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3. Oportunidade


Fic: Futuro insólito - Vidas em jogo. Novo Cap. Sem revisão.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap 3 – Oportunidade


 


POV Cameron


 


 


Mais de um ano após a morte de meus pais havia passado. Eu já estava formado. Hogwarts teve o melhor dos Granger-Snape, formado com louvor, assim como meu pai e minha mãe. Foi um período conturbado, triste e solitário. Já não tinha muitos amigo e o pouco que sobrou depois de tudo foram apenas aqueles que eram considerados da família como Alvo Fred, Lily Jane e Luna Dora. Filhos de Harry e Gina. Alvo era mais acessível, mesmo sendo mais novo que eu dois anos. Teddy e os Delacour Weasley me achavam esnobe, e por isso não fazia questão de proximidade. Fred II era o mais louco, o meu amigo mais próximo e era um ano mais velho que eu, mesmo com sua mãe morrendo de medo que meu pai o matasse a cada visita. Ele é filho de Jorge e Angelina.


Fred II já estava trabalhando na loja do pai e do tio dele, Jorge e Ronald, e estagiava no Ministério, Alvo formava no próximo ano e eu iria trabalhar numa loja de livros concorrente a Floreios e borrões, e graças a Harry, que era o chefe dos Aurores, também faria estágio no Ministério, no setor de controle de feitiços. Meu padrinho trabalhava junto com alguns inomináveis no Departamento de Mistérios, mas proibia a qualquer um de chamá-lo de inominável. Acho que foi um jeito de ambos ficarem de olho em mim.


Nina já estava com um ano e oito meses e impressionava quem a conhecesse. Seus cabelos encaracolados e negros ainda não eram grandes mas eram lindos, assim como os olhos com de mel. Ela estava sempre rosada, pois Cake sempre a levava para passear em dias de sol. Precoce como uma boa Snape, já havia feito algumas travessuras com sua mágica, o que fazia Minerva suspirar de felicidade, e me deixava com medo. Imagina quando tiver pratica...


Eu até poderia dizer que estávamos relativamente felizes, recuperados, mas não, isso eu sabia ser uma grande camuflagem, uma mentira. Draco se mudou para nossa casa e passou muito tempo cuidando pessoalmente de Nina. Vinte dias depois do funeral do meu pai eu já estava de volta a Hogwarts. Por minha rotina escolar e pelo meu quadro de órfão, foi permitido que todo final de semana eu ficasse em casa. Lógico, Draco teve que alugar uma casa em Hogsmeade pra que isso acontecesse, coisa que ele não gostou muito. Quando Nina fez um ano, Draco voltou a trabalhar. Fora o trabalho que, através de minha mãe e meu pai, ele tinha voltado ao mundo bruxo com orgulho.


Os dias passavam sem muitas mudanças e eu começava a ficar de saco cheio. Até o dia em que durante o almoço no Ministério com Fred, uma conversa chamou minha atenção. Draco tinha acabado de sentar em uma das mesas próxima a qual estávamos. Ele estava mais pálido do que o normal. Algo não cheirava bem. Deixei Fred falando sozinho enquanto tentava prestar atenção no que se passava com meu padrinho. Ele coçava a cabeça, olhava para os lados, escrevia num pedaço de papel mexia os dedos sem parar na mesa, até que Harry apareceu e fez sinal. De imediato ele levantou e os dois saíram juntos, bastante apresados. Quando me voltei para Fred ele me olhava descrente.


- O que foi desta vez Cam?


- Alguma coisa errada com Malfoy. E parece que Harry sabe o que é.


- Deve ser coisa de Auror... Não vamos nos preocupar. O tio Harry é ótimo no que faz, isso logo vai se resolver.


- Fred, pensa comigo. Harry Potter e Draco Malfoy metidos em algo onde isso influencia no humor e na estabilidade deles deve ser algo grande.


- E lógico, por você ser um curioso de plantão, vai tentar descobrir o que é. Estou errado?


- Nem um pouco.


- Isso vai ser uma confusão. Sabe que o Malfoy vai arrebentar você quando descobrir.


- Eu imagino que ele vai tentar, consegui vai ser mais complicado. – disse rindo.


- E você vai precisar de um parceiro...


- Não vou te meter em confusão. Desta vez você será o cordeirinho da história.


- Você é que pensa. Somos amigos ou dois sacos de vomito de ogro?


- Acho que os dois ao mesmo tempo! – falou Cam rindo.


 


 


As semanas iam passando e Cameron e Fred ia articulando e colhendo informações sobre o modo de trabalho dos tios. Era visível para quem quisesse ver que ambos pareciam esconder alguma coisa. Até nas poucas vezes que se encontravam em reuniões familiares os olhares e as conversas particulares eram freqüentes. Em casa, Draco permanecia muito tempo na biblioteca lendo e relendo suas anotações, que nunca eram deixadas desprotegidas. Estavam sempre enfeitiçadas ou guardadas no seu cofre particular.


Cameron se perguntava o que poderia ser tão grande para que o chefe dos inomináveis e o chefe dos Aurores mudassem suas personalidades e vivessem de segredinhos o tempo todo. Com toda certeza somente eles sabiam.


 


POV Cameron


 


Os planos para entrar na sala privada de Draco estava quase pronto. Fred havia conseguido alguns passes para entrar na seção. Tínhamos trabalhado em algumas poções para burlar nossa detecção nos locais proibidos até chegar a sala de Draco. O problema seria que teríamos que encontrá-los juntos dentro da sala. Mas a oportunidade chegou. Era final de expediente e todos já deixavam o
Ministério quando vi Malfoy saindo de uma sala quase que correndo, carregando uma caixa de madeira estranha. Naquele momento eu senti um vendo frio passando por mim me causando arrepios. Eu senti que devia mandar um patrono para Fred, tinha chegado o momento. Eu o segui já lançando os feitiços de desilusão para não ser descoberto. Quando Draco chegou na seção restrita ao inomináveis Harry já o esperava. Entraram sozinhos. Em poucos segundos Fred apareceu com os dois frascos da poção que havíamos feito e testado, o nosso passaporte para entrar nas seções restritas do Ministério.


- Então eles já estão lá dentro?


- Acabaram de entrar. Draco pegou alguma coisa na sala de artefatos mágicos, algo dentro de uma caixa de madeira e veio pra cá. O Harry já o esperava.


- Então vamos descobrir o que estes dois estão escondendo.


Parecia fácil naquele momento, mas havíamos quebrado muito a cabeça para montar toda essa estratégica. As pesquisas com poções eu havia feito em casa e as arapucas eu deixei para Fred desfazer. Estávamos prontos. Bebemos as poções e tentamos passar pela porta, a qual foi aberta sem problemas, agora era achar a sala do meu padrinho, o que não foi difícil, pois seu nome estava incrustado em prata na porta do final do corredor. Tentamos ouvir o que acontecia mas a porta parecia enfeitiçada. Tentamos abrí-la e nada.


- O que será que poderíamos usar pra quebrar esta barreira em Cam? Se a poção não violou esta daqui, talvez seja protegida com feitiços ainda não conhecidos. – Falou Fred.


- Talvez. Mas tenho pra mim que temos que ficar aqui até eles saírem. Temos que ficar imperceptíveis e quando eles retirarem as proteções, nos entramos. Nem que seja empurrando ele pra dentro novamente. Nem que eu tenha que usar Imperius eu vou entrar ai hoje.


- Cara não faz isso! Você pode ser mandado pra Azkaban. Nenhum segredo vale isso.


- Fred, eu não sei você, mas sinto que o que eles estão escondendo vai mudar a minha vida de uma maneira radical. Você sabe o que eu já perdi e que só tenho a Nina. E eu faria de tudo pra vê-la bem e feliz. – Fred confirmou com a cabeça. – Mas eu não sei o porque, só sinto que eu preciso saber o que está acontecendo. Minha mãe me disse uma vez que eu era muito sensível para algumas coisas, desde pequeno. E ela disse outra vez que eu sempre devia escutar esse meu sexto sentido. Ela disse que isso era algo que ela tinha e que parecia ser mais forte em mim.


- Então é por isso que você está tão obcecado por isso? Você está agindo por instinto. Por isso você não me queria te ajudando no inicio...


- Isso. Exatamente. Eu não quero que você se de mal por ter me ajudado, mas não quero que você entre. É algo que eu devo fazer sozinho. Mas te agradeço por ter me ajudado do jeito que ajudou. Mas devo entrar e enfrentar os dois. Será que pode fazer isso por mim?


- Eu não quero Cam, somos quase que irmãos, mas se você acha que é melhor, desta vez, só desta vez você leva a bronca sozinho. Boa sorte e que Merlin te ajude! Mas depois eu quero saber de tudo.


- Valeu Fred, irmão... Obrigado.


Então com um aceno de cabeça, Fred se virou e saiu correndo dali. Agora era só esperar.


E a espera não foi tão longa. Senti a magia da porta sendo alterada, alguém iria sair. Terminei de beber a poção e me mantive nas sombras. A porta se abriu e Harry saiu por ela. Ele olhou para dentro e depois para o corredor. Parecia cansado. Abriu um pouco mais a porta e a segurou aberta. Agora eu tinha que entrar. Usando toda minha concentração fiz um feitiço não verbal de flutuação e entrei pela porta a qual Harry segurava. Quando terminei de passar Draco vinha andando do interior da sala escura. Quase nos esbarramos. Parei de respirar. Draco olhou para onde eu estava e em volta, passou pela porta e a trancou por fora. Eu tinha ficado preso dentro da sala. Agora saberia qual era o segredo que tanto escondiam e que me atraia como mel.


- Lumus! – Falei e tudo se iluminou a minha volta. Aquilo não era uma sala era um salão. No fundo uma grande cerca que parecia uma lareira com uma chama esverdeada crepitando. A sua frente uma grande mesa repleta de coisas em cima além de muitos papeis. Havias várias estantes com livros espalhadas pelo salão. Quando comecei a andar vi que tinha um lance de escadas pra chegar ao átrio do salão. No átrio estava um pequeno, mas imponente conjunto de pedras organizadas como se fosse um círculo.

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