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3. A Chegada n´A Toca


Fic: Como perdoar um inimigo DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N.A.: Quem não lembrar do final do capítulo 2, releia. É essencial para este primeiro parágrafo. É continuação.


 


 


Capitulo 3


A chegada na Toca


 


 


Draco tentava a todo custo ouvir o que era dito do lado de fora quando foi surpreendido. Seu apoio sumiu e por pouco não caia estatelado no chão. Os três amigos haviam aberto a porta para voltarem para sala.


 


- Malfoy? Não é você que se interessa em saber dos meus segredos? – perguntou ironicamente Hermione.


 


Draco não teve resposta. Aprumou-se no estilo Malfoy e dirigiu-se para a cadeira afastada.


 


- Nossa, Mione! Ainda não acredito nessa história! – exclamou Rony orgulhoso da amiga.


 


- Acho melhor conversarmos sobre isso ao chegarmos a Toca. – disse Harry apontando com a cabeça o loiro sentado no fundo da sala.


 


- Vamos esperar seus pais no corredor, Ron. – disse Hermione levantando e puxando o ruivo pela mão. Harry seguiu o casal e disse para Draco:


 


- Você vem conosco.


 


O sonserino não respondeu. Apenas levantou-se e seguiu em direção à saída.


 


Alguns minutos depois, Molly e Artur aparecem.


 


- Vamos, queridos. Foi nos providenciada uma chave de portal. Draco, querido, você vem conosco. – diz Molly carinhosamente.


 


- Mas estou sem nenhum tipo de troca de roupa, sra. Weasley. – retruca Draco tentando não perecer muito grosseiro.


 


- Acho que não é nada seguro ir até sua casa, filho. Vamos logo. – fala apressadamente Artur sem notar que aquelas palavras mexeram intimamente com o orgulhoso Draco Lucio Malfoy.


 


No jardim de Hogwarts, um simples pergaminho jazia sobre o chão. O castelo dava mostras da pequena guerra que acabara de testemunhar. Ainda era possível encontrar estudantes chorando ou até mesmo jogados no chão. Abandonados. Tentando entender o que havia acontecido. A fortaleza que sempre foi refugio para a proteção de todos, foi atacada. Hogwarts não era mais segura. E nenhuma dessas pessoas sabia que o responsável pela entrada dos aliados de Voldemort estava indo embora. Impune. Por que o amor era a única arma que tinham. E o perdão, o golpe final.


 


Draco caminhava de cabeça baixa. Não queria encarar aquilo. Os jovens iriam diretamente para a Toca e depois que todos estivessem instalados, Molly e Artur verificariam como estava Gui, após a mordida que levou do lobisomen.


 


Calados. Amuados. Tristes. Temerosos. Assim caminhavam Molly, Artur, Rony, Harry, Hermione e, finalmente, Draco. Tocaram no velho pergaminho e foram sugados diretamente para o lar dos Weasleys.


 


Gina havia sido levada do castelo por Fred e Jorge a pedido dos pais. Estavam em casa esperando se deviam ou não ir até o Hospital. Os três estavam sentados diante da lareira que teimava em ficar silenciosa e apagada. Na mão deles, um copo de cerveja amanteigada. Intocado. Uma desculpa para ocupar as mãos que insistiam em tremer. Os três se assustaram e levantaram com a varinha erguida ao ouvir um som do lado exterior da casa. Gina correu em direção aos pais.


 


- Está tudo bem, meus filhos. – disse Molly. Foi cumprimentar os gêmeos, quando percebeu a tonalidade avermelhada dominando o rosto de seus filhos. Fred e Jorge avançaram com suas varinhas assim que viram Malfoy entrando.


 


Sim, um dos bruxos mais ricos do mundo. Um dos bruxos mais esnobes e arrogantes. Um corpo alto e magro. Pele pálida. Olhos de uma cor indefinível. Ninguém nunca encarou Draco por muito tempo. Os garotos morriam de medo. As garotas morriam de amores. O cabelo liso descendo pelo rosto. A franja que se movia com a menor brisa. As mãos dentro do bolso. Um tanto de preconceito e ironia davam o charme final àquele loiro sonserino. Ele estava adentrando a casa simplória de uma família que foi inimiga da sua desde que se conhecia por gente. Assim que pousou os pés no chão de terra da propriedade Weasley, olhou para cima: Por Merlin, essa casa vai cair em cima de mim.


 


Não, ele não queria entrar e isso era legível em seus olhos, na sua postura corporal, em todo seu jeito de repulsa. Porém, um toque de madeira em suas costas mostrou que ele não tinha muita opção. Sangue-ruim maldita. Deu alguns passos para trás quando viu mais três varinhas apontadas para ele.  Esses idiotas estão achando que tenho cara de alvo? Que merda de dia!


 


- Abaixem já essa varinha! Malfoy ficará conosco. Sem dúvida o trio aqui irá explicar tudo. – disse Artur entrando na casa.


 


- Pegarei algumas roupas. Artur e eu passaremos a noite no Hospital. Qualquer notícia eu aviso vocês. – disse Molly falando apressadamente. – Gina, você vem conosco. E nem adianta bufar! – disse a mãe já cortando os ataques dela. A caçula olhou para Harry e os dois saíram novamente. Não era mais segredo para ninguém o envolvimento deles. Pareciam mais apaixonados a cada dia. – Meninos – falou olhando para os três filhos – preparem alguma coisa para todos comerem.


 


Logo que os três Weasley saíram, Fred e Jorge começaram a bombardear todos com perguntas. Draco ainda estava parado próximo a porta. Harry e Ron começaram o relato que foi terminado por Hermione. É claro que os gêmeos queriam saber aquele segredo e Rony já ia contando:


 


- Ron! Aqui não! – interrompeu Hermione. – Depois eu conto para vocês!


 


- Certo, desculpe – disse o ruivo envergonhado – Mas depois eu quero ver aquelas coisas... – mas calou-se assim que levou um tapa na cabeça dado por Jorge.


 


- Jorge, - disse Fred – somos responsáveis pelo jantar, o problema é que não sabemos nada sobre culinária! – Os dois já se aproximaram de Hermione. Draco observava tudo de longe. – Sabe, maninho, acho que tem uma pessoa aqui que sem dúvida...


 


- ... Faria um ótimo jantar... – completou Jorge passando a mão pelos ombros de Hermione. Ela tentou levantar, mas eles impediram puxando-a para baixo. Harry e Ron apenas riam de lado.


 


- Ah... Vocês dois! Só por que sou mulher? – disse franzindo a sobrancelha.


 


- Não, Mionezinha... – começou Jorge e foi completado pelo irmão gêmeo:


 


- ... é que você é a melhor em tudo que faz! – o sorriso deles estampado no rosto.


 


Harry e Ron olharam um para o outro sem conter mais a risada. Eles conseguiram.


 


- Vocês não têm jeito mesmo! – Hermione disse.


 


- Então você vai preparar o jantar para nós? – perguntaram os dois juntos.


 


- Vou... – e antes que levantasse recebeu um beijo estalado em cada bochecha.


 


Ron avermelhou-se e virou o rosto. Draco não conseguiu se conter e fez uma imitação de estar vomitando perante tamanha imbecilidade. Para seu azar, não passou despercebido por Harry.


 


- Ora, Malfoy, não sabia que tinha talentos artísticos. Já que como Comensal não deu certo, essa é sua outra opção? – perguntou. Draco apenas fuzilou o moreno com o olhar e ia falar alguma coisa quando foi interrompido. Antes que começassem mais uma discussão, Hermione disse:


 


- Chega de brigas por hoje! Algum de vocês pode me ajudar?


 


- Eu vou – disse Ron.


 


- Ahhh, Roniquinho... A Lilazinha não ficará com ciúmes do Uon-Uon? – perguntou Jorge. E Fred começou a fazer uma imitação perfeita de Lilá. Rony avermelhou e saiu da sala batendo o pé. Harry sentou-se, já que não conseguia parar de rir. Hermione também riu da brincadeira, conseguindo disfarçar o ciúme. Draco conteve o riso que apareceu em seus lábios. Não riria das brincadeiras dos dois idiotas.


 


Quando os dois foram em direção à cozinha, Harry explicou que ela havia rompido o namoro por desconfiar que ele gostava de... E nem precisou dizer o nome. Todos entenderam. Todos.


 


Na cozinha, Rony pegou um copo de água ainda irritado. Hermione aproximou-se dizendo:


 


- Não ligue para eles! Só querem te provocar.


 


- Eu sei disso! São dois idiotas que não crescem nunca! – disse batendo o copo na mesa e fazendo voar água por todos os lados.


 


- Minutos antes você estava rindo! – retrucou Hermione.


 


Sem resposta a esse argumento ele mudou de assunto:


 


- O quê faremos?


 


- Macarrão! – ela disse.


 


- Mas que é isso??? – ele perguntou. Macarrão não era uma comida tipicamente bruxa.  


 


- Uma comida italiana... Você verá. Pegue umas duas panelonas e encha de água. – disse Hermione.


 


- Mione, nós não esse tal de marrão aqui! – disse indignado olhando para a amiga.  Ela riu.


 


- MACARRÃO, Ron... Não é “marrão”. Eu sei. Não se preocupe que sei como conseguir. – Com um movimento de varinha várias caixas azuis apareceram em cima da mesa da cozinha. O ruivo foi até lá e abriu uma das caixas.


 


- Mione... Você está me zoando, né? – ele pegou um espaguete – isso aqui nem deve ser de comer! – e mordeu um pedaço antes que a amiga pudesse impedi-lo.


 


Os dois não perceberam certo loiro escorado na porta apenas observando.


 


- Não! Precisa cozinhar! Por isso preciso das panelas. – ela disse puxando o resto do macarrão da mão dele e rindo da careta que ele fazia.


 


- Estou achando tudo isso muito estranho... – ergueu os ombros e com um floreio da varinha começou a encher as panelas com água. Hermione sabia que tinha molho de tomate por ali, já que havia comido um cozido lá feito com esse molho. O ruivo olhava para Hermione e depois abaixava a cabeça. Aproximou-se dela após encher as panelas.


 


- Mione... É,... você realmente namorou mesmo com MgLaggen? – ele viu quando Hermione respirou fundo e parou o que estava fazendo.


 


- Não, claro que não... Falei aquilo apenas porque estava brava com você. Desculpe pelos passarinhos.


 


- Eu mereci... Escuta, Mione...


 


- Xeretando alguma coisa, Malfoy? – a conversa foi interrompida pela voz de Harry. Ron mentalizou um palavrão.


 


- Não. Só queria pegar um copo de água. Não sou um prisioneiro e mesmo que fosse... – disse entrando na pequena, mas aconchegante, cozinha. Hermione adiantou-se e estendeu um copo cheio. Pela segunda vez naquele dia as mãos tocaram-se. Só para provocar ele disse:


 


- Eu quero água gelada. – disse encarando o copo. Ela puxou o copo da mão dele e depois esticou o braço para devolver. O loiro riu pelo nariz. – É alguma piada, Granger? Quero água GELADA! – disse assemelhando-se a uma criança mimada. Hermione percebeu que os amigos iam interceder, mas levantou a outra mão impedindo qualquer movimento.


 


- Se pegar seu copo, Malfoy – e fez uma pausa encarando o copo – verá que suas vontades foram atendidas.


 


Desconcertado e incrédulo ele pegou o copo. As mãos não se tocaram dessa vez. A água estava gelada. E a sangue-ruim sem varinha. Ele saiu bebendo a água. O rosto expressando sua raiva.


 


- Você é mesmo o máximo! – disse Ron abraçando a amiga. Assim que percebeu seu ato afastou-se envergonhado.


 


- Acho que você é a bruxa mais nova a conseguir tal façanha. Bom, vou lá conversar com seus irmãos. – Harry disse saindo da cozinha.


 


- Obrigada, Harry. – Ela voltou-se para a pia e começou a picar algumas ervas que seriam usadas no molho. – Pode me ajudar, Ron?


 


- Claro, claro.


 


- Escute, Mione... Quero te pedir uma coisa.


 


- Diga, Ron. – perguntou a morena sem encarar o amigo. Continuava cortando as ervas, usando sua varinha. Ele interrompeu o trabalho e fez com que a garota olhasse para ele.


 


- Desculpe por tudo que já te fiz sofrer. – ela ia falar alguma coisa, mas ele impediu colocando delicadamente o dedo indicador nos lábios dela. – Fui um bobo, mas de alguma forma o que aconteceu hoje mudou algo em mim. Não quero perder mais meu tempo com brigas tolas. Fui um idiota beijando a Lilá, sendo que eu queria beijar outra pessoa.


 


A mão dele deslizou pelo rosto dela e a outra segurou em sua cintura. Hermione fechou os olhos e sentiu os lábios quentes e trêmulos de Ron. Os dois entregaram-se ao beijo. Após alguns minutos separam-se meio sem ar.


 


- Você consegue me surpreender às vezes, Rony! – disse Hermione de mãos dadas com o ruivo. Olhando aqueles belos olhos azuis.


 


- Espero poder fazer isso sempre. – ele deu um beijo nas costas da mão dela – Vamos terminar esse jantar que já estou morrendo de fome!


 


- Ronald Weasley com fome? Isso não é nenhuma surpresa!


 


- Engraçadinha! – e deu um beijo rápido em seus lábios.


 


Meia hora depois o jantar estava pronto e a mesa posta. Deixaram uma parte reservada para os outros integrantes da família. Hermione foi chamar os outros. Harry, Jorge e Fred jogavam Snap Eplosivo, enquanto Malfoy continuava sentado no sofá encarando o vazio.


 


- O jantar está pronto!


 


O trio saiu e Draco continuou sentado. Hermione olhou com calma para ele. Lembrou-se das palavras de Dumbledore e falou:


 


- Venha comer conosco, Malfoy. Por favor, sem provocações – falou antes que ele dissesse qualquer gracinha. – Foi um dia longo e difícil para todos. Sei que para você também.


 


Ele levantou-se e parou ao lado dela, segurando com força seu braço e a empurrando contra uma parede.


 


- Não pense que me conhece, Granger. – Hermione encarou-o. Olharam-se nos olhos. Ele desviou seu rosto e afastou-se. Ele vai mudar. Será meu novo desafio! Se aceitou juntar-se a nós é porque algo ainda pode ser feito para surgir um novo Malfoy, pensou Hermione e foi juntar-se aos amigos.


 


Chegou e nenhum deles havia se servido e Harry ria das caras dos três Weasley e do Malfoy. Eles estranharam o macarrão. Distrair-se da morte de Dumbledore era sem dúvida algo bom. E necessário.


 


- Harry, pare de rir e ajude vai! – disse Hermione brava por estarem rindo da sua comida.


 


Harry e Hermione ensinaram como enrolar a massa no garfo e, ainda em dúvida, os quatro comeram. Sendo seguidos pela dupla de professores de comer macarrão.


 


- Mione! Que coisa maravilhosa! – disse Ron de boca cheia. Os murmúrios de concordância foram ouvidos. Hermione encarou Malfoy que comia olhando o prato. Ele não disse nada, mas comia.


 


Ainda jantavam quando chegou uma coruja. Jorge leu e disse:


 


- É da mamãe. Gui não sofrerá maiores danos. – Todos suspiraram de alívio – Eles chegam em meia hora. Malfoy, você ficará no quarto de Gui.


 


Após o jantar, Jorge e Fred cuidaram da organização da louça. Eles iam zoar Rony, por estar com Hermione, mas foram impedidos por Harry.


 


Todos foram deitar. Hermione viu quando Gina chegou e ouviu a ruiva chamando por ela, mas não queria conversar e fingiu estar dormindo. Pouco tempo depois se levantou e foi pegar um copo de água. Vestiu o robe sobre a delicada camisola. Não fechou, pois achou que não encontraria ninguém.


 


Assim que chegou à sala, viu uma cabeleira descabelada. Harry. Ela sentou ao lado dele no sofá. Ele percebeu quem era e deixou a cabeça deitar no colo dela.


Hermione sentiu pequenas gotas de lágrimas em sua coxa.


 


- Harry, tudo terminará bem.


 


- Não aguento mais perdas. Não consigo mais, Mione. – ela ficou calada. Fazendo carinho nos cabelos dele. – Meus pais, Sirius e Cedrico. Todos mortos. E agora... Dumbledore. Não consigo mais, Mione.


 


- Você é mais forte do que pensa. Sofreu grandes perdas e eu nunca poderia falar que te entendo. Mas, você precisa ter forças. Venceremos essa. Estamos alguns passos à frente de Voldemort, agora. – ele levantou-se. Os olhos molhados e vermelhos.


 


- Sabemos das horcruxes. Apenas isso.


 


- E ele não sabe que sabemos. Não sabe que algumas foram destruídas. Ele não pode mais acessar sua mente, Harry. E Voldemort não sabe sobre nosso segredo.


 


Ele deu um leve sorriso.


 


- Quem sabe além de nós? – ele perguntou.


 


- Dumbledore sabia. E também Minerva, Moody e Lupin. É... E Sirius. – ela olhou para o amigo – Realmente sinto muito por ter escondido isso de vocês.


 


- Não se preocupe, Mione... Obrigado. Você tem razão... – dizendo isso, despediu-se com um beijo na testa dela e saiu.


 


A morena retomou seu caminho em direção à cozinha. Encheu o copo de água e sentou-se em uma cadeira. Depois apoiou os cotovelos na mesa e a cabeça nas mãos. Os cabelos, agora longos e cacheados caíram, cobrindo todo o rosto.


 


- Não consegue dormir, Granger? – ela não precisava levantar a cabeça para reconhecer a voz arrastada daquele que por tantos anos a atormentou. E, dessa forma, respondeu:


 


- Consigo. Por isso estou aqui na cozinha. – respondeu ironicamente. Depois se levantou para deixar o copo na pia. Esqueceu-se do robe aberto o que não passou despercebido por Draco.


 


Ele não conseguia dormir de jeito nenhum. Aquele não era o quarto apropriado para um Malfoy. Levantou-se vestindo uma camiseta e uma calça emprestada de Rony. Estavam um pouco largas, já que o ruivo era mais alto. Vou beber um copo de água e ver se consigo me distrair.


 


Chegando à cozinha viu a sangue-ruim sentada. Ficou calado ao ouvir a resposta mal-educada. Porém, sem perceber seu olhar percorreu todo o corpo dela. Usava um robe azul, por baixo dele uma camisola amarela bem clarinha com pequenos desenhos de nuvens azuis. A parte de cima colada ao corpo devido aos seios. Descia soltinha até o meio da coxa.


 


Após colocar o copo sobre a pia e virar-se para sair, Hermione percebeu o olhar de Draco e corou na hora. Fechou o robe, amarrando-o na cintura.


 


- Não se preocupe, Granger. – aproximou-se dela – Nunca sentiria nada – chegou perto e falou em seu ouvido – Nunca sentiria absolutamente nada por uma sangue-ruim como você. Só o idiota do Weasley mesmo. – ela estava imóvel perante tamanha ofensa. Ele afastou-se e depois voltou – E, é claro, Krum, os padrões de beleza na Bulgária são realmente muito estranhos...


 


Hermione respirou fundo. Seus olhos encheram de lágrima. Era só o que me faltava. Tudo isso acontecendo e ainda aturar Malfoy me ofendendo e eu importando-me.


 


Ela virou-se e fez um floreio com a mão. Sorriu sozinha e virou-se para ir embora.


 


- Ei, Granger. – ela parou, mas permaneceu de costas – Dessa vez não conseguiu gelar minha água – disse o loiro já com o copo na mão. A morena, sem falar nada, seguiu para seu quarto. Deitou em sua cama e começou a rir. Contendo-se para não exagerar e acordar Gina.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 




 


 


Não me azarem, please!!! Por causa da cena R/Hr... Era necessário! Vai rolar um romance entre os dois... Quanto tempo??? Só o tempo irá dizer!


 


Como perceberam a fic ocorre no final do sexto livro. Manterei boa parte da história, excetuando-se o “Sectumsempra” que atingiu Malfoy.


 


Hermione, como perceberam, tem um segredo. Algo que a tornou capaz de realizar magia sem varinha. Será que mais outras coisas? Esta nova caracterização foi inspirada na fic do Claudiomir, Apollyon. Não, ela não saberá usar Uzis ou C4... Apenas um algo mais.


 


Espero que curtam. Comentem, please!!!


Aceito ideias, críticas (construtivas), dúvidas, correções,...


 


Agora chega!!!


 


Beijos a todos,


Artemis G.

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