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5. Armações no covil


Fic: Gina, Inesquecível... - RELANÇADA


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Capítulo 05 – Armações no covil


 


O resto da tarde em Hogsmeade foi maravilhoso, Harry nem se lembrava mais de ter cruzado com Draco. Ele e Gina foram à Dedosdemel, onde compraram várias guloseimas para se deliciarem juntos, depois passaram na Zonkos e ficaram brincando pela loja, como duas crianças sapecas. No fim da tarde foram se deitar ao sol, perto de uma árvore, e ficaram conversando.


— Eu estou preocupado, Gina. Do jeito que estou indo, vou levar bomba em todos os testes e perder o ano.


— Claro que não, Harry. Você sempre foi um ótimo aluno, vai tirar de letra.


— Ótimo só se for em Defesa Contra as Artes das Trevas, no resto eu sempre fui medíocre. Imagine em poções! Não vou me lembrar de nada...


— Olha pelo lado bom, se você perder o ano, vai ter que estudar comigo no próximo. Vai ser um tormento, ein?


— Puxa! Mas eu acho que eu faço o sacrifício, sou forte.


Eles riram e se beijaram longamente, deitados na grama fofa. Meia hora mais tarde, foram surpreendidos, no meio de outro beijo, por Rony e Mione, que chegaram lentamente. Eles se juntaram aos dois e voltaram para o castelo. Foram direto para sala comunal e conseguiram um lugar perto da janela. Rony e Mione sentaram-se num sofá, Harry se sentou numa poltrona e Gina em seu colo. Ficaram conversando sobre os exames iminentes, Hermione insistia em que Harry deveria estudar dia e noite para recuperar tudo, mas os dois Weasleys concordavam ser loucura fazer isso. Volta e meia Gina e Harry se beijavam, deixando os outros dois sem graça. Algumas vezes ele achou que o amigo se inspiraria nele e roubaria um beijo de Hermione, mas isso não aconteceu. Mesmo com as janelas abertas, o calor era enorme.


Quando já era tarde, todos foram para seus dormitórios. Sentado na cama, Harry se lembrou da cena que vira quando saiu do Madamme Puddfoot. Draco e Cho juntos, aquilo era realmente estranho. Será que os dois estavam namorando? Não, não era possível. Contou a Rony, que também achou bizarro, mas não comentou muito a respeito. Estaria Malfoy tentando atingir Harry com aquilo? Ele não sabia, contudo, não era hora de pensar isso, devia dormir.


 


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No dia seguinte Harry esperou Gina na sala comunal e os dois foram tomar café da manhã juntos. Aqueles momentos eram maravilhosos, Gina era a única pessoa que o deixava calmo, mesmo com todos os problemas. O salão principal estava cheio e barulhento, parecia que todos foram comer ao mesmo tempo. Quando os dois entraram, os olhares e risadinhas foram inevitáveis, mas Harry não ligava mais, era bem melhor do que ficarem olhando por ele ter quase morrido, ou coisa do gênero. Sentaram-se e começaram a comer uma torta de maçã. Eles conversavam alegremente com Rony e Mione quando Harry olhou para a mesa da Sonserina e levou um baita susto. Um ponto dourado estava incrivelmente perto de um negro, demorou um tempo até ele perceber que eram Draco e Cho se beijando. Ele percebeu Pansy Parkingson se mordendo de raiva ao lado dos dois, e outros sonserinos rindo deles. Harry voltou os pensamentos para a mesa da Grifnória quando Gina deu uma cotovelada em suas costelas.


— Outch! Que foi?


— Você vai continuar babando muito neles? Se quiser, eu trago um pano.


— Ah, Gina! Eu não acredito, você está com ciúmes? – Harry falou em tom de brincadeira.


— Não, imagina, é completamente normal ver o seu na... o garoto que você gosta olhando fixamente para o beijo de outra garota.


— Eu estava reparando como é nojento ver aqueles dois juntos. Dá até um arrepio em pensar no que aquelas mentes insanas podem fazer juntas. – ele afagou os cabelos da ruiva. – Foi bom você ter me chamado, se eu continuasse olhando poderia vomitar aqui mesmo.


— Há-ha, exagerado. Mas era a Cho.


— Gina! Você acha mesmo que, depois de tanta dificuldade de te reconquistar, eu iria te jogar fora na primeira oportunidade?


— Ah... Eu sei, só não continua fazendo isso, certo?


— Deixa de bobeira, vai. Vem cá.


Ele a puxou e deu um beijo apaixonado, que deixou todos a sua volta envergonhados, tamanha a intensidade. Depois Gina se despediu e subiu para sua aula de Estudo dos Trouxas, enquanto Harry foi aos jardins, para a aula de Herbologia.


— Harry! – chamou Hagrid quando ele estava chegando às estufas, junto com Rony e Mione – Como você está, garoto?


— Bem melhor, Hagrid!


— E aí, como foi o domingo? Deu certo?


— Você não imagina como – ele riu.


— Não mesmo – reclamou Rony –, eles estavam muito avançadinhos para o meu gosto!


— Ah, Rony – Hermione interferiu –, deixa de ser chato, sua irmã já cuida da própria vida. Além do mais, é o Harry, e olha quem fala, você vivia agarrando a Lilá e...


— Tá bom, TÁ BOM! Não está mais aqui quem falou.


— Bom, está na hora crianças, tenho que começar uma aula lá atrás. Até mais!


O resto da manhã Rony e Mione ficaram sem se falar, enfezados, e usavam Harry como coruja para mandar recados, o que era extremamente chato. Quando foram almoçar Harry adorou ver Gina, pôde sair daquele inferno entre os dois amigos e aproveitar o tempo com a garota. Depois de comerem, foram para os jardins e ficaram andando pela borda do lago.


— Gina, eu estava pensando numa coisa – Harry se abaixou e pegou um pedaço de graveto seco no chão e continuou a andar com ele na mão, observando com curiosidade a superfície da madeira.


— No quê? – ela pareceu intrigada.


— A gente se entendeu no domingo, estamos juntos e tudo, mas oficialmente, não temos nada, não é?


— De certa forma... – dessa vez sua voz tremeu um pouco – Mas por que você está falando isso?


— Então – ele parou na frente dela e entregou o graveto, que ela olhou sem entender –, já estava na hora de oficializarmos isso, não é? – ele tirou a varinha do bolso e a tocou no galho, que se transformou numa linda rosa da mesma cor do cabelo da menina – Você quer namorar comigo?


Ela não respondeu nada, apenas enlaçou o pescoço do namorado com os braços e o beijou. Harry sentia a maciez do corpo dela, grudado ao dele, podia sentir o coração da namorada batendo intensamente. Era um beijo apaixonado, cheio de amor, carinho, emoção. Harry viu um lampejo da sala comunal da Grifnória cheia de gente gritando, muito vermelho e dourado, depois eles se beijando, mas foi muito rápido, não conseguiu absorver nada. Preferiu não contar nada à namorada, não querendo dar falsas esperanças. Mas ele sabia, no fundo, que aquele foi um momento muito importante para os dois. Quando se desgrudaram, continuaram a andar justos pelos jardins, mais felizes que em muito tempo, até chegar a hora das aulas da tarde.


 


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Durante a noite, Harry decidiu ficar na biblioteca, estudando Herbologia. Estava começando a ficar com raiva das plantas carnívoras da Escócia, até que viu Jimmy Peakes entrar na biblioteca, dirigindo-se até ele.


— Potter, o diretor que te ver no escritório dele, com urgência.


— Você sabe do que se trata?


— Não, mas ele disse precisar falar diretamente com você.


— Tudo bem, estou indo, então.


Harry devolveu os livros que estava usando e saiu. Logo após ter fechado a porta, ele se deparou com Gina, à sua frente, prestes a entrar na biblioteca.


— Oi, Harry! Estava indo te procurar mesmo. – ela deu um beijinho no namorado – Você já vai voltar para a sala comunal?


— Não, preciso falar com o Dumbledore, ele me chamou com urgência.


— Hum, eu estava indo falar com o Hagrid, achei que você podia ir comigo, mas deixa.


— Desculpa, mas é importante.


— Tudo bem, não se preocupe, eu vou sozinha então.


— Certo, mas tome cuidado, viu? Está escurecendo. – ele sentiu um estranho aperto no peito, por um momento quis pedir para ela não ir.


— Relaxa, eu não sou de cristal, de noite a gente se encontra. – ela deu um sorriso maroto, o beijou e saiu, descendo as escadas.


Harry subiu para o sétimo andar, em direção à sala do diretor. Quando virou no corredor da Sala Precisa, viu Draco e Cho. Os dois não perceberam que ele estava ali, portanto Harry voltou um pouco e se escondeu para ouvir o que diziam.


— Draco... Isso não vai dar certo, eu estou dizendo, é perigoso.


— Você não vai desistir agora! Não quer o Potter de volta para você? Vai dar certo, eu estou falando, vamos, entra aí logo!


O casal entrou na sala e fechou a porta, que se transformou numa parede sólida. Harry mal agüentava o ódio dentro de si, eles estavam armando alguma contra ele, aquela Chang... Mas ele precisava falar com Dumbledore, portanto passou pela tapeçaria dos trasgos e seguiu pelo corredor. Chegou à frente da gárgula que dava passagem ao escritório do diretor e viu a professora Trelawney passando por ele, com algo que parecia uma garrafa de vinho entre os braços. Disse a senha para a gárgula e esta começou a girar e subir, revelando a conhecida escada em espiral, na qual ele subiu e ficou esperando terminar de girar. Ao chegar ao topo ele bateu na porta, ouvindo, cinco segundos depois, um ‘entre’. Abriu a porta calmamente e entrou.


Fawkes, a fênix olhou em volta, seus brilhantes olhos pretos vislumbrando o pôr do sol pela da janela. Dumbledore estava próximo à janela olhando para os terrenos com uma capa preta de viagem em seus braços.


— Bom, Harry, eu prometi que você poderia vir comigo.


— Ir com você? Como assim?


— Eu sei que você não se lembra perfeitamente de tudo, mas deve se lembrar do que eu te falei, semana passada, sobre os Horcruxes, estou certo?


— Sim, me lembro. Você achou algum?


— Acredito que sim.


A empolgação preencheu Harry, que ficou alguns momentos parado, pensando no que responder. A idéia de ir atrás de uma Horcruxe era animadora, porém ele não tinha certeza se queria ir ao encontro de mais problemas.


— É natural sentir medo. – disse Dumbledore.


— Não é medo, é precaução. Qual Horcruxe é? E onde está?


— Eu não tenho certeza de qual é – apesar de que acho que podemos esquecer a cobra – mas eu acredito que está escondido numa caverna a milhares de quilômetros daqui, uma caverna que eu venho tentando localizar por muito tempo: a caverna em que Tom Riddle uma vez aterrorizou duas crianças em uma das viagens anuais de seu orfanato, mas acho que você não se lembra, certo?


— Não – disse Harry desanimado – Como está protegida?


— Eu não sei. Tenho algumas suspeitas, que podem estar completamente erradas. – disse Dumbledore hesitante – Harry eu prometi que você poderia vir comigo e eu mantenho essa promessa, mas seria muito errado da minha parte não o alertar para o fato de que será extremamente perigoso. Tem certeza que quer ir?


— Eu vou. – Harry não pensou muito para responder.


— Muito bem, então escute. – Dumbledore se levantou por completo – Eu te levo comigo com uma condição: que você obedeça qualquer ordem que eu dê, sem questionar.


—Claro.


—Tenha certeza de que me entendeu, Harry. Eu estou dizendo que você deve obedecer até mesmo ordens como ‘corra’, ‘se esconda’ ou ‘volte’. Eu tenho sua palavra?


— Eu... Sim, claro.


— Se eu falar para você se esconder, você se esconderá?


— Sim.


— Se eu mandar você fugir, você irá obedecer?


— Irei.


— Se eu falar para me deixar, e se salvar, você fará o que mandei?


— Eu…


— Harry?


Eles se encararam por um momento.


— Farei, sim, senhor.


— Muito bem. Então eu quero que você vá, pegue sua Capa da Invisibilidade, e me encontre no Saguão de Entrada em 5 minutos.


Dumbledore se virou e olhou para fora da flamejante janela. O sol agora estava vermelho no horizonte. Harry saiu rapidamente do escritório e desceu a escada espiral. Sua mente estava estranhamente clara. Ele sabia o que fazer. Rony e Hermione estavam sentados juntos na sala comunal quando ele voltou.


— Onde você estava? – Hermione disse de uma vez – Por que essa pressa? Harry, você está bem? – ela acrescentou ansiosa.


— Eu estou bem – disse Harry, passando rapidamente por eles. Ele subiu a escada e entrou no dormitório, abriu seu malão e tirou o Mapa do Maroto e um par de meias enroladas, que Rony tinha lhe dito ter uma poção da sorte. Então ele se apressou a descer as escadas até a sala comunal, derrapando até o lugar onde Rony e Hermione estavam sentados, parecendo atordoados.


— Eu não tenho muito tempo – ofegou Harry – Dumbledore pensa que eu estou pegando minha Capa da Invisibilidade. Escutem...


Rapidamente ele contou aos dois onde estava indo e porquê. Não parou nem mesmo quando Hermione pareceu horrorizada ou quando Rony fez algumas perguntas; eles podiam adivinhar os detalhes por conta própria, depois.


— ... então vocês entendem o que isto significa? – Harry terminou de uma vez. – Dumbledore não estará aqui esta noite, então Malfoy terá campo livre para o que quer que seja que ele está tramando. Não, me escutem! – Ele disse bravo, quando Rony e Hermione deram sinais de que iam interromper. – Eu sei que era Malfoy fazendo alguma coisa, junto com a Cho, na Sala Precisa. Aqui – ele jogou o Mapa do Maroto nas mãos de Hermione. – Vocês têm que vigiar ele, e Snape também. Usem qualquer pessoa que vocês conseguirem da A.D. também. Hermione, aqueles galeões que usávamos para contato ainda funcionam, certo? Dumbledore disse que ele colocou proteção extra na escola, mas se Snape estiver envolvido no plano de Draco, ele saberá que proteção é essa e como evitá-la, mas ele não espera que vocês estejam vigiando-o, certo?


— Harry – começou Hermione, seus olhos cheios de medo.


— Não tenho tempo para argumentar – disse Harry brevemente – Peguem isso também – ele jogou a meia nas mãos de Rony.


— Obrigado – disse Rony – Hum… Para que eu preciso de meias?


— Você vai precisar do que está dentro delas, é Felix Felicis, a poção que você me falou. Dividam entre vocês e Gina. Digam ‘tchau’ a ela por mim. Eu preciso ir, Dumbledore está me esperando.


— Não! – disse Hermione enquanto Rony desenrolava a pequena garrafa com a poção, olhando intimidado. – Nós não queremos, leve você, quem sabe o que você vai enfrentar?


— Eu ficarei bem, estarei com Dumbledore – disse Harry – Eu quero saber que vocês estarão bem... Não me olhe assim, Hermione. Vejo vocês depois.


E então ele saiu correndo pelo buraco do retrato, com os dois amigos gritando às costas dele. Desceu as escadas correndo, saltando vários degraus de uma vez, entretanto, quando estava descendo para o terceiro andar, a escada começou a se mover, deixando em um corredor em que ele não pretendia ficar. Teve que mudar o caminho, dando uma volta muito maior do que ia dar. Passou pelo segundo andar, num corredor que conhecia muito bem: o do banheiro da Murta-Que-Geme. Ele parou por um instante, algo estava errado. Olhou para dentro do banheiro, se aproximando na porta, podia perceber alguma movimentação lá dentro, até que ouviu alguém chamá-lo por suas costas.


— Potter! Não precisei nem mesmo ir procurá-lo, você veio até mim diretamente – Draco Malfoy olhava para ele com aquela cara asquerosa de sempre, mas não foi isso que o assustou. Harry sentiu cada centímetro de seu corpo congelar quando ele viu quem ele trazia em seus braços, inerte – O que houve Harryzinho? Está com medo, só porque eu estou com a sua namoradinha nos braços? Tenho que te dizer, ela até que é bonitinha. A boca dela, então, é muito gostosa de bei...


— CALA A SUA BOCA NOJENTA! – Harry já tinha sua varinha em punho. Ele sabia que não devia ter deixado a Gina sair do castelo naquela hora, devia ter seguido seu pressentimento.


— Wow, Potter, calma aí! Cuidado com o que você vai fazer. – Draco apontava sua varinha para a garota, que agora era arrastada por um braço só – Eu posso usar ela como escudo, e posso soltar um raiozinho verde aqui, quando eu quiser!


— Tá bom, tá bom, calma seu… O que você quer?


— Primeiro quero que você saia da frente do banheiro, isso assim, bom Potter, agora volta para o corredor, vai andando para trás. Isso mesmo, assim. Agora, eu te vejo na Câmara! – então Draco, que estava na porta do banheiro saiu correndo, com a ruiva, na direção da pia. Harry tentou ir atrás, mas quando chegou perto, Draco já tinha pulado no túnel que dava na Câmara Secreta.


— Filho da…


— HARRY! – Rony apareceu, esbaforido, à porta do banheiro – O que houve agora?


— O Draco, aquele desgraçado... Levou… Caramba… A Gina! Rony, por favor, vá até o saguão de entrada e avise ao Dumbledore que eu não poderei ir, ele deve ir sozinho.


— Como assim, Har…


— VÁ! Eu não tenho tempo, não sei o que aquele maluco vai fazer com a sua irmã... Agora, VAI!

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