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14. Consolação


Fic: Desilusões Perigosas ou Apenas Amor?


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Capítulo Catorze – Consolação


Assim que saí da classe, andei até a sala comunal, vazio àquela hora. Falei a senha para a Mulher Gorda e entrei.


Harry estava sentado no sofá, com uma cara de preocupado.


- Hermione… - ele falou aflito. Corri até ele, parando em frente ao meu amigo e olhei bem nos seus olhos verdes.


- Que foi, Harry? Aconteceu alguma coisa? - ele parecia profundamente chateado e angustiado. Quase pensei se ele teria descoberto alguma coisa entre eu e Snape.


- Ahn… É que…


- Fale, Harry! – ele estava começando a me deixar preocupada. Harry soltou um suspiro.


- Hermione, eu vou pedir a Gina em casamento.


Estranho. Ele não parecia tão animado quanto deveria. Alguma coisa me dizia que ele estava escondendo algo de mim, mas fingi acreditar nele.


- Ah, que bom!! Você já falou com ela? Gina vai ficar super feliz, tenho certeza. – eu disse. No fundo, eu estava mesmo animada pela confissão dele, mesmo que eu sabia que ele não queria mesmo dizer aquilo. Mas fiquei contente pelos meus amigos genuinamente.


Harry esqueceu porque ele estava chateado e começou a me perguntar como deveria pedir a mão de Gina. Dei vários conselhos e ele me mostrou a aliança que encontrara. Pertencera à Lily e era absolutamente linda. Toda cravejada de rubis e algumas pedrinhas de topázio, representando totalmente as cores da Grifinória.


Fomos para a aula de Feitiços, a única na qual eu sentava perto de Lilá. Ela quase não falou comigo, o que era normal da parte dela. Mas tinha algo de anormal hoje nela. Lilá parecia mais nervosa e afobada. Olhava a cada cinco minutos em seu relógio de pulso e quando a auala acabou, ela correu até a saída. Ron me alcançou no corredor, antes que eu pudesse ir atrás dela e me puxou para uma sala vazia.


- Pronto, Mi. O que você queria falar comigo? – ele me disse, se encosando em mim.


- Ué? Você não ia treinar agora? – eu perguntei confusa.


- Ia… Mas achei melhor falar com você antes… Você parecia tão urgente… - Ron escostou seu nariz em meu pescoço, inalando o perfume que ele me dera e que eu passava todos os dias.


- Ah… É que eu queria saber o que a Lilá tanto fala com você…


- Humm… Você está com ciúme, Mione?? Você fica tão mais…gostosinha com ciúme… - ele murmurou no meu ouvido e eu senti minhas pernas ficarem moles. Ele me prensou contra a paredes de pedras e beijou toda a extensão do meu pescoço. Suas mãos, sem eu perceber, infiltraram-se por dentro da minha blusa, alcançando rapidamente o meu sutiã de renda.


- Ron. – eu falei, em tom de aviso. Não queria que ele passasse dos limites, não agora que ele me despertou desconfiança andando com aquela vaca ambulante.


- Mione, relaxa. – Ron alcançou o meu seio por cima do sutiã e começou a apertar, de um jeito totalmente inexperiente e forte. Quando ele apertou muito forte, soltei uma exclamação de dor.


- Humm… - ele grunhiu, claramente pensando que aquele fora um gemido de satisfação. Ele subiu uma mão para a minha perna e, finalmente consegui empurrá-lo. Porém, ele era muito mais forte e pensou que eu estava só me fazendo de difícil, me acaricinado por cima da calcinha.


-Ron!! Chega!! – eu pedi assustada. Ele parou o que ele estava fazendo e olhou para mim, com raiva nos seus olhos azuis.


- Que foi, Mi?? Você não quer? – ele estava raivoso, me olhando incrédulo.


- Não! – empurrei ele e Ron saiu de perto de mim.


- Mas eu sou seu noivo!! Eu quero você e você me quer!! Por que não, então? – ele falava alto, sua voz ecoando na sala.


- EU NÃO TE QUERO!! – eu gritei e sai da sala, ajeitando as minhas roupas. Ouvi ele saindo logo atrás de mim.


- Como assim, Hermione?? Eu sou seu noivo!!


- Não me enche, Ronald! – e saí correndo pelo corredor, indo direto para o meu quarto. Ao chegar, taquei-me na cama e abracei meu travesseiro, chorando inconsolada.


( ouça agora a música Breathe Me – Sia )


O que estava acontecendo comigo? Ronald era o meu noivo! E eu não queria me entregar para ele. Eu tinha um bom argumento. Eu não estava pronta. Não estava pronta para perder a minha virgindade. Estava pronta para o casamento, afinal eu amava Ron. Mas não estava pronta para transar com ele.


Qual era o meu problema? Se Snape fizesse aquilo que Ron fizera comigo na sala, eu tenho certeza de que teria feito com ele. Mas por que eu não conseguia com Ron? Justo ele que era meu futuro marido?


Fiquei chorando por umas duas horas e só notei que o tempo tinha passado quando me vi no escuro do meu quarto. Lavei meu rosto e reparei que os meus olhos estavam mais inchados do que nunca. Isso não vai passar, pensei. Troquei de roupa e desci para o jantar no salão principal.


Ao chegar lá, a primeira coisa que vi foram os olhos de Snape. Fiquei hipnotizada por eles e revi todas as cenas da tarde que tive. A angústia de Harry, a notícia do pedido, a pressa de Lilá, o que Ron fizera comigo na sala, o meu choro no quarto… Percebi, tarde demais, que Snape estava usando Legilimência em mim. Ele saiu da minha mente e eu corei, pedindo desculpas silenciosamente. Ele desviara o seu olhar, mas eu conseguia ver que ele repassava em sua mente tudo que ele vira na minha. E ele estava com muita raiva.


Desisti de jantar e fui para a saída. Encontrei com Gina na escadaria. Ela estava super animada com o encontro que Harry planejara para eles naquela noite. Perguntei onde estava Ron e ela respondeu que tinha visto ele conversando com Lilá no terceiro andar. Fui para lá e andei no corredor. Eles já haviam sumido, claro. Andei até uma estátua e encostei-me nela.


Fiquei naquela posição durante alguns minutos, até ouvir um gemido vindo de uma das salas. Deveria ser alguns alunos se divertindo… Eu, como monitora-chefe, devia levar aqueles alunos à diretora e relatar a conduta deles. Fui até a sala da qual saíam os gemidos e abri a porta.


****************************


Abri a porta dos meus aposentos com fúria. Como aquele fedelho poderia fazer aquilo com ela? Como que ela poderia continuar com ele depois daquilo? Ele quase a estuprara!! E ela ainda achava que a culpa era dela. “Essa garota tem neurônios a menos para assuntos como esses!!” eu pensei, abrindo uma garrafa de Firewhisky. Mas, senti uma dor de cabeça aflorar e decidi por não beber o líquido. Teria muitas aulas no dia seguinte e não seria bom dá-las com ressaca. Guardei a garrafa e sentei na poltrona de couro perto da lareira.


Aquela garota estava mexendo com a minha cabeça. Ela estava me deixando louco. E ao saber que ela teria se entregado a mim, ela piorara o meu estado.


Ouvi uma batida na porta e bufei alto. Quem seria o palhaço me procurando depois do jantar? Talvez se eu fingisse que não estava lá…


Mas as batidas insistentes continuaram. Levantei-me da poltrona e abri a porta, encontrando ninguém mais do que a garota que ocupava os meus pensamentos. Ela entrou na sala e fechou a porta atrás de si. Eu olhei confuso para ela, seu rosto marcado por lágrimas.


Dessa vez, não pude reprimir a vontade de protegê-la. Abracei-a com força e ela chorou. Chorou tudo que ela pôde. E não pudia fazer nada. Simplesmente nada a não ser abraçá-la.

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