FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

0. Prólogo


Fic: Fame and Love: Porque há coisas que o tempo não pode apagar...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Prólogo

“Ainda lembro o que meu pai me disse antes de ir pela primeira vez a Hogwarts. Jamais esquecerei aquele dia. As suas palavras... Meu primo e melhor amigo, Alvo Potter, e eu estávamos ansiosos como seria em Hogwarts. De repente, meu pai parou de prestar atenção no que conversávamos, enquanto olhava para um ponto a uns cinqüenta metros de nós e acenou discretamente com a cabeça. Ele acenara para um homem que vestia um sobretudo escuro abotoado até o pescoço. Os cabelos do homem salientavam o pescoço fino dele. Reparei que estava com uma mulher e com um garoto que só podia ser filho dele, já que o garoto parecia tanto com aquele homem como meu primo Alvo se parece com meu tio Harry. O homem também acenou com a cabeça e se afastou. Percebi, que o garoto me olhara com uma curiosidade velada, mas não aticei a curiosidade dele. Meu pai falou: “Então aquele é o pequeno Scorpius-disse ele em voz baixa-Não deixe de superá-lo em todos os exames, Rosinha. Graças a Deus você herdou a inteligência da sua mãe”. Sim, sou a cópia fiel da minha mãe tanto na aparência. Tenho os cabelos dela só que lisos e os olhos; como na personalidade. Sou inteligente, CDF, atenciosa, conselheira, amiga e ciumenta. O ciúme é porque tenho cuidado pelo que é meu. Mas eu descobri (realmente) o que essa palavra significa quando eu sabia que ele saía com outras garotas que não era eu. Mesmo naquele tempo, eu sabia não que era ciúme, pensava que era raiva. E me perguntava como alguma garota saia com ele, enquanto ele só sabia me tirar do sério. Afff... Voltando aquele dia (sempre que penso nele, perco o foco). Depois de meu pai falar, minha mãe retrucou: “Rony, pelo amor de Deus-a voz dela era uma mistura de seriedade e vontade de rir-Não tente indispor os dois antes mesmo de entrar para a escola”. “Indispor? Por que indispor?”, pensei. Sabia poucas coisas sobre a família Malfoy. Descobri mais coisas no decorrer do tempo em Hogwarts. Meu pai desculpou-se:”Você tem razão, descupe-mas sem querer, acrescentou-não fique muito (esse muito, quis dizer, não) amiga dele, Rosinha. Vovô Weasley (ele quis dizer, eu) nunca perdoaria se você casasse com um sangue-puro”. E foi aí que não prestei mais atenção em nada que acontecia ao meu redor. Eu não poderia ser amiga de um garoto que nunca falara antes, e nem pensar em me casar com ele. Mas isso, não seria problema. Era muito nova para pensar em casamento. Só tinha 11 anos. E quando me apaixonasse... seria logo pelo garoto proibido? Improvável. Mas como me enganei. E o destino começou a mostrar minutos depois dentro do trem o quanto estava enganada”.


Rose Weasley.


 


“Era meu primeiro ano em Hogwarts. Eu esperava para pegar o trem. Estava com meu pai e minha mãe. Sou a cópia fiel do meu pai. Em personalidade e fisicamente. Só que sou mais amoroso e sensível, embora não seja de demonstrar. Não gosto de transmitir “fraqueza”. A vi pela primeira vez ali com os pais, irmão, tios e primos. Tão parecida com a mãe. Foi ali que percebi que se tornaria uma bela mulher. A Sra. Weasley é muito bonita, de uma beleza amadurecida. Tanto quanto a Sra. Potter. Mulher mais bonita que elas só minha mãe. E mais que minha mãe; Rose Weasley. Olho para ela e me perco na sua beleza e encanto. Meu pai cumprimentou com leve inclinação de cabeça a família Potter e Weasley. “Tenho grande consideração pela família Potter e a Weasley também. Mas não quero você por perto dos filhos de Rony Weasley, ele parece não esquecer o passado. E eu prefiro que você faça amizade com o pessoal da sua casa”, disse meu pai. Era mais prático dizer: “Mantenha-se longe. Sem contato de nenhum tipo”. Meu pai tinha certeza que eu iria para Sonserina e foi o que aconteceu. Olhei para ela, tentando esconder minha curiosidade. Meu pai levou minha mãe e eu um pouco para longe deles, pois vira seu melhor amigo com a família. Era a primeira vez que Anne também iria para Hogwarts. Anne, minha melhor amiga. Como uma irmã para mim. Senti-me mais aliviado quando a vi, mas não tirava a outra garota da minha cabeça. Queria vê-la de novo. Olhei para trás, mas não a vi mais. Anne tirou-me dos meus devaneios. “Tentará vaga no quadribol este ano?”, perguntou ela.  “Este ano não. Quero sondar o terreno primeiro”. Queria conhecer detalhadamente o lugar que viveria por sete anos. Pensava em tentar a vaga no time no segundo ano, mas não tentei. Fiquei doente. Doente de ciúme. O teste foi depois da Grifinória. Estava atrasado para os testes. Quando a vi em um abraço tão carinhoso com ele. Ainda tenho ciúmes dele. Não consigo evitar. Consegui minha vaga no terceiro ano como apanhador. Dia inesquecível aquele. Foi quando...  “Scorpius, Scorpius” minha mãe chamava-vou sentir sua falta, querido”, disse minha mãe. Olha de quem herdei a parte amorosa! “Escreva se não lhe mando um berrador”, advertiu minha mãe. “Mãe!”, exclamei. “Te amo, filho. Sentirei saudade”, disse ela me abraçando. “Eu também sentirei sua falta, mãe”, eu disse. “Até logo, filho”, disse meu pai me abraçando rapidamente. Ele não era muito carinhoso. Ajeitei-me depois de minha mãe ter me amassado todo. Anne e eu entramos no trem, depois dela também ter se despedido dos pais. Cinco minutos depois senti o trem a andar pelos trilhos. E a garota ainda me povoava a cabeça. Tinha que afastá-la da cabeça, pois meu pai não queria que eu tivesse qualquer aproximação com ela. Havia tantas pessoas naquela escola, por que eu iria cruzar o meu caminho logo com o dela? Mas parece que o destino gosta de complicar as coisas. Ali no trem é que começou (de fato!) tudo. Por que logo ela”?


Scorpius Malfoy


 


Alvo e Rose conseguiram vaga na cabine de Victorie. Foi um pouco chato, pois ela e amigas falavam sobre roupa, maquiagem e garotos. Alvo e Rose decidiram jogar um pouco de adedonha, um jogo trouxa. No meio do jogo, Rose ficou com fome. Alvo ainda pensava em nome de animal com a letra f quando Rose disse:


 


-Alvo, eu vou procurar o carrinho de doces. Estou com fome.


 


-Quer que eu vá com você?


 


-Não precisa-disse Rose, se levantando-Eu volto logo.


 


Ela abriu a porta da cabine.


 


-Compra sapos de chocolate para mim. Ainda tenho esperança de conseguir Snape. Papai tem mais de 50 figurinhas dele.


 


-Ok. Já volto.


 


Ela fechou a porta da cabine e foi procurar o carrinho de doces.


 


Scorpius conversava com Anne e o novo amigo deles, Mark. Ele estava só na cabine então Scorpius e Anne pediram para dividir a cabine com ele. Um cara legal. Anne sorriu para Scorpius. Ele conhecia aquele sorriso.


 


-Pode pedir, Anne.


 


Ela aumentou o sorriso. Eles se conheciam bem. Mark olhou para eles sem entender.


 


-Sempre que ela abre esse sorriso. Ela pedirá algo-explicou Scorpius.


 


-Estou com fome, Scorpius. Vá comprar algo para mim. Sim?


 


-Por que você mesma não vai?


 


-Porque você é meu irmão mais velho e cuida da irmãzinha-disse Anne piscando o olho.


 


De fato, a amizade de Scorpius e Anne era de anos. Os pais dos dois eram melhores amigos e eles sempre viviam na casa um do outro. Eram como irmãos.


 


Mark  sorriu.


 


-Eu sou só três meses mais velho que você-disse Scorpius, indignado-Eu vou porque também estou com fome-disse Scorpius, se levantando.


 


Scorpius saiu da cabine e viu a mulher com o carrinho de doces no fim do vagão. Quando de repente...


 


Rose cruzou o caminho de Scorpius repentinamente. E olhou para ele. Eles pararam.


 


Os olhos de Scorpius naquele segundo transmitia uma pequena chama se acendendo em meio a um mar de gelo se encontrando com os chocolates doces e flamejantes de Rose. Aquele encontro de olhar foi de uma forma tão intensa que ambos perderam a noção por um segundo se encarando sem nem ao menos perceber. Encararam-se por alguns segundos antes dele retomar sua postura.


 


-Oi-disse Rose, timidamente.


 


-Menina, saí do meio do caminho.


 


Rose abriu a boca e arregalou os olhos.


 


-E ainda por cima é surda.


 


-Não sou surda, seu mal educado.


 


-Então saía da minha frente que eu vou comprar doces.


 


Ela saiu do caminho. Ele seguiu em frente, ela fez o mesmo.


 


-Eu sei o caminho.


 


-Eu também vou comprar doces.


 


-Boa tarde-disseram os dois.


 


-Boa tarde-disse a vendedora de doces.


 


-Eu gostaria de comprar 10 sapos de chocolate-disse Rose.


 


-Eu quero 15 sapos-disse Scorpius.


 


-Sinto muito, mas só me restam 15 sapos de chocolate.


 


-Eu quero os 15-disse Scorpius.


 


-Mas eu pedi primeiro-disse Rose, irritada.


 


-Você pode comprar outra coisa.


 


-Você também. Eu quero os 10 sapos-disse Rose, pegando os chocolates.


 


Scorpius também colocou a mão na caixa de chocolates. Quando as mãos se tocaram. Os dois tiveram a impressão de levar um choque. Os olhares se cruzaram. A caixa caiu no chão.


Espalhou-se os chocolates.


 


-Que brincadeira idiota! Você me deu um choque!


 


-Choque?-perguntou Scorpius sem entender. –Se alguém sofreu algo aqui foi eu... Você fez algum feitiço.


 


Rose revirou os olhos.


 


-Ninguém merece.


 


Ela o fitou e sorriu debochadamente, antes de prosseguir.


 


-Por que motivo eu gastaria meu tempo fazendo um feitiço contra você? Faça-me o favor, é mais fácil você ter feito um feitiço contra mim.


 


-Não sei. Diga-me você – Scorpius a desafiou.


 


-Só porque você é um grosso não quer dizer que todos façam maldades por aí. – Rose respondeu cruzando os braços e o encarando.


 


-Sua... – Scorpius começou se aproximando dela para encará-la no fundo dos olhos, se aproximou demais até, mas Rose não recuou só permaneceu o encarando, não importava a distancia que ele chegasse.


 


-Malfoy... – Uma voz feminina os interrompeu calmamente parando de falar por uns instantes para olhar a cena, mas logo depois continuando. – Você ainda não comprou a comida?


 


-Sinto muito. – Scorpius disse ainda sem tirar os olhos de Rose que por algum motivo que ela desconhecia ficou simplesmente rubra com a aproximação do garotinho. – Eu encontrei um problema no caminho.


 


Rose simplesmente ficou furiosa, empurrou com máximo de força que conseguiu Scorpius para longe dando seu olhar mais mortal. Scorpius apesar de cambalear por um momento conseguiu se manter em pé.


 


-Eu que digo, todo o problema é você, Malfoy. – Rose disse o nome com desprezo.


 


-Weasleyzinha muito cuidado quando falar com seus superiores. – Scorpius disse com um olhar ameaçador e com voz baixa e irritada.


 


-Rose, algum problema aqui? – Alvo apareceu no corredor encarando Scorpius e começou a se aproximar dele irritado e se preparando para a briga.


 


-Só um projeto de Malfoy para atrapalhar o meu caminho, Alvo. – Ela respondeu tentando acalmar os ânimos enquanto ajeitava os cabelos. – Mas vamos eu já perdi tempo demais com coisas inferiores.


 


Rose com raiva nem comprou mais os doces. Ela saiu andando pelo corredor seguindo de volta para a sua cabine e Alvo apesar de permanecer um tempo encarando Malfoy deu as costas e deu de cara com Anne.


 


Alvo parou para encará-la e um misto de sensações o abateu, ele deu um pequeno sorriso para ela o qual não foi correspondido da mesma maneira. E sim, por um nariz erguido e um andar como se estivesse seguindo até ele, mas passando direto só esbarrando em seu ombro, mas ainda assim mantendo o contato com o olhar. Alvo suspirou ao tirar os olhos dela e seguiu a prima que já se encontrava distante enquanto Anne seguiu para ver se Scorpius estava bem...


 


“E assim que começaram nossas brigas e discussões”...


 


Rose Weasley.


Scorpius Malfoy.

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2023
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.