FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

6. Capítulo 6


Fic: She is the Sunlight


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 6


Acordei na manhã de domingo um pouco irritada. Perdi completamente o sono. Tive o mesmo sonho do outro dia. O mesmo, sem tirar nem por. O mais estranho agora não era o sonho, era ele ter se repetido, porque - pelo que eu me lembre - eu nunca repito um sonho, toda noite é diferente, toda. As mudanças de humor me afetando como sempre, estava ficando mais irritada do que quando acordei. E ficar na cama sem fazer nada estava me deixando um pouco entediada apesar de não ser uma má idéia. E ficar entediada me deixa irritada.


Levantei e fui direto para o banheiro me lavar. Fiquei um tempo debaixo da água quente, ali estava tão bom, podia ficar ali o dia todo se quisesse, mas uma hora eu teria que sair, as outras mulheres desse dormitório vão querer tomar um banho também. Arrumei os cabelos, escovei os dentes. Voltei para o quarto, abri meu guarda roupa pensando no que vestir, então optei por uma calça jeans velha, uma das mais surradas e largas, uma blusa branca sem manga, moletom vermelho e o all star mais velho. Coloquei meu relógio de pulso, a pulseira preta herdada da minha mãe e os anéis.


Olhei para a Mia e Sarah ainda dormindo na mesma cama de mãos dadas. Depois que jantamos ontem, viemos para o dormitório e ficamos tagarelando quase a noite toda. Fitei Cris e ela devia estar tão envolvida em seu sonho que até um meio sorrio podia ser visto em seu rosto. Não podia acordá-las, seria maldade.


Então eu fui até a janela e olhei o estado do tempo. Como sempre estava fechado, nebuloso, mas não chovia. Peguei minha gaita dentro da minha bolsa e coloquei dentro do bolso da calça, junto com minha varinha, e peguei meu violão. Pensei em deixar um bilhete, mas elas iam saber onde eu estava.


O salão principal não estava vazio como eu imaginara, pois era bem cedo, mas não estava cheio para a hora. Cumprimentei algumas pessoas, conversei rapidamente com outras, peguei um suco de abóbora e sai de lá indo direto para o jardim.


Estava frio, mas não aquele frio que incomoda, era agradável, suportável, aquele frio gostoso e aconchegante que devo dizer que eu amo. Sentei no lugar de sempre, de frente para o lago, pertinho de sua margem, embaixo de uma árvore. Pensei na primeira música que vinha à cabeça e comecei.


Quatre consonnes et trois voyelles


C'est le prénom de Raphaël


Je le murmure à mon oreille


Et chaque lettre m'émerveille


C'est le tréma qui m'ensorcelle


Dans le prénom de Raphaël


Comme il se mêle au a au e


Comme il les entre-mêle au l 


Eu fechei os olhos e a imagem de Teddy pintou diante os meus olhos mesmo contra a minha própria vontade, mesmo que a música não tivesse nada a ver com a nossa história, ou com ele. Ele estava sorrindo pra mim, igual no dia em que me viu tocar pela primeira vez, lindo como sempre e eu ri da sua imagem, ri do lago negro depois de abrir os olhos e ver um tentáculo da lula gigante passando pela água. Aquilo me animou.


Pas de délice pas d'étincelle


Pas de malice sans Raphaël


Les jours sans lui deviennent ennui


Et mes nuits s'ennuient de plus belle


Pas d'inquiétude pas de prélude


Pas de promesse à l'éternel


Juste le monde dans notre lit


Juste nos vies en arc en ciel 


Eu tinha que esquecê-lo, mas agora nem eu sei mais se eu realmente queria, sabe quando o coração fica contra a razão? Ele estava todo bonitinho comigo, apesar de isso não me dar nenhuma esperança. O fato é que ele estava realmente bonitinho comigo, mas eu, para esquecê-lo de vez tinha que me afastar; e eu não queria isso, não agora.


Quatre consonnes et trois voyelle


C'est le prénom de Raphaël


Je lui murmure à son oreille


Ca le fait rire comme un soleil


 


- Bonita música.


Eu levei um sobressalto, minha imaginação estava tão longe que até a sua voz eu estava escutando, mas isso não me impediu de olhar de onde ela vinha e também não me impediu de me sobressaltar de novo com sua imagem, com aquele mesmo sorriso, em pé, atrás de mim. Eu balancei a cabeça para tirar a imagem da minha cabeça, mas ele realmente estava ali, com os cabelos – hoje - loiros bagunçados e o suéter, que eu reconheci de primeira, que vovó deu a ele destacava seus braços e ombros largos.


- Ui, Teddy – eu disse antes que eu ficasse sem ar ou me coração saísse do meu corpo de tanto bater – Você me assustou.


- Desculpe, não era minha intenção. – ele riu e se sentou ao meu lado, escorando na árvore e me olhando daquele jeito, você sabe o jeito – Parece que alguém caiu da cama hoje. – disse ele brincando por eu levantar cedo


- Quase – disse rindo – Mas pelo visto não fui só eu, e é bem cedo sabia?


- Não consegui dormir, muitas coisas na cabeça – ele estava mesmo com uma cara de cansado, as olheiras eram fracas e visíveis debaixo dos olhos. Ele encostou a cabeça na árvore e fechou os olhos, parecendo sentir a brisa que vinha. Oi? Esse é o meu paraíso?


- Você toca muito bem – ele disse ainda de olhos fechados – Eu conheço muitos músicos, mas você é a melhor que eu já vi, da sua idade. – Tinha uma certa admiração na sua voz. Mas agora imagina um pimentão com cabelos loiros prateados e os olhos azuis. Prazer, Victoire Weasley.


- Não exagera – eu apenas disse tentando disfarçar a vergonha.


- Eu não estava exagerando – ele disse abrindo os olhos – Por que não faz um mini show? Você tem várias oportunidades aqui na escola.


- Não, obrigada – disse acanhada, ele riu. - Eu iria adorar, ia ser um sonho. Mas eu não ia gostar de ver aquelas pessoas me olhando. E se eu falhar, não fazer o que elas esperam que eu faça e ser bastante criticada...Eu não iria agüentar – admiti.


- Entendo. – ele disse pensativo.


- Tive uma idéia. Quando eu sair da escola vou para Vegas – disse brincando.


- Vegas? Las Vegas?


- Sim. Não é lá que dizem que os sonhos acontecem? – perguntei.


- Onde você viu isso? – perguntou ele franzindo o cenho com um sorrisinho no rosto.


- Semanário das Bruxas – respondi fazendo uma careta, ele fez uma pior que a minha – Não me olhe com essa cara, eu não gosto dessa revista, não mesmo, mas é que de vez em quando é bom olhar para dar umas risadas, sabe? – expliquei


Ele riu e eu ri junto.


- E você só toca violão? – perguntou curioso. Então eu tirei a minha gaita de boca do bolso e lhe passei ainda meio risonha.


- É bem velha, gasta. Comprei de segunda mão, mas eu não podia ter uma melhor. – expliquei, nem sabendo o porquê, ele não tinha me perguntado nada. Eu estava tagarelando aqui. Meu Merlim, cala a boca Vicky!


- É bonita – ele disse a admirando, olhando ela por todos os ângulos, passando os dedos em cada lado, a admirando como se fosse a coisa mais bela e preciosa, a tocando como se fosse um objeto precioso. Ele balançou a cabeça e riu – Quanto mais eu te conheço, menos eu sei sobre você – disse mais para si mesmo do que pra mim.


- Não é difícil de descobrir nada sobre mim, sou como um livro aberto. – eu disse mesmo assim.


- Mas mesmo assim, sinto que falta muito. Ou alguma coisa – ele disse, não parecendo feliz.


- Talvez se tivéssemos iniciado a nossa amizade mais cedo – eu disse não me agüentando e me apreciei a completar – Por que... Somos amigos... não é?


Ele sorriu.


- Claro. E é isso que venho me perguntando. – disse ele pensativo.


Que somos amigos ou o porque de não termos iniciado isso mais cedo?


- O quê? – perguntei curiosa


- Por que não iniciamos essa amizade mais cedo.


- Isso me vem em mente também – admiti e ele me olhou surpreso, piscando algumas vezes.


Eu desviei o olhar, me fingindo de pensativa. A respiração falhando, as malditas borboletas na barriga, o coração querendo sair pela boca e me amaldiçoando por ter a boca grande demais e sentindo os seus olhos no meu rosto. Já podia ver ele me enchendo de perguntas de por que eu também ficava com aquilo na cabeça. E eu admito que também estou morrendo de vontade de enchê-lo de perguntas... E por que não começar agora?


- Vicky – ele me chamou com um sorriso no rosto e meio hesitante. 


- Sim.


- Você gos...


- Vicky – gritou Cris ao longe o interrompendo. Nós olhamos para trás e Mia e Sarah a acompanhavam. Teddy se levantou num salto.


- Eu já vou indo – ele disse e saiu antes de eu perguntar o que ele queria me dizer. As meninas se aproximaram e sentaram ao meu lado, não ousei olhar para trás, para ver ele se afastando de mim mais uma vez.


- Desculpe amiga – disse Cris com cara de culpada – Eu não o vi aqui.


- Sem problemas, não teve importância mesmo, não pra ele. – disse olhando fixamente para o lago, sem querer encarar os olhos delas.


- O que vocês conversaram? O que aconteceu? – perguntou Sarah com urgência.


- Nada. Só coisas meio frustrantes, para mim pelo menos. – disse abaixando a cabeça, a pousando no violão, e fechando os olhos bem apertados. Não estava suportando isso, quer dizer, eu estava, mas estava cansando, porque eu, como todo mundo tá cansado de saber, não converso desse jeito com ele. E de uma época pra cá isso tá virando uma rotina e ele fica todo bonitinho e só de pensar que isso não passa de uma gentileza dele, que ele nunca vai ser bonitinho do jeito que eu quero... Isso é o que mais frustra.


Escutei Mia dando um suspiro sem paciência alguma. Lá vem. Podia até ver ela me olhando com aquele ar de pensativa, respirando fundo soltando o ar, e o que ia dizer. Tudo junto.


- Acho que você devia dar uma chance ao Phil – ela disse, fazendo exatamente o que eu tinha acaba do prever. Tem horas que eu acho que eu as conheço mais do que elas mesmas.


- Mas e se acontecer igual aos outros? – porque a minha experiência com outros garotos não foram as melhores experiências, eu sempre acabava terminando com eles, sempre. Tem uns que são apaixonados comigo até hoje e isso é um saco porque eles não desgrudam e fica naquele mel nojento. Mas o fato é que eu nunca agüentei ficar com um homem mais de duas semanas, sempre entrava Teddy nos meus pensamentos e acabava com tudo, se é que você me entende. Agora eu só não precisava que Mia jogasse isso na minha cara.


- Só não deu certo com os outros porque você não quis. – obrigada amiga eu te amo.


- Dê uma chance ao Phillip. Ele é bonito, legal, e... O mais importante: ele parece realmente gostar de você. Não deixe essa oportunidade passar, tente novamente. E se você vê que está difícil termine, tudo com ele colocando as cartas na mesa, não inventado uma desculpa idiota. Mas tente pelo menos, não termine com ele na sua primeira crise. – agora ela jogou tudo na minha cara mesmo, e eu não pude deixar de olhar pra ela.


- Tudo bem – eu disse me dando por vencida depois de algum tempo – Vou pensar no caso dele. E no seu também.


- Ótimo – disse Cris se levantando – Agora vamos, Hagrid está nos esperando.


Eu me levantei com uma pequena ajuda de Sarah, deixando Cris e Mia irem um pouco à frente.


- Como você está? – perguntei.


- Bem – ela sorriu um sorriso gigante – Nada de Kurt, nada de Amy. O dia hoje começou bom.


- Nada de Kurt? – perguntei brincando.


- Pára – ela pediu me dando um olhar fuzilador de brincadeira.


Na cabana de Hagrid era sempre divertido. Ele nos dava para beber seu chá que era razoavelmente bom e nos contava histórias do passado. A maioria sobre Harry, Ron e Hermione e eram sempre divertidas também, a maioria da infância deles e como aprontavam. Nada que eu já não soubesse, mas como é bom escutar de novo eu sempre o deixo contar. Saímos de lá entupidas de chá e com o humor realmente melhorado, rindo à toa e fazendo piadinhas uma da cara da outra. 


Não almoçamos, ficamos no jardim até que começou a chover e voltamos para o castelo tagarelando. Decidimos ir ao salão principal encontrar pessoas. Quando chegamos ao portal do salão eu fui puxada para trás de uma estátua, tipo uma passagem secreta. As meninas não me viram e entraram. Quando eu virei para trás, para ver quem foi o doido que me puxava, dei de cara com Phillip todo sorridente. Mas antes que eu abrisse a boca para falar poucas e boas pra ele, ele disse:


- Quero uma coisa de você.


- O que você quer? – perguntei nervosa.


- Você sabe o que eu quero – ele disse dando uma piscadela. Eu engoli em seco.


- Não, não sei – disse meio hesitante, ainda nervosa.


- A sua companhia para o baile. Se não for pedir muito. – alivio.


- Depois dessa eu acho que é pedir demais – eu disse sendo difícil e para avaliar o que eu realmente queria. Não ia dar falsas esperançar para Phillip.


- Tente entender, eu precisava falar com você sozinha. Essas meninas não desgrudam de você – ele disse tocando num assunto que era bem delicado. Vamos deixar algumas coisas bem claras.


- Essas meninas são minha amigas, tipo irmãs e elas não desgrudam de mim e nem eu desgrudo delas. E também não precisa me jogar em passagens secretas para falar comigo é só me pedir para falar com você – disse deixando bem claro.


Ele riu.


- Por que você está rindo? – perguntei


- Você fica toda linda bravinha – ele disse me avaliando.


- O dia que eu ficar brava de verdade você não vai falar isso – disse sem graça, quase rindo.


- Mas e aí? Você aceita ou não? – perguntou impaciente.


- Me deixa pensar – eu disse colocando a mão no queixo e fazendo cara de falsa pensativa.


- Me deixe te ajudar então. Começa com s, termina com m e tem uma vogal no meio. – ele riu da própria piada.


- Não, não – discordei e ele parou de rir.


- Não o quê? – ele perguntou hesitante.


- A palavra é ‘aceito’ e não ‘sim’ – eu disse lhe dando um sorriso.


- Isso quer dizer que...?


- Que aceito ir com você, mesmo você não merecendo.


Ele riu e me puxou para fora da passagem secreta, me deu um abraço e saiu como sempre sai, sem falar nada. Phillip me deixa muito confusa às vezes.


- Onde você se meteu? – perguntou Cris quando eu as achei no meio do salão principal.


- Phillip veio falar comigo – expliquei


- O que ele queria? – perguntaram todas juntas e empolgadas.


- Me convidar para o baile.


- E você?


- Eu aceitei.


- Então você decidiu fazer o que disse – perguntou Mia feliz.


- Sim, mas eu vou tentar. Se não der certo eu não vou continuar com essa história.


- Vai dar certo, você vai ver – disse ela positiva.


E eu queria que ela estivesse certa. Phillip é legal demais para eu machucar os seus sentimentos e tá na cara que ele gosta de mim...


- Com licença – pediu um menino do primeiro ano.


- Sim – eu disse. Ele me olhou meio assustado e se virou para Mia.


- McAden, você... eeer. Assim... é... – ele disso totalmente nervoso.


- Calma. Respira, relaxa e fala – disse Mia o incentivando.


- Você quer ir ao baile comigo? – ele perguntou.


Eu coloquei a mão na boa para evitar rir, ficando quase vermelha e sem ar. Cris saiu correndo do lugar e se sentou ao lado de Max que estava na mesa da Lufa-Lufa conversando com alguns amigos. Ela riu alto e escondeu o rosto no ombro de Max, que olhava em nossa direção e ria de colocar a mão na barriga. Sarah sumiu embaixo da mesa, pude a ouvir tentando pegar ar.


- Mas você não é do primeiro ano? – Mia perguntou perplexa.


- Sou, mas se eu for com você eu vou poder ir – ele disse dando um sorriso alegre e eu escondi o meu rosto com as mãos, depositando minha cabeça na mesa, passando mal. – É que eu gosto de você, você é a mulher mais linda que eu já vi em toda a minha vida – ele falou isso como se tivesse cinqüenta anos de idade. 


Sarah deu uma gargalhada alta debaixo da mesa e saiu de lá engatinhando para se sentar no chão em frente a Max. Eu fiz o mesmo, não estava agüentando mais. Pude ver Mia falando alguma coisa e, quanto mais ela falava, mais o menino ficava decepcionado. Ele saiu e Mia se virou para nós, levantando do seu lugar e vindo ao nosso encontro, morrendo de rir.


- Mia faz a alegria da garotada – disse Max morrendo de rir.


 
N/A: RÁI amigos. aeaeae mais um cap :D queria dizer que a musica desse cap é Raphael da Carla Bruni. é maravilhosa, pode baixar. final de semana que vem tem mais
beijooooos :* 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.