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6. Capítulo 5


Fic: Secundum of Nightfall - HHr - Capítulo 6 ON!


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Secundum of Nightfall


...Capítulo 5...


 


O clima não era o mais favorável para Hans Stone naquela noite. Sentado na cadeira, em frente a grande mesa com vários microfones, Hans esperava o começo da entrevista coletiva. Mantinha o sorriso no rosto, o sorriso frio que não chegava aos olhos. Os murmúrios e os flashs, intermináveis, dos jornalistas inundavam a grande sala e ofuscavam seus olhos.


A chuva fina chicoteava as janelas e o vento balançava as copas das árvores. Era para ser uma noite calma e tranquila, mas Stone não tinha essa sensação, parecia que os olhares dos jornalistas o acusavam de alguma coisa cada vez que corria o olhar pelo salão.


Estava em Malawi, um país da África Oriental e o mais pobre do mundo. Ergueria ali uma filial da StonePharma, tinha ótimos planos para aquela região. E se a população estava contente com isso, ele estava ainda mais.


- Senhoras e Senhores! Daremos o início à entrevista coletiva. – anunciou um homem de terno em cima do palco. - Por favor, dirijam-se aos seus lugares.


Hans respirou fundo e colocou o seu melhor sorriso. “A primeira impressão é a que fica.” Pensou.


- Obrigado Matthew. – Agradeceu Hans olhando para o homem de terno que sentava ao seu lado. – Bem – Ajeitou-se a cadeira e sorriu para o público. -, antes de começarmos com as perguntas, gostaria de agradecer a todos aqui presentes. – Fez um gesto com a cabeça. – E reforçar as minhas expectativas para com esse país. A implantação da StonePharma trará preciosos benefícios e grandiosos lucros para a população e para esse “belo” país. – Correu os olhos pelos jornalistas. – Vocês receberam a minha humilde empresa de braços abertos, e garanto que ela os receberá do mesmo jeito.


As palmas encheram o lugar e ele agradeceu.


- Podemos começar com as perguntas. – disse Matthew.


Todos os jornalistas se juntaram na perspectiva de começar a entrevista. Muitos levantaram os braços, alguns chamavam pelo nome do bilionário farmacêutico, mas todos sem sucesso. Suas vozes se interpelavam, transformando-se num único e irritante som.


- Pessoal, o Sr. Stone não vai fugir de vocês. – disse o assessor com um sorrisinho nos lábios. Então apontou para uma mulher de terno cinza, e cabelos loiros presos em um coque. – Comece...


- Sou Lisa Sthein, do The Sun... Sr. Stone além dos lucros que visa implantando sua empresa nesse “exótico” país, o senhor se preocupará com outros afins? Digo... Educação, Saúde? Sabemos além, que não é o presidente dessa gente, mas poderia em associação a ele, beneficiar as pessoas que aqui vivam mediante a criação de empregos nas suas indústrias. E isso consequentemente geraria mais riquezas ao redor da sua eminente aglomeração de capital.


Hans se divertia com aquele ataque sutil, esperava por perguntas como aquela, muito piores também. Pessoas como a repórter, criticavam suas formas de ganhar dinheiro, e muitos outros acreditavam nessas críticas. Tanto que já havia do lado de fora um apinhado de manifestantes, gritando contra seus preceitos.


Ajeitou o microfone, e começou a discursar:


- Srta. Sthein, foi bastante a fundo em sua questão. – sorriu. - Se venho aqui, é porque justamente além de “aglomerar capital”, prestaremos algum tipo de serviço à população. Tanto, que além do complexo de nossa indústria, estamos com projetos de construir um hospital. Mas claro, isso se concretizará a longo prazo, um projeto semelhante ao nosso, grandioso como se deve ser, não se erguerá do dia para a noite.


- É claro. – respondeu a repórter, não escondendo sua antipatia. A qual era compartilhada com muitos.


- Sr. Stone? – chamou um homem de meia idade, usando óculos de grau. – E como o senhor vai lidar com as especulações do mercado?


As perguntas renderam até tarde da noite e Hans se mostrava solícito em todas elas. Alguns jornalistas não escondiam sua aversão, transformando-a em perguntas ácidas, e Stone respondia a todas elas com clareza e perfeição.


Responde como se não tivesse nenhuma fraqueza.” Pensou Derick. “Nenhuma fraqueza aparente.” Sorriu.


Levantou a mão e após alguns minutos foi chamado.


- Há rumores que envolvem o Senhor e sua empresa. – disse sério. – Algo sobre algumas experiências secretas. – o rapaz viu os olhos de Hans escurecer. – O que o Senhor responde diante disso?


- Seu nome?- perguntou Stone.


- Derick, Derick Andersen. New York Times. – disse sem alterar a voz.


- Senhor Andersen, não sei nada sobre esses tais rumores. Certamente são tolices inventadas por alguém. Todos os medicamentos feitos pela StonePharma tem que ser passados pelo controle do governo. – afirmou calmo. - Não há a menor possibilidade de que existam tais experiências. Está tudo conforme a lei.


- Então, acha que as acusações informais contra o senhor, não são nada mais que blefes... Intrigas da oposição? Alguém querendo seu declínio?


O homem grisalho e imponente parecera se estremecer diante a pergunta do repórter. Além do conteúdo, seu tom de voz fora deveras perturbador. Dera uma olhada para seu assessor, e bastou um aceno de cabeça, e a entrevista tivera seu fim.


Sabia que bater em retirada apenas serviria para que os rumores em torno de suas experiências aumentassem, mas pelo menos não seria de todo maledicente, com eles viria o merchandising. Toda publicidade, negativa ou positiva, era bem recebida pelo homem. E no mais não tinha o que temer. O dinheiro comprava muito além de carros e casas luxuosas, ele também comprava o silêncio.


Do outro lado do mundo, Sirius assistia a entrevista. O sorriso nos lábios não era alegre, e sim mordaz. Seu faro nunca o havia enganado, e isso se tornara bastante sólido quando não fizera nenhuma questão de bajular, e esconder sua animosidade a Hans.


Desligou a TV, e se concentrou no que tinha em mãos. Não era muito ainda, mas acharia provas concretas contra o “poderoso” Stone.


 


XXXXXXXXXXXXX


 


- O que faremos enquanto isso? – perguntou o ruivo, procurando alguma coisa nos bolsos do colete.


- Não sei. – Draco revirou os olhos. - O maldito Potter quebra as próprias regras. – apertou a arma - Que merda ele está fazendo que não possa deixar o rádio ligado?


- Sei lá. – deu de ombros, e sorriu quando encontrou uma barrinha de chocolate. – Mas não acho uma boa idéia ficar aqui. Ainda mais com ela daquele jeito. – apontou com a barrinha a ruiva encolhida no chão.


Draco soltou o ar e olhou para mulher.


Não sei se vou conseguir tirá-la daqui.


- Já falou com ela? Está ferida? – perguntou enquanto mastigava.


- Ela diz que não. Mas a roupa tem muito sangue. – voltou a encarar o homem ruivo. – Duvido muito que não seja o dela.


- Vou tentar uma aproximação. – falou de boca cheia.


O loiro fez uma careta.


Pelo menos termine de engolir antes de falar com ela. Como consegue comer numa hora dessas? – perguntou se afastando.


- Nervosismo eu acho. – sorriu. – Quer um pedaço? – ofereceu a barrinha estendendo a mão.


- Tire isso de perto de mim, Weasley. – empurrou a mão do agente para longe. – Coma o quanto quiser, com o tanto que seja longe de mim.


Rony olhou o amigo ao se afastar, revirou os olhos e terminou de comer. Respirou fundo e andou até a mulher ruiva. Dera mais uma espiada, e viu que Draco se mantinha alerta. Todo cuidado era pouco, visto que estavam em um “território” aberto, que os deixava ao mesmo tempo muito visíveis, e encurralados. No entanto, podiam muito bem cobrir as entradas de onde estavam. A escada, as portas ao seu redor. Não perderiam nada de vista.


Gentilmente, se aproximou mais da paramédica, que murmurava algo. Gina assustou-se quando uma sombra grande se fizera sobre ela, e levantou o olhar. O ruivo lhe sorriu, e ainda tinha a boca cheia de chocolate.


- Oi, eu sou Ronald. – falou, tentando ser simpático. – Qual é o seu nome?


- O quer hein? – indagou a moça, irritada. – Não estou a fim de conversar, e a menos que você e seu amigo ali tenham um jeito de me tirar daqui, não vou ser cordial.


- Puxa vida, que estresse! – exclamou o policial, num meio sorriso. – Nada do que me disser vai me assustar. Sabe, eu me deparei com coisas bem piores que palavras azedas.


- Então, dê meia volta e caía fora.


Ele levantou as mãos, num gesto teatral de rendição, e voltou para junto de Draco, que continuava a vigiar a sala.


- E aí? – ele perguntou.


- Ela não quer papo, que garota mal criada. Aposto que é uma patricinha que caiu de pára-quedas aqui.


- Concordo.


- A moça consegue ser mais arrogante que você, quem sabe quando sairmos daqui, vocês dois não possam formar um belíssimo casal... – brincou, dando um soquinho no ombro do amigo.


- Sem chance!


- Então, vamos ou não sair daqui? – olhou ao redor. - Esse salão é muito aberto, somos alvos fáceis.


- É eu sei. Mas a casa está trancada, ninguém entra e ninguém sai. – bufou e passou a mão no cabelo loiro. – Isso é um labirinto, e parece que todos os caminhos acabam aqui. - Rony o olhou espantado.


- Vou tentar falar com o Harry outra vez. – o ruivo se afastou e puxou o rádio do bolso. - Comando1 na escuta? - não obteve resposta. - Harry? – insistiu ainda andando pelo salão. - Droga, Harry responda. – gritou furioso.


O silêncio como resposta estava deixando Rony irritado. Harry nunca foi desatendo muito menos irresponsável.


Alguma coisa aconteceu.” Pensou o agente. “Só pode ser isso.”


Estava guardando o rádio quando ouviu um ruído vindo dele, num gesto rápido puxou novamente o aparelho do bolso.


- Harry? – perguntou aflito. – Harry!


O ruído parou, ele franziu a testa e olhou para o aparelhinho em sua mão.


- Mas que droga. – bateu no aparelho. – Não acredito que vai parar de funcionar bem agora... Harry? – tentou novamente. Nada, nenhuma resposta. Apertou alguns botões, mexeu na freqüência, mas nada aconteceu. Frustrado desligou o rádio e o guardou no bolso. - Draco, seu rádio está funcionando? O meu deve ter quebrado... – ouviu um barulho estranho e mais alto, franziu o cenho e olhou para o bolso.


Draco virou-se quando ouviu seu nome e arregalou os olhos com o que viu.


- Merda, Rony. Atrás de você. – gritou o agente. – Saia daí agora. – ordenou apontando a arma para ele.


Rony virou-se e paralisou.


Estava novamente muito perto de uma daquelas coisas. Faltava um olho e também o braço direito, Rony cambaleou para trás quando a criatura tentou agarrá-lo, gemendo alto.


- Abaixe agora. – ordenou Draco.


O ruivo abaixou, se jogando no chão, e logo em seguida a criatura caia para trás com uma bala no lugar do olho arrancado.


Após os fatos, Rony olhou aturdido para o amigo, Draco ainda se mantinha na posição de ataque quando ouviram um grito agudo. Olharam para a mulher que os acompanhava e viram outro zumbi muito perto dela. Rony levantou rápido pegando a arma.


- Cuidarei daquele. – apontou para o zumbi perto da mulher, Rony o olhou sem entender. – Tem mais deles por aqui. – fez um gesto de cabeça indicando um corredor escuro.


Rony assentiu e correu para o outro lado da sala. Enquanto isso a mulher gritava desesperada, encolhendo-se ainda mais. Com força o agente bateu com a arma na cabeça da criatura, fazendo-o sair de perto da ruiva. Novamente o empurrou para longe, o zumbi caiu, e sem perder tempo, Draco mirou e apertou o gatilho.


- Você está bem? – perguntou arfando, após o disparo, quando chegou perto da ruiva. Ela não respondeu, apenas tremia. Outro tiro foi ouvido e ela se encolheu. - Está tudo bem? – o loiro se abaixou perto de Gina.


Ela assentiu amedrontada, estava chorando. Draco levantou-se e procurou o amigo com o olhar. Rony estava mais afastado, e não se ouvia mais nenhum barulho. Os olhos cinzentos do policial esquadrinharam todo o perímetro, e não havia nenhum sinal do ruivo.


Olhou de relance para Gina, encolhida, estava parcialmente escondida entre um armário. Certificou-se de que poderia se afastar mais e começou a caminhar na direção em que mandara Rony seguir.


Engoliu em seco, pensando na possibilidade de o colega ter sido vítima daquelas anomalias mutantes, e por mais que não “gostasse” dele, o ruivo não merecia tal destino.


Respirava levemente, sem ser ruidoso. Passou pelo corredor na penumbra, e viu sangue. Mais a frente enxergara um corpo ligeiramente mutilado, o sangue que banhava o chão, provavelmente seria daquele cadáver. Recuou sem pensar, e trombou com uma estátua que quase caíra com seu descuido.


Voltou-se para retornar ao hall principal, quando avistou algo se mexendo por trás das cortinas que ficavam bloqueando a visão do que seria uma saleta de chá. Com a arma levantada, o loiro andou lentamente até lá.


Apertou o rifle, e aproximou-se mais. Erguera a mão, para puxar a cortina. Aqueles segundos em que fizera tal gesto foram muito lentos. Parecera que seu braço se erguia em câmera lenta, e consequentemente sua respiração se acelerara.


Bem como finalmente tocara no tecido leve da cortina, tudo se passou muito rápido, ao contrário de antes. Quando se dera conta da velocidade dos fatos, algo pulou em cima de si, assustando-o tanto que no impulso de se defender, quase atirara sem perceber.


Tão logo seu susto, fora se dissipando, as risadas frenéticas de Rony, chegaram nítidas em seus ouvidos. O ruivo saíra de detrás da cortina, e estava vermelho de tanto rir.


- Seu desgraçado! – praguejou o loiro, se controlando para não esgana-lo.


- Draco, tinha que ver sua cara... – falou entre risos. – Eu tinha que ter filmado, iria ser o próximo sucesso do youtube, pode crer!

O outro policial, o encarara frio. E impetuoso, agarrou o colega pela gola do uniforme, jogando-o contra a parede. Os dedos firmes se grudaram ainda mais no tecido da camisa, e Rony recebera outro empurrão.


- Se fizer isso novamente, eu atiro em você, e alego que era uma daquelas coisas. Entendeu? – esbravejou Draco.


- Era só uma brincadeira. – justificou-se


- Eu podia ter matado você, seu idiota. – soltou o ruivo bruscamente. – Tem noção do que acabou de fazer? – perguntou furioso, passando a mão pelo cabelo.


- Eu só quis fazer uma brincadeira. Você está muito nervoso, pensei que isso pudesse descontrair...


- Nós estamos presos numa mansão cheia de “zumbis”. – disse em voz alta, abrindo os braços. – E eu não quero ser o prato principal deles, entendeu?


- Eu também não quero. – retrucou. – Só estou tentando afastar todo esse nervosismo e tensão. – encarou o loiro. – Mas já que o senhor certinho não entende uma brincadeira – Deu de ombros. –, não posso fazer nada.


- Brincadeira? – Draco andou até o ruivo. – Se você acha que sua patética vida é uma merda de brincadeira, ótimo. – cutucou com o cano da arma o peito do agente. – Só não pense em colocar a minha nesse seu joguinho. Eu juro – disse sério. –, juro Ronald, que dá próxima vez eu aperto o gatilho. – ele apertou mais a arma, fazendo pressão na cabeça do amigo. – E miro bem aqui. – encarou com raiva o agente por mais alguns segundos e depois se afastou.


- Que merda! – disse Rony em voz baixa jogando a cabeça para trás.


A tensão que já era grande piorou. A enorme sala em que estavam parecia ter diminuído drasticamente. Rony tinha a impressão de que cada vez mais as paredes se fechavam contra ele como se fosse uma cobra, pronta para dar o bote. Remexeu-se desconfortável pela posição incomoda e encostou-se em uma parede, pondo-se a observar tudo a sua volta em silêncio.


Seus olhos acompanharam Draco, o loiro andava devagar atento aos mínimos detalhes, ainda estava furioso e com os nervos a flor da pele e Rony sabia disso. Trincou os dentes e olhou para a mulher; Gina estava encolhida no sofá, não dissera nenhuma palavra depois da briga dos dois. Rony tentaria uma segunda aproximação, mas sabia que a resposta que teria não seria nada boa.


Não gostava do silêncio, mas teria que se contentar com ele. Seu cérebro trabalhava incansavelmente tentando ao máximo não recordar da cena que vivenciara horas antes de encontrar o amigo. Cenas que teimavam em voltar, fazendo com que lembrasse da criatura que o atacara dentro de umas das salas do segundo andar. Seu corpo tremeu e ele começou a andar.


Sim, definitivamente odiava o silêncio.






XXXXX


N/A  Mah: Depois de séculos estamos de volta!!! Uhull!!


Eu sei que demoramos e fomos muito máááás como vocês, mas o capítulo enfim chegou!!


Antes tarde do que nunca...


Bem, bem nesse cap não tem o casal MARA, mas no próximo eles aparecerão junto com a Dondocas!! Hehe.

A Jess está sem inspiração para a notinha, então perdoem-na. E eu também não estou longe disso. :P

Espero que tenham gostado desse capítulo!!

E até o próximo, Xuxus!!

Obrigada pelos comentários!!

Beijoneees  ;)

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