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6. Cap V


Fic: A Era dos Comensais - 18 anos - Uma fic como você nunca leu.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tremia. As mãos tremiam e as observava com demência. Acompanhava o tremor e raramente quando falava era sussurrado como se alguém naquele lugar vazio pudesse ouvir. Acumulava as lagrimas por piedade, ao menos ele a encontrou. Severus sabia que ela estava em choque, mas não havia muito que fazer já que ele mesmo ainda estava perplexo com o ocorrido. Não podia levá-la para cela, seria suspeito se alguém os visse; mas duvidava que ela seguisse sozinha. A levou pro seu quarto. Cuidaria dela esta noite e se confortaria com ao menos uma presença pra livrá-lo dos pesadelos. Ao menos por essa noite.


(...)


- Obrigado Severus. – Abraçou-o mais apertado. Umas horas de sono sem sonhos fora o suficiente pra que acordasse menos transtornada. O ex-professor nada falou, apenas continuou na posição semi deitado com ela em seu peito. – Ainda não consigo acreditar. Lucius rasgou aquela mulher... - Tremeu e parou de falar, as lagrimas voltando. Ficaram ali em silencio até pagarem no sono. Vazios e sem sonhos. Era melhor assim.


(...)


- Hermione, mais algumas horas e será dia. Não é prudente que te vejam saindo do meu quarto. – A voz rouca estava calma, talvez com pena ou culpa. Não sabia dizer, mas não se atrevera a perguntar onde ele estava quando as trouxas estavam sendo assassinadas. Apenas assentiu e sorriu fracamente.


- Me deixe algumas marcas caso alguém me veja. – Sussurrou ainda com a voz sonolenta. Severus debruçou sobre o pescoço alvo e sugou a pele até ficar arroxeada e depois repetiu no colo e outra nas omoplatas, arrancando alguns gemidos tímidos e involuntarios. Se alguém visse seria perfeito. Voldemort se deliciava quando via Severus a solicitando. Achava humilhante ela transar com o professor que mais odiava. Gostava mais do que com qualquer outro comensal e os dois encenavam bem o papel.


O lado de fora estava frio e junto com a brisa gelada vieram dois comensais. Severus mudou o semblante imediatamente e a empurrou levemente emendando com a voz cortante quando eles estavam próximos o suficiente para ouvir.


- Trouxa por trouxa você deveria ter morrido junto com as outras. Voltarei semana que vem e você terminara o serviço direito. – Hermione o fuzilou com um brilho assassino no olhar e virou-se pros homens que assistiam a cena divertidos. Passou por eles e desceu pras masmorras. Sorriu. Adorava Severus. Por tudo.





 


O único lugar daquela prisão que se sentia livre era o solar enfeitiçado na torre central. Às vezes quando era dispensada e conseguia subir sem ser vista na madrugada; ia para lá. Seu jardim secreto. Seu lugar naquele mundo. Sua fuga particular. E hoje tivera sorte já que outra festa com trouxas se passara e elas não foram convocadas. Não sabia se Severus viera. Estava tensa. A visão das moças que possivelmente seriam mortas, visitavam sua mente e tratava de espanta-las. De nada adiantaria de torturar agora.


Via as estrelas, embora não sabia ao certo se eram de verdade. Via o mundo, embora ele se resumisse a uma imensa floresta. Via o vento balançando as arvores, embora não pudesse senti-lo; já que o feitiço anti aparatação e fuga fizessem a proteção invisível abafar o local.


Sentou em cima do encosto do banco e cruzou as pernas no assento, como se tudo aquilo fosse seu. O vestido curto e justo era tão escarlate quanto à tinta que cobria os lábios carnudos e as unhas compridas. Apesar de tudo estava bem. E nas poucas vezes em que estava bem, fumava.


Intoxicava o pulmão lentamente, sentindo o desconforto que a fumaça tragada traçava desde sua garganta, até o pulmão dolorido. E esse prazer quase doentio a fazia lembrar que tudo chegaria ao fim. E logo. E que ela era poderosa ao menos em seu prazer particular. Tragava lentamente e inclinava a cabeça levemente para cima para soltar a fumava pelo bico delicado que formava em sua boca. E aquilo a divertia. Ver a nuvem morna se dissipar em seu peculiar odor fétido.


O barulho de folha seca sendo pisoteado, a fez sair de seu transe e olhar na direção do som; sorrindo o sorriso mais cínico que sabia.


- Me espiando Malfoy? – Tragou lentamente, observando-o se aproximar.


- Como se eu precisasse. ‘Vocês’ estão em todos os lugares desse castelo. – Ela sorriu soprado pelo nariz e ele imediatamente visualizou as semelhanças agora. Ela era tão Malfoy. – Sabia que você é muito sexy fumando Granger. E vermelho literalmente combina com você. – Ela olhou debochada. – É verdade. Tão Gryffindor, tão quente, tão puta. – Dessa vez o sorriso de canto foi dele, quando ela falsamente ignorou o que ouviu. Sentou-se no mesmo banco e mirou as pernas torneadas ao seu lado. Viu-a enrijecer a coluna e contrair os músculos quando ele deslizou as mãos por elas. Adorou vê-la desconfortável e sabia muito bem o porquê. Puxou-a, fazendo-a sentar-se em seu colo de frente, encaixando uma perna de cada lado de seu quadril. Ela permaneceu indiferente. – Acende outro. – Demorou uns instantes para assimilar que ele falava de seu cigarro trouxa.


- Não tenho mais. – Pra que gastar suas coisas, fazendo as vontades de Malfoy. Só fazia as vontades de um homem.


- Então mandarei que vasculhem sua cela amanha e destrua qualquer droga que eu sei que você usa. – Bufou irritada e pegou o maço, escondido no vaso de planta ao lado. Acendeu, tragou profundamente e soltou à fumaça na face do loiro; que virou imediatamente. Cerrou os olhos divertida. - Faça de novo. – Tragou e quando foi soltar, Malfoy foi mais rápido e puxou os cabelos longos na base da nuca, fazendo-a soltar à fumaça no ar. Arqueou uma sobrancelha ao encará-lo. Que espécie de jogo era aquele.


- O que você quer afinal. – Perguntou após uma pausa constrangedora em que ele tirou o cigarro de seus dedos.


- Ainda não sei. – Deslizou a mão livre pela calcinha fina e a afastou lentamente.


- Por que isso agora. Não faz nenhum sentido Malfoy. – Estava alem de incomodada, desconcertada. Não tinha fundamento ele querê-la. Já não estava sentada sobre suas pernas. Estava na mesma posição, só que ajoelhada e sustentando o próprio peso para não encostá-lo.


- Já disse que não sei. Ainda estou me decidindo. – Sussurrou as ultimas palavras mais para ele do que para ela. Observava hipnoticamente o movimento circular que seu dedo médio fazia no sexo da garota. Após alguns segundos que pareceram uma eternidade, ele a encarou e devolveu o cigarro quase se findando. – Trague de novo. – Suspirou contrariada, mas o fez. E dessa vez, soltou a fumaça diretamente nele. Malfoy enfiou-lhe o dedo o mais brusco que conseguiu e sorriu sádico quando ela arqueou as costas. Abriu a boca e foi secamente cortada. – É melhor não falar sabe tudo, porque posso me excitar se gemer. - Movimentou mais profundamente os dedos, por que já não era apenas um.


O olhou irada. Mal se olhavam e depois de tanto tempo o que ele estava fazendo. O que estava querendo. Malfoy afastou as pernas, fazendo com que ela também abrisse mais e os dedos se aprofundassem até o limite da mão. Três dedos a penetrando e um a estimulando. Estava difícil se controlar. E Draco parecia deliciado com toda a excitação dela. A ponta da língua do louro roçou levemente os lábios femininos como se provasse o gosto da tinta vermelha. Os mesmos que não emitiam som algum, mas por vezes eram impiedosamente mordidos para conte-los.


- Comigo você se contem, mas com Lucius gemia como prostituta. – Sussurrou asperamente contra os lábios, encarando os olhos castanhos com um brilho assassino.


- É o que eu sou não é. – não conseguiu ficar calada, embora devesse já que sua voz mas parecia um profundo orgasmo. O encarou tentando disfarçar e entende-lo, viu mais nos olhos acinzentados do que gostaria.


Então era isso. Percebera que ele a andava encarando desde a ultima festa, mas não imaginara que seria por isso. Não imaginara que o que Gina dissera pudesse ter algum fundamento. Ciúmes?


Ambos ouviram o mesmo som de folhas secas novamente e saíram do transe momentâneo em que se encontravam. O cinza e o castanho. O gelo e o fogo quase se consumiam na intensidade do olhar e da excitação. Ambos se nublaram e olharam na direção do som, encontrando o mestre de poções escorado numa parede próxima os encarando sem expressão. Há quanto tempo estaria ali, as duas mentes observadas se questionaram simultaneamente. Draco desconfiado e constrangido pela demonstração de fraqueza. Hermione se questionara se ele presenciou toda maldita excitação em que ela se encontrava. Ela fez menção de levantar, mas Draco a segurou pela cintura e sibilou raivoso.


- Snape, esse lugar está ocupado. – Severus estreitou os olhos com divertimento. Não demonstraria submissão a este moleque.


- Não acho que um homem necessite de privacidade se não existe envolvimento emocional na transa. Mas se você necessitar, eu posso me retirar. – Ele contemplou o enrijecimento dos músculos da garota e a ira nos olhos do loiro. Continuou desafiador. – Quer que eu saia Draco?


Draco engoliu seco e pressionou os dedos inertes no corpo dela com força, fazendo-a arquear e gemer pela surpresa. Não pareceria um tolo perto de Snape. Perto de ninguém.


- Pelo contrario professor, se quiser participar acredito que a sabe tudo irá apreciar. – Sorriu diante da falta de palavras do homem e dos olhos escancarados da garota. Quem intimidaria quem agora.


 


 Continua...





n/a- Juro que meu nivel de pudor me impediria de escrever a cena a seguir, mas devo confessar que meu pudor sumiu hauahuahauhauahauahu!!!!!!! Se preparem, e se o pudor de vcs estiverem em alta, pulem o proximo cap kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.... tudo culpa dos livros que ando lendo aff!!!

Bjxxxxxxxxxx e muiiiiiiiito obrigado pelos coments...Amodoro vcs!

Serena

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Comentários: 1

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Enviado por Catarina Blumm em 15/10/2011

Tudo bem...

Nota: 4

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