--Pansy Parkinson—
Como Draco pode passar todo o seu tempo livre na enfermaria com a Granger? Ele realmente deve amá-la. Lembro que quando namorávamos fui envenenada e ele nem deu as caras por lá.
Eu caminhava apressada pelos corredores, evitando direcionar meus pensamentos para um Loiro que a esta hora devia estar ao lado de uma Sangue-Ruim. Depois do que ele fez com Zambini, preferi não insultá-la mais a sua frente, não saberia quais seriam suas reações.
Nas demasiadas tentativas de esquecê-lo, busquei consolo nos braços de muitos garotos da Sonserina. Esses, simplesmente me usaram e me jogaram fora. O sentimento pelo Draco continuou a existir.
Meus passos ficam mais largos, e começo a escutar vozes, me deparo no lance de escadarias, onde no fundo existe um Quadro de uma Mulher Gorda. As vozes parecem vir de lá. A partida de Quadribol acabara de ser vencida pela Grifinória, isso devia significar que aquele era o Salão Comunal.
Me aproximei, e perguntei ao Quadro:
- Este é o Salão Comunal Grifinório?
- Quem deseja saber? – A Mulher perguntou.
- Sou Pansy. Pansy Parkinson. – Respondi esperançosa.
- Uma Sonserina. Lamento mais não vou responder. – Disse fechando a cara.
Para o azar dela, alguém a girou, um Ruivo alto, sardas pelo rosto, e dois lindos olhos verdes. Ele olhou para mim e não disse nada, o olhar assustado dele se recaiu ao meu olhar curioso, e ele saiu.
- O que quer Parkinson? – Perguntou.
- Nada Weasley. – Respondi.
- Sonserinos não são bem vindos nessa parte do castelo. – Ele falou grosseiramente.
- Vocês Grifinórios também não são bem vindos nas masmorras, mais estão sempre por lá. – Falei rindo.
- Nós temos aula lá, sabia? – Falou sarcasticamente.
- Humpf... – Fechei minha cara.
Ele riu, e me acompanhou pelo lance de escadas. Meu pensamento correu novamente o castelo e se pousou na Enfermaria. O juízo me faltou, na hora em que eu virei novamente para ele, e encarei aqueles lindos olhos verdes. Sem me controlar, me agarrei ao pescoço dele, e beijei-o profundamente, em mais uma tentativa desesperada de esquecer o Malfoy. Com o susto ele tentou a repulsa, mais depois se entregou aprofundando o beijo cada vez mais e mais, quase caímos da escada e foi nessa hora que nos separamos.
- Você está louca? – Perguntou ele sem fôlego.
- Não, só deu vontade. – Respondi Sapeca.
- E é assim? Quando dá vontade você pula no pescoço dos outros e beija? – Perguntou ele enraivecido.
- Não, foi só em você. E não adianta fazer esse showzinho de raiva não, por que eu sei que você gostou. – Respondi rindo.
- O que está acontecendo com vocês Sonserinos? – Perguntou ele confuso. – Um Apaixonado pela Hermione, e o outro se atracando com qualquer Grifinório?
- Não com qualquer Grifinório. Apenas com Você. – Novamente o beijei, para esquecer o Draco. Ele retribuiu.
- O que espera com esses beijos? – Perguntou ele curioso.
- Você é o único até agora, que conseguiu me fazer esquecer o Draco. – Respondi.
- Então você está comigo para esquecer outro? Vai me usar como Bode Expiatório? – Perguntou tremulo.
- Para falar a verdade, eu gostei desse seus olhos verdes. – Falei sapeca. – Esse seu cabelo vermelho, que simboliza fogo. Queria saber se esse fogo existe mesmo. – Falei novamente, me insinuando sobre ele.
- Você está muito oferecida garota. – Falou ele rindo.
- Sabe, conheço um lugar onde podemos conversar mais reservadamente. – Falei Puxando-lhe pelo braço.
- Estamos sozinhos aqui. – Falou ele sem entender.
- Se cérebro fosse uma matéria, você não poderia cursá-la. – Falei mais sapeca, puxando-o.
Caminhamos por algum tempo, em direção ao sétimo andar, a Sala Precisa estava pronta a minha disposição. Quando passei o Hall, ele me acompanhou e a Sala se lacrou. Me insinuei, e comecei um Streep Tease para ele. Percebi a excitação dele e não agüentei.
Puxei-o para mim, despindo-lhe com movimentos rápidos, em meio a beijos apaixonados, enquanto ele fazia o mesmo. Beijamo-nos e depois deitamos na cama onde tudo aconteceu.
N/A Imaginem ai... Vou Contar não... kkkk
To escrevendo uma nova Fan Fic: A Língua da Serpente
Vai contar a História do Voldemort. Desde um pouco antes dele nascer. Vou começar mais ou menos na época que a mãe dele enfeitiçou o Tom Riddle.