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10. Capítulo X.


Fic: thegossipqueen. - CAPÍTULO TREZE. coments?


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Math E. Gomez. ® 2OO8. Todos os direitos reservados, proibida a reprodução por todo ou quaisquer meios.




Capítulo X.
Emmy na vida real.


cap2.png picture by mrmathe












thegossipqueen.net
your source into the queens’ life.




ATENÇÃO!: todos os nomes de pessoas ou lugares foram abreviados – ou pelo menos tentados ser – para proteger os verdadeiros inocentes. Ou melhor, a minha identidade secreta.

Oi, gente! Então, os holiday’s hiatus estão prestes a acabar, finalmente. Não, vocês estão completamente errados. Gossip Queen adora férias, algum tempo sem estudos, um novo ano, presentes de Natal e muito, muito mais. Mas sabe do que eu gosto mais do que isso? Segredos. E eu sei que vocês adoram também.

Mas... quer saber um segredo? Um segredo bem picante?

Uma das minhas muitas fontes me mandou isso: Imagina só por que o R não quer mais olhar na cara da E?! Eu ri na hora. Qual é a dessa garota? Ela está me achando com cara de palhaça ou o quê? Eu não tenho cara de quem quer brincar de adivinhações. Mas dois segundos depois, eu recebo outra mensagem e, confesso, fiquei chocada!

FLAGRA: E e T tiveram um filho!

Não, não você não leu errado. E põe flagra nisso! Quer dizer então que a nossa Rainha da Pureza já tinha rompido o selo? E com o namorado da melhor amiga? Clássico. E não, qualquer dejá vú é mera coincidência. Mas eu realmente não esperava isso. De verdade.

xoxo,
The Gossip Queen.





narrado por; emmeline vance.




O sol brilhava acima das nossas cabeças, tão alto que ardia nos nossos olhos. Era a manhã de domingo; voltaríamos para o conforto de nossas casas – não que as nossas casas de praia não fossem confortáveis. Estávamos voltando para a nossa doce e querida Londres. Ah, Big Ben, como eu senti a sua falta durante esses feriados!

Está tudo tão bem ultimamente. O Sirius e a Lene, bem, eles se pegam toda hora, sinal de que o namoro está indo às mil maravilhas. O Tiago e a Lily, realmente eu não dou um dia pra eles voltarem o namoro. E eu e o Remus realmente não podia estar melhor! Era como se tudo agora estivesse começando a dar certo e nada pudesse impedir, nada.

Desci do carro, coloquei o meu óculos de sol. Lar doce lar. Subi as escadas do meu apartamento com a certeza de que eu voltei para a minha cidade; foi como se eu estivesse voltando novamente de Nova York, só que com todos os meus problemas resolvidos. Peguei o elevador, pensando em mim e no Remus.

Podia um casal ser tão perfeito como nós? Nascidos um pro outro? Mesmo que eu soubesse que o que eu sentia por ele era o meu mais puro amor, eu sabia que eu não podia perder ele. Ele era meu, só meu e eu jamais poderia vê-lo com outra garota. Mas eu estava confusa, pois eu via no namorado da minha melhor amiga o desejo, vontade de tê-lo, ainda amando Remus. Era como se ele fosse a virtude e Tiago fosse o pecado, algo que eu queria, mas não podia ter.

Elevadores são tão reflexivos...!

Mas agora, eu tinha que me concentrar em mim e Remus. Amor puro. Eu e Remus. Nada podia separar o que o amor uniu. Nada a não ser...

- Vó? – exclamei eu, ao abrir a porta e dar de cara com uma senhora alta, que dava uma aparência de poder e ao mesmo tempo de uma inconfundível e incomparável elegância. O que minha avó estava fazendo aqui? Será que tinha acontecido alguma coisa com a minha mãe? Olhei para o quarto de hospedes enquanto entrava e observei algumas malas nele.

- Minha netinha favorita! – exclamou ela, ao me ver caminhar até ela. Ela então repousou o copo de gim que bebia na pequena mesa de centro da sala e levantou-se para me dar um caloroso abraço.

Foi um abraço longo e apertado; eu e minha vó éramos bastante unidas quando eu era criança – ela era uma espécie de segunda mãe. Mas fazia bastante tempo que não a via – desde Nova York. E eu não podia ir muito constantemente para onde ela morava; a França era muito depressiva para mim.

- Vó, - comecei, ao sentarmos no sofá para conversarmos depois de um longo abraço. – a senhora veio para ficar?

Ela ficou com uma expressão um pouco desconfortável no rosto, então, com as mãos um pouco tremidas, ela engoliu toda a dose de gim que restava no seu copo. Por que tanta sede, vovó?

- Sim. – respondeu ela, clara e diretamente.

Eu olhei para ela apreensiva, esperando alguma resposta além da negativa, mas ela fez questão de fechar a cara para demonstrar que não iria falar mais nada.

Fiquei na dúvida se esperava ela começar a contar as novidades da França, ou eu começava logo informando sobre as novidades de Londres. Mas, ao começar a discutir no meu cérebro se valeria a pena começar o monólogo – minha vó nunca interrompia ninguém ao falar – o celular tocou inesperadamente, numa das minhas músicas-fossa que ilustrava o meu período pré-Remus. E por falar nele...

- Oi, amor! – falei, alegre. Minha avó me olhou com os olhos arregalados; para ela eu tinha que ser uma daquelas bonequinhas de porcelana, que tinham que ser a Madre Teresa e a Virgem Maria ao mesmo tempo. Coitadinha dela.

- Adivinha?

- Prefiro não adivinhar. – comentei, com a voz trêmula. O olhar da vovó me censurava; pra ela, eu devia namorar, ou melhor, noivar, com a pessoa que ela escolhesse. Claro que seriam analizados modos, dinheiro, família, etc. Ela tinha tudo para não aprovar o Remus.

Ainda bem que eu sou esperta e vou conseguir adiar esse encontro até ela ir embora pra França, o que significa em breve.

- Lembra daquele DVD do Harry Potter que eu te emprestei faz três meses?

- Hm. Na verdade não. – falei. Típico do Remus. Aquele DVD do Harry Potter que ele me emprestou faz três meses. Ele arranjava qualquer desculpa pra falar comigo... isso é tão... legal.

- Por que você não vai até o seu quarto procurar?

Ai, ai, Remus. Só você.

- Tudo bem. – falei eu, levantando e indo para o quarto. Minha avó não estava entendendo muito bem – nem eu, pra ser sincera – mas o melhor que eu tinha que fazer era ir ao quarto, marcar um encontro com ele bem longe da minha avó e ser feliz sem a sua censura. – Já estou no quarto, mas eu acho que esse DVD não...

- Agora olha pro lado.

Ele só pode estar de brincadeira comigo.

Ao olhar pro lado, lá estava ele sentado na janela. Mil coisas passaram pela minha cabeça; como ele chegou ali? Será que a vovó já sabe dele? Ah, que bonitinho, ele está com um buquê de rosas. Será que a vovó vai gostar dele ou vai implicar com ele até eu acabar o namoro, como aconteceu com todos os outros?

Ele sorriu para mim e eu tentei ser metódica; não queria que fosse assim, mas dessa vez, acho que não daria pra adiar o encontro dele com a minha avó. Se bem que, se Deus quiser, ela vai adorar ele, eles vão ser ótimos amigos, nós vamos ser felizes para sempre, fim e ponto.

- Remus. – falei eu, cautelosamente, após ter eu ter ido abraçá-lo e beijá-lo. – Tem alguém que eu quero que você conheça. – Mentira. Eu não queria. Mas eu tinha outra saída? Na verdade, eu tinha, porém eu não podia esconder ele debaixo da cama até a meia noite, quando as idosas já vão dormir, daí eu poderia fugir com ele e assim ela nunca ficaria sabendo. Mas isso era muito improvável e, eu acho que, eu preferia arriscar na chance de ela simpatizar com ele. – Tem alguém que eu quero que você conheça. Hm. Eu queria que você conhecesse a minha avó.

Ele me olhou curioso e eu segurei a sua mão. Era agora ou nunca. Saímos do quarto de mãos dadas e a minha avó, ao nos ver, soltou um gritinho abafado. Ele lancei um sorriso esfarrapado, mas a cara dela não estava nada alegre.

- Vó, esse é o Remus, meu namorado. – falei, com a voz um pouco tremida.

Ela deu uma tremidinha no copo de gim. Então o pôs na mesa e levantou-se, séria. Meu corpo tremeu; será que ela tinha gostado dele?

- Remus, é? – indagou ela, estudando-o de ponta a ponta.

Remus então estendeu a mão timidamente para a minha avó, que encarou-a por uma fração de segundos e então fingiu ignorar. Ele pareceu perceber que ela não apertaria sua mão, e retirou decididamente, despenteando um pouco do seu cabelo.

- Hm. – começou a minha avó. – Gostei dele.

Uma onda de alegria veio em mim. Cara, vocês não tem noção do que é a minha vó gostar de alguém. É inédito, ou melhor, é inesperado. Ela não gosta de quase nada! Caramba, to muito feliz. Isso significa que eu vou poder namorar o Remus sem nenhuma restrição.

*------------------------------------------------------------------------*

- Bem, se vocês me dão licença, - falei, com um sorriso do tamanho do mundo. – Vou me arrumar para sair com o Remus. Você não vai se arrumar não, amor?

- Ah, sim, claro. – falou ele, que estava distraído. – Então... até logo Mrs. Vance.

- Não, não, querido. Eu lhe levo lá em baixo. – falou a minha avó, com um sorriso no rosto. Ela então se levantou e levou Remus até a porta.

- Então, eu te pego às cinco? – perguntou ele, com um sorriso no rosto.

- Com certeza. – exclamei.




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O clima estava meio pesado entre nós. Caminhávamos lentamente pelas ruas de Londres, sem falar uma palavras; parecia que apenas o beijo de quando cheguei a portaria onde ele me esperava foi o suficiente. Será que era algum problema comigo?

Continuamos andando até que chegamos a um pequeno restaurante não tão longe da minha casa. Não era muito espaçoso, mas era bem confortável. Servia comida mexicana, sua favorita. Eu tinha escolhido marcar o nosso encontro ali porque sabia que comida mexicana sempre o alegrava. Agora era meio que uma necessidade alegrá-lo.

Sentamos em uma mesa meio isolada do resto das mesas que estavam ocupadas; o ambiente era vermelho, que combinava com as cadeiras de madeira e com a bandeira do México. As comidas variavam de taco a burritos, tudo bem apimentado. Tocava uma das minhas músicas favoritas;

- O que houve com você? – perguntei, ao perceber que já estávamos a vontade o bastante para nos falar.

- Err. Nada. – falou ele, sem tirar os olhos do cardápio que folheava; ele já tinha vindo aqui tantas vezes que já tinha decorado o cardápio! Com certeza, ele estava me evitando.

Tentei aderir ao que ele estava fazendo – ignorei ele. Pedimos os nossos pratos e comemos normalmente, porém, sem falar uma palavra. Pude perceber que ele me olhava quando eu não estava vendo; não pude negar que fiz o mesmo. Mas quando os nossos olhos se encontravam, apenas ficávamos vermelhos demais para falar alguma coisa.

Parecia o primeiro encontro de um casal – foi ridículo.

Quando ele acabou de comer o último pedaço de burrito – eu já tinha acabado com os meus nachos há muito tempo – eu resolvi quebrar o silêncio.

- Então. – falei. – Por que você não está falando comigo?

Ele evitou novamente me olhar; fiquei louca.

- Olha aqui! – exclamei, me levantando. – Isso é ridículo ok. Olha pra mim!

- Eu não tenho nada pra falar, ok? – murmurou ele, meio com raiva.

- Ai é? Pois eu tenho! – berrei. Olhares assustados viraram para a nossa mesa, mas eu não estava nem aí. Quem ele pensa que é? Quem ele pensa que é pra me tratar assim? – Bem que a minha avó...

- Ah, a sua avó é? – falou ele, em um tom jocoso.

- É, a minha avó sim! – falei eu. – Agora você acha que pode falar mal dela, é?

Ele riu.

- Sua avó...

Eu não entendi direito o motivo das risadas.

- Acorda Emmy! Sua avó é a maior cínica dessa cidade!

Ele podia falar mal de mim pelas minhas costas, eu não ligava. Mas falar mal da minha família, isso era inadmissível. Minha avó, uma pessoa tão boa, que gostou tanto dele... como ele tinha a coragem de chamá-la de cínica, e ainda na minha frente?

Era a gota d’água.

Peguei a minha bolsa e fui embora do restaurante; ele pegou rapidamente dinheiro e jogou no centro da mesa e então correu para me alcançar. Já estava no meio da rua quando ele me alcançou, pela mão.

- Emmy, me escuta. Eu...

- Me solta! – falei eu. – Você falou mal da minha avó! Minha avó, que gostou dela...

- Sua avó é uma idiota! – explodiu ele.

- Fale direito da minha avó! – exclamei, irritada. Daí, eu dei costas e continuei andando.

- Você fala isso agora... – disse ele, num tom enigmático que me fez parar. – Mas quando você souber o que ela fez...

Voltei e comecei a olhar para a sua cara, que tinha um sorriso agora. O que será que a minha avó tinha feito de tão grave pro Remus mal falar comigo? Fiquei por alguns segundos esperando uma resposta, mas percebi pela sua cara fechada que ele não iria comentar nada.

- Vamos! – exclamei. – Me diga; o que ela fez?

- Ela... – falou ele, mas hesitou.

- Vamos, Remus! Me fala!

- Sabe quando ela desceu comigo? – objetou ele. - Bem, no elevador ela... ela ofereceu mil libras para eu deixar de namorar você.

WTF? Minha avó... ofereceu dinheiro pro Remus deixar de namorar comigo?

- Eu... – falei, chocada. – Eu não acredito em você.

Ele fez uma cara de espanto.

- É. Você quer que eu acredite nisso pra eu ficar contra a minha avó. Por que você não gostou dela, hein? Ela foi tão simpática com você e...

- Olha aqui Emmy. Pra mim já deu ok. Quando você perceber quem é o vilão da história, ai você vem falar comigo.

E ele saiu, me deixando sozinha, cheia de dúvidas.


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- VÓ! – berrei, ao chegar em casa. Ela estava no seu quarto, fumando um charuto. – POR QUE VOCÊ FEZ ISSO COMIGO?

- Mas sobre o que você está falando, Emmy. – falou ela, sem mudar a calma na voz. Sua aparência estava alegríssima. Era como se ela já soubesse que o Remus e eu tivemos uma briga.

- PORQUE VOCÊ OFERECEU DINHEIRO PRA ELE ME DEIXAR? POR QUÊ?

Ela se levantou, ainda feliz. Com tranqüilidade, ela pôs-se na minha frente e me fez sentar em sua cama. Eu não queria sentar, mas eu não estava em condições de desobedecê-la. Eu queria acreditar nela, mas tudo mostrava que ela realmente tinha feito aquilo. Ela sentou-se depois de mim.

- Vó, por favor, me diz que é mentira do Remus que você ofereceu mil libras pra ele me deixar. – implorei, com a voz um pouco mais controlada. Me sentia confortável junto à ela. Jamais acreditaria que ela, a pessoa que eu mais amava no mundo, aquela que substituiu a minha mãe, quis me separar do cara que eu gosto.

- É a mais pura verdade. – agora eu estava violada;

Perdi o controle, e comecei a berrar novamente pelo quarto.

- POR QUE VOCÊ FEZ ISSO?

Ela apenas lançou um sorrisinho simpático em minha direção e suspirou:

- Emmeline, Emmeline, Emmeline. Você ainda tem tanta coisa para aprender, minha neta.

Uma lágrima correu pela minha cara. Seu dedo magricela correu até ela e aparou-a.

- Não chore – não agora. – falou ela, numa voz dura. – Eu tenho um segredo pra te contar. Mas primeiro, porque você não checa o site thegossipqueen.net?


narrado por; lílian evans.




Eu sabia que não era uma boa idéia;

Ok, eu queria fazer ciúmes ao Tiago, eu precisava. Ele ficava lá, se passando com aquela AdiPuta. ARGH! Que merda de nome é esse? Quer dizer... isso parece nome de cachorro. Mas então, pra que eu fui inventar de sair logo com... ele?


PAM, PAM!

OMG. Ele chegou.

- Hm. Oi. – disse eu, abrindo a porta do carro.

- OLÁÁÁÁÁÁ. – falou ele, com um sorrisinho safado. – Nossa, você ‘ta muito gostosa loira.

Agora eu tive vontade de abrir a porta do carro e sair correndo. OMG. Eu não consigo acreditar que eu estou saindo com o idiota do Seth. Que nojo. Pelo menos ele reparou no meu novo cabelo... Mas mesmo assim, ECA!

Dei uma risadinha sem graça e sentei-me o mais distante o possível dele. Ele ligou o rádio do carro e estava passando um daqueles raps horríveis. E o cheiro do carro dele era... horrível. Cheiro de maconha. Caramba, como eu namorei esse cara?

Calma, Lílian Elizabeth Evans, respire. Inspire. Expire. Inspire. Eca, que cheiro de maconha. Expire. É tudo pelo bem maior.

O plano é constituído por três partes; parte um, sair com o Seth. Parte dois, chegar amanhã no colégio namorando com o Seth. Parte três, ele morre de ciúmes, termina com a Adi e então nós dois nos beijamos a luz do luar e depois nós...

- Pra onde nós vamos mesmo? – indagou ele, sorridente.

- Hm. Acho que o McDonalds ‘ta bom, certo? – opinei.

- Tudo bem.

O McDonalds era perto, mas a ida até lá pareceu demorar horas. Não sei se era devida a companhia, ou a terrível música que tocava naquela rádio para drogados, ou quem sabe porque a minha vontade de que esse encontro acabasse logo fosse tão grande que ele estava passando muito lento.

Finalmente, chegamos.

O McDonalds estava lotado. Sentamos em uma mesinha confortável, próximo a outra que estava ocupada por apenas uma bolsa. Eu estava faminta e ainda tinha o bônus: quanto mais rápido eu comesse, mais rápido iríamos embora.

Mas não parecia que Seth estava muito afim de comer. Ele queria primeiro conversar. Conversar sobre nós. Ele então passou algum tempo, pedindo desculpas por aquilo do passado. Enquanto ele falava, eu não conseguia parar de pensar onde Tiago estaria agora, com a AdiPuta.

- Hm. Lily, eu queria... – começou ele, com um sorriso malicioso. – Eu queria te beijar.

AARGH.
Que cara de pau! Assim, na lata, ele já vem querendo me beijar? Sem chance.

- Sabe o que é, Seth é que...

- Ah, Ti, você é um bobinho mesmo. – exclamou uma voz melosa que estava sentada na mesa do lado. Eu conheço essa voz.

Eu olhei para o lado e vi uma garota de cabelo preto facilmente identificável, com um sorriso enjoativo e que acabou de olhar pra mim. Adi. Ela me percebeu e então começou a estuprar o Tiago, que estava do seu lado, com um chupão que parecia querer engolir os seus órgãos.

Vadia.

- Me beija. – eu disse, cheia de ódio. – Agora.

Avancei pra cima da mesa para dar um chupão mais gostoso do que o daquela puta, mas sempre com os olhos abertos para espiar se o Tiago estava olhando. E ele não olhava. Até que começar a bater com a mão na mesa que eu estava em cima para ele conseguir me reparar.

As pessoas que passavam gritavam; UAU! Que bando de tarado! Só tinha uma pessoa ali naquele estabelecimento que eu queria chamar atenção: Tiago. E eu pude perceber que ele olhava freneticamente para a minha bunda. Rá, consegui o que eu queria, SHALALALALA.

Adi ficou revoltada com os olhares do Tiago.

- Será que você pode parar de olhar pra bunda dessa vadia? – indagou ela, com ciúmes.

- Olha aqui, você não chame a Lily de vadia! – exclamou Seth, enquanto eu decia da mesa.

- Ei, fala direito com a minha namorada! – exclamou Tiago, indo pra cima do Seth.

- Viu o que você fez, sua vagabunda. – comentou Adi, vindo pra cima de mim.

- Desencosta. – falei eu, com classe, enquanto o Tiago dava um soco no Seth. GO, TIAGO, GO! – Eu ainda não tomei o reforço da minha anti-rábica.

- Você está me chamando de favelada?

- Se você não tiver entendido, eu vou te chamar de surda também. – falei, claramente.

Ela ficou revoltada e se jogou encima de mim, enquanto Tiago e Seth se matavam do lado. Ela pegou bem forte o meu cabelo, e eu soltei um berro. Minhas mãos localizaram o braço dela e eu comecei a arranhá-la. Rapidamente, já estávamos no chão.

- SUA LOIRA OXIGENADA! – berrava ela.

- SUA VAGABUNDA ZOOFILA! – gritei.

- SUA LADRA DE NAMORADOS!

- SUA TRAVESTI DE BOATE!

Ficamos lá, nos batendo por um bom tempo. As pessoas olhavam, num mix de diversão e medo. De repente, dois seguranças começaram a entrar no estabelecimento e a separar nós duas.

- ME SOLTA, - esperneava ela. – É HOJE QUE EU MATO UMA LOIRA!

Eu ri. Como alguém consegue ser tão ridícula como ela.

- Desculpa amor, se o seu “namorado” ainda é apaixonado por mim.

- E você não é? – perguntou Tiago, atrás de mim.

- Na verdade, eu... – comecei a responder, um tanto quanto constrangida, mas fomos interrompidos por um berro de Adi.

As pessoas riam;

- VOCÊS QUATRO, PRA FORA DO ESTABELECIMENTO, AGORA! – berrou um dos seguranças que seguravam a Adi.

Nós quatro fomos para o estacionamento do McDonalds. Seth estava com um olho roxo, Tiago e eu riamos da Adi, que estava revoltada por ter sido expulsa de lá. O meu cabelo doía um pouco, mas o prazer de ver a Adi quebrando a cara foi mais forte do que isso.

- Isso é um absurdo! – berrava ela, com os cabelos todos despenteados. – Eu nunca mais vou voltar para essa espelunca! Eu vou denunciar vocês pra vigilância sanitária! Vocês vão me pagaaaaaaaaaaaaar!

Eu ri mais alto agora, para que ela pudesse ver que eu estava rindo da sua cara de pau.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARGH. Foi tudo culpa dessa loira fodida! – berrou ela, vindo pra cima de mim.

- Eu não tenho medo de você, ô putinha. E vê se se enxerga. – falei.

Ela fez uma careta e foi falar com o Tiago.

- Então, você não vai me levar em casa? – perguntou ela, com uma carinha de cão sem dono. Odeio essas garotas que ficam fazendo essas caras pros namorados, são tão vadias!

- Err. – falou ele, coçando a cabeça. – Por que você não pega um ônibus?

Ai, essa doeu até em mim.

- NUNCA-MAIS-FALE-COMIGO-SEU-! –berrou ela, e então deu de costas e começou a andar.

- Ei. – berrou Seth. – Espera. Eu te levo em casa.

Ela lançou um sorriso malicioso para ele e ele pra ela. Os dois então entraram no carro e ela ficou fazendo caretas para mim, como se ela tivesse se dado bem. Se deu foi mal, animal. Enfim, eles formam um casal tão legal... eles se merecem.

E ai ficamos só nós. Eu e Tiago. Tiago e eu. Primeiro eu estava esperando que ele perguntasse se eu queria ir para casa, mas então, vi que ele era tímido demais para isso e apenas ficava parado lá, esperando eu dizer alguma coisa. Bem, se ele não fala, eu vou.

- Então, você não vai me levar em casa? – perguntei, imitando a voz da Adi. Ele riu e então assentiu com a cabeça.

Andamos de mãos dadas até o carro; não era um caminho muito longo, mas só o fato de estarmos de mãos dadas já foi perfeito para mim.

O seu carro era confortável, tinha um cheiro agradável e eu simplesmente amava; já tinha andado muitas vezes naquele carro, mas nunca tinha me sentido tão bem como agora. Era muito bom poder estar ali agora, com o Tiago. Ele ligou o rádio e estava passando uma das minhas músicas favoritas. O carro começou a andar.

- Hm. – disse ele, tímido. – Então, você não vai responder à minha pergunta?

Pergunta? Que pergunta? Será que ele estava se referindo à pergunta de ontem? Aquela se eu queria namorar com ele? Lógico que eu quero, quero mais do que tudo nesse mundo. Eu preciso.

- Sim! Mil vezes sim! – exclamei, com um sorriso enorme no rosto. – Tudo o que eu mais quero é namorar com você, Tiago Potter!

Ele olhou para o volante e riu. Não entendi o motivo da risada.

- Eu estava me referindo à pergunta que eu fiz no McDonalds e não a essa. – falou ele, rindo. Corei. – Você ainda é apaixonada por mim?

Ele parou o carro. Tínhamos chegado à rua da minha casa. Quando eu estava com ele, parecia que as horas voavam. Eu estava com medo do que eu ia dizer e o que ia acontecer depois disso. Mas eu não podia mentir. Eu ainda estava apaixonada por ele. Muito.

- Então. – pressionou ele. – Não vai responder?

- Vou. – falei, ainda corada. – Hm. Sim.

- Então diga. – pediu ele.

- Tiago Potter, eu ainda estou apaixonada por voc...

Ele me beijou.

- Você ainda quer namorar comigo ou vai desistir igual à ontem? – perguntou ele , sorrindo, após me beijar.

- Eu não vou desistir. Não mais.

Sorri. E ele me beijou novamente.

- Eu te amo. – sussurrou ele no meu ouvido.

- Eu também. Sempre amei. Sempre amarei.

Continuamos nos beijando por um bom tempo, até que eu reparei que já estava na hora de ir para casa. Desci do carro flutuando, apaixonada, e fiquei dando tchauzinho pra ele até perceber que ele não estava mais na rua. Era bom demais amar o Tiago.

Mas essa volta me fez lembrar algo; Emmy. Ela era o motivo por qual eu tinha acabado com ele... mas ela precisava saber que nós tínhamos reatado. E, com certeza, ela ficaria muito feliz. Aliás, ela está namorando com o Remus!

Peguei o celular, muito feliz, e liguei para Emmy. O celular estava desligado. Que estranho, ela nunca desliga o celular. Resolvi então ligar para a sua casa. Demorou um pouco até que alguém atendeu o telefone.

- Alô?

- Alô. Quem fala?

- É a Mariah Vance, a seu dispor.

- TIIIIA MARIAH! – exclamei. – É a Lily!

- Ah, Lily! Que bom falar com você!

- Igualmente. A Emmy ‘ta ai? Eu preciso contar uma novidade pra ela.

- A Emmy, minha querida? Ela está se mudando para a França.

- Como é que é? – indaguei surpresa.

A Emmy estava se mudando para a França? E ela não me disse nada, de novo?

- O jatinho particular dela saí daqui a uns quinze minutos. Vai até lá se despedir.

Desliguei o telefone rapidamente e chamei um táxi. Estava na hora de impedir que a Emmy fizesse uma grande besteira!


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narrado pelo autor.




Lily olha nos olhos de Emmy. Ela está confusa, desesperada. Suas lágrimas dominavam sua face, e caíam freneticamente e compulsivamente. O piloto do pequeno jatinho particular começava a colocar as suas malas para dentro.

- Então, você vai me abandonar novamente? - indagou Lily.

- Eu... - murmurou ela, numa voz lacrimosa. - Eu apenas sou muito fraca para... continuar.

Timidamente, ela lançou um sorrisinho pra Lily.

- As pessoas vão comentar... vai ser horrível. Todo mundo agora lê o The Gossip Queen! A essa altura ela já deve saber.

- E daí? - interrompeu Lily. - As pessoas vão falar mas... ignore.

- Eu não sei se eu consigo. - bufou ela.

- Você consegue sim. Eu vou enfrentar com você. Agora me diga: porque você quer ir?

Os olhos de Emmy se encheram de lágrimas novamente.

- Eu te amo! Vamos, diga!

Ela encarou Lily ainda cheia de lágrimas.

- Minha filha não morreu.

Tudo ficou silencioso.

/10 minutos depois.../

From: The Gossip Queen. To: Emmeline Vance.
Meus mais sinceros votos a mais nova mamãe do pedaço.

Beijinhos.



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n/b: omfg! ameei o capítulo! *-*
mas eu já sabia o que ia acontecer /lixa/ AUSHAUSHUAHSUAHSUAHSUHA, eu posso okay? (h'
prometo que vou tentar não desaparecer de novo, okay baby? ;D
beeijos!

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