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5. Draco Malfoy/Hermione Granger


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 5


Draco Malfoy/Hermione Granger


 


- Belo jeito de começar a vida na Inglaterra! Merda! – Reclamou Draco enquanto saia às pressas do Ministério. – Pelo menos a Granger não estava lá. Sangue-ruim. Tinha mesmo que estar envolvida com o traidor do sangue. No mínimo Potter deveria estar com a caçula dos Weasley. Mais uma geração de coelhos! Saco!


 


Draco aparatou em Hogsmead e escolheu um tranquilo restaurante para almoçar. Sentia olhares o seguindo. Misto de admiração e receio. Ainda era reconhecido. Sentou em uma mesa afastada.


 


Enquanto comia e bebia uma taça de vinho notou o olhar de uma jovem. Devia ser pouco mais nova que ele... “Bonita,... E que corpo! Draco Malfoy acalme-se. Não comece sua vida na Inglaterra com mais uma Natasha.”  Desviou o olhar e voltou a comer. Pagou sua conta e antes que saísse ouviu uma voz um tanto quanto aguda:


 


- Malfoy? Draco Malfoy? – Ele não respondeu e apenas encarou a garota. Ela tinha olhos claros e de perto não era tudo aquilo que imaginava. – Você não deve me conhecer. Quando entrei em Hogwarts você estava no 5º ano,... Mary Johnson. – Estendeu a mão de forma delicada.


 


- Realmente não tive a oportunidade de conhecê-la. – Draco disse beijando a mão da moça de forma galanteadora.  Começaram uma animada conversa. Sim, ele estava muito animado com a perspectiva daquela conversa. Porém, subitamente, seus pensamentos voltaram-se para Natasha. Será que valia a pena começar sua vida na Inglaterra já se envolvendo alguém? Ela era mais nova e pelo papo cairia rapidamente em seus braços.


 


A perspectiva de ter uma nova Natasha agora que acabara de sair de um longo relacionamento venceu o tesão que sentia.


 


- Nossa, Mary... Perdi a hora! Nossa conversa estava tão envolvente... Realmente preciso ir.


 


- Sério? E posso te enviar uma coruja para marcarmos um almoço ou jantar?


 


- Você geralmente almoça por aqui?


 


- Não... Trabalho do outro lado da cidade... Por isso perguntei sobre nos comunicar pelas corujas...


 


- Então, Mary, eu acabei de voltar e ainda terei que fazer algumas viagens e provavelmente sua coruja nunca me acharia... Que tal eu anotar seu nome e endereço e te mando uma carta?


 


- Claro, Draco. – A garota anotou os dados em um pequeno pergaminho e o entregou.


 


¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨


 


Assim que saiu Draco realizou um simples feitiço para destruir o pequeno pergaminho. Definitivamente ficaria um bom tempo sem aparecer naquele restaurante. Chegou à sua casa e enviou uma coruja ao Ministério requisitando um elfo doméstico. “Maldito Potter que libertou o elfo da família!”.


 


A sua nova casa já tinha uma mobília básica. Decidiu que voltaria no dia seguinte à Hogsmead para comprar o que mais necessitasse. Precisava organizar todo seu material: caldeirões, plantas, sementes,... Tudo o que achava importante para iniciar a fabricação de suas poções.


 


Naquele mesmo dia ele enviou novamente sua coruja para outra missão: entregar uma carta em Hogwarts para a nova diretora da Escola.


 


“Cara Sra. Mcgonagall,


Como deve ser do seu conhecimento assumirei a responsabilidade do envio de grande parte das poções destinadas ao Hospital St. Mungus. Para tanto precisarei da ajuda dos estudantes recém-formados que tenham interesse em poção e que também tenham alcançado boas notas durante todos os anos letivos.


 


Todos receberão pagamento pelo serviço prestado e terão recomendações para futuros cargos, nessa e em outras áreas, de interesse de cada estudante.


 


No entanto assinarão um documento mágico em que não poderão informar meu endereço a ninguém, já que o trabalho será realizado aqui em dois horários diferentes por dois grupos de quatro bruxos:


 


- terça à sexta: 8h00 – 12h00


- segunda à quinta: 13h00 – 17h00.


 


Espero que me encaminhe os melhores e que os erros que cometi no passado não interfiram no seu julgamento.


 


Atenciosamente,


D. Malfoy” .


 


Ele estava sem fome. Tudo o que queria era voltar e, agora estando na Inglaterra, percebeu o quanto tudo seria difícil. Todos se lembrariam de Draco Malfoy como aquele que quase matou o, até então, maior diretor de Hogwarts. Draco Malfoy, aquele que possibilitou a entrada de Comensais da Morte em Hogwarts. Mas, ninguém pensaria em Draco como um garoto que fora obrigado a realizar ações inimagináveis por outros garotos de sua idade. Talvez até por garotos mais velhos.


 


Draco adormeceu em sua cama com estes pensamentos inundando sua mente e tendo consciência que nunca seria amado e não sabia se poderia amar alguém em sua vida.


 


¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨


 


Com certa dificuldade, Vítor separou-se do delicado abraço de Hermione. “Ela sempre foi diferente das outras...”.


 


- Então, como andam os treinos?


 


- Cada vez mais cansativos... Logo estaremos em competição. Quer ir caminhando para conhecer um pouco este país?


 


- Ótima ideia! E os jogos onde acontecerão?


 


- Aqui mesmo. Apesar de a guerra ter acabado o Ministério Internacional tem evitado muitas viagens.


 


- E decidiram fazer aqui por quê?


 


- Os maiores e melhores jogadores são daqui.


 


Hermione sorriu pensando se ele teria razão. Não tinha como discutir quadribol e logo pensou em seus amigos que teriam milhões de argumentos tanto para concordar quanto para discordar.


 


- E o que tem feito desde que nos encontramos em Hogwarts? – Hermione perguntou aproximando-se um pouco mais de Vítor com o objetivo de proteger-se um pouco do frio. Esse movimento não passou despercebido pelo homem que por uns instantes sentiu-se inebriado pelo cheiro que ela exalava.


 


- Nada além de quadribol. Participando como professor e técnico de alguns treinos de jovens bruxos,... Escrevi para você contando sobre tudo isso. Você nunca me respondeu. –Vítor parou ficando de frente para a garota.


 


- Desculpa, Vítor. Tantas coisas aconteceram depois que partiu. Como deve saber lutei na guerra ao lado de Harry – ele assentiu – Afastei meus pais de toda esta loucura jogando um feitiço do esquecimento. Depois de ter a memória recuperada ficaram um bom tem sem falar comigo. – ele tocou de leve no braço da garota dizendo com este gesto: sinto muito  - Depois comecei a namorar o Rony.


 


- Aquele ruivo que estava sempre com você?


 


- Sim.


 


- Ainda está com ele? - Perguntou com uma raiva contida e seus punhos fecharam-se automaticamente.


 


- Não. Terminamos o namoro semana passada, mas ainda somos muito amigos.


 


- Certo... – Seus punhos relaxaram um pouco – E foi por este motivo que não me escreveu ou leu algumas das minhas cartas?


 


- Sim. Ele tinha e tem até hoje muito ciúmes de você – Hermione lembrou com carinho e achou graça da confusão que ocorreu no 4º ano.


 


- Não entendo como ele não notou você como uma garota linda, maravilhosa,... Quando fui te convidar pensei que levaria um grande não. Nem acreditei quando aceitou.


 


- Nós éramos muito amigos. Demorou para entendermos e aceitarmos o que sentíamos. Ficamos juntos somente no sétimo ano. Vamos continuar? Estou morrendo de frio!


 


E continuaram caminhando até o hotel. Lá, Hermione despediu-se de Vítor. Queria descansar e organizar suas coisas. Havia três cartas para ela, já organizadas no criado-mudo do hotel. Sabia de quem eram Harry, Gina e Rony. Abriu primeiramente a carta da amiga:


 


“Mione!


 


Chegou bem? Quero que conte tudo sobre este lugar! Quem sabe mais para frente também posso fazer esta curso?


 


Agora o mais importante: Vítor Krum! Como ele está? Já rolou uns beijinhos?


 


Quem diria que se encontrariam depois de tanto tempo!


 


Não deixe de me escrever!


G. Weasley”


 


“Cara amiga,


 


Como foi a viagem até a Bulgária?


 


Não tem ideia do quanto Rony vem me atormentando a respeito de você encontrar o Krum! Quando ele vai superar isso? Acho que nunca!


 


Quero que me conte tudo e também mantenha contato sobre qualquer coisa estranha que acontecer por aí. Afinal, por muitos anos o diretor da Durmstrang foi um Comensal. Se bem que o Ministério conseguiu prender algumas pessoas que ainda juravam fidelidade ao Voldemort. Só que ninguém sabe como conseguiram os nomes!


 


Sabe quem encontramos no Ministério no dia que partiu? Malfoy! O mesmo ar de idiota de antes!


 


Já com saudades vou me despedindo,


Harry Potter”


 


“Gatinha,


 


Acredita que já estou morto de saudades? E aquele idiota do Krum? Aposto que já está dando em cima de você.


 


Quero que me escreva no mínimo uma vez por semana. Que acha de nos encontrarmos no próximo final de semana? Aproveite o começo do curso para nos encontrarmos!


 


Harry te contou que encontramos o idiota do Malfoy no Ministério? Quase o azarei ali mesmo! Só não entendi qual o motivo dele não ter sido preso.


 


Aquele besta.


 


Saudades, Mione!


Amo você!


Seu, Ron” .


 


 


Hermione ficou emocionada com as cartas e logo começou a respondê-las. Também não entendia qual seria o motivo de Malfoy aparecer no Ministério depois de tanto tempo que passou sumido da Inglaterra.


 


Não queria pensar nele e resolveu cuidar das suas coisas. Pegou a lista dos materiais que precisaria e encomendou tudo pelo hotel. O hotel era usado pela maioria dos alunos estrangeiros e disponibilizavam do serviço de encomenda dos livros.


 


¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨


 


E assim passou um ano...


 


Hermione fazendo o curso de poções na Bulgária, ¨¨  tem icriado-mudo do hotel. J************************************u. stelo.


aparecia raramente na Inglaterra. Seus amigos passaram alguns finais de semana com ela que mostrou o país aos amigos.


 


Apesar de não conhecer o idioma, as salas disponibilizavam de um sistema mágico de tradução para o inglês. Era, como esperado, a melhor aluna da sala.


 


Durante este ano sua amizade com Vítor cresceu e ela notou que várias vezes ele tentava beijá-la e várias vezes declarou estar apaixonado desde que se conheceram e que apenas vê-la depois de tantos anos fez com que este sentimento aflorasse. A garota com o tempo começou a sentir um grande carinho por Krum: romântico, inteligente, bonito, gostoso,... Tentou ao máximo resistir e afastar-se, porém não queria mais ficar sozinha e sentia-se muito bem perto dele. Foi depois desse um ano que começaram a namorar:


 


- Dê-me uma chance, Mione. Sou apaixonado por você. Não é possível que não sinta nada além da amizade por mim...


 


- Vítor, eu amei apenas uma pessoa em minha vida. Estar com você durante este ano foi algo incrível. Não posso afirmar que sinto a mesma paixão por você... Mas, faz muito tempo que não me sinto assim perto de alguém. – Vítor ficou cheio de alegria. Estava sem reação e foi Hermione que tomou a iniciativa daquele beijo. Ele tantas vezes tentara e ela tantas vezes recusara.


 


O gosto da boca dele era forte. Hermione conhecia apenas o beijo de Ron. Vítor era mais velho e mais experiente. Quando a língua dele invadiu sua boca, Hermione sentiu seu corpo inteiro estremecer. O jogador percebeu e aprofundou o beijo pensando que aquele era o beijo mais doce que já teve.


 


Quando Rony soube do ocorrido aparatou imediatamente no hotel inconformado com a atitude de Hermione.


 


- Ah, Ron, por favor... Combinamos em ser amigos e eu sei que você anda saindo com outras garotas.


 


- Tudo bem, Hermione. Mas, não comecei a namorar ninguém. E por favor, Vítor Krum?


 


- Não vamos iniciar esta discussão que tivemos com 14 anos, vamos com Ron? Estamos com 22 , acho que podemos mudar o assunto.


 


- Impossível, Hermione! Você apaixonou-se por ele?


 


- Não sei, Rony. Só tive você como namorado. Foi uma fase ótima da minha vida. Ninguém mais poderia me apoiar com você me apoiou. Foi um momento ótimo de nossas vidas...


 


- Sei disso. Só que você não entende o que Krum representa para mim. – Hermione segurou a mão do ex-namorado incentivando que continuasse – Ele representa o quanto fui idiota e falhei com você naquele ano. Ele fez o que eu deveria ter feito muito tempo antes. Ele a convidou para o baile antes de mim, ele a notou como uma garota maravilhosa antes de mim, ele... – Hermione o calou com os dedos sobre os lábios de Ron.


 


- Você foi meu primeiro amor e isso vem antes de qualquer coisa. – Eles se abraçaram e foram interrompidos por Krum:


 


- Hermione?


 


- Oh, Vi. Lembra-se de Rony?


 


- Olá, tudo bem? Não sabia que viria visitar a minha namorada. – Um clima pesado foi causado pelo comentário e antes que Ron pudesse responder algo agressivo (ele já estava vermelho), Hermione tomou a dianteira:


 


- Nem eu sabia. Foi uma surpresa de Ron. Precisávamos ter uma conversinha e íamos marcar para a próxima semana, mas ele aparatou aqui no saguão do hotel.


 


- Sei. – O clima era tenso e Hermione começou a falar:


 


- E como estão Harry e Gina?


 


- Ótimos... Minha mãe quer saber se passará um final de semana lá conosco.


 


- Este eu não poderei, mas vamos marcar para o próximo.


 


- As coisas na sua casa estão em ordem, viu? Ainda estou morando lá.


 


- Como? – Vítor perguntou e Hermione xingou Ron em pensamento.


 


- Depois te explico, Vi.


 


- Bom, Gatinha, preciso ir. Espero sua coruja. Obrigado por suas palavras... Você também foi e será sempre a primeira. – Antes de qualquer reação de Victor, Ron deu um pequeno beijo nos lábios de Hermione e desaparatou.


 


- O que foi isso???


 


- Vamos conversar no quarto. – Hermione disse brava por Ron ter feito aquilo na frente de Vítor. Eles tinham este hábito há algum tempo, mas fazê-lo na frente de Vítor foi uma agressão gratuita.


 


- Então...? O que foi AQUILO! Que eu saiba vocês terminaram há mais de um ano.


 


- Desculpe, Vítor. Eu realmente não esperava encontrar com Ron hoje.


 


- Por que ele veio sem avisar?


 


- Queria saber sobre nós. Ele nunca te perdoou por ter me convidado ao baile. Mesmo sem sermos namorados não conseguimos deixar de ser amigos. Nós nos conhecemos desde os 11 anos. Ele ficou responsável por cuidar da minha casa enquanto estivesse aqui e, para facilitar isso, ele tem morado lá. Entenda, ele é bem ciumento em relação a você.


 


- E você descobrirá que eu sou bem mais. – Hermione assustou com a fala de Vítor. Não só pelas suas palavras, mas pela sua expressão corporal. Seu olhar... Vira algo bem próximo nos olhos do lobo Greyback.


 


- Vi... Não quero brigar com você. Eu e Ron não temos mais nada. Nem nos amamos desta forma.


 


- Não quero te perder. Desculpe minha reação. – a expressão dura, mas carinhosa apareceu.


 


Hermione o abraçou. Sim, aquele abraço terno, sereno e que lhe passava tanta calma havia retornado. Ela levantou a cabeça para olhar Vítor nos olhos. Sim, estava gostando dele.


 


- Gosto muito de você, Vítor.


 


- E eu te amo. – Começaram a beijar-se. Ele a pegava de forma possessiva como se fosse para garantir que seria dele, sempre. Ela retribuiu os beijos e os abraços. Seu corpo estava em êxtase.


 


Vítor afastou os lábios do dela e começou a beijar o pescoço. Hermione vestia uma camisa vermelha com botões. Estava de saia e podia sentir como Vítor estava excitado. Ela sentiu suas pernas balançarem e um calor percorrer seu corpo a cada beijo recebido. Ele excitava-se mais a cada suspiro da garota. “Você será minha”, pensou.


 


Ele voltou a beijar sua boca a caminhar com ela em direção a cama. De forma delicada ele a empurrou.


 


- Você quer continuar?


 


- Sim, Vítor.


 


Ele desabotoou a blusa de Hermione, ela tirou a camisa dele. Começaram a despir-se e, pela primeira vez, amaram-se. A garota o sentia dentro de si. Suas mãos percorriam o corpo dele. Sim, ele sabia como deixar uma mulher totalmente louca de tesão. Ela chegou primeiro ao orgasmo. Ele, poucos segundos depois. Adormeceram abraçados.


****


 


E passou-se um ano para Draco também.


 


Minerva realmente mandara seus melhores alunos.


 


Durante aquele ano saiu apenas com uma garota. Eles saiam ocasionalmente. Era o que ele queria.


 


***


 


O curso na Bulgária acabou e Hermione voltaria para Inglaterra. Ainda namorava com Krum. Ele tirou umas férias para passar mais tempo com Hermione.


 


***


 


Os negócios de Draco iam melhorando a cada dia. Criou novas poções e alguns feitiços curativos.


 


Não estava com mais ninguém. Queria voltar à sua solidão por algum tempo. Sentia-se estranho: não conseguia amar, mas estes relacionamentos ocasionais... Ele não conseguia mais manter. Estava confuso e por isso resolveu recolher-se à sua solidão.


 


***


 


Depois de 5 anos...


 


Draco acordou tarde naquele sábado. Tinha saído na noite anterior com alguns antigos colegas da Sonserina. Zabini estava dormindo no quarto de hóspedes.


 


Eles se encontraram três anos atrás em um restaurante. Zabini foi inocentado de todas as acusações e trabalhava para o Profeta Diário. Tinha notícias apenas de alguns sonserinos daquela época.


 


A amizade de Draco com Zabini foi de grande importância para os dois. Estavam há muito isolados da sociedade, mas juntos tiveram forças para encarar qualquer comentário ou olhar. Não que admitissem. Diziam que eram independentes e que a relações sociais só não foram mantidas por escolha. Mentira.


 


- Mestre, o café está pronto, mas caso seja de seu interesse, senhor, poderei preparar o almoço.


 


- Não, Cody. – Vá e acorde meu convidado. Respondeu de forma seca ao elfo.


 


- Bom dia, Blaise.


 


- ´Dia, Draco. Não inventou nenhuma poção para ressaca ultimamente? Droga de Uísque de fogo!


 


- Este vidro aqui. – Apontou Draco – Com este líquido esverdeado.


 


- Obrigado. Só tomar?


 


- Sim e daqui uns minutos estará sentindo-se pronto para outra rodada!


 


- Nem me fale! Tão cedo não volto a beber daquele jeito.


 


Draco sorriu ao dizer:


 


- Você disse a mesma coisa semana passada! E aquela bruxa que estava beijando?


 


- Que bruxa? – perguntou o moreno.


 


- Uma loira de cara engraçada. – ironizou o loiro


 


- Nem me lembro... Nossa... Já está fazendo efeito.


 


- Pois é, mais alguns minutos e pedirá para tomar um vinho no almoço!


 


- Mestre, senhor. Desculpe interromper, mas esta carta acabou de chegar para o senhor. E tem uma para o senhor também, senhor Zabini.


 


Draco viu o símbolo do Ministério. O que seria aquilo? Abriu o envelope.


 


- Só podem estar de brincadeira!


 


- Merda! – Disse Zabini lendo o seu.


 


- Festa de comemoração de 10 anos do final da guerra... Porcaria. – Draco reclamou.


 


- Leu a última linha? Fui OBRIGADO a comparecer.


 


- Eu também... – suspirou contrafeito.


 


***


 


Hermione acordou com o barulho de um piado na janela. Abriu e viu uma coruja entregar uma carta. Leu e ficou feliz! Uma festa de comemoração pelos 10 anos do final da guerra. Seria na próxima semana.


 


Foi ao quarto ao lado e chamou por Ron e Harry. Eles passaram aquela noite com ela. Desde que terminara com Victor, há dois anos, chamava os amigos para fazer companhia para ela. Algumas vezes Gina ia, outras não. Dizia que era um momento dos três e não queria incomodar.


 


- Acordem! Teremos uma festa semana que vem! – Disse pulando primeiro na cama de Harry, depois na de Ron.


 


- Droga, Mione! Ainda é cedo. Hoje é sábado! – resmungou Rony cobrindo-se com o cobertor.


 


- Deixa de preguiça! Vamos à Hogsmead! Faz tempo que não passamos o dia a toa!


 


- Ta, ta... – Disseram os dois.


 


- Vou avisar Gina!


 


- Sabe, Harry, não sei se é pior a Mione mal humorada ou muito bem humorada!


 


- Também tenho minhas dúvidas às vezes...


 


***


 


- Coragem, Draco. Vamos à Hogsmead comprar umas roupas bacanas.


 


- Roupas bacanas? – exclamou o loiro.


 


- Sim,... Tirar o proveito desta festa idiota.


 


- Certo. Com certeza alguns seres indesejáveis estarão por lá... – Draco falou.


 


- Isso! Nada como a humilhação alheia para nos sentirmos melhor.


 


Draco não respondeu nada, mas aquele comentário o incomodou de certa forma. Só não sabia o porquê.


 


***


 


 

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