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8. Um bastardo Malfoy?


Fic: Amor sempre amor. COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Casamento é uma palavra tão feia – falava Gina pra sua mãe.
Minha filha, desse jeito você me deixa triste. Casamento é tudo pra mim. – retrucava a sra. Weasley.
Mãe!!! Isso é um palavrão! – gritava Gina lavando a louça.

Sra. Weasley sorriu.

Eu não me vejo cuidando de uma casa e nem de um bando de pirralhos segurando a barra da minha saia gritando – explica Gina inconsolada.

A sra. Weasley continuava sorrindo, mas agora com as sobrancelhas arqueadas.

Mãe, por que você fica somente sorrindo? Não vê que é um sofrimento para mim, amar um rapaz que deseja algo que eu não tenho vocação pra dar?
Eu achava que não tinha vocação para uma coisa e no entanto... Sete filhos, hum? – falava Molly dando uma piscadela para a filha.
MÃÃÃÃE! – urrava Gina agora envergonhada – Eu não quero saber de sua vida amorosa com papai!

A sra. Weasley sorriu mais ainda.

Tem algo errado com a senhora – analisava Gina – Ainda não me deu uma bronca daquele tipo “menina, imagine se o Harry escuta você falando uma besteira dessas, ele iria ficar triste demais, deixe de ser egoísta”, hoje a senhora só fez rir.
Ah, eu estava enganada. Harry não ficou triste...
Não? Como a senhora sabe ... Espere aí, a senhora disse ficou? – Gina pergunta.
Ele está bem ali, na porta, escutando toda a sua loucura.

Gina ficou ruborizada e virou-se lentamente para a porta.

Olá Gina – cumprimenta Harry visivelmente enfurecido.
Acho melhor eu ir lavar roupa – comenta Molly olhando para o casal – Ou será que vocês é que lavarão?
Mãe... A senhora me paga – fala Gina a encarando.

A sra. Weasley saiu um pouco preocupada, mas satisfeita porque Gina teria que finalmente decidir a vida.
Gina tamborilava os dedos no balcão olhando um canto da cozinha, não arriscaria pôr os olhos nos de Harry por medo de morrer “fuzilada”.

Poderia ter me falado – começava Harry não entrando e nem saindo da casa, permanecia encostado na porta.
Isso significa muito pra você – explicava Gina – Eu não queria te deixar triste.
Ah não, claro que não! – Harry explodiu – Você não vê que eu nunca tive nada disso? Que eu preciso de algo como família?
Vejo – retruca Gina – Você é que não vê que eu tenho demais! Família grande, problemas financeiros, brigas e todo mundo querendo mandar em mim.

Harry balançou a cabeça e saiu sem falar mais nada, enquanto Gina socava a mesa.

* * *

- Eu sou normal – repetia Luna em frente ao espelho do seu quarto – Eu sou normal, eu sou normal...
- Tem certeza? – uma voz masculina perguntou da porta do quarto.
- O que você está fazendo aqui? Como conseguiu entrar? – questiona Luna assustada.
- Mandaram te buscar – responde o rapaz analisando o short curtíssimo branco que ela usava com uma camiseta preta – Uma poção não deu certo, mesmo seguindo todas as suas regras escritas...terminou explodindo bem no rosto da menina que fazia, coitada, uma aprendiz, entende?
- Sei, sei. E então você entrou aqui?
- Eu chamei, gritei, urrei, cantei, fiz de tudo pra você me escutar e nada. Então averiguei a proteção da casa e me dei conta que não tinha nenhuma... Você não tem medo?
- Eu não tenho inimigo – responde Luna dando de ombros.
- Certo. Porém, imagine se eu entro aqui e me deparo com você numa situação...complicada.
- Como o quê?
- Humm, você tomando banho, por exemplo – fala o rapaz sorrindo.
- Não dá ideia – fala Luna prendendo o cabelo – Seria uma sorte.
- De quem? Minha ou sua? – pergunta o rapaz sorrindo e emenda - Esse seu short é pra chamar a atenção de quem, hein? É para aquele bendito cara que você nunca me diz quem é?
- Você é meu melhor amigo – responde Luna desconversando.
- Mas não sei por onde anda seu coração. Isso é maldade sua, ouviu?
- Se você soubesse, riria da minha cara – fala Luna desconfortável.
Se eu soubesse bateria nesse cara por não lhe dar valor.

“Ops, complicado” pensa Luna.

*******
- O que você quer aqui? – pergunta a senhora com cabelos longos platinados ao abrir a porta da sua casa.
- Você ainda pergunta? – responde a outra com um sorriso sádico.
- Não vou te dar nada! – gritou a loira batendo a porta.
A outra se materializou na sala.
- Não conseguirá fugir de mim, minha querida. Sou parte dessa família, esqueceu? – retruca a outra tirando as luvas – Ufa! Aqui está frio, hein? Não tem nada para eu beber?
- Só se for veneno! – responde a loira com raiva.
A outra a encarou.
- Espero que você realmente não dificulte as coisas, Narcisa, eu não gostaria de complicar a sua vida ou a de...Draco. Não faça nenhuma bobagem, querida, você sabe melhor do que ninguém o que posso fazer pra obter o que quero.
Desprezível! – fala Narcisa enojada.

*****
Draco estava perplexo com a história que Hermione acabara de lhe contar.
- Um Malfoy bastardo? – pergunta ele pela quarta vez.
- Não cansa, Malfoy – responde Hermione – O problema é quem É esse Malfoy.
- Estou pasmo!
- Eu também fiquei. Mas agora sabemos com quem estamos lidando – reflete Hermione.
- É bem complicadinho, não acha? – pergunta Draco desgostoso.
- Kika também deve achar isso de você.
Mas ela...

Uma coruja adentrou a sala espalhando penas para todos os lados, parecia cansada.
Draco olhou com curiosidade a coruja retirando o papel amarrado em sua perna.

“Draco, tenha cuidado onde estiver. Existe coisas que você não sabe. Espero revê-lo em breve para conversarmos”.
Beijos de sua mãe
Narcisa.”

- Algum problema, Draco? – pergunta Hermione vendo Draco “fechar a cara”.
- Minha mãe sabe de algo – responde Draco irritado – Ela sabe e nunca me falou nada!
- Você não tem certeza e...
- NÃO? EU NÃO TENHO CERTEZA? VEJA ISSO! – ele estende o papel para Hermione quase esfregando no rosto dela.
Por que ela não lhe contaria? – pergunta Hermione intrigada.

Draco a olhou diferente, parecia que algo havia ocorrido em sua mente e com um sorriso jogou a carta no chão.

- Eu realmente não vou perder meu tempo discutindo enquanto você está aqui, no meu apartamento – fala ele se aproximando dela.
- Eu não entendi o que você quis dizer – fala Hermione segurando um sorriso ao vê-lo sentar junto e alisar seu rosto.
- Sabe sim, sabe tanto que está começando a sorrir de nervoso – ele retruca passando os dedos nos lábios dela.
Hermione corou.
- Acho melhor pararmos por aqui – ela fala sem muita vontade – Temos que pensar nesse problema e...
Esquece. O que quero é mais beijo seu. Muito mais – Fala Draco a puxando para cima de si e beijando levemente seu rosto.

Hermione sentiu um “fogo” subir entre suas pernas e deslizou sua boca de encontro à boca do loiro onde sugou todo o gosto dele. Draco enfiou a língua com voracidade e apertou a cintura dela enquanto que Hermione puxava os cabelos dele sugando a língua dele tanto quanto fosse possível.
Draco perdeu o sentido de si e levantando a blusa de Hermione e começando a beijar e sugar toda a pele exposta da barriga deixando marcas vívidas vermelhas. Ela não conteve um gemido e arqueou o corpo esperando que ele subisse os beijos, mas o que sentiu foi uma mão abrindo o zíper de sua calça o que a fez pensar um pouco no que estava por vir.
Ela deu um pulo do sofá levando Draco ao chão.

- O que aconteceu? – ele pergunta se levantando.
- Não dá para fazermos nada disso – ela fala como se desculpando.
- Por que não? – ele exige saber.
- É...hum...bem...coisa de mulher – ela fala olhando pro chão.
- Hum... Então... Malfoy bastardo, não é? – fala Draco mudando de assunto.
Pela última vez, é.

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