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7. Cap VI


Fic: A Era dos Comensais - 18 anos - Uma fic como você nunca leu.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Indecisão. Acabara de desafiar seu ex-professor e se arrependeu um momento depois. Esse era o seu momento com ela. Era o momento que planejou desde que a vira com Lucius e uma maldita ira esquentou seu sangue. Sangue ruim maldita que o desafiava inconscientemente. Altiva, intragável.


 


Estreitou os olhos diante da vacilação do mestre. Queria que ele se negasse. Desejava ardentemente, embora seu semblante jamais demonstraria isso.


 


O coração de Severus batia tão violentamente, num contraste irreal ao semblante quase morto que exibia. Poderia fingir não ter ouvido. Tarde demais. Poderia dizer que não partilharia uma cena tão estranhamente romântica. Sua mascara de indiferença estava postada em seu lugar, mas não via como sair dessa situação sem deixar aquele moleque idiota tripudiar sobre ele. E isso esse viadinho de merda não faria.


 


Os olhos de Severus brilharam em luxuria e seus lábios se esticaram com malicia, enquanto seu coração contraiu. Ela teria que entende-lo. Os dois desempenhavam seus papeis nesse lugar de demônios. Destruiriam o resto de suas almas hoje.


 


Aproximou-se lentamente e parou a poucos centímetros das costas da castanha, quase num murmúrio doloroso.


 


- Vai gostar, sabe tudo?


 


Hermione tremeu. Ela podia sentir a mão de Draco acariciando-a até esquentá-la por dentro, e os olhos de Severus seguindo essa carícia. Seu coração se acelerou com medo, o sangue trovejou em suas veias. Ela sabia que não poderia agüentar os dois homens. Seus homens.


 


Draco sorriu desafiando-a a responder. Seus lábios num sorriso debochado contrastavam com a raiva de si mesmo. Idiotice achar que a fama de insano de Snape era história.


 


A mão de Snape caiu sobre seu traseiro com um ligeiro golpe ainda instigando-a responder.


 


Levantou sobressaltada, desvencilhando do louro e afastando-se de ambos.


 


- Que merda vocês estão pensando. – Passava as mãos furiosas pelo vestido, tentando colocá-lo no lugar e encarava-os com ódio, deixando as maças do rosto manchadas. Draco ficou de pé ao lado de Severus e foi em direção a ela que se retraiu e indo para traz.


 


- Não sabe brincar Granger? – Draco agarrou-lhe o braço e a puxou para que voltasse para o banco com ele. Hermione se debateu diante de um Snape indiferente e entediado.


 


- Já que vocês estão brincando de casinha, vou deixá-los discutir a relação. – Desafiou sarcástico. Hermione bufou com a insinuação inconsciente de que tinha algo com Malfoy.


 


- Dois frouxos. – Gritou furiosa e engoliu seco. Não era isso que queria dizer.Por Merlin, não devia ter dito e a face ainda mais rubra evidenciava isso. Quase ouvia as respirações pesadas de ambos os homens. Cada qual processando a palavra e ruminando o orgulho. Tentou consertar, e embora estivesse parados ela ainda vacilou tremente.


 


- Eu quis dizer covardes. – A voz quase morreu na garganta.


 


- Frouxo Granger? – Os olhos de Severus a perfuravam.


 


- Não. Frouxos e covardes ela disse. – A voz arrastada demonstrava incredulidade.


 


Afastou-se mais um passo. Tensa pelo ar pesado que a rondava. Queria retirar suas palavras, queria que esse dia não tivesse existido, queria não ter subido no solar. Ela não poderia culpá-lo. Sabia que o deixara sem saída.


 


Não distinguiu se ele se moveu quando suas pálpebras pesadas desciam ou subiam, mas ele estava lá; parado na sua frente como um lobo mortal espreitando a presa que devoraria em segundos. A respiração gelada atingiu sua face morna, como o peso que deixou findar seus olhos. Era melhor não ver. Apenas sentiu o vestido sendo rasgado em duas partes e uma segunda respiração na sua nuca, ofegante e tão gelada quanto. Não estava frio, provavelmente seu corpo estava com febre agora.


 


Não queria machucá-la. Era conhecido como um animal sádico, um assassino impiedoso e ela sabia. Como seria diferente na frente de Malfoy. Seus pensamentos lutavam por uma saída enquanto rasgava os lados da lingerie e a deixava nua. Encarou a face pálida da garota e a vagarosidade com que Draco inspirava no pescoço exposto. Sentimento contrastante. Malfoy estava perdido. Será que ele cairia. Jogaria. Se o outro fosse receptivo talvez tudo não terminasse tão ruim. A voz dura a deixou alerta.


 


- Tão apreensiva Granger. Você é uma prostituta. Já está acostumada. – Falava devagar, observando a reação dela e de Draco que roçava o membro em seu traseiro. Segurou os dois seios ao mesmo tempo, roçando as palmas nos bicos turgidos. – Acho que está com medo de gostar, de sentir prazer? – Hermione tremeu e soltou o ar pela boca. – Ela está com medo de gostar Draco. Tem medo de sentir prazer com dois frouxos. Seria certamente horrível não é Granger? Gemer de verdade por não agüentar. – Riu quando ouviu o sorriso debochado de Draco entre os cabelos castanhos. Riu satisfeito, Malfoy jogaria.


 


Malfoy sorriu. Não precisaria fingir. Era melhor em dar prazer do que simplesmente foder. E faria o jogo de Snape por que queria e por não querer que ela soubesse mesmo sabendo que ele sabia. Snape sabia dele, mas não ela. Granger jamais saberia que ele a ajudava. Que colocava em sua cela as malditas poções curativas, que espreitava e interferia quando algum comensal bêbado o suficiente para ser enganado, a solicitava. Que a odiava por não ter gemido pra ele. Só pra ele. E embora Snape soubesse dele, ele nunca saberia que era por ela. Draco Malfoy seria sempre o covarde que traia seu lado para ter imunidade caso o jogo virasse. E nem isso ela saberia. Esse era o acordo. E Severus sabia. Embora soubesse de muito mais. Hoje, ambos jogariam.


 


- Se esse é o seu medo Granger, nossa função é aumentá-lo. – A voz sensual do loiro em seu ouvido fez seu corpo ferver. Morreria de febre antes que a noite terminasse.


 


Um segundo mais tarde, ela sentiu seus lábios em seu ombro, seus dentes sobre sua pele enquanto as mãos de Severus se deslocavam abaixo dela de ambos os lados tomando novamente seus seios inchados. Merlin querido, ambos queriam castigá-la.


 


Seus dedos agarraram seus mamilos, apertando ligeiramente, ela gemeu pela pequena labareda quente de dor. Convulsionou-se pela carícia, lutando por respirar quando sentiu a mão de Draco dessa vez descer sobre seu traseiro. Ela se retorcia com cada golpe, murmurando enquanto Severus ou acalmava ou inflamava seus mamilos, sua boca mordiscando-a, lambendo-a, mantendo-a fazendo equilíbrio sobre um pináculo de excitação tão agudo que era uma agonia. Não iria gemer. Não com Malfoy ali. Não para ele.


 


- Me deixem em paz. – Os dentes doíam de tão cerrados. Os lábios começavam a ficar sensíveis novamente e logo sangrariam. Não ligaria se eles suportassem sem gemer.


 


- Nós deixaremos garota, assim que você souber quem é o frouxo aqui. – Malfoy lambeu desde a nuca até a curva da cintura, beijando calidamente enquanto desafivelava o cinto...


 


 





 


 


A observava amassar o pergaminho com tanta força entre os dedos que já havia se arrependido de tê-lo entregue. Sentia-se como uma ave de rapina agourenta. Primeiro o solar e nem meia hora depois de saírem à via transtornada de novo. Que noite tensa.


 


- Quanta raiva. Por que não desabafa, pode ajudar a amenizá-la. – Quase sorria, pois sabia que ela estava fulminando de raiva agora. Senão por ter sido forçada a gozar no luxuriante ménage, pelo simples fato dele ainda estar debochando. Ele sabia que ela tinha gostado, mas não falara uma palavra sequer. Estava fingindo que nada havia acontecido, mas cedo ou tarde desabaria. Granger era tão cristalina para ele, mas Wesley era um segredo que ela nunca confidenciou.


 


- Sabe Severus, se o prazer de te ver assim não fosse tão intenso, eu te polparia de morrer com essa curiosidade. Mas você morrerá com ela. – Gritou as ultimas palavras, quase tão alto quanto a gargalhada que ele deu. Ainda ria com a cara de deboche que ela fazia.


 


- É verdade. Quase nada me interessa, mas é mais até do que simples curiosidade. Eu não entendo como alguém tão insignificante como aquele Wesley pode despertar tanto ódio em alguém como você. – Levantou e sentou-se com ela a frente da lareira. – Inteligente, corajosa, astuta... Gostosa. – Hermione riu. – Wesley é um merda. Se ainda fosse o Draco eu entenderia, afinal vocês são parecidos; mas Wesley. – Ela estreitou os olhos, fazendo nota de perguntar outra hora em que eles se pareciam. - Eu mesmo contei o que faziam com vocês e o imbecil ainda assim não acredita.


 


- Ele sempre soube. – Ela olhava e claramente não enxergava as labaredas alaranjadas que crepitavam a sua frente. Seus olhos estavam ali, mas sua mente vagava numa lembrança triste; pois tão rápido como lembrou fez questão de afastá-la. – Se importa? – Mostrou a pílula em sua mão e ele meneou a cabeça negativamente. Em outra situação diria que se importava por ela já ter usado uma, mas agora ele queria que ela viajasse. Viu relaxar o corpo e se espalhar pelo sofá pequeno. Pegou-a no colo e levou para cama. A curiosidade não era de hoje, mas a vontade de saber tinha que ser saciada agora.


 


– Legilimens.


 


A mente entorpecida era difícil de vasculhar. Ouvia nitidamente a voz dela pedindo pra ele parar. Por sorte ela não tinha forças. Achou a memória e o que vislumbrou era nauseante.


 


“Wesley a beijando quando ela disse que ajudaria a achar Gina. Os dois brigando e ele dizendo que ela egoísta, pois não tinha perdido ninguém que amava.” A imagem ficou embaçada e pulou para outra fragmentada que com certeza ela estava tentando ocultar. Severus insistiu. “Rony transando com ela dizendo que não importava o que teria que fazer, ele ainda a amaria quando voltasse. E transando de novo e ela pedindo pra parar. E dor.” Estava chorando agora e tentando tira-lo de sua mente desesperadamente. E Severus queria essa lembrança e insistiu de novo. “E a voz do ruivo muito baixa falando pra ela se acostumar que a dor passava e tinham que treinar.”


 


Severus saiu de sua mente com um bolo na garganta. Já havia visto muita coisa imunda. Sexo, orgia, estupro, morte. Mas nunca vira algo tão cruel envolvendo amor. Não era digno de amar. Não se sentia digno de um sentimento tão sublime e agora não se conformava como aquele maldito ruivo estúpido, manipulou o amor que ela sentia por ele. Usou tal sentimento para destruí-la. Ela jamais se recuperaria. Jamais.


 


 Queria vomitar e não queria olhá-la. Sua mascara de indiferença estava rachada e não tinha o direito de deixá-la ver. Teve que fazê-lo quando ela sussurrou algo que não distinguiu. Sentiu pena ao vê-la embolada no próprio corpo chorando e se aproximou para ouvir.


 


- Eu te odeio Severus Snape. – Ele não se importou por que também se odiava por ter insistido. E o mataria. Mataria o verme ruivo.



Continua...


 




N/A – Orra desvendei toda a fic. Malfoy a ajuda (linduuuuuuu) Rony é o vilão (como sempre hahahahahahahah) e a nc fica pra próxima hauhauahauahuahauahau!!!!!!! Não dava I Sweer. Ficaria estranho no meio do nada eu jogar uma cena dessas, na verdade ainda to bem em duvida se coloco essa nc. Gostei do cap só incitando rsrs. Essa agonia psicológica que eles vivem me angustia e fazer um sexo com esses sentimentos é complicado pra poha. Vamos ver kkkkkkkkkkkkk.... Brigaduuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu pelos comentsssss....Amodoro todos vc's.... VLW!!!!!!!!!!!!!!


Um segundo mais tarde, ela sentiu seus lábios em seu ombro, seus dentes sobre sua pele enquanto as mãos de Severus se deslocavam abaixo dela de ambos os lados tomando novamente seus seios inchados.  Merlin querido, ambos queriam castiga-la. Seus dedos agarraram seus mamilos, apertando ligeiramente, ela gemeu pela pequena labareda quente de dor. Convulsionou-se pela carícia, lutando por respirar quando sentiu a mão de Draco dessa vez descer sobre seu traseiro. Ela se retorcia com cada golpe, murmurando enquanto Severus ou acalmava ou inflamava seus mamilos, sua boca mordiscando-a, lambendo-a, mantendo-a fazendo equilíbrio sobre um pináculo de excitação tão agudo que era uma agonia.”


Essa cena não me pertence. Adaptada do livro A Escolha de Marly, de Lora Leigh. Achei tão sexy que resolvi colocar. Mea culpa.

Bjx e até a proxima...  

Serena

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