colar ainda mais no seu. Pensou por um momento que qualquer pessoa que os apanhasse no corredor entenderia tudo da maneira errada, mas não se importou. Estava perfeitamente consciente do que fazer e não se deixaria levar.
Mas, não conseguiu conter um pequeno gemido quando a mão de Malfoy alcançou o seu local mais íntimo. Hermione moveu-se ligeiramente, de modo a que a mão do rapaz voltasse de novo à sua coxa. Esse gesto excitou Draco profundamente, facto que Hermione pôde sentir já que Draco estava completamente colado a ela.
Decidiu voltar a parar. A brincadeira estava a dar resultados.

- És um rapaz realmente apressado, não és Malfoy? - Hermione perguntou no mesmo tom de voz sensual, enquanto enrolava o cabelo de Malfoy no seu dedo.

- Só quero o que é bom. Vá lá, Granger. - Draco gemia.

- Vá lá, Granger? - Hermione brincou com as palavras de Malfoy - Mas para quê tanta pressa? Devagar, as coisas são bem melhores.


- Grangeeeeeeer. - Draco gemia, já não se inibindo de o fazer.

Hermione sorriu maldosamente. Levou a sua mão de novo à camisa do rapaz, desapertando-a lentamente. Sentiu de novo a mão do rapaz na sua intimidade e deixou-o avançar dessa vez. Draco havia já afastado a sua peça fina de algodão e alcançado o que desejava. Hermione já estava preparada para o que aí vinha. Entrelaçou as suas pernas em volta de Draco, que a segurou firmemente pela cintura com uma das mãos. A outra, foi colocando-a gradualmente dentro da rapariga. Um dedo, dois, três. Draco fazia tudo pacientemente, como nunca havia feito. Não conseguiria suportar mais interrupções. Ela estava a deixá-lo completamente louco, nunca nenhuma rapariga o deixara assim. Ele estava a gostar realmente daquilo.
Então Hermione gemeu bem alto, enquanto sorria ironicamente sem que Draco visse. Quando alcançou o último botão da camisa, desapertou-o, abrindo a camisa por completo, deixando o corpo tonificado do rapaz à vista. Hermione começou a passar a sua mão pelo peito do rapaz, arranhando-o com as unhas, o que provocou um efeito explosivo em Malfoy. O rapaz gemeu, mas não retirou os seus dedos de dentro da rapariga. Gemeram em conjunto, mostrando que estavam ambos muito satisfeitos com o que faziam. Draco estava mais excitado que nunca e Hermione não podia negar a excitação. Mas ela estava consciente, a razão ainda não a abandonara. Afastou as pernas, permitindo a Draco mais liberdade de movimentos. Esta atitude surpreendeu-o positivamente. Nunca imaginara que a sua fantasia se realizasse, que Hermione Granger estivesse assim com ele. Mas, ele sempre tivera razão. Ela era difícil. Muito difícil.

Hermione capturou de novo a boca de Malfoy, enquanto continuava o seu percurso com as unhas pelo corpo descoberto do rapaz. A outra mão retirava agora a camisa, que também atingiu o chão rapidamente. Então, Hermione sentiu Draco colocar dentro de si o que faltava e apercebeu-se que um líquido saíra de dentro dela. Gemeu alto. Apesar de falso, aquilo era bom. Então, Draco retirou os dedos de dentro dela e dirigiu a mão para a gravata da rapariga, desfazendo o nó rapidamente e atirando-a para o chão de seguida, fazendo-a juntar-se às suas peças que já haviam sido retiradas. Desabotoou a camisa de Hermione, enquanto beijava o seu pescoço, arrancando-lhe pequenos, mas muito prazerosos, suspiros. Quando Hermione sentiu a sua camisa a ser arremessada para o chão, decidiu voltar a parar. Enlouquecê-lo só estava a tornar tudo mais prazeroso.
Draco olhava para os seios definidos que tanto o haviam feito sonhar, escondidos num belo soutien vermelho. Granger sabia seduzir e deixar um homem louco quando queria.
Hermione sorriu, ao ver Draco praticamente babado a olhar para os seus atributos. Então, ergueu o peito para cima, num gesto que deixou os seus seios colados ao pescoço de Draco. As bocas continuavam afastadas e os olhares separados, já que o olhar de Draco só tinha uma direcção. Foi demais para ele. Agarrou a rapariga pela cintura juntando-a a ele o mais possível e começou a beijar e lamber os seus seios, como se realmente dependesse disso. Hermione aprovou a atitude e agarrou a cabeça de Malfoy, como que o incentivando a mais. Aquele jogo estava a ser de facto muito prazeroso. Malfoy não brincava, sabia o que fazer. Hermione admitiu internamente de que se não estivesse completamente ciente do seu objectivo, acabaria por entregar-se a ele. Hermione sentiu a mão de Draco largar a sua cintura e buscar o fecho do seu soutien. Quando finalmente o achou, desapertou-o, experientemente, deixando à vista o que tanto desejava. Mirou-os, espantado e teve-os. Agarrou, beijou, lambeu, sugou. Os seios de Hermione eram algo que provocavam um efeito estranho em Draco, como uma droga. Nunca nenhuma rapariga provocara aquele efeito nele. Hermione realmente enlouquecia-o. Aquilo era um jogo, sujo, perigoso, que ele não imaginava que poderia perder. Mas apenas um deslize poderia inverter o resultado.

Quando sentiu mais um chupão de Draco nos seus seios, Hermione gemeu. E Draco, ao ouvir mais um dos desejados gemidos de Hermione parou de deliciar-se com os seus seios, passando para a barriga. Draco ergueu a rapariga, encostando-a à parede. Hermione entrelaçou as suas pernas na cintura dele e sentiu os lábios do rapaz a percorrerem todo o seu tronco, desde o pescoço até à barriga. Interrompeu novamente o processo.

- Eu tinha razão ou não? - Hermione brincava com Malfoy, falando com sensualidade - Devagar é muuuito melhor.

- Sim Granger, muito melhor mesmo. - Draco não estava lúcido.

- Assim sim, Draco Malfoy.  - Hermione voltou a sorrir sensualmente.

- Eu quero-te, Granger. - Malfoy disse numa voz que mais parecera um gemido.

- Como? - Hermione queria ouvir aquilo de novo.

- Eu quero-te Granger. Quero realizar-me dentro de ti, despejar todas as minhas emoções dentro de ti. Quero chegar ao auge do prazer contigo. - Draco falou de uma só vez, voltando a beijar os lábios de Hermione.

E Hermione sorriu vitoriosamente. Havia conseguido o que queria. Draco havia pedido por ela. As regras do seu jogo estavam a ser contrariadas. Então a rapariga concluiu que cumpriria o seu objectivo na hora H.
Levou a mão às calças de Draco, começando a desapertá-las. Quando o fez, desceu-as lentamente, deixando à vista os boxers azuis-marinhos do rapaz, que escondiam o seu membro, agora totalmente erecto e excitado. Deu um olhar rápido e sorriu, encarando depois o rapaz, que a olhava e sorriu também. Draco livrou-se das calças e encostou-se de novo a Hermione, o mais que podia. Estavam naquilo há imenso tempo, ele tinha a certeza. E havia sido a mais prazerosa de todas, ele afirmava-o com todas as certezas.
Decidiu então estabelecer a igualdade. Levou a mão ao fecho da saia de Hermione, desapertando-o, fazendo-a escorrer lentamente pelas pernas dela. Quando finalmente chegou aos pés, Hermione retirou-a com um sensual movimento de pernas, o que deixou Draco ainda mais louco.
Quem passasse por aquele corredor naquele momento, apenas veria roupas espalhadas pelo chão e um casal num momento de extremo prazer, iluminado pela Lua, que entrava pela janela. Mas ambos não se importavam com isso. Draco estava cego pelo prazer e Hermione tinha um objectivo a cumprir.
Então Draco, abaixou-se, e retirou as finas cuecas de algodão, também vermelhas, de Hermione, agora totalmente molhadas. Invadiu a intimidade da rapariga com a língua, fazendo-a gemer mais alto do que havia gemido alguma vez naquela noite. Então, explorou, invadiu tudo aquilo que apenas havia sido de Hermione até àquela noite. Quando a língua de Draco alcançou o seu clítóris, Hermione entregou-se ao prazer e gemeu bem alto, no entanto, ainda completamente lúcida. Voltou a sentir o líquido a escorrer e sorriu com muito prazer. Draco era de facto muito bom, havia-a feito atingir o orgasmo duas vezes na mesma noite. Quando a língua de Draco abandonou o local onde estivera antes e a boca dele voltou à sua, Hermione pôde sentir o próprio gosto e constantou que não era muito mau. E então, ela soube que chegara a hora.
A verdadeira brincadeira começaria, agora.
Levou as mãos aos boxers do rapaz e retirou-os lentamente, observando os atributos do rapaz. Draco era realmente bem dotado e Hermione finalmente entendeu os comentários maliciosos das raparigas dirigidos a ele. Levou uma mão ao órgão do rapaz e começou um movimento de cima e baixo,  que se intensificou depois. Quando ouviu os gemidos de Draco inundados de prazer e soube que ele iria ejacular a qualquer momento, Hermione colocou o pénis na sua boca e sentiu o gosto do rapaz que possuíra. Não era propriamente agradável, mas não era mau. E Draco gemeu, gemeu alto, atingindo o orgasmo. E decidiu falar, já não aguentava mais aquilo.

- Granger - começou Draco,  sem fôlego - quero que sejas minha. Quero ser teu. Sê minha, agora. EU QUERO-TE GRANGER, ESTÁS A DEIXAR-ME LOUCO! Deixa-me ser teu, SÊ MINHA! Vamos ser um só, Granger. Tu és diferente, eu quero-te, sempre te quis.

Hermione apenas sorria. Havia chegado a hora. Deitou Draco no chão e colocou-se por cima dele, abrindo as pernas, permitindo-lhe que roçasse o seu pénis na entrada da sua vagina. Draco tentou forçar a entrada, mas Hermione afastou-se, levantando-se de seguida. Draco continuava deitado no chão, não entendendo a reacção da rapariga. Levantou-se também quando viu que ela começara a recolher as suas roupas e a vestir-se, sorrindo ironicamente.
Então, entendeu.

Granger havia feito dele o que ele fizera com todas as raparigas. Ele havia perdido o seu próprio jogo. Ele perdera o comando, pedira por ela. Desobedecera às regras. Hermione comandara, Hermione fizera-o pedir por ele.

Hermione tornara-o vítima do seu próprio jogo.


Ele pedira por ela. Mais do que uma vez.
Ela apenas jogara sujo com ele.
E ele havia perdido.

E Draco entendeu que o jogo sujo só tinha desvantagens. Hermione havia sido mais inteligente, havia adoptado uma táctica melhor que a dele.
E agora, ele era o derrotado.

Sentiu-a aproximar-se novamente de si, já vestida. Hermione aproximou-se do seu ouvido e sussurrou três palavras antes de se afastar.

- Beautiful, dirty, rich.


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N/A: a minha primeira NC *-* !
espero que tenham gostado, foi algo que me invadiu de repente quando ouvi a música da Lady Gaga.
esta é uma fic de um capítulo só, como podem ver.
Bem, espero que tenham gostado, e gostaria que me dessem a vossa opinião.

beijo grande para todos (L) 

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Comentários: 2

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Enviado por RiemiSam em 10/04/2013

Excelente. Fiquei com gostinho de QUERO MAIS!Tem uma continuação por aí.

Nota: 5

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Enviado por Vanessa Paula em 08/12/2012

Muito boa  a sua fic!!!

Nota: 5

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