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10. Malfoy ¬¬'


Fic: A Viagem ao Passado que Salvou Vidas!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-- Explique-se Hermione.


Ela notou que o tom era de ordem, mas não se aborreceu tinha mais do que se preocupar do que com ele lhe dando ordens. Sentados um de fronte ao outro ela começou a falar:


-- Muito do que eu sei, e o porquê de saber. Sinto muito, mas não posso falar. - ele se retorceu na cadeira querendo interrompe-la, mas ela o ignorou.
 “Sei que é difícil confiar em alguém que lhe explica tão pouco dos motivos que a levam a ter certas opiniões, eu também relutaria, porém, por hora, pense que quero seu bem e nada mais.”


-- Me de motivos para desistir de tudo o que quero, além de um bobo sobre “confiar e querer meu bem”. – Snape disse com estupidez em cravada em cada silaba do que disse.


-- Severo, por favor, eu sempre confiei em você, mais do que você pode imaginar, então me escute, e deixe-me dizer quem pode substituir Voldemort como seu “Mentor”. – Hermione tinha a voz embargada agora, pois ele conseguirá magoá-la dizendo que seus motivos eram bobos, sendo que era a mais pura das verdades.


Ele apenas assentiu para que ela continuasse.


-- Dumbledore pode lhe ensinar muitas coisas também, mas essas salvarão pessoas e não trarão sofrimento nem dor, não mais do que as necessárias para que tenhamos um mundo melhor onde viver.


-- Isso é tão patético, espera mesmo que eu acredite que um homem como Dumbledore possa me ensinar algo a mais do que eu já sei? Os feitiços que ele usa eu já sei de cor, essa magia já não me fornece mais nada, o poder dela é muito limitado, estou à procura de muito mais do que ele possa vir a me oferecer. – o tom de Snape era de luxuria e escárnio enquanto proferia essas palavras.


-- Não sei mais o que dizer para tirá-lo desse caminho que você resolveu trilhar, um dia você me entenderá, mas talvez seja tarde demais, talvez você já tenha perdido mais do que você pode imaginar e tenha feito muitas pessoas perderem junto de você. – Hermione chorou ao falar isso, pois sabia que era isso que aconteceria quando Snape se junta as Trevas.


Logo que terminou de falar Hermione levantou-se da poltrona que ocupava, esperando ir para seu dormitório acalmar-se, mas viu seu caminho ser obstruído por Snape que a fitava sério:


-- É tão importante assim que eu ousa o que me diz Mione?


Ele parecia consternado ao vê-la chorar, e deixou transparecer sua preocupação em cada linha de seu rosto.


-- Mais do que aparentemente você parece pensar. – ela o respondeu entre um fungar e outro.


-- Por que tanta preocupação comigo? Eu creio nunca ter feito algo importante para merecer isso. – Snape perguntou a ela em tom cada vez mais brando, tentando acalmá-la ao mostrar que estava disposto a ouvi-la sem grandes brigas.


-- Você é uma pessoa muito especial pra mim Severo. Espero um dia que você saiba o quanto. E você fará coisas muito importantes para merecer a preocupação de muitas outras pessoas. – ela o fitava agora não mais chorando, mas tentando mostrar a ele a sinceridade de suas palavras.


Snape não sabia bem o que o fez agir daquela forma, mas quando se deu por conta estava com os braços em torno de Hermione a consolando e se desculpando por ter sido um amigo tão desleal.


Afinal ela foi a única pessoa que demonstrou interesse em seu futuro, e ainda mais, mostrou-se preocupada, verdadeiramente com o que esse futuro o reservava. Ele iria escutá-la, não era fácil para ele confiar em alguém assim tão cegamente, mas algo dentro dele dizia que era o certo a fazer, que aquela menina que agora ele tinha em seus braços estava sendo tão sincera quanto nenhuma outra pessoa jamais foi com ele. Então ela merecia uma retribuição não mais do que justa.


-- Irei confiar em você Mione. – Snape disse apenas essas palavras enquanto afastava-se do abraço para fitar o rosto da garota.


Ela não podia estar mais radiante, seu sorriso era contagiante, e ele se pegou respondendo a ele, os olhos dela não largavam os seus, talvez ela estivesse procurando por mais informações de que ele confiaria mesmo nela.


Ele se perdera naqueles olhos cor de âmbar por um longo momento, que ele sequer percebeu que eles estavam ficando tão mais próximos de si, e que Hermione não mais sorria, mas mantinha em seu rosto um semblante decidido, porém tranqüilo.


Foi sem notar também que ele se aproximou mais da garota, não se sabia como isso era possível, visto que seus braços ainda estavam em torno dela.


Estavam tão envolvidos em si mesmos, que não notaram quando os demais estudantes adentraram o Salão até que Malfoy resolveu dar o ar de sua graça:


-- Lindos vocês não acham? – questionou o louro aos demais companheiros.


Snape deixou seus braços penderem da cintura de Hermione não tão rápido quanto ele desejou que fosse, e afastou-se dela, apenas para encarar com certo rancor Malfoy que mantinha um sorriso afetado nos lábios.


Hermione parecia ter sido petrificada, pois ainda não reagia, estava inebriada com a sensação dos braços de Snape em si, mas não demorou muito para Snape notar e dar um leve cutucão em suas costelas, fazendo assim que ela voltasse a realidade da situação.


-- Ora Malfoy, não é porque você não tem ninguém para abraçá-lo que precisa ter inveja, aposto que um desses – Snape apontou para os demais garotos presentes – adorariam lhe satisfazer em algumas de suas necessidades.


-- O que você esta insinuando Snape? – Malfoy deu alguns passos em direção a Severo, mas foi contido por Dolohov, que sabia não ser uma boa idéia lutas dentro de Hogwarts, pois essas poderiam resultar em expulsão.


Dando as costas a Malfoy e aos outros, Snape fitou Hermione:


-- Vamos almoçar, e depois voltamos a tratar de nossos assuntos, sem mais interferências.


O caminho até o Salão Principal foi feito em completo silêncio, ambos pensando no que acabou de acontecer, estiveram tão próximos de “algo”. Mas “algo” tinha um nome, “beijo”, isso “nenhum” deles entendeu como poderia ocorrer, afinal, aparentemente nenhum dos dois se mostrou interessado um no outro, a não ser como bons amigos.


O almoço foi feito, igualmente em silêncio, os dois pareciam bastante encabulados com a situação anterior para conseguirem se comunicar entre si ou com mais alguém, pareciam ter medo que alguém notasse o envolvimento repentino que ocorreu entre eles.

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