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4. Pueritia


Fic: Broken Strings...


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- Bom dia, preguiçosas! - Gritou Belatriz logo depois que o sol nasceu. Ela se levantou da cama com vontade e atirou seu travesseiro nas irmãs. Suas bochechas estavam coradas e os olhos pareciam pérolas negras cheias de felicidade. - Vamos, levantem!


Narcisa bocejou a passou as mãos pela cabeleira loura. Andrômeda não pregara os olhos um segundo se quer, a euforia de ter a irmã predileta ao seu lado foi como cafeína para mantê-la acordada. As duas se levantaram e foram se arrumar junto com Bela.Tanto Andie quando Ciça vestiram as vestes que Druella comprara para usar na manhã da festa de Natal, porém Belatriz selecionara um vestido antigo, que sua mãe comprara há muitos anos, de tal forma que não havia cor no tecido, e se antes ele chegava às panturrilhas de Bela, agora mal lhe chegava aos joelhos.
- Ora, Bela! - Riu Andie enquanto prendia o cabelo de Ciça em um
 rabo de cavalo em cada lateral da cabeça. - M-a-m-ã-e vai ficar simplesmente furiosa ao vê-la.
Narcisa concordou com a cabeça, Bela deu de ombros.
- Ficará, sim. Só que nossa casa está cheia de convidados ilustres, será que Druella Black será capaz de se descontrolar na frente deles? Terá que esperar até o fim da pós-festa, até lá ela já terá esquecido.
- Oh, sim. Tinha esquecido que você é um gênio. - Bela sacudiu a mão num gesto frívolo e delicado, fazendo chiste de Narcisa. Andrômeda riu secretamente, e reparou que o colar que Belatriz usava tinha ficado tão dourado quanto ouro lapidado. Ela não tinha percebido o quanto estava feliz agora que Bela estava ali.
Alguns minutos depois, elas desceram para o café-da-manhã de Natal em ordem de idade. Belatriz usava seu vestido desbotado, cabelos soltos e malmente penteados. Logo atrás dela, sorrindo abertamente, descia Andrômeda, a linda menina com o cabelo trançado em fitas rosadas, na cor de seu vestido cheio de babadinhos. Por último, estava Narcisa. Os olhos azuis parecendo permanentemente indefesos, em contraste com as maças do rosto rosadas como pétalas de rosa. As três se dirigiram aos lugares reservados a elas, na "mesa das crianças". Ali estavam vários meninos e meninas que elas conheciam, seu primo, Sirius, os garotos Avery e Nott, os dois meninos Lestrange, trÊs garotos dos McKinnon (uma família que raramente aceitava convites dos Black, e quando vinham, frequentavam somente a pré-festa - provavelmente iam para casa depois do desjejum) e a filha mais nova deles, um bebê que não devia ter mais de um ano e pouco.
E em uma das pontas da mesa, estava o pequeno Lúcio Malfoy. Ele tinha a mesma idade de Andrômeda, e estava com a mesma ansiedade de finalmente ir para Hogwarts no ano seguinte, a grande diferença era a atitude. Enquanto Andrômeda não fazia questão de atrair atenção para si - mas sabia com maestria entreter qualquer um que a desse -, Lúcio agia com altivez, como se ele fosse o dono da festa.
- Ora! Minha futura colega de escola! Andrômeda Rosier Black! - Saudou ao ver a menina, Andie sorriu rapidamente, ele era mais um cuja presença era demasiadamente irritante e sufocante.
- Olá, Malfoy. - Respondeu Belatriz por ela, Andie não pode deixar de sorrir para a irmã. Mesmo sem o medalhão, Bela sabia como ninguém entender suas emoções.
- Belatriz, Narcisa. - Disse Lúcio tocando o cabelo louro pálido. Narcisa corou furiosamente e murmurou um resposta, Andrômeda baixou brevemente os olhos para o medalhão que usava, ele atingira um tom de rosa (do mesmo tom que ficara o medalhão com o sangue de Bela no dia em que viram o jovem Riddle). Andie suspirou. O que significava aquela cor? E por que o medalhão com o sangue dela  nunca ficara do mesmo jeito?

Passou mais tempo nessa alienação do que julgava aceitável. Antes que percebesse estava no coro de Natal dos Black. Narcisa, com o terceiro vestido do dia, ia a frente do coral exibindo sua voz limpa e infantil no seu solo tradicional. Bela estava ao lado de Andie, e como essa cantava sem realmente se empenhar as partes do coro. Ninguém, nem mesmo Narcisa, gostava de participar do maldito coral, mas da mesma forma, ninguém se atrevia a enfrentar tão diretamente assim as determinações da família, nem mesmo Belatriz. Quando o coral terminou, a festa de Natal iniciou.
Andrômeda fora apresentada pela mãe a mais gente do que o normal, ela não entendia porque sua mãe estava fazendo tanta cena com ela, Andrômeda não era tão bonita quando Narcisa, nem tão impressionante quanto Bela. Talvez ela fosse mais inteligente das três, mas que diferença isso faria se ela ainda nem frequentava a escola?
A resposta para suas perguntas veio depois, quando ouviu acidentalmente uma conversa entre Druella e Cygnus.
- Já apresentei Andrômeda para todas as famílias em que há alguma criança da idade dela, mas ninguém demonstrou real interesse nela. Acho que ficam em dúvida se algum dos poucos talentos da menina vão ser úteis para criar uma família. - Dizia Druella, de um jeito cruel.
- Então, o único que realmente a deseja continua sendo...
- Sim - cortou a mulher esquálida -, mas seus desejos continuam os mesmos. Ele quer as duas.
Cygnus pegou um charuto na parte interna das vestes e acendeu, levando aos lábios.
- Bem, ainda teremos a pós-festa, amanhã. Será nossa última chance. Sabemos que não é bom se opor ao Lorde das Trevas. 
Andrômeda se afastou, não queria ouvir mais. Num comportamento muito diferente do usual, ela subiu para o seu quarto e se deitou, sem aos menos trocar de roupa.
Ela odiava ser negociada, odiava que seus pais decidissem seu futuro como se sua opinião não importasse. E ela sentia um sentimento estranho, também, uma coisa que não era de seu conhecimento quando estava completamente protegida pelo casulo da infância - da pueritia, como diziam os bruxos romanos, sobre quem Andie adorava estudar -, agora que Andie saía aos poucos do casulo, impulsionada pela irmã mais velha que já parecia completamente fora dele, ela não era mais imune ao sentimento.Ciúme, dor, medo da rejeição. Ela acabara de descobrir que, acima de tudo, não gostava nem um pouco de saber que ninguém demonstrava interesse nela.
 

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