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9. Descobertas e planos - Parte I


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


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Capítulo 9


Descobertas e planos


Parte II


 


Entrou em bar bem calmo. Sentou-se em uma mesa afastada com os pensamentos funcionando em um turbilhão. Que merda eu fiz? Pediu ao garçom um copo com água. Estava muito nervoso para beber. Seus pensamentos foram interrompidos por uma voz calma e doce:


 


- Krum? Você não é Vítor Krum?


 


- Sim. – Respondeu deixando claro que não estava a fim de nenhuma fã enchendo sua paciência naquele momento.


 


- De forma alguma quero incomodar, mas parece que não está sentindo-se bem.


 


Vítor levantou a cabeça e deparou-se com uma mulher belíssima parada à sua frente.


 


- Desculpe a grosseria. Eu realmente não estou bem. Sente-se.


 


- Conheço você pelas páginas de fofoca. Detesto quadribol! – disse sem preocupar-se em ofender a profissão do homem que sentava tão emburrado do outro lado da pequena mesa. – Mas, por que esta cara? Afinal o mais falado jogador dos últimos tempos não poderia ser visto assim!


 


- Antes de jogador sou uma pessoa, um homem.


 


- Já sei! Tem mulher envolvida aí!


 


Krum não sabia se confiava naquela mulher. Era linda, mas parecia completamente fútil. Podia até ser uma repórter disfarçada... Ele fez cara de poucos amigos e ela continuou.


 


- Ah. Já sei. Medo de fofoca, né? Pode deixar que minha boca é um túmulo. Todos têm seus segredos. Ainda nem me apresentei, sou Natasha. – disse estendendo a mão para cumprimentá-lo. Nunca havia passado pela cabeça dela conhecer um homem assim. Ele era conhecido mundialmente e as fotos não enganam. Era bonito. Uma beleza um tanto fria e rude, mas sem dúvida era uma maneira dela chegar aos jornais. – Sou interessadíssima em histórias de amor. Foi uma mulher que lhe causou isso?


 


- Sim. A mais bela e inteligente de todas. Sem ofensa.


 


- Claro... Ainda a ama?


 


- Sim, mas acabei de fazer algo... Ela nunca me perdoará. – Sua mão tremia um pouco ainda.


 


- Entendo. Mas, mulher sempre perdoa. Não vai me contar?


 


- Claro que não! Nem te conheço.- ele começou a perder a paciência.


 


- Mas posso ajudá-lo a reconquistá-la. – ela ofereceu.


 


- Duvido.


 


- É preciso paciência. Tudo que queremos podemos conseguir. No entanto é preciso de paciência e até planos um tanto quanto... Escusos. Entendeu? – Ao falar isso ela baixou um pouco a voz.


 


- Não sei se a compreendi.


 


- Ora. Vou te contar meu plano. Você será de grande ajuda para mim... Retribuirei o favor.


 


Krum pediu ao garçom a bebida mais forte que tivesse. Ele sem dúvida estaria enrascado quando a notícia do ocorrido vazasse. Não custaria nada ouvir aquela mulher que parecia completamente doida, mas ao mesmo tempo confiante e ardilosa para conseguir o quer que fosse. 


 


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Draco tirara o dia para fazer nada. Ficaria sozinho, lendo, comendo e dormindo. O dia anterior foi muito cheio de novidades. Cheio de descobertas. Ainda custava acreditar que aquela mulher linda, inteligente, gostosa,... Fosse a sangue-ruim da Granger. Sim, o tempo foi muito bom para ela. Era uma beleza simples. E, ao mesmo tempo, arrebatadora.


 


Draco andava pela casa afastando estes pensamentos da cabeça. Era difícil. Decidiu tomar um banho (gelado, bem gelado) e encontrar-se com Zabini. Pelo menos poderia se distrair com o amigo.


 


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A garota de cabelos castanhos foi acordada por um estampido já conhecido de aparatação. Cobriu-se mais e enfiou a cabeça embaixo do travesseiro.


 


- Acorde, Hermione.


 


Na hora reconheceu a voz de Harry. Juntou forças para sentar-se na cama. Estava com um sono absurdo.


 


- Desculpe te acordar. Estamos ajudando no seu caso. Acontece que o Ministério Búlgaro não quer dar continuidade ao processo. Acham que é apenas uma antiga rixa entre os dois países.


 


- Nem tenho cabeça para conversar sobre isso agora, Harry.


 


- Precisamos que vá até a Bulgária. Precisamos que faça uma denúncia lá.


 


- Fala sério, Harry! Não tenho cabeça para pensar nisso agora! Não irei até a Bulgária.


 


- Iremos com você! – Harry respirou fundo e sentou-se ao lado da amiga. Via em Hermione mais que uma amiga. Uma irmã. Parte de sua família. Uma família que lhe foi tirada há muito. – Mione, não sabe como tenho me culpado pelo nosso atraso. Tinha que estar lá para te proteger. Sabe o que sinto por você, querida. Precisamos levar isso adiante.


 


Ela encostou a cabeça no ombro do amigo e começou a chorar. Chorava muito. Ele passou os braços pelos ombros dela dando assim uma sensação maior de proteção, carinho,... De colo. Acalanto.


 


 - Sei disso tudo, Harry. Só quero umas duas semanas para poder me acalmar. Para colocar a minha cabeça em ordem. Trabalhar e relaxar. Ter nossos encontros! Você e Rony dormindo aqui e eu os acordando. Duas semanas... Depois viajamos para lá. Eu, você e Ron.


 


- Ok, Hermione. Falarei com os responsáveis. Aproveitar este tempo para investigações...


 


- Obrigada. Vou tomar um banho. Você pode ficar aqui até eu estar pronta?


 


- Claro.


 


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Draco não conseguiu encontrar-se com Blaise. Nenhuma novidade. Não era a primeira vez que isso acontecia. Ficaria em casa mesmo. Escreveria novas hipóteses para poções e separaria a poção da força para Hermione. Para GRANGER.


 


O almoço já havia sido escolhido e dentro de poucos minutos seria servido quando a campainha tocou.


 


****************************************************************


 


Assim que saiu do banho, Hermione encontrou Harry sentado na cama com um ar muito distante.


 


- Desculpe – ele sussurrou.


 


- Não aceito isso! Não tem motivos para se desculpar. Venha... Levante e dê-me um abraço.


 


Rony aparatou assim que Harry partiu.


 


- Estão trocando a guarda? – Brincou Hermione.


 


- Gatinha.... Sem piadas! Trouxe um presente para você. – Rony disse entregando um pequeno embrulho. A garota abriu e viu lá uma correntinha de ouro com um pequeno pingente em forma de coração.


 


- É lindo!


 


- Apenas um presente... de desculpas


 


- Sabe que não tem culpa de nada...


 


Abraçaram-se.


 


- Obrigada por tudo. Preciso ficar sozinha agora. Dar uma volta...


 


Olhou então para o encosto da cadeira e viu o casaco de Draco. Ele irá mandar uma coruja com a poção... Será? Será que teria coragem de encontrá-lo com a desculpa esfarrapada de devolver um casaco que ele falou para continuar comigo?


 


Sim, ela seria bem cara de pau. Iria atrás de Malfoy com a desculpa sem sentido de devolver o casaco. Abriu a porta do armário: Que roupa vestir?  Os anos de adolescência sendo ultrajada pelo loiro passaram por sua cabeça. O dia que Dumbledore morreu e o castelo sofreu aquele ataque foram responsabilidades do jovem Malfoy. Lembrou-se do último ano quando o retiraram da sala em chamas e ele não agradeceu, nem nada. Apenas sumiu.


 


Hermione optou por uma calça jeans preta e uma blusa vermelha. Calçou um all star vermelho e fez um grande rabo de cavalo. Porém,... Onde ele morava? Sua mente começou a trabalhar... Repassou toda a conversa que tiveram... Arrumar alguma pista... Então, ela teve um estalo! Será???


 


Pegou sua bolsa, o casaco e apareceu no Hospital.


 


- Olá, Mark. Não descansa nem aos sábados?


 


- Hermione! Faz tempo que não te vejo! Como está? - Linda... A cada dia mais linda, pensou.


 


- Bem... Queria te pedir um favor...


 


- Diga.


 


- Preciso saber quem é o nosso fornecedor de poções.


 


- Por quê?


 


- Elas são inovadoras e excelentes. Quero conhecer o fornecedor para... Para... Aprender! Isso aprender... Fazer um estágio...


 


- Hermione! Você é uma medi-bruxa fantástica... Não teria sentido fazer estágio em um local onde se fabricam poções! – Mark estava achando tudo aquilo normal. Era engraçado ver como a garota nunca se cansava de aprender.


 


- Certo,... Quero conhecer o fornecedor... Só isso.


 


- Não posso falar. Há um contrato de fidelidade. Não sei para que tanto suspense.


 


- Que estranho... Quem prepôs este contrato?


 


- O Ministro em pessoa! Faça assim. Leve esta carta que escreverei ao Ministro. Quem sabe ele mesmo não te autorize?


 


Hermione saiu do Hospital sem entender nada... Afinal por que o Ministro iria realizar um contrato de fidelidade com o Hospital? Um contrato que protegia o filho de um dos principais seguidores de Voldemort. Com a carta na mão e as dúvidas na cabeça, Hermione dirigiu-se ao Ministério.


 


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- Obrigado por vir, Sr. Krum.


 


- Quero apenas que isso seja resolvido o quanto antes.


 


- Por enquanto nada foi divulgado. De acordo com o Ministério Inglês, a senhorita Granger ainda não virá até aqui e, sem isso, não haverá acusação.


 


Vítor Krum respirou mais aliviado pensando que a ex-namorada não fez isso por haver algum sentimento por ele. Estava tão cego de paixão que nem pensou em outras possibilidades.


 


- Entendo. Quais as acusações?


 


- Agressão e tentativa de estupro.


 


- Não foi nada disso! Ministro, eu... Eles entenderam tudo errado.


 


- Sr. Krum. Use este discurso no seu julgamento. Você terá um ótimo advogado.


 


- Entendo. – Respondeu contra-feito. – Mas até quando ela pode vir fazer a denúncia?


 


- Ela tem até cinco anos.


 


- Cinco anos? Ela tem tudo isso de tempo para me processar?


 


Após a afirmação do Ministro Krum saiu muito bravo. Cinco anos. Mas, também ele teria tempo de seguir com o plano de Natasha. Era uma faca de dois gumes. Decidiu enviar uma coruja para a garota maluca e aceitar de uma vez a proposta feita por ela. 

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