Second Life
Capítulo 12
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Escrita por Lariope
Betada originalmente por Shellsnapeluver.
Traduzida por Dinha Prince
Betada por Thayz Phoenix.
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Nos dias seguintes, ela bateu a porta prontamente às nove. Sabia que ele estava lá dentro; podia senti-lo lá, mas ele não a convidou para entrar. Sabia que poderia simplesmente entrar sem pedir licença. As proteções a aceitariam; ela poderia ir até Dumbledore, e ele seria forçado a continuar com as aulas. Mas não tinha vontade de explicar para Dumbledore o que tinha incitado o comportamento, não queria forçar sua presença. Quando estivesse pronto, disse a si mesma, ele responderia, e eles continuariam como fora antes da tarde na Floresta Proibida. Ela continuaria batendo na porta até lá.
Hermione vivenciava um tipo de solidão que jamais conhecera antes. Sabia o que era ser desamparada, ser considerada irritante, arrogante, estudiosa. Tinha conhecimento do que era ter amigos e estar sem eles. Cada momento gasto quando voltava ao Mundo Trouxa era pontuado pelos fragmentos de solidão sem Harry e Rony. Conhecia o que era saudade de casa, saudade da família quando estava no colégio, e saudade do mundo mágico quando estava com a família. Porém, ela nunca conhecera esse sentimento que surpreendia constantemente seu ressaltado coração. Era como se um pedaço seu tivesse sido entalhado e jogado fora, quase como se sentisse solitária de si mesma. Se Snape tinha perdido um pedaço ou se estava perdendo algo, ela não sabia, mas ficou claro que nada estava certo desde que ele a deixou em pé na floresta, e tudo que a levara a bater na porta das masmorras a cada manhã.
Estudar não ajudou, ler muito menos, e sentiu-se abandonada pelas habilidades que a tinham instruído a manter-se calma por inteiro. Sentiu-se como se estivesse num grau baixo do pânico. Quis socar a porta e exigir que ele a atendesse. Quis implorar, prometer que o beijo não teve significado nenhum, que faria qualquer coisa se ele a ensinasse um pouquinho mais. Contudo, é claro, ele era Snape, e ela não poderia fazer nada com relação a isso. Podia imaginar seu olhar, o frio desprezo que encontraria lá se ela ousasse revelar qualquer tipo de emoção. Ele a esmagaria.
“Entre.”
Ela se moveu lentamente para dentro do escritório, tremendo levemente e apertando as alças de couro da bolsa. Quando se aproximou da escrivaninha, notou o olhar de repulsa a que ele lhe dirigia. Ele voltou a ser o professor. Com uma simples palavra, Entre, ele disse não haveria nenhum duelo amigável ou feitiços, nem lições especiais, muito menos conversa. Ela era simplesmente outra terrível estudante, trazendo trabalho para ser inspecionado.
“Senhorita Granger. A que me permite o… prazer?” A palavra prazer soou tão dubiamente que ela desejou poder replicar, mas sabia que não era permitido.
“Eu terminei meu projeto de Feitiços de Extensão,” ela falou tranquilamente, segurando o pedaço de couro.
Snape abriu a bolsa e retirou os livros escolares, um por um. Colocou-os sobre a escrivaninha.
“Adequado,” disse, soando tedioso. “Mas a bolsa é de uma natureza curiosa. Por que você tem algo assim? O que tem dentro? Muito mais imperceptível seria um tipo de bolsa para mulheres... que despertasse alguns olhares de relance, perceber mas ignorar...”
“Sim, professor,” ela respondeu. Sentiu-se curiosamente exposta diante da escrivaninha dele, embora ele não a tivesse convidado para sentar.
Ele pôs a bolsa dela em cima da escrivaninha desdenhosamente, e ela quis saber se poderia pegá-la e começar a enchê-la com seus livros outra vez. A cabeça dele desceu para o pergaminho a sua frente, seu cabelo caindo pelo rosto enquanto trabalhava, não permitindo que ela tivesse qualquer sugestão da expressão que lá havia. Ele estava se divertindo com o desconforto dela ou confinado em seu próprio desconforto?
“Mais alguma coisa?” ele perguntou sem olhar.
“Não, senhor,” ela falou, e juntou os livros, desajeitada por ter que se aproximar dele para pegá-los. Colocou cada um na bolsa, olhando com um pouco de tristeza. Tabalhara muito duro nisso, fora a única coisa na qual tinha se concentrado nos últimos dias. Pensara que a idéia das alças tinha sido uma inspiração, assim esconderia a abertura da bolsa para acomodar itens de várias condições. Ela não queria aceitar isso; trouxera a bolsa para ele como um presente, um presente de sua mente dela ou seu talento. Considerar seu trabalho indigno a fazia odiá-lo.
"Então espero vê-la na próxima aula de Defesa Contra as Artes das Trevas,” ele declarou.
Logo, não haveria mais lições. Ele admitiu isso, liberando-a de seu escritório pelo resto do feriado. Quando ela encheu a bolsa e virou-se para saída...
“Senhorita Granger.”
Ela girou.
“Depois de cuidadosamente considerar os eventos do outro dia, eu revogo minhas desculpas.”
O coração dela saltou. Ele estava dizendo -- ?
“Eu estava claramente sob os efeitos do suave veneno do cogumelo. Além do mais, vejo que não é necessário desculpar-me pelas minhas ações, já que não tinha o controle de minhas faculdades mentais.”
De algum modo, na singela declaração, ele sugerira que ela errara na identificação do cogumelo e o envenenara, e que ele a achava tão repulsiva que somente uma neurotoxicina poderia levá-lo a beijá-la.
Hermione olhou-o serenamente, ponderando suas opções. Apontar que ela tinha comido o mesmo cogumelo e não sofrera nenhum efeito ou coisa parecida, ou chorar e correr para fora do escritório. Ela travou os olhos sobre ele como se estivessem presos e sustentou uma máscara tão fria que poderia achar que algo a havia possuído.
“Tenho certeza de que você está certo,” ela falou. Então pausou e adicionou, “Imagine o que teria acontecido se nós tivéssemos comido tudo.”
Ela teve somente uma leve impressão da cor rosada nas bochechas dele quando se girou e caminhou calmamente para fora da sala.
Somente depois dela ter subido dois lances de escada e ter cruzado o castelo todo foi que ela decidiu estar longe o suficiente e derramou-se em lágrimas.
***
Hermione estava sentada no Salão Comunal quando Harry voltou, estourando pelo buraco do retrato e indo direto a ela. Estava tão agradecida em ver que ele não a ignoraria – os últimos dias tinham sido tão torturantes, longos e solitários – que nem sem sequer pensou em uma desculpa.
“Harry! Você teve um bom feriado?”
Ele se lançou na poltrona a seu lado. “Sim, foi bom... tenho muito o que lhe contar. E eu... erm... desculpe-me pelo modo com que lhe tratei antes de partir. Não estava em meu juízo perfeito, você sabe —eu ouvi --”
Ela balançou a mão, dispensando suas desculpas. “O que você ouviu?”
“Na noite da festa do Slughorn — eu segui Snape e Malfoy! Eles foram para o escritório do Snape e —”
O coração de Hermione pareceu palpitar e parar no peito. O que ele tinha ouvido?
“Malfoy está planejando alguma coisa! Alguma coisa para Voldemort... e Snape estava oferecendo ajuda a ele!”
Hermione ouviu em um silêncio atordoado o que Harry contou, no geral fora tudo o que ela mesma tinha escutado no escritório do Snape. Tentou pensar calmamente. Tinha que tirar Harry desse rastro, mas como?
“ Você não acha —” ela começou.
“– que ele estava fingindo oferecer ajuda para poder induzir Malfoy a lhe contar o que estava fazendo?
“ Bem, é isso,” Hermione falou.
"Isso é o que todo mundo fala,” Harry falou impaciente. “Mas prova que eu estava certo — Malfoy está planejando algo! Venho falando isso durante anos!
“Você certamente vem,” Hermione falou, mas Harry não notou com qual tom de voz.
“E prova que ele é um Comensal da Morte.”
“Ele falou realmente que está trabalhando para Voldemort?”
Harry franziu a testa, tentando lembrar. “Não tenho certeza... Snape disse ‘o seu senhor’, quem mais poderia ser?”
“Não sei”, respondeu Hermione mordendo o lábio. “Talvez o pai dele?”
“Por que você está tão determinada em acreditar que Malfoy é inocente?”
“Não estou dizendo que acredito que o Malfoy é inocente — só estou falando que se o Professor Snape está ciente da situação, então nós temos que acreditar que —”
“Ah, por favor,” Harry começou irritado. “Snape dificilmente tem se mostrado digno de confiança. O cara é um Comensal da Morte, Hermione. Não sei por que você o defende.”
Hermione pensou em tudo o que tinha escutado no escritório de Snape na noite da festa de Natal. Ela realmente não podia culpar Harry pela preocupação; também ficara assustada e com raiva. Mas, o fato era: ela sempre confiara em Snape. Por anos, Harry sempre falou mal do professor, mas sempre não recorria a ele quando precisava? Até mesmo na Casa dos Gritos, pensara que estava protegendo-os – protegendo Harry de um homem que liquidou com a família dele. A horrível noite na qual foram para o Ministério, a noite em que perderam Sirius, e foi Snape quem enviou ajuda. Ela pensou de novo em como ele lhe contou quando o questionou sobre o plano de Draco: Acredite em mim, Senhorita Granger, o Diretor está consciente de tudo que eu converso com Malfoy. Faça o seu trabalho. Deixe-me fazer o meu.
Seja o que for que tenha escutado no escritório, tinha de confiar naquela parte do plano. Não havia muitas partes do plano que não tinha entendido? Por que ela confiava em Snape? Por que Dumbledore a estava preparando – e o que Snape insinuara na floresta, Harry e Rony – sobre viver escondidos? Tinha que ter fé, acreditar que de algum modo o plano os salvaria. Não poderia permitir que Harry interferisse no que quer que Snape estivesse fazendo.
“Olhe – se você não confia no Professor Snape, então vá até Dumbledore. Tenho certeza de que ele já ouviu de tudo, então será capaz de tranqüilizar sua cabeça.”
“Você é inacreditável, ah, é,” disse Harry balançando a cabeça. “Você vai ver quem tem razão... você vai engolir o que está dizendo, Hermione.”
“Talvez sim,” ela falou, “ mas acho que você deveria acreditar mais nas opiniões de Dumbledore.”
Nisso, Rony e Lilá entraram no Salão Comunal.
“Senti tanto sua falta Uon-Uon,” Lilá estava quase enforcando o ruivo.
Harry olhou para Hermione cuidadosamente, mas ela encolheu os ombros. “Se é isto que o faz feliz,” declarou.
Ele olhou aliviado. “Você acha que seria possível vocês dois consertarem as coisas?”
“Eu creio que sim.”
“Brilhante!” Harry falou, aparentemente perdoando-a pelas repugnantes difamações anteriores sobre Snape e Malfoy. “Falando de argumentos, eu tive uma briga com Rufus Scrimgeour também...”
Quando Harry começou a narrar a breve visita do Ministro da Magia, Hermione inquietou-se. Advertira Snape de que Harry andava escutando. Sabia que não conseguira fazê-lo perder a vontade de seguir Malfoy, e não quis que Snape pensasse que contara para Harry o que tinha escutado na sala dele. Queria que ele estivesse preparado para uma possível intromissão do Harry…
Logo que percebeu que poderia sair sem grandes problemas, seguiu até o banheiro, desculpando-se. Pareceu-lhe que passara todo o tempo atrás de companhia e, quando a tinha, lutava para fugir delas novamente. Correu, subindo as escadas para o quarto. Parvati ainda não tinha voltado, e Lilá ainda estava no Salão Comunal com Rony. Apontou a varinha para o anel em sua mão e pensou, Harry ouviu algo. Eu preciso falar com você.
***
Snape tentara - sem sucesso - corrigir redações durante todo o dia. Desde a rápida aparição da Senhorita Granger em seu escritório, não conseguia pensar em qualquer coisa além do discreto levantar dos cílios castanhos dela e o frio e calmo tom de voz no qual ela falou, Imagine o que teria acontecido se nós tivéssemos comido tudo. Menina atrevida! Ela veio à Terra para atormentá-lo? O que aquilo teria possivelmente significado para ela?
Finalmente deixou as redações de lado quando ficou claro que não conseguiria concluir nada mais naquele dia. Estava se preparando para visitar a Sala Comunal da Sonserina e cumprimentar os estudantes dele que retornaram quando o anel começou a esquentar. O que é agora? Pensou e removendo-o.
Harry ouviu alguma coisa. Eu preciso falar com você. As palavras eram pequenas, e ele girou várias vezes o anel para poder lê-las. Fez uma nota mental, antes de enviar a resposta, de ensiná-la algum tipo de estenografia.
Oito horas. Em meus aposentos.
***
O jantar foi um encontro torturante. Snape descontou um pouco da sua frustração e ansiedade nos sonserinos, mas logo que entrou no Salão Principal, tudo voltou misturado a visão de vê-la espremida entre Potter e Weasley na mesa da Grifinória. Então o Trio de Outro se beijou e se reuniu. E agora eles teriam a atenção dela de novo, curvando-se com todo tipo de mentiras e insinuações sobre ele. O que Potter teria contado que a fizesse pedir para vê-lo?
Ele engoliu com dificuldade a comida qualquer quando Dumbledore começou um amável discurso. Apesar de suas advertências, a garota o olhou rapidamente várias vezes, mas dificilmente poderia puni-la, já que todos os olhos estavam sobre a Mesa Principal. Logo, fechou os olhos e desviou o olhar. O que, em nome de Merlin, ela estava fazendo com ele?
Inseguro sobre o que falar, com um humor assassino, deixou o Salão Principal e foi para os seus aposentos. Andou por um tempo, e então decidiu que seria melhor sentar em sua escrivaninha para parecer ocupado quando ela chegasse. Abriu um livro e fechou novamente. Pediu uma xícara de chá a um elfo doméstico, reclamando quando o líquido - o chá - chegou e não estava quente o suficiente, escaldante do modo que gostava.
Quando ela chegou pela rede de Flu, prontamente às oito, ele estava preparado para gritar até ela chorar.
“Professor Snape,” ela o cumprimentou. “Obrigada por me receber.”
Ele não falou nada, mas a olhou impiedosamente, sentindo uma vibração de triunfo quando ela começou a se acovardar.
“Eu — eu não queria aborrecê-lo, mas a volta do Harry da casa dos Weasley parece...” Ela torceu os dedos diante dele, trocando levemente seu peso de um pé para o outro.
“Diga logo, Senhorita Granger. Não tenho a noite toda.”
“Parece que ele estava bisbilhotando na noite da festa do Slughorn.”
Por um momento ele pensou que ela estava se referindo sobre algo entre eles. Então percebeu que ela falava sobre a conversa dele com Malfoy. Quantos Grifinórios espreitavam-no em seu escritório naquela noite?
“Entendo.”
“Eu só pensei… bem, só pensei que você deveria saber que ele considera isso uma prova de que Malfoy se juntou aos Comensais da Morte, e --”
“-- e como de costume, ele acredita que eu estou ajudando-o em algum plano abominável.”
“Isso”, ela falou, olhando-o um pouco aliviada.
“O que você disse a ele?” perguntou ferozmente.
“Nada, professor. Perguntei a ele se Malfoy tinha verdadeiramente falado que estava trabalhando para Voldemort – o que não fez, professor. E falei que você fingia estar com Malfoy para descobrir o que ele estava planejando. Sugeri que procurasse Dumbledore se não fosse capaz de confiar em você.”
“E o que você esperou lucrar me contando tudo isto?”
“Nada, professor. Só pensei que você deveria saber para se o Harry tentar impedir seu plan —”
“As pessoas asseguram que Grifinórios e Sonserinos são diferentes, mas acho que são mais semelhantes do que você deseja admitir: conveniência, individualismo, sempre prontos para trapacear e mentir, quebram regras e contam histórias para conseguir o que querem. Prefiro os Sonserinos porque são valentes o suficiente para confessarem isso. Grifinórios sempre fingem estar fazendo algo para mais alguém. O que você quer, Senhorita Granger?”
Ela o olhou ferida e afrontada. “Asseguro a você, não estava pensando em nada além da sua segurança. O que Harry deveria fazer em resposta ao que ouviu? O que aconteceria se ele fosse parar o Malfoy, e Voldemort pensasse que você —” A voz dela falhou um pouco. “O que aconteceria se ele pensasse que você me contou alguma coisa que não deveria e eu —” Ela prendeu o maxilar e piscou rapidamente.
Então, ele tivera sucesso em fazê-la chorar. Uma onda de aversão a si mesmo se abateu sobre ele, mas se recusou a desistir de encarar o rosto dela coberto de lágrimas.
“Então, você veio assegurar-se de que protegerei você do Lorde das Trevas?”
“Não!” Ela deixou escapar um som angustiante e frustrado. “Vim contar para que possa observar Harry. Mantê-lo fora do caminho do Malfoy. Manter-se a salvo.”
Então, ela chorou energicamente, talvez um espasmo de auto-aversão, pelo que fizera, o que jamais tinha feito por ninguém. Traíra Potter por causa dele.
Ele levantou da cadeira como um homem embaixo d’água. O ar pareceu muito denso para respirar. Ele caminhou até ela, fazendo-a recuar para longe dele. Teria se amaldiçoado se não tivesse encontrado presença de espírito.
“Senhorita Granger.”
Ela sacudiu a cabeça e golpeou os olhos na tentativa de enxugá-los. “Desculpe-me, professor. Eu irei agora.”
“Senhorita Granger.” Ele pousou a mão sobre o braço dela. Ela olhou para ele, deixando-o fascinado pelo caminho que as lágrimas formaram nos pesados cílios, as pontas negras.
“Hermione,” ele disse e, de algum modo, ela estava nos braços dele, chorando e balançando sua minúscula estrutura. Afagou o abominável cabelo dela – Merlin, como ele já poderia ter esquecido como era macio?— e sentiu as lágrimas quentes por entre o tecido de sua camisa. Deveria tê-la repelido; até tentou sentir repulsa, mas tudo que poderia reunir era um tipo de profunda dor, e então apertou-a com mais força.
“Hermione.”
“Você não pode,” ela ofegou, tentando se livrar do aperto dele. “Eu quero muito que faça, mas você não pode. É muito perigoso.”
“Você realmente acha que eu o deixaria machucá-la agora?
“Não eu, você, seu estúpido! Ele o matará. Ele o encontrará, e o matará.”
Alguma coisa dentro dele se despedaçou quando ela o empurrou e correu para o Flu. Observou a roupa dela girar enquanto ela desaparecia dentro das chamas. Cambaleando para a cadeira, ele caiu nela. Fitou dentro dos olhos castanhos e não foi necessário Legilimência para ler a verdade lá dentro. Ela se preocupava com ele. (N/T²: Vacilou hein Sevvie:S)
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Nota: Estenografia é arte e método de escrever tão rápido como uma pessoa fala, por meio de sinais e abreviatura; taquigrafia.
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Aqui é a Thayz, como sempre.
E eu sei que demorei. Vou parar de pedir desculpas porque elas não fazem nenhuma diferença se eu não mudar realmente. Sinto cada vez que atraso essa fanfic, mas a minha vida simplesmente virou do avesso. Juntar escola, projetos, RPGs, problemas pessoais e ENEM, não é fácil. Nem um pouco. Assim, como todo mundo deve saber... o ENEM foi adiado, e é por isso que este capítulo veio hoje. E, além disso, vou continuar a betagem – porque já comecei – do 13° capítulo na semana que vem... Não vou prometer nada; mas, torço tanto quanto vocês que a espera não seja tão longa.
Espero verdadeiramente que vocês entendam.
E tenho que dizer que este capítulo me fez chorar.
Beeijos. Até o próximo capítulo.
Thayz Phoenix.
Ah, queria contar para vocês que estou bastante feliz; o blog do qual faço parte ganhou o PotterBest. *-*
*faz dancinha feliz* =DDDD