Pansy continuava irritada com Draco, nada justificava aquela troca. Draco porem não se importava com isso, ele estava preocupado, por que fazia dias que não conseguia falar com Hermione, e sempre que a via no Salão Principal ela estava acompanhada do Potter.
--Draco Malfoy--
- Desencana Draco – Falava Zambini.
- Pelo que? – Perguntei desconcertado.
- A Pansy vai te perdoar, seja lá pelo que. – Falou ele rindo.
- Estou pouco me lixando para a Pansy. – Respondi sem perceber o que falava.
- Ela comentou algo sobre traição, andou tendo relações extraconjugais? – Perguntou ele rindo.
- Nunca fui casado com ela, já falei para os meus pais e para os dela, que eu não irei me casar com ela. – Respondi me levantando. – Eu não amo a Parkinson. – Não reparei que tinha gritado, e que ela caiu no choro um pouco mais à frente na mesa da Sonserina. Mais à frente o rosto de Hermione se iluminou.
- Então vocês terminaram? E agora você está acabado? – Perguntou ele.
- Nós não terminamos o que nunca começamos. – Respondi seco.
- Draco, eu espero que não seja aquela história da San...
- Não ouse chamá-la assim Blásio. – Respondi enfurecido.
- Modere seu tom de voz Malfoy. – Respondeu em represália.
- Adeus Blásio – Falei levantando para caminhar em direção a Porta.
- A Sangue Ruim encantou o Draco, só pode ser isso, ele não sofreria tanto assim por uma Sangue-Ruim. Isso nunca existiu, os Sonserinos não se relacionam com as Trouxas. – Falou Zambini para Pansy ainda chorosa.
- Não a chame assim Zambini. – Voltei enfurecido, apontando-lhe a varinha.
- Não aponte esse graveto para mim Malfoy. – Gritou ele em resposta.
- Vai pagar por tê-la ofendido. – Gritei – Desaungeo.
- Protego. Destrinchus.
- Protego. Cruc...
- Detenção, Zambini, Malfoy. – A Voz de Snape vinha arrastada atrás de mim.
- Professor... – Começou Zambini.
- Sem mais, senhor Zambini. – Falou ele com desdém. – Vocês se atacaram em pleno salão. Detenção, hoje 20:00h.
- Sim senhor. – Respondi.
--Hermione Granger--
Há Muito tempo eu não me encontro com ele, sempre que tenho oportunidades ele está com o Zambini. A confusão na mesa da Sonserina está se alastrando.
- Estou pouco me lixando para a Pansy. – Draco gritou na mesa da Sonserina. Com essa declaração meu rosto contraiu um sorriso.
- Nunca fui casado com ela, já falei para os meus pais e para os dela, que eu não irei me casar com ela. – Draco gritou. – Eu não amo a Parkinson. – Ele deve ter tomado um susto quando percebeu que tinha gritado, e olhou apreensivo quando Pansy caiu no choro um pouco mais à frente na mesa da Sonserina. Meu rosto enlanguesceu o sorriso.
--Narrador—
Hermione vagava pelo corredor, fazendo a ronda de sua Monitoria. Ela olhou em seu relógio de pulso e depara com a hora:
- Meia noite, o que eu estou fazendo aqui? – Ela se deparara com a parede da Masmorra, bem próxima a sala do Snape.
Antes que ela pudesse reagir, Draco sai da sala dele, acompanhada de Zambini, ele olha para o lado e vê uma Hermione parada Petrificada de horror, desvia a atenção de Zambini e o dispensa em direção ao salão Comunal da Sonserina. Discretamente ele vai em direção a Hermione e a Beija. Mais uma voz puxada interrompe o momento:
- Pestes, quem está acordado a esta hora e no corredor. – Filch gritava.
Ao perceber que ele se aproximava, os dois correram com ele em seu encalço. Subiram vários lances de escadas, e se depararam em frente a uma estátua muito conhecida. Uma porta surgiu em meio à parede lisa, e eles entraram correndo, logo os gritos de Filch se acabaram.
A Sala estava diferente do de sempre, cortinas vermelhas passavam por janelas que davam a vista ao Lago Negro, no centro da sala uma cama em forma de coração, com um feitiço que liberava pétalas de rosas do teto. O aroma de jasmins se espalhava pela sala em direção a eles.
O Beijo que ambos deram foi longo, as línguas cruzaram-se em sincronia, as mãos dançavam e serpenteavam pelo corpo, buscando explorar cada vez mais aquele território há tempos desejado.
Caminharam em direção a cama, onde se deitaram e aprofundaram o beijo, parando em meios tempos para ganhar fôlegos para novamente se afundar em beijos românticos. As mãos ágeis de ambos começaram a fazer trabalhos perfeitos no corpo de seu parceiro. As mãos de Draco viajaram pelo corpo de Hermione, retirando a bata de Hogwarts, encontrando uma Blusa apertada junta a uma saia até os joelhos. Hermione puxou a bata de Draco, encontrando em seu caminho nada alem da cueca do rapaz.
Agilmente ele tirou a Blusa e a Saia de Hermione, deixando-a, apenas com sua roupa intima. Pararam momentaneamente para olhar um para o outro, depois de se encararem bastante, Draco movimentou o rosto como em um pedido. E Hermione mexeu sorrateiramente a cabeça afirmativamente. O sinal estava dado.
De forma delicada, ele a depositou na cama, e beijou-a em todos os cantos alcançáveis. Enquanto ia baixando seus beijos, ia retirando as peças em seu caminho, começando pelo Sutiã, que ao ser retirado, revelou belos seios, que ele se demorou a acariciar e beijar. Baixando mais a cabeça beijando-lhe o umbigo e traçando o caminho da perdição com a língua. Eliminando a ultima peça de roupa, ele voltou a beijar Hermione, agora com mais ardor.
Ela tomou parte na “Brincadeira” e Beijando o tórax do rapaz, de uma vez arrancou-lhe a cueca. O Membro já pulsante e ereto recebeu um beijo, e logo Hermione voltou a beijar Draco com Ferocidade. Com as mãos, posicionou o Membro do Rapaz no sentido certo, e o fez penetrá-la.
Com a penetração, ela soltou um gemido de Dor misturado ao prazer, que animou mais o clima. Em perfeita sincronia os corpos se uniam e separavam, aumentando o prazer de ambos, a intensificação dos movimentos fez com que ambos gemessem cada vez mais, e com uma ultima investida, ambos chegaram ao clímax juntos, Tornando os dois em um.
Alis, eles permaneceram até o amanhecer, daquele sábado que prometia muitas coisas.