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9. Traição


Fic: A MISSÃO --Quando ódio pode virar amor -


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-         Como assim, você armou para que eu fosse nessa missão? - Perguntou Hermione perdida.


-         Eu armei, um cara lá do ministério estava me devendo um favor  e eu cobrei. – Disse Rony ainda arfando e massageando o local onde o feitiço de Malfoy o havia atingido.


-         Não to entendo o que você esta falando. –Disse Hermione com sinceridade.


-         Nada, esquece, não vale a pena. – Disse Rony, já tentando sair da sala, quando sentiu uma mão se fechar em torno de seu braço magro.


-         Agora que começou a falar, desembucha! – Falou Malfoy ainda segurando o braço de Rony.


-         E quem vai me obrigar babaca. -Disse Rony. – Você ‘cata’ a vadia da minha mulher e ainda acha que devo alguma explicação pra você?


Antes que fosse dito qualquer outra coisa Hermione se levantou e meteu a mão na cara de Rony.


-         NUNCA MAIS FALE ASSIM COMIGO,OUVIU?  Eu não fiz nada pra você me tratar assim,  e AGORA me diz que merda é essa de você ter me mandado pra missão? -  Gritou Hermione apontando a varinha diretamente pro peito de Rony, o fazendo sentar no sofá.


-         DESEMBUCHA SEU IMBECIL! – Gritou Malfoy também.


-         Ta bom eu falo.... – Rony respirou fundo e começou. – Eu estava cheio de você se sair melhor do que eu nas missões, senhorita perfeita. _ disse olhando pra Hermione_ e resolvi te mandar em uma missão que você se sairia mal pra te desacreditar, assim eu poderia enfim me sair melhor que você. Eu sabia que estavam cogitando criar uma missão a procura de alguns comensais e sabia  que um dos colaboradores possíveis seria o Malfoy. Eu pensava que vocês se odiavam, por isso resolvi que isso seria uma boa piada, ele não colaboraria e você se sairia mal na missão, eu só não imaginava que você era uma vadiazinha de rua que fica com qualquer um.


-         Meu Deus Rony você é mais retardado do que eu pensei que você fosse. – Disse Malfoy.- Primeiro: eu odeio a Granger . Segundo: é claro que eu a ajudaria sendo que o ministério me ofereceu uma recompensa, eles vão devolver minha fortuna. Terceiro: Não temos NADA um com o outro, por mais que ela seja gostosinha, ela é uma SANGUE-RUIM idiota, e o que você viu foi porque machuquei a mão e ela tava me ajudando. –Completou Malfoy.


-         Vocês não tem nada um com o outro? – Perguntou Rony confuso.


-         Não Gênio!- Retrucou Malfoy.


-         Mas os caras disseram que um loiro foi proteger ela no beco... _ disse Rony, quase que pra si mesmo.


-         Caras? No Beco? – Disse Hermione, a raiva subia novamente pelo seu pescoço e aumentava a velocidade de sua respiração. – VOCÊ-NÃO-VAI-ME-DIZER-QUE-AQUELES-ANIMAIS-NO-BECO-TAMBÉM-FORAM-A-MANDO-SEU, VAI?


Rony percebeu tarde demais que havia falado mais do que devia. A raiva de Hermione era visível, seus olhos emitiam quase que uma aura vermelha de ódio, talvez fosse pelo fato das lágrimas estarem lá, mas o efeito era assustador. Rony tentou falar, mas apenas conseguiu balbuciar.


- CALA-A-BOCA! CALA-A-BOCA! VOCÊ TEM NOÇÃO DO QUE EU PASSEI AQUELE DIA? TEM ALGUMA NOÇÃO? AQUELES ANIMAIS QUASE ME ESTUPRARAM, FOI A PIOR COISA QUE EU PASSEI NA MINHA VIDA, SE O MALFOY NÃO TIVESSE APARECIDO E ME SALVADO TALVEZ EU NEM TIVESSE AQUI... E VOCÊ ME DIZ QUE FOI A MANDO SEU? – Hermione berrava enquanto desferia inúmeros tapas e socos no peito dele.


- Eu, eu... eu não sabia, só disse pra te assustarem, não queria que eles fizessem mal a você...


- O pior mal que eu posso passar é ficar mais um minuto ao lado de uma pessoa desprezível, rancorosa e burra como você Ronald Wesley. – Disse Hermione, mas antes de sair da sala como uma forma de afrontá-lo estalou um beijo na boca de Malfoy que olhava atônito a discussão dos dois.


Aquele beijo foi como um tapa na cara de Rony que se levantou e estava indo embora, mas antes de ir ele olhou para Hermione, ela pegou sua aliança e tacou na cara dele.


- Para mim Ronald você nunca existiu, não costumo me lembrar de vermes. – Disse Hermione antes de sair da sala e entrar no quarto de Malfoy. 


 


Mesmo de fora do quarto era possível ouvir os soluços de choro que Hermione estava dando.  Depois de mais de meia hora ininterrupta disso, Malfoy achou que estava na hora de intervir. Entrou sorrateiramente no quarto e encontrou Hermione enrolada em um canto, como uma bola, chorando ainda sem parar.


- Hermione? –Perguntou cautelosamente Malfoy. – Você está melhor?


Ao levantar a cabeça, os olhos avermelhados de Hermione encontraram os olhos cinzentos de Malfoy, por um momento eles somente se fitaram, cúmplices de um momento constrangedor da vida de Hermione, depois o silêncio acabou tornando-se constrangedor também.


- Você está melhor?


- Se isso é possível...


- Não sei o que te dizer.


- Não existe nada pra ser dito. O que se pode dizer depois de descobrir que todos os seus sonhos, sua vida foi uma mentira? O homem com quem me casei não passa de um rato, um rato que expõe a vida da esposa ao perigo só pra poder se promover, se sair melhor que ela.


- Eu lamento. – Disse Malfoy com sinceridade.


 


 


Malfoy a deixou no quarto, aquele era um momento dela, por mais que, inconscientemente, quisesse afagá-la, e consolá-la,  ele sabia que o melhor agora era deixá-la só, com os próprios problemas. Às vezes é muito bom saber que existem pessoas que estão ao seu lado num momento difícil, porem  também existem momentos que o que se mais quer é esconder-se do mundo, das pessoas e ficar só, de preferência no escuro.


Hermione fechou a única janela do quarto e ficou sentada em um canto do quarto, o  escuro parecia aliviar um pouco a dor, a decepção e clarear m pouco as idéias. Ela pensava em quanto estava chorando nessa última semana, tudo estava acontecendo ao mesmo tempo, a descoberta do seu passado com Malfoy, as brigas com Rony e finalmente, sua separação.


 


Amanhecia no Beco Diagonal e Hermione havia adormecido a pouco tempo, o cansaço acabou vencendo-a e ela adormeceu sentada no canto do quarto. O sol já estava a pino quando ela acordou, saiu do quarto a procura do Malfoy, mas não encontrou ninguém, ela já estava ficando aflita, havia quase duas horas que Hermione havia acordado e Malfoy ainda não tinha retornado.


As três da tarde Malfoy retornou, estava com uma cara de poucos amigos, era evidente que ele não queria falar com ninguém, mas Hermione não segurou sua ansiedade.


- Aonde você estava Malfoy? – O tom era acusatório e preocupado ao mesmo tempo.


- Em lugar nenhum. – Falou Malfoy com um ar cansado enquanto ia em direção ao banheiro para tomar um banho.- Porque? Estava Preocupada?


- Ah, o que? Eu preocupada? Claro que sim, quer dizer claro que não, imagina,  eu preocupada com você. – Disse Hermione toda atrapalhada com a resposta, tentando esconder que estava sim, muito preocupada.


- Mas não é o que parece.- Disse Malfoy.


- E que parece? – Hermione disse em um tom desafiador enquanto ia em direção a ele.


- Parece.._ Malfoy foi se aproximando dela enquanto falava. _ Que você estava preocupada comigo.


- Estava mesmo.


- Ainda bem que admite.- disse triunfante.


- Estava porque caso você tenha esquecido, ainda estamos em uma missão e você esta sob minha responsabilidade agora, e tem que me avisar onde estava, aonde vai, entendeu?


- Claro, Sra. Auror Granger, eu estava na casa da Kath.- Hermione parecia ter levado um soco ao ouvir isso.


- Agora não é hora de namorar.


- Mas eu... – Hermione o interrompeu.


- Não me interessa o que foi fazer com aquela... _ “vaca” foi o pensamento de Hermione, mas reprimiu o pensamneto_  ... com aquela menina, Malfoy , mas me avise que vai sair entendeu?


- Ok. Agora posso tomar banho?


 


 


Draco havia saído pela manhã para terminar tudo com a Kath, ele não poderia continuar com ela sendo que não conseguia parar de pensar em Hermione, não era justo nem com ela e nem com ele, por mais que ele soubesse que não iria ficar com Hermione, ficar com a Katherine seria só um passa-tempo, não havia emoção quando ele estava com ela, e agora que ele soube a verdade sobre o passado ele percebeu que as emoções são a melhor coisa que se pode ter, mas quando ele chegou na casa de Kath não encontrou ninguém, ele esperou, esperou e nada.


Malfoy havia terminado o seu banho, quando estava saindo com uma toalha enrolada na cintura encontrou Hermione a sua espera. Os olhos de Hermione não conseguiram se conter e percorreram o corpo malhado de Malfoy, a água que escoria de seus cabelos loiros o deixava_ se era possível_ ainda mais bonito.


- Pode olhar, não paga nada não. _ Disse Malfoy em um tom divertido


- Deixa de ser bobo Malfoy.- Hermione sacudia a cabeça como se pudesse varrer a imagem dele seminu de sua mente.


- Admita Granger eu causo fortes sensações em você.


- Claro, raiva e ódio são realmente grandes sensações.- Disse Hermione petulante.


- Não me refiro a isso, e você sabe disso.- Sua voz perdeu o tom de humor e se tornou espessa. - Me refiro a essa corrente-elétrica que acontece quando nossa pele se encosta, me refiro ao aperto esmagador que sinto no peito toda vez que  você chega muito perto, a dificuldade de respirar normalmente, a temperatura que aumenta tanto que da a impressão que nossos corpos entraram em combustão e me refiro ao martelar ensurdecedor do coração em meus ouvidos.


- Por favor Draco, não faz isso comigo, não torne ainda mais difícil. – Sua voz era suplicante.


- Difícil? Difícil é te ver sofrendo por um imbecil, difícil é entender que a pessoa que você magoou na verdade gostava de você, difícil é suportar estar ao seu lado, sem poder te tocar, te beijar.


-Você tem namorada Malfoy.


- Eu sei, mas..- Novamente Hermione o interrompeu.


- Malfoy, me escute, por favor, não sei como é seu relacionamento com a Kath, mas por mais que eu não a ache a pessoa mais agradável do mundo, não é justo que você a traia, não é correto, e eu também, não estou preparada pra isso, meu coração ainda esta sangrando, foram muitos anos juntos com aquele crápula, ainda não consegui absorver tudo isso, só o que quero agora é me vingar, de algum modo, por tudo o que ele me fez sofrer, e é nisso que preciso da sua ajuda.


- O que você quer que eu faça?- Perguntou Malfoy curioso.


- Não é nada demais, só quero passar no Ministério antes de irmos para a missão, você se incomoda?


- Não, na verdade estou curioso, o que você vai fazer lá?


- Você verá.


 


 


 


***********


Ministério da Magia.


 


- Auror Granger e convidado. – Informava Hermione na recepção. Malfoy ficou grato por ela se referir a ele como convidado e não como um ex-prisioneiro.


“ Que pessoa estúpida que você é Malfoy? Só porque ela não te chamou de ex-prisioneiro não é motivo pra você ficar feliz, não é motivo pra você achar que ela gosta de você.” Discutia com ele mesmo.


As varinhas passaram pela inspeção habitual, porem não foram retidas, por um pedido de Hermione, Malfoy percebe como ela era importante quando o recepcionista atendeu prontamente seu pedido e sem discutir.


- Para onde vamos agora? – Indagou Malfoy.


- Para o oitavo andar.


- E o que tem no oitavo andar?


-Ronald Weasley.


- O que?


- E o andar dos aurores. Vamos falar com o Ronald.


- Porque? O que mais você quer falar com ele? – Perguntou Malfoy chocado.


- Você verá.


 


Hermione nem se deu ao trabalho de bater na porta de Rony, entrou intempestivamente, sem se importar em ser educada. Rony lívido de susto se encontrava atrás da mesa, em uma posição claramente amedrontada.


- O, q-que você esta fazendo aqui Hermione? – Gaguejou Rony.


- Quem te ajudou na missão?- Perguntou Hermione claramente com raiva.


- Ninguém.


- Você disse lá  na casa do Malfoy que alguém daqui de dentro de ajudou, me diz quem é. AGORA!!! – Gritou Hermione.


Em silêncio Rony olhou para a porta como se calculasse mentalmente quais as chances de fugir por ela antes de ser interceptado.


-Malfoy, tranque a porta para mim por favor. – Pediu Hermione.


Rony continuava acuado e sem dizer uma palavra.


- Estou perdendo a paciência, Ronald. Fala logo, Quem-é-que-te-ajudou-a-me-colocar-nessa-missão? – Rosnou Hermione.


- Me permite?- Perguntou Malfoy indicando o Rony.


Hermione fez um sinal positivo com a cabeça. Malfoy foi em direção ao Rony e lhe deu um soco no rosto, foi tão forte que até os dentes de Rony sentiram o abalo.


Malfoy sentia tanto ódio de Rony que não parou no primeiro soco, sentia ódio por ter mandado Hermione para uma missão que ela quase foi estuprada, sentia ódio por cada insulto que Rony já havia dito a ele, e principalmente, sentia ódio por ele ter podido amar Hermione e ter desperdiçado isso, tudo que Malfoy queria ter feito nessa vida era ter amado Hermione e foi tudo o que ele não pode fazer e Rony que podia tê-la nos braços sempre que queria desperdiçou.


O rosto de Rony já estava uma massa disforme e cheia de gotas de sangue que saiam de seu nariz fraturado, os olhos estavam inchados de tanto que apanhava de Malfoy.


- OK, eu falo, para de me bater seu idiota! Eu falo.


- Malfoy, Malfoy.. para, ele vai falar.


- Então, qual o nome do crápula que te ajudou nessa missão?- Perguntou Hermione.


- Jonny Jenkins ou J.J.- Falou Rony cansado.


 


 


 


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Espero que gostem do capítulo e por favor comentem.. comentar não mata ng e deixa a autora feliz!!!

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