CAPITULO 86
De volta ao começo
Rony tirou a varinha do bolso mágico de sua calça e fez as roupas que sobraram desaparecer de ambos os corpos, ajustando-a ao seu corpo com precisão.
Hermione estava ocupada mordendo seu pescoço másculo e enlouquecendo-o com as mãos em seu peito. Ele segurou sua mão direita e levou para baixo, sobre seu membro e ela agarrou o local sem parar com os carinhos em sua nuca e orelha. Ele por sua vez agarrou suas nádegas, apertando a pele clara até marcá-la e saber que ela teria marcas no dia seguinte.
Hermione gemeu dentro do seu ouvido e ele correu os dedos pelas suas coxas, entrando entre elas, seguindo o caminho perigoso que o levou a afundar os dedos na umidade que havia ali. Ela quase pulou mas se recuperou apertando sua ereção com força e devolvendo a ele toda a emoção que a fazia sentir.
Aquela brincadeira estava perigosa e ele procurou por sua boca, devorando-a em outro beijo louco e molhado. Não dava para conter a presa, o desejo e a vontade de marcar àquele corpo com o nome dele. Rony aprofundou um dedo apressado dentro dela, e ela gemeu, mas ele não a soltou, estava pronta e ansiosa e ele afastou os dedos, colocando-a exatamente onde a desejava.
Hermione fugiu do beijo deixando um grito estrangulado escapar de sua garganta quando todo o comprimento entrou em seu corpo. Era uma posição ingrata para ela, tão menor que ele, com suas perna abertas largo, deixando-a ainda mais estreita, mas o prazer era tão maior e a urgência também que ela nem se deu ao trabalho de reclamar.
Era apenas a segunda vez que faziam amor, e era ainda melhor. Agarrando seus ombros fortes, ela acompanhou seu ritmo intenso, gemendo quando ele afastou-a o suficiente para abocanhar seu seio, e sugá-lo alucinadamente.
Hermione segurou-se nele, quando os movimentos tornaram-se solavancos, ambos praticamente saindo da cama, enquanto ele a fazia subir e descer rapidamente sobre seu quadril. Em dado momento ela ficou absurdamente tensa, sentindo o inconfundível aperto em seu ventre, aquele que espalhou chamas por seu corpo e culminou num profundo estremecimento quando o orgasmo a abateu.
Ela foi voltando a realidade, sentindo os movimentos deles diminuírem também e uma viscosidade abundante molhar suas coxas e pernas, enquanto ele mantinha o rosto em seus seios, buscando ar com o mesmo desespero que ela.
Duas semanas, pensou. Duas semanas sem ele, e o inferno congelara.
-Eu te amo – ele disse arfante, talvez achando que estivesse tudo bem entre eles novamente – eu te amo tanto!
-Rony... –ela beijou seus cabelos, desesperada por mais dele, mais dos dois.
-Onde será que eles estão? – a voz vinda do corredor os assustou e eles rezaram para que Gina não entrassem e não os pegasse daquele modo, no flagra.
-Devem ter descido para o jardim – Harry disse com humor na voz e eles ficaram imóveis esperando o fatídico momento da porta abrir.
-Será? – Gina ria e eles imaginaram que Harry também, pois quando falou havia um tom sufocado em sua voz.
-Deixe-os em paz, Gina.
Eles podiam imaginar Harry segurando-a para não ser metida e cruel a ponto de dar o flagrante.
-Rony -ela disse suave quando o silencio se instalou no corredor – olhe para mim. – pediu e quase se perdeu no mar de azul profundo e feliz que a fitava de volta – Eu disse que te amo, e não era mentira. Mas continuo pensando do mesmo modo. Não vamos ficar juntos.
-Hermione...
-Escute – ela pediu acariciando seu cabelo ruivo e sedoso, sentindo-se perto das lagrimas – Não dá. Eu...tive uma recaída. Nos dois tivemos, mas não dá.
-Eu sai de casa, podemos ficar juntos, Hermione. Não faz isso com a gente – ele quase implorou.
-Não vai dar certo... –ela sentiu-se fraquejar, perdida assim, em seus braços, na lembrança dos dois juntos e no calor dos corpos ainda frêmitos.
-Vai sim, a gente pode fazer dar certo – ele implorou, beijando-a de leve, e descendo os beijos para seu queixo, sua nuca, seu pescoço – Não me deixe outra vez, a vida é um inferno sem você ao meu lado.
Ela fechou os olhos, desistindo de ser forte.
-Tem uma condição para ficarmos juntos... – ela disse fraca demais para lutar contra seu coração e sua mente que imploravam por ele.
-O que você quiser – ele estava disposto a tudo para não perde-la.
-Ninguém pode saber.
-Hermione, agora que me separei não tem sentido em...
-Escute Rony, eu quero assim. Segredo total. Nem para Harry, nem para Gina...não conte para ninguém.
Ele pensou por um instante, sem compreender porque disso justamente agora que o caminho estava livre, mas a oferta era valida e o sacrifício pequeno perto do prêmio final. Por isso ele sorriu e ela soube que o inferno de tristeza havia chegado ao fim.
-Como você quiser, Hermione. Eu faço o que você quiser -ele concordou segurando seu rosto e a beijando.
E ela se entregou, faminta, ela apenas se entregou....
AUTORA: gostaram do castigo, meninas? Pois bem, agora pensem duas vezes antes de irem contra a ira da autora da fic, HAHAHAHA (é aquele riso das bruxas dos desenhos animados, sabem?).
Mi, cuide bem do coração, ok? Tive um surto, e estou no capitulo 11 de uma surpresa. Quando estiver pronto, eu posto. (esqueça a ADI, não é para agora. É coisa nova....)
Tchau!!!