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3. Um Toque Apenas


Fic: Um Novo Erro SS PO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Por Severus Snape


-Abra os olhos, Le Grant. –pedi sacudindo-a levemente.


            Ela despertou meio confusa e arregalou os olhos ao me ver.


-Professor!


-Beba isso. Para a febre. –eu lhe entreguei a poção anti-termica.


            Ela bebeu após me lançar um olhar meio grato, meio desconfiado.


-Obrigada.


-Sente-se melhor?


-Eu não estava me sentindo mal, professor. –ela ficou de pé e me entregou a minha capa- Com a sua licença.


            E andou em direção a porta. Num impulso incontrolável, eu dei um passo para o lado e a bloqueei.


-Acho que já lhe disse obrigada, senhor.


            A proximidade com o corpo dela me fez divagar. Percebi com clareza que minhas noites em claro não eram por preocupação ou qualquer outro motivo corriqueiro que não envolvessem aquele olhar inquisitivo, poderoso e sensual. Era pura paixão, pura volúpia me imprimindo contra ela, um instinto animal forte o suficiente pra sobrepor a razão.


            Com uma mão eu toquei seu rosto, as maçãs rosadas e as preocupantes olheiras debaixo nos olhos castanhos de cílios negros.


-Insone, Le Gran’t? –perguntei afagando-lhe o queixo e descendo pela linha da mandíbula até segurar sua nuca exposta, sentindo os fios ondulados penderem do rabo de cavalo.


-Tensa. –ela disse séria, suas feições impassíveis como se eu estivesse do outro lado da sala, de braços cruzados e olhando pro chão, e não ali, incitando-a, provocando-a.


-Então... relaxe... –e dei um pequeno passo adiante e fechei minha mão livre em torno de sua cintura.


            Os olhos dela se estreitaram, parecendo maliciosos e desconfiados. Os lábios realçados por uma espécie de gloss rosado sorriram com um leve desdém.


-Vai me beijar, Snape? –ela desafiou deixando escapar uma risada fria, sem vontade- O que te faz pensar que eu irei permitir?


-Permitir? Se eu quiser, moça, eu posso beijá-la agora e fazer até mais... Claro que não farei sem o seu aval, mas não me desafie como se eu não pudesse.


-Então você acha que pode? Por que não tenta?


            Novamente me desafiando e um desafio é algo que eu não costumo ignorar. Puxei seu rosto em direção ao meu e ela entre abriu seus lábios como se me convidasse. Estava flertando, ela esperava pelos meus lábios tanto quanto eu esperava os dela. Devo ter aberto um sorriso antes de fechar os olhos e inclinar a cabeça.


Por Monique Le Gran’t


            Ele achava mesmo que eu iria ser taxada como a garota que se deita com seus professores? Ele realmente acreditou que eu permitiria que ele usasse meu corpo para extravasar sua libido?


            Severus Snape era um aproveitador? Não quis esperar para descobrir e ao perceber que ele estava a milímetros de tocar seus lábios finos nos meus, golpeei suas partes baixas com meu joelho. Foi certeiro e forte. Ele reprimiu o urro de dor curvando-se sobre si mesmo e caindo no chão. As pernas estavam visivelmente moles e sem força.


            Sorri satisfeita ao ver o rosto dele colado ao assoalho de pedra. Ajoelhei-me do seu lado e afastei os cabelos negros de seus olhos. Ele ainda gemia de dor.


-Nem que você diga que me ama. Nem que tente me provar isso. Nem que você seja sincero e diga que só quer me levar para a cama como a ninfetinha que me julga ser, você vai me tocar, entendeu?


-Menina...


-Você costuma assediar suas alunas ou isso é algo de que eu deva me orgulhar?


-Monique...


-Agora ouça... –eu segurei seu rosto, cravando minhas unhas em suas bochechas e o forcei a me olhar- Não é porque eu errei ao me apaixonar e me entregar a um antigo professor que você vai se achar no direito de fazer o mesmo. Eu sei que estou marcada de diversas maneiras e pelo resto da vida, mas ainda tenho dignidade o suficiente para me proteger de situações como esta.


            A mão livre dele fechou-se em torno do meu pulso e ele me manteve ali até conseguir se sentar. Olhando-me nos olhos ele colocou a minha mão no exato lugar que eu havia machucado. Era impressionante, quase inacreditável, mas mesmo depois de toda a dor que provoquei, ele estava excitado.


-Sado-Masoquista. –comentei com deboche.


            E no momento seguinte ele estava sobre mim.


Por Severus Snape



            A voz dela me excitava, me enlouquecia. As palavras eram fortes e sofridas. De repente eu queria protegê-la, cuidar dela, afastar de sua mente todas aquelas coisas que a machucaram. Me perguntava incessantemente, enquanto a ouvia falando, que tipo de homem havia marcado a vida dela daquela maneira? Como alguém poderia fazer com que lágrimas vertessem daqueles olhos castanhos tão bonitos e verdadeiros?


            Pressionei seu corpo contra o meu antes de deitar-me sobre ela. Minha boca ansiando por sentir o gosto daqueles lábios brilhantes, mas eu me contive em sentir o cheiro que vinha de seus cabelos. Ela usava um delicioso perfume francês. As suas mãos entrelaçaram-se em meus cabelos e eu beijei seu rosto fino e macio.


-Não farei nada que você não queira, apenas...


-Me deixe ir, Snape...


-Não sem antes eu lhe dizer...


-Eu vou gritar... –ela ameaçou passando as pernas em torno da minha cintura, expressando uma clara duvida entre ir e ficar.


-Que seja de prazer...


-Não... não, por favor, não...


            Ela estava suplicando. Eu a soltei e recuei até a parede. Monique, tremula, fez o mesmo. Ficamos lado a lado por um longo momento. Não olhamos um pro outro, apenas respiramos juntos buscando clarear os pensamentos.


-Quer me contar o que houve na França?


            Ela acenou um não com a cabeça. Naquele momento eu senti compaixão. Ela abraçou os joelhos e virou o rosto para o lado oposto a mim.


-O que fizeram com você, Monique?


-Nada que eu não tenha permitido... –a voz dela vacilou e eu a envolvi com os braços, puxando-a pra mim.


            Ela não resistiu e apoiando o rosto no meu ombro, chorou silenciosamente.


-Estou errando de novo... –ela disse entre soluços- Errando do mesmo jeito me deixando envolver assim...


-Nem todos os homens são crápulas como deve ter sido este que a magoou tanto, menina...


-Quem me garante? Desde que tudo aconteceu, eu tenho tido cada vez mais certeza de que acabarei sozinha. Ninguém pode me garantir que vocês não querem apenas usar as garotas como uma forma de aliviar suas tensões...  Todavia, eu não pretendo me envolver mais por ninguém.


            E tentou soltar-se de mim.


-Ei!  Não, fique aqui. –eu disse e beijei seu pescoço, fazendo-a estremecer- Cada dia que passa eu me fascino mais por você. Suas palavras, sua força e determinação... Seu caráter...


-Professor Snape, eu já ouvi isso antes e tudo que ele queria de mim era aquilo que quase fizemos aqui.


-E se um dia aparecer alguém que a mereça? O que vai fazer? Portando-se dessa maneira tão arredia e...


            Ela virou-se e me encarou nos olhos, bem de perto, a ponta do seu nariz tocando o meu, sua respiração me aquecendo.


-Para todo o sempre eu quero estar comigo.


            E depois dessa frase não tive mais forças para mantê-la ali. Na minha mente uma coisa martelava incessante: “Eu também quero estar contigo para todo o sempre, moça.”


            Era paixão, amor e cuidado.


            Eu não sabia se poderia resistir ou se resistiria se pudesse.


 

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