FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

8. Descobertas e planos


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 8


Descobertas e planos


 


Flashback


 


- Chega, Vítor! Não aguento mais! Acabou!


 


- Mas, Mione... Espera... Eu achei que aquele professor esta dando em cima de você e aí... – ele tentou se justificar.


 


- Você jogou um feitiço e ele foi parar no hospital, Vítor! Não é primeira vez que você faz isso!


 


- Será a última! Sério!


 


- Já ouvi isso antes... Não dá mais... – Hermione sentou na cama e abaixou a cabeça. Não sabia como tinha deixado o relacionamento chegar a este ponto. Ele estava fora de si com este maldito ciúme.


 


- Não posso te perder, Mione... Quero uma chance. Você TEM que me dar. – Vítor insistiu.


 


- Já dei várias chances... Eu cansei... Gosto de você Vítor, mas ainda não te amo e este seu comportamento só faz com que eu queira estar longe de você.


 


- Mas, ele te tocou!


 


- Foi um aperto de mão, Vítor! Ele estava apenas elogiando minhas notas e meu comprometimento com o curso! Tirei a nota máxima em todas as disciplinas.


 


- Achei que ele estivesse entregando um bilhete pra você... Fiquei olhando,...


 


- Bilhete? Era um pergaminho de recomendação. Aquele foi o último dia de aula e... Espera... Como você sabe do pergaminho?


 


- Por que eu fiquei te espiando... Não ia me contar, né?


 


- Isso já passou dos limites! – Hermione levantou e tirou de dentro de sua bolsa um pergaminho – Leia – E estendeu a mão tocando no peito de Vítor – Leia agora! – Os olhos cheios de lágrimas. Raiva era o que sentia... Como ele pôde desconfiar dela assim?


 


- Mione... Por favor... Reconheço que errei – Disse após ler.


 


- Não quero mais saber! – Hermione virou as costas em direção ao armário para arrumar suas coisas e ir embora dali o quanto antes. Ele, com a rapidez de um apanhador, segurou-a pelos braços e fez com que ela virasse para si:


 


- Você não vai embora daqui!


 


- C-Como? Acha que pode me impedir. – Os braços começavam a doer com a força que Vítor segurava. – Solte-me agora!


 


- Não. Você é minha, Hermione. Não deixarei que saia. – Ela assustou-se e tentou soltar seus braços, mas isso apenas fez com que se machucasse mais.


 


- Vítor... Está me machucando. – Um estampido foi ouvido seguindo de outro. Rony e Harry aparataram no quarto da amiga e viram a cena.


 


- O que fazem aqui? – indagou ainda segurando Hermione pelos braços.


 


- Solte-a agora, Krum – Ordenou Harry. Rony não conseguia dizer nada. Apenas espumava de raiva. Lentamente ela foi solta – Nem pense em pegar sua varinha. Você ficará aí paradinho até Hermione terminar de arrumar as malas e sairmos.


 


Harry ficou apontando a varinha para o rosto de Krum, ainda sem acreditar na cena que presenciou. Rony nem falava de tanto ódio e apenas ajudava a amiga pôr tudo na mala. Ela tremia dos pés a cabeça e lágrimas saíam de seu rosto. Assim que tudo estava pronto, Ron parou em frente ao jogador:


 


- Você só não vai preso pela agressão por que não temos autorização para realizar sua prisão aqui. Nunca devia ter tocado Hermione dessa forma, seu filho da puta.


 


- Deixa, Ron... Quero apenas sair daqui. Harry aparate comigo, pois não estou bem. Vamos, Ron... – Eles aparataram.


 


- Estou indo, mas antes – e sem que Krum esperasse levou um soco tão forte de Rony que perdeu o equilíbrio e caiu. Apesar de ele jogar quadribol sua posição era de apanhador, Ron era muito mais alto e forte.


 


- Da próxima vez, seja homem suficiente para bater em um homem. – Aparatou.


 


Krum levantou-se espumando de raiva pensando que o ruivo ainda levaria o troco pelo soco.


 


Fim do flashback


 


****************************************************************


 


- Quem era ela?


 


- Não sei. – Draco apoiou a cabeça na mesa e levantou logo em seguida passando a mão pelo rosto.


 


- Não sabe?


 


- Ela era do nosso ano em Hogwarts. Ela se lembrou de mim, mas não tenho a mínima de quem ela possa ser.


 


- Do nosso ano? Não me lembro dela... Só pode estar te zoando, Draco!


 


- Acho que não... E o pior que ela estava prestes a dizer quem era.


 


- Não era da Sonserina. Corvinal?


 


- Disse que não,... Pela inteligência duvido que fosse da Lufa-lufa.


 


A conversa foi interrompida por um burburinho de pessoas inconformadas que falavam:


 


- Absurdo! Queria ir lá fora, mas algo está impedindo a passagem!


 


- Que estranho... Estive lá há pouco tempo... Será que aconteceu alguma coisa?


 


- É... Deve ser algum casal se esfregando! Pior que a festa mal começou! – exclamou Draco.


 


- Draco, a sua garota misteriosa não foi naquela direção?


 


- Sim...


 


- Ih, cara! Ela já te trocou? – Zabini brincou.


 


- Não,... O cara parecia algum ex-namorado e ela queria terminar logo com a conversa,... Não teria razão para ela enfeitiçar a porta com algum feitiço, só se ele... – Draco de repente sentiu algo passar por seu corpo e seu coração ficou apertado – Merda! Se eu demorar vá atrás de mim e leve bruxos-seguranças – Draco rapidamente saiu correndo em direção ao exterior do museu.


 


- Mas...


 


- Faça apenas o que disse!


 


****************************************************************


Enquanto isso lá fora...


 


- Vítor, não temos mais nada para conversar...


 


- Você não me deu a chance de me desculpar por aquele dia. Eu perdi totalmente o controle.


 


- Sim, perdeu.


 


- Gostaria que me desculpasse, Mione.


 


- Já faz tempo,... Posso aceitar suas desculpas, mas isso não apaga o que fez e nem torna possível termos algum relacionamento. Vou embora.


 


- Com quem estava conversando?


 


- Isso não lhe diz mais respeito. – Hermione tomou o caminho de volta, mas não conseguiu passar. – Desfaça o feitiço.


 


- Você é uma ótima bruxa, Hermione Granger. Desfaça você.


 


- Estou sem minha varinha.  - Droga! Droga! 


 


- Ora, ora... A grande Hermione Granger sem varinha... – Vítor começou a se aproximar da morena que se afastou pelo outro lado. – Sem varinha fica totalmente vulnerável, Mione. Soube disso um tempo atrás. – Ele continuou andando e encurralando a garota que tentava apresentar calma.


 


- É melhor dar licença, Vítor. Alguém pode aparecer a qualquer momento.


 


- Duvido. Ninguém vai entrar. Eles pensarão que tem um casal namorando aqui fora e não tentarão quebrar o feitiço.


 


Hermione percebeu que não tinha saída às suas costas. Ela foi de encontro a uma parede e já não tentava mais disfarçar seu nervosismo.


 


 - Saia da minha frente! Não estou gostando nada dessa proximidade...


 


- Mione, Mione. – Vítor apoiou as mãos na parede impedindo que a garota tentasse se afastar pelos lados. – Você não reclamava dessa proximidade um tempo atrás.


 


- MUITO tempo atrás.


 


- Sabe – Ele a olhou de cima abaixo medindo cada parte do corpo da ex-namorada – Parece impossível, mas você ficou ainda mais gostosa – Ele começou a passar a mão pelo rosto da morena. Ela aproveitando o espaço tentou dar um tapa no rosto dele, que foi mais rápido e a segurou pela mão. Disse um feitiço não verbal e cordas apareceram nos punhos de Hermione.


 


- Pare, Vítor, por favor... N-não faça nada..


 


- Quando eu te implorei para me perdoar, adiantou de alguma coisa?


 


Ele levantou as mãos da garota para cima e com outro feitiço não verbal elas ficaram presas à parede.


 


- Sim, Mione. Você melhorou muito – Vítor começou a passar a mão pelo corpo da garota – Nunca se vestiu assim para mim – Começou a beijar o pescoço da garota e sua mão passou pela parte externa da coxa. 


 


- Por... Favor... Não faça... Isso... – Ela já não continha mais o choro.


 


- Você está muito gostosa, Hermione. – Suas mãos começaram a deslizar para dentro da coxa de Hermione. Subiu até sentir o elástico lateral da calcinha e começou a puxar para baixo – Calcinha preta e com renda. Sempre me deixava louco quando usava esta lingerie. – Sua outra mão repousava no peito de Hermione tocando-os com malícia. Vítor pegou o corpo de Hermione e a jogou no chão com violência. Rasgou a parte de cima do vestido. Pôs-se a beijá-la pelo corpo todo. Hermione sentiu em suas pernas o volume já crescido do pênis de Vítor. Ele abriu o cinto e baixou a calça.


 


- Não... Eu não quero... Por favor...


 


- Cala a boca, Hermione. – Com violência afastou as pernas da garota pronto para penetrá-la – Eu disse que você é minha.


 


- ESTUPEFAÇA!


 


Vítor foi atirado para longe. Draco continuou andando em direção do seu alvo. Seu casaco já vinha na mão e jogou-o cobrindo o corpo de Hermione. Ele viu que o desconhecido ainda levantava-se, olhou para a garota e desfez as cordas que a amarravam.          


 


Neste instante Harry, Gina e Ron entravam correndo. Eles ficaram sabendo por Neville que Hermione havia passado por lá e saído com Krum.


 


- Hermione!!! – Gina gritou vendo a amiga ainda deitada no chão coberta por um casaco que certamente pertencia à Draco Malfoy.


 


- Granger? – Draco distraiu-se. Sim, era ela. Não podia acreditar. Com a movimentação, Vítor Krum aproveitou e aparatou.


 


Rony apontou a varinha para Draco:


 


- O que você fez a ela?


 


- Ron... – Hermione vestiu o casaco de Draco e levantou-se com a ajuda de Gina. – Ele me ajudou.


 


- Granger? – Ainda incrédulo. Neste momento Zabini apareceu com os bruxos-segurança.


 


- Você é a grifinória Hermione Granger? – Zabini não aguentou e começou a rir. Calou-se com o olhar que Draco lançou.


 


- Obrigada, Malfoy.


 


- Por que não me contou quem era?


 


- Foi só uma brincadeira, Malfoy. Estava prestes a contar quando fomos interrompidos. Sabe disso.


 


Draco não sabia o que sentia. Talvez, bem no fundo, ele sabia que ela era a Granger. Só podia. Ela brincou com ele e queria xingá-la, mas seu estado era lastimável. Podia ser uma sangue ruim e muitas vezes desejou sua morte, só que depois de conversarem livre de estereotipias, preconceitos, viu que ela era uma mulher maravilhosa. O desgraçado não devia ter feito o que fez.


 


- Devolverei seu casaco assim que arrumar meu vestido. Obrigada mais uma vez.


 


- Fique com ele.


 


- É, Granger. Draco não quer mais nada que você possa ter tocado.


 


- Cala a boca! Afinal o que está acontecendo aqui? – perguntou Harry. Rony já tinha ido de encontro à amiga e a amparava em seus braços e continuou a pergunta do amigo:


 


- Não estamos entendendo nada. – Nisso a festa toda deva um jeito de espiar o que estava acontecendo. Afinal, algo que envolvesse Harry e seus amigos brigando com Draco Malfoy era melhor que a festa rolando lá dentro.


 


- Acho melhor – disse Gina pacientemente – Todos se retirarem. Conversamos no salão. A festa ainda está no começo.


 


Draco saiu empurrando quem encontrava pela frente e Zabini o seguiu ávido por saber o que houve.


 


- Afinal, que foi aquilo, cara? – Sentaram no balcão e pediram um uísque de fogo.


 


- Granger. Era a Granger o tempo todo.


 


- Sim, percebi, mas o que ela fazia com seu casaco? E aquele cara?


 


- Não estou a fim de falar o que houve. Digo apenas o seguinte: o cara era um filho da puta e acabei a ajudando.


 


- Sei,... – Zabini ainda queria saber mais, só que conhecendo o amigo achou melhor mudar de assunto. – Então aquela mulher que deixou você balançado é a Granger. Isso que é mudança, hein?


 


- Pois é... Nem sei o que pensar!


 


- Dracoooooooo! Você tem que me contar essa história de você ajudar a Granger! O salão todo está comentando!


 


- Pansy, acho melhor conversarmos depois – apaziguou Blaise.


 


- Depois? Quero saber tudo em primeira mão!


 


- Vamos dar uma volta agora, Pansy – Blaise disse puxando delicadamente mas com autoridade.


 


Lá fora todos foram afastados pelos bruxos-seguranças e apenas os quatro amigos ficaram:


 


- Malfoy te ajudou? Explica isso direito, Mione. – Harry perguntou com carinho.


- Ele me viu no bar e não me reconheceu. Decidi brincar e não contei quem eu era. Krum apareceu. Aceitei conversar com ele para por um fim nesta história toda.


 


- Depois... - Harry disse auxiliando a amiga


 


- Bom, ele perdeu a cabeça e tentou... Bom... Não consigo falar... Pelas minhas condições podem pensar o pior. – A fala de Hermione mostrou aquilo que os três imaginavam, mas não falavam.


 


- Mione... – Disse Gina – Nem sei... Quer ir embora?


 


- Mas, é um filho da puta mesmo! - exclamou Ron.


 


- Hermione... Darei um alerta para prendê-lo. – Harry não se aguentava de raiva e saiu para avisar algum bruxo que estivesse de plantão sobre o ataque sofrido por Hermione.


 


- Não vamos embora. Só preciso respirar um pouco, alguns feitiços para arrumar meu vestido e tentar aproveitar o que for possível...


 


- Se eu encontrar este Krum,... - continuou murmurando o ruivo.


 


- Continuando... Malfoy apareceu e realizou um feitiço estuporante. Emprestou o casaco e nessa hora vocês chegaram.


 


- Granger. – Draco estava lá novamente. Todos em silêncio. – Tome isso. Sempre carrego comigo para emergências.


 


- Malfoy, se for alguma brincadeira sua...


 


- Cale a boca, Weasley. Acabei de ajudar sua namoradinha.


 


- Que poção é essa? Não sei se conheço,...


 


- Não conhece, Granger. Apenas tome. – Draco estendeu o braço e ela pegou a poção de suas mãos. Os dedos deles se tocaram levemente e Draco, ao sentir a maciez da pele de Hermione, olhou-a nos olhos. – Você vai se sentir bem melhor.


 


 


Rony olhava desconfiado. Draco ainda segurava o pequeno frasco e as mãos de Hermione ainda roçava na dele.


 


- Está certo. – Ele soltou o frasco e ela tomou tudo de uma vez. O efeito foi maravilhoso. Instantaneamente, Hermione recobrou as forças. As marcas começaram desaparecer de seu corpo, sua cor voltava ao seu rosto. A lembrança do que aconteceu parecia algo distante.


 


- Amanhã você precisa tomar outra dose. Mandarei uma coruja para tua casa com a poção.


 


- Que poção é essa?


 


- Ela age diretamente naquilo que nos aflige. – Ela olhou-o espantada – Não, não é nenhuma droga. Ela ajuda você a recuperar a força que tem para enfrentar uma situação dramática. Não faria efeito se você fosse uma mulher fraca.


 


- Ora, Ora... Quem diria! O grande Draco Malfoy fez um elogio à Hermione Granger. Uma bruxa nascida trouxa. – Zombou Gina percebendo que o ambiente estava mais leve.


 


- É, Malfoy... Até uma semana atrás ela era uma simples... Nem consigo repetir. E agora, você está aí... Ajudando. – completou Rony.


 


- Não devo satisfações a nenhum de vocês. – Virou para se retirar quando ouviu a voz de Hermione.


 


- Espere. – Ele parou e virou-se para ela. Sem precisar da ajuda de mais ninguém para manter-se em pé ela caminhou até o antigo inimigo. – Mais uma vez obrigada, Draco. – Ficando na ponta dos pés ela deu um pequeno beijo no rosto do rapaz. Ele, sem reação, tomou seu caminho.


 


 


- Que beijo foi aquele, Hermione??? – Rony perguntou ainda assustado pela ação da garota.


 


- Ah, Rony... Não foi nada. Vá ajudar o Harry enquanto Gina me ajuda com o vestido. – Ele saiu sem resposta.


 


- Hermione... Eu agora faço a mesma pergunta do Rony!


 


- Deu vontade... Apenas em agradecimento.


 


- Agradecimento? Sei... Reparou que ele está um gato! Não é mais aquele menino magricela e definitivamente ele fez algo nos cabelos.


 


- Gina, ahahhah. Só você mesmo. Vamos pegue sua varinha e me ajude com a roupa. – Ao olhar para o vestido as lembranças do ocorrido a invadiram como um furacão. Antes que pudesse imaginar, algo como uma energia quente e forte expulsou aqueles sentimentos de lá. Gina fez alguns feitiços e o vestido estava como novo.


 


- Tem certeza que não quer ir embora?


 


- Não... Vou ficar um pouco para afastar possíveis fofocas sem sentido. Beber e relaxar. Depois vou para casa.


 


- Você quem sabe.


 


Juntas entraram novamente no salão e foram alvos de olhares curiosos. Ninguém se aproximou. Já havia sido avisado que qualquer tipo de perturbação acarretaria na expulsão da festa. Alguns aurores partiram em busca de Krum, mas ele não foi achado. Decidiram entregar uma documentação para o governo da Bulgária exigindo a apresentação do famoso apanhador para responder pelo crime cometido naquele dia. Alguns aurores de confiança ficaram encarregados de acelerar o processo. Harry e Ron não poderiam participar da operação pela proximidade com a vítima.


 


Draco e Blaise resolveram ir embora após algumas horas.


 


- Dessa vez vá para sua casa, Blaise. Preciso ficar sozinho.


 


- Sem dúvida! Hoje ainda terei um encontro... Nem cogitei dormir na sua casa.


 


- Encontro? Essa hora? Sei, Blaise.


 


- Estou falando sério! Falamos-nos amanhã.


 


Eles se despediram e Draco foi para sua casa. Logo deitou na cama e dormiu sentindo algo estranho. Bom, mas estranho. Ele não sabia o que era aquele sentimento, afinal foi a primeira vez que Draco ajudou alguém sem pensar naquilo que teria em troca. Adormeceu e sem que percebesse sua mão foi de encontro ao seu rosto tocando o lugar onde ele ganhara o beijo de Hermione e um sorriso apareceu em seus lábios.


 


****************************************************************


 


Hermione pediu aos amigos para ficar sozinha. Tomou um banho rápido, vestiu seu pijama e deitou-se. Achou que demoraria em dormir. Lembrou-se de Draco e seus olhos fecharam com serenidade. Dormiu tranquila e no dia seguinte acordaria sem lembrar-se dos tantos sonhos que teve com um certo loiro de olhos acinzentados.


 


 


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.