FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

7. Cap 7


Fic: Até que o sexo nos separe Teminada 09.08


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Sentada em sua sala-de-estar; depois de muitos anos passados, Hermione não conseguia sentir raiva 
de Rony. No momento em que ele a estuprou e mesmo anos mais tarde, só se recordava dele com
um ódio de morte, como jamais conseguiu sentir por uma outra pessoa. Para uma mulher, o que pode
haver de mais hediondo do que ser estuprada? E foi isso que ele fez. não merecia perdão. lembrava-se
o quanto ficou deprimida durante um longo tempo. Lembrava-se tambem que naquele dia fatídico
lavara-se até com violência, para tirar todas as marcas deixadas por aquele ato insensato de Rony.
Depois disso ela tornara a ver Rony? Sim, tornara. Ele a procurara e chegou a lhe implorar que o perdoas
se, porque ele havia perdido a cabeça, e que voltasse para ele. Mas Hermione não podia. Saíra muito
machucada daquele relacionamento. Agora, até que sentia certa ternura por Rony. Lembrava-se com
carinho do quanto ele era atencioso com ela. Do quanto a amava. De que não sabia a melhor forma
de agradá-la. Por que será que ele fizera aquilo no beco do supermercado? Ela não conseguia responder
. Talvez ele estivesse muito excitado. Talvez a briga o tivesse excitado a ponto dele não conseguir se
controlar. O que nós sabemos sobre nossas próprias mentes e como reagiremos em determinados
momentos e situações? Meses depois Rony desapareceu, e Hermione ficou sabendo que ele fora estuda
r em outro estado, então perdeu a pista dele e nada mais soube. Só que numa coisa ela tinha que dar
a mão a palmatória: Draco estava de olho nela. Tão logo soube que ela havia terminado com o
namorado, Draco passou a convidá-la para irem ao cinema, teatro, balé e até jantarem juntos. Mas não
falava em namoro, embora Hermione percebesse os olhares amorosos que ele lhe lançava. Ela não
queria nenhum tipo de envolvimento, pelo menos enquanto a ferida aberta por Rony não se fechasse.
Saíra muito machucada mesmo. Lembrava-se do dia em que ele lhe falou de namoro. Estava chovendo
e ele fora até sua casa levar um vídeo que havia alugado na locadora. Tratava-se de "escola de sereias"
um filme antigo da esther williams que ela queria muito assistir, uma vez que falava de natação, seu
esporte favorito. Hermione estava sozinha, tomando café, quando a campainha da porta tocou. Era
Draco, metido numa capa impermeável.

- eu trouxe isto para você! - ele foi logo falando. 

- mas, entre! - pediu ela - tire a capa primeiro, depois conversaremos. 

Ele obedeceu, enquanto Hermione abria o pacote. E ela logo deu um grito de alegria. 
- escola de sereias! Você é um anjo, Draco! - então pulou no pescoço dele e quando percebeu estava
beijando-o na boca, deixando-o meio desconcertado e vermelho, pois ele não esperava aquela
recepção. Hermione se fez de desentendida, pois tambem estava um pouco desconcertada com
aquela demonstração um tanto eufórica demais. Mas logo ficou dona da situação.

- faz um século que eu quero ver essa fita, Draco. 

- eu sei. Você me falou muitas vezes dela e desde então tenho me posto em campo á procura 
- ele olhou para os lados, meio tímido. - acho que eu vou indo... Seus pais não estão e não fica bem...

- não fica bem o quê? - perguntou ela, rindo. - estar sozinho aqui comigo? O que você vai fazer, me 
comer? - O me "comer” já tinha saído inadvertidamente e foi à vez dela corar, porque a frase tinha
duplo sentido. Mas ela não se deu por achada nem dessa vez, pois sempre tivera presença de espírito.


- venha - pegou na mão do rapaz - me fazer companhia. Eu estava tomando um lanche.

Draco a acompanhou até a copa e ela serviu-lhe café com leite e presunto com bacon e ovos. Ele comeu
com apetite e depois foram sentar-se na sala-de-estar, onde papearam sobre muitos assuntos. E tudo
aconteceu quando ela o levou até o sótão para lhe mostrar algumas antiguidades, pois, na verdade,
tudo fazia parte do seu jogo. Fazia seis meses que ela fizera sexo com Rony pela ultima vez e estava
ansiosa por um relacionamento, não amoroso, evidentemente, mas por uma transa íntima. Seu tesão já
chegava a se tornar insuportável, e era rara à noite em que não tinha sonhos eróticos. E até necessitava
masturbar-se. E ali estava a oportunidade: uma tarde chuvosa, com um rapaz elegante, de boa família,
bonito, e ela sozinha em casa, pois seus pais haviam ido a uma reunião da igreja e só voltariam no
início da noite. E por que não o sótão? Ele estava totalmente limpo, depois que ela e a mãe deram uma
geral, pondo a bagunça em ordem e passando o aspirador em todos os recantos. Hermione estava
sedutora em uma saia muito curta e uma blusa fofa, sem nada por baixo. Isto é, ela não usava sutiã,
somente uma calcinha. E, ao saber-se só com o rapaz, ela começou a se inquietar, logo planejando a
subida ao sótão para lhe mostrar algumas fotos de família. Draco era um aficionado por fotografias e
se encantou com o álbum de fotos que ela lhe mostrou, bem como com as ampliações retocadas a
crayon.

- isto é uma maravilha! - ele exclamava, vendo as grandes ampliações. Bem que mereciam estar em 
uma exposição, porque são o retrato fiel de uma época. De repente ele pegou uma foto de uma
senhora lindíssima, com quem Hermione se parecia demais. - quem é? - perguntou, voltando-se para a
garota.

- minha avó. Mãe de meu pai. Dizem que eu me pareço muito com ela. Não a conheci. Mas ela é 
mesmo muito bonita? Acha que eu sou assim como ela?

A luz e a sombra deixaram Hermione mais encantadora e sedutora. Draco a olhava com verdadeiro 
encanto de um rapaz apaixonado. Isso Hermione podia ver nitidamente em seus olhos, na sua
expressão.

- você é tão linda como a sua avó, Hermione. E, quando você ficar com mais idade, ficará igualzinha 
a ela... - foi aí que ele soltou: - e eu gostaria de estar ao seu lado quando esse dia chegar.

- Draco! - exclamou Hermione. - que lindo...  - então ela se aproximou do rapaz e passou lentamente
a mão em uma de suas faces, alisando-a com carinho, chegando-se mais. Olho no olho... Draco
mantinha-se estático, certamente sem acreditar que aquilo estivesse lhe acontecendo, e ela inclinou
ligeiramente a cabeça e beijou-lhe os lábios com ternura. A princípio ele não correspondeu. Mas em
seguida correspondeu de uma forma até um tanto violenta por ser o primeiro beijo que trocavam.
Passou os braços em torno da cintura dele, apertando seu corpo contra o dele, e ela pode perceber que
ele estava bastante excitado, pois era evidente pelo contato que sentia junto a virilha. Hermione
praticamente o seduziu, empurrando-o na direção de um estofado tipo antigo, muito largo, que tambem
fora alvo de água e sabão. E o ruído da chuva contra a janela envidraçada e a tênue iluminação era um
convite aberto para o amor. Sentaram-se no sofá e, num rasgo de entusiasmo ou atrevimento,
Draco colocou a mão sobre o busto de Hermione, que para lhe mostrar o quanto estava aceitando o
carinho, colocou a mão sobre a sua, comprimindo-a contra o seio esquerdo, percebendo que ele
estremecia todo.. As bocas continuavam coladas e ela entreabriu a sua, começando a lamber os lábios
do rapaz, que, por sua vez, abriu a boca e recebeu com agrado a sua língua atrevida. Ao mesmo tempo
Hermione desabotoava a blusa, lembrando-se da primeira vez que fizera isso com Rony. E Draco, com a
mão trêmula, começou a bolinar-lhe o seio, sentindo a carne tenra e o biquinho saltado, como um
pequeno seio, tal a protuberância. Foi Hermione que o deitou sobre o divã e principiou a abrir-lhe o
zíper da calça. Em seguida tateou o interior em busca da abertura da cueca, e, ao encontrá-la,
errou a mão para dentro em busca do membro ereto. Percebeu que Draco era o que se pode chamar
de um homem bem dotado.

A língua de Hermione sugava a de Draco como se quisesse arrancá-la, e em determinado instante ele 
gemeu, reclamando da dor que estava sentindo. Mas ele não reclamou por muito tempo, uma vez
que a atenção dela estava voltada para seu membro que ela agora segurava com uma das mãos.
 - Livre-se de sua calça - ela pediu. Mais que depressa, Draco se levantou e tirou a calça. e então, ao se
voltar, viu que Hermione tambem já havia tirado o vestido, ficando somente de calcinha. - agora tire a
cueca que eu tiro a calcinha. - Rapidamente ele tirou a cueca e a camisa, mas dessa vez ficou olhando
Hermione se libertar da peça que cobria a parte mais encantadora de seu corpo de mulher.

- você é linda, Hermione - era o que ele falava a todo o instante, como se não conhecesse outras 
palavras. E não cansava de olhá-la. - será que estamos mesmo juntos? - ele afinal perguntou.

- É lógico que estamos - respondeu ela. - por que, ainda duvida? 

- duvido sim. Você sempre me pareceu tão arredia, tão distante. Nunca se importou muito comigo. 

- seu bobinho. O que você queria que eu fizesse? Que fosse correndo atrás de você? E com tudo isso a i
niciativa não esta partindo mais de mim do que de você?

- eu nunca ousaria, pois temia que você se ofendesse. Eu a amo em silêncio praticamente desde que a 
vi pela primeira vez.

- seu bobinho. Por que se calou durante esse tempo todo?

- porque você tinha namorado. 

- não quando você se mudou para cá. Eu só namorei Rony muito tempo depois. 

- então eu fui um tolo em não me declarar. 

- sempre há tempo para a felicidade. Mas, que tal a gente deixar esse falatório para depois e partirmos
para nos conhecermos melhor?

 

Deitaram-se, abraçados, com Hermione apertando o corpo dele contra o seu, e ele, por sua vez, 
sentindo os grandes seios dela amassando-se contra o seu peito. O corpo de Draco era completamente
diferente do de Rony. Cada um deles tinha um encanto a sua maneira. Draco era extremamente sexy, e
ela adorava vê-lo nu, pois seu tórax  sem pelos mexia com a sua libido, e só de vê-lo pelado seu tesão
já se tornava quase insuportável.

As mãos de Draco avançaram possessivamente sobre o corpo de Hermione, roçando a sua pele ardente 
e acetinada. Hermione, sentindo arrepios intensos e apaixonados invadirem o seu corpo, se esfregou
voluptuosamente contra o rapaz, que deslizou os lábios do pescoço para os seios dela, sugando-os,
mordiscando os biquinhos duros e eretos, fazendo-os se arrepiar ainda mais. Depois os lábios foram
descendo sempre e passaram pelo ventre, fazendo uma ligeira parada. Hermione sentia-se embriagada
com as lambidas que ele lhe dava e, ansiosa, esperava que ele prosseguisse, em sua escalada, para o
sul do seu corpo. E foi exatamente o que aconteceu no momento seguinte. Hermione suspirou profunda
mente, quando o hálito quente do vizinho bafejou as suas virilhas, e, instintivamente, entreabriu as
pernas trêmulas. Então a língua imida e vibrante de Draco avançou, tocando em sua vulva, fazendo-a
arquejar. Depois as mãos dele subiram por seus flancos e foram se juntar sobre os seios, apertando-os,
beliscando-os, massageando-os, ora com delicadeza, ora com um pouco mais de violência. A boca
ardente de Draco agora colava-se a sua vagina, rendendo-lhe a justa homenagem de amor e prazer.
Hermione se ergueu, sustentando o corpo nos calcanhares e nos ombros. Isso sempre acontecia quando
fazia sexo oral, quando sentia a boca e a língua em sua vagina. Nesse momento seu tesão liberava
todo o sumo retido em seu corpo. E como estava há algum tempo sem fazer sexo, suas secreções eram
abundantes. Com os quadris erguidos, facilitava o acesso da língua inquieta que a alucinava, penetrando
no seu orifício molhado, avançando, indo e vindo, lambendo, introduzindo-se e retirando-se, num jogo
de excitação violento. Uma das mãos dele desceu pelo corpo de dela até os quadris, contornou-os, e foi
massagear as nádegas roliças e firmes. Todos os seus pontos sensíveis estavam sendo excitados. Seu
clitóris vibrava, sua vagina ardia ao contato da língua voraz de Draco, e seus seios se arrepiavam
continuamente, tocados pela mão suave e possessiva.

- você é hábil na arte de amar, Draco.

Mas ele não respondeu, pois estava ocupado em chupá-la vorazmente. E não foi difícil para que o 
corpo de Hermione logo fosse sacudido pelo primeiro espasmo provocado pelo seu carinhoso vizinho,
que nem seu namorado era. Hermione imaginava que estava fazendo uma temerária concessão a
Draco. Jamais imaginava se entregar daquela forma a um homem, sem ao menos haver um namoro,
aquele jogo de sedução que precede o contato intimo. Mas não, ela atirara-se nos braços dele, e o que
era pior, estava ali sendo fodida. Mas afastou todos aqueles pensamentos. O que ela queria mesmo
era se livrar daquela tensão que ultimamente a estava deixando extremamente nervosa.

 

-por favor... Eu quero você! - suplicou ela, com o corpo em convulsão e o ventre em fogo, com 
espasmos sucessivos espalhando prazer.

-é um sonho... - ele repetia. - não pode ser verdade que eu esteja aqui com você, Hermione. 
É tudo tão fantástico, que parece mesmo um sonho.

- não é sonho não, Draco. Eu estou mesmo aqui com você em carne e osso. E estamos praticando
a coisa mais antiga do mundo. A que já veio com o primeiro homem e a primeira mulher.
Agora venha, querido. Quero sentir você dentro de mim. Quero pertencer a você...

- e eu não a quero somente para este momento, Hermione. Quero-a para sempre. 
Quero que você seja...minha!

Seria um pedido de casamento? mas era tudo tão prematuro! não era pelo fato de estarem
transando que necessariamente precisariam se casar. Ou será que ele a amava em surdina?

-Vaai, Draco... Vai... - ele se ergueu nas palmas das mãos, que estavam apoiadas sobre o 
sofá, depois, segurando o pênis, esfregou-o contra as coxas dela. Em seguida posicionou-se melhor
entre as coxas, fazendo o seu pênis roçar a vagina de Hermione, que delirava, rouquejando,
ronronando e jogando o quadril de encontro á ele.

Ansiando pela penetração ambos ofegavam, e Hermione, sentindo o sofá oscilar e girar, 
num carrossel de volúpia, enterrou suas mãos no cabelo dele, apertando-lhe a cabeça contra o seu
peito, como se o obrigasse a mamar em seus grandes seios, mas ele buscou-lhe mesmo a boca,
num longo e impaciente beijo. A pele de ambos se esquentava, uma vez que estavam estreitamente
colados e ali fazia calor, porque a chuva, em contato com as telhas, que estavam quentes, uma vez
que durante toda a manhã fizera muito sol e o calor do meio-dia fora intenso, fazia o local em que
estavam se transformar em uma verdadeira estufa. Hermione gemia e emitia pequenos gritos,
incapaz de reprimir seus instintos de fêmea excitada e decidida. Ela estava impaciente. Queria que
ele a possuísse logo. Achava que o preâmbulo estava longo demais. Ele era muito bom quando
houvesse tempo, quando podiam ter dois ou três orgasmos, quando o corpo já se achasse mais ou
menos acomodado, o que não era o seu caso. Ela estava carente de sexo. De ser penetrada, de
gozar e sentir-se gozada. Soluçou, eletrizada, quando ele, segurando o membro rígido pincelou,
uma vez mais, sua vulva, procurando a entrada da vagina. Depois sentiu que todo o seu corpo tremia
, quando a glande intumescida forçou lentamente a entrada. Jogando os seus quadris contra os dele,
fez com que seu pênis penetrasse totalmente dentro de si, numa estocada firme e potente. E gemeu,
deliciada, sentindo contínuos espasmos de prazer. Draco a preenchia inteiramente no que concerne a
grossura e a comprimento. Os movimentos ritmados, em estocadas firmes, tiravam-lhe a respiração.
Orgasmos misturavam, numa seqüência alucinante, que subia, numa escalada interminável seus lábios
estavam secos e todo seu corpo tremia, enquanto projetava os quadris, de forma a sentir inteiramente
o pênis dele, que entrava e saia de sua vagina, num ritmo cada vez mais apressado. E ela sentiu a
mente se desfazer em pensamentos confusos e deliciosos, enquanto suspiros e gemidos cada vez mais
altos escapavam de sua garganta, sufocados pelos lábios dele.

 


/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*/*

 

Aquele foi o primeiro encontro de muitos outros. O fato de serem vizinhos facilitou muito. 
Em pouco tempo estavam noivando e, um ano depois, casaram-se. Draco herdou a posição de
diretor geral de uma firma de importações de bebidas que o pai mantinha em Londres. Na verdade,
o pai queria que o filho estudasse, mas logo viu que ele tinha mesmo queda para negócios. E ele
acertara, porque, em pouco tempo, Draco dobrou o capital, e a firma em um ano desenvolveu o que
não havia desenvolvido em dez. Draco era muito carinhoso e Hermione não podia se queixar. Agora,
sentada na penumbra da saleta, ela se recordava dos primeiros meses de casada, dos primeiros anos...
Passado um ano, Draco foi mergulhando cada vez mais nos negócios, e ela foi ficando em segundo
plano, embora nada lhe faltasse. Mas não era isso que Hermione desejava. Ela queria um homem que
chegasse em casa e a cumulasse de carinho, ao qual ela tambem pudesse retribuir. Só que nada disso
estava acontecendo, e nos últimos tempos as coisas pioraram ainda mais. Não no modo de ele lhe trata
r. Ele era sempre o mesmo homem, só que não tinha mais tempo para ela. Sexo era artigo de luxo. Ele
chegava sempre cansado, tomava seu banho, jantava, assistia o noticiário e ia dormir. Quanto a
Hermione, ficava sozinha assistindo a um filme no vídeo ou lendo um livro. Sua grande distração era
mesmo Strella. Uma bonequinha de criatura. Amorosa, dócil. Se não fosse por Strella se divorciaria de
Draco. Mas a garotinha tambem adorava o pai. E assim era sua vida.

 

Naquela tarde Hermione fizera um completo balanço de sua vida amorosa, ou melhor, sexual. E agora
estava na hora de ir buscar Strella na escola. A garotinha veio contando mil e umas que fizera na escola
, e Hermione, olhando-a, imaginava qual seria o seu destino. Preocupava-se desde então, porque não
queria criá-la com tanto mimo e dedicação para depois entrega-la a um homem como o pai, que se
esquecera completamente de seus deveres de esposo.

 

Depois de um tempo,como sempre, Draco chegara cansado, tomara seu banho e, pretextando 
cansaço, beijou-a e foi dormir. Hermione se recolhera junto. continuara suas reflexões enquanto o
olhava dormir, achando que a sua vida não poderia continuar daquela forma. Alguma coisa teria que
acontecer, afinal, ela ainda estava na flor da idade e com toda a potencialidade sexual de uma mulher
normal, e não era natural sacrificar a sua vida. Mas tinha Draco... E ela não tinha como negar, amava e
ainda desejava Draco. Ela se virou e dormiu.

 

*****


N/Gabriel: Bem como vcs devem saber, eu que escrevo essa fic.. e bem, como eu so do mal XD.. pedi pra um amigo meu finaliza-la numa nc meio que do mal. Eñtão se vc é meio que assim... inocente.. Não me critique depois.. Pq o Flavião foi do mal escrevendo essa Nc..

Hermione despertou umas horas mais tarde, a sensação de ser observada, estudada, abriu-se caminho dentro do sonho erótico com Draco brincando, tentando-a com um beijo que nunca chegou. A ponto de gritar, a presença em seu quarto começou a cobrar sentido.


Ela piscou abrindo os olhos, olhando carrancuda a suave luz de uma vela na pequena mesa de meia lua junto a sua cama. Voltando a cabeça, seu coração começou a pular. Draco estava sentado ao lado da cama olhando-a, seus olhos azuis entreabertos, seu musculoso peito nu exceto pela sombra do encaracolado pêlo claro que descia por seu estômago e desaparecia no interior... Seus olhos se aumentaram, logo voaram para baixo. Ele estava nu. Doce Deus, ele estava nu e duro, isso a alegrou. Grosso e comprido, a cabeça púrpura, a carne fortemente venosa. Do jeito que ela se lembrava.


Hermione de repente ficou mais consciente de sua nudez sob o pesado edredom. Quando tinha se deitado, não tinha pensado para nada nisso. Agora podia sentir o inchaço de seus peitos, o endurecimento de seus mamilos. Entre suas coxas sentia a lenta, ardente  umidade de sua carne febril. Também sentia algo mais. Seus braços estavam atados a cabeceira da cama, estirados, assim como suas pernas, com muita pouca folga nas cordas. O filho da mãe,  tinha-a à sua mercê na cama como uma virgem condenada ao sacrifício.


— O que fez? — Ela se clareou a sonolência de sua voz enquanto ele ficava quieto, olhando-a com aqueles malvados olhos, cheios de sensualidade. – Me solta, Draco. O que você esta fazendo.


— Me desculpa — disse ele, sua voz era suave enquanto aparecia em seus lábios um sexy  sorriso. — Depois de todos esse tempos.. Eu realmente não sei que deu em mim de ter deixar assim, sem sexo, sem nada. Não sei que deu em mim. E pra recompensar eu vou te apresnetar algumas lições. Está pronta para a primeira?


— Lição? — ela negou com a cabeça, sua voz gritando de cólera. Como se atrevia o filho da p*** a atá-la depois de tanto tempo sem sexo? — De que demônios falas,Draco?


Sua mão se levantou. Hermione pensou que ele a tocaria, agarraria-a, em troca, esses largos dedos se enrolaram distraídamente ao redor de seu pênis, acariciando-o. Ela suspirou fortemente, sua boca sedenta, ansiando sentir a torcida cabeça nela. Até poderia ter pensado em dar um umpulso, se tivesse podido mover seu corpo.


— Sua primeira lição em voltar a ser minha mulher, Mih — lhe disse ele, com uma voz serena, decidida. – Pra mim chega de me matar trabalhando.. Eu preciso de você. Esta noite, começa sua primeira lição.


Mih fez girar seus olhos enquanto suspirava com irritação.


— É um psicopata ou um pouco parecido, Draco? — Disse-lhe chiando os dentes — Das atenção ao que diz?  Agora me deixe e deixa de atuar de maneira tão estranha. Caralho, se o que quer é transar, só devia havê-lo dito.


Ele riu dela. O bastardo só sorriu prazerosamente, perversamente.


— Mas, Mih não quero só transar — disse ele, divertido. — Quero que saiba quem controla seu corpo, suas luxúrias. Quero que saiba, no fundo de sua alma, quem possui essa vagina tão bonita, esse anus tão tentador e sua boca quente. Quero que admita que são meus, só para te ter quando eu queira.


Maldição. Ela sabia que Draco era louco, mas violação?


Ela lutava para que sua voz soasse razoável.


— Esta não é forma de conseguir de me conseguir de volta. Realmente. Já sabe, flores, chocolate, esse é o caminho do coração de uma mulher.


— De verdade? — ria agora dela sem dissimulação. —Enviei-te flores, querida.


Seus olhos se abriram.


— Ah sim, com um cartão que me dizia que iria chegar tarde porque tinha resolver um negocio na empresa — ela apertou os dentes quando atirou das cordas que atavam seus tornozelos. —Verdadeiramente romântico, Draco.


Recordava com um sentimento de tristeza que sentiu quando leu o cartão. Tinha atirado as flores ao lixo, mas tinha guardado o cartão. Do por que, jogar na cara dele tudo o que ele havia feito com ela e de que tamanho tinha que comprar o invasor anal, para assim poder foder meu ânus. Uma fantasia sexual nossa que você só me provocou né?! Assim como muitas outras.


Ele se encolheu os ombros indiferente.


— Prático — lhe disse. — Desejava-te preparada. Mas como não aceitou te preparar você mesma, então terá que aceitar a dor.


Dor? Não, não, nada de dor.


— Olhe, Draco - advertiu razoavelmente. — Eu realmente ficarei MUITO brava contigo Draco.


— Primeiro não ficará não, Mih — lhe disse ele brandamente, agora com uma expressão paciente. — Por que pensa que sei que você tambem me quer? Não cometerei o mesmo engano duas vezes. Se conhecesse e aceitasse sua alma, suas necessidades e as minhas. Não fugirá de mim.


Hermione olhou para Draco, com a fúria estalando dentro dela enquanto sacudia seus braços estirando as cordas que a sujeitavam. Condenado, não estavam apertadas, mas não havia nenhuma possibilidade de que pudesse golpeá-lo para lhe apagar a expressão de triunfo de sua cara.


— Você não sabe o que diz! — lhe acusou ela. — Eu não te quero MALFOY!


— Me quer sim — deu de ombros tranqüilamente — Eu escuto você sonhar comigo todas as noites.. Todas as fantasias que eu não pude realizar, ainda... E fique tranquila, Strella esta com minha mãe..


Um sentimento de impotência a embargou. Maldição, pensou que ele tinha todas as malditas respostas e todos os malditos projetos. Ela não era um brinquedo para que ele jogasse e o demonstraria.


— Te farei pagar — lhe prometeu ela. — Juro-o, embora seja a última coisa que faça.


Durante uns largos momentos ele se mostrou tranqüilo, seus olhos brilhavam com luxúria, com um sereno conhecimento.


— Eu não o faria se estivesse em sua situação. Penso que amanhã pela manhã, possivelmente tenha mudado de opinião.


Hermione aspirou com força, olhando-o com medo e odiando a lembrança que isto lhe trouxe.


— Do que você fala? — disse-lhe ela chiando os dentes.


A mão de Draco cessou de acariciar languidamente seu membro, movendo-se ao estômago dela. Seus músculos se contraíram involuntariamente com o calor e a aspereza da massagem em sua carne.


— Esta noite, darei-te prazer, o que não te dou a muito tempo— lhe prometeu ele. — Aprenderá, Mih, quem é seu professor, lentamente. Um passo de cada vez. Nada muito forte, morena, prometo-o.


Mih tremeu. Ele não parecia cruel, mas estava decidido. Sua voz era suave, imensamente suave, mas centrada no objetivo. Ele a teria agora e a teria em suas condições. Esse não parecia o Draco que lhe recusava.


— Isto não é o que quero, Draco — disse, lutando por respirar, por ter o controle.


Sua mão se moveu prazerosamente de seu estômago, seus olhos seguiram cada movimento, seus dedos se deslizaram entre suas coxas até que à correu entre a espessa, escorregadia nata que os umedecia, que provavam que suas palavras eram falsas. Ela tremeu, reprimindo um gemido de prazer quando a grosa longitude de seu dedo baixou até sua vagina.


— De verdade? — sussurrou-lhe. — Penso que menti, Mih. Não deveria mentir para mim, morena.


Antes de que Mione soubesse o que ia fazer, sua mão se moveu, lhe dando com a palma da mão um golpe seco sobre a carne nua de sua vagina.


Mione tremeu de excitação.


— É um filho da puta — lhe gritou ela, sacudindo-se contra as cordas, não fazendo caso da chicotada de prazer que fez que seu clitóris se inchasse se sobressaindo. — Lhe darei um chute no rabo quando sair daqui.


Draco sorriu abertamente, movendo-se ao seu lado para colocar-se entre suas coxas estendidas.


— Deixe-me ir, bastardo! — gritou, lutando por não fazer caso do prazer vergonhoso e a antecipação que se elevava em seu interior.


—Mih, relaxe — lhe sussurrou ele, sua mão deixou de lado sua vagina, deslizando-se entre a umidade dos grossos e pesados lábios de seu sexo. — Está tão apertada, Mih. Quanto tempo faz desde seu último amante?


- Me beije o cú! — gritou ela, pela surpresa quando sua palma golpeou a curva superior de sua vagina. Ela lutou contra as cordas, aterrorizada pelas espantosas vibrações de prazer que irradiavam de seu clitóris devido ao calor do golpe. — Maldito seja!


Seu corpo se arqueou quando seu dedo se deslizou dentro da vagina outra vez. Era uma estimulação lenta, o dedo brandamente separava seus músculos, fazendo tremer a carne com o princípio do êxtase. Ela lutou contra a necessidade de gemer, suplicar pela penetração lenta.


— Quanto tempo Mih, desde que tiveste um amante? —perguntou-lhe outra vez.


Mione compreendeu que estava ofegando, pronta para gozar. Deus, se ele somente a deixasse acabar.


— Te odeio — lhe gritou.


Seu dedo parou. A metade do caminho dentro dela, seus músculos se apertaram desesperadamente pela necessidade e ele parou.


— Não está sendo boa, Mione — sussurrou ele. — Eu poderia te deixar atada aqui, quente e desesperada por se aliviar, ou poderia te dar finalmente o que necessita. Agora responde a minha pergunta. — Quanto tempo faz que me traiu pela ultima vez?


A ameaça era clara. Seu dedo estava ainda dentro dela quando ele a olhou, sua expressão dura agora, embora seus olhos tivessem aquele humor irônico, suave. O contraste era quase espantoso.


— NUNCA TE TRAI. Está satisfeito... OH Deus! — Suas costas se arquearam, sua cabeça caiu sobre os travesseiros quando seu dedo deslizou dentro dela com um poderoso empurrão.


Mione estremecia, o orgasmo tão perto que ela podia senti-lo palpitar com desespero.


— Esta estreita , Mih. — A gema de seu dedo se torceu, acariciando as sensíveis profundidades enquanto ela se estirava contra suas ataduras. — Tão apertada como uma virgem. Suponho que seu traseiro seja ainda está mais apertado.


Mih se acalmou, tremendo, vendo a luxúria, o entusiasmo que enchia a cara de Draco. Seu pênis era enorme, grosso e largo, e ela sabia que estiraria sua vagina até que gritasse por alívio. Mas seu ânus? Não havia modo. Embora olhando a cara de Draco, parecia que ele havia resolvido um modo de fazê-lo, exatamente.


 


 


 


— Draco, sejamos razoáveis — ofegou Mione, seu sexo apertando sobre o dedo dentro dela, tremendo pelas profundas, gentis carícias que a gema de seu dedo lhe proporcionava. — Seu pênis não caberá aí. Deixa de tentar me assustar.


Mas ela sentia que não era uma ameaça ociosa.


Ele sorriu. Ela sabia bem que devia acreditar nesse sorriso. Seus lábios se curvaram lentamente, os cantos de seus olhos se enrugaram. Olhando-a atentamente, ele deslizou seu dedo até o mais profundo de seu empapado e quente canal e logo se moveu para deitar-se ao lado dela.


Mione o olhou com cuidado, como a uma besta selvagem enquanto ele apoiava sua cabeça em seu braço e a olhava por entre seus olhos entrecerrados. Então seu olhar mudou, dirigindo-a a suas coxas, os olhos dela seguindo-o enquanto movia sua mão.


— Não... — gritou ela defensivamente enquanto ele elevava sua mão.


Ela se ergueu. Ele moveu sua cabeça, seus lábios se lançaram sobre um duro, bicudo mamilo um segundo antes de dar outro agudo golpe aos molhados lábios de seu sexo.


Ela gritou, prazer e dor obrigando seus lábios a emitir um necessitado som de confuso desejo enquanto seu corpo se dobrava e se empurrava contra o dele. Sua língua raspou seu mamilo enquanto ele a chupava, e o seguinte golpe a seu sexo foi sobre a carne que protegia seu inchado clitóris. Seu grito foi forte, seu corpo estirando-se, arqueado, lutando tanto contra a dor como o prazer enquanto ela se esforçava por separar os dois. Estava em chamas, sua cabeça cambaleando-se em um confuso pântano de sensações. Queria rogar por mais, suplicar piedade.


Outro golpe chegou a ela, sua palma se localizava para golpear desde seu clitóris a sua vagina enquanto ele tomava seu mamilo entre seus dentes. A dor aguda, quente e feroz deixava seu clitóris palpitando enquanto ela gritava perto do clímax.


— Por favor — suplicou ela, sua cabeça esfregando-se contra o travesseiro enquanto sentia seu braço elevar-se outra vez. — Por favor, Draco...


Um grito estrangulado abandonou sua garganta quando um golpe mais duro aterrissou sobre ela, golpeando com força e fogo, fazendo arder seu clitóris, seu orgasmo alcançando seu ponto máximo contra sua vontade. Um estremecimento atravessou seu corpo enquanto sua palma golpeava em seu clitóris com pressão suficiente para disparar sua liberação.


Então os lábios dele cobriram os seu com um gemido, sua língua entrando em sua boca com avareza e fome. Mione lutou para aproximar-se, seus braços e pernas protestando contra seu confinamento enquanto ela saía ao encontro de seu beijo com a mesma voracidade, sua língua enredada a dele, seus gemidos um áspero chiado contra sua garganta enquanto ela sentia sua vagina pulsar, sua vagina implorando por mais.


Hermione estremeceu com a palpitante intensidade de seu clímax, uma distante parte dela estava sobressaltada, assombrada de que ela pudesse responder desse modo. Ferozes estremecimentos atravessavam seu corpo, lambiam ssu corpo, deixando-a ansiosa, faminta por mais. Seu sexo estava vazio, uma desesperada dor excitada atormentando-a  agora. Não era suficiente. Ela necessitava mais. Muito mais.


— Necessita mais, Mih? — grunhiu ele enquanto se retirava e baixava a vista para ela.


Seus olhos já não eram pacientes, estavam ardentes e famintos, olhando-a atentamente.


— Mais. Por favor, Draco. Preciso de você — gemeu ela olhando-o enquanto seu corpo se agitava, necessitando-o, desejando tanto seu membro, que até logo que podia respirar, sua excitação era intensa.


Ele se moveu para trás, sua mão subindo entre suas coxas, um voraz gemido saindo de sua garganta enquanto sentia a espessa capa cremosa que voltava a cobrir a carne dela.


— Seu sexo é tão quente, Mih. — Sua voz soou torturada. — Tão quente e doce, quase nem me lembrava,  eu poderia te ter agora mesmo.


— Sim. — Ela se retorceu contra ele, necessitando que a tocasse, que a penetrasse, enchendo a enorme fossa de deliciosa necessidade palpitando dentro dela.


— Ainda não — se negou ele, fazendo-a choramingar. —Não ainda, morena. Mas logo. Realmente logo.


Ela olhou enquanto ele se afastava dela, ajoelhando-se e acomodando os travesseiros sob seus ombros e cabeça.


— Sabe o que quero, Mih — lhe disse, sua voz rouca, seu membro apontando a seus lábios. — Abre sua boca, morena, me dê o que quero.


Algo. Algo para convencê-lo de aliviá-la da dor que palpitava em seu estômago. Ela abriu seus lábios, e gemeu enquanto a grosa cabeça empurrava passando-os, estirando-os dolorosamente. Ele era enorme, tão largo e grosso que ela quis gritar de medo, lhe gritar que se apurasse e a penetrasse com isso. Ela nunca o tinha chupado desa maneira, não nessa posição.


— Oh sim, que boquinha tão pequena e quente — gemeu ele, envolvendo seus dedos ao redor da base enquanto penetrava sua boca, parando só quando os olhos dela começaram a alargar-se pelo medo de que a afogasse. —Relaxe sua garganta, Mih — pediu ele. — Só uns centímetros mais, morena. Toma um pouco mais de mim e te mostrarei que bom posso te fazer sentir o que se segue.


Seu sexo zumbia sua resposta. Sim, toma mais, morena. Toma-o tudo, e então ele me penetrará. A criatura voraz que era sua vagina exigia sua obediência com tanta ferocidade como Draco o fazia. Respirando por seu nariz, seus olhos nos dele, ela relaxou lentamente os músculos de sua garganta, sentindo como ele, com lentos impulsos, conseguia os centímetros finais que exigia que ela tomasse.


Sua mão apertava sobre seu pênis, seu dedo acariciando sua boca enquanto ele marcava seu limite, e ainda assim, havia tão mais. Ele se retirou enquanto Mione chupava a grosa longitude, sua língua acariciando-o, raspando o lado de baixo de seu membro enquanto ele o tirava quase totalmente de sua boca até que ela esteve bebendo ruidosamente sobre nada mais que a congestionada cabeça, e amando-o.


Então ele começou a penetrar outra vez. Um lento e moderado impulso que afundou seu pênis à profundidade por ele marcada, sua expressão endurecendo-se com tal extremo prazer que ela lutou por acariciar a larga cabeça que tentava afogá-la. Ela deixou a sua garganta fazer um intento de tragar, um movimento tentativo como provando sua capacidade para fazê-lo.


Draco gemeu, seu membro sacudindo-se em sua boca enquanto se retirava, colocando-a outra vez. Ela repetiu o movimento, olhando sua cara, nunca deixando de ver sua expressão enquanto ele começava a penetrar sua boca. Ele estava ofegando,  seus dentes apertados, seu duro estômago apertado.


— Sim, traga-o — grunhiu ele quando ela repetiu o movimento. — Traga-o, morena. Me mostre que desejas meu pênis.


Ele estava penetrando em sua boca mais duro agora, seus lábios tão estirados que os sentia machucados, mas Mione gostou do sentimento, amava ver seu entusiasmo, a extrema luxúria que cruzava sua cara cada vez que sua garganta acariciava a cabeça de seu pênis. Seus quadris se empurravam contra ela, sua voz um grunhido enquanto ele entrava seus lábios, empurrando seu pênis tão profundamente como podia ir, gemendo enquanto a carne se esticava, apertava-se mais.


— Sim. vou gozar agora, Mione. Vou gozar em sua pequena boca quente. Toma-o, morena, toma meu pênis. - Ele empurrou com força, ela tragou, seus quadris bombeando, então Mione sentiu a primeira dura, quente explosão de sêmen contra o fundo de sua garganta. Esta foi seguida por mais. Espessos jorros do cremoso sêmen descendo por sua garganta enquanto ele gritava em cima dela.


Mione estava enlevada, tremendo de antecipação enquanto sentia seu pênis, ainda duro, sair de sua boca. Ele a penetraria agoraa. Certamente, ele a comeria agora.


— É tão formosa, Mih — sussurrou ele enquanto se afastava dela, baixando a vista para ela, seus olhos amáveis uma vez mais. — Tão condenadamente quente e formosa, deixa-me louco.


— Bem —gemeu ela. — Me penetre agora, Draco. Por favor. Ele sorriu, e seus olhos se alargaram enquanto sacudia a cabeça.


— O que? — cuspiu ela, incrédula. — Maldito seja, Draco, não pode me deixar desta forma.


— Eu disse que ia te deixar? — perguntou-lhe ele, arqueando sua sobrancelha em um tipo de pergunta. —Não, Mih, estarei aqui contigo, toda a noite, cada noite. Mas você não está preparada para ser penetrada ainda. E olha que eu te quero e muito.


— Juro-te que estou — exclamou ela. — Com certeza que estou, Draco. -  Se ela estivesse mais preparada, estalaria em chamas.


Ele riu em silêncio, embora o som fosse tenso.


— Não ainda, Mih — sussurrou ele. — Mas logo.


Ele se moveu através do quarto, e logo Mione notou a pequena bandeja que havia sobre a sua cômoda embutida na parede. Ele o recolheu e ao voltar-se, os olhos do Mione se alargaram com apreensão.


Havia vários artigos sexuais jazendo sobre a bandeja de prata, assim como um grande tubo de lubrificante. que mais a assustou, foi o grosso vibrador anal apoiado sobre sua larga base. Mione tremeu ao vê-lo, sacudindo sua cabeça com medo enquanto ele se aproximava dela. Estiva o bastante assustada, pensou friamente. Que Deus a ajudasse, sua vagina estava em fogo, seu corpo tão sensível que ela acreditava que uma suave brisa lhe produziria um orgasmo. E ver esses brinquedos, o grosso vibrador anal e o grande consolador, faziam-na tremer, não só de medo, mas também de entusiasmo.


Ele pôs a bandeja sobre sua mesa, logo se sentou sobre sua cama, olhando-os fixamente.


— Se não te mantém excitada, necessitando a mim e ao que te darei, então me afastarei — lhe disse ele, sua voz tão suave que ela teve que esforçar-se por ouvi-lo. — Mas eu te empurrarei, Mih, verei o que você gosta, verei o que pode tomar. Não só esta noite, mas também toda a semana. Você é minha até o dia que morrermos. Não importa o que, não importa quando, sempre e quando o que faça te excite.


— E se não o obtém? — perguntou ela com ira. — O que vai me fazer, me machucar até que não possa suportá-lo mais?


Ele se voltou para ela, seus olhos ardendo.


— Só posso te dar o que quer, o que precisa — disse ele entre dentes apertados. — Está tão malditamente quente por ser dominada que não pode suportá-lo. Você pensa que não conheço isso? Se não estivesse excitada por elas, Mione, não tivesse estado tão molhada para empapar minha mão faz 6 meses quando paramos de transar. Só está assustada. E te desejo muito para deixar que siga assustada do que ambos necessitamos mais.


— Não o farei! - Mas a excitação estava eletrificando seu corpo, fazendo pulsar cada célula em antecipação.


— Não o fará? — grunhiu ele. — Vejo você se masturbar toda noite no sofá enquanto geme meu nome e assisti a filme pornô.


Sua cara avermelhou.


— Cativas, dominadas por seus amantes. Submissas, adorando cada golpe de sensual prazer que recebiam.


Hermione podia sentir o rubor pela mortificação manchando todo seu corpo.


— Alguma vez tocaste seu traseiro, Mih? — perguntou-lhe brandamente ele, inclinando-se para ela, olhando-a fixamente. — Enquanto acariciava sua vagina, lutando por um orgasmo, seu dedo alguma vez entrou nesse pequeno, quente, escura passagem só para ver como se sentia?


Ela o tinha feito. Hermione gemeu humilhada. Mas não tinha sido seu dedo, tinha sido o magro, arredondado vibrador que ela tinha escondido. A quebra de onda de intenso prazer que se estendeu por ela tinha sido aterradora. Inclusive pior tinha sido o duro, espantoso tremor de um orgasmo que quase a fez gritar, subindo por seu corpo, e fazendo que de seu sexo jorrasse um fluido suave, pegajoso. Recordar a dor da penetração, a humilhação de lançar aquele jorro de líquido, fazia que ela nunca voltasse a tentar tal coisa, exceto com seus dedos. Inclusive agora, anos mais tarde, a lembrança desse ato era suficiente para fazê-la ruborizar de vergonha.


— Isso doeu, Mi? —. E certamente, esses malvados reconheceram o rubor da admissão sobre sua pele. — Fez-te desejar mais?


— Não — cuspiu ela, tremendo de nervos, excitada.


— Eu acredito que sim. - Ele tocou sua bochecha, seus dedos acariciando sua carne, sua voz aprazível. —Acredito que te deixou dolorida, necessitada e muito malditamente assustada para tentar fazê-lo. Acredito, Mih, que me necessita tanto como eu te necessito.


— E eu acredito que você está louco — o atacou ela, rechaçando-o, perguntando-se por que o fazia quando o necessitava tanto.


Seu polegar lhe acariciou os inchados lábios, seus olhos escuros, brilhando na luz da vela.


— Estou? — perguntou-lhe brandamente. — Vamos ver, Mione, o quanto de louco estou.


 


 


 


Hermione observava Draco, tentando aquietar a difícil e áspera respiração que sacudia seu corpo. Parecia não poder conseguir suficiente oxigênio, parecia não poder normalizar o forte estremecimento de seu palpitante coração.


— Há uma tênue linha que divide o prazer da dor — lhe disse ele enquanto tirava o invasor anal da bandeja, e o tubo de lubrificante. —É tão tênue, que se tudo vai como devesse ir, a dor se soma ao prazer, de uma maneira erótica e intensa.


Ele foi até os pés da cama. Afrouxou as cordas atadas ao estribo, e tomou rapidamente suas pernas antes que ela pudesse chutá-lo. Ignorando seus violentos esforços e suas maldições acaloradas, em minutos ele tinha seu corpo inteiro dado volta, com as cordas sustentando-a novamente em posição enquanto ele colocava vários travesseiros sob seus quadris.


— Bastardo. — Sua voz estava estrangulada enquanto uma excitação enlouquecedora se disparava por seu corpo.


Seu traseiro estava arqueado para ele. Ela estava estendida, aberta para ele, e os brilhos de medo e excitação que percorriam seu corpo a tinham aterrorizada.


— Deus, Mih, é tão linda — grunhiu ele por detrás dela, sua voz áspera, cheia de luxúria. — Seu pequeno traseiro tão rosado e bonito. E eu gosto como mantém sua vagina depilada, tão suave e liso. Mas teria preferido fazê-lo eu mesmo. De agora em diante, me ocuparei disso por você.


Mih tremeu, gritando. Ela deveria odiar isto. Deveria estar gritando, lhe pedindo para parar, em troca seu corpo pulsava de necessidade e desejo, antecipando-se.


— Não deveria ter esperado tanto para voltar, Mione — sussurrou ele enquanto beijava seu quadril. — Não deveria me haver feito esperar tanto, morena, porque não serei capaz de ser tão gentil como o teria sido.


Sua vagina palpitou com suas palavras.


— E terei que te castigar. — Ela choramingou ante o crescente entusiasmo de sua voz. — Mas de todos os modos vou fazê-lo, Mih. Porque preciso ver esse bonito traseiro ficar todo vermelho e quente na minha mão.


— Não. — Apesar do grito instintivo dela, sua mão caiu sobre a bochecha arredondada de seu traseiro.


O calor cintilou através de sua carne, então ela gritou enquanto um dedo se afundava em sua vagina um segundo mais tarde. Ela se dobrou, retorceu-se contra suas ataduras.


— Está tão molhada — gemeu ele. — Tão apertada e quente, Mih. Mas quando meu pênis se afundar em sua linda vagina, vais estar mais apertada.


Sua mão golpeou outra vez enquanto seu largo dedo se retirava de sua tremente vagina. Enquanto o calor aumentava na carne de suas nádegas, seu dedo se afundou outra vez. Mione gritava de medo e de uma quebra de onda de entusiasmo escuro, erótico. Os golpes não eram cruéis, a não ser bastante agudos e picantes, construindo um calor constante em sua carne.


— Tão linda. — Ele golpeou o outro lado, então seu dedo empurrou dentro dela outra vez.


Ela estava tão molhada que gotejava. Ele alternava os golpes suaves com os picantes, o que a mantinha estremecendo-se de antecipação. Mantendo sua carne acalorada, a dor cintilando por seu corpo. Uma dor que ela odiava, odiava-o porque o prazer que vinha dele a estava deixando louca. Ela podia sentir seus sucos fluindo de seu sexo, ouvir seus gritos ressonando com necessidades às que ela não queria nomear.


Quando ele terminou, ela sentia seu traseiro aceso, seus quadris estavam rodando, seu sexo palpitando. Ela morria de necessidade. Se ele não a penetrasse logo, ficaria louca. Ela queimava, por dentro e por fora, uma onda de luxúria ardente atormentava suas vísceras enquanto ela lutava contra os prazeres depravados.


— Seu traseiro está agora tão bonito e vermelho — gemeu ele. —Maldição, Mi, eu gosto assim, morena, toda atada para mim, avermelhada, sua vagina quente e apertada e tão molhada que empapa meus dedos. — Dois dedos se afundaram nela.


— Draco. - Seu grito era rouco e desesperado enquanto seu orgasmo a fazia vacilar no fio de uma atormentada excitação.


— Vou pôr o vibrador anal em seu traseiro agora, Mione — lhe advertiu enquanto retirava seus dedos de seu corpo. — Então te comerei, morena. Vou penetrar tão profundamente e tão forte que nunca me voltará a ficar sem sexo novamente.


A cabeça de Hermione se enterrou no travesseiro enquanto sua mão lhe separava suas nádegas. Ela estremeceu quando sentiu o lubrificante frio, logo gritou outra vez enquanto seu dedo se afundava totalmente no apertado buraco. Agudo, enviando uma labareda de calor pelos músculos que a faziam corcovear e empurrar.


— Ah, Mih, tão apertado. - Ele retorceu seu dedo dentro dela, estendendo a lubrificação, estirando os músculos enquanto ela choramingava de angústia. — Não quer estirar-se, Mione. Um buraco virgem tão bonito.


Com tudo o que a enchia seu dedo, como poderia tomar ela ainda mais? Ela se apertou contra ele com medo, logo gemeu enquanto a ardente dor fazia com que sua vagina pulsasse mais quente. Ela era depravada. Deveria estar aterrorizada, lutando contra ele, em troca seus gemidos suplicavam por mais.


Ele repetiu a lubrificação várias vezes enquanto Hermione lutava por respirar mais à frente do prazer e a dor. Ela estava pronta para gritar, para pedir mais. Queria sussurrar as palavras proibidas. Mordeu seu lábio, ofegou, gritou enquanto seu dedo finalmente se retirava.


— Mione, quero que inspire profundamente — finalmente a instruiu ele, acalorado. — Relaxe quando o vibrador começar a entrar, isso aliviará a dor se é que é muito para você ao princípio.


— Está-me torturando — gritou ela, resistindo a suas ataduras. Não queria isto agora. Estava muito assustada. A intensa luxúria que a percorria era muito forte, muito espantosa. — Pare Draco. Deixe-me ir!


— Está bem, Mih. - Sua mão acariciou seus traseiro e então seus dedos apertaram, separando-a de novo. — Está bem, morena. É normal assustar-se. Só relaxe.


Ela não soube se seu grito foi de protesto ou de necessidade quando sentiu a aguda cabeça do grosso invasor acomodar-se contra seu diminuto buraco.


— Vai doer, Mih. -  Sua voz era rouca, excitada. — Vais gritar para mim, e o vais amar. Sei que o fará, morena.


— Oh Deus. - Ela sacudiu sua cabeça sobre o travesseiro, mas não pôde evitar permitir que seu corpo se relaxasse ligeiramente.


Ela sentiu o dispositivo começar a penetrar o apertado buraco. Ao princípio, a sensação de perfuração foi suave, mas à medida que a longitude e a grossura aumentavam, um persistente e crescente fogo começou a disparar-se através de seu corpo.


Ela se esticou, mas Draco não se retirou. Ela gritou quando ficou mais quente, e logo começou a suplicar enquanto a dor florescia em seu ânus. Mas não pedia que ele se detivera.


— Dói — gritou ela. — Oh Deus, Draco. Draco por favor...


Ele não se deteve, em troca, os dedos de sua outra mão se dirigiram para sua palpitante vagina. Ali, acariciaram e mimaram seu clitóris até que ela começou a bombear, empurrando contra sua mão, gritando enquanto o movimento empurrava o invasor mais profundamente dentro de seu traseiro.


Ela pôde sentir estirar-se seus músculos, protestando, mas eventualmente cedendo para o grosso intruso que o invadia. Ela resistiu contra suas cordas, retrocedendo, retorcendo-se sob a chicotada de ardente dor e de prazer igualmente ardente.


— Maldito seja! — Sua voz era rouca, enfurecida pelo crescente caleidoscópio de sensações que se precipitavam por seu corpo.


O ardente calor da invasão, o lento e persistente aumento da dor, a agonia de prazer resultante afligia tanto seus sentidos que ela se sentiu aturdida por isso, alagada por uma realidade misteriosamente sensual onde não existia nada exceto a invasão lenta, persistente de seu ânus, e as suaves carícias, muito ligeiras a seus clitóris palpitante.


Largos minutos mais tarde ela se atirou severamente enquanto o último centímetro do aparelho atravessava o apertado anel anal, deixando dezoito centímetros de um grosso e duro consolador agasalhado dentro dela. Ela se retorceu, lutando por acostumar-se à sensação. Draco escolheu esse momento para fazer aterrissar pesadamente sua mão sobre seu traseiro outra vez. Hermione gritou, apertando seus músculos ao redor do invasor, infligindo uma desastrosa forma de êxtase.


— Agora, Mione — grunhiu Draco. — Agora você será minha novamente.


 


Os gritos de Hermione ressonaram em sua cabeça, palpitando em seu pênis. Draco não podia recordar um tempo em que não tivesse estado tão conectado, tão quente e tão preparado para penetra-la, afinal eram seis meses sem sexo. Queria afundar seu membro tão profunda, tão duramente em sua apertada vagina como pudesse. Queria encerrar-se nela, dominá-la com a brutalidade de uma fodida tão luxuriosa que ela se desse conta de que era impossível abandonar o único homem que podia dar-lhe prazer ao penetrar.


Mas ele sabia que quanto mais tempo pudesse mantê-la no bordo das sensações que a percorriam, mais o ansiaria ela mais tarde. Ele era um escravo da necessidade de ser o único que a agradasse.


Perfurar seu traseiro com esse invasor tinha sido a coisa mais erótica e satisfatória que ele tinha feito em sua vida. Perguntava-se se ela tinha sido apenas consciente de quão alto tinha rogado por mais. Quantas vezes lhe tinha suplicado que o empurrasse mais duro em seu interior, que tomasse. Ele o duvidava. As submissas raramente recordavam essa primeira vez, esses primeiros largos minutos nos que um consolador, ou uma quente e grosso pênis invadiam seu ânus.


Era a combinação de dor e prazer. As necessidades, tão assombrosas, tão consumidoras que nublavam a mente até o ponto de que raramente recordava suplicar por isso.


— Vem Draco — Hermione ainda rogava, sua voz grossa e desesperada enquanto sua vagina deixava escapar a doce nata de sua necessidade. E ele a penetraria. Logo.


Ele agarrou um pequeno aparelho oblongo, metálico, da bandeja. Estava atada a uma larga corda com uma caixa de controle ao final. Chamava-se bala de prata. Tão pequeno que parecia inofensivo, mas os efeitos de suas vibrações internas conduziriam Hermione a tal neblina de êxtase que ela nunca o esqueceria.


Inseriu o aparelho de três polegadas em seu interior. Seu pênis se esticou ante a estreiteza, como um punho fechado, que ele encontrou enquanto o pressionava passando a plenitude do invasor encerrado em seu ânus e o movia até o final de sua vagina. Colocou o pequeno aparelho ao máximo de vibração contra o ponto G e logo se retirou. Pôs o controle em uma baixa, gentil, acariciadora vibração que entretanto fez que ela se estremecesse. Então ele começou a alimentar-se de sua vagina.


Ele lambeu sua vagina, justo tal e  qual como uma vez lhe tinha prometido que faria. Gentis carícias dentro de sua vagina com sua língua que a tiveram elevando-se contra sua boca, suplicando por mais. O corpo dela estava molhado de suor, sua respiração dura, seus gritos desesperados enquanto ele a lambia com a língua, acariciava-a. E ela sabia tão malditamente bem que ele não podia a não ser ajudar-se a si mesmo empurrando sua língua tão profundamente dentro dela como podia, e colocar mais dela dentro de sua boca.


Draco estava ardendo por ela. Sabia que seu controle estava escorregando, algo que nunca tinha passado, algo contra o que nunca tinha tido que lutar por manter. Mas tinha que prepará-la, não podia permitir-se feri-la inconscientemente. Era seu coração, sua alma, a felicidade que sempre tinha acreditado que nunca encontraria. Ela oscilava entre a dor erótica e a dor que irrevogavelmente danificaria sua sexualidade para sempre. Se não era cuidadoso, extremamente cuidadoso, então os destruiria a ambos. Porque Draco sabia que ele não poderia ir muito mais à frente sem ela.


Assim controlou sua própria luxúria, acariciou-a gentilmente, calibrando sua necessidade e aumentando a velocidade do vibrador de acordo a ela. Ela estava retorcendo-se em suas mãos agora, quase no ponto do não retorno. Relutante, ele se separou da sua gotejante vagina, lambendo atrás, rodeando seus clitóris com sua língua. Então girou, descansando em suas costas, posicionando-se para sugar o inchado e inflamado clitóris com sua boca enquanto colocava a velocidade do vibrador ao máximo.


Ela explodiu, esticando seu corpo. Seu grito foi estrangulado, sem respiração, enquanto seu corpo se arqueava, estirando-se, então começou um tremor repetido que assinalou o começo de seu orgasmo. Ele apertou mais forte seus lábios sobre seus clitóris, lhe dando golpes com a língua e sujeitando os quadris dela com uma força singela quando o quente, vulcânico ímpeto de sua liberação começou a precipitar-se através de seu corpo.


 


 


*****


 


Hermione estava morrendo. Sabia que se estava morrendo e com impaciência abraçou a pressa deliciosa do doloroso prazer que a lançou sobre o bordo do precipício. Seu corpo estava tremendo de maneira incontrolável, seu orgasmo enchia seu corpo, bombeando em seu sangue, provocando espasmos em seu útero enquanto se rasgava através dela. Podia sentir a dura vibração dentro dela, os lábios de Draco em seus clitóris, levando-a em uma furiosa tormenta da que ela sabia, não poderia sobreviver. Fortes estremecimentos corriam sobre ela, um prazer como nenhum que tivesse concebido a rasgou. E em uma distante parte de sua mente, perguntou-se se ela alguma vez seria a mesma de novo. Se sobreviveria.


Ela lutou contra a corrente, mas não pôde lutar com ele. Podia sentir seus fluidos ferver de sua vagina com os espasmos, e a boca de Draco movendo-se para capturá-los com um duro e masculino grunhido. Sua língua arpoou dentro de seu torturado canal, provocando outro duro estremecimento, outro fervor de fluídos até que, finalmente, ela se derrubou despreocupadamente contra suas cordas, aturdida, totalmente despojada de forças.


Pequenos tremores ainda assaltavam seu enfraquecido corpo. O pulso interminável de seu clímax não se ia facilmente. Ela pôde ouvir de Draco, um duro, brutal grunhido masculino ressonando no quarto enquanto empurrava seu corpo contra ela. Gozou? Tinha estado dentro dela e ela não se inteirou? Não importava. Estava indo à deriva em uma neblina de prazer tão débil, tão assombroso que não podia pensar, e não queria fazê-lo.


— Mi? — a voz de Draco era tenra, cálida enquanto se movia a seu lado. — Está bem, morena?


Ela sentiu as cordas se afrouxarem, suas mãos calosas e gentis sobre sua pele enquanto a desatava, e a ajudava a estender-se sobre a cama. Ela permaneceu enfraquecida, tão saciada que logo que podia mover-se. Era consciente do movimento de Draco ao longo da cama a seu lado, girando-a sobre suas costas, sua expressão, quando lhe olhou, preocupada e gentil.


— Sonolenta — murmurou. E o estava. Tão cansada, tão emocional e fisicamente esgotada que logo não podia permanecer acordada.


— Durma, Mione — ele beijou sua bochecha gentilmente. — Descansa, morena. Começaremos de novo amanhã.


- Draco? – ela hesitou.


- Que?


- Promete que nunca mais vai me deixar..


- Eu juro..


- Nem a Strella..


- Não.. Eu não sei o que deu em mim.. Eu te amo tanto.


- Eu tambem..


 


 


 


 


Draco deitou ao lado dela, colocando o edredom sobre eles, ignorando o pulsar de seu ainda palpitante pênis. Tinha chegado ao clímax com  Mione, mas não era suficiente. Precisava enterrar-se dentro dela, senti-la, macia e quente, lhe encerrando em seu acetinado calor.


 


Percebeu o quanto perdia quando a esnobava, mas a partir desse dia. Nunca mais eles se separariam..


As lições continuaram, e Hermione nunca mais desejou separar-se de Draco. Já que este dava mais atenção a ela e a familia, deixando o trabalho de lado..


 


       FIM!

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Diênifer Santos Granger em 04/08/2012

Ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei!
kkkkk
Safadinhos!
Nossa a muito tempo eu não lia uma foda tão "real" assim...
Parabéns! ;) 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.