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1. Problemas


Fic: Pura Loucura


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Capítulo Um – Problemas


Chuva. Eu estava começando a odiar aquela bosta de chuva. Começando não. Aquilo já estava me enchendo o saco. Toda hora em que eu botava os pés para fora de casa, aquela chuva começava a cair, me fazendo ficar parecida com uma gralha de cabelos espetados e armados. Nem a utilização do feitiço impermeabilizante estava funcionando. Se bem que, ultimamente, nada estava funcionando para mim. Todas as coisas em que eu punha a mão, estavam quebradas depois de alguns poucos instantes. Ou magoadas.


Eu havia terminado com Krum novamente. Em menos de três semanas. E o motivo foi, nada mais nada menos, a minha negação em dormir com ele. Claro que ele não havia me pressionado a nada, mas toda vez que ele chegava perto de mim para tentar me convencer a ficar em sua casa para passar a noite, eu dava um piti.


Nós estávamos juntos a seis anos e ainda não havíamos dormido juntos. Krum, apesar de entender os meus motivos, não tinha mais paciência. Segundo ele, eu provocava muito e depois tirava o corpo fora. Mas isso era mentira. Eu não o provocava. Mesmo porque eu não sabia como provocar um homem. Essa era uma matéria na qual eu sempre reprovaria durante a toda a minha vida.


Mas esse não era o meu único problema. Se fosse, eu estaria feliz e radiante, vivendo como sempre vivi.


A magia não estava funcionando mais. Todos os meus feitiços, até os mais simples, estavam sendo influenciados pelas as minhas emoções. Até aí, nenhuma novidade, porque até as crianças têm seus feitiços movidos pelos seus sentimentos. Porém comigo estava sendo um pouco diferente, já que qualquer emoção, pensamento ou ação estava bloqueando a magia. Por exemplo, um dia desses eu estava tentando fazer pipoca de microondas (os meus hábitos alimentares mudaram muito nesses sete anos em que eu fiquei longe da comida saborosa dos elfos de Hogwarts). Li as instruções no rótulo do produto e pus o saco da pipoca no microondas. O telefone tocou e eu saí correndo da cozinha para atender, programando com a varinha os quatro minutos nos quais a pipoca deveria estourar e a potência requerida. Depois de dez minutos, voltei para a cozinha sentindo um cheiro estranho vindo do aparelho. Qual não foi a minha surpresa ao descobrir que eu havia programado para oito minutos na potência máxima? E qual foi a minha cara ao ver que o cheiro era de queimado e que as minhas adoradas pipocas estavam todas queimadas?


Tinha alguma coisa de errado com a minha magia. Eu já havia tentado aparatar, uma atitude besta e boboca da minha parte. Bom, pelo menos não me lembro muito sobre essa experiência, já que eu desmaiei quando me vi cortada ao meio (minhas pernas foram parar a meio quilômetro de distância da minha cabeça). Só sei de alguns detalhes que Krum me contou quando acordei no Hospital Americano de Honcher Ville.


Depois desse infeliz desastre, que finalmente provou que eu estava com alguma coisa errada, decidi falar com Harry. Ele agora trabalhava no Ministério, junto com Gina. Eles estavam no Departamento de Mistérios, junto com Ron, que surpreendeu toda a família ao não se juntar ao time de Quadribol que ele tanto amava. Mas depois eu conto mais sobre ele.


Ao ligar para Harry, eu fiquei com muito medo. Nós não nos falávamos com tanta frequência e surpreendi a mim mesma ao esperar que ele não reconhecesse mais a minha voz. Eu não sabia se ele tinha telefone em sua sala no Ministério então disquei o número da sua casa. Depois de três intermináveis toques, uma voz de criança atendeu animadamente.


- Casa dos Potter. – disse o menininho.


- Aqui é Hermione Granger, amiga do Harry Potter. Com quem eu falo? – eu perguntei educadamente.


- Hermione? – o menino disse, ao mesmo tempo em que ouvi uma voz femininna bem baixa ao fundo “Hermione?? Me dá isso, Albus!”


- SUA IMBECIL!! VOCÊ SABE QUANDO TEMPO VOCÊ NÃO LIGA? – Gina gritou e eu tive que afastar o fone do meu ouvido caso ainda quisesse ter uma audição perfeita.


- Calminha… Gina, acalme-se. Não quero que se irrite comigo…


- IRRITAR? VOCÊ ACHA QUE EU ESTOU IRRITADA COM VOCÊ?? Eu to feliz que você tenha se lembrado dos seus amigos!! Eu to gritando de felicidade, Mione! Pensei que você já tinha morrido! – ela disse ironicamente, um pouco mais calma. Lembrei de sua vitalidade que sempre me alegrava e ri comigo mesma.


- Gina… Como estão as coisas?


- Estão bem, eu acho. – ela hesitou – Estou grávida novamente. E desconfio que é outro menino. Ai ai, não aguento essa vida mais. Minha barriga está ficando cada vez mais inchada. E o pior é que Harry ainda tenta me elogiar. Sem falar dos meus hormônios, estou toda desregulada, choro a qualquer hora, grito a qualquer hora… Não sei como ainda Harry não me matou. Mas e você, desaparecida? Como vai a sua vida?


- Foi por isso que liguei, Gina. Mas eu não quero falar disso pelo telefone. Quero saber se posso ir até aí no próximo feriado…


- Mas Mi, por que você não vem agora? É só aparatar… Não é muito confortável com toda essa distância, mas… Não precisa esperar até o feriado.


- Esse é o problema, Gina. Eu não posso aparatar. – eu disse quase sem voz. Lembrar-me da minha situação, que eu esperava ser passageira, me deixava melancólica o bastante para perder a voz.


- Ah… Não me diga que você também está grávida!? Só grávidas não podem aparatar…


- Não, Gina! – falei em pânico - Não estou grávida e nem pretendo ficar. É só… um problema que surgiu. Prefiro explicar quando eu chegar aí. Posso?


- Claro que pode! Só que eu acho que seria melhor se você ficasse em um hotel… Estou arrumando as coisas para fazer a mudança… Harry reformou a casa dos pais dele e nós estamos nos mudando para lá daqui algumas semanas.


- Não, claro! Eu vou me hospedar em um hotel aí por perto, não se preocupe. Harry vai trabalhar no feriado?


- Acredito que não.


- Melhor, então. Assim eu posso conversar com os dois juntos e não ter que ficar repetindo a história. Bom, Gina, eu tenho que ir…


Despedi-me dela e desliguei com um peso no coração. Voltar a Londres não estava nos meus planos até eu ter esse erro na minha magia. E, além disso, sentia que alguma coisa iria dar muito errado nessa viagem.

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