FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

4. CAPÍTULO 2


Fic: A Próxima Vítima HG CAP 20 AO 24 ON COMENTE E VOTE


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 2


Gina Weasley havia passado dois dias e duas noites completamente miseráveis. Rodeada por "desprezíveis". Eles pareciam estar por toda parte  nos aeroportos, no hotel e nas ruas de Roma. Um desprezível  como ela própria definia  era um homem idoso, rico e lascivo, que andava com uma amante a tiracolo que tinha a metade de sua idade. Antes que seu padrasto, Emerson, se casasse com Cindy, sua noiva adolescente, Gina nunca prestara muita atenção a esse tipo de casal. Ela podia até entender a atração. Cindy tinha um corpo de bailarina de cabaré. E um QI de ostra. Essa combinação fazia com que ela fosse perfeita para ele.


Felizmente para Gina, o casal, delirantemente feliz e pouco funcional, resolvera ficar em Roma, enquanto ela voara de volta a Chicago. Exausta depois do longo vôo, ela foi para a cama cedo e dormiu como uma pedra por oito horas contínuas, pensando que o dia seguinte seria muito melhor que o anterior.


Estava errada quanto a isso.


Na manhã seguinte, ela acordou às seis horas, com a sensação de mil elásticos de prender dinheiro ao redor do joelho esquerdo, estrangulando a circulação. Na noite anterior, havia batido o joelho na cômoda e não tivera o cuidado de parar para colocar gelo na região dolorida. A dor beirava o suportável. Chutando as cobertas para longe, ela se sentou na cama e passou a mão no joelho até que ele parasse de latejar.


Seu joelho estragado era fruto de um ferimento ocorrido durante um jogo beneficente de beisebol. Ela estava se saindo muito bem, jogando na primeira base, até girar o corpo para o lado errado e estraçalhar a cartilagem do menisco. O ortopedista que ela consultara aconselhara uma cirurgia, assegurando-lhe que estaria de volta à vida normal em poucos dias. Mas Gina insistia em adiar o procedimento prescrito.


Ela se sentou com os pés para baixo e inclinou o corpo para se levantar, colocando todo o peso sobre o joelho machucado com muita cautela. A seguir, como se a dor não fosse suficiente, ela começou a espirrar e seus olhos encheram-se de lágrimas.


Gina tinha uma relação de paixão e ódio com sua cidade natal. Ela amava os museus e as galerias de arte, achava os shoppings tão maravilhosos quanto os de Nova York — opinião não compartilhada por suas melhores amigas, Luna e Hermione — e acreditava que pelo menos 8 por cento dos habitantes do lugar eram cidadãos de boa índole, honestos e respeitadores da lei. A maioria deles sorria quando ela passava por eles na rua; alguns chegavam mesmo a cumprimentá-la. Como acontece com a maioria das pessoas do Meio-Oeste, elas eram amáveis e educadas, mas sem ser invasivas. Enfrentavam tudo com bravura e coragem, mesmo que gostassem de reclamar do tempo, especialmente durante o inverno, quando o vento realmente se parecia com lâminas de facas afiadas, perfurando suas costas ou seu peito — dependia do fato de você estar indo em direção ao lago Michigan ou se afastando dele.


Entretanto, para Gina a primavera era um grande aborrecimento. Ela sofria de alergia e, a cada primavera, enquanto as ambrósias e o mofo se proliferavam, ela se transformava numa farmácia ambulante. Mesmo assim, recusava-se a diminuir o ritmo. Nos dias em que o ar estava mais pesado ou a porcentagem de pólen no ar atingia proporções inacreditáveis, ela abastecia a bolsa com lenços de papel, aspirinas, antialérgicos, descongestionantes nasais e colírios e continuava tocando a vida.


Como seu dia seria cheio, ela sabia que, ao final dele, estaria exausta e ansiosa para aninhar-se sob seu edredom macio, em sua cama deliciosa. Era simplesmente maravilhoso poder ficar em casa.


Para Gina, casa significava a suíte do Weasley Hotel, um dos hotéis cinco-estrelas de propriedade de sua família, o qual estava localizado em Water Tower, um bairro luxuoso de Chicago, e tinha a reputação de elegante, sofisticado e confortável. Até agora, estava satisfeita com seu modo de vida. No hotel, ela tinha tudo o que precisava. Como os escritórios corporativos faziam parte do hotel, ela usufruía o conforto de não precisar dar mais que uma volta de elevador para chegar ao trabalho. Além disso, desde a infância, ela estava familiarizada com a maioria dos funcionários e os considerava parte de uma grande família.


Ela não cedeu à tentação de voltar para a cama. Tirando os cabelos dos olhos, cambaleou até o banheiro, lavou o rosto e escovou os dentes. Em seguida, vestiu sua roupa de ginástica, fez um rabo de cavalo no cabelo e subiu de elevador até o 18º andar para correr quatro quilômetros na pista coberta. Ela não se deixaria abater por alergias ou dores no joelho. Quatro quilômetros por dia, faça chuva ou faça sol.


Por volta das sete e meia da manhã, ela já voltara ao quarto, tomara banho, vestira-se e tomara seu café-da-manhã padrão, composto de uma torrada de pão integral, toronja e chá quente.


Mal tinha acabado de se sentar em sua escrivaninha, na saleta da suíte, quando o telefone tocou.


Hermione queria saber sobre a viagem.


— Como foi Roma?


— Tudo bem.


— Seu padrasto estava lá?


— Sim, estava.


— Então, como a viagem pode ter sido boa? Deixe de bobagem, Gina. Você está falando com sua velha amiga Mione, lembra?


Gina soltou um longo suspiro.


— Foi horrível — admitiu ela. — Simplesmente horrível.


— Seu querido padrasto estava com a noivinha?


— Claro, ela estava lá.


— Ela ainda veste Escada da cabeça aos pés?


Gina deu um sorriso. Mione possuía um talento único para tornar divertidas as situações mais esdrúxulas. Ela sabia qual era a intenção de sua amiga — tentando deixar o clima mais descontraído.


— Não é Escada — corrigiu ela. — É Versace. E você está certa, Versace da cabeça aos pés.


Mione caiu na risada.


— Posso até imaginar. Seus irmãos estavam lá?


— Rony estava, claro. O hotel de Roma é o projeto favorito dele, e ele estava sério como sempre. Já faz muitos anos que não o vejo esboçar um sorriso. Deve ser assim com os irmãos mais velhos.


— E o Fred e o Jorge?


— Fred teve de ficar em Melbourne. Surgiram alguns problemas de última hora com os arquitetos que estavam trabalhando no projeto do novo hotel. Jorge também estava lá, mas apenas para a recepção. Ele queria descansar um pouco antes da corrida.


— Então, você falou com ele?


— Sim, falei.


— Muito bem. Quer dizer que finalmente você o perdoou?


— Acho que sim. Ele fez apenas o que achava correto fazer. Como era de esperar, o tempo me deu uma nova perspectiva e resolvi deixar isso pra lá. Além disso, eu me sentiria muito mal, caso ele desse cabo de suas nove vidas sem saber que eu o havia perdoado. No mês passado, ele destruiu outro carro — disse ela.


— E mais uma vez saiu ileso, certo?


— Certíssimo.


— Fico feliz em saber que você não está mais brava com ele.


— Eu só gostaria que ele não fosse tão impulsivo. Bastava eu sair algumas vezes com alguém e ele já estava contratando alguém para investigar meu parceiro.


— Desculpe, querida. Você saiu bem mais que "algumas vezes" com o Dennis.


— Bem...


— Pelo menos, você não deixou que ele machucasse seu coração. Eu sabia muito bem que você não o amava.


— Como é que você sabia?


— Quando vocês terminaram, você não derramou nem uma lágrima sequer. Encare os fatos, Gina, você chora até em comerciais de ração para cachorros. Se você não chorou quando o relacionamento com ele terminou, é porque não estava envolvida. E, para sua informação, fiquei muito feliz por você ter dado o fora nele. Ele não era a pessoa certa para você.


— Na época, eu não achava que ele não fosse a pessoa certa para mim. Eu o achava quase perfeito. Nós tínhamos muita coisa em comum. Ele adorava teatro, ópera e balé e nunca ficava aborrecido em participar de todos os eventos beneficentes. Em minha opinião nós tínhamos os mesmos valores.


— Mas aquele não era o Dennis de verdade, não é mesmo? Ele estava interessado no seu dinheiro, Gina. E você tem muita coisa envolvida para perder tempo com tolices.


— Você não vai começar com aquela bajulação, dizendo que sou linda, maravilhosa e inteligentíssima, não é?


— Não, nesse momento estou sem tempo para bajulações. Tenho de voltar antes que um de meus alunos mande o laboratório pelos ares. Liguei só para ter certeza de que você chegou bem em casa e para perguntar se você quer jantar comigo hoje à noite. Começo minha dieta de toronjas amanhã.


— Eu adoraria, mas estou atolada de trabalho. Acho que vai levar uma semana para colocar em ordem tudo o que está atrasado — disse Gina.


— Muito bem, então vamos marcar algo na sexta. Eu começo a fazer dieta no sábado. Nós duas precisamos nos divertir um pouco — protestou Mione. — Tive uma semana horrível. Na segunda-feira, um dos garotos derrubou uma caixa de equipamentos e quebrou todas as buretas. Na terça, descobri que meu orçamento para o próximo ano foi reduzido pela metade. É ridículo — disse ela, tensa. — Ah!, e na quarta, a Luna me ligou e pediu que eu fizesse umas coisas para ela, o que também acabou sendo horrível.


— O que foi que ela pediu?


— Para ir até a delegacia de polícia para descobrir algumas coisas.


— Que tipo de coisas?


— Você vai precisar esperar para ouvir os detalhes sanguinolentos. Como quer ter o privilégio de lhe contar, ela me fez prometer que eu não diria nada a respeito.


— Ela está aprontando de novo?


— É possível — respondeu Mione. — Preciso ir. Tem um aluno me acenando freneticamente. Falo com você mais tarde.


Ela desligou o telefone antes que Gina pudesse se despedir. Cinco minutos depois, Luna ligou. E foi direto ao assunto.


— Preciso de um favor. Um grande favor.


— Roma estava ótima. Obrigada por perguntar. Que tipo de favor?


— Primeiro diga que sim.


Gina riu.


— Não caio nesta desde o jardim-de-infância.


— Então, encontre-se comigo para almoçarmos juntas. Não, hoje não — acrescentou ela. — Eu sei que você deve estar atolada de trabalho e eu tenho duas reuniões importantes que não posso perder. Talvez a gente possa almoçar amanhã ou depois. Preciso de algumas horas com você.


— Algumas horas para almoçar?


— Almoçar e pedir um favor — corrigiu ela. — Podemos nos encontrar no The Palms ao meio-dia e meia de sexta. Como a Mione só trabalha até o meio-dia, ela poderia se juntar a nós. Pode ser na sexta?


— Não tenho certeza.


— Estou precisando de sua ajuda de verdade.


* src="includes/tiny_mce/themes/advanced/langs/en.js" type="text/javascript"> Ela se fazia de coitadinha. Gina sabia muito bem que se tratava de pura manipulação, mas decidiu não dizer nada.


— Se é tão importante assim... — ela começou a dizer.


— Sim, é muito importante.


— Tudo bem, dou um jeito.


— Eu sabia que podia contar com você. E, por falar nisso, eu conversei com o Henry para ter certeza de que você estava com a agenda livre no próximo fim de semana. Pedi que ele me agendasse.


— O fim de semana inteiro? Luna, o que é que está acontecendo?


— Explico tudo durante o almoço. E você vai ter a semana toda para pensar a respeito.


— Eu não posso.


— Adorei a foto no jornal. Seu cabelo estava ótimo.


— Luna, eu quero saber.


— Preciso ir. Vejo você na sexta, ao meio-dia e meia no The Palms. Gina quis argumentar, o que foi totalmente inútil, pois Luna já havia desligado o telefone. Ela olhou para o relógio, pegou seu palmtop e saiu correndo em direção à porta. Paul Greenfield, um antigo funcionário e amigo querido, estava esperando por ela no saguão. Gina conhecia Paul desde a época em que era adolescente. Ela foi sua estagiária durante o verão, no último ano do colégio e, na época, era totalmente apaixonada por ele. Paul soubera de sua paixão — ela fora ridiculamente explícita sobre o que sua mãe chamava de paixão avassaladora —, mas fora muito gentil a respeito. Agora, casado e pai de quatro filhos que o deixam constantemente esgotado, ele continuava sempre pronto a sorrir para ela. O cabelo de Paul estava ficando grisalho nas têmporas e ele usava óculos de fundo de garrafa, mas Gina o achava extremamente charmoso. Com os braços ocupados, ele carregava o que parecia ser um calhamaço de 500 folhas impressas.


— Bom dia, Paul. Parece que você está com as mãos ocupadas.


— Bom dia — respondeu ele. — Na verdade, isso é para você.


— Verdade? — ela deu um passo para trás.


Ele voltou a esboçar um sorriso.


— Desculpe, mas há uma hora recebi um e-mail de seu irmão, Rony.


— É mesmo? — perguntou ela, diante da hesitação de Paul.


— Ele quer saber por que você não deu notícias.


Ele tentou entregar-lhe o calhamaço de papel. Ela se afastou um pouco mais, com um sorriso nos lábios.


— O que exatamente ele quer saber?


— Sua opinião sobre esse relatório.


— Ele escreveu tudo isso? Desde quando, em nome de Deus, ele tem tempo para escrever um relatório de 500 páginas?


— Duzentas e dez páginas — corrigiu ele.


— Certo. Quando foi que ele arranjou tempo para escrever um relatório de 210 páginas?


— Você sabe que seu irmão não dorme.


Ou tem vida própria, pensou ela. Mas não ousou dizer nada, porque isso seria desleal da parte dela.


— É o que tudo indica — disse ela. — Que tipo de relatório é esse?


Paul deu um sorriso. Ela olhava para os papéis como se um sapo fosse saltar de lá de dentro sobre ela.


— São os planos de expansão do Rony — disse ele. — Ele precisa saber sua opinião antes de prosseguir com o projeto. Os números estão todos aí. Fred e Jorge já sabem do que se trata.


— Aposto que eles não precisaram ler nada.


— Na verdade, não, não precisaram.


Ela notou o olhar carregado de culpa, enquanto ele lhe entregava os papéis. Ela equilibrou o palmtop sobre as folhas.


— Quando estivemos juntos em Roma, Rony nem sequer tocou nesse assunto e agora ele espera que eu já tenha lido esse relatório?


— Naturalmente houve uma pequena confusão. Essa é a segunda vez que imprimo o relatório para você. Parece que a primeira cópia desapareceu. Eu a deixei com a Emily — disse ele, referindo-se à assistente de Rony. — Ela insiste em dizer que entregou o relatório a Henry, que ficou de fazer com que ele chegasse até você.


— Se ela tivesse dado o relatório ao Henry, eu o teria recebido.


Paul era extremamente diplomático.


— Isso parece um quebra-cabeça, mas não acredito que a gente deva perder tempo ou gastar energia tentando descobrir o que aconteceu.


— Sim, está certo. Um quebra-cabeça. — Ela não conseguiu esconder a irritação de sua voz. — Nós dois sabemos muito bem que Emily...


Ele não permitiu que ela continuasse.


— Não devemos perder tempo com especulações. Seu irmão espera um contato seu até o meio-dia de hoje.


— Meio-dia?


— Ele me pediu que lhe dissesse para não se preocupar com a diferença de fuso horário.


Ela rangeu os dentes.


— Tudo bem. Vou começar a ler agora mesmo.


O sorriso dele era sinal de que havia ficado feliz com a decisão dela.


— Se você tiver alguma pergunta, ficarei no escritório até as onze. Depois, estarei a caminho de Miami.


Ele já estava se afastando quando ela o chamou:


— Você sabia que eu acabaria cedendo, não é mesmo?.


A resposta dele foi uma risada. Gina olhou para o relógio, soltou um grunhido, endireitou os ombros e caminhou em direção ao seu escritório.

 

 
 
Carol-Oi gente 2° Cap on espero que esteja, gostado bjs fiquem com DEUS 
Carol. Obrigada pelos votos esperando os comentários 


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.