FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

4. O plano da Ordem


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

 


N.A.: Quem não lembrar do final do capítulo 3, releia. É essencial para este primeiro parágrafo. É continuação.


 


 


Capitulo 4


O plano da Ordem


 


Hermione acordou e Gina ainda estava dormindo. Precisava contar à amiga tudo que havia acontecido na noite anterior. Inclusive a surpresa que Draco teve a hora que foi deitar-se. Dessa vez não conseguiu gelar minha água. Mal sabia o loiro que a magia realizada por ela nada tinha a ver com água... Bem talvez um pouco... Hermione começou a rir.


 


Gina dormia com o corpo enrolado. Parecia uma criança. Faltava apenas o dedo na boca. A ruiva foi acordada pelos sons da risada da amiga. Sentou-se rapidamente, um pouco assustada, ao ouvir Hermione rindo às... Seis da manhã.


 


- Você foi atingida por algum feitiço? – perguntou Gina esfregando os olhos.


 


- Não... Mas alguém foi! – disse a morena recuperando o fôlego e, assim, iniciou toda a história do dia anterior. Desde o momento que a ruiva havia saído com os pais.


 


- Não acredito! Você precisa ensinar-me esse feitiço! Ele deve estar louco!!! Vamos descer AGORA. Quanto tempo para o efeito acabar? – Gina levantou pulando da cama e trocando-se rapidamente. Hermione a seguiu, embora mais vagarosamente.


 


- Acho que mais uma ou duas horas,... – ela respondeu rindo.


 


- E o melhor é que meus pais não estão. Mamãe disse que iria às cinco horas lá para o Hospital e o papai tem uma reunião na Ordem.


 


- Então, vamos descer! – exclamou Hermione abrindo a porta.


 


Ao chegarem estava o maior silêncio. Todos dormindo, é claro. Pouco depois os gêmeos aparecem. E Gina conta o que Hermione havia aprontado. Eles dão muita risada e sentam-se. Tudo estava pronto para o café-da-manhã. Molly havia deixado a mesa posta.


 


Harry chega e logo sabe da notícia. Mais um para esperar a chegada de Draco. Gina conversava baixo com Hermione perguntando todos os detalhes do beijo entre ela e Ron.


 


- E esse Malfoy que não chega? – pergunta ansioso Jorge.


 


- Ah, maninho, mas está faltando um expectador... – fala Fred.


 


- Hermione, você poderia ir lá acordá-lo. – sugere Gina piscando para ela.


 


Completamente envergonhada, a morena sai em direção ao quarto do ruivo.


 


Entra no quarto silenciosamente. Fecha a porta e olha o grifinório dormindo. Uma faixa de luz bate sobre o rosto dele, que dorme de barriga para cima. O cobertor jogado no chão e o lençol que ia até a cintura. No peito alguns fios ruivos. Um dos braços sobre a barriga e o outrou a rir.


bia o loiro que a magia realizada por ela nada tinha a ver com  cobrindo os olhos. Ele respirava lentamente.


 


Hermione aproximou-se e uma tábua rangeu. Ron acordou assustado e vendo quem era cobriu-se rapidamente.


 


- M-Mione que está fazendo aqui? – já vermelho como de costume.


 


- Vim te acordar... Espero que ajude a espantar o seu mau-humor matutino. -  disse sentando na cama de Harry. 


 


- Claro, só um minuto... – ele levantou-se usando apenas uma calça de moleton. - Jogar como goleiro fez bem a ele... Ela pensou, sorrindo. – ele trocou-se e com um feitiço, limpou os dentes. Sentou-se ao lado dela na cama. – Você está linda!


 


- Estou vestindo uma calça jeans e uma camiseta, Ron! Obrigada mesmo assim... – e dizendo isso começa a beijá-lo. Ron a envolve em um abraço. Ele afasta-se da boca dela e começa a beijar delicadamente o pescoço de Hermione. Arrepiada, aprofunda seu abraço. Então, ela rompe rapidamente o contato e começa a fazer o mesmo nele. As mãos de ambos percorrem o corpo do outro. Ron começa sentir algo acontecendo com seu corpo e empurra, delicadamente, o corpo de Hermione.


 


- É... Hum... É melhor pararmos, Mione. – diz levantando-se.


 


- Claro, claro. – respira fundo – Então, estão todos esperando você para o café-da-manhã. Preciso te contar sobre ontem a noite – e ela contou, omitindo, é claro, a parte em que Draco estava olhando para si. Ele não estava olhando para você, Hermione. Ele nunca olharia... E desde quando me importo com os olhares de um Malfoy?


 


Todos desceram e repararam nas mãos dadas do casal que acabava de chegar. Rony logo começou a comer. Ouviram um barulho, que significava que Draco estava descendo as escadas correndo e pisando com força.


 


- Não azarem o Malfoy. – disse Hermione e levantou-se se encostando à pia.


 


- Granger, sua filha da puta! Que porra você fez comigo? – Draco chegou gritando e deu um soco na porta.


 


- Não sei do que você está falando, Malfoy... – disse Hermione com um sorriso irônico. Ele andou até aproximar-se da mesa. O único objeto que os separavam. Sem contar Ron, Harry, Gina, Jorge e Fred que riam da situação.


 


- Sabe muito bem, sua sangue-ruim! – Apontou o dedo para ela – Que merda de feitiço usou? – via-se em seus olhos que não havia dormido.


 


- Não vai me dizer que o grande e esplendoroso Malfoy, não sabe que feitiço usei? – ela riu. Draco apertava as mãos com força.


 


- Desde ontem não paro de ir ao banheiro! Não consigo para de mijar! Merda! – e saiu correndo.


 


A cozinha veio abaixo com tanta risada. Malfoy só apareceu novamente na hora do almoço. Dessa vez com toda a família reunida. Calado, sentou-se ao lado de Carlinhos. Fred pergunta:


 


- E aí, mijão? Está melhor? – Todos na mesa, já cientes do ocorrido, dão risada, exceto a senhora Weasley que exclama:


 


- Fred! Que modos são esses? E, Artur, até você?


 


- Ah, desculpe. É, meninos,... Que coisa feia. Quando soubermos quem o azarou... – sua expressão mudou ao continuar – Bom, depois do almoço vamos todos, através da chave do portal, até Hogwarts. O enterro de Dumbledore acontecerá lá. Malfoy tomará a poção polissuco, irá como um auror. Depois, viajaremos em duplas usando outra chave, até a Ordem. – o silêncio caiu como um raio lembrando a todos a tragédia que ocorria no mundo. Não só no mundo bruxo, a cada dia mais casos de ataques a vilas trouxas eram comunicados. Harry levantou-se e Gina o seguiu.


 


- Eu ajudo na arrumação, senhora Weasley. – falou Hermione solícita.


 


- Oh, obrigada querida. – assim as duas começaram a organizar tudo rapidamente.


 


A chave do portal era um pergaminho, porém maior que o do dia anterior. Havia muitas mãos.


 


 


 


Após o enterro, Quim chegou e disse:


 


- Vocês foram separados por duplas. Chegarão ao esconderijo da Ordem com intervalo de três minutos e na sequência que eu ditar. Deverão chegar e entrar na casa rapidamente sem nenhum barulho. Sigam direto para a sala principal. Precisamos pensar em uma forma de contra-ataque. Vocês foram separados assim:


 


Molly e Artur


Carlinhos e Gina


Eu e Gui


Jorge e Fred


Harry e Rony


Hermione e Malfoy


 


- De jeito nenhum que Hermione viaja com esse loiro filho da puta! – diz Ron levantando-se.


 


- Quem decidiu isso? Vocês estão malucos? Esse corno deixou entrar Comensais e quase matou Dumbledore! Ele detesta nascidos trouxas e durante anos xingou e humilhou Hermione. Além de deixar claro o quanto deseja a sua morte! – completou Harry, inconformado com a decisão da Ordem.


 


- Que linguajar é esse, meninos? – indaga a senhora Weasley.


 


- Além do mais, Malfoy já deu sua palavra. Não é mesmo, senhor? – perguntou Quim.


 


- Sim. O passado deve ficar no lugar dele. – respondeu calmamente Malfoy.


 


- Então vamos. Não temos mais tempo a perder. – exclamou Quim.


 


Dizendo isso, o casal Weasley partiu, despedindo de todos rapidamente.


 


Assim que se afastaram Harry chamou com um aceno de cabeça Rony e Hermione.


 


- Precisamos decidir o que fazer. Acho que eles não sabem sobre as horcruxes. – falou Harry num sussurro – Não podemos ficar parados. Temos que encontrar as outras. Posso ir sozinho caso queiram continuar em Hogwarts.


 


- Sabe que nós acompanharemos você aonde quer que seja Harry. – confessou Hermione dando a mão para ele. Ron concordou colocando a mão no ombro do amigo.


 


- Temos o casamento do Gui e acho que devemos ouvir a Ordem. Ver o quê pretendem. Tomamos nossa decisão de quando partir depois disso. – falou Ron e viu seus irmãos partirem – Gina não poderá ir conosco.


 


- Eu sei – completou Harry – Ela é menor e estará mais segura em Hogwarts.


 


Eles voltaram para perto do grupo a tempo de ver mais uma dupla partindo. Jorge e Fred conversavam em voz baixa esperando a vez. Sem dúvida bolando mais ideias para a loja.


 


Finalmente chegou a hora, ou melhor, o minuto de Harry e Ron. O ruivo aproximou-se de Draco e disse:


 


- Se eu souber de alguma gracinha, qualquer comentário da sua parte, fique certo que eu mesmo me encarrego de entregar você para Voldermort. Entendeu bem, Malfoy?


 


- Sim, Weasley. – respondeu na mesma voz sem sentimento de sempre.


 


- Ron, pare com isso. Vá antes que o portal se desfaça. Vá... – deu um beijo nele.


 


Assim que saíram, Hermione começou a contar o tempo em um pequeno relógio de pulso.


 


- Ainda não te desculpei pelo feitiço que jogou em mim, Granger.


 


- E nem eu, pelas coisas que me disse. Acha-me tão desprezível assim? – ela perguntou encarando o chão.


 


Ele nada respondeu.


 


- Malfoy, seus cabelos... – o olhar dele era de dúvida e ela continuou – suas feições estão voltando ao normal!


 


- Merda!


 


Ela olhou mais adiante e viu alguns estudantes da Sonserina caminhando pelo gramado. Rindo, claro. Eles ainda não haviam reparado na presença deles mais ao fundo.


 


- Vamos, Malfoy. A Floresta Proibida. – e antes que o loiro pudesse responder qualquer coisa, sentiu um toque em sua mão e um puxão. Saiu correndo com Hermione. A mão dela era macia e apesar do frio estava bem quentinha deixa de pensar bobeiras, Malfoy.


 


- Está doida de entrar na Floresta? – ele perguntou sem soltar a mão dela ou deixar de correr. Ela não respondeu, apenas corria. Após algum tempo parou atrás de uma grande árvore. Olhou para o local onde estavam segundos antes. Os sonserinos estavam lá.


 


- Merda! Acho que eles não nos viram juntos, Malfoy. Pior que a chave ficou lá.


 


- E eu acho que já pode soltar minha mão, Granger – ele disse sorrindo ironicamente. Hermione retirou a sua mão, sem graça. Olhou novamente para o local.


 


- Parece que ficarão um bom tempo por lá...


 


- O jeito é esperar. – ele sentou-se se encostando à árvore.


 


- Levanta daí! Já estamos atrasados. Precisamos fazer uma chave.


 


- Precisamos fazer uma chave - disse Malfoy debochadamente – E como faremos uma chave do portal, Granger? Não é matéria nem do sétimo ano! Aprendemos isso apenas em especializações! É uma maluca mesmo!


 


Hermione apenas mostrou o dedo do meio e abaixou para pegar uma pedra. Fez dois movimentos com a varinha e tocou na pedra que por um segundo mudou de cor.


 


- Toque aqui. Temos que ir antes que alguém resolva procurar por nós. – ele olhou desconfiado. A grifinória, sem paciência, pegou na mão dele novamente, no instante em que foram sugados.


 


Enquanto isso...


 


- Eles estão demorando muito... – Ron andava de um lado para o outro esfregando as mãos. Todos estavam apreensivos. Havia passado alguns minutos do tempo esperado. – Se aquele loiro ag... – eles apareceram neste exato momento.  – Mione! – e saiu correndo para abraçá-la. Depois tentou avançar para cima do loiro, mas foi impedido pela morena.


 


- Ele não é culpado. Percebi que o físico de Malfoy estava voltando, antes que pudéssemos tocar na chave, um grupo de sonserinos estava se aproximando. Saímos correndo para floresta, precisei criar outra chave e isso nos atrasou. –ela disse num supetão, mas tomando fôlego entre as palavras.


 


- Tomaram uma sábia decisão. – disse Moody – Não sabemos o que eles sabem sobre a posição de Draco. Talvez possamos usá-lo como agente duplo durante algum tempo.


 


- Olá, Hermione! – disse Tonks indo abraçar a amiga.


 


- Bom, - começou Quim – eu, juntamente com Lupin, Snape, Moody e Ninfadora...


 


- De novo essa história de Ninfadora? Que coisa chata! – disse trocando as cores do cabelo – É Tonks. Simplesmente Tonks! Economiza tempo e saliva.


 


- Não é hora de discutirmos seu nome – grunhiu Moody. – Continue, Schacklebolt.


 


- É, então... Decidimos o seguinte: nossos informantes disseram que não desconfiam que o Malfoy aqui mudou de lado. Estão preocupados com seu sumiço, mas isso tem pouco tempo. Mande uma coruja para seu pai dizendo que está sendo perseguido e não é seguro encontrar-se com ele. Também não pode dizer onde está. Você acha que isso vai servir?


 


- Sim. Ele prefere que eu morra, a ser encontrado. – disse isso com grande naturalidade. Não percebeu o olhar que Hermione lançou.


 


- Vocês voltam para a Escola. Todos vocês. – continuou o auror.


 


- Desculpe, Quim, mas isso é impossível – disse Harry – Tenho uma função a cumprir.  Lupin tomou a palavra:


 


- Você está pensando em caçar as horcruxes sozinho? Tenho certeza que o novo casal irá acompanhá-lo. – o trio espantou-se e foi Hermione quem se recuperou antes.


 


- Pensamos nisso, Lupin. É nossa carta na manga. – disse Hermione.


 


- Quando Dumbledore contou a vocês? – perguntou Rony ainda abismado por não serem os únicos a ter a informação sobre as horcruxes.


 


- Ele nos deixou uma memória, filho. Vimos ontem, na penseira. – respondeu Artur. Quim continuou:


 


- Exatamente por ser uma carta na manga, não podem sair caçando esses objetos. Ainda há muitos espiões em Hogwarts. Vocês voltam. Não pode haver nenhum vestígio da relação que tem com Malfoy. Isso deve ser mantido em segredo. Faremos pesquisas e vocês poderão sair em busca das horcruxes quando for um destino certo. – respirou fundo e continuou – todos terão treino em combate nessas férias, na verdade não terão férias. Exceto Hermione, ela terá treinos particulares.


 


- Por quê? – perguntou Rony.


 


- Você já sabe a resposta. – falou Hermione e Ron calou-se envergonhado.


 


- Continuando... Ficarão hospedados aqui e Hermione voltará para casa dela. Sem correspondências. Só voltarão a se encontrar no embarque. – Quim ignorou os protestos de Ron – Mesmo na Escola serão treinados. A professora Minerva irá indicar a sala escolhida. Vocês terão que encontrar um jeito para viver juntos. Muitas vezes necessitarão ausentar-se por vários dias. Em duplas, trios ou os quatro juntos.


 


- Se ninguém pode saber da nossa busca como farão para que ninguém desconfie da nossa ausência? - Perguntou Ron.


 


- Poção polissuco – todos olharam ao perceber quem falara: Malfoy. – Quando começa nosso treinamento?


 


- Amanhã mesmo. – disse Tonks – Viajarei com Hermione. Já conectamos as lareiras.


 


- Vão hoje? – perguntou Ron desolado.


 


- Sim – disse Lupin – O tempo é nosso inimigo. Agora, podem ficar a vontade e descansar. Terão poucas oportunidades a partir de amanhã.


 


Dizendo isso todos dispersaram. Rony puxou Hermione para fora da casa. Foram seguidos pelos olhos de Draco.


 


- Não acredito que agora que nos acertamos temos que nos separar... – falou o ruivo chutando uma pedra. Eles andaram pelo terreno e sentaram-se na grama.


 


- Nem me fala... Mas, é preciso. Você sabe... – ele assentiu – Passará rápido... Espero... – ela estava encostada no peito dele.


 


- Acho que podemos aproveitar nosso tempo de outra forma. O que acha?


 


A resposta foi um longo beijo.


 


Muitos minutos depois, que pareceu para eles segundos, foram chamados para retornar. Hermione despediu-se de todos, até de Malfoy com um discreto aceno. Ela e Tonks entraram na lareira e sumiram no meio da fumaça esverdeada.


 


Ron abaixou a cabeça e seguiu para seu quarto. Perdeu a fome.


 


Draco foi para fora da casa. Conjurou uma pena e um pergaminho. Havia feito sua escolha e agora não havia volta. De alguma forma, ainda estranha para ele, sentiu uma paz ao saber que não precisaria mais voltar para sua casa.


 


 


 


 


 


 


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por LelecrisMalfoy em 11/11/2011

ESTOU ADORANDO!!!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.